Otra aventura

Com o que ele cobra a água. Acontece que fui pagar a conta da água, como saio do trabalho às 5 da tarde, fui correndo porque fecham às 6 no escritório da água. Cheguei faltando 5 pras 6, toda ofegante. Um senhor na porta falou: "Pode entrar, senhorita, ainda dá tempo". E eu, ok. Um cara meio gordinho me atendeu: "Entre no meu escritório, por favor". E eu, ok. Peguei o boleto e falei: "Olha, tá errado, tão me cobrando muito. Eu moro sozinha, não tem como eu gastar tanta água assim". Aí o cara falou: "Tá certo, mas talvez tenham errado na leitura". Percebi que ele não tirava os olhos de mim. Como eu tava de mini, todo homem me olha, uns assobiam, outros falam coisas, enfim, já tô acostumada. "Tá bem, senhorita, vou colocar o mínimo, ok?", ele perguntou. E eu: "Ok, agradeço muito", respondi. "Vá pagar e, com licença, posso fazer uma pergunta?", ele disse. E eu: "Sim, pode falar". "A senhora é casada?" Não respondi. "Por quê?" "É que a senhora é muito gostosa e eu queria te convidar pra sair", ele falou. E eu: "Desculpa, senhor, mas não saio com desconhecidos". "Ok, olha, sou Gregorio Meraz", ele disse, estendendo a mão. E eu: "Bom, eu me chamo Fernanda, prazer". Senti aquela mão grande e minha mente foi pra outro lugar, como sempre quando alguém de mãos grandes me cumprimenta. "Viu, já não somos mais desconhecidos". E eu: "Deixa eu pagar, já volto". "Ok", falei. Fui pagar e naquele momento fecharam o escritório. Fui a última. O senhor Gregorio, meu novo amigo, já tava me esperando. "Passou, Fer?", ele disse. "Obrigada", falei. "Que bom que consegui pagar". "Posso te oferecer um refri ou água, que é o que tem aqui?", ele perguntou. E eu: "Tá bom, água", respondi. Tava muito calor e, com a agitação, tava com sede. Ele me serviu um copo d'água. Ao me dar o copo, pegou minha mão e eu senti desejo de tudo, sabe? "Você me gusta", ele disse. Eu fiquei com medo, mas ao mesmo tempo senti um formigamento no corpo todo e não consegui mais me segurar. Ele me puxou e começou a me beijar, a me tocar por todo lado. Quando percebi, já tava nua e à mercê daquele homem corpulento. Ele me colocou em cima da mesa dele e, abrindo minhas pernas, me... Começou a me tocar e depois passou a língua na minha buceta bem molhada. Tirou o pauzão grosso dele e meteu em mim, o que me fez gemer de dor e prazer. Depois de meter e tirar não sei por quanto tempo, senti uma descarga lá dentro. Ele se levantou e disse que eu era gostosa, mas que o colega dele também queria. Eu estava super excitada, acostumada a fazer amor com vários. "Tá bom", falei. Aí chegou outro jovem, amigo do gordinho, e sem perder tempo, tirou o pau dele e me mandou chupar. Comecei a dar uns boquetes nele até que ficou durinho, e eu continuei massageando e chupando até ele gozar na minha boca. De repente, outro já estava metendo o pau em mim — era outro colega de escritório do gordinho. Então perguntei: "Quantos são vocês?" E eles responderam: "Só cinco, e todos queremos", disseram os outros. "Ok, pra todos eu tenho", falei. Eu já estava muito excitada. No fim, perdi a noção do tempo, não sei quanto tempo ficamos naquilo. Eles me fizeram amor do jeito que quiseram, se revezavam nos meus três buracos até me deixarem toda melada com os fluidos deles. Entre risadas e brincadeiras, me disseram: "O banheiro está ali pra você se lavar". E eu: "Ok". Quando saí do banheiro, já meio arrumada, não tinha ninguém, só o segurança que estava de plantão. Me entregando umas notas, ele disse: "Deixaram isso pra você". Eu recebi, agradeci e, sem mais, saí correndo. Eram umas oito da noite. Saudações!!!

4 comentários - Otra aventura

Excelente relato, que ganas de ser uno de esos afortunados que hacen todo
Gracias llegare a mil vistas? Mmmm tal vez
Vaya aventura¡¡¡¡ Fué real? o es una de tus fantasias favoritas?