Fala aí, pessoal! Hoje de novo tô trazendo um conto escrito pelo meu amigo pessoal Nachobeto69.
Tanto ele quanto eu esperamos que vocês curtam e gostem...
Pontos e comentários são super bem-vindos.Gozei minha AvóOlá, meu nome é Daniel, tenho 18 anos e moro com minha mãe, Valéria, de 34 anos, e minha avó, Lúcia, de 49 anos.
A história começa há 34 anos. Minha avó, com apenas 15 anos, deu à luz uma menina, fruto de uma putaria com o namorado da época, que foi obrigado a assumir a responsabilidade pela bebê, na esperança de que a história não se repetisse. A bebê, que chamaram de Valéria, cresceu, mas aos 17 anos a história se repetiu, agora dando à luz um menino que chamaram de Daniel (ou seja, eu).
Meu pai assumiu a responsabilidade e, quando atingiram a maioridade, se casaram, mas o relacionamento não durou muito, só 5 anos. Aos 23, minha mãe se divorciou, fiquei com ela e de vez em quando ia visitar meu pai. Há 3 anos, meu avô morreu e minha avó ficou muito deprimida. Minha mãe me mandou ficar com ela para que não ficasse mais triste. A casa dela ficava a 20 minutos da nossa e era mais perto da minha escola. A primeira semana foi estranha, porque era muito desconfortável ficar sozinho com minha avó, já que não tinha muito contato com ela. Depois, na segunda semana, conversávamos mais, eu contava o que rolava na escola e na minha vida.
Lúcia: Filho, você tem namorada?
Daniel: Sim, vó, mas ela foi estudar no exterior este semestre.
Lúcia: Isso, meu menino, estuda pra não repetir a história de ser pai tão jovem, igual aconteceu comigo com sua mãe, e com sua mãe com você, mas a gente se virou por causa de vocês.
Daniel: Sim, quero ser um grande engenheiro civil, por isso tô dando duro nos estudos.
Uma noite, depois do jantar, fui tomar banho e, quando saí, passei pelo quarto da minha avó e ouvi uns gemidos. A porta estava encostada, então dei uma olhada e vi minha avó se masturbando com as mãos. O que vi me surpreendeu: uma mulher linda de 49 anos com um corpaço de uma mulher de 30. Fui pro meu quarto com aquela imagem na cabeça. Passaram-se alguns dias e comecei a ver minha avó de outro jeito. Depois que ela tomava banho, eu ia no banho e me masturbava com as calcinhas dela que deixava no cesto de roupa suja, às vezes deixava minha marca, até que um dia ela me pegou e me chamou pra conversar.
Lucia: Filho, preciso falar com você.
Daniel: Sim, Vó, do que você quer falar?
Lucia: Filho, eu sei que você tá na idade de ficar com garotas e tal, mas o que você fez é errado e nem adianta negar, porque eu já descobri.
Daniel: Do que você tá falando, Vó?
Lucia: Filho, encontrei minha calcinha cheia de porra, e o único homem que mora aqui é você, meu anjo. Tem alguma explicação?
Daniel: É que eu...
Lucia: Filho, o que foi?
Daniel: Eu, outro dia, te vi quando você tava se masturbando, e desde aquela noite algo mudou no jeito que eu te vejo. Você é uma mulher gostosa e que merece amar de novo.
Lucia: Filho, isso não pode ser. Sou sua avó e você é meu neto, a gente estaria cometendo incesto.
Daniel: Vó, faz quanto tempo que você não transa?
Lucia: Filho, que perguntas são essas?
Daniel: Eu sei que você amava o vô, mas eu tô aqui pra substituir ele.
Lucia: Filho, você tá maluco. Vai pro seu quarto.
Fui pro meu quarto e me tranquei, pensando se foi um erro o que falei pra minha avó.
No dia seguinte, ela bate na minha porta.
Lucia: Filho, desce pra tomar café.
Daniel: Já vou descer.
No café da manhã, ela ficou bem quieta. Terminei e fui pra escola. Já de tarde, quando cheguei em casa, minha avó tava na sala e me chamou.
Lucia: Filho, vem aqui sentar pra gente conversar.
Daniel: Vó, tô envergonhado com o que te falei ontem. Sei que não devia, peço desculpas.
Lucia: Filho, fiquei pensando a noite toda no que você disse. Seu avô já não tá mais aqui e eu preciso de um homem do meu lado. Sei que na minha idade nenhum homem vai me querer mais.
Daniel: Vó, eu sei que tem um homem que te quer, apesar da sua idade. Pra ele, você é a mulher mais gostosa.
Lucia: Quem é esse homem?
Daniel: Eu, Vó. Eu sou esse homem.
Lucia: Filho, isso vai ficar entre nós dois. Sua mãe não pode saber do que rolar.
Daniel: Pode deixar, vó. Minha boca é um túmulo.
Desde aquele dia, nossa história começou.
Uma semana depois, comecei a dormir no quarto dela. Quando chegou o primeiro encontro sexual, ela tava vestindo um robe sexy. Quando ela tirou, ficou... Só de sutiã e calcinha, já na cama comecei a beijar o pescoço dela, descendo pelo peito, pela barriga, chegando na buceta dela, fazendo ela ir às nuvens, arrancando uns gemidos gostosos. Depois ela me fala: "quero você dentro de mim". Ajeitei ela na cama, ela abriu as pernas, eu direcionei meu pau pra caverna dela, que já fazia 5 anos que não via ação. Começamos devagar e fomos aumentando o ritmo, fazendo várias posições (papai e mamãe, de quatro, colherinha, ela por cima e eu por baixo e vice-versa), até que senti que não aguentava mais e ia gozar dentro dela, o que fiz, deixando uma porrada de leite dentro dela.
Lúcia: Filho, isso que aconteceu foi incrível, você me devolveu a energia que tava faltando
Daniel: Vó, pra isso eu tô aqui, só pra você, te dando meu gozo
Lúcia: Sim, me dando todo o gozo que eu pedir
Daniel: Vó, eu te amo, você é incrível
Assim, a gente teve vários encontros por uns meses até que minha mãe ligou pra dizer que viria passar uma semana com a gente
Lúcia: Filho, sua mãe falou que vai ficar aqui com a gente a semana toda
Chegou a semana, minha mãe chegou em casa
Lúcia: Valéria, que prazer, filha
Valéria: Mãe, como é que o Dani se comportou?
Lúcia: Muito bem, filha, um menino muito comportado
Valéria: Que bom, já tava na hora de vocês passarem tempo juntos. E o que fizeram nesse tempo?
Lúcia: Bom, o Dani se dedicando na escola e eu conhecendo gente nova. O Dani me disse que sou uma mulher jovem e posso me dar uma segunda chance
Valéria: Sério, mãe? Que bom! E tem algum pretendente?
Lúcia: Tô vendo como é que vai ser
Valéria: Então, te desejo que dê certo
À noite, a gente jantou os três e minha mãe deu uma notícia
Valéria: Bom, tenho uma notícia pra vocês
Daniel: O que foi, mãe?
Lúcia: O que aconteceu, filha?
Valéria: Dani, lembra do senhor que eu tô saindo nos últimos dois anos?
Daniel: Sim
Valéria: Ele me pediu em casamento
Lúcia: Parabéns, filha
Daniel: Que bom, mãe, parabéns
Depois do jantar, fui pro meu quarto, pra onde eu tinha voltado pra minha mãe não desconfiar da nossa parada, mas antes passei pra dar boa noite pra minha vó
Passaram vários dias e minha avó começou a se sentir mal. Minha mãe levou ela no médico pra examinar. Quando voltaram, tavam discutindo
Daniel: Que tanto vocês tão discutindo?
Valéria: Sua avó, apareceu com uma bomba
Daniel: ....... O que foi?
Valéria: Sua avó tá grávida do namorado secreto dela
Daniel: Vó, isso é verdade?
Lúcia: Sim, filho. E desculpa, filha, não tava nos meus planos isso. Tanto tempo sem nada, né, cobrou o preço
Valéria: Mas mãe, a senhora não sabia se ainda menstruava quando tiveram os encontros?
Lúcia: Não Filha, eu não sabia e a gente não se cuidou. Eu pensei que, já que tô perto dos 50, devia estar entrando na menopausa. Não imaginei que fosse uma gravidez.
Valéria: E agora, o que você vai fazer?
Lúcia: Vou ter esse bebê. Vou contar pro meu namorado secreto.
Valéria: Mãe, mas quem vai cuidar de você?
Daniel: Eu cuido da vovó.
Valéria: Filho, tem certeza?
Daniel: Sim, mãe. Vou ficar de olho na vovó, tenha namorado secreto ou não.
Lúcia: Obrigada, filho.
Valéria: Ok, cuida bem dela.
Minha mãe foi embora, de cabeça no casamento dela. Enquanto isso, eu e minha avó íamos conversar.
Daniel: Vó, pode me explicar o que aconteceu?
Lúcia: Filho, eu não sabia que ainda menstruava.
Daniel: Vó, não acredito.
Lúcia: Filho, sei que te decepcionei… me perdoa.
Daniel: Vó, não tenho nada pra perdoar. Você vai me dar meu primeiro filho.
Eu me joguei na minha avó, beijei ela, carreguei ela no colo.
Lúcia: Filho… você não tá bravo?
Daniel: Não, vó. Vou cuidar de você e do meu bebê.
Tava no 4º mês de gravidez e acompanhei minha avó na consulta dela com a ginecologista.
Ginecologista: Bom dia, Dona Lúcia, pode entrar. Vejo que veio acompanhada do seu parceiro.
Lúcia: Bom dia, doutora…
Não é meu parceiro, é meu neto, ele quem me acompanha.
Ginecologista: Opa… desculpa, entra, filho.
A ginecologista deitou minha avó na maca de exame pra fazer o ultrassom.
Pela primeira vez, eu via meu filho crescendo dentro da barriga da minha avó.
Ginecologista: Querem saber o sexo?
Lúcia: Sim.
Daniel: Sim.
Ginecologista: Esse bebê vai ser…
Menino… mas…
Lúcia: Mas o quê, doutora?
Ginecologista: Tô vendo outro saco. Sim, é outro bebê… é menina… são gêmeos… Lúcia, a senhora vai ter gêmeos.
Lúcia: O quê?
Daniel: 2 bebês?
Ginecologista: Sim, parabéns!
A notícia nos pegou de surpresa, nós dois. Voltando pra casa, eu não largava a barriga da minha avó.
Tava no 6º mês de gravidez da minha avó, a gente tava celebrando o casamento da minha mãe, e ela também deu uma notícia.
Valéria: Mãe, Dani… tô grávida… Dani, você vai ter um irmãozinho, e você, mãe, um novo neto.
Lúcia: Eu também tenho uma notícia, filha… você vai ter dois irmãos… tô esperando dois bebês.
Valéria: Uau, sério, mãe? Parabéns!
Tava no 8º mês de gravidez da minha avó, o casamento já tinha rolado, e eu aproveitei essa fase doce com ela tanto que, a cada mês que passava da gestação, a gente tirava fotos de como a barriga dela crescia. Marcaram o parto pra não ter complicação.
Já no hospital, começou o trabalho de parto dela no quarto, onde ela empurrava pra dar à luz nossos bebês.
Dra.: Vamos, Lúcia, empurra… empurra…
Daniel: Vai, vó… empurra…
Dra.: Empurra, Lúcia… empurra…
Escuta um choro… a primeira a nascer é a menina…
Eu vou perto pra cortar o cordão umbilical, e levam ela pra limpar, pesar e medir.
Dra.: Bem, Lúcia, falta o menino. Vamos, empurra… empurra…
Dani: Vai, vó… empurra… empurra…
Dra.: Tô vendo a cabeça… empurra, empurra…
Escuta o segundo choro, nasce o menino. Vou perto pra cortar o cordão umbilical dele, levam ele pra limpar, pesar e medir.
Enquanto cuidavam da minha avó.
Passaram 40 minutos, nos levam pra um quarto onde trazem os bebês pra gente conhecer.
Lúcia: Obrigada, filho.
Daniel: Por que você tá me agradecendo, vó?
Lúcia: Filho… você me deu essas duas bênçãos, que, mesmo sendo surpresa, foram feitas com amor.
Daniel: É, e eu agradeço pra caralho, porque você me tornou pai de dois bebês lindos.
Lúcia: E que nome eles vão ter?
Daniel: Você escolhe o do menino e eu o da menina.
Lúcia: Ok… pro menino, o que acha de Davi?
Daniel: É muito lindo. E pra menina, o que acha de Sara?
Lúcia: Nome lindo.
Já fazem 3 meses que vim morar com minha avó pra sempre, ajudando ela com nossos bebês. A gente continua tendo nossos encontros, mas… Já não nos preocupamos mais, minha avó entrou na menopausa, não pode mais ter filhos. Enquanto isso, minha mãe tá prestes a completar 6 meses de gravidez, esperando ela e o marido pelo bebê, e eu pelo meu irmão.
Tanto ele quanto eu esperamos que vocês curtam e gostem...
Pontos e comentários são super bem-vindos.Gozei minha AvóOlá, meu nome é Daniel, tenho 18 anos e moro com minha mãe, Valéria, de 34 anos, e minha avó, Lúcia, de 49 anos.
A história começa há 34 anos. Minha avó, com apenas 15 anos, deu à luz uma menina, fruto de uma putaria com o namorado da época, que foi obrigado a assumir a responsabilidade pela bebê, na esperança de que a história não se repetisse. A bebê, que chamaram de Valéria, cresceu, mas aos 17 anos a história se repetiu, agora dando à luz um menino que chamaram de Daniel (ou seja, eu).
Meu pai assumiu a responsabilidade e, quando atingiram a maioridade, se casaram, mas o relacionamento não durou muito, só 5 anos. Aos 23, minha mãe se divorciou, fiquei com ela e de vez em quando ia visitar meu pai. Há 3 anos, meu avô morreu e minha avó ficou muito deprimida. Minha mãe me mandou ficar com ela para que não ficasse mais triste. A casa dela ficava a 20 minutos da nossa e era mais perto da minha escola. A primeira semana foi estranha, porque era muito desconfortável ficar sozinho com minha avó, já que não tinha muito contato com ela. Depois, na segunda semana, conversávamos mais, eu contava o que rolava na escola e na minha vida.
Lúcia: Filho, você tem namorada?
Daniel: Sim, vó, mas ela foi estudar no exterior este semestre.
Lúcia: Isso, meu menino, estuda pra não repetir a história de ser pai tão jovem, igual aconteceu comigo com sua mãe, e com sua mãe com você, mas a gente se virou por causa de vocês.
Daniel: Sim, quero ser um grande engenheiro civil, por isso tô dando duro nos estudos.
Uma noite, depois do jantar, fui tomar banho e, quando saí, passei pelo quarto da minha avó e ouvi uns gemidos. A porta estava encostada, então dei uma olhada e vi minha avó se masturbando com as mãos. O que vi me surpreendeu: uma mulher linda de 49 anos com um corpaço de uma mulher de 30. Fui pro meu quarto com aquela imagem na cabeça. Passaram-se alguns dias e comecei a ver minha avó de outro jeito. Depois que ela tomava banho, eu ia no banho e me masturbava com as calcinhas dela que deixava no cesto de roupa suja, às vezes deixava minha marca, até que um dia ela me pegou e me chamou pra conversar.
Lucia: Filho, preciso falar com você. Daniel: Sim, Vó, do que você quer falar?
Lucia: Filho, eu sei que você tá na idade de ficar com garotas e tal, mas o que você fez é errado e nem adianta negar, porque eu já descobri.
Daniel: Do que você tá falando, Vó?
Lucia: Filho, encontrei minha calcinha cheia de porra, e o único homem que mora aqui é você, meu anjo. Tem alguma explicação?
Daniel: É que eu...
Lucia: Filho, o que foi?
Daniel: Eu, outro dia, te vi quando você tava se masturbando, e desde aquela noite algo mudou no jeito que eu te vejo. Você é uma mulher gostosa e que merece amar de novo.
Lucia: Filho, isso não pode ser. Sou sua avó e você é meu neto, a gente estaria cometendo incesto.
Daniel: Vó, faz quanto tempo que você não transa?
Lucia: Filho, que perguntas são essas?
Daniel: Eu sei que você amava o vô, mas eu tô aqui pra substituir ele.
Lucia: Filho, você tá maluco. Vai pro seu quarto.
Fui pro meu quarto e me tranquei, pensando se foi um erro o que falei pra minha avó.
No dia seguinte, ela bate na minha porta.
Lucia: Filho, desce pra tomar café.
Daniel: Já vou descer.
No café da manhã, ela ficou bem quieta. Terminei e fui pra escola. Já de tarde, quando cheguei em casa, minha avó tava na sala e me chamou.
Lucia: Filho, vem aqui sentar pra gente conversar.
Daniel: Vó, tô envergonhado com o que te falei ontem. Sei que não devia, peço desculpas.
Lucia: Filho, fiquei pensando a noite toda no que você disse. Seu avô já não tá mais aqui e eu preciso de um homem do meu lado. Sei que na minha idade nenhum homem vai me querer mais.
Daniel: Vó, eu sei que tem um homem que te quer, apesar da sua idade. Pra ele, você é a mulher mais gostosa.
Lucia: Quem é esse homem?
Daniel: Eu, Vó. Eu sou esse homem.
Lucia: Filho, isso vai ficar entre nós dois. Sua mãe não pode saber do que rolar.
Daniel: Pode deixar, vó. Minha boca é um túmulo.
Desde aquele dia, nossa história começou.
Uma semana depois, comecei a dormir no quarto dela. Quando chegou o primeiro encontro sexual, ela tava vestindo um robe sexy. Quando ela tirou, ficou... Só de sutiã e calcinha, já na cama comecei a beijar o pescoço dela, descendo pelo peito, pela barriga, chegando na buceta dela, fazendo ela ir às nuvens, arrancando uns gemidos gostosos. Depois ela me fala: "quero você dentro de mim". Ajeitei ela na cama, ela abriu as pernas, eu direcionei meu pau pra caverna dela, que já fazia 5 anos que não via ação. Começamos devagar e fomos aumentando o ritmo, fazendo várias posições (papai e mamãe, de quatro, colherinha, ela por cima e eu por baixo e vice-versa), até que senti que não aguentava mais e ia gozar dentro dela, o que fiz, deixando uma porrada de leite dentro dela.
Lúcia: Filho, isso que aconteceu foi incrível, você me devolveu a energia que tava faltando Daniel: Vó, pra isso eu tô aqui, só pra você, te dando meu gozo
Lúcia: Sim, me dando todo o gozo que eu pedir
Daniel: Vó, eu te amo, você é incrível
Assim, a gente teve vários encontros por uns meses até que minha mãe ligou pra dizer que viria passar uma semana com a gente
Lúcia: Filho, sua mãe falou que vai ficar aqui com a gente a semana toda
Chegou a semana, minha mãe chegou em casa
Lúcia: Valéria, que prazer, filha
Valéria: Mãe, como é que o Dani se comportou?
Lúcia: Muito bem, filha, um menino muito comportado
Valéria: Que bom, já tava na hora de vocês passarem tempo juntos. E o que fizeram nesse tempo?
Lúcia: Bom, o Dani se dedicando na escola e eu conhecendo gente nova. O Dani me disse que sou uma mulher jovem e posso me dar uma segunda chance
Valéria: Sério, mãe? Que bom! E tem algum pretendente?
Lúcia: Tô vendo como é que vai ser
Valéria: Então, te desejo que dê certo
À noite, a gente jantou os três e minha mãe deu uma notícia
Valéria: Bom, tenho uma notícia pra vocês
Daniel: O que foi, mãe?
Lúcia: O que aconteceu, filha?
Valéria: Dani, lembra do senhor que eu tô saindo nos últimos dois anos?
Daniel: Sim
Valéria: Ele me pediu em casamento
Lúcia: Parabéns, filha
Daniel: Que bom, mãe, parabéns
Depois do jantar, fui pro meu quarto, pra onde eu tinha voltado pra minha mãe não desconfiar da nossa parada, mas antes passei pra dar boa noite pra minha vó
Passaram vários dias e minha avó começou a se sentir mal. Minha mãe levou ela no médico pra examinar. Quando voltaram, tavam discutindo
Daniel: Que tanto vocês tão discutindo?
Valéria: Sua avó, apareceu com uma bomba
Daniel: ....... O que foi?
Valéria: Sua avó tá grávida do namorado secreto dela
Daniel: Vó, isso é verdade?
Lúcia: Sim, filho. E desculpa, filha, não tava nos meus planos isso. Tanto tempo sem nada, né, cobrou o preço
Valéria: Mas mãe, a senhora não sabia se ainda menstruava quando tiveram os encontros?
Lúcia: Não Filha, eu não sabia e a gente não se cuidou. Eu pensei que, já que tô perto dos 50, devia estar entrando na menopausa. Não imaginei que fosse uma gravidez.
Valéria: E agora, o que você vai fazer?
Lúcia: Vou ter esse bebê. Vou contar pro meu namorado secreto.
Valéria: Mãe, mas quem vai cuidar de você?
Daniel: Eu cuido da vovó.
Valéria: Filho, tem certeza?
Daniel: Sim, mãe. Vou ficar de olho na vovó, tenha namorado secreto ou não.
Lúcia: Obrigada, filho.
Valéria: Ok, cuida bem dela.
Minha mãe foi embora, de cabeça no casamento dela. Enquanto isso, eu e minha avó íamos conversar.
Daniel: Vó, pode me explicar o que aconteceu?
Lúcia: Filho, eu não sabia que ainda menstruava.
Daniel: Vó, não acredito.
Lúcia: Filho, sei que te decepcionei… me perdoa.
Daniel: Vó, não tenho nada pra perdoar. Você vai me dar meu primeiro filho.
Eu me joguei na minha avó, beijei ela, carreguei ela no colo.
Lúcia: Filho… você não tá bravo?
Daniel: Não, vó. Vou cuidar de você e do meu bebê.
Tava no 4º mês de gravidez e acompanhei minha avó na consulta dela com a ginecologista. Ginecologista: Bom dia, Dona Lúcia, pode entrar. Vejo que veio acompanhada do seu parceiro.
Lúcia: Bom dia, doutora…
Não é meu parceiro, é meu neto, ele quem me acompanha.
Ginecologista: Opa… desculpa, entra, filho.
A ginecologista deitou minha avó na maca de exame pra fazer o ultrassom.
Pela primeira vez, eu via meu filho crescendo dentro da barriga da minha avó.
Ginecologista: Querem saber o sexo?
Lúcia: Sim.
Daniel: Sim.
Ginecologista: Esse bebê vai ser…
Menino… mas…
Lúcia: Mas o quê, doutora?
Ginecologista: Tô vendo outro saco. Sim, é outro bebê… é menina… são gêmeos… Lúcia, a senhora vai ter gêmeos.
Lúcia: O quê?
Daniel: 2 bebês?
Ginecologista: Sim, parabéns!
A notícia nos pegou de surpresa, nós dois. Voltando pra casa, eu não largava a barriga da minha avó.Tava no 6º mês de gravidez da minha avó, a gente tava celebrando o casamento da minha mãe, e ela também deu uma notícia.
Valéria: Mãe, Dani… tô grávida… Dani, você vai ter um irmãozinho, e você, mãe, um novo neto.
Lúcia: Eu também tenho uma notícia, filha… você vai ter dois irmãos… tô esperando dois bebês.
Valéria: Uau, sério, mãe? Parabéns!
Tava no 8º mês de gravidez da minha avó, o casamento já tinha rolado, e eu aproveitei essa fase doce com ela tanto que, a cada mês que passava da gestação, a gente tirava fotos de como a barriga dela crescia. Marcaram o parto pra não ter complicação.
Já no hospital, começou o trabalho de parto dela no quarto, onde ela empurrava pra dar à luz nossos bebês.
Dra.: Vamos, Lúcia, empurra… empurra…
Daniel: Vai, vó… empurra…
Dra.: Empurra, Lúcia… empurra…
Escuta um choro… a primeira a nascer é a menina…
Eu vou perto pra cortar o cordão umbilical, e levam ela pra limpar, pesar e medir.
Dra.: Bem, Lúcia, falta o menino. Vamos, empurra… empurra…
Dani: Vai, vó… empurra… empurra…
Dra.: Tô vendo a cabeça… empurra, empurra…
Escuta o segundo choro, nasce o menino. Vou perto pra cortar o cordão umbilical dele, levam ele pra limpar, pesar e medir.
Enquanto cuidavam da minha avó.
Passaram 40 minutos, nos levam pra um quarto onde trazem os bebês pra gente conhecer.
Lúcia: Obrigada, filho.
Daniel: Por que você tá me agradecendo, vó?
Lúcia: Filho… você me deu essas duas bênçãos, que, mesmo sendo surpresa, foram feitas com amor.
Daniel: É, e eu agradeço pra caralho, porque você me tornou pai de dois bebês lindos.
Lúcia: E que nome eles vão ter?
Daniel: Você escolhe o do menino e eu o da menina.
Lúcia: Ok… pro menino, o que acha de Davi?
Daniel: É muito lindo. E pra menina, o que acha de Sara?
Lúcia: Nome lindo.
Já fazem 3 meses que vim morar com minha avó pra sempre, ajudando ela com nossos bebês. A gente continua tendo nossos encontros, mas… Já não nos preocupamos mais, minha avó entrou na menopausa, não pode mais ter filhos. Enquanto isso, minha mãe tá prestes a completar 6 meses de gravidez, esperando ela e o marido pelo bebê, e eu pelo meu irmão.
Comentarios Destacados
11 comentários - Engravidei minha Avó
Pero si te gustó la temática espera que en poco tiempo subiré mi relato propio 😉