Bem, continuando um pouco com a história da Carlita, a gata que sempre que lembro dela me deixa de pau duro.
Vou deixar o link da primeira parte de como essa história começa: http://www.poringa.net/posts/relatos/3346263/Carlita.html?notification#comment-157553
Agora vamos ao que interessa.
Carlita continuava namorando, mas os encontros estavam cada vez mais quentes. Um dia, falando muita putaria, falei pra ela que queria arrebentar aquela bunda divina que ela tinha. Combinamos um dia, um amigo me emprestou o apê dele pela manhã, antes de entrar na escola. Então nos encontramos com a Carlita, ela deu a desculpa que tinha que fazer um trabalho em grupo com as meninas, então o namorado dela acreditou. No caminho pra casa do meu amigo, a gente ia conversando sobre como eu ia arrebentar aquela raba enquanto ela me masturbava por cima da calça no busão.
Chegamos no apê, começamos a nos beijar gostoso e as roupas foram caindo. A primeira coisa que fiz foi lamber aquela bucetinha apertada, aproveitar cada cheiro e sabor daquela bunda divina, enquanto ela soltava gemidos de prazer anal. Num momento, ela leva o dedo até o cu, enfia, o que me excitou pra caralho, mas me excitou ainda mais quando ela tirou o dedo e colocou na boca, curtindo a mesma coisa que eu curtia com minha língua. Na sequência, ela começou a chupar meu pau e na hora comecei a tratar ela como uma puta.
— Meu amor, que puta que você é. — falei pra ela. — Tá aqui fazendo um trabalho em grupo e na real tá chupando meu pau. Parece que isso excitou ela ainda mais, continuou mordendo meu pau grosso e batendo uma pra ele. Pra quem tava começando no sexo, ela chupava muito bem.
Voltei a comer a buceta dela. A situação tava quente demais. Então ela ficou de quatro na cama, pronta pra eu meter. Comecei a esfregar a ponta do meu pau na bucetinha dela, sem enfiar. Num momento, ela gritou me mandando comer ela, então obedecendo a ordem, enfiei até o fundo. Ela soltou um gemido lindo, continuei metendo forte, cada vez mais fundo. cada vez mais duro e violento. puxando o cabelo dela e dando tapas na bunda. falei pra ela. - sua puta de merda, você tá sendo arrombada pelo seu melhor amigo enquanto o punheteiro do seu namorado deve estar batendo uma punheta com sua foto.
a situação saiu do controle, mas o celular tocou e era o namorado, ela colocou no silêncio e continuamos comendo gostoso. mas ele ligava e ligava, então falei pra ela atender. na hora o tesão tomou conta da gente. então ela atendeu o telefone e disse. - meu amor, desculpa, não ouvi, o telefone... a gente tava tomando mate com as meninas. aproveitando a situação, eu metia mais forte. o que fazia ela soltar uns gemidinhos baixos. o namorado perguntou o que tava rolando, por que ela tava falando assim, e ela respondeu que tinha acabado de voltar da padaria e subido as escadas, por isso tava ofegante. quanto mais ela falava e dizia que amava ele, mais eu enfiava.
tirei a pica e a coloquei de joelhos na minha frente. comecei a gozar na cara dela enquanto ela continuava falando com o namorado.
depois me levantei, fui no banheiro e deixei ela no quarto enquanto continuava no telefone. cinco minutos depois voltei pro quarto. ela ainda tava falando, parecia que tava dando explicações demais. o cara não tava engolindo alguma coisa, então ela se esforçava pra dar explicações, falar que ama ele, o básico de toda mulher.
ver ela pelada, com a cara cheia de porra, desesperada dando explicações, me deixou de pau duro de novo.
então coloquei ela de quatro. abri as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela. peguei um sachê de lubrificante que vinha com as camisinhas, passei no cu dela e um pouco na minha pica. encostei a cabeça do pau no ânus dela e comecei a empurrar, tava muito apertado, não entrava. então decidi enfiar os dedos primeiro pra dilatar, a voz dela começou a ficar ofegante de novo. depois de conseguir dilatar o cu dela, encostei a pica de novo na bunda e comecei a empurrar, talvez um pouco violento, então a cabeça entrou, ela soltou um grito. Desgarrador. Quando ouviu aquele grito, o namorado perguntou o que foi. Ela respondeu que bateu o dedão do pé na mesa. Enquanto eu continuava enfiando mais e mais minha pica, ela não aguentou mais a vontade e desligou o telefone. Ela grita pra mim: — Filho da puta, tá doendo pra caralho. Isso me deu motivo pra meter com mais violência, e ela começou a gritar desesperadamente de dor, mordendo o travesseiro e arranhando os lençóis. Eu vi lágrimas nos olhos dela, mas não liguei, enfiava cada vez mais forte. Até que aqueles gritos de dor viraram gritos de prazer. — Arrebenta meu cu, meu amor, sou sua puta, sou sua puta. Me destrói toda, faz o que quiser comigo. Aí eu perguntei: — Você gosta que eu arrebente seu cu? Me fala se você gosta? Gosta de fazer seu namorado de otário? Ela responde: — Sim, amor, sou sua puta, adoro quando você arrebenta meu cu, meu namorado é um bosta. Isso detonou minha cabeça e minha pica. Então enchi o cu dela de porra. Tirei a pica e o que mais me excitou foi que ela enfiou os dedos no cu e começou a chupar a porra que escorria pelo ânus dela. Depois da sessão de sexo, nos trocamos e fomos embora. Pra escola. Espero que tenham gostado do post, por favor deixem seus comentários. Em breve vou postar mais experiências da Carlita, minha putinha favorita.
Vou deixar o link da primeira parte de como essa história começa: http://www.poringa.net/posts/relatos/3346263/Carlita.html?notification#comment-157553
Agora vamos ao que interessa.
Carlita continuava namorando, mas os encontros estavam cada vez mais quentes. Um dia, falando muita putaria, falei pra ela que queria arrebentar aquela bunda divina que ela tinha. Combinamos um dia, um amigo me emprestou o apê dele pela manhã, antes de entrar na escola. Então nos encontramos com a Carlita, ela deu a desculpa que tinha que fazer um trabalho em grupo com as meninas, então o namorado dela acreditou. No caminho pra casa do meu amigo, a gente ia conversando sobre como eu ia arrebentar aquela raba enquanto ela me masturbava por cima da calça no busão.
Chegamos no apê, começamos a nos beijar gostoso e as roupas foram caindo. A primeira coisa que fiz foi lamber aquela bucetinha apertada, aproveitar cada cheiro e sabor daquela bunda divina, enquanto ela soltava gemidos de prazer anal. Num momento, ela leva o dedo até o cu, enfia, o que me excitou pra caralho, mas me excitou ainda mais quando ela tirou o dedo e colocou na boca, curtindo a mesma coisa que eu curtia com minha língua. Na sequência, ela começou a chupar meu pau e na hora comecei a tratar ela como uma puta.
— Meu amor, que puta que você é. — falei pra ela. — Tá aqui fazendo um trabalho em grupo e na real tá chupando meu pau. Parece que isso excitou ela ainda mais, continuou mordendo meu pau grosso e batendo uma pra ele. Pra quem tava começando no sexo, ela chupava muito bem.
Voltei a comer a buceta dela. A situação tava quente demais. Então ela ficou de quatro na cama, pronta pra eu meter. Comecei a esfregar a ponta do meu pau na bucetinha dela, sem enfiar. Num momento, ela gritou me mandando comer ela, então obedecendo a ordem, enfiei até o fundo. Ela soltou um gemido lindo, continuei metendo forte, cada vez mais fundo. cada vez mais duro e violento. puxando o cabelo dela e dando tapas na bunda. falei pra ela. - sua puta de merda, você tá sendo arrombada pelo seu melhor amigo enquanto o punheteiro do seu namorado deve estar batendo uma punheta com sua foto.
a situação saiu do controle, mas o celular tocou e era o namorado, ela colocou no silêncio e continuamos comendo gostoso. mas ele ligava e ligava, então falei pra ela atender. na hora o tesão tomou conta da gente. então ela atendeu o telefone e disse. - meu amor, desculpa, não ouvi, o telefone... a gente tava tomando mate com as meninas. aproveitando a situação, eu metia mais forte. o que fazia ela soltar uns gemidinhos baixos. o namorado perguntou o que tava rolando, por que ela tava falando assim, e ela respondeu que tinha acabado de voltar da padaria e subido as escadas, por isso tava ofegante. quanto mais ela falava e dizia que amava ele, mais eu enfiava.
tirei a pica e a coloquei de joelhos na minha frente. comecei a gozar na cara dela enquanto ela continuava falando com o namorado.
depois me levantei, fui no banheiro e deixei ela no quarto enquanto continuava no telefone. cinco minutos depois voltei pro quarto. ela ainda tava falando, parecia que tava dando explicações demais. o cara não tava engolindo alguma coisa, então ela se esforçava pra dar explicações, falar que ama ele, o básico de toda mulher.
ver ela pelada, com a cara cheia de porra, desesperada dando explicações, me deixou de pau duro de novo.
então coloquei ela de quatro. abri as nádegas dela e comecei a chupar o cu dela. peguei um sachê de lubrificante que vinha com as camisinhas, passei no cu dela e um pouco na minha pica. encostei a cabeça do pau no ânus dela e comecei a empurrar, tava muito apertado, não entrava. então decidi enfiar os dedos primeiro pra dilatar, a voz dela começou a ficar ofegante de novo. depois de conseguir dilatar o cu dela, encostei a pica de novo na bunda e comecei a empurrar, talvez um pouco violento, então a cabeça entrou, ela soltou um grito. Desgarrador. Quando ouviu aquele grito, o namorado perguntou o que foi. Ela respondeu que bateu o dedão do pé na mesa. Enquanto eu continuava enfiando mais e mais minha pica, ela não aguentou mais a vontade e desligou o telefone. Ela grita pra mim: — Filho da puta, tá doendo pra caralho. Isso me deu motivo pra meter com mais violência, e ela começou a gritar desesperadamente de dor, mordendo o travesseiro e arranhando os lençóis. Eu vi lágrimas nos olhos dela, mas não liguei, enfiava cada vez mais forte. Até que aqueles gritos de dor viraram gritos de prazer. — Arrebenta meu cu, meu amor, sou sua puta, sou sua puta. Me destrói toda, faz o que quiser comigo. Aí eu perguntei: — Você gosta que eu arrebente seu cu? Me fala se você gosta? Gosta de fazer seu namorado de otário? Ela responde: — Sim, amor, sou sua puta, adoro quando você arrebenta meu cu, meu namorado é um bosta. Isso detonou minha cabeça e minha pica. Então enchi o cu dela de porra. Tirei a pica e o que mais me excitou foi que ela enfiou os dedos no cu e começou a chupar a porra que escorria pelo ânus dela. Depois da sessão de sexo, nos trocamos e fomos embora. Pra escola. Espero que tenham gostado do post, por favor deixem seus comentários. Em breve vou postar mais experiências da Carlita, minha putinha favorita.
1 comentários - Carlita, salteña gostosa