Na tarde seguinte, Raquel e Alfredo estavam sentados tranquilamente no sofá vendo um filme. Raquel estava deitada de barriga pra cima, vestindo só uma fio dental preta, com a cabeça apoiada nas pernas dele, que já fazia um tempo que mantinha uma mão numa das tetas dela. Nada sexual nem nada, só por gosto mesmo.—O que que tu tem com as minhas tetas? —ela perguntou, olhando pra ele curiosa.—Com as suas tetas?, haha. Nesse momento elas me relaxam, adoro sentir o toque da pele e amassar elas de leve de vez em quando — disse enquanto continuava amassando o peito dela lenta e suavemente.-Tá bom, ela disse enquanto voltava a olhar pra televisão.-Sobre a festa de hoje à noite, encomendei um vestido que deve estar chegando, se já não chegou. Você vai gostar, é bem elegante. Tá muito cansada depois do que rolou ontem à noite?-Algo sim, pra ser sincera, essa máquina do que quer que seja é… incrível, te deixa moída.-Quantas vezes você gozou?—Pois é, nunca conto direito… acho que umas seis ou oito vezes. Sei lá, quando eu tenho orgasmos em sequência, nem sei dizer quantos são, e ontem à noite eu tive certeza de que foram 4 separados, mas os outros… não sei, disse Raquel com toda confiança enquanto Alfredo continuava amassando o peito dela.— Melhores ou piores do que com um homem?-Pois é difícil dizer. Mais intensos e frequentes, sim, mas com um homem é mais gostoso, pra ser sincera.—E o jogo das palmadas? Sabe aquele “simulado” com palmadinhas leves?—Bom, alguns foram fortes, hein?... falou como se estivesse reprovando. Isso eu já te disse que gostar, não gostei. Ou melhor, vou explicar melhor, porque em algum momento senti algo parecido com excitação, mas não cheguei a "ficar dura" nem nada assim. Não sei, mas não é algo que me atraia muito, nem mesmo quando dói só como uma palmada.- Aja, valeu. Já vai se arrumando que às sete e meia chega uma cabeleireira maquiadora.E foi assim, a maquiadora cabeleireira chegou na ponta dos pés lá pelas sete e vinte e, depois de sentar a Raquel numa cadeira, começou pelo cabelo.- Olha, ela tem uma juba linda, mas eu cortaria um pouco. Tipo um palmo pra deixar na altura dos ombros, dar uma arejada no cabelo e ondular levemente, fica mais chique.-Bom, sim, fica melhor… tá bem, disse se resignando a deixar ela cortar um palmo do cabelo.Depois de pentear ela, maquiou-a suavemente e o resultado surpreendeu Raquel, que ao se olhar no espelho se viu muito mais gostosa, mais mulher. Depois de se despedir dela, subiu até o quarto e encontrou em cima da cama um vestido cor de champanhe com rendas num dourado mais intenso e uma fita de cetim na cintura, uma calcinha fio dental brasileira de renda preta para não marcar por baixo do vestido e uns sapatos de salto alto bem elegantes. Estranhou muito não ter um sutiã, mas a dúvida foi esclarecida na hora.Ao vestir o vestido, a saia, meio elástica, batia no meio da coxa dela. As costas ficavam quase todas de fora e o decote em V descia até abaixo dos peitos, deixando ver uma boa parte deles. Só duas tirinhas seguravam a parte de cima, então se alguém quisesse, era só puxá-las para os lados que a parte de cima caía toda, mostrando os peitos dela.O vestido era pra usar sem sutiã… e a real é que depois de se olhar no espelho, ela tava espetacular, amou. Talvez desse pra ver demais as curvas da bunda dela e mostrasse mais peito do que ela tava acostumada, mas tirando isso, caía nela de um jeito foda. Provocante e elegante ao mesmo tempo… espetacular.Foi até o escritório do Alfredo pra ver o que ele achava.—Como é que fica em mim?, disse ela sorrindo, sabendo que tava uma delícia.-Puxa, então sua personal shopper acertou em cheio mesmo, você tá uma gostosa.—Foi a Laura que escolheu?, disse surpresa. Puxa, ela tem bom gosto, mas me colocou numa saia justa. Não faço a menor ideia do que fazer com os peitos pra não ficar tão aparecendo, mas também, claro, gosto de me sentir gostosa. Vou dar uma bronca nela de qualquer jeito, disse a Alfredo, sorrindo e se despedindo, dando a ele uma vista espetacular das pernas, da bunda e das costas enquanto saía do quarto.Já às dez da noite receberam os convidados, que a acharam espetacular — os caras e algumas minas, outras morrendo de inveja. O jantar não era sentado à mesa, mas sim em pé, em grupinhos que iam se formando conforme as afinidades de cada um, enquanto os garçons iam oferecendo canapés e doses de vez em quando.O grupinho da Raquel e do Alfredo era formado por quatro caras (um deles foi sem companhia) e duas mulheres. Os caras tinham idade parecida com a do Alfredo, entre 45 e 55 anos, e as mulheres eram uma senhora que aparentava uns 40 muito bem cuidados e outra também muito gostosa de 32 anos.- Bem, então nos digam, como vocês se conheceram?, perguntou Sara, a senhora de 40 anos.—Ah, pois foi em Roma, numa pizzaria muito famosa, Raquel se apressou pra falar.—Pois você tem sorte, Alfredo escolheu muito bem, comentou José, o marido da Sara, que não tirava os olhos do decote da Raquel.—Pois é, foi só vê-la, marcar de tomar uns drinques e começar o rolo, respondeu Alfredo.A poucos metros deles, dois caras conversavam sem tirar os olhos das costas, das coxas e da buceta da Raquel. Até os peitos, que, como o vestido era folgado dos lados, às vezes deixavam ver uma boa parte deles.-Olha a mina que o Alfredo arrumou, tá uma gostosa.—Já te falo, ela tem um corpão de matar, afirmou o outro sem parar de olhar pra ela.- Já reparou como dá pra ver a rachadura da bunda dela com essa saia tão justa? Tá de dar água na boca, dá vontade de comer ela inteira.-Já já… vou chegar mais perto pra ver como é, comentou o outro piscando um olho.Raquel tava conversando animada com os amigos do Alejandro quando percebeu que roçaram a bunda dela. Não deu importância, numa festa era super normal. O que já achou mais estranho foi quando uma mão agarrou uma das nádegas dela e apertou com uma certa força.Ela se virou pra mandar umas boas pra quem fez aquilo, mas a galera tava tão apertada que ela não conseguiu reconhecer quem foi.—Tá acontecendo alguma coisa? — perguntou Alfredo.—Bom, é que roçaram na minha bunda e depois pegaram nela com força, sabe? — ela disse, irritada.—Ah, isso! Não liga pra isso não… e seja legal com meus conhecidos, ele disse sussurrando no ouvido dela.A resposta dela deixou ele perplexo.—Como assim "ser legal"?- Pois é, deixa ele te tocar e não dá importância, são umas gracinhas de coroa, cê sabe.—Bom, é estranho pra mim, mas se você acha que tá tudo bem… — disse ela, meio irritada, voltando a prestar atenção no que os outros estavam falando.De novo um dos dois homens que estavam olhando pra ela se aproximou e colocou a mão disfarçadamente na bunda de Raquel, que deu um pulo, mas, lembrando do que Alfredo tinha dito, ficou parada, deixando aquela mão sem vergonha descer até a coxa dela, acariciando por dentro, pra depois subir até a buceta coberta pelo fio dental. A saia elástica no meio da coxa não era problema nenhum, a mão conseguia chegar na buceta dela sem chamar muita atenção.—Tá acontecendo alguma coisa, Raquel?, perguntou Sofia.—Não, não, nada, obrigada — respondeu ela, que já sentia uns dedos tentando afastar a calcinha fio dental e se enfiar dentro dela. Tentava manter a calma enquanto pensava se fechava mais as pernas, pegava na mão sem se virar e parava aquilo, ou se deixava rolar.A dúvida deu tempo pro cara enfiar a ponta do dedo dentro da buceta dela.- Ah!... ela exclamou ao sentir o dedo passando pela entrada, não esperava que ele se atrevesse a tanto.—Raquel, mulher, cê tem certeza que não tá rolando nada? —perguntou dessa vez o José, que tinha reparado direitinho como os biquinhos do peito dela foram endurecendo por baixo do tecido fino do vestido, até ficarem completamente visíveis.—Sim, sim, fica tranquila, foi só um mosquito. Respondeu enquanto o dedo se aprofundava mais e começava a cutucar lá dentro, provocando sensações confusas nela, mais próximas da excitação do que do nojo, para surpresa de Raquel, que estava no meio de um monte de gente conversando animadamente enquanto tentavam masturbá-la.E é que depois de cinco minutos eternos sentindo ele fuçar lá dentro, a Raquel já tava molhada, com a buceta inchada e mais do que receptiva às carícias do cara que, percebendo que a buceta e a xota dela começavam a ficar molhadas, se animou a enfiar um segundo dedo enquanto com outro dedo acariciava o clitóris dela, provocando uns pequenos tremores nela.Três minutos depois, o rosto de Raquel ficou vermelho enquanto um orgasminho leve fazia as pernas dela tremerem. Ela se segurou o máximo que pôde, tentando não gemer enquanto mordia o lábio inferior e as mãos dela se agarravam ao vestido pra disfarçar tudo que dava. Felizmente pra ela, o cara chegou e foi embora, e aos poucos ela foi se recuperando.- Já viu como a mulher do Alfredo é fogosa? Ela gozou entre meus dedos! E rápido, viu? Essa mina é das que gozam fácil, haha… o cara se gabava, contando pro outro que tinha ficado de boca aberta vendo a manobra toda e sentido os tremores dela gozando.-Pois é, é questão de aproveitar, haha, comentou o outro ainda perplexo.Depois de umas boas horas de bebidas e petiscos, a noite foi esquentando e alguns casais já começavam a tirar a roupa e se jogar na piscina só de cueca e calcinha. Teve até uma mina que tava de vestido sem sutiã que se animou a nadar de peitos de fora.Raquel alucinava com tudo aquilo. Parecia um pessoal bem liberal no sexo e ela via casais se pegando na piscina ou outras pessoas que, já meio bebadas, tocavam em mulheres ou homens que não eram os seus ou se deixavam tocar.Durante a festa, Alfredo e Raquel continuaram com José e Sofia, e se juntou a eles Ramón, o cara que aparentava uns 50 e tinha chegado sozinho.-Parece que a coisa vai degringolando, Alfredo, como em toda festa que se preza!, comentou José.—É isso aí, amigo, do jeito que tem que ser, respondeu. Nós vamos pra jacuzzi, vamos ficar mais de boa, afirmou, se dirigindo pro mesmo que tava meio afastado da piscina.—Bom, Alfredo, nós dois, sentimos muito, mas vamos deixar vocês. Já são três da manhã e a gente voa pra Madrid às 11h00 — disse José.-Que pena ouvir isso, pensei que vocês iam com a gente… você vem comigo e com a Raquel?, perguntou para o Ramón.—Sim, claro, com certeza, respondeu todo animado.Depois de se despedir da Sofia e do José, já na beirinha da jacuzzi, o Alfredo e o Ramão tiraram as camisas e as calças claras de linho e entraram nela só de cueca samba-canção.Raquel não conseguiu evitar de reparar no Ramón, que já com seus 50 anos, estava forte, exibindo uma musculatura de um homem acostumado ao exercício físico, com uma bunda grande e firme e uns peitorais enormes e bem definidos.—Vamos, Raquel, anima aí! —disse Alfredo pra ela.-Bom, é que… olha, é que eu não tô de sutiã.—E daí?, comentou Ramón, disso todo mundo já percebeu, seus bicos dos peitos aparecem a cada ventinho fresco, é normal.-Vai, vem, não seja bobinha, animava Alfredo já sentado dentro e coberto pela água até os peitorais.Depois de alguns segundos de hesitação, Raquel virou de costas, tirou o vestido deixando à mostra aquela bunda espetacular e entrou na água de costas até que as bolhas da jacuzzi cobrissem os peitos dela.Ela sentou do lado do Alfredo, com o Ramón do outro lado. Ficaram olhando o resto do povo, que enquanto uns já iam embora da festa, outros continuavam do jeito deles, meio de porre.-Então Raquel, como foi a festa?... Tá impressionada?, perguntou Ramón, que via claramente como os peitos dela subiam empurrados pelos jatos d'água, deixando-os descobertos umas vezes para depois se afundarem de novo.—Nada disso, são gente muito simpática — comentou ela, dando um gole numa taça de champanhe que o garçom tinha trazido, deixando um balde cheio de gelo com duas garrafas. A verdade é que ela já estava mais soltinha por causa do efeito das bebidas. Tanto que não tava nem aí se os peitos apareciam ou se o Alfredo passava a mão nela debaixo d'água, com o Ramão bem do lado, que com certeza tava vendo tudo.Na verdade, também não ligou que o Ramón ficasse tão colado que as coxas dele se roçavam ou que de vez em quando ele pusesse a mão nela.Depois de uma hora em que os convidados foram se despedindo e após Alfredo mandar o serviço ir embora, ele baixou as luzes do terraço, deixando quase na penumbra, e apertou um botão da jacuzzi, acendendo umas luzes debaixo d'água que davam um aspecto dourado pra ela.—Bom, então vou ali no balcão do bar preparar um rum Booty pra mim, disse Ramón saindo da jacuzzi e piscando um olho cúmplice pro Alfredo, que devolveu um sorriso.—Bom, Raquel, você foi fantástica, ele disse enquanto começava a beijar a boca dela, enquanto as mãos dele acariciavam, debaixo d'água, as coxas e a barriga, e de quebra tirava a calcinha fio dental puxando ela pra baixo, coisa que ela facilitou levantando a bunda e puxando com uma mão.-Mmmm…ela ronronou de prazer… sério que eu fui bem gostosa?-Genial. E quando vi como você gozava com os dedos do cara te penetrando por baixo da saia do vestido, fiquei louco… dizia enquanto, debaixo d'água, acariciava a barriga dela e descia a mão até a buceta, sem parar de beijar o rosto dela.-Mmmm… você viu e não falou nada?... menino safado, ela disse enquanto enfiava a mão debaixo d'água, acariciando o peito e a barriga dele até encontrar o pau grande e grosso que escapava bastante da cueca.-Isso tem que ser resolvido, deixa comigo… disse ela enquanto empurrava ele de quatro para o outro lado da jacuzzi, deixando à mostra a bunda esplêndida, brilhante e molhada para Ramón, que a uns 7 metros de distância não perdia um detalhe. Enquanto o beijava de língua, Raquel sentou Alfredo na borda da jacuzzi, tirou a cueca dele e pegou o pau lindo com uma mão, começando a esfregar com delicadeza.Ela adorava sentir o pau duro feito ferro na mão e se deliciava apalpando as formas da cabeça, do tronco e dos ovos. Parou de beijar a boca dele pra ir descendo pelos peitorais fortes… a barriga musculosa mas sem "tanquinho"… o pau dele, que começou a lamber desde a base pra depois fazer o mesmo na cabeça, com a língua lambendo como se fosse um sorvete.Ramón, do seu lugar, tinha uma vista magnífica do que elas faziam, e o corpo nu de Raquel começou a enlouquecê-lo, a "deixá-lo duro" só de ver aquela "rabeta" magnífica de gostosa andaluza.- Ah… Alfredo gemeu de prazer… deixa eu me deitar na grama, Raquel, ele disse com a intenção de que ela o comesse ali mesmo na frente do Ramón, que já tinha se livrado da cueca e começava a esfregar o pau observando o casal do balcão.Raquel, já sem a tanga, deitou-se sobre ele esfregando os corpos, passando os peitos lindos dela no peito dele, amassando eles contra ele, roçando a barriga dela no pau dele. Devagar, ela se separou dele, ficou de pé deixando ele ver a buceta entre as coxas dela, começou a se abaixar pra sentar de cócoras e, depois de várias tentativas por causa da grossura da cabeça, enfiou o pau até o útero.- Ahhhhh!... ela gritou de dor e prazer depois de enfiar o pau até as bolas, ficando agachada em cima dele, apoiando as mãos na grama pra poder passar as tetas na cara do Alfredo, que mal conseguia lamber algum mamilo enquanto eles faziam aquilo.Ramón, do balcão, continuava esfregando o pau devagar enquanto pegava um potinho de manteiga daqueles usados pra aquecer peixe na chapa, mostrou pra Alfredo, que confirmou com a cabeça — coisa que passou despercebida pra ela, que só olhava pro rosto de Alfredo e pro céu, fechando os olhos de tanto prazer que ele tava fazendo ela sentir.Ela só abriu os olhos, surpresa, quando sentiu uma mão grande e forte nas suas costas. Se virou e viu Ramón do lado dela, acariciando suas costas, bunda e coxas.-Mas…tentou protestar.-Chsssst… relaxa, Raquel, tudo que é meu é do Ramón e o que é dele é meu, disse Alfredo segurando o rosto dela pra que ela olhasse de novo pra ele.Ela olhou nos olhos dele, mas se deixou levar, voltando a foder ele enquanto sentia quatro mãos ávidas de desejo percorrendo seu corpo, acariciando quase com devoção, como se fosse uma deusa, como se não existisse outra mulher no mundo. Carícias que, às vezes, viravam apertões nos peitos dela, na bunda ou nas coxas, e ela respondia gemendo ou gritando, já tava meio fora de si.Depois de alguns minutos, Ramón e Alfredo mudaram a posição dela, passando de agachada para deitada de bruços sobre o Alfredo, como se ele fosse um colchão. Nessa posição, ela ficou mais passiva, e era o Alfredo quem tinha que meter nela com empurrões de quadril que jogavam a bunda linda dela para cima.Cu daquele que Ramón não parava de acariciar, apertar até fazê-la gritar, explorar até tocar o buraquinho dela com a ponta do dedo…-Ah…mmmm… ela gemia e gritava, entregue ao desejo, ao prazer.Depois de alguns minutos assim, Ramón enfiou os dedos na manteiga e levou eles até a racha do cu da Raquel, que começou a ficar inquieta e a olhar pra trás. Mesmo assim, só quando ele começou a meter um dedo no cu dela, ela se tensou e reclamou.- Não, não… por aí não, hein?. Disse assustada. Não que ela nunca tivesse tido sexo anal gostoso antes com algum cara, mas aquilo já tava escapando do controle dela… ela não esperava.- Chssssst, relaxa… disse Alfredo enquanto segurava a nuca dela pra não se mexer e mantinha o pau enfiado até o saco pra ela também não conseguir mexer a bunda. Por sua vez, Ramón, que já tinha conseguido enfiar um dedo inteiro, tirou ele depois de girar e esfregar bem por dentro, como se tivesse explorando os intestinos dela, pra logo em seguida voltar com tudo, tentando enfiar dois dedos enquanto imobilizava Raquel com o braço nas costas dela.-Não, não, por favor… aaaahhhh!... assim não… gritava ela, consciente de que estava sendo forçada contra a vontade, enquanto sentia os dedos besuntados de manteiga tentando romper a resistência do cu dela.Ah… por favor… ô!… Deus, não!… chega!, ela reclamava enquanto sentia o cu ceder, dando passagem aos dedos que começaram a se mexer dentro dela pra todo lado, tocando o pau do Alfredo, já que só separava ele dela a pele do reto e da buceta, completamente ocupada pelo pau do Alfredo.Já com ela rendida e gemendo pela cruel e minuciosa exploração das suas entranhas, Ramón passou um tempão fodendo o cu dela com os dedos até o talo, arrancando gritos e reclamações que pareciam excitar ainda mais os dois, já que eles transavam com mais vontade.A ardência que a Raquel sentia na buceta tava deixando ela louca enquanto continuava imobilizada entre os dois corpos.Depois de alguns minutos assim, Ramón tirou os dois dedos do cu dela e mudou de posição, ficando de joelhos e colocando a glande na entrada do cu dela, que continuava como morta.- AH!... ela gritou, voltando a lutar espremida entre os corpos dos dois homens ao sentir a glande do Ramon rompendo a resistência do esfíncter externo, parando ali por um tempo sem tentar passar pelo interno. O Ramon devia ter um lado sádico, porque com a glande entre os dois esfíncteres, ele dilatava ao máximo o cu dela, que sofria sentindo a buceta cheia e o cu escancarado até o talo.Depois de fazê-la sofrer um pouco, passou também pelo segundo esfínter, enfiando o pau no cu da Raquel, que não parava de reclamar. Aí começou a meter nele com movimentos suaves no começo e mais rápidos conforme ia ficando excitado.PLOP… PLOP… POLP… soava quando o corpo do Ramón colidia com a bunda esplêndida dela, que não parava de se contorcer, já que o esfíncter externo ardia enquanto o interno doía. Ela sentia os dois paus dentro dela enchendo a barriga por completo e uma sensação de como se estivessem revirando as tripas dela.-Ah…ah…filhos…AH!…filhos da puta…ela disse pra eles que não podia fazer nada, presa entre os dois que a fudiam feito loucos pelos dois lados, agarrando de vez em quando com força a bunda e os peitos dela.Passados alguns minutos, tanto Ramón quanto Alfredo mudaram de postura e começaram a comê-la mais devagar, beijando seus ombros, sua boca — que ela no início desviava, mas depois se deixava beijar já mais calma —, acariciavam sua bunda, seus peitos, suas coxas…Aos poucos, Raquel foi percebendo como a dor no cu se transformava num "ardor leve e doce" que, junto com as sensações que recebia da buceta e do clitóris, enchiam o cérebro dela de sensações extremamente intensas e prazerosas. Tanto que, depois de seis minutos e sem conseguir evitar, o corpo dela respondeu a esses estímulos com um orgasmo forte que começou com uns espasmos na buceta.-Ah…ah…ai, meu Deus!...ahhhhhh…os gemidos escaparam da boca dela enquanto o corpo começava a tremer e os espasmos se espalhavam da buceta pro cu, coxas e barriga enquanto ela continuava gozando.Isso excitou bastante os caras, mas eles ainda precisavam de mais tempo pra gozar, especialmente o Alfredo, que mal conseguia mexer o pau dentro dela aguentando o peso da Raquel e do Ramón.A demora deles pra gozar fez com que ela, por não parar de ser estimulada, engatasse outro orgasmo que a levou de novo a se contorcer e se revirar gritando que nem uma louca enquanto Ramón acelerava as enfiadas no cu, prestes a gozar.-Oh... oh... ohhhhh... começou a gozar dentro do cu da Raquel, que já estava tão acabada que quase nem se mexia.Ela não sentiu os jatos de porra enchendo o intestino dela, não tem sensibilidade ali, mas sentiu os espasmos do pau do Ramão gozando e ele caindo deitado nas costas dela como um morto, esmagando ela e o Alfredo, que tinha sentido perfeitamente no pau dele tanto as gozadas da Raquel quanto as do Ramão, tanto que os dois paus se juntavam dentro da barriga dela.Depois de alguns segundos, Ramón se deixou cair na grama, ficando deitado de barriga pra cima, enquanto bufava tentando recuperar o fôlego.Raquel, ainda empalada no pau do Alfredo, se ergueu um pouco olhando na cara dele. Depois sorriu, beijou ele e voltou a se sentar de cócoras em cima dele, fodendo até ele gozar dentro dela, apertando com força os peitos dela.Assim que ele gozou, Raquel se deitou de barriga pra cima do lado dele, com uma mão na barriga e os peitos subindo e descendo, empurrados pelos pulmões que buscavam ar. Pela buceta saía uma fonte de porra que escorria entre as coxas e a bunda dela, até cair na grama.Apesar do susto inicial e da primeira rejeição ao que era totalmente sexo forçado, a verdade é que ela tinha curtido e se sentia satisfeita, embora sexualmente meio esgotada e com a buceta ardendo.—Caralho… que pesado! —pensou em voz alta, olhando as estrelas no céu. Depois de se recuperar, levantou e foi pra piscina dar um mergulho.Antes de chegar nela, ela se virou, exibindo nua seu corpo impressionante e gritou:- Bom, e aí, galera? Não tá afim de dar um mergulho?... vocês tão detonados, ela sorriu pra eles como se nada tivesse acontecido e se jogou na água com um estilo de sereia.
Na manhã seguinte, os três estavam na mesma cama. Raquel dormia de lado, apoiada no ombro de Alfredo, seu tio, enquanto Ramón, atrás dela, estava colado nela e na bunda dela, com uma mão num dos peitos dela.
Foi exatamente Ramón quem acordou primeiro. Entre o cheiro de Raquel, a maciez do peito dela e a mistura de ternura e firmeza da bunda dela contra a qual o pau dele estava, Ramón teve uma ereção. Devagar, ele foi acariciando e apertando o peito dela enquanto o pau dele crescia contra a bunda dela e começava a se esfregar nela.
Raquel mal se mexeu, imersa num sono profundo, e isso animou Ramón a colocar a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela. Como num sonho, Ramón, que mal estava acordado, foi empurrando o pau dele até meter na buceta dela, que deu um susto ao sentir a dor da primeira penetração.
-Mas... ei!, disse bem baixinho pra não acordar Alfredo enquanto se virava, tirando o pau da buceta.
-Chsssst... ele sussurrou pra ela enquanto aproveitava pra deitar ela de barriga pra cima e se colocar por cima. Depois de tampar a boca dela com a mão, colocou de novo a cabeça do pau na entrada da buceta, apertou e meteu devagar pra ela não gritar.
-Mmmm... mmm... ela murmurava baixinho enquanto sentia ele começar a foder devagar pra não acordar Alfredo, que continuava dormindo tranquilamente de costas pra eles.
Deitada debaixo dele com as coxas abertas e flexionadas pra que o pau grosso dele não machucasse ela, Raquel se deixou levar como se fosse uma boneca de silicone, um mero objeto pro prazer dos outros. Em apenas cinco minutos, ela sentiu ele gozar dentro da buceta dela, abafando os gritos com o travesseiro.
Depois de terminar, Ramón se levantou, olhou a beleza do corpo dela com a longa melena morena espalhada pelo rosto dela, peitos e lençóis e foi para o chuveiro. Quando saiu, Raquel tinha voltado a dormir, então ele se vestiu e foi embora.
Uma hora depois, Raquel começou a acordar, passando a mão no peito de Alfredo, que não demorou a despertar também. Sentiu a buceta, as coxas e o lençol molhados, mal se lembrava da foda com Ramón.
— Alfredo… Alfredo… — dizia ela em voz baixa para ele se ligar.
— Que foi?... Que horas são? — falou ele mais dormindo que acordado.
— Oito da manhã. Alfredo, preciso te contar uma coisa — disse ela séria.
— Fala — respondeu ele meio sonolento.
— Então… olha… o Ramón me comeu enquanto eu dormia.
— Que? — disse ele, já desperto. — Ele te comeu e você nem percebeu?
— Claro que percebi, só que tava tão dormindo que… bem, eu deixei, mal conseguia reagir.
— Ah! Não liga pra isso — disse ele, dando um beijo na boca dela. — Eu também te fodi, mas tenho coisas pra fazer na cidade, com meus advogados. Dá um passeio por aí, a cidade é muito bonita.
— Vou fazer isso — respondeu ela, mergulhada num mar de dúvidas que ficavam ainda mais intensas conforme as lembranças da noite anterior voltavam.
— Mas olha, Alfredo, no contrato não tem nada sobre ménage nem… bem, o que rolou ontem começou com sexo forçado e…
— Já sei, as coisas a gente sabe como começam, mas nunca como terminam. Olha, se você quer renegociar seu contrato, já te adianto que não… — disse ele, olhando sério pra ela. — Não vou subir dos 40 mil, mesmo podendo, então pode ficar ou vazar. Te dou ótimas referências e te pago 10 mil — falou com certa frieza.
— Tá, entendi — respondeu ela, de cabeça baixa, pensando por uns segundos.
— Olha, Raquel, você já sabe como é. Fica ou a gente encerra?
— Tá, eu fico, é só que… bem, não esperava viver tanta coisa em tão pouco tempo, só isso.
E era verdade. Fazia apenas três dias que ela tinha chegado em La Palma, e em só dois tinha transado mais do que no último ano inteiro, e de jeitos que ela nunca imaginou. E tudo isso, que ainda não tinha nem assimilado nem ordenado na cabeça dela, isso dava muito o que pensar, já que no fim das contas, por mais que se sentisse mulher, ela ainda tinha só 24 anos. Sentia perplexidade, culpa, vergonha, mas também conforto, prazer... eram sensações muito contraditórias. E agora, com a resposta do Alfredo, também se sentia meio submisso, como dócil. Mas a resposta dela foi mais ou menos rápida porque, apesar das práticas sexuais estranhas que o Alfredo propunha, ela não se sentia mal, muito pelo contrário. Aquela vida de luxo, roupas caras, festas e sexo a fascinava, ela gostava.
Depois de tomar banho, vestiu um biquíni amarelo claro, caso fosse dar um mergulho em alguma praia, e um vestido de gaze na altura do joelho, ainda fazia calor, e uns óculos escuros. Depois chamou o serviço de quarto, tomou café da manhã, foi até a garagem e pegou um lindo conversível esportivo que estava com as chaves na ignição.
Depois de um tempo rodando pela estrada, curtindo o vento no cabelo, viu do carro uma cidade costeira muito bonita e decidiu pegar a saída e descer. Da estrada dava pra ver umas enseadas lindas, então entrou direto na orla.
De repente, o viva-voz do carro tocou.
— Raquel, cadê você?
— Dirigindo, vou dar uma volta.
— Legal, se importa de mandar um selfie das suas coxas de cima pro meu celular? Estaciona antes no acostamento pra não bater.
— Claro, sem problema, haha. — disse ela, sem dar importância, se sentindo lisonjeada. Parou o carro no acostamento, levantou a saia até deixar as coxas bem à mostra e tirou a foto.
— Nossa, pernas lindas... manda outra com a saia levantada, mostrando a calcinha fio dental?
— Claro, espera. — disse ela, enquanto levantava ainda mais a saia e abria as coxas até aparecer o fio dental, e tirava outra foto.
— Buffff... impressionante como marca a buceta. Manda uma da buceta de perto.
Raquel colocou o celular entre as coxas, focando no fio dental que marcava os lábios da buceta, tirou a foto e mandou pro Alfredo. — Vale, ela disse, e ele desligou o celular e voltou pra estrada.
Homem é tudo estranho mesmo, pensou ela. Não faz nem duas horas que tava na cama comigo e já tá pedindo selfie… enfim.
Enquanto dirigia pela orla, via o pessoal passeando de boa, curtindo um dia lindo. Seguiu em frente, parando de vez em quando nos semáforos, percebendo direitinho que uns caras olhavam pra ela e pras pernas dela. Normal. Sem nem notar, ela não tinha abaixado a saia e dava pra ver a fio dental do biquíni entre as coxas, e o cinto de segurança separava os peitos dela, marcando bem as curvas. Quando se tocou, ajeitou a saia.
Viu uma placa apontando pra um beach club meio afastado da cidade e foi pra lá, estacionando na chegada. Era um lugar chiquérrimo, com um restaurante na beira da praia, espreguiçadeiras com guarda-sol e todo tipo de luxo.
— Bom dia, senhorita… — perguntou uma moça muito gostosa.
— Vázquez, Raquel Vázquez — respondeu ela.
— A senhora quer pedir algo no restaurante ou prefere se deitar numa espreguiçadeira VIP? Imagino que já saiba, mas se quiser privacidade, é só puxar a corda do lado esquerdo que uma cortininha envolve a sua espreguiçadeira.
— Então vou de espreguiçadeira, obrigada. Vou pegar um sol — respondeu ela.
— Pois então me siga, vamos preparar uma pra senhora — disse a moça, chamando um funcionário que, com todo cuidado, colocou uma espécie de lençol branco numa espreguiçadeira de 2x2 metros, que também tinha uma mesinha e guarda-sol.
— Qual bebida a senhora prefere?
— Um cosmopolitan, mas com pouco vodka, por favor.
Depois que os funcionários sumiram, Raquel tirou o vestido, passou protetor solar generosamente e se deitou no sol pra curtir a manhã.
O lugar naquela hora não tava muito cheio, só três das vinte espreguiçadeiras estavam ocupadas, então era uma paz, ouvindo um chill out de fundo.
Umas meia hora depois, quando ela já tava quase cochilando, o celular tocou de novo.
— Onde você tá agora… tá curtindo?
— Tô ótima, deitada numa Espreguiçadeira num lugar lindo.
- Selfie de cima mostrando o corpo inteiro.
- Tá bom, respondeu ela, meio estranhando tanta insistência, mas de novo se sentindo lisonjeada. Levantou o celular o máximo que pôde e, depois de tirar a foto, viu que as pernas ficaram cortadas abaixo do joelho, mas no geral tava boa. Dava pra ver a cara dela fazendo biquinho de zoeira, os peitos cobertos pelo sutiã, a barriga bonita, o quadril e a buceta mal coberta pela fio-dental e as coxas. Mandou a foto.
- Mais alguma?, perguntou ela, toda dengosa.
- Sim, tira o sutiã e faz uma de corpo inteiro e outra só com os peitos em close.
- Olha, tem um senhor que parece alemão ou inglês duas espreguiçadeiras à minha direita, um casal um pouco mais longe e outro cara, não tô sozinha.
- Não importa, Raquel, quase todas vão de peito nu nessas praias. A que distância tá o homem… o que ele tá fazendo?
- Umas 3 ou 4 metros, e acho que ele tá me olhando. Espera, agora ele puxou a corda, correu a cortina e deixou só o lado que dá pra minha espreguiçadeira livre, disse ela, olhando de canto.
- Tá, esse cara só tem olhos pra você. Então tira o sutiã, me manda as fotos e me conta o que o velho tá fazendo.
Ela fez o que Alfredo pediu. Sentou na espreguiçadeira, desamarrou o sutiã pela nuca e pelas costas e tirou, deixando os peitos caírem livremente na posição natural. Depois deitou de novo, e eles se espalharam levemente pros lados, mostrando as pernas lindonas, uma delas dobrada, a barriga, os peitos com os bicos apontando pro céu, os braços e a cabeça apoiada num travesseiro baixo.
De canto de olho, viu o turista deitar olhando pro lado dela e se acariciar o volume por cima do tecido da bermuda.
- Ainda aí… o que ele tá fazendo agora?, perguntou Alfredo.
- Então, cê não vai acreditar, mas ele ficou de pau duro e tá se acariciando o pinto, haha. É super Raro isso, Alfredo, disse ela entre divertida e espantada com a estranheza da situação. Caralho!, ele tirou o pau pra fora!, haha. Sério, Alfredo, isso é de cair o cu da bunda.
— Já, então ajuda ele, né?.
— Perdão?... Quer dizer pra eu masturbar ele?. Não, isso nem fodendo, hein?, disse Raquel irritada.
— Não não, nada disso, é que você não conhece os homens. Basta você deitar do lado dele olhando, mas sem encarar descaradamente ou ele vai te achar uma puta.
— Ah tá!, fiquei mais tranquila… disse ela aliviada enquanto se virava e se posicionava olhando pro turista, mas sem virar o rosto pra ele, e sim pro celular que parecia ler com interesse atrás dos óculos escuros.
Nessa posição, o turista via as pernas levemente dobradas dela, a curva dos quadris bem salientes que afundava descendo pela cintura pra subir de novo pelo lado até os ombros e a cabeça apoiada numa mão enquanto olhava o celular. De frente, ele via perfeitamente a beleza das coxas dela, o buraco que se formava entre elas na parte da calcinha fio dental, a barriga e um peito apoiado no tecido e outro cujo mamilo apontava direto pra ele.
Raquel começou a olhar pra ele por trás dos óculos diretamente, sem que ele percebesse. A uns 4 metros dela, viu o turista tirar um belo pau pra fora e já começar a esfregar sem nenhum pudor. Olhava fascinada como ele esfregava enquanto olhava descaradamente pros peitos dela, fazia devagar no começo e mais rápido depois. A verdade é que era a primeira vez que via um homem se masturbar de verdade e tão perto dela, e achou muito curioso. Além disso, o motivo dessa punheta ser ela, o corpo dela, a fazia se sentir desejável, poderosa.
Decidiu ir um passo além, começando a acariciar como que sem querer a coxa, o quadril…
A reação do homem foi começar a esfregar o pau como se a vida dependesse disso. Ela decidiu ir mais longe e, depois de molhar a mão com protetor solar, começou a espalhar pelo peito dela, mas focando naquele que olhava direto pro turista. De propósito, foi acariciando de forma sensual, amassando e afundando os dedos na carne, dedos entre os quais deixou o mamilo que o turista via claramente.
Depois de manter a mão nessa posição por quase um minuto, o turista gozou gemendo baixinho enquanto jorrava do pau jatos de esperma pra todo lado, com bastante força, contraindo a barriga.
"Curioso", pensou ela enquanto via ele continuar se acariciando o pau, já mais devagar e sem força, como quem curte o momento.
Quando finalmente terminou e vestiu a bermuda de novo, Raquel voltou a se deitar de barriga pra cima, colocando o celular na orelha.
— Ainda aí? Já acabou — disse ela, divertida.
— Viu? Não te custou nada e você fez o cara se divertir.
— Por esse lado… mais alguma coisa? Que manhã hein, haha — disse ela, brincalhona.
— Não, por enquanto não, obrigado. Vou deixar você curtir.
Depois de desligar o celular, Raquel vestiu o sutiã de novo e foi pra água, mergulhando até o corpo sumir. Passou quase uma hora nadando, olhando o fundo da superfície, besta com a quantidade de peixes, pedras e umas algas lindonas que via, até que decidiu voltar pra praia. Depois de se enxaguar bem no chuveiro pra tirar todo o sal e não estragar o cabelo, voltou a se deitar até uma da tarde, hora em que decidiu ir pra casa almoçar.
— Boa tarde, senhorita Raquel. Teve uma boa manhã? — recebeu ela, Lucía, a chefe do serviço.
— Ótima, uma manhã maravilhosa — respondeu ela, toda contente.
— Então o senhor Strachan espera a senhora lá em cima pra almoçar no terraço da sala principal. Não demore.
Subiu pro quarto pra tomar banho, lavar o cabelo e trocar de roupa por uma lingerie confortável, uma calcinha e uma camiseta.
— Oi, Alfredo… como foi sua manhã?
— Muito bem, obrigado… e a sua? Bom, tirando o "incidente" com o cavalheiro — disse ele, puxando ela. — Genial, você nem imagina o lugar tão gostoso que eu fui. O fundo do mar é impressionante e a história do turista… bom, foi divertido, interessante.
— Fico feliz em saber. Anda, come, porque com a sua idade você deve estar faminta.
Assim fizeram, e depois se deitaram nas espreguiçadeiras do terraço. Depois de um tempo conversando sobre coisas sem importância, Alfredo confessou algo inesperado para ela.
— Sabe? Eu tenho um filho de 17 anos.
— É? Ah, pois é, não sabia, nunca me falou nada.
— Pois é, é assim. O problema é que, por falta de mãe ou sei lá, ele vive muito fechado em si mesmo, ficou quase antissocial.
— Puxa, sinto muito ouvir isso — disse Raquel, interessada.
— Pois é, você vê. Você já está aqui há quatro dias… já viu ele?
— Não, claro, não lembro de ter visto nenhum garoto dessa idade por aqui.
— Viu o que eu tô dizendo? Quando ele chega do colégio, se tranca no sótão dele, onde tem de tudo, e não sai de lá. Come lá, janta lá, não sai com amigos nem amigas… não sei mais o que fazer com meu filho.
Pela primeira vez, Raquel viu Alfredo demonstrar emoção e compartilhar algo pessoal, íntimo com ela.
— Pois é, é bem estranho. Ele não foi a um psicólogo? Não que eu ache que precise, não sei, mas acho que seria bom ele ir.
— Psicólogos, dois, e nenhum resultado positivo. Não diagnosticaram nada, dizem que ele está bem, que é só um momento de transição na vida dele. Bom, o caso é que eu queria te propor uma coisa.
— O que você quiser, claro, fala.
— Então, vou ver como te explicar. Olha, o garoto é virgem, e eu acho que se uma mulher iniciar ele no sexo, ele vai parar de ficar o tempo todo jogando no play ou vendo filme pornô.
— Como assim, iniciar ele no sexo? Quer dizer que eu transe com ele? — disse ela, visivelmente irritada e se sentindo tratada como uma puta vulgar.
— Isso também, claro, mas digo iniciar ele aos poucos, mostrando seu corpo, deixando ele te tocar, você explicar como ele deve fazer, ensinar ele a foder… algo assim.
— Tá, como uma puta barata, claro.
— Olha, Raquel, é meu filho, me entende. —Não, não, te entendo sim… e o Ramón também é teu filho? Vou ter que transar com a ilha inteira ou o quê? Olha, Alfredo, isso tudo é grande demais pra mim. Tenho 24 anos, então não sei o que você acha que posso ensinar pro teu filho, porque além do papai-e-mamãe e umas quatro coisas, não tinha feito nada “diferente” até chegar aqui. E também não sou uma puta, deixa isso bem claro.
—Não, não, de jeito nenhum acho que você é, e entendo sua raiva. A do Ramón foi algo que rolou na hora, eu gostei, você gostou… a do meu filho é bem diferente. E não é uma ordem, dessa vez você pode dizer sim ou não.
Raquel ficou pensativa na espreguiçadeira, fechando os olhos. Demorou mais de quinze minutos pra responder.
—Tá bom, vou fazer. Não é meu trabalho, como você sabe, mas vou fazer.
Enquanto isso, a vários metros e atrás de vários muros e paredes de onde estavam, Fredy, o filho do Alfredo, se masturbava vendo várias vezes o vídeo que ele mesmo gravou no próprio ático, quando Raquel e Laura se comeram uma à outra.
—Então, como é que chama teu filho?
—Alfredo, igual a mim, mas ele gosta que chamem de Fredy.
—Tá bom, quanto antes melhor… em que ático ele fica?, perguntou Raquel, calma e não muito convencida.
—O 3, mas ele vai de elevador. Espera, vou te acompanhar e apresento vocês.
Dito isso, os dois pegaram o elevador que os deixou no último andar e foram por um dos corredores até uma porta de duas folhas no fundo. Depois de tocar a campainha várias vezes, a porta se abriu, mostrando um garoto com cara de adolescente, com umas espinhas aqui e ali, que aparentava bem menos idade por causa da baixa estatura.
—Olha, Fredy, te apresento a Raquel, minha nova companheira.
—Oi, Fredy, prazer, disse Raquel, meio nervosa.
—Entrem, entrem, disse o moleque abrindo as duas folhas da porta, olhando com os olhos arregalados pro corpo dela.
—Eu tenho coisas pra fazer no escritório, então vou deixar vocês a sós, pra se conhecerem melhor.
Depois que Alfredo foi embora, Raquel entrou num ático enorme onde tocava um heavy metal bem alto, que o garoto parou assim que instante. Tava dividido em sala com varanda, quarto, sala de jogos, uma cozinha pequena e um banheiro bem grandinho.
— Vem, vem, senta aqui — ele falou pra ela, apontando pro sofá da sala, do lado que tinha um balcão de bar com uma geladeira e prateleiras cheias de bebida e copo. Quer que eu te prepare algo pra beber? — ele disse, todo atencioso, mas gaguejando um pouco e com a cara vermelha que nem um tomate.
— Valeu, obrigada, um refri de Booty — respondeu ela, sentando no sofá e juntando os joelhos, esfregando as coxas nervosa, olhando pra tudo quanto é lado. Chamou a atenção dela uma tela enorme de 80 polegadas que tava mostrando um jogo pausado. Um logo marcava o título: Ryse of Tomb Rayder [NOTA: não se escreve assim, mas tô seguindo as regras de poringa sobre publicidade de terceiros].
Depois de uns minutos, ele colocou dois copos de Coca com gelo na mesinha e sentou do lado dela.
— Nossa, vejo que você joga o mesmo jogo que meu irmão mais novo. Lara é o nome da mina, né?
— Sim, sim, é foda pra caralho, já zerei um monte de vezes. Você... você parece muito com ela.
— Nossa, valeu. Ela tem mais peito e a cintura mais fina, mas claro, é um jogo. Ei, e você passa muito tempo aqui? — ela falou, tentando olhar nos olhos dele, já que ele tava desviando o olhar.
— Bom, é, os estudos e tal, você sabe.
— E de amigos e amigas, como é que cê tá? — ela começou a puxar o assunto.
— Bom... tenho amigos, claro, mas a gente sai pouco. Mulher, não, são estranhas.
— Estranhas? Mas você gosta delas, né?
— Sim, sim, pra caralho.
— E se eu te ajudar a fazer sucesso com as minas? — ela falou, virando um pouco no sofá de um jeito que os joelhos dela apontavam pra ele, que até então já tinha dado uma olhada de canto nas coxas dela e nos peitos cobertos pela camiseta.
— Olha só, imagina que eu sou uma mina que você curte e encontra num bar... como é que você chegaria nela?
— Ah, isso não é problema, eu meto a mão direto — ele falou, surpreendendo ela.
— Assim você vai se foder, hein?... Vou ter que te ensinar umas paradas. No fim das contas, um dia vou ser sua prima/madrastra
CONTINUA.




Na manhã seguinte, os três estavam na mesma cama. Raquel dormia de lado, apoiada no ombro de Alfredo, seu tio, enquanto Ramón, atrás dela, estava colado nela e na bunda dela, com uma mão num dos peitos dela.
Foi exatamente Ramón quem acordou primeiro. Entre o cheiro de Raquel, a maciez do peito dela e a mistura de ternura e firmeza da bunda dela contra a qual o pau dele estava, Ramón teve uma ereção. Devagar, ele foi acariciando e apertando o peito dela enquanto o pau dele crescia contra a bunda dela e começava a se esfregar nela.
Raquel mal se mexeu, imersa num sono profundo, e isso animou Ramón a colocar a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela. Como num sonho, Ramón, que mal estava acordado, foi empurrando o pau dele até meter na buceta dela, que deu um susto ao sentir a dor da primeira penetração.
-Mas... ei!, disse bem baixinho pra não acordar Alfredo enquanto se virava, tirando o pau da buceta.
-Chsssst... ele sussurrou pra ela enquanto aproveitava pra deitar ela de barriga pra cima e se colocar por cima. Depois de tampar a boca dela com a mão, colocou de novo a cabeça do pau na entrada da buceta, apertou e meteu devagar pra ela não gritar.
-Mmmm... mmm... ela murmurava baixinho enquanto sentia ele começar a foder devagar pra não acordar Alfredo, que continuava dormindo tranquilamente de costas pra eles.
Deitada debaixo dele com as coxas abertas e flexionadas pra que o pau grosso dele não machucasse ela, Raquel se deixou levar como se fosse uma boneca de silicone, um mero objeto pro prazer dos outros. Em apenas cinco minutos, ela sentiu ele gozar dentro da buceta dela, abafando os gritos com o travesseiro.
Depois de terminar, Ramón se levantou, olhou a beleza do corpo dela com a longa melena morena espalhada pelo rosto dela, peitos e lençóis e foi para o chuveiro. Quando saiu, Raquel tinha voltado a dormir, então ele se vestiu e foi embora.
Uma hora depois, Raquel começou a acordar, passando a mão no peito de Alfredo, que não demorou a despertar também. Sentiu a buceta, as coxas e o lençol molhados, mal se lembrava da foda com Ramón.
— Alfredo… Alfredo… — dizia ela em voz baixa para ele se ligar.
— Que foi?... Que horas são? — falou ele mais dormindo que acordado.
— Oito da manhã. Alfredo, preciso te contar uma coisa — disse ela séria.
— Fala — respondeu ele meio sonolento.
— Então… olha… o Ramón me comeu enquanto eu dormia.
— Que? — disse ele, já desperto. — Ele te comeu e você nem percebeu?
— Claro que percebi, só que tava tão dormindo que… bem, eu deixei, mal conseguia reagir.
— Ah! Não liga pra isso — disse ele, dando um beijo na boca dela. — Eu também te fodi, mas tenho coisas pra fazer na cidade, com meus advogados. Dá um passeio por aí, a cidade é muito bonita.
— Vou fazer isso — respondeu ela, mergulhada num mar de dúvidas que ficavam ainda mais intensas conforme as lembranças da noite anterior voltavam.
— Mas olha, Alfredo, no contrato não tem nada sobre ménage nem… bem, o que rolou ontem começou com sexo forçado e…
— Já sei, as coisas a gente sabe como começam, mas nunca como terminam. Olha, se você quer renegociar seu contrato, já te adianto que não… — disse ele, olhando sério pra ela. — Não vou subir dos 40 mil, mesmo podendo, então pode ficar ou vazar. Te dou ótimas referências e te pago 10 mil — falou com certa frieza.
— Tá, entendi — respondeu ela, de cabeça baixa, pensando por uns segundos.
— Olha, Raquel, você já sabe como é. Fica ou a gente encerra?
— Tá, eu fico, é só que… bem, não esperava viver tanta coisa em tão pouco tempo, só isso.
E era verdade. Fazia apenas três dias que ela tinha chegado em La Palma, e em só dois tinha transado mais do que no último ano inteiro, e de jeitos que ela nunca imaginou. E tudo isso, que ainda não tinha nem assimilado nem ordenado na cabeça dela, isso dava muito o que pensar, já que no fim das contas, por mais que se sentisse mulher, ela ainda tinha só 24 anos. Sentia perplexidade, culpa, vergonha, mas também conforto, prazer... eram sensações muito contraditórias. E agora, com a resposta do Alfredo, também se sentia meio submisso, como dócil. Mas a resposta dela foi mais ou menos rápida porque, apesar das práticas sexuais estranhas que o Alfredo propunha, ela não se sentia mal, muito pelo contrário. Aquela vida de luxo, roupas caras, festas e sexo a fascinava, ela gostava.
Depois de tomar banho, vestiu um biquíni amarelo claro, caso fosse dar um mergulho em alguma praia, e um vestido de gaze na altura do joelho, ainda fazia calor, e uns óculos escuros. Depois chamou o serviço de quarto, tomou café da manhã, foi até a garagem e pegou um lindo conversível esportivo que estava com as chaves na ignição.
Depois de um tempo rodando pela estrada, curtindo o vento no cabelo, viu do carro uma cidade costeira muito bonita e decidiu pegar a saída e descer. Da estrada dava pra ver umas enseadas lindas, então entrou direto na orla.
De repente, o viva-voz do carro tocou.
— Raquel, cadê você?
— Dirigindo, vou dar uma volta.
— Legal, se importa de mandar um selfie das suas coxas de cima pro meu celular? Estaciona antes no acostamento pra não bater.
— Claro, sem problema, haha. — disse ela, sem dar importância, se sentindo lisonjeada. Parou o carro no acostamento, levantou a saia até deixar as coxas bem à mostra e tirou a foto.
— Nossa, pernas lindas... manda outra com a saia levantada, mostrando a calcinha fio dental?
— Claro, espera. — disse ela, enquanto levantava ainda mais a saia e abria as coxas até aparecer o fio dental, e tirava outra foto.
— Buffff... impressionante como marca a buceta. Manda uma da buceta de perto.
Raquel colocou o celular entre as coxas, focando no fio dental que marcava os lábios da buceta, tirou a foto e mandou pro Alfredo. — Vale, ela disse, e ele desligou o celular e voltou pra estrada.
Homem é tudo estranho mesmo, pensou ela. Não faz nem duas horas que tava na cama comigo e já tá pedindo selfie… enfim.
Enquanto dirigia pela orla, via o pessoal passeando de boa, curtindo um dia lindo. Seguiu em frente, parando de vez em quando nos semáforos, percebendo direitinho que uns caras olhavam pra ela e pras pernas dela. Normal. Sem nem notar, ela não tinha abaixado a saia e dava pra ver a fio dental do biquíni entre as coxas, e o cinto de segurança separava os peitos dela, marcando bem as curvas. Quando se tocou, ajeitou a saia.
Viu uma placa apontando pra um beach club meio afastado da cidade e foi pra lá, estacionando na chegada. Era um lugar chiquérrimo, com um restaurante na beira da praia, espreguiçadeiras com guarda-sol e todo tipo de luxo.
— Bom dia, senhorita… — perguntou uma moça muito gostosa.
— Vázquez, Raquel Vázquez — respondeu ela.
— A senhora quer pedir algo no restaurante ou prefere se deitar numa espreguiçadeira VIP? Imagino que já saiba, mas se quiser privacidade, é só puxar a corda do lado esquerdo que uma cortininha envolve a sua espreguiçadeira.
— Então vou de espreguiçadeira, obrigada. Vou pegar um sol — respondeu ela.
— Pois então me siga, vamos preparar uma pra senhora — disse a moça, chamando um funcionário que, com todo cuidado, colocou uma espécie de lençol branco numa espreguiçadeira de 2x2 metros, que também tinha uma mesinha e guarda-sol.
— Qual bebida a senhora prefere?
— Um cosmopolitan, mas com pouco vodka, por favor.
Depois que os funcionários sumiram, Raquel tirou o vestido, passou protetor solar generosamente e se deitou no sol pra curtir a manhã.
O lugar naquela hora não tava muito cheio, só três das vinte espreguiçadeiras estavam ocupadas, então era uma paz, ouvindo um chill out de fundo.
Umas meia hora depois, quando ela já tava quase cochilando, o celular tocou de novo.
— Onde você tá agora… tá curtindo?
— Tô ótima, deitada numa Espreguiçadeira num lugar lindo.
- Selfie de cima mostrando o corpo inteiro.
- Tá bom, respondeu ela, meio estranhando tanta insistência, mas de novo se sentindo lisonjeada. Levantou o celular o máximo que pôde e, depois de tirar a foto, viu que as pernas ficaram cortadas abaixo do joelho, mas no geral tava boa. Dava pra ver a cara dela fazendo biquinho de zoeira, os peitos cobertos pelo sutiã, a barriga bonita, o quadril e a buceta mal coberta pela fio-dental e as coxas. Mandou a foto.
- Mais alguma?, perguntou ela, toda dengosa.
- Sim, tira o sutiã e faz uma de corpo inteiro e outra só com os peitos em close.
- Olha, tem um senhor que parece alemão ou inglês duas espreguiçadeiras à minha direita, um casal um pouco mais longe e outro cara, não tô sozinha.
- Não importa, Raquel, quase todas vão de peito nu nessas praias. A que distância tá o homem… o que ele tá fazendo?
- Umas 3 ou 4 metros, e acho que ele tá me olhando. Espera, agora ele puxou a corda, correu a cortina e deixou só o lado que dá pra minha espreguiçadeira livre, disse ela, olhando de canto.
- Tá, esse cara só tem olhos pra você. Então tira o sutiã, me manda as fotos e me conta o que o velho tá fazendo.
Ela fez o que Alfredo pediu. Sentou na espreguiçadeira, desamarrou o sutiã pela nuca e pelas costas e tirou, deixando os peitos caírem livremente na posição natural. Depois deitou de novo, e eles se espalharam levemente pros lados, mostrando as pernas lindonas, uma delas dobrada, a barriga, os peitos com os bicos apontando pro céu, os braços e a cabeça apoiada num travesseiro baixo.
De canto de olho, viu o turista deitar olhando pro lado dela e se acariciar o volume por cima do tecido da bermuda.
- Ainda aí… o que ele tá fazendo agora?, perguntou Alfredo.
- Então, cê não vai acreditar, mas ele ficou de pau duro e tá se acariciando o pinto, haha. É super Raro isso, Alfredo, disse ela entre divertida e espantada com a estranheza da situação. Caralho!, ele tirou o pau pra fora!, haha. Sério, Alfredo, isso é de cair o cu da bunda.
— Já, então ajuda ele, né?.
— Perdão?... Quer dizer pra eu masturbar ele?. Não, isso nem fodendo, hein?, disse Raquel irritada.
— Não não, nada disso, é que você não conhece os homens. Basta você deitar do lado dele olhando, mas sem encarar descaradamente ou ele vai te achar uma puta.
— Ah tá!, fiquei mais tranquila… disse ela aliviada enquanto se virava e se posicionava olhando pro turista, mas sem virar o rosto pra ele, e sim pro celular que parecia ler com interesse atrás dos óculos escuros.
Nessa posição, o turista via as pernas levemente dobradas dela, a curva dos quadris bem salientes que afundava descendo pela cintura pra subir de novo pelo lado até os ombros e a cabeça apoiada numa mão enquanto olhava o celular. De frente, ele via perfeitamente a beleza das coxas dela, o buraco que se formava entre elas na parte da calcinha fio dental, a barriga e um peito apoiado no tecido e outro cujo mamilo apontava direto pra ele.
Raquel começou a olhar pra ele por trás dos óculos diretamente, sem que ele percebesse. A uns 4 metros dela, viu o turista tirar um belo pau pra fora e já começar a esfregar sem nenhum pudor. Olhava fascinada como ele esfregava enquanto olhava descaradamente pros peitos dela, fazia devagar no começo e mais rápido depois. A verdade é que era a primeira vez que via um homem se masturbar de verdade e tão perto dela, e achou muito curioso. Além disso, o motivo dessa punheta ser ela, o corpo dela, a fazia se sentir desejável, poderosa.
Decidiu ir um passo além, começando a acariciar como que sem querer a coxa, o quadril…
A reação do homem foi começar a esfregar o pau como se a vida dependesse disso. Ela decidiu ir mais longe e, depois de molhar a mão com protetor solar, começou a espalhar pelo peito dela, mas focando naquele que olhava direto pro turista. De propósito, foi acariciando de forma sensual, amassando e afundando os dedos na carne, dedos entre os quais deixou o mamilo que o turista via claramente.
Depois de manter a mão nessa posição por quase um minuto, o turista gozou gemendo baixinho enquanto jorrava do pau jatos de esperma pra todo lado, com bastante força, contraindo a barriga.
"Curioso", pensou ela enquanto via ele continuar se acariciando o pau, já mais devagar e sem força, como quem curte o momento.
Quando finalmente terminou e vestiu a bermuda de novo, Raquel voltou a se deitar de barriga pra cima, colocando o celular na orelha.
— Ainda aí? Já acabou — disse ela, divertida.
— Viu? Não te custou nada e você fez o cara se divertir.
— Por esse lado… mais alguma coisa? Que manhã hein, haha — disse ela, brincalhona.
— Não, por enquanto não, obrigado. Vou deixar você curtir.
Depois de desligar o celular, Raquel vestiu o sutiã de novo e foi pra água, mergulhando até o corpo sumir. Passou quase uma hora nadando, olhando o fundo da superfície, besta com a quantidade de peixes, pedras e umas algas lindonas que via, até que decidiu voltar pra praia. Depois de se enxaguar bem no chuveiro pra tirar todo o sal e não estragar o cabelo, voltou a se deitar até uma da tarde, hora em que decidiu ir pra casa almoçar.
— Boa tarde, senhorita Raquel. Teve uma boa manhã? — recebeu ela, Lucía, a chefe do serviço.
— Ótima, uma manhã maravilhosa — respondeu ela, toda contente.
— Então o senhor Strachan espera a senhora lá em cima pra almoçar no terraço da sala principal. Não demore.
Subiu pro quarto pra tomar banho, lavar o cabelo e trocar de roupa por uma lingerie confortável, uma calcinha e uma camiseta.
— Oi, Alfredo… como foi sua manhã?
— Muito bem, obrigado… e a sua? Bom, tirando o "incidente" com o cavalheiro — disse ele, puxando ela. — Genial, você nem imagina o lugar tão gostoso que eu fui. O fundo do mar é impressionante e a história do turista… bom, foi divertido, interessante.
— Fico feliz em saber. Anda, come, porque com a sua idade você deve estar faminta.
Assim fizeram, e depois se deitaram nas espreguiçadeiras do terraço. Depois de um tempo conversando sobre coisas sem importância, Alfredo confessou algo inesperado para ela.
— Sabe? Eu tenho um filho de 17 anos.
— É? Ah, pois é, não sabia, nunca me falou nada.
— Pois é, é assim. O problema é que, por falta de mãe ou sei lá, ele vive muito fechado em si mesmo, ficou quase antissocial.
— Puxa, sinto muito ouvir isso — disse Raquel, interessada.
— Pois é, você vê. Você já está aqui há quatro dias… já viu ele?
— Não, claro, não lembro de ter visto nenhum garoto dessa idade por aqui.
— Viu o que eu tô dizendo? Quando ele chega do colégio, se tranca no sótão dele, onde tem de tudo, e não sai de lá. Come lá, janta lá, não sai com amigos nem amigas… não sei mais o que fazer com meu filho.
Pela primeira vez, Raquel viu Alfredo demonstrar emoção e compartilhar algo pessoal, íntimo com ela.
— Pois é, é bem estranho. Ele não foi a um psicólogo? Não que eu ache que precise, não sei, mas acho que seria bom ele ir.
— Psicólogos, dois, e nenhum resultado positivo. Não diagnosticaram nada, dizem que ele está bem, que é só um momento de transição na vida dele. Bom, o caso é que eu queria te propor uma coisa.
— O que você quiser, claro, fala.
— Então, vou ver como te explicar. Olha, o garoto é virgem, e eu acho que se uma mulher iniciar ele no sexo, ele vai parar de ficar o tempo todo jogando no play ou vendo filme pornô.
— Como assim, iniciar ele no sexo? Quer dizer que eu transe com ele? — disse ela, visivelmente irritada e se sentindo tratada como uma puta vulgar.
— Isso também, claro, mas digo iniciar ele aos poucos, mostrando seu corpo, deixando ele te tocar, você explicar como ele deve fazer, ensinar ele a foder… algo assim.
— Tá, como uma puta barata, claro.
— Olha, Raquel, é meu filho, me entende. —Não, não, te entendo sim… e o Ramón também é teu filho? Vou ter que transar com a ilha inteira ou o quê? Olha, Alfredo, isso tudo é grande demais pra mim. Tenho 24 anos, então não sei o que você acha que posso ensinar pro teu filho, porque além do papai-e-mamãe e umas quatro coisas, não tinha feito nada “diferente” até chegar aqui. E também não sou uma puta, deixa isso bem claro.
—Não, não, de jeito nenhum acho que você é, e entendo sua raiva. A do Ramón foi algo que rolou na hora, eu gostei, você gostou… a do meu filho é bem diferente. E não é uma ordem, dessa vez você pode dizer sim ou não.
Raquel ficou pensativa na espreguiçadeira, fechando os olhos. Demorou mais de quinze minutos pra responder.
—Tá bom, vou fazer. Não é meu trabalho, como você sabe, mas vou fazer.
Enquanto isso, a vários metros e atrás de vários muros e paredes de onde estavam, Fredy, o filho do Alfredo, se masturbava vendo várias vezes o vídeo que ele mesmo gravou no próprio ático, quando Raquel e Laura se comeram uma à outra.
—Então, como é que chama teu filho?
—Alfredo, igual a mim, mas ele gosta que chamem de Fredy.
—Tá bom, quanto antes melhor… em que ático ele fica?, perguntou Raquel, calma e não muito convencida.
—O 3, mas ele vai de elevador. Espera, vou te acompanhar e apresento vocês.
Dito isso, os dois pegaram o elevador que os deixou no último andar e foram por um dos corredores até uma porta de duas folhas no fundo. Depois de tocar a campainha várias vezes, a porta se abriu, mostrando um garoto com cara de adolescente, com umas espinhas aqui e ali, que aparentava bem menos idade por causa da baixa estatura.
—Olha, Fredy, te apresento a Raquel, minha nova companheira.
—Oi, Fredy, prazer, disse Raquel, meio nervosa.
—Entrem, entrem, disse o moleque abrindo as duas folhas da porta, olhando com os olhos arregalados pro corpo dela.
—Eu tenho coisas pra fazer no escritório, então vou deixar vocês a sós, pra se conhecerem melhor.
Depois que Alfredo foi embora, Raquel entrou num ático enorme onde tocava um heavy metal bem alto, que o garoto parou assim que instante. Tava dividido em sala com varanda, quarto, sala de jogos, uma cozinha pequena e um banheiro bem grandinho.
— Vem, vem, senta aqui — ele falou pra ela, apontando pro sofá da sala, do lado que tinha um balcão de bar com uma geladeira e prateleiras cheias de bebida e copo. Quer que eu te prepare algo pra beber? — ele disse, todo atencioso, mas gaguejando um pouco e com a cara vermelha que nem um tomate.
— Valeu, obrigada, um refri de Booty — respondeu ela, sentando no sofá e juntando os joelhos, esfregando as coxas nervosa, olhando pra tudo quanto é lado. Chamou a atenção dela uma tela enorme de 80 polegadas que tava mostrando um jogo pausado. Um logo marcava o título: Ryse of Tomb Rayder [NOTA: não se escreve assim, mas tô seguindo as regras de poringa sobre publicidade de terceiros].
Depois de uns minutos, ele colocou dois copos de Coca com gelo na mesinha e sentou do lado dela.
— Nossa, vejo que você joga o mesmo jogo que meu irmão mais novo. Lara é o nome da mina, né?
— Sim, sim, é foda pra caralho, já zerei um monte de vezes. Você... você parece muito com ela.
— Nossa, valeu. Ela tem mais peito e a cintura mais fina, mas claro, é um jogo. Ei, e você passa muito tempo aqui? — ela falou, tentando olhar nos olhos dele, já que ele tava desviando o olhar.
— Bom, é, os estudos e tal, você sabe.
— E de amigos e amigas, como é que cê tá? — ela começou a puxar o assunto.
— Bom... tenho amigos, claro, mas a gente sai pouco. Mulher, não, são estranhas.
— Estranhas? Mas você gosta delas, né?
— Sim, sim, pra caralho.
— E se eu te ajudar a fazer sucesso com as minas? — ela falou, virando um pouco no sofá de um jeito que os joelhos dela apontavam pra ele, que até então já tinha dado uma olhada de canto nas coxas dela e nos peitos cobertos pela camiseta.
— Olha só, imagina que eu sou uma mina que você curte e encontra num bar... como é que você chegaria nela?
— Ah, isso não é problema, eu meto a mão direto — ele falou, surpreendendo ela.
— Assim você vai se foder, hein?... Vou ter que te ensinar umas paradas. No fim das contas, um dia vou ser sua prima/madrastra
CONTINUA.





3 comentários - Sugar baby P. 4 e 5
para que decirte como me dejan...