Olá amig@s do poringa.net.
Sei que não é meu costume fazer relatos sem fotos. Mas pra essa história que tenho pra contar, não deu a oportunidade como nas outras de tirar fotos.
Tenho um relacionamento com a Maria já faz uns anos. É uma parada de amizade, carinho e sexo. Só na cama, claro. Ela tem 45 anos, muito bem vividos. Loira, magrinha, peitos lindos e pequenos, e uma bunda bem gostosa. É mãe da Carolina, que acabou de fazer 18 anos.
Elas eram super parceiras, a menina sempre quis que a mãe arrumasse um namorado. Mas a mãe não era de sair com homens, o trampo e as responsabilidades tomavam muito tempo dela.
Quando eu cheguei, não foi de paraquedas. Elas já me conheciam, sou um amigo da família. E eu me dava super bem com a menina, até antes de saber que a mãe e eu estávamos saindo.
Sem motivo, ela parou de falar comigo. E toda vez que eu ia buscar a mãe ou voltava de um rolê, ela me recebia de cara feia. Parecia que odiava eu sair com a mãe dela.
Elas deixaram de ser parceiras, e ela não queria saber de nada sobre nossos encontros ou planos. Tudo ficou muito mais complicado quando a mãe se acidentou e eu fiquei uns dias na casa dela pra ajudar.
A garota ficou insuportável. Parecia que não aguentava minha presença na casa.
Até que um dia tudo explodiu. Cansei de toda a treta. Ver a Maria chorando foi o estopim.
Tive uma conversa com a garota e falei que ia embora. Assim que a mãe se recuperasse, eu sumiria pra sempre.
Tava cansado das palhaçadas dela. Não tenho filhos pra me encher o saco, não ia aturar uma idiotice de uma garota de merda. Bati a porta e fui embora.
A discussão e tudo que eu falei fez a garota refletir. Ela se acalmou, e a convivência ficou mais de boa. Ela passou a tratar melhor a mãe e até me ajudava com as coisas.
De repente, começou a conversar comigo e notei ela muito mais solta. Até nas roupas.
Chamativamente. Quando eu chegava do trampo, encontrava ela bem... Bem vestida, arrumada e perfumada. Coisa que ela nunca fazia.
Ela é uma garota linda e com essa atitude já tava me parecendo muito melhor. De nos tratarmos como cachorro e puta, acabamos ficando muito próximos. A gente tinha conversas muito interessantes e longas depois do jantar. A mãe dela tava feliz e planejando saídas em família, vendo que as coisas estavam tão bem entre nós. E logo ela ia parar de ficar de cama e poder aproveitar a vida normal dela.
A menina logo começou a ser muito pouco discreta comigo, e as intenções de intimidade ficaram claras.
Tudo se confirmou quando ela me contou que o mau trato dela comigo não era chilique de garota.
Mas que desde pequena sempre me via como homem e, quando me envolvi com a mãe, o mundo dela desabou.
O que eu menos esperava.
Carolina.: Me desculpa, Maury.
Você foi muito bom pra minha mãe.
Qualquer outro teria deixado ela sozinha.
Eu: Não se preocupa, além do relacionamento que tenho com sua mãe, sempre fomos amigos, até quando seu pai era vivo.
Carolina.: Sim, entendi.
E entre nós, odiei a ideia de não te ver mais.
E machucar minha mãe por causa das minhas besteiras.
Não quero que você largue minha mãe por causa do meu ciúme.
Eu: Ciúme por quê? Sua mãe sempre vai te amar, sempre, até antes e mais do que a mim.
Carolina.: Hahaha, eu sei, mas ciúme de você, bobinho.
É ciúme dela por sua causa.
Eu queria você só pra mim.
Ela não me deixou responder. Passou a perna direita dela e, com um pulinho, sentou no meu colo.
Não me deu chance pra nada, só me beijou apaixonadamente.
Fiquei em choque. Respondi o beijo, mas não sabia o que fazer.
Quando reagi, tentei parar ela, mas ela tava decidida a não parar.
Eu tentava não deixar passar daquilo, olhando pra todos os lados, sem não entender nada.
A mãe dela não ia aparecer porque precisava de ajuda pra isso.
E a garota slut sabia o que podia e não podia fazer.
Ela sentia meu pau crescer debaixo dela enquanto não parava de se esfregar e me beijar com total frenesi.
Naquela altura, eu já não pensava em nada, só me deixei levar. Ela começou a beijar meu pescoço e tirou minha camiseta.
Devagar, foi descendo cada vez mais, soltou minha calça e deixou meu falo ereto escapar.
Carolina: Uiii, já vi que mamãe não é boba.
Maduro, grande e gordinho.
Que garota pode resistir a isso?
Foi a única coisa que ouvi, antes de sentir uns beijinhos no meu pau.
Mas o melhor ainda estava por vir. Enquanto eu ajudava ela a tirar a camiseta, ela passava a língua no meu pau com muita suavidade e ternura.
Não posso mentir, mas não acreditava que aquela garota estivesse assim, depois de tanto chilique que deu.
Muito suavemente, ela colocou na boca. Descia até a metade e subia, terminando com uma chupada gostosa. Ficou assim, chupando e saboreando meu pau.
Com cara de putinha, ela me diz:
Carolina: Que pau gostoso, Papi.
Não acredito que tenho um pau de verdade. Tudo pra mim.
Se eu já gostava do do meu ex, esse vou amar.
Eu não parava de aproveitar e curtir aquela chupada gostosa no pau.
Muito excitado, peguei ela por baixo dos braços e, com um puxão, tirei a calça e a calcinha fio-dental minúscula dela.
Aí pude ver pela primeira vez a buceta dela, de pele branca e lábios rosados.
Eu: Mmm, garota, vou te chupar inteira.
Assim, deitada no sofá, ela abriu as pernas, apoiando os calcanhares nos meus ombros. Se preparou pra uma boa chupada de buceta.
Minha língua percorreu toda a buceta dela.
Ela curtia muito aquilo, abafando os gemidos.
O que posso dizer? Eu curtindo dando aquele prazer gostoso praquela menina.
Ela murmurava e gemia como uma louca. Pedia e implorava pra eu meter.
Era hora de foder aquela garota linda. Tava empapada e com as bochechas vermelhas de excitação.
Minhas chupadas frenéticas e língua deixaram sua buceta deliciosa, pra ir subindo devagar, primeiro subi pela pélvis dela. Sua barriguinha lisa e firme. E subindo pra fazer uma pausa pequena nos peitinhos dela, pequenos mas doces.
A respiração dela tava ofegante, murmurava umas coisas. Mas não dei importância. Minha pica já tava dura e na posição. A uns milímetros da entrada do interior do corpo dela.
Ela abriu bem as pernas e se preparou pra ser penetrada. A buceta dela dilatada e molhada. Minha pica na posição, com um movimento suave do meu quadril, minha pica foi entrando devagar. A bocetinha apertada dela parecia quase virgem. Tava muito apertada, mas deliciosa ao mesmo tempo.
Carolina: Ai meu deus, não sabia que pica era tão gostosa.
Me faz doer minha buceta, mas me dá muito prazer. Mmmm sim, Papai mmm hahaha.
Eu: Papai? Agora me quer, jajaja.
Carolina: Sim, gostoso, agora sim você vai ter todo meu carinho, meu amor e meu corpo.
Deus, que porra de pica boa, Papai.
Mmm a partir de hoje não vou conseguir foder com um cara. Me sinto tão preenchida.
Aiii deus, que delícia aproveitar isso.
Mudança de posição e mais sexo faziam minha enteada ficar louca.
Era óbvio que nunca tinha transado com alguém experiente. Era tudo novo pra essa garota linda, faminta de sexo.
Ideal pra um coroa tarado e com muita vontade de aproveitar e ensinar uma gatinha linda tudo que sabe sobre sexo.
Sempre pensei que ter uma amante era foda, mas além disso morar com você é o máximo.
Mas as surpresas não têm fim quando ela disse:
Carolina: Tô pronta pra provar essa porra, Papai.
Minha buceta tá satisfeita.
Quero chupar você e tirar seu néctar.
Foi difícil tirar ela dessa buceta gostosa. Mas tinha que dar o gosto pra minha princesa. Ela pegou. Com a mão dela, entre chupadas e carícias nas minhas bolas. Tirando todo o meu sêmen e engolindo até a última gota.
Não paro de chupar ela nem depois de gozar. Limpando até o último resquício de porra do meu pau.
Papai e neném ficamos abraçados, recuperando o fôlego. Ela me contou como se divertiu.
Que desde a primeira vez dela, nunca tinha curtido tanto o sexo e por isso largou o ex. Sempre que transavam, ela ficava insatisfeita e tinha que se virar sozinha. Mas hoje não precisou. Foi assim que essa relação começou.
Quando ela chegava da escola, eu tava lá pra satisfazer ela. Depois de comer e mais. Quando a gente tinha um tempinho, aproveitava o sexo.
Ela assim curtia cada dia de sexo e cada dia aprendia mais.
Adorava as posições.
Ele gostava de cada posição e ela adorava.
Ela me fazia gozar muito. A gente via pornô pra ver o que podia botar em prática na cama.
Por isso, ao ver esses grif, me lembro daquela puta gostosa da minha enteada.
P.S.: espero que vocês gostem, deem pontos e, o mais importante, os comentários de vocês, que é o que eu mais gosto de receber. Pra poder melhorar os contos.
Claro que não são como os anteriores com fotos reais. Mas esses grif se parecem bastante; quando eu tiver fotos, vou adicioná-las. Saudações, espero pontos e comentários. Até a próxima.
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Sei que não é meu costume fazer relatos sem fotos. Mas pra essa história que tenho pra contar, não deu a oportunidade como nas outras de tirar fotos.
Tenho um relacionamento com a Maria já faz uns anos. É uma parada de amizade, carinho e sexo. Só na cama, claro. Ela tem 45 anos, muito bem vividos. Loira, magrinha, peitos lindos e pequenos, e uma bunda bem gostosa. É mãe da Carolina, que acabou de fazer 18 anos.
Elas eram super parceiras, a menina sempre quis que a mãe arrumasse um namorado. Mas a mãe não era de sair com homens, o trampo e as responsabilidades tomavam muito tempo dela.
Quando eu cheguei, não foi de paraquedas. Elas já me conheciam, sou um amigo da família. E eu me dava super bem com a menina, até antes de saber que a mãe e eu estávamos saindo.
Sem motivo, ela parou de falar comigo. E toda vez que eu ia buscar a mãe ou voltava de um rolê, ela me recebia de cara feia. Parecia que odiava eu sair com a mãe dela.
Elas deixaram de ser parceiras, e ela não queria saber de nada sobre nossos encontros ou planos. Tudo ficou muito mais complicado quando a mãe se acidentou e eu fiquei uns dias na casa dela pra ajudar.
A garota ficou insuportável. Parecia que não aguentava minha presença na casa.
Até que um dia tudo explodiu. Cansei de toda a treta. Ver a Maria chorando foi o estopim.
Tive uma conversa com a garota e falei que ia embora. Assim que a mãe se recuperasse, eu sumiria pra sempre.
Tava cansado das palhaçadas dela. Não tenho filhos pra me encher o saco, não ia aturar uma idiotice de uma garota de merda. Bati a porta e fui embora.
A discussão e tudo que eu falei fez a garota refletir. Ela se acalmou, e a convivência ficou mais de boa. Ela passou a tratar melhor a mãe e até me ajudava com as coisas.
De repente, começou a conversar comigo e notei ela muito mais solta. Até nas roupas.
Chamativamente. Quando eu chegava do trampo, encontrava ela bem... Bem vestida, arrumada e perfumada. Coisa que ela nunca fazia.
Ela é uma garota linda e com essa atitude já tava me parecendo muito melhor. De nos tratarmos como cachorro e puta, acabamos ficando muito próximos. A gente tinha conversas muito interessantes e longas depois do jantar. A mãe dela tava feliz e planejando saídas em família, vendo que as coisas estavam tão bem entre nós. E logo ela ia parar de ficar de cama e poder aproveitar a vida normal dela.
A menina logo começou a ser muito pouco discreta comigo, e as intenções de intimidade ficaram claras.
Tudo se confirmou quando ela me contou que o mau trato dela comigo não era chilique de garota.
Mas que desde pequena sempre me via como homem e, quando me envolvi com a mãe, o mundo dela desabou.
O que eu menos esperava.
Carolina.: Me desculpa, Maury.
Você foi muito bom pra minha mãe.
Qualquer outro teria deixado ela sozinha.
Eu: Não se preocupa, além do relacionamento que tenho com sua mãe, sempre fomos amigos, até quando seu pai era vivo.
Carolina.: Sim, entendi.
E entre nós, odiei a ideia de não te ver mais.
E machucar minha mãe por causa das minhas besteiras.
Não quero que você largue minha mãe por causa do meu ciúme.
Eu: Ciúme por quê? Sua mãe sempre vai te amar, sempre, até antes e mais do que a mim.
Carolina.: Hahaha, eu sei, mas ciúme de você, bobinho.
É ciúme dela por sua causa.
Eu queria você só pra mim.
Ela não me deixou responder. Passou a perna direita dela e, com um pulinho, sentou no meu colo.
Não me deu chance pra nada, só me beijou apaixonadamente.
Fiquei em choque. Respondi o beijo, mas não sabia o que fazer.
Quando reagi, tentei parar ela, mas ela tava decidida a não parar.
Eu tentava não deixar passar daquilo, olhando pra todos os lados, sem não entender nada.
A mãe dela não ia aparecer porque precisava de ajuda pra isso.
E a garota slut sabia o que podia e não podia fazer.
Ela sentia meu pau crescer debaixo dela enquanto não parava de se esfregar e me beijar com total frenesi.
Naquela altura, eu já não pensava em nada, só me deixei levar. Ela começou a beijar meu pescoço e tirou minha camiseta.
Devagar, foi descendo cada vez mais, soltou minha calça e deixou meu falo ereto escapar.
Carolina: Uiii, já vi que mamãe não é boba.
Maduro, grande e gordinho.
Que garota pode resistir a isso?
Foi a única coisa que ouvi, antes de sentir uns beijinhos no meu pau.
Mas o melhor ainda estava por vir. Enquanto eu ajudava ela a tirar a camiseta, ela passava a língua no meu pau com muita suavidade e ternura.
Não posso mentir, mas não acreditava que aquela garota estivesse assim, depois de tanto chilique que deu.
Muito suavemente, ela colocou na boca. Descia até a metade e subia, terminando com uma chupada gostosa. Ficou assim, chupando e saboreando meu pau.
Com cara de putinha, ela me diz:
Carolina: Que pau gostoso, Papi.
Não acredito que tenho um pau de verdade. Tudo pra mim.
Se eu já gostava do do meu ex, esse vou amar.
Eu não parava de aproveitar e curtir aquela chupada gostosa no pau.
Muito excitado, peguei ela por baixo dos braços e, com um puxão, tirei a calça e a calcinha fio-dental minúscula dela.
Aí pude ver pela primeira vez a buceta dela, de pele branca e lábios rosados.
Eu: Mmm, garota, vou te chupar inteira.
Assim, deitada no sofá, ela abriu as pernas, apoiando os calcanhares nos meus ombros. Se preparou pra uma boa chupada de buceta.
Minha língua percorreu toda a buceta dela.
Ela curtia muito aquilo, abafando os gemidos.
O que posso dizer? Eu curtindo dando aquele prazer gostoso praquela menina.
Ela murmurava e gemia como uma louca. Pedia e implorava pra eu meter.
Era hora de foder aquela garota linda. Tava empapada e com as bochechas vermelhas de excitação.
Minhas chupadas frenéticas e língua deixaram sua buceta deliciosa, pra ir subindo devagar, primeiro subi pela pélvis dela. Sua barriguinha lisa e firme. E subindo pra fazer uma pausa pequena nos peitinhos dela, pequenos mas doces.
A respiração dela tava ofegante, murmurava umas coisas. Mas não dei importância. Minha pica já tava dura e na posição. A uns milímetros da entrada do interior do corpo dela.
Ela abriu bem as pernas e se preparou pra ser penetrada. A buceta dela dilatada e molhada. Minha pica na posição, com um movimento suave do meu quadril, minha pica foi entrando devagar. A bocetinha apertada dela parecia quase virgem. Tava muito apertada, mas deliciosa ao mesmo tempo.
Carolina: Ai meu deus, não sabia que pica era tão gostosa.
Me faz doer minha buceta, mas me dá muito prazer. Mmmm sim, Papai mmm hahaha.
Eu: Papai? Agora me quer, jajaja.
Carolina: Sim, gostoso, agora sim você vai ter todo meu carinho, meu amor e meu corpo.
Deus, que porra de pica boa, Papai.
Mmm a partir de hoje não vou conseguir foder com um cara. Me sinto tão preenchida.
Aiii deus, que delícia aproveitar isso.
Mudança de posição e mais sexo faziam minha enteada ficar louca.
Era óbvio que nunca tinha transado com alguém experiente. Era tudo novo pra essa garota linda, faminta de sexo.
Ideal pra um coroa tarado e com muita vontade de aproveitar e ensinar uma gatinha linda tudo que sabe sobre sexo.
Sempre pensei que ter uma amante era foda, mas além disso morar com você é o máximo.
Mas as surpresas não têm fim quando ela disse:
Carolina: Tô pronta pra provar essa porra, Papai.
Minha buceta tá satisfeita.
Quero chupar você e tirar seu néctar.
Foi difícil tirar ela dessa buceta gostosa. Mas tinha que dar o gosto pra minha princesa. Ela pegou. Com a mão dela, entre chupadas e carícias nas minhas bolas. Tirando todo o meu sêmen e engolindo até a última gota.
Não paro de chupar ela nem depois de gozar. Limpando até o último resquício de porra do meu pau.
Papai e neném ficamos abraçados, recuperando o fôlego. Ela me contou como se divertiu.
Que desde a primeira vez dela, nunca tinha curtido tanto o sexo e por isso largou o ex. Sempre que transavam, ela ficava insatisfeita e tinha que se virar sozinha. Mas hoje não precisou. Foi assim que essa relação começou.
Quando ela chegava da escola, eu tava lá pra satisfazer ela. Depois de comer e mais. Quando a gente tinha um tempinho, aproveitava o sexo.
Ela assim curtia cada dia de sexo e cada dia aprendia mais.
Adorava as posições.
Ele gostava de cada posição e ela adorava.
Ela me fazia gozar muito. A gente via pornô pra ver o que podia botar em prática na cama.
Por isso, ao ver esses grif, me lembro daquela puta gostosa da minha enteada.P.S.: espero que vocês gostem, deem pontos e, o mais importante, os comentários de vocês, que é o que eu mais gosto de receber. Pra poder melhorar os contos.
Claro que não são como os anteriores com fotos reais. Mas esses grif se parecem bastante; quando eu tiver fotos, vou adicioná-las. Saudações, espero pontos e comentários. Até a próxima.
___________________________fim_____________________________
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3 comentários - Minha enteada gostosa com torneira