Primeiramente, agradeço a todos que me mandaram parabéns e comentários sobre meus contos. Nunca pensei que teria uma quantidade tão grande de leitores, e isso foi um estímulo pra continuar contando algum outro acontecimento importante, mesmo que repita experiências anteriores.
Minha bebê tinha uns seis meses, então minha relação com Bobby ficou bem rara, quase ocasional. Não era que eu morria de vontade de transar, mas sim o fato de ir perdendo a privacidade conforme minha filha crescia — situação que fui me adaptando. O fato de minha mãe ter uma chave da minha casa era outro empecilho, ela podia chegar a qualquer momento.
Nessa época, comecei a levar minha pequena e o Bobby pra praça. Não ia todo dia, mas sempre que ia, via uma mulher com o cachorro dela. Não sei se todo mundo pensa a mesma coisa, mas passou pela minha cabeça se ela não teria uma relação com o bicho dela. O caso é que, de tanto nos vermos, acabamos conversando sobre minha filha e, claro, nossos cachorros. Por nos encontrarmos com tanta frequência, viramos amigas. O nome dela é Lourdes, uns 32 anos, solteira, traços bonitos, morena, altura média. Aos poucos, nosso carinho foi crescendo. O assunto sobre sexo ou nossas relações não era tocado a fundo.
Uma vez, ela me perguntou se eu poderia cuidar do cachorro dela, o Rocco, por uns dois dias no máximo. Disse que eu era a pessoa certa, já que me conhecia e a gente se dava bem. Só precisava passar uma ou duas vezes por dia pra dar água e comida. Falei que não tinha problema nenhum em ir na casa dela.
Chegou o dia em que ela viajou, então fui na casa dela pra dar comida pro cachorro. Aproveitando que o dia tava bonito, levei minha filha no carrinho. Entrei na casa e no quintal estava o Rocco, começou a pular em mim como um louco, feliz de me ver, provavelmente. Até aquele momento, não passava nada pela minha cabeça. nada estranho e menos ainda com a minha filha por perto. Em um momento, ele se aproximou para cheirar entre minhas pernas. Fiquei parada, não por medo, apesar de ser um cachorro grande, fiquei imóvel enquanto o focinho úmido dele fuçava o interior da minha saia larga. Fiquei paralisada, enquanto um forte arrepio violentava meu corpo. Foram segundos, mas o suficiente para me excitar e me transportar para outros momentos.
No dia seguinte, voltei, mas desta vez deixei minha filha aos cuidados de uma vizinha, dizendo que voltaria em no máximo 1 hora. Rocco me recebeu como no dia anterior, novamente o focinho dele buscou entre minhas pernas, meu coração batia forte como se fosse a primeira vez. Depois de comer, a mesma situação se repetiu, mas desta vez deixei ele me cheirar, levantei a saia, toquei minha buceta e notei que estava molhada, era evidente que o faro apurado dele percebia meus perfumes sensuais. O simples fato de pensar que ele procurava meu sexo para me cheirar me causou uma excitação inquestionável.
Deliberadamente, decidi levá-lo para dentro de casa, chamei ele, ele me seguiu, fui ao banheiro, tirei a calcinha fio dental e urinei, sem me limpar voltei para a sala, me joguei no sofá, levantei a saia, comecei a me tocar para produzir mais fluxo e chamar melhor a atenção dele. Abri minhas pernas me oferecendo para ele, ele se aproximou rapidamente e seu focinho frio tocou meus lábios vaginais, foi uma sensação estranha, me sentia nervosa, mas disposta a ver o que acontecia.
Quando sua língua áspera começou a lamber minha buceta de uma maneira que eu nunca esperava, abri minhas pernas para senti-lo por completo, comecei a gemer ao perceber como ele se movia pelas bordas dos meus lábios inferiores, levantei minhas pernas abrindo-as totalmente para aproveitar as lambidas dele, que deslizavam da minha racha até meu cu.
Embora Bobby já tivesse feito isso comigo em várias ocasiões, isso parecia diferente, possivelmente pela necessidade de praticar novamente, minha excitação era terrível, eu apertava peitos, enquanto continuava lambendo todas as minhas aberturas. Não demorei a gozar gostoso com tamanho assédio, acho que depois de tanta loucura, voltei à realidade, pensando que tinha feito algo errado na casa da minha amiga, mas não podia negar que foi muito prazeroso. Teria tido contato com o animal, mas Lourdes podia chegar a qualquer momento, e seria um vexame total.
Naquela tarde minha amiga voltou antes do combinado, no dia seguinte me ligou agradecida pelo favor que eu tinha feito, e eu pensava comigo mesma o prazer que o cachorro dela tinha me dado.
Com o tempo tentei me conter dessa loucura por inúmeros motivos, embora de vez em quando viessem à minha mente os momentos passados com meu bicho. Depois de alguns meses engravidei de novo, para alegria de toda a família.
Conforme minha barriga crescia, meu desejo sexual aumentava. Um dia fiz algo, podemos dizer aberrante: ao amamentar meu bebê, uma excitação me invadia, toquei minha buceta e estava muito molhada, inconscientemente comecei a me tocar, até começar a me masturbar enquanto alimentava ela, foi uma experiência deliciosa, meu corpo se enchia de espasmos enquanto minha filha chupava meu peito.
Comecei a fazer isso sem calcinha, pra ficar mais à vontade, e poder me tocar, ação que repetia de vez em quando. Um dia eu tinha colocado uma camisola como única roupa, Bobby estava rondando o lugar, meu marido ia chegar tarde e minha mãe tinha acabado de ir embora, conforme sentia as sugadas da minha filha, meu mamilo parecia endurecer.
Tirei a camisola que estava levantada até a altura dos meus peitos, e chamei Bobby pra se juntar, abri minhas pernas e claro, a língua áspera dele começou a se deliciar com meus fluidos, era algo alucinante e indescritível. Meus espasmos eram cada vez mais fortes, enquanto tentava me conter e terminar de amamentar minha filha. Assim que ela terminou de mamar, a deitei, meus pensamentos lascivos Me dominavam, com meus peitos ainda escorrendo porra, me aproximei do Bobby, virei de barriga pra cima entregando minha pele pra língua dele, ele começou a cheirar minhas áreas encharcadas pra iniciar o ritual dele, de um jeito alucinado lambia meus peitos, pra depois continuar na minha buceta.
Meu corpo se arqueava com aquela língua impetuosa e delirante. Era como se ele estivesse me preparando pra um final já esperado. Meus gemidos enchiam o quarto, eu tava realmente superestimulada. Via o pau dele começando a aparecer da bainha, comecei a masturbar ele pra acelerar a excitação, já tava saindo, quando o chamado da minha filha me fez desistir do que tava planejado.
No 4º ou 5º mês de gravidez, encontro a Lourdes, que fazia um tempão que eu não sabia nada dela, ela me contou que tinha se mudado pra uma quadra do meu apartamento. Ficou feliz pelo meu novo estado e combinamos de nos ver em breve..
No dia que fui na casa dela, o Rocco repetiu a cheirada entre minhas pernas, fingi que tava assustada, dizendoParece que eu tô agradando ela", e não é a primeira vez que ela faz isso comigo.comentei. Lourdes com um sorriso, eu diria safado, me dizPode ser que você atraia ele por algum motivo ou que ele sinta algo por você., rimos da situação, e imaginei que ela tava me dando abertura pra algo mais.
A coisa ficou por isso, mas eu tinha o pressentimento de que minha amiga transava com o Rocco. Claro que perguntar não era o certo, além disso, por experiência própria, sei que é difícil falar sobre isso com alguém, é um tabu, mesmo que milhares de mulheres pratiquem.
Uma tarde liguei pra ela pra dizer que meu marido ia viajar, e minha mãe ia ficar com a menina. Se ela tivesse disponível, a gente podia fazer algum programa. Ela topou a ideia, e naquele sábado saímos conforme o planejado. Embora a ideia fosse sair à noite, o frio que tava fazendo na hora nos fez mudar os planos.
Então, por volta das 19 horas, ela acendeu a lareira, preparou algo pra comer e a gente conversou sobre mil assuntos. A noite tava divertida, e a gente tava super à vontade. O ambiente tinha esquentado bastante, então resolvi tirar meu suéter, deixando parte da minha barriga de quase 6 meses à mostra. Lourdes, surpresa, me diz:Que grande que essa éenquanto a mão dela começou a acariciar minha barriga. Sem perceber ou não, levantei minha blusa e afrouxei o laço da calça, deixando ela à mostra, pra permitir que tocasse ela por inteiro. Naquele instante, senti uma mistura de tesão e prazer ao mesmo tempo, deixei ela continuar, fechando os olhos e curtindo o toque dela. Lourdes começou a desabotoar o resto da minha blusa, e eu não fiz nenhuma objeção quando a voz dela comentou sobre o tamanho dos meus peitos.Posso tocar nelas?Ela me diz,Se for seu desejo, faz issoRespondo.
Ao abrir minha blusa, vejo que meu sutiã tinha uma auréola de tanto leite que gozei.Desculpa, como parei de amamentar meu bebê, meus peitos começaram a vazar leite.comenteiMas fica esperto que ainda tem maisriu da minha resposta e começou a desabotoá-los, enquanto me diziaQueria ver pra crer., sem dizer nada, me ajeitei pra ela fazer. Em poucos segundos, meus peitos estavam expostos. Senti uma tensão nervosa, enquanto meus peitos médios tremiam rapidamente. A mão dela os acariciou com muita ternura, até que apertou com os dedos meus mamilos duros, apertou minhas tetas até conseguir tirar leite, pra colocar a boca e começar a mamar. Minha respiração acelerava no ritmo das sugadas cheias de erotismo, grudadas nos meus peitos, enquanto a mão dela deslizava pelo volume da minha barriga até o monte de Vênus em busca da minha buceta. Nossas bocas se encaixaram, e os dedos dela roçavam o pico do meu clitóris, era algo novo que eu estava experimentando, tava disposta a aproveitar, sendo essa minha primeira vez com outra mulher. Percebia que ela sabia como me tocar e onde, isso me causava umas descargas elétricas no corpo todo. Ela tirou minha blusa e meu sutiã, tirou meus sapatos e baixou minha calça em poucos minutos, minha única peça era a calcinha fio dental. Senti um pouco de vergonha, mas os beijos e sugadas dela nos meus peitos foram subindo meus hormônios, ela não tirou minha calcinha, continuou me excitando, como se esperasse que eu fizesse isso, como prova de consentimento. Não fiz, só falei:Tira minha calcinha e faz o que quiser comigo.Suavemente foi a deslocando, até ficar completamente nua na presença dele..
Seus dedos separaram meus lábios vaginais, minha conchinha aberta ficou à mercê da sua habilidade, ele me beijou suavemente percorrendo toda a minha buceta molhada, até que sua língua investigadora começou uma busca no meu interior, roçando meu clitóris excitado. Meu corpo se arqueava diante daquele cerco inquisidor, eu gemia e o desejava dentro de mim. Meus suspiros de paixão inundavam o quarto, quando ele introduziu seu dedo fino e comprido no meu cu, foi o ápice, começou a movê-lo suavemente, até enfiá-lo por completo, entrando e saindo, até dilatar meu esfíncter, para dar espaço ao seu segundo dedo, assim os manteve, enquanto sua boca saboreava minha buceta.
Não deixou um minuto sem me assediar, até que arrancou de mim uma série de orgasmos fogosos e convulsivos. Quando tudo terminou, minhas bochechas coradas denunciaram meu constrangimento pelo ocorrido, mas seus beijos e carícias foram acalmando minha inibição.
A partir desse momento, os acontecimentos foram se intensificando
Continua……….
Minha bebê tinha uns seis meses, então minha relação com Bobby ficou bem rara, quase ocasional. Não era que eu morria de vontade de transar, mas sim o fato de ir perdendo a privacidade conforme minha filha crescia — situação que fui me adaptando. O fato de minha mãe ter uma chave da minha casa era outro empecilho, ela podia chegar a qualquer momento.
Nessa época, comecei a levar minha pequena e o Bobby pra praça. Não ia todo dia, mas sempre que ia, via uma mulher com o cachorro dela. Não sei se todo mundo pensa a mesma coisa, mas passou pela minha cabeça se ela não teria uma relação com o bicho dela. O caso é que, de tanto nos vermos, acabamos conversando sobre minha filha e, claro, nossos cachorros. Por nos encontrarmos com tanta frequência, viramos amigas. O nome dela é Lourdes, uns 32 anos, solteira, traços bonitos, morena, altura média. Aos poucos, nosso carinho foi crescendo. O assunto sobre sexo ou nossas relações não era tocado a fundo.
Uma vez, ela me perguntou se eu poderia cuidar do cachorro dela, o Rocco, por uns dois dias no máximo. Disse que eu era a pessoa certa, já que me conhecia e a gente se dava bem. Só precisava passar uma ou duas vezes por dia pra dar água e comida. Falei que não tinha problema nenhum em ir na casa dela.
Chegou o dia em que ela viajou, então fui na casa dela pra dar comida pro cachorro. Aproveitando que o dia tava bonito, levei minha filha no carrinho. Entrei na casa e no quintal estava o Rocco, começou a pular em mim como um louco, feliz de me ver, provavelmente. Até aquele momento, não passava nada pela minha cabeça. nada estranho e menos ainda com a minha filha por perto. Em um momento, ele se aproximou para cheirar entre minhas pernas. Fiquei parada, não por medo, apesar de ser um cachorro grande, fiquei imóvel enquanto o focinho úmido dele fuçava o interior da minha saia larga. Fiquei paralisada, enquanto um forte arrepio violentava meu corpo. Foram segundos, mas o suficiente para me excitar e me transportar para outros momentos.
No dia seguinte, voltei, mas desta vez deixei minha filha aos cuidados de uma vizinha, dizendo que voltaria em no máximo 1 hora. Rocco me recebeu como no dia anterior, novamente o focinho dele buscou entre minhas pernas, meu coração batia forte como se fosse a primeira vez. Depois de comer, a mesma situação se repetiu, mas desta vez deixei ele me cheirar, levantei a saia, toquei minha buceta e notei que estava molhada, era evidente que o faro apurado dele percebia meus perfumes sensuais. O simples fato de pensar que ele procurava meu sexo para me cheirar me causou uma excitação inquestionável.
Deliberadamente, decidi levá-lo para dentro de casa, chamei ele, ele me seguiu, fui ao banheiro, tirei a calcinha fio dental e urinei, sem me limpar voltei para a sala, me joguei no sofá, levantei a saia, comecei a me tocar para produzir mais fluxo e chamar melhor a atenção dele. Abri minhas pernas me oferecendo para ele, ele se aproximou rapidamente e seu focinho frio tocou meus lábios vaginais, foi uma sensação estranha, me sentia nervosa, mas disposta a ver o que acontecia.
Quando sua língua áspera começou a lamber minha buceta de uma maneira que eu nunca esperava, abri minhas pernas para senti-lo por completo, comecei a gemer ao perceber como ele se movia pelas bordas dos meus lábios inferiores, levantei minhas pernas abrindo-as totalmente para aproveitar as lambidas dele, que deslizavam da minha racha até meu cu.
Embora Bobby já tivesse feito isso comigo em várias ocasiões, isso parecia diferente, possivelmente pela necessidade de praticar novamente, minha excitação era terrível, eu apertava peitos, enquanto continuava lambendo todas as minhas aberturas. Não demorei a gozar gostoso com tamanho assédio, acho que depois de tanta loucura, voltei à realidade, pensando que tinha feito algo errado na casa da minha amiga, mas não podia negar que foi muito prazeroso. Teria tido contato com o animal, mas Lourdes podia chegar a qualquer momento, e seria um vexame total.
Naquela tarde minha amiga voltou antes do combinado, no dia seguinte me ligou agradecida pelo favor que eu tinha feito, e eu pensava comigo mesma o prazer que o cachorro dela tinha me dado.
Com o tempo tentei me conter dessa loucura por inúmeros motivos, embora de vez em quando viessem à minha mente os momentos passados com meu bicho. Depois de alguns meses engravidei de novo, para alegria de toda a família.
Conforme minha barriga crescia, meu desejo sexual aumentava. Um dia fiz algo, podemos dizer aberrante: ao amamentar meu bebê, uma excitação me invadia, toquei minha buceta e estava muito molhada, inconscientemente comecei a me tocar, até começar a me masturbar enquanto alimentava ela, foi uma experiência deliciosa, meu corpo se enchia de espasmos enquanto minha filha chupava meu peito.
Comecei a fazer isso sem calcinha, pra ficar mais à vontade, e poder me tocar, ação que repetia de vez em quando. Um dia eu tinha colocado uma camisola como única roupa, Bobby estava rondando o lugar, meu marido ia chegar tarde e minha mãe tinha acabado de ir embora, conforme sentia as sugadas da minha filha, meu mamilo parecia endurecer.
Tirei a camisola que estava levantada até a altura dos meus peitos, e chamei Bobby pra se juntar, abri minhas pernas e claro, a língua áspera dele começou a se deliciar com meus fluidos, era algo alucinante e indescritível. Meus espasmos eram cada vez mais fortes, enquanto tentava me conter e terminar de amamentar minha filha. Assim que ela terminou de mamar, a deitei, meus pensamentos lascivos Me dominavam, com meus peitos ainda escorrendo porra, me aproximei do Bobby, virei de barriga pra cima entregando minha pele pra língua dele, ele começou a cheirar minhas áreas encharcadas pra iniciar o ritual dele, de um jeito alucinado lambia meus peitos, pra depois continuar na minha buceta.
Meu corpo se arqueava com aquela língua impetuosa e delirante. Era como se ele estivesse me preparando pra um final já esperado. Meus gemidos enchiam o quarto, eu tava realmente superestimulada. Via o pau dele começando a aparecer da bainha, comecei a masturbar ele pra acelerar a excitação, já tava saindo, quando o chamado da minha filha me fez desistir do que tava planejado.
No 4º ou 5º mês de gravidez, encontro a Lourdes, que fazia um tempão que eu não sabia nada dela, ela me contou que tinha se mudado pra uma quadra do meu apartamento. Ficou feliz pelo meu novo estado e combinamos de nos ver em breve..
No dia que fui na casa dela, o Rocco repetiu a cheirada entre minhas pernas, fingi que tava assustada, dizendoParece que eu tô agradando ela", e não é a primeira vez que ela faz isso comigo.comentei. Lourdes com um sorriso, eu diria safado, me dizPode ser que você atraia ele por algum motivo ou que ele sinta algo por você., rimos da situação, e imaginei que ela tava me dando abertura pra algo mais.
A coisa ficou por isso, mas eu tinha o pressentimento de que minha amiga transava com o Rocco. Claro que perguntar não era o certo, além disso, por experiência própria, sei que é difícil falar sobre isso com alguém, é um tabu, mesmo que milhares de mulheres pratiquem.
Uma tarde liguei pra ela pra dizer que meu marido ia viajar, e minha mãe ia ficar com a menina. Se ela tivesse disponível, a gente podia fazer algum programa. Ela topou a ideia, e naquele sábado saímos conforme o planejado. Embora a ideia fosse sair à noite, o frio que tava fazendo na hora nos fez mudar os planos.
Então, por volta das 19 horas, ela acendeu a lareira, preparou algo pra comer e a gente conversou sobre mil assuntos. A noite tava divertida, e a gente tava super à vontade. O ambiente tinha esquentado bastante, então resolvi tirar meu suéter, deixando parte da minha barriga de quase 6 meses à mostra. Lourdes, surpresa, me diz:Que grande que essa éenquanto a mão dela começou a acariciar minha barriga. Sem perceber ou não, levantei minha blusa e afrouxei o laço da calça, deixando ela à mostra, pra permitir que tocasse ela por inteiro. Naquele instante, senti uma mistura de tesão e prazer ao mesmo tempo, deixei ela continuar, fechando os olhos e curtindo o toque dela. Lourdes começou a desabotoar o resto da minha blusa, e eu não fiz nenhuma objeção quando a voz dela comentou sobre o tamanho dos meus peitos.Posso tocar nelas?Ela me diz,Se for seu desejo, faz issoRespondo.
Ao abrir minha blusa, vejo que meu sutiã tinha uma auréola de tanto leite que gozei.Desculpa, como parei de amamentar meu bebê, meus peitos começaram a vazar leite.comenteiMas fica esperto que ainda tem maisriu da minha resposta e começou a desabotoá-los, enquanto me diziaQueria ver pra crer., sem dizer nada, me ajeitei pra ela fazer. Em poucos segundos, meus peitos estavam expostos. Senti uma tensão nervosa, enquanto meus peitos médios tremiam rapidamente. A mão dela os acariciou com muita ternura, até que apertou com os dedos meus mamilos duros, apertou minhas tetas até conseguir tirar leite, pra colocar a boca e começar a mamar. Minha respiração acelerava no ritmo das sugadas cheias de erotismo, grudadas nos meus peitos, enquanto a mão dela deslizava pelo volume da minha barriga até o monte de Vênus em busca da minha buceta. Nossas bocas se encaixaram, e os dedos dela roçavam o pico do meu clitóris, era algo novo que eu estava experimentando, tava disposta a aproveitar, sendo essa minha primeira vez com outra mulher. Percebia que ela sabia como me tocar e onde, isso me causava umas descargas elétricas no corpo todo. Ela tirou minha blusa e meu sutiã, tirou meus sapatos e baixou minha calça em poucos minutos, minha única peça era a calcinha fio dental. Senti um pouco de vergonha, mas os beijos e sugadas dela nos meus peitos foram subindo meus hormônios, ela não tirou minha calcinha, continuou me excitando, como se esperasse que eu fizesse isso, como prova de consentimento. Não fiz, só falei:Tira minha calcinha e faz o que quiser comigo.Suavemente foi a deslocando, até ficar completamente nua na presença dele..
Seus dedos separaram meus lábios vaginais, minha conchinha aberta ficou à mercê da sua habilidade, ele me beijou suavemente percorrendo toda a minha buceta molhada, até que sua língua investigadora começou uma busca no meu interior, roçando meu clitóris excitado. Meu corpo se arqueava diante daquele cerco inquisidor, eu gemia e o desejava dentro de mim. Meus suspiros de paixão inundavam o quarto, quando ele introduziu seu dedo fino e comprido no meu cu, foi o ápice, começou a movê-lo suavemente, até enfiá-lo por completo, entrando e saindo, até dilatar meu esfíncter, para dar espaço ao seu segundo dedo, assim os manteve, enquanto sua boca saboreava minha buceta.
Não deixou um minuto sem me assediar, até que arrancou de mim uma série de orgasmos fogosos e convulsivos. Quando tudo terminou, minhas bochechas coradas denunciaram meu constrangimento pelo ocorrido, mas seus beijos e carícias foram acalmando minha inibição.
A partir desse momento, os acontecimentos foram se intensificando
Continua……….
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