Vamos continuar com a contagem dos "Danos". Vocês vão ver que, pouco tempo depois do meu relacionamento com a travesti "Steffany", ela me pediu pra dar um filho a ela. Eu não quis, e ela não demorou pra me chifrar com uma amiga nossa de infância, a Sarahi... A gente parou de se falar, e meu relacionamento com ela virou uma coisa tipo amor e ódio. Eu amo e odeio ela ao mesmo tempo. Ela começou a me matar de raiva, tenho que admitir que ela tinha uma lábia danada. Ela me enciumava e eu enciumava ela. Às vezes, se você não briga num relacionamento, as coisas não andam, não avançam, ficam estagnadas.
[Mas enfim, as coisas não duraram com a Steffany. Pouco tempo depois disso, surgiu uma proposta pra eu trabalhar num novo jogo de luta onde você mata de um jeito bem sangrento. A oportunidade que eu tive me permitiu criar um personagem baseado em Huitzilopochtli, o deus da guerra, naquele jogo da produtora NetherRealm. Mas o que eu mais curti foi que, durante aquele ano que fiquei lá, eu me metia com toda mulher que aparecia: putas, scorts, viúvas, casadas, solteiras, divorciadas, largadas, MILFs, cougars, enfim (isso sim, não me metia com velhinhas).
Certo dia, voltei pro México pra ver a família, nos preparando pro Halloween de 2017. E a mamãe coelha me recebeu no aeroporto. Enquanto as "coelhinhas" estavam na creche e no jardim de infância, eu e a mamãe fomos pra casa como as duas putas que somos pra foder.
Depois que a gente tava as duas na cama, coladinhas uma na outra, descansando do sexo, não hesitei em perguntar sobre ela. Queria saber mais dela. Olha, pra ser sincera, quase não conheço a mamãe. Passei muito tempo num internato católico, praticamente 12 anos fiquei lá. Só via meus pais nas férias de inverno. Como vocês podem perceber, a maior parte da minha infância vivi lá com freiras e outras garotas de família boa, mas no fim, freiras.
(Nesta parte, vou deixar a mamãe contar a vida dela pra não deixar o relato tão pesado e ser mais agradável.) digerível)
– Mamãe, me conta mais sobre você, qual foi sua primeira vez, como foi que decidiu me ter e, principalmente, por que sempre senti que você me ama mais do que até mesmo ao papai. –
– MMM... Por onde começar? O que te digo?
Bom, como você sabe, Steffany, seu pai e eu fomos prometidos desde muito jovens pelos meus pais e pelos pais dele, num casamento arranjado. Então, eu, como a garota rebelde que sou, minha primeira vez foi quando era adolescente, três anos antes de engravidar de você, coelhinha. No convento onde eu estudava, que foi onde depois você estudou, conheci uma garota muito gostosa, de sobrenome Bekoa. No nosso dormitório, depois que apagavam as luzes, ela e eu começamos a nos dar prazer uma à outra, até que passamos da masturbação para o sexo oral. Praticamente, minha primeira vez foi com uma mulher, e foi com ela. Pouco tempo depois que a conheci, tinha deixado de ver seu pai por anos, e quando o revi, foi amor à primeira vista. E, honestamente, quando o vi, não pensei que era o menino que eu conhecia. Te falo que seu pai devia ter uns 16 ou 17 anos, pelo que lembro, mas as coisas rolaram escondidas. Um dia, fomos para um estacionamento e lá, no carro dele, foi minha primeira vez com um homem, a primeira vez que fui penetrada por ele. Era 1990, praticamente ainda era ilegal passar anúncios de camisinha naquela época. Além disso, vindo de uma escola católica, era e é tabu falar sobre proteção sexual ou até mesmo sobre doenças venéreas. Dessa primeira vez foi que engravidei de você, coelhinha. Minha família descobriu e ficou brava, mas quando souberam quem era o pai, se acalmaram. Nos casamos depois de um processo de emancipação e te tivemos. Seu pai estava prestes a completar quase 18 anos, e eu, 15, quase 16. Talvez você não se lembre, mas eu te levava comigo para a escola para assistir às minhas aulas do ensino médio. Depois, quando você estava na idade, meus pais decidiram te mandar para o convento onde eu tinha estudado, por isso quase não nos víamos, só em Nas férias, naquela época eu estudei na universidade e conheci muitas mulheres. Seu pai e eu, como somos pessoas de mente mais aberta que seus avós, às vezes compartilhávamos parceiros. Lembro quando fiz 21 anos, ele me pediu se eu dava um ménage de presente pra ele, e eu aceitei. Foi com a bela secretária dele, Marisela, uma ruiva de olhos amarelos, muito gostosa, mas exageradamente ninfomaníaca. Chegou um ponto que ela só queria transar comigo ou com seu pai. Mas não durou muito. Ela se casou com um advogado da empresa do seu avô na época. Segundo ela, tomou essa decisão porque tinha engravidado. Eu sempre achei que essa menina é filha do seu pai, mas ela sempre negou. Bom, ela sabe das razões dela. Assim como eu gostava mais de transar com mulheres do que com seu pai, saí com muitas garotas. Inclusive tive um relacionamento com uma professora da universidade que pedia pra eu ir morar com ela, que eu a deixava louca, mas essa relação não foi muito adiante. Lembro muito bem de um instrutor de Yoga e Pilates, que me assediava e não era feio de se ver, mas nunca aceitei transar com ele. No máximo cheguei a dar um beijo nele, só pra deixá-lo doidinho por mim, mas era mais uma brincadeira. Fiquei assim por um tempo. Até seu pai e eu tentarmos a monogamia. Seu pai ainda queria ter um filho homem, mas eu nunca fui muito maternal. Se fosse, você teria outro irmão ou irmã quase da sua idade. Além disso, a gente sentia falta de foder com outras mulheres, então não duramos muito. Depois você terminou seus estudos no internato e fomos morar com você no Japão, pra você continuar o ensino médio. O problema do Japão é que eles falam muito mal o inglês, mas quando você consegue dominar o japonês, come umas japonesas muito gostosas de todos os lugares: Sapporo, Tóquio, Osaka. Pra você ter ideia, e nem seu pai sabe disso, consegui conquistar uma gueixa e romper o hímem dela com um strap-on. Naquela época, consegui fazer meu primeiro ménage, com duas Mais mulheres, mas enfim, o que é bom não dura pra sempre e você nos obrigou a voltar pro Ocidente pra estudar na sua universidade, na Universidade da Califórnia. Foi lá que conheci minha namorada, aquela que você conheceu, a professora de aeróbica, a Jennifer. Foi muito lindo, o problema foi quando, depois de um ménage com seu pai, ela engravidou e tive que levá-la pra abortar. Não ia permitir que um filho "bastardo" estragasse nossa relação com seu pai. Foi por essa época que você foi morar com seu namorado e, bom, você já sabe como aquilo terminou (recomendo ler a primeira parte das minhas confissões). Então, a Jennifer ficou meio puta comigo e acabei encontrando consolo em você, bom, nós duas acabamos nos consolando mutuamente!
(Deixo uma foto minha e da mamãe)
Vou deixar essa parte das confissões da mamãe por aqui. Se quiser saber mais, na próxima parte, nãoDuvida em comentar!
[Mas enfim, as coisas não duraram com a Steffany. Pouco tempo depois disso, surgiu uma proposta pra eu trabalhar num novo jogo de luta onde você mata de um jeito bem sangrento. A oportunidade que eu tive me permitiu criar um personagem baseado em Huitzilopochtli, o deus da guerra, naquele jogo da produtora NetherRealm. Mas o que eu mais curti foi que, durante aquele ano que fiquei lá, eu me metia com toda mulher que aparecia: putas, scorts, viúvas, casadas, solteiras, divorciadas, largadas, MILFs, cougars, enfim (isso sim, não me metia com velhinhas).
Certo dia, voltei pro México pra ver a família, nos preparando pro Halloween de 2017. E a mamãe coelha me recebeu no aeroporto. Enquanto as "coelhinhas" estavam na creche e no jardim de infância, eu e a mamãe fomos pra casa como as duas putas que somos pra foder.
Depois que a gente tava as duas na cama, coladinhas uma na outra, descansando do sexo, não hesitei em perguntar sobre ela. Queria saber mais dela. Olha, pra ser sincera, quase não conheço a mamãe. Passei muito tempo num internato católico, praticamente 12 anos fiquei lá. Só via meus pais nas férias de inverno. Como vocês podem perceber, a maior parte da minha infância vivi lá com freiras e outras garotas de família boa, mas no fim, freiras.
(Nesta parte, vou deixar a mamãe contar a vida dela pra não deixar o relato tão pesado e ser mais agradável.) digerível)
– Mamãe, me conta mais sobre você, qual foi sua primeira vez, como foi que decidiu me ter e, principalmente, por que sempre senti que você me ama mais do que até mesmo ao papai. –
– MMM... Por onde começar? O que te digo?
Bom, como você sabe, Steffany, seu pai e eu fomos prometidos desde muito jovens pelos meus pais e pelos pais dele, num casamento arranjado. Então, eu, como a garota rebelde que sou, minha primeira vez foi quando era adolescente, três anos antes de engravidar de você, coelhinha. No convento onde eu estudava, que foi onde depois você estudou, conheci uma garota muito gostosa, de sobrenome Bekoa. No nosso dormitório, depois que apagavam as luzes, ela e eu começamos a nos dar prazer uma à outra, até que passamos da masturbação para o sexo oral. Praticamente, minha primeira vez foi com uma mulher, e foi com ela. Pouco tempo depois que a conheci, tinha deixado de ver seu pai por anos, e quando o revi, foi amor à primeira vista. E, honestamente, quando o vi, não pensei que era o menino que eu conhecia. Te falo que seu pai devia ter uns 16 ou 17 anos, pelo que lembro, mas as coisas rolaram escondidas. Um dia, fomos para um estacionamento e lá, no carro dele, foi minha primeira vez com um homem, a primeira vez que fui penetrada por ele. Era 1990, praticamente ainda era ilegal passar anúncios de camisinha naquela época. Além disso, vindo de uma escola católica, era e é tabu falar sobre proteção sexual ou até mesmo sobre doenças venéreas. Dessa primeira vez foi que engravidei de você, coelhinha. Minha família descobriu e ficou brava, mas quando souberam quem era o pai, se acalmaram. Nos casamos depois de um processo de emancipação e te tivemos. Seu pai estava prestes a completar quase 18 anos, e eu, 15, quase 16. Talvez você não se lembre, mas eu te levava comigo para a escola para assistir às minhas aulas do ensino médio. Depois, quando você estava na idade, meus pais decidiram te mandar para o convento onde eu tinha estudado, por isso quase não nos víamos, só em Nas férias, naquela época eu estudei na universidade e conheci muitas mulheres. Seu pai e eu, como somos pessoas de mente mais aberta que seus avós, às vezes compartilhávamos parceiros. Lembro quando fiz 21 anos, ele me pediu se eu dava um ménage de presente pra ele, e eu aceitei. Foi com a bela secretária dele, Marisela, uma ruiva de olhos amarelos, muito gostosa, mas exageradamente ninfomaníaca. Chegou um ponto que ela só queria transar comigo ou com seu pai. Mas não durou muito. Ela se casou com um advogado da empresa do seu avô na época. Segundo ela, tomou essa decisão porque tinha engravidado. Eu sempre achei que essa menina é filha do seu pai, mas ela sempre negou. Bom, ela sabe das razões dela. Assim como eu gostava mais de transar com mulheres do que com seu pai, saí com muitas garotas. Inclusive tive um relacionamento com uma professora da universidade que pedia pra eu ir morar com ela, que eu a deixava louca, mas essa relação não foi muito adiante. Lembro muito bem de um instrutor de Yoga e Pilates, que me assediava e não era feio de se ver, mas nunca aceitei transar com ele. No máximo cheguei a dar um beijo nele, só pra deixá-lo doidinho por mim, mas era mais uma brincadeira. Fiquei assim por um tempo. Até seu pai e eu tentarmos a monogamia. Seu pai ainda queria ter um filho homem, mas eu nunca fui muito maternal. Se fosse, você teria outro irmão ou irmã quase da sua idade. Além disso, a gente sentia falta de foder com outras mulheres, então não duramos muito. Depois você terminou seus estudos no internato e fomos morar com você no Japão, pra você continuar o ensino médio. O problema do Japão é que eles falam muito mal o inglês, mas quando você consegue dominar o japonês, come umas japonesas muito gostosas de todos os lugares: Sapporo, Tóquio, Osaka. Pra você ter ideia, e nem seu pai sabe disso, consegui conquistar uma gueixa e romper o hímem dela com um strap-on. Naquela época, consegui fazer meu primeiro ménage, com duas Mais mulheres, mas enfim, o que é bom não dura pra sempre e você nos obrigou a voltar pro Ocidente pra estudar na sua universidade, na Universidade da Califórnia. Foi lá que conheci minha namorada, aquela que você conheceu, a professora de aeróbica, a Jennifer. Foi muito lindo, o problema foi quando, depois de um ménage com seu pai, ela engravidou e tive que levá-la pra abortar. Não ia permitir que um filho "bastardo" estragasse nossa relação com seu pai. Foi por essa época que você foi morar com seu namorado e, bom, você já sabe como aquilo terminou (recomendo ler a primeira parte das minhas confissões). Então, a Jennifer ficou meio puta comigo e acabei encontrando consolo em você, bom, nós duas acabamos nos consolando mutuamente!
(Deixo uma foto minha e da mamãe)
Vou deixar essa parte das confissões da mamãe por aqui. Se quiser saber mais, na próxima parte, nãoDuvida em comentar!
12 comentários - Lembranças da Mamãe T.-2 C.-6