Olá, beleza? Tô empolgado com algumas mensagens privadas que recebi de uns caras que passam ou passaram pelo mesmo que eu e guardam isso no fundo do segredo. Vou continuar contando um pouco da minha vida. Começou com aquela primeira punheta espiando minha irmã aos 20 anos (lembrando que hoje tenho 28) e terminou com a calcinha fio dental dela na minha cara. Desde aquele primeiro sábado em que me masturbei com pensamentos proibidos sobre minha irmã, tenho que admitir que não consegui parar. Mesmo tendo pensado e repensado centenas de vezes em acabar com aquilo porque era muito errado, geralmente isso acontecia depois de bater uma. Mas os dias passavam, eu via minha irmã com alguma roupa provocante, principalmente naquele rabão dela, e sentia de novo aquele fogo nas veias que me fazia cair na tentação de novo.
Dos 20 aos 22 anos, mais ou menos, minha vida sexual com mulheres era praticamente inexistente. Acho que era porque eu era meio tímido no começo com as garotas, coisa que não rola mais hoje. Não passava de uns beijos em balada, mas transar mesmo, nada. Acho que comi umas duas ou três vezes em dois anos, bem fraco, e pra piorar, tava com um fogo no cu do mundo de tão tarado que vivia. Arranjei um trampo, o que me deu uns luxos, como me vestir melhor, fiz umas tatuagens e comecei a malhar boxe na academia, coisa que faço até hoje. Comecei a me alimentar de forma saudável, o que fez com que nesses dois anos eu tivesse uma boa mudança no meu visual. Antes eu era magro, mas aos 22 já tava com um corpo bem atlético, definido, digamos, nada musculoso demais. Nunca me descrevi assim, então aproveito a chance: tenho 1,78m, sou magro, atlético, cheio de energia. Uns me chamam de inquieto, sou muito elétrico, não gosto de tirar soneca nem ficar à toa de bobeira, sempre preciso fazer alguma coisa. E desde que comecei a treinar e comer saudável, isso parece que se potencializou. Pele branca, cabelo... castanho claro, e não me acho dotado não, a pica tem 18 cm de comprimento e 4,5 de largura, dizem que a média do homem normal é uns 15 e os dotados passam dos 20, então diria que tô no meio termo, a pica branca e a cabeça rosada, com veias marcadas, mas o que mais curto é que gozo bem branco e grosso, e bastante, não sei se é por causa da alimentação, já que uma vez li que castanhas aumentam a quantidade de porra, e como como um monte de nozes e amêndoas pra treinar, bom, me perdi no assunto, curti pra caramba escrevendo isso. Esqueci de falar, desde que arrumei trampo me depilo inteiro, nunca gostei de pelo, e quando virou moda com os jogadores de futebol perdi o preconceito e me mantenho depilado dos pés à cabeça numa estética, não tenho um único fio de pelo (e não sou gay, deixo claro, embora não tenha preconceito com isso).
Bom, continuando, desses 20 aos 22 anos, que não comia quase ninguém, passei o tempo na base da punheta, adorava bater uma, e ainda hoje faço isso mesmo quando como alguém. De vez em quando, me ajudava dar uma espiada na Romi junto com o Gaston, e quando dava, fazia com a minha irmã, elas eram as duas musas de todas as minhas punhetas, além de algum bom site pornô, já que eu já tinha internet e computador em casa. Nesses dois anos, vi a Romi pelada várias vezes quando estávamos na casa do Gaston, mas como era meio chato ficar esperando a oportunidade certa na casa dele, comecei a ficar em casa e prestar atenção nos horários em que podia pegar algo da Cami. Como morava com meus pais, também não era fácil, os melhores dias eram sábado e domingo, já que meus pais sempre saíam pra passear, durante a semana era quase impossível, então na semana eu ia pra casa do Gaston esperar o banho da Romi. Nesses dois anos, vi minha irmã pelada de frente, de costas, de fio dental dentro do banheiro, de mil maneiras, o que me deixava louco, batia uma gostoso e adorava fazer isso cheirando as calcinhas usadas, e na minha imaginação fantasiosa, durante a semana, ficava viajando. Com a Romi, e nos fins de semana com a Cami, eu sentia muita falta da bunda gostosa que ela tinha naquela época e que ainda tem hoje, aos 32 anos, minha irmã. Acho que ela não deve ter engordado mais de 3 ou 4 quilos desde aquela época, tá igual. Eu vejo ela do mesmo jeito, toda puta como sempre, magrinha mas com uma bunda de dar inveja, sempre vestida pra destacar aquela maçã do desejo que ela tem de rabeta. E ao mesmo tempo, eu ficava louco com os dois peitões da Romina, foi assim que passei aqueles dois anos.
Porque eu lembro bem dos anos e da época, porque depois que fiz 22 anos começou a rolar um clima com a Romi, acabei pegando ela, nos beijamos por umas duas semanas, geralmente nos fins de semana que ela não voltava pra cidade dela. E depois de um mês, a gente transou pela primeira vez. Devemos ter transado por uns dois meses até que começamos a namorar quando eu tava perto de fazer 23. Foi um namoro com o tempero extra de que o Gastão, meu amigo, espiava a minha namorada quando ela tomava banho, a própria prima dele, uma putaria. A questão é que aí a gente teve uma conversa uma vez numa praça tomando algo, a gente sabia a real: que a mina que a gente tinha espiado e batido punheta junto, agora era minha mina. Mas beleza, ficou por isso, sem drama, embora ele tenha dito que ia parar de espiar ela, eu por dentro sabia que ele ia continuar fazendo do mesmo jeito, e eu não tinha como impedir. Sei lá, eu aceitei, a Romi já era minha namorada e eu sabia que o primo dela, meu amigo, espiava ela pelada e batia punheta, ficou por isso.
A parada é que depois de uns meses, a Romi começou a vir em casa e conheceu a Cami. Começaram com um oi e tchau, depois vieram os mates, a Romi chegava mais cedo em casa e já tava falando com a Cami, enfim, ficaram amigas. A gente não era ciumento, então muitos fins de semana eu saía só com os caras, incluindo o Gastão, e a Romi saía com a Cami e as amigas da Cami. Elas ficaram bem amigas. O importante de tudo isso é que uma noite, estando no meu quarto só com a Romi, era fim de semana e não tinha ninguém, a gente já tinha transado e nós Começamos a falar um monte de besteira, e não sei como acabamos falando da minha irmã. Basicamente, quem puxou o assunto foi a Romi, obviamente ela tinha algo entalado e queria desabafar, e me confessou que minha irmã era meio liberal. O que quero dizer com isso? Vou falar na lata: Romi me contou que minha irmã, solteira na época, descia bonecos diferentes todo fim de semana. Ou seja, resumindo, ela adorava transar e não namorar. Ela me contou em segredo absoluto que até tinha visto ela sair de uma balada com dois caras ao mesmo tempo, e que as amigas dela eram bem parecidas. E a conversa não parou por aí, ela me contou mais e mais, dizendo que quando tomavam chimarrão, minha irmã sempre puxava o assunto pro lado sexual, adorava falar de sexo o tempo todo, e que com as amigas elas contavam como era o pau de um ou de outro, viviam falando de pirocas. Mas olha, Romi adorava a Cami, se davam super bem, ela não falou mal, foi mais na surpresa. Que a Cami dizia que não ia namorar até se cansar de transar e transar com vários caras, falava na brincadeira mas bem segura, garantindo que isso tinha que ser feito solteira porque depois de casada acabava, e que não podia deixar passar nem um fim de semana sem dar. Não me considero machista, ou seja, não via minha irmã como uma puta pelo que tava descobrindo. Se você é homem e come várias gostosas, show de bola, minha irmã fazia o mesmo, né. Naquela noite, só de saber que a Cami tinha sido comida por dois ao mesmo tempo, fiquei tão excitado que comi a Romi a madrugada inteira. A gente tinha um sexo bem intenso, dava pra gozar três, quatro vezes sem exagero. E a Romi não ficava atrás na cama. Pouco tempo de transa, já era serviço completo: me chupava a pica até o talo, o cu sempre devagar porque doía bastante nela, nunca consegui arrebentar ele com força, que era uma das minhas fantasias, arrebentar bem o cu dela. Não deixei parte do corpo dela sem uma boa gozada, até a barriga. A gente se dava muito bem na cama.
Depois de um tempo de namoro, já pelos meus 24 anos, meus velhos foram morar numa casa dos meus avós que tava desabitada, antes alugavam e depois foram morar, a ideia dos meus velhos era deixar a casa deles pra Cami e pra mim, não moravam longe, meia hora de carro. Aí com a Cami a gente foi morar junto, os dois trabalhava e dava pra manter a casa. Cês tão imaginando que, mesmo sendo namorado e comendo ela direto, nunca parei de espiar ela quando podia, me dava um tesão danado na bunda da minha irmã, uma coisa que até hoje não vi tantas assim, e olha que fui centenas de verões pra praia morando em Mar del Plata, a Cami tinha um corpo perfeito, magrinha de pernas finas e as nádegas redondas e empinadas, bem bunduda, que até de camisola dava pra ver aquela maçã, se tivesse mais peito e fosse mais alta podia até trabalhar num teatro de revista sem exagero. Eu tinha meu quarto, a Cami o dela e ainda tinha o dos meus velhos vazio. Casa grande com bastante quintal. Aí ressurgiu com tudo minhas punhetas com as calcinhas usadas da Cami, tinha tempo de sobra e solidão pra fazer, quase não tinha dia que não gozasse, ou comia a Romi, ou batia uma, assim era todo dia, e adorava, chupei e conheci todas as calcinhas da minha irmã, quando fechava os olhos e aquele perfume entrava no meu nariz, a pica explodia.
Um dos tantos sábados que saímos, fomos pra uma balada com amigos, também tavam o Gastón e a Camila, antes fizemos um bom esquenta em casa com todos os caras que saímos pra dançar, já era costume, se não tinha amigos meus, tava a Romi, a Cami e as amigas, eu feliz, olhava a bunda e os peitos de todas, não escapava ninguém, nem minha irmã. Já na balada, de madrugada e chegando no fim, tava todo mundo bem bêbado, e notei uma certa aproximação do Gastón com a Cami, era óbvio que meu amigo queria comer ela, já tinha ouvido várias vezes o comentário típico dele de "quero sua irmã", e ele Sabia que, da minha parte, tava tudo bem, zero drama. Dançava pra cá, dançava pra lá, Gastão pagava bebida toda hora, eles ficavam conversando e rindo, enfim. Quando fomo pra casa já quase de dia, de taxi, e nem lembro por quê, mas o Gastão desceu com a gente em casa. Eu vinha disposto a arrebentar a buceta da Romina no meu quarto. Lembro que fiquemo um tempão na cozinha bebendo mais um pouco, e a Cami e a Romi fizeram chimarrão, mas ficaram na cozinha papeando. Eu e o Gastão tomamo mais uma, e lembro que falei pra ele que ia buscar a Romi na cozinha, obviamente pra levar ela pro quarto, e daí não lembro porque ele não foi embora na hora, nem tenho lembrança de ver a Cami se despedindo dele, só lembro que fui buscar a Romi e entramo no quarto.
Fechei a porta e nem deixei ela tirar a roupa, começamo a nos beijar de pé, nos apalpando pra caralho, puxei a legging dela com tudo, levei ela contra o meu armário e, por trás, comecei a meter nela. Tem coisas que são difíceis de lembrar, como os diálogos, só cê lembra de uma conversa ou outra de algum jeito, mas as cenas vividas que marcam não se apagam mais, porque naquela noite lembro que a Romina tava contra o meu armário, empinando a raba pra mim, e eu metia nela por trás. Tinha puxado a blusa dela e tirado os peitos pra fora, sempre gostei de fazer isso com ela, tirar os peitos pra cima da roupa, enquanto serrava ela por trás, amassava bem as tetas dela. E meti tanto que ela, apoiada com as mãos na porta do armário, fazia barulho porque empurrava a porta enquanto eu bombava ela por trás, e ainda escapavam gemidos e suspiros dela. Lembro porque ela pedia pra ir mais devagar, que iam nos ouvir, e eu falava que não tava nem aí. Questão que meti nela até encher a buceta dela de porra, e a bagunça que se ouviu foi grande, foi a típica rapidinha porque gozei em menos de dez minutos. Nós trocamo de roupa e fomo dormir. A Romi apagou na hora, e eu não conseguia pregar o olho, não Nada incomum, sempre acontece comigo depois de transar, fico acelerado e não consigo dormir. Não sei quanto tempo passou desde que fomos pro quarto.
Saí do meu quarto pra mijar, não vi ninguém, a Romina dormia que nem um bebê. Quando fui no banheiro, foi impossível não notar e ouvir os gemidos da Camila, vinham do quarto dela. Cheguei perto da porta, tentei espiar pelo buraco da fechadura, mas não dava pra ver nada. Ainda tava meio bêbado e tonto, abaixei a maçaneta devagar e abri a porta só um pouquinho. A Camila tava de quatro na cama dela com a saia levantada e a calcinha fio dental puxada pro lado, e o Gastão atrás tava comendo ela fundo, segurando ela pela cintura. Eu via eles de costas e minha irmã meio de lado, com a bunda toda empinada pra caralho. Foram uns minutos que fiquei olhando pra eles. O Gastão comeu e comeu ela até começar a gozar, se jogando em cima da Cami por completo e empurrando a pica com empurrões secos e curtos. Fechei a porta devagar, fui mijar e pra cama. Não consegui pregar o olho, tinha visto como eles comiam a Cami e tava com um tesão indescritível. Tava sentado quase encostado na cabeceira da cama, e não ia conseguir dormir daquele jeito. Comecei a me tocar um pouco, tava com a pica dura pra caralho e a Romi dormindo profundamente. Passou um tempinho longo assim e eu tava com vontade de me masturbar pra valer. Ia de novo pro banheiro, quando saio, minha irmã na cozinha, vi ela de camisola branca comprida, nada justa, tava bebendo água. Eu, com a pica dura, tinha colocado ela pro lado porque se deixasse ela em pé, a barraca ia ser terrível. Fui beber água também. Não sei por que, mas queria que ela me visse daquele jeito. Fiquei do lado dela na pia e servi um copo d'água da torneira, bebi e perguntei pelo Gastão. Ela disse que ele tinha acabado de ir embora, que não ia mais. Quando virei pra beber a água, fiquei com a bunda apoiada na pia, ela meio sem graça porque talvez percebeu que eu sabia alguma coisa sobre ela ter transado com o Gastão. deu um beijo na minha bochecha e foi pro quarto, a camisolinha meio transparente e pelada por baixo, mas quando tava fechando a porta virou e olhou pra onde eu tava, acho que viu minha piroca dura porque minha cueca branca não deixava nada pra imaginação, foram dois segundos onde vi ela passar o olho de baixo pra cima, do meu joelho até meus olhos enquanto eu bebia água.
Abraços, e boas punhetas. Agradeço todas as mensagens, com o tempo respondo tudo.
Dos 20 aos 22 anos, mais ou menos, minha vida sexual com mulheres era praticamente inexistente. Acho que era porque eu era meio tímido no começo com as garotas, coisa que não rola mais hoje. Não passava de uns beijos em balada, mas transar mesmo, nada. Acho que comi umas duas ou três vezes em dois anos, bem fraco, e pra piorar, tava com um fogo no cu do mundo de tão tarado que vivia. Arranjei um trampo, o que me deu uns luxos, como me vestir melhor, fiz umas tatuagens e comecei a malhar boxe na academia, coisa que faço até hoje. Comecei a me alimentar de forma saudável, o que fez com que nesses dois anos eu tivesse uma boa mudança no meu visual. Antes eu era magro, mas aos 22 já tava com um corpo bem atlético, definido, digamos, nada musculoso demais. Nunca me descrevi assim, então aproveito a chance: tenho 1,78m, sou magro, atlético, cheio de energia. Uns me chamam de inquieto, sou muito elétrico, não gosto de tirar soneca nem ficar à toa de bobeira, sempre preciso fazer alguma coisa. E desde que comecei a treinar e comer saudável, isso parece que se potencializou. Pele branca, cabelo... castanho claro, e não me acho dotado não, a pica tem 18 cm de comprimento e 4,5 de largura, dizem que a média do homem normal é uns 15 e os dotados passam dos 20, então diria que tô no meio termo, a pica branca e a cabeça rosada, com veias marcadas, mas o que mais curto é que gozo bem branco e grosso, e bastante, não sei se é por causa da alimentação, já que uma vez li que castanhas aumentam a quantidade de porra, e como como um monte de nozes e amêndoas pra treinar, bom, me perdi no assunto, curti pra caramba escrevendo isso. Esqueci de falar, desde que arrumei trampo me depilo inteiro, nunca gostei de pelo, e quando virou moda com os jogadores de futebol perdi o preconceito e me mantenho depilado dos pés à cabeça numa estética, não tenho um único fio de pelo (e não sou gay, deixo claro, embora não tenha preconceito com isso).
Bom, continuando, desses 20 aos 22 anos, que não comia quase ninguém, passei o tempo na base da punheta, adorava bater uma, e ainda hoje faço isso mesmo quando como alguém. De vez em quando, me ajudava dar uma espiada na Romi junto com o Gaston, e quando dava, fazia com a minha irmã, elas eram as duas musas de todas as minhas punhetas, além de algum bom site pornô, já que eu já tinha internet e computador em casa. Nesses dois anos, vi a Romi pelada várias vezes quando estávamos na casa do Gaston, mas como era meio chato ficar esperando a oportunidade certa na casa dele, comecei a ficar em casa e prestar atenção nos horários em que podia pegar algo da Cami. Como morava com meus pais, também não era fácil, os melhores dias eram sábado e domingo, já que meus pais sempre saíam pra passear, durante a semana era quase impossível, então na semana eu ia pra casa do Gaston esperar o banho da Romi. Nesses dois anos, vi minha irmã pelada de frente, de costas, de fio dental dentro do banheiro, de mil maneiras, o que me deixava louco, batia uma gostoso e adorava fazer isso cheirando as calcinhas usadas, e na minha imaginação fantasiosa, durante a semana, ficava viajando. Com a Romi, e nos fins de semana com a Cami, eu sentia muita falta da bunda gostosa que ela tinha naquela época e que ainda tem hoje, aos 32 anos, minha irmã. Acho que ela não deve ter engordado mais de 3 ou 4 quilos desde aquela época, tá igual. Eu vejo ela do mesmo jeito, toda puta como sempre, magrinha mas com uma bunda de dar inveja, sempre vestida pra destacar aquela maçã do desejo que ela tem de rabeta. E ao mesmo tempo, eu ficava louco com os dois peitões da Romina, foi assim que passei aqueles dois anos.
Porque eu lembro bem dos anos e da época, porque depois que fiz 22 anos começou a rolar um clima com a Romi, acabei pegando ela, nos beijamos por umas duas semanas, geralmente nos fins de semana que ela não voltava pra cidade dela. E depois de um mês, a gente transou pela primeira vez. Devemos ter transado por uns dois meses até que começamos a namorar quando eu tava perto de fazer 23. Foi um namoro com o tempero extra de que o Gastão, meu amigo, espiava a minha namorada quando ela tomava banho, a própria prima dele, uma putaria. A questão é que aí a gente teve uma conversa uma vez numa praça tomando algo, a gente sabia a real: que a mina que a gente tinha espiado e batido punheta junto, agora era minha mina. Mas beleza, ficou por isso, sem drama, embora ele tenha dito que ia parar de espiar ela, eu por dentro sabia que ele ia continuar fazendo do mesmo jeito, e eu não tinha como impedir. Sei lá, eu aceitei, a Romi já era minha namorada e eu sabia que o primo dela, meu amigo, espiava ela pelada e batia punheta, ficou por isso.
A parada é que depois de uns meses, a Romi começou a vir em casa e conheceu a Cami. Começaram com um oi e tchau, depois vieram os mates, a Romi chegava mais cedo em casa e já tava falando com a Cami, enfim, ficaram amigas. A gente não era ciumento, então muitos fins de semana eu saía só com os caras, incluindo o Gastão, e a Romi saía com a Cami e as amigas da Cami. Elas ficaram bem amigas. O importante de tudo isso é que uma noite, estando no meu quarto só com a Romi, era fim de semana e não tinha ninguém, a gente já tinha transado e nós Começamos a falar um monte de besteira, e não sei como acabamos falando da minha irmã. Basicamente, quem puxou o assunto foi a Romi, obviamente ela tinha algo entalado e queria desabafar, e me confessou que minha irmã era meio liberal. O que quero dizer com isso? Vou falar na lata: Romi me contou que minha irmã, solteira na época, descia bonecos diferentes todo fim de semana. Ou seja, resumindo, ela adorava transar e não namorar. Ela me contou em segredo absoluto que até tinha visto ela sair de uma balada com dois caras ao mesmo tempo, e que as amigas dela eram bem parecidas. E a conversa não parou por aí, ela me contou mais e mais, dizendo que quando tomavam chimarrão, minha irmã sempre puxava o assunto pro lado sexual, adorava falar de sexo o tempo todo, e que com as amigas elas contavam como era o pau de um ou de outro, viviam falando de pirocas. Mas olha, Romi adorava a Cami, se davam super bem, ela não falou mal, foi mais na surpresa. Que a Cami dizia que não ia namorar até se cansar de transar e transar com vários caras, falava na brincadeira mas bem segura, garantindo que isso tinha que ser feito solteira porque depois de casada acabava, e que não podia deixar passar nem um fim de semana sem dar. Não me considero machista, ou seja, não via minha irmã como uma puta pelo que tava descobrindo. Se você é homem e come várias gostosas, show de bola, minha irmã fazia o mesmo, né. Naquela noite, só de saber que a Cami tinha sido comida por dois ao mesmo tempo, fiquei tão excitado que comi a Romi a madrugada inteira. A gente tinha um sexo bem intenso, dava pra gozar três, quatro vezes sem exagero. E a Romi não ficava atrás na cama. Pouco tempo de transa, já era serviço completo: me chupava a pica até o talo, o cu sempre devagar porque doía bastante nela, nunca consegui arrebentar ele com força, que era uma das minhas fantasias, arrebentar bem o cu dela. Não deixei parte do corpo dela sem uma boa gozada, até a barriga. A gente se dava muito bem na cama.
Depois de um tempo de namoro, já pelos meus 24 anos, meus velhos foram morar numa casa dos meus avós que tava desabitada, antes alugavam e depois foram morar, a ideia dos meus velhos era deixar a casa deles pra Cami e pra mim, não moravam longe, meia hora de carro. Aí com a Cami a gente foi morar junto, os dois trabalhava e dava pra manter a casa. Cês tão imaginando que, mesmo sendo namorado e comendo ela direto, nunca parei de espiar ela quando podia, me dava um tesão danado na bunda da minha irmã, uma coisa que até hoje não vi tantas assim, e olha que fui centenas de verões pra praia morando em Mar del Plata, a Cami tinha um corpo perfeito, magrinha de pernas finas e as nádegas redondas e empinadas, bem bunduda, que até de camisola dava pra ver aquela maçã, se tivesse mais peito e fosse mais alta podia até trabalhar num teatro de revista sem exagero. Eu tinha meu quarto, a Cami o dela e ainda tinha o dos meus velhos vazio. Casa grande com bastante quintal. Aí ressurgiu com tudo minhas punhetas com as calcinhas usadas da Cami, tinha tempo de sobra e solidão pra fazer, quase não tinha dia que não gozasse, ou comia a Romi, ou batia uma, assim era todo dia, e adorava, chupei e conheci todas as calcinhas da minha irmã, quando fechava os olhos e aquele perfume entrava no meu nariz, a pica explodia.
Um dos tantos sábados que saímos, fomos pra uma balada com amigos, também tavam o Gastón e a Camila, antes fizemos um bom esquenta em casa com todos os caras que saímos pra dançar, já era costume, se não tinha amigos meus, tava a Romi, a Cami e as amigas, eu feliz, olhava a bunda e os peitos de todas, não escapava ninguém, nem minha irmã. Já na balada, de madrugada e chegando no fim, tava todo mundo bem bêbado, e notei uma certa aproximação do Gastón com a Cami, era óbvio que meu amigo queria comer ela, já tinha ouvido várias vezes o comentário típico dele de "quero sua irmã", e ele Sabia que, da minha parte, tava tudo bem, zero drama. Dançava pra cá, dançava pra lá, Gastão pagava bebida toda hora, eles ficavam conversando e rindo, enfim. Quando fomo pra casa já quase de dia, de taxi, e nem lembro por quê, mas o Gastão desceu com a gente em casa. Eu vinha disposto a arrebentar a buceta da Romina no meu quarto. Lembro que fiquemo um tempão na cozinha bebendo mais um pouco, e a Cami e a Romi fizeram chimarrão, mas ficaram na cozinha papeando. Eu e o Gastão tomamo mais uma, e lembro que falei pra ele que ia buscar a Romi na cozinha, obviamente pra levar ela pro quarto, e daí não lembro porque ele não foi embora na hora, nem tenho lembrança de ver a Cami se despedindo dele, só lembro que fui buscar a Romi e entramo no quarto.
Fechei a porta e nem deixei ela tirar a roupa, começamo a nos beijar de pé, nos apalpando pra caralho, puxei a legging dela com tudo, levei ela contra o meu armário e, por trás, comecei a meter nela. Tem coisas que são difíceis de lembrar, como os diálogos, só cê lembra de uma conversa ou outra de algum jeito, mas as cenas vividas que marcam não se apagam mais, porque naquela noite lembro que a Romina tava contra o meu armário, empinando a raba pra mim, e eu metia nela por trás. Tinha puxado a blusa dela e tirado os peitos pra fora, sempre gostei de fazer isso com ela, tirar os peitos pra cima da roupa, enquanto serrava ela por trás, amassava bem as tetas dela. E meti tanto que ela, apoiada com as mãos na porta do armário, fazia barulho porque empurrava a porta enquanto eu bombava ela por trás, e ainda escapavam gemidos e suspiros dela. Lembro porque ela pedia pra ir mais devagar, que iam nos ouvir, e eu falava que não tava nem aí. Questão que meti nela até encher a buceta dela de porra, e a bagunça que se ouviu foi grande, foi a típica rapidinha porque gozei em menos de dez minutos. Nós trocamo de roupa e fomo dormir. A Romi apagou na hora, e eu não conseguia pregar o olho, não Nada incomum, sempre acontece comigo depois de transar, fico acelerado e não consigo dormir. Não sei quanto tempo passou desde que fomos pro quarto.
Saí do meu quarto pra mijar, não vi ninguém, a Romina dormia que nem um bebê. Quando fui no banheiro, foi impossível não notar e ouvir os gemidos da Camila, vinham do quarto dela. Cheguei perto da porta, tentei espiar pelo buraco da fechadura, mas não dava pra ver nada. Ainda tava meio bêbado e tonto, abaixei a maçaneta devagar e abri a porta só um pouquinho. A Camila tava de quatro na cama dela com a saia levantada e a calcinha fio dental puxada pro lado, e o Gastão atrás tava comendo ela fundo, segurando ela pela cintura. Eu via eles de costas e minha irmã meio de lado, com a bunda toda empinada pra caralho. Foram uns minutos que fiquei olhando pra eles. O Gastão comeu e comeu ela até começar a gozar, se jogando em cima da Cami por completo e empurrando a pica com empurrões secos e curtos. Fechei a porta devagar, fui mijar e pra cama. Não consegui pregar o olho, tinha visto como eles comiam a Cami e tava com um tesão indescritível. Tava sentado quase encostado na cabeceira da cama, e não ia conseguir dormir daquele jeito. Comecei a me tocar um pouco, tava com a pica dura pra caralho e a Romi dormindo profundamente. Passou um tempinho longo assim e eu tava com vontade de me masturbar pra valer. Ia de novo pro banheiro, quando saio, minha irmã na cozinha, vi ela de camisola branca comprida, nada justa, tava bebendo água. Eu, com a pica dura, tinha colocado ela pro lado porque se deixasse ela em pé, a barraca ia ser terrível. Fui beber água também. Não sei por que, mas queria que ela me visse daquele jeito. Fiquei do lado dela na pia e servi um copo d'água da torneira, bebi e perguntei pelo Gastão. Ela disse que ele tinha acabado de ir embora, que não ia mais. Quando virei pra beber a água, fiquei com a bunda apoiada na pia, ela meio sem graça porque talvez percebeu que eu sabia alguma coisa sobre ela ter transado com o Gastão. deu um beijo na minha bochecha e foi pro quarto, a camisolinha meio transparente e pelada por baixo, mas quando tava fechando a porta virou e olhou pra onde eu tava, acho que viu minha piroca dura porque minha cueca branca não deixava nada pra imaginação, foram dois segundos onde vi ela passar o olho de baixo pra cima, do meu joelho até meus olhos enquanto eu bebia água.
Abraços, e boas punhetas. Agradeço todas as mensagens, com o tempo respondo tudo.
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