Quando chegamos em casa, minha mulher estava meio inquieta porque a gente tinha demorado mais que o normal. Corina explicou que a mãe dela tinha precisado ir embora e que as cortinas eram muito complicadas, tão cheias de detalhes que pareciam do século XIX. Também disse que a gente tinha voltado caminhando, e Elena ficou tranquila, principalmente porque tínhamos resolvido o problema da Viviana. Quando voltamos, contamos a história pro Javier, bom, o que dava pra contar... Quando falei que ela tinha me pedido outro favor, ele se alarmou e me olhou, me interrogando com os olhos. Eu o tranquilizei quando disse que a mulher dele tinha me acompanhado. Ele também tinha medo que ela quisesse voltar às antigas, e depois do que custou pra ele renunciar aos favores dela, não queria cair em tentação de novo. Corina, não sei como, percebeu tudo e adorou a expressão de alívio do marido quando soube que não tinha rolado nada com a Viviana. Quando fomos dormir, não tinha clima pra alegrias, e nós quatro preferimos cair no sono logo.
Pela manhã, as caras estavam tristes. Elena arrumou o quarto e, junto com a nora, deixaram a casa em ordem. Depois, como tinha marcado hora no salão de beleza, foi embora com o encargo de eu ficar em casa pra cuidar do Javi. Enquanto isso, Corina no quarto dela organizava os armários e separava a roupa que um dia levaria pra Espanha. Eu tava brincando com o Javi, o menino era incansável e eu tentava acompanhar o ritmo dele, mas me esgotava sem jeito. A mãe dele nos ouviu e veio pra sala pra pegá-lo um pouco, pra eu descansar. Aproveitei pra comer um sanduíche pequeno. Sentia falta dos lanches da manhã, que é típico na minha terra. Comer com os amigos ou ler o jornal tranquilamente era um dos melhores momentos do dia. Logo depois, o telefone tocou. Corina atendeu e, quando viu quem era, deixou o Javi no tapete com os brinquedos e foi pro quarto dela pra falar com mais privacidade. Não achei ruim, privacidade e espaço são Precisamos de todos, acho que é sagrado. De qualquer forma, ela ficou um tempão falando e quando saiu me passou o telefone.
Toma, Pepe, é minha mãe que quer falar contigo.
Ah, obrigado!
Olhei pra Corina tentando adivinhar de antemão o que a Viviana queria falar comigo, mas a cara dela não me deu pista nenhuma.
Oi, bom dia Viviana! Tudo bem?
Oi Pepe, bom dia, tô falando com a Corina, a gente conversou sobre várias coisas que já devíamos ter feito antes, mas primeiro quero te agradecer pelo favor que você me fez, as cortinas ficaram melhores do que com um profissional.
Não tem importância, embora eu reconheça que me tomaram mais tempo do que devia porque são bem sofisticadas.
Sim, reconheço que não se usam mais tão cheias de detalhes, mas o que você quer, já me conhece, sou um pouco "exagerada" em algumas coisas… mas o motivo mais importante é te dizer que lamento ter ido embora e deixado vocês fazendo o trabalho, sou muito egoísta e perdi a vontade de… você sabe.
Sim, imagino. Pelas emergências da Olga e pelas descrições que ela dava, acho que os caras valiam a pena.
Isso é o pior, eu reconheço e lamento, tô meio obcecada com idade, não queria envelhecer e às vezes acho que ainda sou a garota de anos atrás, com a Olga é igual, a gente quer ser tão gostosa como antigamente e quando encontramos algum cara um pouco mais atraente que a média, a gente não deixa passar. Não quero dar detalhes, mas posso te garantir que os dois rapazes juntos não chegam nem no seu calcanhar. Fico com vergonha, mas quando eles foram embora, falei pra Olga que preferia ter ficado sozinha contigo do que com os dois. O mais engraçado é que a Olga pensava igualzinho a mim.
Valeu pelo elogio, mas acho que não sou nada perto desses novinhos que tão por aí.
Você é muito modesto, Pepe, mas a gente, mulher, sabe valorizar um homem. E mesmo que às vezes a gente se deixe levar pelas aparências, a gente sabe onde tem um cavalheiro de verdade. Eu teria adorado poder me despedir de você passando a tarde juntos na minha casa, mas talvez seja melhor assim. Minha filha me deu uma lição muito importante. Acabei de conversar com ela sobre coisas que a gente já devia ter esclarecido há muito tempo, e ela se mostrou uma mulher fantástica. Quando cheguei em casa, fui direto pro chuveiro. Tava toda suada da tarde com os dois mulatos. Confesso que passamos a tarde inteira trepando de todas as formas e combinações possíveis, e eu tava exausta. Quando saí limpa e me meti na cama, comecei a chorar. Logo senti o cheiro de love. O lençol recém-trocado tava impregnado do cheiro e do gosto de vocês. Vi as marcas das manchas que vocês deixaram. Senti na hora o ardor que vocês tinham derramado, e me emocionei. Com certeza é algo que nunca vou conseguir com nenhum homem. Só com você eu pude aproveitar isso.
Você é uma mulher encantadora, Viviana, e merece encontrar um homem que te faça feliz.
Não sei… é muito difícil. Confessei pra Corina que rolei com o Javier e ela me surpreendeu quando disse que já imaginava há muito tempo, mas que sabia que pra mim era um desabafo e pra ele uma putaria de adolescente que inflava o ego dele. Ela não guarda rancor de mim, e pra uma mulher isso já é muita coisa, ainda mais vindo da minha própria filha.
Nem preciso te falar, a Corina é uma mulher de verdade, eu amo ela de verdade, ela me mostrou que é uma pessoa extraordinária, com uma inteligência fora do comum que sabe onde pisa.
Ela não me disse, mas eu sinto. Vocês dois são pessoas que encontraram o próprio mundinho sem deixar de amar quem também ama vocês. Por favor, não para de amar ela.
Isso seria impossível.
Também admiro a Elena, nunca conheci uma mulher como ela, vocês dois merecem o melhor. Ela é muito inteligente também, sabe e se deixa ser amada. Trata ela bem também, Pepe, sei que vai fazer isso. Da minha parte, só posso te dizer que você me fez sentir uma mulher valorizada. Contigo, esqueci a passagem do tempo, me vi como o que sou: uma mulher, no fim das contas.
É uma pena que a gente não fique mais tempo aqui, agora eu te vejo como você realmente é, antes não gostei que você ficasse enchendo o saco, agora te vejo mais na sua e te desejo toda a felicidade do mundo.
Tchau, Pepe, dá um beijo bem forte na Elena, fala pra ela que eu também gosto muito dela e que sinto muito por não ter me aproximado mais dela, erradamente eu via ela como um estorvo em vez de uma amiga.
Vou dar pra ela da sua parte, com certeza ela vai te agradecer. A gente adoraria que vocês viessem pra Espanha, vocês vão gostar.
Tô certa, a gente vê mais pra frente. Tchau.
Corina tinha se sentado do meu lado no sofá e estava ouvindo a conversa. Quando apertei o botão pra desligar a chamada, vi que ela estava com os olhos marejados e me olhava com ternura. Ela encostou a cabeça no meu ombro e juntou a dela com a minha. O cheiro fresco da pele dela vinha forte, ela não tinha passado nenhum perfume, só cheirava a ela mesma, e isso me embriagava. Ela segurou minhas mãos. Pra mim, era como se ela precisasse de proteção e carinho. Eu não queria — ou melhor, não podia — dar mais do que já tinha dado. Meu filho também não merecia isso, embora eu reconhecesse que podia ser mais atencioso com ela.
Pepe, me sinto tão bem do teu lado, você me faz sentir uma menina indefesa ou uma mulher ardente.
É que tu é as duas coisas ao mesmo tempo, agora é aquela gatinha que precisa de carinho e sabe que sempre vai ter de mim. Quanto à outra parte, quem tá orgulhoso de te ter do meu lado sou eu, você me transformou num homem jovem, pelo menos de mente.
Só de cabeça? Não que eu esteja me gabando, mas pensa um pouco: quantas mulheres você já "pegou"? Teve alguma que não se apaixonou por você? Você é o que todas nós procuramos e só algumas encontram. O problema é que quem encontra tem umas limitações que dificultam ou impossibilitam, e se alguma consegue, pode se sentir sortuda. Você é carinhoso, compreensivo, um amante maravilhoso e muito sensível. A mulher que quiser algo mais não vai achar, porque não existe.
Você me deixa vermelho, Corina, nem vou dizer o que você é porque, tão perto assim, eu não ia resistir a te comer.
Mas um beijo você poderia me dar, né?
Isso eu nunca poderia te negar.
A maciez, a ternura e o sabor da boca da Corina era uma delícia, ela sabia beijar ou acho que fazia tão bem porque vinha de dentro, não era um beijo fogoso, não procurava minha língua, simplesmente apoiava os lábios carnudos buscando os meus, virava a cabeça e segurava a minha com as mãos para percorrer minha boca com a dela, aqueles dedos longos envolvendo meu rosto me deixavam louco, aquela doçura não era possível que o Javier tivesse provado, senão ele não estaria beijando onde a mulher dele pisava.
Eu, em outro momento, teria ido atrás dos peitos dela, teria apertado eles ou possivelmente ela mesma teria me oferecido antes, mas agora eu não ousava nem roçar nela, estendi a mão, peguei o braço dela e a puxei para mim, ela se aproximou ao me sentir e nos fundimos num abraço perfeito, a garota tinha se virado de frente para mim, se inclinando e apoiando nas minhas pernas, e nossas cabeças e, principalmente, nossas bocas se encaixavam perfeitamente, não consigo calcular quanto tempo ficamos só nos beijando, eu beijei até as pálpebras dela, ela as fechava quando meus lábios se aproximavam e sentia todas as sensações que eu queria transmitir a ela, inclinada sobre mim de frente, estava apoiada nas minhas coxas e com o corpo dela sentia meu pau duro e eu, ao mesmo tempo, sentia os bicos dos peitos dela marcando a pele do meu peito, mas não dávamos importância.
Corina foi girando sobre si mesma até apoiar a cabeça nas minhas pernas, deitada ao longo do sofá, fiquei acariciando com a mão o rosto moreno dela enquanto ela enfiava os dedos no pouco cabelo da minha cabeça, de vez em quando se levantava e me beijava e voltava a ficar deitada, minha mão passava pela barriga dela, não teria sido difícil subir os dedos e encontrar os peitos duros, embora ela estivesse olhando para o teto, só cheguei a colocar o polegar entre os dois peitos, sentindo como eles se destacavam do peito dela, o calor morno da pele dela e a suavidade já eram gratificantes o suficiente.
Assim passamos a maior parte da manhã, ela sentia minha pica dura grudada na cabeça dela, pulsando forte, mas também não fez menção de me foder. Já era tarde quando ouvimos a porta do elevador abrindo e fechando no nosso andar, a Elena tinha chegado. A Corina voltou pro quarto dela e eu saí pra receber minha mulher, tentando disfarçar a ereção que ainda dava pra notar em mim. Ela não era uma beleza igual a Corina, mas quando se arrumava ficava gostosa, sabia valorizar os traços dela e eu adorava isso. Dei um beijo nela que deixou o batom vermelho que ela usava na minha boca.
Para de ser bobo, parece um adolescente de quinze anos, às vezes acho que nunca viu uma mulher na vida.
Como você com certeza não.
Corina saiu do quarto e se surpreendeu com a mudança na Elena: ela tinha feito as sobrancelhas e as unhas, estava totalmente diferente, e Corina fez questão de dizer. Elena ficou orgulhosa por reconhecerem que ainda podia se exibir de gostosa e não parava de se olhar no espelho.
O tempo passava muito mais rápido do que eu queria. De manhã, fui ao parque e tive a sorte de encontrar meu amigo. Ficamos conversando um tempão até a tarde começar a esfriar. Ele não costumava sair à tarde, mas o dia estava especial, convidando a pegar um sol. Falamos sobre tudo e mais um pouco, ele me encantou com seus pensamentos filosóficos e análises sociais. Tinha uma fineza que desmontava qualquer assunto até tirar todas as consequências possíveis. Eu fiquei babando ouvindo o sotaque portenho, às vezes pedia pra ele repetir, umas porque não entendia, outras porque adorava a resolução dos comentários dele. Nos despedimos como se nos conhecêssemos desde criança e juramos que continuaríamos em contato. Vi ele indo pra casa, dava pra notar que estava bem melhor desde a última crise. Pensei que, se ele morasse na montanha, com pinheiros e floresta, faria melhor do que a umidade do Prata, mas… em Villa del Parque também não era ruim, era um bairro alto e a umidade não pegava tanto.
Corina se esforçava pra ajudar minha mulher a arrumar as malas. Se pra vir ela tinha sido precavida, agora queria levar também tudo que compramos, além de alguns mimos pros amigos.
Pepe, lembra de guardar os presentes da Amparo, a padeira, pra não esquecerem.
Não se preocupa, usa a palavra: buceta que já tô de olho neles, de qualquer jeito com o que a gente já tem não cabe mais nada, vamos ter que comprar outra mala porque com essas daqui não dá nem pra começar.
Pois vai nos custar uma grana preta o avião.
Não digo nada, ou a gente esqueceu alguma coisa ou vamos ter que comprar outra mala.
Deixar nada, nem pensar, toda a roupa que comprei eu adoro e não vamos deixar pros nossos filhos a tarefa de trazer com eles, já vão ter o suficiente pra carregar, muito mais do que a gente.
Tá bom, hoje à tarde vou pro centro de Vila Devoro e vou procurar uma mala maior.
Deixa a Corina te acompanhar, ela entende mais disso do que você.
O que você quiser, mas já sabe, recusa o que não for essencial.
Já vamos ver.
Corina, que tava com a gente, foi pro quarto dela e quando voltou já tava arrumada pra sair.
O que você está esperando, Pepe? Não ia comprar uma mala? Vai faltar tempo pra fazer tudo, vamos, dá um jeito em você.
Obedeci sem reclamar e num instante a gente já tava no ônibus indo pro centro de Villa Devoto. Descemos na Avenida San Martin, tinha um monte de loja e a gente achou que ia encontrar alguma que desse pra gente gostar. A gente tava andando na calçada quando de um ônibus estacionado desceu uma mulher. Como várias pessoas desceram, eu nem reparei, mas a Corina me cutucou com o cotovelo e chamou minha atenção.
Pepe!, essa garota não é… como é mesmo o nome dela… Malena?
Ah, pois é, parece mesmo!
A garota ia se afastando e eu não falava nada, tinha ficado indeciso. Por um lado, teria corrido atrás dela mesmo sem ter certeza, mas como estava acompanhado da Corina, me sentia mal em deixá-la na mão.de ladomas foi a Corina que tomou a iniciativa e correu atrás dela chamando.
Malena, Malena! Espera, somos nós.
A garota se virou, estranhando que alguém a chamasse, ainda mais uma mulher, mas a expressão dela mudou quando viu Corina e, atrás dela, eu. Na hora, veio até nós, deu um beijo na Corina e dois em mim.
Que coincidência a gente se encontrar! O que vocês tão fazendo no meu bairro?
Tamo procurando uma loja pra comprar uma mala e, mesmo tendo várias lojas, não sei se vai ter alguma especializada nisso.
Acho que pode ter alguma, mas não lembro. Agora, se vocês quiserem uma mala, eu conheço uma loja não muito longe, é de uma amiga minha e com certeza vai ter algo que vocês vão gostar. E se ela puder dar um desconto, melhor ainda, né?
Seria ótimo, e você, pra onde vai?
Acabei de terminar de trabalhar, tava com um grupo pelo centro e agora ia comprar umas comidas, chegar em casa e tomar um banho que tô precisando, mas vou com eles comprar a mala primeiro.
Com uma garota de cada lado, eu ia andando e nem cabia na calçada. A gente conversava animado, parecia que a Corina e a Malena se conheciam há uma vida inteira e estavam ligadas em mim. Como a Malena tinha dito, não muito longe a gente viu a loja. Não era muito grande, mas tinha um sortimento bem bom. Eu falei o que precisava e a viagem tão longa que a gente ia fazer, e a moça recomendou uma mala que aguentaria os maus-tratos das companhias aéreas. Claro, ela ajustou o preço pra gente. Enquanto fazia o comprovante da compra, a moça apoiada no balcão deixou ver por baixo do suéter um par de peitos branquinhos que se apertavam juntos pela pressão do sutiã. Eu me distraí um pouco e nem lembrei de tirar o cartão de crédito pra pagar. A Corina me lembrou, enquanto olhava pra Malena sorrindo, porque elas tinham percebido como eu estava distraído com aquela visão.
Saímos na rua e eu já ia me despedir da Malena quando ela resolveu falar.
Proponho uma coisa: se vocês não tiverem pressa, podem vir comigo agora. Vou comprar umas paradas no mercado e depois cêis vão lá pra casa, que é bem pertinho, e a gente bate um papo.
Eu ia encher de desculpas, se tivesse ido sozinho não teria problema, mas indo acompanhado da Corina achei que não era adequado. Mas minha nora me surpreendeu aceitando a ideia e eu já não consegui nem abrir a boca.
Certamente não estávamos longe da casa da Malena, o que acontece é que eu sempre tinha ido pelo outro lado. Quando chegamos na casa dela, ela nos ofereceu sentar na sala.
Com licença um momento, vou tirar o uniforme de guia e fico com vocês, fiquem à vontade como se estivessem em casa.
A Corina amou a casa da Malena, a organização e o bom gosto na decoração. Tinha vários objetos típicos dos lugares mais icônicos da Argentina, e até de outros cantos. Nas paredes, fotos de paisagens dos sonhos. A verdade é que mal percebemos o tempo que a Malena demorou pra voltar. Ela teve tempo de tomar um banho e veio com uma roupinha leve pra ficar em casa.
Uf, que delícia tirar os saltos quando chego em casa, o dia inteiro pra lá e pra cá cansa pra caralho!
Mas ficam um espetáculo em você, te deixam com umas pernas de modelo.
Hahaha, que, assim sem salto você não gosta?
Malena tinha levantado a saia até o meio da coxa, me mostrando as pernas pra eu ver ela descalça.
Eu adoro elas, você já sabe, você me entende.
Não se preocupa, Malena, já sabemos que o Pepe curte todas as pernas de mulher, do jeito que elas forem, hahaha.
Ah!, ia me esquecendo, reservei um agrado pra você, encomendei dias atrás mas chegou ontem e já não sabia como te entregar, agora trouxe pra você.
Enquanto voltava, Malena, olhei para Corina e repreendi o comentário dela. Não queria que ela pensasse que eu gostava tanto de mulheres, nem que eu não soubesse direito.
Olha, não sei se você vai gostar, mas como já te conheço... um pouco, te dou esse livro da Argentina, nele você vai ver os lugares mais gostosos ou pelo menos os mais famosos, olha só, pedi de propósito pra um amigo livreiro.
Ela me deu um livro bem grosso e grandão, ia cair bem na mala que eu tinha acabado de comprar. Abri ele e as duas minhas sentaram do meu lado, apoiei o livro nas pernas e fui olhando as fotos.
Ah, olha só! Isso é o Tigre, deixa eu ver… sim, nesse hotel fiquei dois dias, tinha uma senhora que cozinhava pra mim… era uma querida…
Só o Pepe que te cozinhava?" -disse Corina- "você fala de um jeito que parece que ela era uma boa anfitriã, hahaha.
A verdade é que era sim, voltaria lá por uns dias.
Hahaha, me parece que você se divertiu pra caralho nas suas “turnês”
Sim… olha, as Cataratas do Iguaçu, lembra, Corina? Passei muito bem, e como fomos bem tratados pela Ingrid, pela mãe dela e pela Herta. Olha só, debaixo dessa queda d'água dá pra passar, a Herta foi comigo. É impressionante, e a gente passou um tempão…
Mmm, Pepe, acho que aquele rato não foi só pra ouvir o barulho da água, hahaha, não acha, Corina?
E aqui em Salta, aqui está o rio Grande, dessa foto aérea dá pra ver a casa de uma mina quéchua, ajudei ela na casa dela e ela me recebeu super bem.
Você também já ficou com quéchuas? E ele te acolheu ou… te comeu, Pepe?
Que maliciosas vocês são! O pior é que me conhecem como a palma da minha mão, então não vou mais contar nada sobre uma garota que era princesa guarani, kkkk.
As duas mulheres estavam coladas em mim, olhando as fotos do livro. A verdade é que eram lindas, dava pra ver todos os lugares onde eu tinha estado: o Trem das Nuvens, Mendoza, Tucumã… Nos meus braços, sentia a pressão dos peitos das duas, estavam mornos. Percebia que os da Corina eram mais redondos e durinhos, provavelmente por causa do sutiã que ela usava, mas os da Malena roçavam em mim, se movendo por baixo do tecido leve do vestido dela. Eu estava empolgado, relembrando os lugares por onde tinha passado, e nem percebia que Corina passava os dedos no meu cabelo e Malena segurava o livro no meu colo. Também não notei como as duas se olharam e sorriram. A verdade é que Malena foi deixando o livro de lado e a mão dela foi deslizando pela minha perna. Eu estava vidrado demais nas fotos, lembrando da irmã farmacêutica da quéchua e dos bons momentos que a gente tinha passado juntos, rolando na cama dela. Talvez por isso meu pau começou a despertar. Nessa hora, a poucos centímetros, os dedos de Malena já estavam me esperando, e no meu pescoço eu sentia a respiração morna de Corina.
Pepe, tenho certeza que você gostou do livro, a Corina também, e acho que nós duas estamos pensando a mesma coisa: que temos do nosso lado um homem especial. Se você não mentiu – e acho que não –, você me disse que eu era a pessoa em quem você mais confiava, além da sua família. Eu sempre pensei que você estava se referindo à Corina. Não me acho muito esperta, mas não é difícil somar dois mais dois e adivinhar que você e a Corina têm muita química. Estou errada, Corina?
Não, você tá certa, eu também já imaginava que você era a pessoa pra quem eu contava minhas intimidades e minhas dúvidas. Adorei saber, principalmente, quando você ficou grávida — a gente concordou que, se fosse assim, não teríamos contado pra ele.
Mmm, vejo que ele confia mesmo em você, então não tenho dúvida de que conhece ele bem, talvez até mais do que eu. Já no voo de avião, eu gostei e fiquei feliz em mostrar pra ele que não estava tão "acabado" quanto ele pensava. Debaixo da coberta, mostrei que tinha muito mais vigor que meu marido e dei um prêmio pra ele provar. Não achei que fosse vê-lo de novo, mas sim, nos encontramos de novo e completamos nossa "amizade". Ele me mostrou como trata as mulheres e eu amei, me fez sentir uma princesa, mesmo nos momentos mais difíceis com meu marido.
Eu não o conhecia, só umas conversas curtas pelo Skype, mas quando vieram na minha casa, eu tava com medo de que me vissem como uma intrusa com o filho deles. E foi tudo ao contrário, ela soube me entender e sempre esteve do meu lado e, às vezes… até mais.
Eu tava alucinado ouvindo as duas mulheres que eu mais amava trocando confidências que eu nunca teria suspeitado. De qualquer forma, eu teria me segurado pra evitar ciúmes, mas as duas eram muito inteligentes e sabiam o que fazer. Malena já tinha a mão no meu pau quando os dedos de Corina chegaram. As duas se complementaram: uma se dedicou a soltar o cinto e a outra a abaixar o zíper. Juntas, puxaram a cueca pra baixo. Malena, com uma mão, tirou o livro das minhas mãos e me deixou com o pau de fora. As garotas se inclinaram sobre mim, me fizeram levantar a bunda e tiraram minha calça. Uma ficou de lamber meu pau; Corina preferiu enfiar a cabecinha na boca e descer o prepúcio com a língua — era o jeito favorito dela de começar. Eu pouco podia fazer porque estávamos muito apertados, então só tentava alcançar algum peito, mas sem muito sucesso. Malena tomou a iniciativa.
Vamos pra minha cama, vamos ficar mais à vontade e o Pepe pode dar uma força, mas hoje a estrela convidada é ele.
As duas mulheres usaram suas melhores artes amatórias comigo. Cada uma, sozinha, já era capaz de me levar às nuvens, então as duas ao mesmo tempo era como estar no paraíso. Eu me via incapaz de focar em uma especificamente, porque mal pegava no mamilo de uma e já tinha outros três à disposição, cada um mais sensível que o outro. Chupei uma buceta, foi a da Malena — seu sabor eu nunca esqueceria — e a da Corina estava me esperando. Corina estava me dando seu presente; sabia que no meu cantinho mais oculto eu desejava estar com as duas ao mesmo tempo. Era como juntar um par de vitórias. Agora não tinha romance, era foda por prazer. Cada uma me dava tudo, e eu retribuía. Malena provavelmente se lembraria do Fernando, e a Corina, do Javier, mas as duas estavam me dando o melhor delas. Corina talvez estivesse um pouco...tocadapelas conversas que a gente já tinha tido antes, ela foi a primeira a ceder, me pediu pra meter nela e não parar de foder até ela gozar, caiu toda mole, a Malena viu e entendeu até onde ia a nossa cumplicidade, ela não só gostava de transar comigo, também queria ficar comigo, e com ela rolava algo parecido, não com a mesma intensidade da Corina, mas eu não quis ficar por baixo.
Quando ela me pediu, não quis que fosse igual à Corina e virei ela de bruços, ela sacou que eu ia meter no cu dela e não reclamou, só abriu as nádegas com as mãos e me esperou, lubrificação não faltava e com um empurrãozinho eu tava dentro dela, tinha aprendido a controlar o esfíncter dela, ela já tinha me dito uma vez que quando eu chegava perto ela já se dilatava, e dessa vez não foi diferente, agarrei nos peitos dela que apareciam pelos lados e empurrei até entrar nela feito um aríete, gostei que a Corina estendeu a mão pra ela, a Malena segurou o orgasmo apoiada moralmente pela Corina, a cena quase me fez gozar dentro do cu da Malena, mas consegui me controlar.
Ela ficou esmagada no lençol e a Corina chegou perto, virou ela de barriga pra cima, tava uma gostosa, os peitos dela não achatavam com o peso, ficavam empinados, mas ela percebeu que os da Corina eram ainda mais e estendeu a mão pra tocar neles, a Corina olhou pra ela sorrindo, porque só de apertar os bicos dela já se molhava de porra, com o olhar a Malena perguntou se eu tinha chupado os peitos dela e ela fechou os olhos confirmando e perguntou se ela podia fazer também.
A Corina chegou perto dela e a Malena se inclinou sobre um dos peitos dela, não sabia como fazer e eu fiquei do lado, com os dedos no bico dela fiz a manobra pra fazer sair a porra da Corina e com a boca ela sugava pra engolir, ela fez o mesmo com a minha nora e logo conseguiu. resultados, o leite jorrou na boca dela e eu jurei que vi os olhos dela marejados, o instinto maternal dela tava dizendo que ela já podia ser mãe e não era, nem sabia quando ia ser, me encostei do lado dela e chupei o outro peito da Corina, ela tava amamentando nós dois ao mesmo tempo, eu acariciava a xota das duas, as pernas delas foram se abrindo e os clitóris não demoraram a aparecer, as duas gozaram juntas de novo e se abraçaram, tinham acabado de virar amigas íntimas, daí em diante iam lembrar daquele dia comigo.
Quando se recuperaram, quiseram me dar uma gozada inesquecível, uma subiu em cima de mim sem enfiar a pica, cavalgava abraçando com os lábios o tronco da minha pica, enquanto a outra me beijava e deixava os peitos na minha cara pra eu lamber e morder, trocaram de posição e a Corina subiu de costas, minha pica não entrou na buceta dela, entrou no cu, ela também era uma mestra em me receber pela porta dos fundos e fez isso sem nenhum esforço. A Malena colocou a buceta dela na minha boca e eu chupei até fazer ela tremer de novo, ela apertava os peitos e esticava os bicos gemendo junto com a Corina que sentia minha pica engrossar perigosamente, ela aguentou até o último segundo e desceu de mim se deitando. A Malena fez o mesmo e me mandaram subir em cima delas, com as duas mãos fizeram uma punheta que me dava a sensação de que eu tava fodendo as duas ao mesmo tempo, uma na ponta e outra no tronco, mexiam na pica com suavidade mas com rapidez, eu me ergui e a cabeça inchou como nunca, elas deviam apertar mais do que deviam porque os jatos de leite saíram disparados em cima delas, eu tinha planejado encher os peitos delas de porra, mas os primeiros jatos se enroscaram nos cabelos delas, depois na cara e os últimos nos peitos.
Fiquei espremido, mas elas quiseram que não sobrasse nada dentro de mim e continuaram mexendo na minha pica, dessa vez aproximaram as bocas e lamberam até a última gota, depois uma foi pegando os pingos de porra da outra e dando pra chupar.
Caí entre as duas, rodeado pelas duas gostosas, ficamos conversando, lembrando dos momentos mais felizes da minha viagem, eu acariciava os corpos delas e elas o meu, as duas juraram que nunca iam me esquecer, mas eu sabia que nem precisava, fiz o mesmo, elas também tinham certeza de mim, prometemos nos ver pela internet.
Pela manhã, as caras estavam tristes. Elena arrumou o quarto e, junto com a nora, deixaram a casa em ordem. Depois, como tinha marcado hora no salão de beleza, foi embora com o encargo de eu ficar em casa pra cuidar do Javi. Enquanto isso, Corina no quarto dela organizava os armários e separava a roupa que um dia levaria pra Espanha. Eu tava brincando com o Javi, o menino era incansável e eu tentava acompanhar o ritmo dele, mas me esgotava sem jeito. A mãe dele nos ouviu e veio pra sala pra pegá-lo um pouco, pra eu descansar. Aproveitei pra comer um sanduíche pequeno. Sentia falta dos lanches da manhã, que é típico na minha terra. Comer com os amigos ou ler o jornal tranquilamente era um dos melhores momentos do dia. Logo depois, o telefone tocou. Corina atendeu e, quando viu quem era, deixou o Javi no tapete com os brinquedos e foi pro quarto dela pra falar com mais privacidade. Não achei ruim, privacidade e espaço são Precisamos de todos, acho que é sagrado. De qualquer forma, ela ficou um tempão falando e quando saiu me passou o telefone.
Toma, Pepe, é minha mãe que quer falar contigo.
Ah, obrigado!
Olhei pra Corina tentando adivinhar de antemão o que a Viviana queria falar comigo, mas a cara dela não me deu pista nenhuma.
Oi, bom dia Viviana! Tudo bem?
Oi Pepe, bom dia, tô falando com a Corina, a gente conversou sobre várias coisas que já devíamos ter feito antes, mas primeiro quero te agradecer pelo favor que você me fez, as cortinas ficaram melhores do que com um profissional.
Não tem importância, embora eu reconheça que me tomaram mais tempo do que devia porque são bem sofisticadas.
Sim, reconheço que não se usam mais tão cheias de detalhes, mas o que você quer, já me conhece, sou um pouco "exagerada" em algumas coisas… mas o motivo mais importante é te dizer que lamento ter ido embora e deixado vocês fazendo o trabalho, sou muito egoísta e perdi a vontade de… você sabe.
Sim, imagino. Pelas emergências da Olga e pelas descrições que ela dava, acho que os caras valiam a pena.
Isso é o pior, eu reconheço e lamento, tô meio obcecada com idade, não queria envelhecer e às vezes acho que ainda sou a garota de anos atrás, com a Olga é igual, a gente quer ser tão gostosa como antigamente e quando encontramos algum cara um pouco mais atraente que a média, a gente não deixa passar. Não quero dar detalhes, mas posso te garantir que os dois rapazes juntos não chegam nem no seu calcanhar. Fico com vergonha, mas quando eles foram embora, falei pra Olga que preferia ter ficado sozinha contigo do que com os dois. O mais engraçado é que a Olga pensava igualzinho a mim.
Valeu pelo elogio, mas acho que não sou nada perto desses novinhos que tão por aí.
Você é muito modesto, Pepe, mas a gente, mulher, sabe valorizar um homem. E mesmo que às vezes a gente se deixe levar pelas aparências, a gente sabe onde tem um cavalheiro de verdade. Eu teria adorado poder me despedir de você passando a tarde juntos na minha casa, mas talvez seja melhor assim. Minha filha me deu uma lição muito importante. Acabei de conversar com ela sobre coisas que a gente já devia ter esclarecido há muito tempo, e ela se mostrou uma mulher fantástica. Quando cheguei em casa, fui direto pro chuveiro. Tava toda suada da tarde com os dois mulatos. Confesso que passamos a tarde inteira trepando de todas as formas e combinações possíveis, e eu tava exausta. Quando saí limpa e me meti na cama, comecei a chorar. Logo senti o cheiro de love. O lençol recém-trocado tava impregnado do cheiro e do gosto de vocês. Vi as marcas das manchas que vocês deixaram. Senti na hora o ardor que vocês tinham derramado, e me emocionei. Com certeza é algo que nunca vou conseguir com nenhum homem. Só com você eu pude aproveitar isso.
Você é uma mulher encantadora, Viviana, e merece encontrar um homem que te faça feliz.
Não sei… é muito difícil. Confessei pra Corina que rolei com o Javier e ela me surpreendeu quando disse que já imaginava há muito tempo, mas que sabia que pra mim era um desabafo e pra ele uma putaria de adolescente que inflava o ego dele. Ela não guarda rancor de mim, e pra uma mulher isso já é muita coisa, ainda mais vindo da minha própria filha.
Nem preciso te falar, a Corina é uma mulher de verdade, eu amo ela de verdade, ela me mostrou que é uma pessoa extraordinária, com uma inteligência fora do comum que sabe onde pisa.
Ela não me disse, mas eu sinto. Vocês dois são pessoas que encontraram o próprio mundinho sem deixar de amar quem também ama vocês. Por favor, não para de amar ela.
Isso seria impossível.
Também admiro a Elena, nunca conheci uma mulher como ela, vocês dois merecem o melhor. Ela é muito inteligente também, sabe e se deixa ser amada. Trata ela bem também, Pepe, sei que vai fazer isso. Da minha parte, só posso te dizer que você me fez sentir uma mulher valorizada. Contigo, esqueci a passagem do tempo, me vi como o que sou: uma mulher, no fim das contas.
É uma pena que a gente não fique mais tempo aqui, agora eu te vejo como você realmente é, antes não gostei que você ficasse enchendo o saco, agora te vejo mais na sua e te desejo toda a felicidade do mundo.
Tchau, Pepe, dá um beijo bem forte na Elena, fala pra ela que eu também gosto muito dela e que sinto muito por não ter me aproximado mais dela, erradamente eu via ela como um estorvo em vez de uma amiga.
Vou dar pra ela da sua parte, com certeza ela vai te agradecer. A gente adoraria que vocês viessem pra Espanha, vocês vão gostar.
Tô certa, a gente vê mais pra frente. Tchau.
Corina tinha se sentado do meu lado no sofá e estava ouvindo a conversa. Quando apertei o botão pra desligar a chamada, vi que ela estava com os olhos marejados e me olhava com ternura. Ela encostou a cabeça no meu ombro e juntou a dela com a minha. O cheiro fresco da pele dela vinha forte, ela não tinha passado nenhum perfume, só cheirava a ela mesma, e isso me embriagava. Ela segurou minhas mãos. Pra mim, era como se ela precisasse de proteção e carinho. Eu não queria — ou melhor, não podia — dar mais do que já tinha dado. Meu filho também não merecia isso, embora eu reconhecesse que podia ser mais atencioso com ela.
Pepe, me sinto tão bem do teu lado, você me faz sentir uma menina indefesa ou uma mulher ardente.
É que tu é as duas coisas ao mesmo tempo, agora é aquela gatinha que precisa de carinho e sabe que sempre vai ter de mim. Quanto à outra parte, quem tá orgulhoso de te ter do meu lado sou eu, você me transformou num homem jovem, pelo menos de mente.
Só de cabeça? Não que eu esteja me gabando, mas pensa um pouco: quantas mulheres você já "pegou"? Teve alguma que não se apaixonou por você? Você é o que todas nós procuramos e só algumas encontram. O problema é que quem encontra tem umas limitações que dificultam ou impossibilitam, e se alguma consegue, pode se sentir sortuda. Você é carinhoso, compreensivo, um amante maravilhoso e muito sensível. A mulher que quiser algo mais não vai achar, porque não existe.
Você me deixa vermelho, Corina, nem vou dizer o que você é porque, tão perto assim, eu não ia resistir a te comer.
Mas um beijo você poderia me dar, né?
Isso eu nunca poderia te negar.
A maciez, a ternura e o sabor da boca da Corina era uma delícia, ela sabia beijar ou acho que fazia tão bem porque vinha de dentro, não era um beijo fogoso, não procurava minha língua, simplesmente apoiava os lábios carnudos buscando os meus, virava a cabeça e segurava a minha com as mãos para percorrer minha boca com a dela, aqueles dedos longos envolvendo meu rosto me deixavam louco, aquela doçura não era possível que o Javier tivesse provado, senão ele não estaria beijando onde a mulher dele pisava.
Eu, em outro momento, teria ido atrás dos peitos dela, teria apertado eles ou possivelmente ela mesma teria me oferecido antes, mas agora eu não ousava nem roçar nela, estendi a mão, peguei o braço dela e a puxei para mim, ela se aproximou ao me sentir e nos fundimos num abraço perfeito, a garota tinha se virado de frente para mim, se inclinando e apoiando nas minhas pernas, e nossas cabeças e, principalmente, nossas bocas se encaixavam perfeitamente, não consigo calcular quanto tempo ficamos só nos beijando, eu beijei até as pálpebras dela, ela as fechava quando meus lábios se aproximavam e sentia todas as sensações que eu queria transmitir a ela, inclinada sobre mim de frente, estava apoiada nas minhas coxas e com o corpo dela sentia meu pau duro e eu, ao mesmo tempo, sentia os bicos dos peitos dela marcando a pele do meu peito, mas não dávamos importância.
Corina foi girando sobre si mesma até apoiar a cabeça nas minhas pernas, deitada ao longo do sofá, fiquei acariciando com a mão o rosto moreno dela enquanto ela enfiava os dedos no pouco cabelo da minha cabeça, de vez em quando se levantava e me beijava e voltava a ficar deitada, minha mão passava pela barriga dela, não teria sido difícil subir os dedos e encontrar os peitos duros, embora ela estivesse olhando para o teto, só cheguei a colocar o polegar entre os dois peitos, sentindo como eles se destacavam do peito dela, o calor morno da pele dela e a suavidade já eram gratificantes o suficiente.
Assim passamos a maior parte da manhã, ela sentia minha pica dura grudada na cabeça dela, pulsando forte, mas também não fez menção de me foder. Já era tarde quando ouvimos a porta do elevador abrindo e fechando no nosso andar, a Elena tinha chegado. A Corina voltou pro quarto dela e eu saí pra receber minha mulher, tentando disfarçar a ereção que ainda dava pra notar em mim. Ela não era uma beleza igual a Corina, mas quando se arrumava ficava gostosa, sabia valorizar os traços dela e eu adorava isso. Dei um beijo nela que deixou o batom vermelho que ela usava na minha boca.
Para de ser bobo, parece um adolescente de quinze anos, às vezes acho que nunca viu uma mulher na vida.
Como você com certeza não.
Corina saiu do quarto e se surpreendeu com a mudança na Elena: ela tinha feito as sobrancelhas e as unhas, estava totalmente diferente, e Corina fez questão de dizer. Elena ficou orgulhosa por reconhecerem que ainda podia se exibir de gostosa e não parava de se olhar no espelho.
O tempo passava muito mais rápido do que eu queria. De manhã, fui ao parque e tive a sorte de encontrar meu amigo. Ficamos conversando um tempão até a tarde começar a esfriar. Ele não costumava sair à tarde, mas o dia estava especial, convidando a pegar um sol. Falamos sobre tudo e mais um pouco, ele me encantou com seus pensamentos filosóficos e análises sociais. Tinha uma fineza que desmontava qualquer assunto até tirar todas as consequências possíveis. Eu fiquei babando ouvindo o sotaque portenho, às vezes pedia pra ele repetir, umas porque não entendia, outras porque adorava a resolução dos comentários dele. Nos despedimos como se nos conhecêssemos desde criança e juramos que continuaríamos em contato. Vi ele indo pra casa, dava pra notar que estava bem melhor desde a última crise. Pensei que, se ele morasse na montanha, com pinheiros e floresta, faria melhor do que a umidade do Prata, mas… em Villa del Parque também não era ruim, era um bairro alto e a umidade não pegava tanto.
Corina se esforçava pra ajudar minha mulher a arrumar as malas. Se pra vir ela tinha sido precavida, agora queria levar também tudo que compramos, além de alguns mimos pros amigos.
Pepe, lembra de guardar os presentes da Amparo, a padeira, pra não esquecerem.
Não se preocupa, usa a palavra: buceta que já tô de olho neles, de qualquer jeito com o que a gente já tem não cabe mais nada, vamos ter que comprar outra mala porque com essas daqui não dá nem pra começar.
Pois vai nos custar uma grana preta o avião.
Não digo nada, ou a gente esqueceu alguma coisa ou vamos ter que comprar outra mala.
Deixar nada, nem pensar, toda a roupa que comprei eu adoro e não vamos deixar pros nossos filhos a tarefa de trazer com eles, já vão ter o suficiente pra carregar, muito mais do que a gente.
Tá bom, hoje à tarde vou pro centro de Vila Devoro e vou procurar uma mala maior.
Deixa a Corina te acompanhar, ela entende mais disso do que você.
O que você quiser, mas já sabe, recusa o que não for essencial.
Já vamos ver.
Corina, que tava com a gente, foi pro quarto dela e quando voltou já tava arrumada pra sair.
O que você está esperando, Pepe? Não ia comprar uma mala? Vai faltar tempo pra fazer tudo, vamos, dá um jeito em você.
Obedeci sem reclamar e num instante a gente já tava no ônibus indo pro centro de Villa Devoto. Descemos na Avenida San Martin, tinha um monte de loja e a gente achou que ia encontrar alguma que desse pra gente gostar. A gente tava andando na calçada quando de um ônibus estacionado desceu uma mulher. Como várias pessoas desceram, eu nem reparei, mas a Corina me cutucou com o cotovelo e chamou minha atenção.
Pepe!, essa garota não é… como é mesmo o nome dela… Malena?
Ah, pois é, parece mesmo!
A garota ia se afastando e eu não falava nada, tinha ficado indeciso. Por um lado, teria corrido atrás dela mesmo sem ter certeza, mas como estava acompanhado da Corina, me sentia mal em deixá-la na mão.de ladomas foi a Corina que tomou a iniciativa e correu atrás dela chamando.
Malena, Malena! Espera, somos nós.
A garota se virou, estranhando que alguém a chamasse, ainda mais uma mulher, mas a expressão dela mudou quando viu Corina e, atrás dela, eu. Na hora, veio até nós, deu um beijo na Corina e dois em mim.
Que coincidência a gente se encontrar! O que vocês tão fazendo no meu bairro?
Tamo procurando uma loja pra comprar uma mala e, mesmo tendo várias lojas, não sei se vai ter alguma especializada nisso.
Acho que pode ter alguma, mas não lembro. Agora, se vocês quiserem uma mala, eu conheço uma loja não muito longe, é de uma amiga minha e com certeza vai ter algo que vocês vão gostar. E se ela puder dar um desconto, melhor ainda, né?
Seria ótimo, e você, pra onde vai?
Acabei de terminar de trabalhar, tava com um grupo pelo centro e agora ia comprar umas comidas, chegar em casa e tomar um banho que tô precisando, mas vou com eles comprar a mala primeiro.
Com uma garota de cada lado, eu ia andando e nem cabia na calçada. A gente conversava animado, parecia que a Corina e a Malena se conheciam há uma vida inteira e estavam ligadas em mim. Como a Malena tinha dito, não muito longe a gente viu a loja. Não era muito grande, mas tinha um sortimento bem bom. Eu falei o que precisava e a viagem tão longa que a gente ia fazer, e a moça recomendou uma mala que aguentaria os maus-tratos das companhias aéreas. Claro, ela ajustou o preço pra gente. Enquanto fazia o comprovante da compra, a moça apoiada no balcão deixou ver por baixo do suéter um par de peitos branquinhos que se apertavam juntos pela pressão do sutiã. Eu me distraí um pouco e nem lembrei de tirar o cartão de crédito pra pagar. A Corina me lembrou, enquanto olhava pra Malena sorrindo, porque elas tinham percebido como eu estava distraído com aquela visão.
Saímos na rua e eu já ia me despedir da Malena quando ela resolveu falar.
Proponho uma coisa: se vocês não tiverem pressa, podem vir comigo agora. Vou comprar umas paradas no mercado e depois cêis vão lá pra casa, que é bem pertinho, e a gente bate um papo.
Eu ia encher de desculpas, se tivesse ido sozinho não teria problema, mas indo acompanhado da Corina achei que não era adequado. Mas minha nora me surpreendeu aceitando a ideia e eu já não consegui nem abrir a boca.
Certamente não estávamos longe da casa da Malena, o que acontece é que eu sempre tinha ido pelo outro lado. Quando chegamos na casa dela, ela nos ofereceu sentar na sala.
Com licença um momento, vou tirar o uniforme de guia e fico com vocês, fiquem à vontade como se estivessem em casa.
A Corina amou a casa da Malena, a organização e o bom gosto na decoração. Tinha vários objetos típicos dos lugares mais icônicos da Argentina, e até de outros cantos. Nas paredes, fotos de paisagens dos sonhos. A verdade é que mal percebemos o tempo que a Malena demorou pra voltar. Ela teve tempo de tomar um banho e veio com uma roupinha leve pra ficar em casa.
Uf, que delícia tirar os saltos quando chego em casa, o dia inteiro pra lá e pra cá cansa pra caralho!
Mas ficam um espetáculo em você, te deixam com umas pernas de modelo.
Hahaha, que, assim sem salto você não gosta?
Malena tinha levantado a saia até o meio da coxa, me mostrando as pernas pra eu ver ela descalça.
Eu adoro elas, você já sabe, você me entende.
Não se preocupa, Malena, já sabemos que o Pepe curte todas as pernas de mulher, do jeito que elas forem, hahaha.
Ah!, ia me esquecendo, reservei um agrado pra você, encomendei dias atrás mas chegou ontem e já não sabia como te entregar, agora trouxe pra você.
Enquanto voltava, Malena, olhei para Corina e repreendi o comentário dela. Não queria que ela pensasse que eu gostava tanto de mulheres, nem que eu não soubesse direito.
Olha, não sei se você vai gostar, mas como já te conheço... um pouco, te dou esse livro da Argentina, nele você vai ver os lugares mais gostosos ou pelo menos os mais famosos, olha só, pedi de propósito pra um amigo livreiro.
Ela me deu um livro bem grosso e grandão, ia cair bem na mala que eu tinha acabado de comprar. Abri ele e as duas minhas sentaram do meu lado, apoiei o livro nas pernas e fui olhando as fotos.
Ah, olha só! Isso é o Tigre, deixa eu ver… sim, nesse hotel fiquei dois dias, tinha uma senhora que cozinhava pra mim… era uma querida…
Só o Pepe que te cozinhava?" -disse Corina- "você fala de um jeito que parece que ela era uma boa anfitriã, hahaha.
A verdade é que era sim, voltaria lá por uns dias.
Hahaha, me parece que você se divertiu pra caralho nas suas “turnês”
Sim… olha, as Cataratas do Iguaçu, lembra, Corina? Passei muito bem, e como fomos bem tratados pela Ingrid, pela mãe dela e pela Herta. Olha só, debaixo dessa queda d'água dá pra passar, a Herta foi comigo. É impressionante, e a gente passou um tempão…
Mmm, Pepe, acho que aquele rato não foi só pra ouvir o barulho da água, hahaha, não acha, Corina?
E aqui em Salta, aqui está o rio Grande, dessa foto aérea dá pra ver a casa de uma mina quéchua, ajudei ela na casa dela e ela me recebeu super bem.
Você também já ficou com quéchuas? E ele te acolheu ou… te comeu, Pepe?
Que maliciosas vocês são! O pior é que me conhecem como a palma da minha mão, então não vou mais contar nada sobre uma garota que era princesa guarani, kkkk.
As duas mulheres estavam coladas em mim, olhando as fotos do livro. A verdade é que eram lindas, dava pra ver todos os lugares onde eu tinha estado: o Trem das Nuvens, Mendoza, Tucumã… Nos meus braços, sentia a pressão dos peitos das duas, estavam mornos. Percebia que os da Corina eram mais redondos e durinhos, provavelmente por causa do sutiã que ela usava, mas os da Malena roçavam em mim, se movendo por baixo do tecido leve do vestido dela. Eu estava empolgado, relembrando os lugares por onde tinha passado, e nem percebia que Corina passava os dedos no meu cabelo e Malena segurava o livro no meu colo. Também não notei como as duas se olharam e sorriram. A verdade é que Malena foi deixando o livro de lado e a mão dela foi deslizando pela minha perna. Eu estava vidrado demais nas fotos, lembrando da irmã farmacêutica da quéchua e dos bons momentos que a gente tinha passado juntos, rolando na cama dela. Talvez por isso meu pau começou a despertar. Nessa hora, a poucos centímetros, os dedos de Malena já estavam me esperando, e no meu pescoço eu sentia a respiração morna de Corina.
Pepe, tenho certeza que você gostou do livro, a Corina também, e acho que nós duas estamos pensando a mesma coisa: que temos do nosso lado um homem especial. Se você não mentiu – e acho que não –, você me disse que eu era a pessoa em quem você mais confiava, além da sua família. Eu sempre pensei que você estava se referindo à Corina. Não me acho muito esperta, mas não é difícil somar dois mais dois e adivinhar que você e a Corina têm muita química. Estou errada, Corina?
Não, você tá certa, eu também já imaginava que você era a pessoa pra quem eu contava minhas intimidades e minhas dúvidas. Adorei saber, principalmente, quando você ficou grávida — a gente concordou que, se fosse assim, não teríamos contado pra ele.
Mmm, vejo que ele confia mesmo em você, então não tenho dúvida de que conhece ele bem, talvez até mais do que eu. Já no voo de avião, eu gostei e fiquei feliz em mostrar pra ele que não estava tão "acabado" quanto ele pensava. Debaixo da coberta, mostrei que tinha muito mais vigor que meu marido e dei um prêmio pra ele provar. Não achei que fosse vê-lo de novo, mas sim, nos encontramos de novo e completamos nossa "amizade". Ele me mostrou como trata as mulheres e eu amei, me fez sentir uma princesa, mesmo nos momentos mais difíceis com meu marido.
Eu não o conhecia, só umas conversas curtas pelo Skype, mas quando vieram na minha casa, eu tava com medo de que me vissem como uma intrusa com o filho deles. E foi tudo ao contrário, ela soube me entender e sempre esteve do meu lado e, às vezes… até mais.
Eu tava alucinado ouvindo as duas mulheres que eu mais amava trocando confidências que eu nunca teria suspeitado. De qualquer forma, eu teria me segurado pra evitar ciúmes, mas as duas eram muito inteligentes e sabiam o que fazer. Malena já tinha a mão no meu pau quando os dedos de Corina chegaram. As duas se complementaram: uma se dedicou a soltar o cinto e a outra a abaixar o zíper. Juntas, puxaram a cueca pra baixo. Malena, com uma mão, tirou o livro das minhas mãos e me deixou com o pau de fora. As garotas se inclinaram sobre mim, me fizeram levantar a bunda e tiraram minha calça. Uma ficou de lamber meu pau; Corina preferiu enfiar a cabecinha na boca e descer o prepúcio com a língua — era o jeito favorito dela de começar. Eu pouco podia fazer porque estávamos muito apertados, então só tentava alcançar algum peito, mas sem muito sucesso. Malena tomou a iniciativa.
Vamos pra minha cama, vamos ficar mais à vontade e o Pepe pode dar uma força, mas hoje a estrela convidada é ele.
As duas mulheres usaram suas melhores artes amatórias comigo. Cada uma, sozinha, já era capaz de me levar às nuvens, então as duas ao mesmo tempo era como estar no paraíso. Eu me via incapaz de focar em uma especificamente, porque mal pegava no mamilo de uma e já tinha outros três à disposição, cada um mais sensível que o outro. Chupei uma buceta, foi a da Malena — seu sabor eu nunca esqueceria — e a da Corina estava me esperando. Corina estava me dando seu presente; sabia que no meu cantinho mais oculto eu desejava estar com as duas ao mesmo tempo. Era como juntar um par de vitórias. Agora não tinha romance, era foda por prazer. Cada uma me dava tudo, e eu retribuía. Malena provavelmente se lembraria do Fernando, e a Corina, do Javier, mas as duas estavam me dando o melhor delas. Corina talvez estivesse um pouco...tocadapelas conversas que a gente já tinha tido antes, ela foi a primeira a ceder, me pediu pra meter nela e não parar de foder até ela gozar, caiu toda mole, a Malena viu e entendeu até onde ia a nossa cumplicidade, ela não só gostava de transar comigo, também queria ficar comigo, e com ela rolava algo parecido, não com a mesma intensidade da Corina, mas eu não quis ficar por baixo.
Quando ela me pediu, não quis que fosse igual à Corina e virei ela de bruços, ela sacou que eu ia meter no cu dela e não reclamou, só abriu as nádegas com as mãos e me esperou, lubrificação não faltava e com um empurrãozinho eu tava dentro dela, tinha aprendido a controlar o esfíncter dela, ela já tinha me dito uma vez que quando eu chegava perto ela já se dilatava, e dessa vez não foi diferente, agarrei nos peitos dela que apareciam pelos lados e empurrei até entrar nela feito um aríete, gostei que a Corina estendeu a mão pra ela, a Malena segurou o orgasmo apoiada moralmente pela Corina, a cena quase me fez gozar dentro do cu da Malena, mas consegui me controlar.
Ela ficou esmagada no lençol e a Corina chegou perto, virou ela de barriga pra cima, tava uma gostosa, os peitos dela não achatavam com o peso, ficavam empinados, mas ela percebeu que os da Corina eram ainda mais e estendeu a mão pra tocar neles, a Corina olhou pra ela sorrindo, porque só de apertar os bicos dela já se molhava de porra, com o olhar a Malena perguntou se eu tinha chupado os peitos dela e ela fechou os olhos confirmando e perguntou se ela podia fazer também.
A Corina chegou perto dela e a Malena se inclinou sobre um dos peitos dela, não sabia como fazer e eu fiquei do lado, com os dedos no bico dela fiz a manobra pra fazer sair a porra da Corina e com a boca ela sugava pra engolir, ela fez o mesmo com a minha nora e logo conseguiu. resultados, o leite jorrou na boca dela e eu jurei que vi os olhos dela marejados, o instinto maternal dela tava dizendo que ela já podia ser mãe e não era, nem sabia quando ia ser, me encostei do lado dela e chupei o outro peito da Corina, ela tava amamentando nós dois ao mesmo tempo, eu acariciava a xota das duas, as pernas delas foram se abrindo e os clitóris não demoraram a aparecer, as duas gozaram juntas de novo e se abraçaram, tinham acabado de virar amigas íntimas, daí em diante iam lembrar daquele dia comigo.
Quando se recuperaram, quiseram me dar uma gozada inesquecível, uma subiu em cima de mim sem enfiar a pica, cavalgava abraçando com os lábios o tronco da minha pica, enquanto a outra me beijava e deixava os peitos na minha cara pra eu lamber e morder, trocaram de posição e a Corina subiu de costas, minha pica não entrou na buceta dela, entrou no cu, ela também era uma mestra em me receber pela porta dos fundos e fez isso sem nenhum esforço. A Malena colocou a buceta dela na minha boca e eu chupei até fazer ela tremer de novo, ela apertava os peitos e esticava os bicos gemendo junto com a Corina que sentia minha pica engrossar perigosamente, ela aguentou até o último segundo e desceu de mim se deitando. A Malena fez o mesmo e me mandaram subir em cima delas, com as duas mãos fizeram uma punheta que me dava a sensação de que eu tava fodendo as duas ao mesmo tempo, uma na ponta e outra no tronco, mexiam na pica com suavidade mas com rapidez, eu me ergui e a cabeça inchou como nunca, elas deviam apertar mais do que deviam porque os jatos de leite saíram disparados em cima delas, eu tinha planejado encher os peitos delas de porra, mas os primeiros jatos se enroscaram nos cabelos delas, depois na cara e os últimos nos peitos.
Fiquei espremido, mas elas quiseram que não sobrasse nada dentro de mim e continuaram mexendo na minha pica, dessa vez aproximaram as bocas e lamberam até a última gota, depois uma foi pegando os pingos de porra da outra e dando pra chupar.
Caí entre as duas, rodeado pelas duas gostosas, ficamos conversando, lembrando dos momentos mais felizes da minha viagem, eu acariciava os corpos delas e elas o meu, as duas juraram que nunca iam me esquecer, mas eu sabia que nem precisava, fiz o mesmo, elas também tinham certeza de mim, prometemos nos ver pela internet.
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