Minha mulher e os pedreiros

Meu nome é José e minha esposa é Mica. Estamos casados há mais de 7 anos e, como contei nos relatos anteriores, há uns três anos, numa noite de bebedeira, minha mulher me fez de corno com dois colegas de trabalho dela, o que mudou nossa vida sexual pra sempre. Depois disso, tivemos várias aventuras e até um gangbang improvisado numa festa de Ano Novo.

Pra quem não nos conhece, Mica é magrinha, não tem muitos peitos, mas tem uma bunda de infarto. Ela tem aquele rabão grande, bem redondo e firme, que deixa qualquer um louco, e por sorte ele se manteve quase perfeito com os anos, a idade e todas as penetradas que levou.

Depois daquela festa totalmente sem controle, onde deixaram o cu da Mica cheio de porra, nossa vida sexual ficou bem mais normal e monótona. Não teve mais participação de terceiros, nada de provocar homens na rua (pelo menos que eu saiba) nem nada estranho, além da introdução de brinquedos sexuais, pra Mica, claro.

Por sorte, há uns dois anos conseguimos comprar uma casa, um pouco afastada do centro, mas com um quintal bem grande que dava aquela sensação de liberdade que um apartamento não dá. A casa era pequena, mas não precisávamos de mais, só faltava a piscina, algo bem caro na Argentina, mas que dava pra fazer de um jeito mais modesto.

Depois de um tempo, já mais estabilizados financeiramente, botamos a mão na massa e começamos a pesquisar preços e referências. Foi assim que chegamos num tal de Pablo, que tinha feito a piscina de um colega meu do trabalho.

Ligamos pra ele e ele fez um orçamento que fechava com a gente, era bem mais barato que outros que consultamos. Mas a diferença é que, como só duas pessoas iam trabalhar na construção, ia demorar mais tempo: três semanas no mínimo, que obviamente acabaram virando um mês.

O problema é que eu não tinha tantos dias de férias, e não sobrou outra alternativa a não ser que a Mica, que... Tinha quase um mês de antiguidade, pedi uma licença especial pra ficar em casa e supervisionar a obra.
Foi assim que começamos a construção. No primeiro dia, chegou o Pablo com o ajudante dele, um tal de Matías. Os dois tinham boa aparência, limpos, educados, então não tive muitos problemas em deixar a Mica cuidar de tudo sozinha.

Pablo (o chefe, digamos) é um cara normal, uns 38 ou 40 anos, com um corpo meio trabalhado (deve ser por causa do trampo) e bem educado. Já o Matías era mais novo, um pouco mais magrelo, mas também tinha pinta de um cara legal.

Os primeiros dias foram super normais, eles cavaram o buraco e não encheram o saco nem fizeram nada estranho. Segundo a Mica, às vezes ela até ia ver se eles estavam lá porque nem dava pra ouvir o barulho do trabalho.

Depois de uma semana, a Mica já tava meio nervosa, entediada, sem saber o que fazer o dia inteiro sozinha (eu trampo das 9 às 18 e, nos últimos meses do ano, geralmente faço hora extra, que ainda ajudava a pagar a piscina).

Uma noite, a Mica reclamando um pouco, me disse que queria pegar sol, mas ficava com vergonha do Pablo e do Matías estarem ali. Olhando pra ela e dando uma gargalhada, falei: “Vergonha você? De quê?”
Com meu comentário, ela se irritou e foi dormir. Óbvio que me senti mal, então fui falar com ela e disse pra não se preocupar, que era só pegar sol e pronto. Se visse algo estranho, a gente cortava esse assunto e pronto, que ela não fosse tão complicada.

E foi o que ela fez. Depois de alguns dias, tava mais que feliz, podia pegar sol tranquila, ninguém falava nada, e segundo ela, nem olhavam pra ela.

Passadas mais de duas semanas de obra, cheguei em casa uma tarde, fui até o quarto e vi a Mica deitada de bruços, com as cortinas fechadas e no escuro.
Pergunto o que houve, e ela diz: “Me comportei mal, amor, e tô envergonhada.”
“O que aconteceu?”, falei na hora, e sentei na cama do lado dela.
Ela continuava dizendo que tinha se comportado mal e que tava com vergonha de contar, e eu continuava tentando “consolar” ela, por assim dizer. Nisso, Mica acende o abajur e me fala: "olha minha tiny ass".

Quando baixei o olhar, vi na hora do que se tratava. Mesmo de tanga, dava pra ver que o cu de Mica tava super dilatado e brilhoso.

(Pra facilitar o entendimento das falas, vou colocar nossas iniciais: Jose (J) e Mica (M))

J: O que rolou? Você se masturbou? Não tô entendendo.

M: Não, não me masturbei.

J: Então? Não tô sacando.

M: Põe a mão e você vai ver.

Levei minha mão até a raba de Mica, puxei a tanga e comecei a enfiar um dedo no cu dela. Aí entendi o que tava rolando: o cu de Mica tava todo leitoso!!!

J: O que aconteceu? É porra que você tem no cu?

M: Sim, amor, por isso tô com vergonha.

J: De quem é essa porra? Do Maxi? Do Andres? (Eram os colegas de trabalho da Mica que me fizeram de corno há muito tempo)

M: Não, amor, é do Pablo e do Matías.

J: QUE?!?!?!!!?!? Esses dois filhos da puta te estupraram ou o que rolou?!?!?!?!

M: Não me estupraram, amor, longe disso. Eu vacilei e não consegui resistir. Sabe que quando eu fico com tesão, não raciocino nada. Me perdoa, por favor!

Depois de pensar um pouco e passar o susto, enfiei o dedo no cu dela de novo e falei:

J: Te perdoo se você me contar tudo com todos os detalhes.

Ela sorriu e disse: "Claro que sim, amor, sabe que não gosto de esconder nada de você."

J: Ok, espera aí que vou ficar mais confortável e deitar.

M: Beleza, vou te contar o que rolou nos últimos dias. Como você me recomendou há uns dias, comecei a tomar sol no quintal, mesmo com eles trabalhando.

Tudo era super normal, de vez em quando eu percebia que eles olhavam de canto pra minha raba, até menos do que olham na rua ou no mercado quando você tá do meu lado.

Como tava tudo muito tranquilo e eu me sentia segura, hoje pra tomar sol eu vesti o biquíni rosa que é bem pequenininho atrás, que é basicamente uma tanguinha.

J: Sim, sim, aquele que te dei pras férias há uns anos, que entra bem no seu cu, por sinal.

M: Esse mesmo. Sabe que não gosto que fiquem marcas em mim.
(Enquanto Mica começava a me contar o que tinha acontecido, eu não parava de enfiar os dedos na bunda e na buceta dela, de onde começava a escorrer cada vez mais porra)
M: Depois do meio-dia, fui pegar sol como sempre. Tava um calor do caralho, então peguei a mangueira e comecei a me molhar. Aí percebi que o Pablo e o Matías não paravam de me olhar. Sempre sendo boazinha, pensei que talvez eles também quisessem se molhar, já que tava muito quente.
Então falei que se quisessem usar a mangueira, não tinha problema. O Pablo respondeu: “Valeu, senhora, daqui a pouco a gente se molha porque o calor tá foda.”
Eu me deitei de bruços na espreguiçadeira, de frente pra eles, coloquei os fones e botei uma música no celular. Daí a pouco, vejo eles se aproximando e falando alguma coisa. Tirei os fones e perguntei o que tinham dito, que não ouvi nada. Aí o Pablo falou que iam se molhar um pouco.
Eu respondi que sim, que podiam se refrescar à vontade. Quando terminaram (não dava pra ver, mas sentia os olhares deles cravados na minha raba).
Depois que terminaram, o Pablo chegou perto de novo e me chamou. Dessa vez, perguntou se podiam tirar a camiseta porque tavam morrendo de calor. Eu hesitei um pouco, mas deixei. O calor tava insuportável, e trabalhando devia ser pior ainda.
Aí vi eles de torso nu e, puta merda, alguma coisa começou a acender em mim, sei lá o que deu.
Eles perceberam que eu tava olhando, então me levantei e me molhei de novo com a mangueira, coloquei os óculos escuros e voltei a me deitar de bruços com os fones, mas dessa vez não botei música.
Via eles cochichando baixinho e, daí a pouco, o Matías se aproxima e fala: “Senhora, vou me refrescar de novo.” Eu fingi que tava dormindo, então ele foi e usou a mangueira. Quando terminou, passou do meu lado e sacudiu o cabelo, deixando cair gotas nas minhas costas. Continuei fingindo que tava dormindo e não falei nada.
Aí comecei a ver que eles praticamente pararam de trabalhar e não paravam de me olhar, de falar coisas entre si e de se esfregar lá embaixo.
J: Com o que você quer dizer com se esfregar lá embaixo? Eles ficavam esfregando o volume?
M: Sim, como se estivessem se masturbando devagar. Daí, depois de um tempo, vejo os dois se aproximarem e irem pra mangueira. Nem abriram a torneira dessa vez, foram até lá só pra olhar minha bunda de pertinho. Logo comecei a ouvir eles conversando e consegui entender algumas coisas.
J: E o que eles diziam? (Nessa altura, eu já tava com o pau durasso e fervendo.)
M: Diziam coisas tipo "que rabão essa gostosa tem", "que metida eu dava nela", "essa magrinha é divina".
Depois de um tempo, fiz um movimento e eles rapidamente saíram pra fingir que ainda estavam trabalhando.
Levantei da espreguiçadeira e fui pra cozinha, mas antes perguntei se eles tinham se refrescado de novo (pra eles pensarem que eu não tinha visto nada) e responderam que não, mas que logo iam porque tavam com muito calor.
Ofereci fazer um suco com bastante gelo pra aliviar o calor, e eles responderam com um "sim, por favor" bem firme. Falei pro Pablo me acompanhar pra pegar a jarra.
Já na cozinha, comecei a preparar o suco sob o olhar atento do Pablo, que não perdia chance nenhuma de, quando eu virava de costas, olhar pra minha bunda.
Num momento, pedi pro Pablo pegar mais um pouco de gelo na geladeira, então ele passou por trás de mim e aproveitou pra, disfarçadamente, roçar a bunda com o pulso.
Ele me alcançou a forminha de gelo e, ao passar por trás, tentou de novo roçar minha bunda, mas eu me afastei, então ele não conseguiu e ficou parado na porta me olhando preparar o suco bem devagar.
Nisso, pedi pra ele pegar outra forminha de gelo na geladeira, mas antes que ele saísse correndo pra pegar, falei: "Olha, é errado esse negócio de se fazer de besta e ficar roçando a bunda de uma mulher."
Com muita vergonha, ele respondeu: "Desculpa, senhora, foi sem querer, não fica brava."
Eu respondi: "Essa desculpa eu já ouvi mil vezes. Olha, se você vai tocar na bunda de uma mulher, toca direito e aguenta se depois levar uma porrada. Tapa, mas ficar de besta tentando roçar é muito errado.
Pablo ficou uns segundos sem saber o que fazer até que começou a procurar outra forma de gelo, passou por trás de mim e nem me olhou. Quando voltou, me deu a forma e, ao passar por trás de mim de leve, mas segurando minhas duas nádegas por inteiro, apertou minha bunda suavemente.
Naquele momento, um fogo invadiu meu corpo inteiro, não sei se porque não esperava ou o que, mas senti um calor incrível correndo pelo meu corpo.
Pablo parou na porta e disse: "Desculpa, senhora, não consegui me segurar diante de tanta beleza. Se quiser me bater, está no seu direito."
Eu disse: "Não esquenta, se vão pegar na minha bunda, prefiro que curtam e não fiquem se escondendo." Peguei a jarra de suco e saímos para o quintal de novo.
Deitei na espreguiçadeira de novo, e daqui a pouco vejo o Matías chegando com a jarra na mão e dizendo: "Senhora, será que dá pra colocar mais gelo? Tá muito calor."
As intenções dele eram claras, com certeza o Pablo tinha contado o que rolou, então quis provocar um pouco e falei: "Entra e coloca você, sem problema."
Ele ficou mudo uns segundos, o plano dele tava indo por água abaixo, aí eu disse: "Não, deixa, eu coloco porque você deve estar com as mãos sujas."
Levantei e fomos pra cozinha. A cena era quase a mesma: Matías parado na porta vendo eu colocar mais suco e esperando eu pedir pra pegar gelo, então não fiz ele esperar mais e falei: "Pode pegar uma forma de gelo pra mim?"
Ele passou por trás de mim, pegou a forma e, quando tava saindo, agarrou minha bunda. Mas diferente do Pablo, o Matías apertou com força e ficou uns segundos a mais curtindo minha rabeta quase nua. Até tive que mandar ele parar um pouco, senão não soltava mais.
Naquela hora, ele caiu em si e a excitação baixou um pouco, dava pra ver na cara dele que ficou com vergonha e não falava nada, só olhava pro chão.
Falei: "Tá de boa. Não se preocupa, com certeza o Pablo falou pra você vir me tocar a bunda, ou tô enganada?
Matias: Sim, senhora, ele me contou o que tinha rolado e eu não queria perder a oportunidade, me desculpa.
Mica: hahaha sem problema. Vamos fazer uma sacanagem e fala pra ele tocar na sua pika (já tava doida e com tesão). Ele só sorriu e disse “sim, sim, seria bom”.
Terminei de preparar o suco e entreguei a jarra pra ele, e antes de ir embora ele me fala “vou falar isso pra ele, mas seria melhor se eu tocasse na pika de verdade, não sou bom em mentir, pelo menos por cima da calça”.
Mica: haaaaaaaaaa você é um safado!!! Vamos fazer o seguinte, abaixa um pouco a calça e eu toco, porque essa calça tá cheia de terra.
Matias abaixou um pouco a calça e tirou a pika pra fora, que não tava dura de tudo mas dava pra ver que já tava esquentando.
Olhei nos olhos dele, molhei a mão com saliva e agarrei firme, e comecei devagar a mover minha mão pra frente e pra trás. Na hora percebi como a pika dele começava a inchar cada vez mais. Ele só respirava, cada vez mais fundo, por sinal.
Deviam ter passado uns dez segundos e eu soltei e falei “pronto, já era, agora pode se gabar pro seu chefe”. Ele subiu a calça, me agradeceu e foi encontrar o Pablo.
Eu fiquei na cozinha vendo o Matias contar todo exaltado o que tinha rolado. Aí vejo o Pablo chegando. Ele parecia meio puto.
Entra na cozinha e me fala:
P: Desculpa, senhora, mas acho que meu ajudante passou dos limites. Ele me contou o que aconteceu e, se quiser, demito ele agora mesmo, acho uma falta de respeito.
M: Não sei o que o Matias te falou que rolou aqui, só fiz suco pra ele (queria continuar a brincadeira).
P: Desculpa, senhora, mas ele me disse que a senhora tocou no pinto dele a pedido dele, mas acho que ele deve ter te intimidado pra fazer isso.
M: Não sei por que você pensa assim, ele é um menino muito bom, ele me pediu algo e eu aceitei porque tava com vontade, não vejo qual é o problema. Você tocou na minha bunda e eu não falei nada.
P: Tá bom, senhora, mas repito: se quiser, amanhã trago outro ajudante.
M: Não sei por que você insiste nisso, não me diga que tá com ciúme porque ela pegou na cock?
P: ha, não senhora, talvez um pouco sim, mas tô mais com ciúme porque ele teve o prazer de acariciar mais tempo sua bela Booty.
M: Meu Deus, o que tenho que ouvir. Bom, vem cá e pega na minha Booty um pouco, não quero mais briga, quero que terminem minha piscina o mais rápido possível.
Eu me virei e apoiei meus cotovelos na bancada, ficando de costas arqueadas, o que fazia minha Booty ficar empinada e à mercê dos desejos do Pablo.
Ele ficou paralisado, então eu disse: "E aí? O que você vai fazer? Já te falei que não quero ciúme entre vocês e que quero que terminem minha piscina logo."
Pablo se aproximou em silêncio, ficou atrás de mim e com as duas mãos começou a acariciar e massagear as bandas da minha Booty. Cada vez apertava mais forte, até enfiava a mão cada vez mais pra baixo, roçando minha bucetinha, abria minhas nádegas e soltava, curtindo o movimento que faziam ao se juntar de novo. Literalmente, tava brincando com minha Booty, e eu tava adorando pra caralho!!!!

Não sei quanto tempo passou, eu só fechei os olhos e me entreguei pra curtir as carícias cada vez mais intensas do Pablo. Num momento, Pablo encosta o corpo dele no meu e sinto ele apoiar a cock, que tava durona pra dedéu, na minha Booty e com as mãos agarra minha cintura. Ele começou a se esfregar na minha Booty. Eu não parava de ficar mais tesuda, tava totalmente excitada.

Num momento, ele se afasta e sinto ele baixar a calça. Eu fiquei imóvel, sem saber o que fazer, até sentir ele apoiar a cock na minha entreperna, roçando minha ppk por cima da biquíni.
Devem ter passado uns segundos até eu me levantar um pouco e cortar a cena.

Falei: "Já chega, até aqui chegamos." Ele não disse nada e se afastou pra trás, parando de me apertar contra a bancada da cozinha.
Nisso, percebo que na porta da cozinha... Matias estava prestando atenção em cada detalhe do que estava rolando e se masturbando devagar.

Pablo: Que que cê tá fazendo, mano? Vaza daqui!
Matias: Claro, o sem noção sou eu, sendo que você que tava se esfregando todo.

Pablo foi direto encarar ele, e eu gritei pra pararem com a discussão. Os dois ficaram me olhando, Pablo com uma ereção notória que a calça mal segurava, e Matias com o pau ainda na mão.

Olha, chega de putaria, quero que vocês terminem a piscina de uma vez. Pra falar a verdade, me irrita que, além de eu deixar vocês apalparem minha bunda, agora tão brigando, parecem dois moleques.

Pablo respondeu na hora: Desculpa, senhora, a gente vai continuar trabalhando, não esquenta.
Mas Matias se animou e foi além: Desculpa, senhora, mas eu vou pedir demissão. É impossível continuar trabalhando depois de ver e tocar essa raba. A verdade é que não vou conseguir parar de pensar na senhora e não vou render no serviço.

Ele se virou e saiu pro quintal pra pegar as coisas dele. Pablo ficou pensando, com cara de preocupação, e eu falei: "Vai lá e convence ele a ficar, senão você nunca mais termina a piscina. Faz o que for preciso pra ele ficar."

Eles ficaram no quintal discutindo um tempão, até teve empurrão, até que os dois voltaram pra cozinha. Matias tava com a mochila nas costas, então achei que tinha decidido ir embora.

Matias: Desculpa, senhora, mas não vou conseguir continuar trabalhando nessas condições.
Eu: Para de encher o saco. Não entendo qual é o problema agora. Você apalpou minha bunda, eu toquei no seu pau, e agora você se faz de estrela e vai embora? Não sei mais o que você quer.
Matias: Nada, senhora, não quero desrespeitar a senhora.
Eu: Tá bom, faz o que quiser, mas fala as coisas na cara e explica por que você tá indo, não seja cagão.
Matias: É simples, senhora, já falei que não vou conseguir trabalhar assim. Vou passar o dia todo pensando na vontade de comer a senhora (Pablo deu um tapa na nuca dele e falou: "Não seja mal-educado"). cara).
Eu: Tá bom, Pablo, não me ofendo. Vamos ver, tudo tem solução na vida. Te ofereço um trato. Se você quiser, deixo você apalpar minha bunda de novo por um tempo pra aliviar sua vontade.
Matías: Obrigado, senhora, mas vai ser pior, vou ficar com mais vontade ainda.
Eu: Bom, vamos ver, a gente adiciona uns carinhos meus, se você quiser, até acalmar um pouco sua vontade, não sei se você me entende.
Matías: Parece tentador, mas não sei.
Pablo: Aceita, cara, ela tá te oferecendo um boquete e você recusa, seu idiota!
Eu: Eu não falei nada de boquete, era uma punheta, mas beleza, te ofereço um boquete, aqui e agora, em troca de você ficar e terminar a piscina no prazo.
Matías: Beleza, parece justo, vou tentar dar o meu melhor pra terminar a piscina.
Pablo: Que sorte a sua, cara. (deu meia-volta e foi pro quintal continuar trabalhando)
Eu: Pablo, não me importo de você ir, mas se quiser ficar, não tem problema.

Pablo não pensou duas vezes e ficou encostado na moldura da porta. Matías se aproximou, eu coloquei uma almofada de uma cadeira no chão, me ajoelhei e fiquei de frente pra pélvis dele. Abaixei devagar a calça dele até os tornozelos.

A piroca do Matías tava meio dura, mas não totalmente. Peguei ela e, abrindo bem a boca, enfiei inteira na boca e comecei a chupar como se fosse um sorvete. Não demorou muito até ele ficar completamente duro, tava duríssimo já. Continuei assim por um tempo, chupando devagar a piroca e batendo uma punheta lentamente. Ele só se arqueava e olhava pra cima, dava pra ver que tava curtindo pra caralho.

De repente, vejo o Pablo passar do nosso lado, viro a cabeça e vejo ele sentar numa cadeira atrás de mim. Diante do meu olhar, ele responde: "Vou ficar confortável pra curtir o espetáculo, espero que não se importe." Eu ri e continuei chupando a piroca do Matías, que já tinha pegado na minha cabeça pra eu seguir com o trabalho.

Nessa altura, eu tava mais que excitada, minha buceta tava inchada e molhada, então não aguentei e comecei a esfregar meu clitóris com a mão esquerda, enquanto com a direita pegava a pica do Matías pra chupar bem gostoso.

Matías me segurou pela cabeça e me obrigava a engolir a pica quase inteira (coisa que não me agrada muito, mas que tolerei, provavelmente pela tesão que tava).

Umas ânsias e desconfortos essa situação me dava, mas a pica do Matías não era tão grande, então não tinha problema. Num momento, sinto que o Pablo levanta da cadeira e vem na nossa direção. Paro de chupar a pica do Matías e, quando me viro, vejo que o Pablo tava atrás de mim com a pica duríssima, batendo uma e me olhando, esperando pra ver o que eu fazia. Olhei pro Matías e falei: "vai ter que esperar um pouco agora."

Me virei e comecei a lamber a pica do Pablo bem devagar. Apoiava minha língua inteira e percorria todo o pau dele. Comecei a meter na boca e brincar com a língua na cabeça. Ele não parava de gemer.

Num momento, sinto o Matías me segurar pela cabeça de novo e me virar, apontando a pica dele de volta pra minha boca. Obedeci e continuei mamando nele. Assim fui alternando um tempo com cada um até que o Matías não aguentou mais e, numa das viradas, me segurou pela nuca pra eu não escapar (por sorte, não empurrou a pica toda dentro da minha boca) e começou a soltar jorros intermináveis de gozo dentro da minha boca.

Depois que ele terminou de gozar dentro da minha boca, olhei nos olhos dele e comecei a deixar o gozo escorrer pelo meu rosto, gozo que começou a cair nos meus peitos e seguiu descendo pela minha barriga até chegar nas minhas pernas.

O Pablo me fez virar e também meteu a pica dele. Ele demorou um pouco mais pra gozar, mas não tanto. Tirou a pica da minha boca, apoiou no meu rosto e começou a soltar todo o esperma na minha cara.

Os dois ficaram exaustos e sentaram, enquanto eu continuei de joelhos com a cara e o corpo todo banhados de gozo e, principalmente, muito excitada.

Olhando pra eles, comecei a me masturbar, primeiro por cima da biquíni, mas depois puxando ele pro lado pra poder esfregar bem meu clitóris. Por sorte, a porra que tinham deixado em mim serviu de lubrificante, o que fazia o prazer ser enorme.
Eu gemia e me massageava os peitos, que já estavam praticamente de fora sob o olhar atento dos dois.

Não demorei muito pra ter o primeiro orgasmo, que me fez tremer de prazer. Soltei um gemido longo e barulhento enquanto apertava meus peitos e meu corpo tremia de tesão, foi incrível, fazia tempo que não tinha um orgasmo assim só me masturbando.

Depois de recuperar um pouco o fôlego, olhei pra eles com calma e vi que os dois estavam se acariciando o pau bem devagar, até o Matías já dava pra ver que tava tendo outra ereção.

Não tinha mais volta, eu precisava ser penetrada urgentemente. Minha cabeça não parava de viajar e lembrar daquelas noites em que eu era comida por dois, aquela sensação de me sentir completamente preenchida me tirava do sério.

Me virei, ficando de costas pra eles, me coloquei de quatro apoiando a cabeça no chão e com a mão direita comecei a me masturbar de novo. Acho que a cena devia ser incrível pra eles, porque começaram a aplaudir e gritar, falando coisas tipo "uhhhh que rabão gostoso, por favor" "que pedaço de mulher, meu Deus".

Eu, pelo pouco que conseguia espiar, via que eles não perdiam nenhum detalhe de como eu me masturbava.
Já estando extremamente excitada, não resisti e falei com voz de puta: "vamos ver quem vai me dar um pouco de prazer".

Imediatamente os dois se jogaram em cima de mim. Pablo chegou primeiro e ficou atrás de mim. Começou a me apalpar a bunda. Abria minhas nádegas, dava tapas, cuspia no meu cu. Enquanto Matías ficou do meu lado e massageava minhas costas e meus peitos, deixando a poucos centímetros do meu rosto o pau dele já totalmente duro de novo.

Pablo se abaixou e começou a me fazer sexo oral de um jeito descomunal, literalmente enfiava quase a língua inteira na minha buceta molhada, enquanto com as duas mãos me abria as tapas na bunda e eu sentia o nariz dele roçando meu cu.

Matías me levantou um pouco e me ofereceu o pau dele pra eu lamber de novo. Não hesitei nem um segundo e comecei a chupar o pau inteiro. Meus gemidos eram controlados só pelo pau de Matías na minha boca, Pablo tava quase me fazendo gozar só com a língua. Pouco tempo depois, aquele orgasmo veio e foi incrível, a ponto de minhas pernas ficarem moles de tanta eletricidade que senti percorrer meu corpo.

(enquanto isso, voltando ao presente, eu tava com o pau duro pra caralho, tirei os três dedos que tinha no cu da Mica, me livrei da pouca roupa que ainda tinha e imediatamente enfiei meu pau de uma vez na minha Mica, pelo cu, obviamente. Ela só disse "finalmente, amor, precisava que você me comesse"
Eu comecei a bombar forte no cu dela, tava muito excitado, mas num surto de lucidez parei, deixando o pau todo enfiado no cu dela e falei "continua me contando")

Mica, como conseguiu, seguiu com a história do que fez com os pedreiros.

Depois do orgasmo do caralho, Matías pediu pro Pablo trocarem de lugar. Ele foi pra trás e começou a chupar minha buceta também, mas não por muito tempo. Subiu pra minha bunda e começou a chupar meu cu de um jeito frenético. A força que ele fazia com a língua na minha bunda fez meu ânus começar a dilatar como se fosse nada. Obviamente, Pablo tinha metido o pau na minha boca e literalmente tava me comendo.

Num momento, Matías para de chupar meu cu e eu sinto ele apontar o pau dele pra minha buceta. Eu falei pra ele só encostar e que eu ia fazer o trabalho (apesar de o pau dele não ser muito grande, não queria que, por ele meter com força de primeira, depois doesse e eu não aproveitasse).

Como eu falei, Matías encostou o pau dele na minha buceta e eu me concentrei só nisso. Aos poucos foi entrando, o mais difícil foi a cabecinha, mas depois que rompeu aquela barreira, foi ficando cada vez mais fácil. Com a metida e sacada lenta, o pau de Matías foi se molhando com minha lubrificação e entrando. centímetro por centímetro na minha buceta até que ficou toda dentro.
Matías só gemia, e Pablo, que tinha ficado órfão de buraco pra enfiar o pau, não fazia outra coisa senão me dar chicotadas na cara com o pau ou passar ele na minha boca esperando eu abrir pra chupar de novo.

Já acostumada, minha buceta parou de se mexer e eu continuei chupando o pau do Pablo. Matías percebeu e começou a bombar devagar, levou ao pé da letra aquela história de ir com calma. Por sorte, essa ideia durou pouco e logo ele começou a me comer forte e fundo, a ponto de se segurar nas minhas cadeiras pra, junto com o impulso dele, a penetração ser ainda mais profunda.
Começou a se ouvir aquele típico plaf plaf plaf das bolas batendo no clitóris, situação mais que gostosa pela estimulação que causa. Não aguentei muito até ter outro orgasmo (o primeiro por penetração). Comecei a tremer muito forte, como sempre acontece comigo no primeiro orgasmo intenso, e fiquei uns segundos quase imóvel.

Esse momento foi aproveitado pelo Pablo pra pedir troca de lugar, e ele foi pra trás de mim pra me penetrar. Matías, obviamente, se posicionou na minha frente pra eu mamar o pau dele.

Já com o caminho aberto, Pablo não teve muita resistência pra me penetrar, além do mais o pau dele era normal, nada demais, mas logo percebi que ele sabia usar muito bem. Comia maravilhosamente. Não se limitava só a meter e tirar, mas brincava com minha buceta, desviava pro lado e raspava um pouco mais minhas paredes vaginais, tirava e esfregava no meu clitóris, buceta e cu e metia de novo com violência. Basicamente, tava me estimulando por todos os lados, além de ter o pau do Matías na minha boca com aquele gostoso sabor de pau e buceta juntos que é uma delícia.

(Voltando ao presente, eu não aguentei mais, apesar de estar comendo bem devagar a Mica, e enchi o cu dela de porra. Fazia tempo que não gozava tanto, dá pra ver que tava excitadíssimo.) com o relato da Mica, eu ainda imaginava como tinha sido a cena e isso me deixava louco)
(Ao sentir a quantidade de porra, a Mica riu e falou com a voz de puta dela: "você tá curtindo muito, amor, pensei que ia ficar puto por terem comido sua mulher.")
(Eu respondi como pude: "adoro", e ela retrucou: "e ainda falta o melhor, corno")
(Era a primeira vez que a Mica me chamava de corno, pelo menos pra mim. Foi muito estranho, a sensação de raiva foi superada pela excitação de pensar que eu era realmente um corno que gostava de ser assim)
(A Mica se deitou de lado e mandou eu enfiar o pau no cu dela de novo pra ela continuar me contando o que aconteceu com meu pau na bunda dela. Obviamente obedeci)

Mica: então o Pablo tava na minha buceta me fazendo delirar, e o Matías metia na minha boca e falava: "cê gosta, puta?" "cê gosta de ser comida enquanto chupa pau?" "cê é nossa puta" - Ele só tirava o pau da minha boca pra eu responder sim pra tudo que ele dizia, ou se abaixava e me obrigava a beijar ele.

Depois de um tempo assim, e de ter vários orgasmos, o Pablo cuspiu na minha bunda e apoiou o dedão. Minha bunda, sem oferecer muita resistência, deixou ele entrar quase inteiro.
Pablo: Epa, parece que essa bunda quer guerra!!!!!
Eu não falei nada, embora quisesse, ou precisasse melhor dizendo, que me fizessem amor pela bunda.
Matías: Deixa eu ver, quero arrebentar o cu dessa puta!
Pablo: calma, cara, primeiro eu como ela, você olha como se faz uma bunda.

O Pablo cuspiu mais um pouco e, aos poucos, metia e tirava o dedão da minha bunda, que já tinha se acostumado. O problema foi com o segundo dedo, não entrava muito bem e eu me mexi um pouco.
Pablo: tá doendo, bebê? (eu concordei com a cabeça). Tem lubrificante? (não respondi, meio sem fôlego)
Pablo: cara (falou com o Matías) vê se na geladeira tem beautiful.

O Matías procurou e trouxe um pão de beautiful quase novo que tinha. O Pablo pegou e começou a passar na minha bunda. Eu me mexi um pouco, ainda tava muito frio.
Pablo: Que que foi, bebê? Tá fria a manteiguinha? (Respondi que sim). Relaxa, que com o calor que sai da tua buceta, você vai derreter ela rapidinho.

Pablo cortou uns pedaços de beautiful e foi derretendo na entrada do meu cu. Depois que tava bem lubrificado e a entrada do meu ânus dilatada, ele cuspiu bastante saliva e empurrou com outro pedacinho de beautiful, que dessa vez entrou até sumir lá dentro de mim.

No começo eu nem tinha percebido, mas ele tinha empurrado a beautiful com dois dedos. Ou seja, minha Booty já tava entrando no ritmo. Ele não ficou muito tempo assim até cuspir de novo e meter um pouco mais de beautiful, mas dessa vez com três dedos. Três dedos que foram muito bem recebidos pelo meu cu. Minha excitação tava quase no talo, eu já precisava que ele me penetrasse logo!

Mica: Mete em mim, Pablo, come a minha Booty, por favor!
Pablo: Isso que eu queria ouvir, slut. Abre bem as pernas e abre o cu com as mãos.

Eu obedeci, apoiei a cara no chão, abri as bandas da minha Booty e deixei meu cu à mercê do Pablo pra ser penetrado.

Ele apoiou a cock no meu cu e começou a fazer força devagar. Eu sentia a cock dele tentando romper aquela barreira que meu ânus oferecia, até que conseguiu e a cabeça da cock entrou. Eu só fiz gemer de prazer, e o Pablo foi metendo cada vez mais a cock no meu cu, aos poucos.

Eu soltei as bandas da minha Booty e, do jeito que dava, comecei a esfregar meu clitóris pra gerar ainda mais prazer.

Meus gemidos deviam estar sendo ouvidos lá da casa dos vizinhos, mas eu não tava nem aí, ou melhor, nem tinha percebido. Matías só observava a cena enquanto massageava a cock dele devagar.

Num momento, Pablo ficou parado, e eu pensei que ia gozar dentro da minha Booty, mas não. Devagar, ele tirou e falou pro Matías ocupar o lugar dele enquanto descansava um pouco. Antes do Matías meter em mim, Pablo disse: "Faz com calma, um cu não se faz da noite pro dia. Louco, mas esse aí parece que já tem uns jogos nas costas.
Matías ficou atrás de mim e, seguindo os conselhos do chefe, enfiou o pau bem devagar. Tão devagar que eu tive que dar uma rebolada pra trás pra meter eu mesma, porque ele tava indo muito lento.

Matías: Fica tranquila, putinha, já ia meter tudo. Parece que essa vagabunda quer que a gente arrebente o cuzinho dela. (Pablo respondeu: "Destrói ela, puta")

Matías não perdeu tempo e começou a me penetrar com força no cu. Eu não parava de gemer e de me tocar no clitóris, tendo mini orgasmos um atrás do outro. Tava nas nuvens. Já fazia 40 minutos que eles tavam me dando pica sem parar.

Precisava descansar, então pedi pro Matías tirar, mas ele se recusava, queria encher meu cu de porra. Pablo mandou ele parar, basicamente, então não teve outra escolha, mesmo não gostando muito.

Pablo: Calma, moleque, a gente continua depois, deixa ela descansar um pouco, coitada da gostosa.
Mica: Já voltamos, Mati, não fica nervoso. Quando eu recuperar as forças, a gente vai pra cama, assim fica mais confortável.

Depois de um tempo, pedi ajuda e Matías me levantou e me carregou no colo até o quarto (parece que a raiva já tinha passado). No caminho, ele foi me elogiando. Como eu ria do jeito que ele me carregava, ele dizia: "Uma rainha não pode tocar o chão."

Chegamos, ele me deitou devagar na cama, pedi pra ligar o ar-condicionado e fechar a porta e as janelas, não queria que ninguém visse a gente de fora.

Me ajoelhei na cama e falei pros dois subirem, pra dar uns beijos neles e deixar tudo no clima de novo.

Eles se posicionaram na minha frente e comecei a chupar o pau de cada um devagar, até ficarem bem duros de novo. Pedi pro Pablo deitar, molhei bem minha buceta e montei devagar até sentir o pau todo dentro de mim.

Comecei a rebolando devagar até me acostumar de novo e perguntei: "Já fizeram uma dupla penetração alguma vez?" Os dois responderam que não. Eu soltei uma... Cai na gargalhada e falei "agora vou ensinar vocês".
Mati, vem aqui. Fiquei parada e ele se ajeitou atrás de mim, esperando eu dar o sinal verde. Falei, vai, mete, mas devagar.
Ele hesitou uns segundos e perguntou, pela buceta ou pelo cu?
Eu gritei, pelo cu!!! como é que vão meter duas picas na buceta, nem pensa!!
Ele não demorou muito e começou a meter a pica devagar no meu cu. O Pablo, que tava embaixo, começou a sentir a pica do Matías entrando e exclamou "haaaaaa, tô sentindo ela entrando no seu rabo!!!!"
Eu só ri e falei no ouvido dele, sussurrando "cê gostou?". Ele concordou com a cabeça e começou a me beijar enquanto o Matias já tava com a pica toda no meu cu e começava o vai e vem.
Devemos ter ficado uns dez minutos assim, onde eu era penetrada pelos dois de todo jeito, suave, forte, fundo, o Pablo me beijava ou então o Matias me levantava e também me beijava, apertavam meus peitos, minha bunda, me davam tapas, enfim, tudo que você puder imaginar.
Não faço ideia de quantos orgasmos eu tive, a única coisa que sabia é que ia ficar com o cu arrombado por um bom tempo. A resistência que meu ânus fazia era quase igual à da minha buceta, a pica do Matias já entrava e saía na maior facilidade.

Num momento, o Pablo me pega e começa a me beijar apaixonadamente, enquanto sinto ele começar a encher minha buceta de porra. Era um rio de porra grossa e quente me enchendo.
Eles ficaram parados, enquanto o Pablo já me beijava suavemente. Deve ter passado um minuto até eu sentir a pica do Pablo começar a murchar, saindo da minha buceta, que começou a derramar o excesso de porra que não conseguiu absorver.

O Matías começou a me bombar de novo pelo cu, mas dessa vez ele me comia um pouco em cada buraco, enquanto o Pablo me segurava pela nuca e me beijava suave, mas intensamente (tipo apaixonado).

(Voltando ao presente, minha pica tinha endurecido de novo e eu tava metendo forte no cu da Mica.) que digamos não sentia muito, suponho que de tanta cock e cum que tinha recebido em só um par de horas).

Mica:
Matías começou a me bombar cada vez mais forte pelo bum, me pegou pelos cabelos e me separou do Pablo e me abraçando forte e respirando muito pesado na minha nuca, começou a inundar meu cu com o cum dele, me dando estocadas suaves mas profundas. Literalmente o cara me inundou de cum, a ponto de sentir escorrendo pelo meu corpo.

Ficou um tempo até deixar a última gota e tirou devagar, como se estivesse aproveitando pela última vez cada canto do meu cu.
Obviamente meu ânus não retinha nada a essa altura e quase todo o cum do Matías caiu na cock do Pablo, que reclamou um pouco. Não fez muito escândalo porque logo me disse: "suponho que você vai limpar o cum que não é meu".
Eu respondi que o meu também não era, então não ia limpar, que o dono limpasse. Já deitados os três, eu no meio, ele continuava insistindo pra eu limpar o cum e eu continuava dizendo que não, embora na verdade quisesse limpar ele, mas gosto de ser maldita às vezes.

Pablo começou a ficar nervoso e um pouco irritado e quando eu estava prestes a aceitar o pedido dele e acabar com a brincadeira que estava fazendo, Matías nos surpreendeu. Meio tímido, disse: "eu limpo pra você, deixa".
Os três ficamos em silêncio e Matías logo disse: "é pra vocês não brigarem, a gente se divertiu e seria bom terminar bem".

Olhei pro Pablo e falei: "vamos fazer uma aposta.
Você deixa o Mati limpar sua cock, se ela subir pra você, você tem que limpar minha pussy.
Se não subir, amanhã deixo você me comer quantas vezes quiser."

Pablo no começo não queria saber de nada, mas a tentação de poder me comer de novo no dia seguinte era grande. Depois de pensar, aceitou, mas colocou uma nova aposta: se o Matías subisse e ele não, o Matías teria que limpar minha pussy.

Todos aceitamos as novas condições e eu me deitei pra Observar a situação.
Matias ficou de quatro, basicamente com a pica do Pablo quase na cara dele, e olhou pra ele como se buscasse aprovação. Pablo respondeu na hora: "Para de me olhar, não seja viado. Só deixo você fazer isso pra poder comer essa puta todo dia."
Eu falei: "Não, não, é só amanhã." Pablo me disse: "Cala a boca, vou te foder o quanto eu quiser, puta, olha o que você tá me fazendo fazer."

Matias, bem devagar e quase se arrependendo, começou a lamber timidamente os ovos do Pablo. Ficou um tempão lambendo porque não era fácil chupar a porra, até que criou coragem e foi se ajudando com as mãos. Depois que terminou com os ovos, pegou a pica dele e fez a mesma coisa. Dava pra ver que Pablo, mesmo não querendo, tava ficando excitado. A pica dele tava, digamos, meia-bomba.

Quando Matias terminou, Pablo me disse: "Viu que não ia endurecer? Amanhã te parto no meio."
Eu inspecionei o trabalho que o Matias tinha feito e falei: "Para, para, você ainda tem porra na bunda."
Pablo: "Não, não, não, isso aí não, meu cu ninguém chupa."
Mica: "Então a aposta tá cancelada, e você deixou chupar sua pica por um homem à toa."
Pablo: "Não, para de encher o saco, não seja filha da puta."
Mica: "As coisas são como são, você ainda tem porra no cu."

Pablo olhou pro Matias e disse: "Vai lá, cara, faz teu trabalho." Abriu as pernas, e Matias desceu pra lamber o cu dele. Era tamanha a confusão de Pablo que ele nem percebeu que Matias tava com a pica dura, parece que tinha gostado de chupar pica.

Depois de um minuto quase interminável pra Pablo, Matias terminou de limpar ele, e, obviamente, pra decepção dele, a pica tinha endurecido.

Eu gritei: "SIIIIM, ganhei!!!! Você vai ter que limpar minha buceta!!!!!"

Pablo não podia acreditar, e Matias só ria.

"Beleza, então sobe aí que vou chupar sua buceta," disse Pablo.
Eu fiz uma contraproposta. "Vamos fazer o seguinte: enquanto você chupa minha buceta, o Mati chupa sua rabeta. Se aceitar, Mesmo tendo perdido a aposta, amanhã deixo você me comer de novo.
Pablo pensou um pouco e topou, afinal eu tinha que limpar minha buceta e já tinham chupado o cu dele, não perdia nada.

Matias obviamente disse que não faria se não ganhasse algo, então falei: "Olha, você também ficou de pau duro, então perdeu, mas como sou boazinha, vou te fazer um boquete bem gostoso enquanto estimulo seu cu, porque vejo na sua cara que você tá afim. Se não aceitar, amanhã nem vem trabalhar."

Claro que ele aceitou e começamos. Eu fiquei por cima do Pablo, mas de cabeça pra baixo, tipo fazendo um 69. Queria ver como o Matias chupava o cu do Pablo.

Com um pouco de nojo no começo, Pablo começou a lamber minha buceta. Pra dar um ânimo, peguei no pau dele e comecei a fazer um boquete, enquanto o Mati chupava o cu dele.

Eu não tava muito excitada com a lambida na buceta, mas sim com o tesão de ver o Mati chupando o cu do Pablo e ele lambendo a própria porra. Tava com os dois comendo na minha mão.

Pela rigidez do pau do Pablo, parecia que ele tava adorando as chupadas que a gente dava. Num momento, tirei o pau do Pablo da boca e ofereci pro Mati, que imediatamente engoliu ele inteiro. Eu comecei a dar linguadas no pau do Pablo e o Mati me seguiu, a gente tava chupando o pau dele juntos, e parecia que o Pablo tava gostando pra caralho, pelo jeito que ele gemia.

Num momento, falei pro Mati enfiar um dedo na bunda dele, e ele fez devagar. Pablo soltou um gemido indescritível, tava gozando como nunca. Mesmo tendo passado a tarde toda transando, o pau dele tava mais duro até que na primeira foda.

Não demorou muito pra ele começar a ter espasmos, tava prestes a gozar. Então enfiei o pau inteiro dele na boca e recebi toda a porra que ainda tinha. Por sorte não era muita, então coube tudo na minha boca. Abrindo um pouco a boca, mostrei pro Mati a porra que eu tinha e dei a entender se ele queria um pouco. Matias se aproximou e começamos a nos beijar, dividindo a porra do Pablo. A situação era incrível, mas mais incrível ainda era o que ia rolar depois.
Passado o momento da chupada no Pablo, Matias me disse que agora era a vez dele. Então me deitei com a cabeça apoiada no encosto da cama, pra ficar meio sentada, e mandei o Matias se colocar na minha frente. Abri a boca e ele basicamente começou a me comer, enquanto eu com as mãos explorava o cu dele até conseguir enfiar um dedo. Ele tava adorando pra caralho. Ficamos assim por um bom tempo. Mesmo com a excitação, era a terceira gozada que ele dava.

Mas a surpresa veio quando sinto o Pablo se posicionar atrás do Matias, tira minha mão e começa a chupar o cu do próprio funcionário. A situação era muito safada, um escândalo: dois pedreiros que eu tinha macetado como dois vagabundos de marca maior estavam chupando o cu um do outro.

Num momento, pedi pra parar e olhei pro Pablo. Ele tava com o pau meia-bomba, então falei: "Quero que, enquanto o Mati arrebenta minha rabeta, você arrebente a dele."

Pablo respondeu um "não" bem seco, mas o Mati parecia ter gostado da ideia. Me joguei no pau do Pablo e comecei a chupar ele, pedindo com voz de puta: "Por favor, vai."

Depois de um tempo, ele topou, mas não sabia se ia conseguir ficar duro de vez — já tinha gozado três vezes e não era um cara novo. Eu pulei de felicidade, dei um beijão nele e me levantei, me apoiando nas portas espelhadas do guarda-roupa. Empinei a bunda o máximo que pude e falei pro Mati: "Vem, me faz tua."

Mati se levantou rápido e, de um empurrão, meteu o pau até o fundo do meu cu e começou a me comer com força.

Pablo veio mais devagar, ainda pensando no que ia fazer. Eu via tudo pelo espelho, observava o Pablo olhando pro cu do ajudante dele, sem se decidir a desvirginar aquele rabo.

Matias criou coragem e disse: "Vai, arrebenta minha bunda, Pablo."

Pablo respirou fundo e apontou o pau pro cu do Mati. Teve um pouco de dificuldade pra enfiar. entrar porque não estava bem posicionada e porque o cu do Mati era virgem de verdade, mas com um pouco de paciência ele conseguiu enfiar a cabeça da pica na buceta do Mati.

Pablo continuava olhando com um pouco de dúvida enquanto desvirginava o assistente dele, e Mati, de olhos fechados, curtia pra caralho. Eu fiz um movimento brusco pra trás pra pica do Pablo entrar toda, já que ele não tava com coragem, e por sorte foi assim. Mati soltou um suspiro de prazer indescritível.

Pablo já relaxou um pouco e ficou me olhando pelo espelho, minha cara era de puta no cio, cara de luxúria total, e enquanto me encarava fixo pelo espelho, começou a meter cada vez mais forte no Mati. As estocadas no Matias faziam ele também me penetrar. Em pouco tempo os movimentos ficaram mais ritmados entre nós três, e Mati não aguentou muito, enchendo meu cu de porra de novo.

Eu pensei que ali terminava tudo, mas Pablo tirou a pica do cu do Mati, empurrou ele de lado e cravou a pica de novo no meu cu. Começou a me foder com raiva enquanto dizia: "Tá feliz, puta? Arrebentei o cu do meu assistente." Eu só ria, fazendo a fúria das estocadas dele aumentar cada vez mais, até que finalmente gozou, embora já tenha saído pouca porra, pude sentir os espasmos da pica dele.

Ainda com a pica dele dentro, me aproximei do ouvido dele e sussurrei com voz de puta: "Adorei, Pablito, e você também gostou, fala a verdade."

Ele tirou a pica e foi direto pro banheiro tomar banho. Eu me deitei ao lado do Mati, que ainda estava com cara de feliz aniversário olhando pro teto, abracei ele, beijei e perguntei se ele tinha gostado.

Ele, ainda em êxtase, disse que foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele. Desci minha mão até o cu dele e acariciei um pouco, e falei: "E olha que você não levou porra na buceta, tá perdendo a melhor coisa da vida." Ele mordeu os lábios de desejo e não disse nada.

Continuei acariciando suavemente o cu dele, recém-desvirginado, e falei: "Amanhã a gente convence o Pablo a te dar a porra dele no A Booty, fica tranquilo". Ele só agradeceu e não falou mais nada.

Pablo saiu do banheiro e mandou o Matias tomar um banho rápido e se vestir. Ele fez isso e foram embora. Quando Pablo estava saindo, me deu um beijo e disse: "Amanhã a gente continua, putinha, vou te destruir".

Voltando ao presente, obviamente enchi a Booty da minha Mica de porra de novo, pela segunda vez, e não perdi nenhum detalhe de tudo que ela me contou.

A verdade é que achei uma loucura total e a vontade de ver pelo menos uma cena assim ficou martelando na minha cabeça. Por sorte, consegui presenciar algo parecido em outra ocasião, mas isso fica pra um próximo relato. O que importa é que a piscina ficou pronta, mas demoraram quase dois meses — vocês imaginam o porquê.

Espero não ter entediado vocês com um relato tão longo, mas o nível de detalhe e o que a Mica fez naquele dia realmente mereciam.

16 comentários - Minha mulher e os pedreiros

jmb_78 +1
buen relato..te deje puntines...para cdo fotos de tu jermu..
queremos ver ese lomo de putita😋
que locura, la puta madre, que al palo que estuve en todo momento
Crimy23 +1
Muy buen post de imaginarme lo puta que es tu mujer se me puso bien dura
Morboso y excitante a más no poder. Felicitaciones! Me sumo al pedido de #jmb_78 respecto a que nos muestres fotos de la putita. +10
escribiste un relato o un libro? encima de cornudo consciente sos pelotudo tambien?
La próxima escribo tres renglones así no se recalienta tu cerebro por leer tanto
si puediera te pongo 100 puntos me encanto el relato y yo se limpiar piletas jajaj
Honestamente me dejas sin palabras
Este relato es simplemente espectacular muy bueno gracias por compartir
Espero leer el resto de la historia waaaaaaaooooooo
Tremendo relato cuanta adrenalina en la historia original y tambien escucharlo de tu mujer mientras tenes la pija en su cola. Creo ambos se dieron un gustito unico, los felicito y obviamente voy a leer sus otros relatos.
Expectacular... Nunca disfrute tanto un relato tan largo... Te atrapa de principio a fin!!!
Soleles +2
quisiera que esos dos albañiles vengan a mi casa y vos y tu mujer también, sabes que fiesta hariamos también estaría mi marido. Los 6 fuaaa que fiestaza
Maravilloso relato, no pude para de tocarme la pija mientras lo leia. No importa que sea largo si es bueno, me fascino. mañana continuo con los otros relatos