Meu nome é José e minha esposa é Mica. Estamos casados há mais de 7 anos e, como contei nos relatos anteriores, há uns três anos, minha mulher, numa noite de bebedeira, me fez de corno com dois colegas de trabalho dela, o que mudou nossa vida sexual pra sempre. Depois disso, tivemos várias aventuras e até um gangbang improvisado numa festa de réveillon.
Pra quem não nos conhece, a Mica é magrinha, não tem muitos peitos, mas tem uma bunda de infarto. Ela tem daqueles booties grandes, bem redondos e firmes, que deixam qualquer um maluco, e por sorte ela manteve isso quase perfeito com os anos, a idade e todas as penetradas que levou.
Depois daquela festa totalmente descontrolada, onde deixaram o cu da Mica cheio de porra, nossa vida sexual ficou bem mais normal e monótona. Não teve mais participação de terceiros, nada de provocar homens na rua (pelo menos que eu saiba) nem nada estranho, além da introdução de brinquedos sexuais, pra Mica, óbvio.
Por sorte, há uns dois anos, conseguimos comprar uma casa, um pouco afastada do centro, mas com um quintal bem grande que dava aquela sensação de liberdade que um apartamento não dá. A casa era pequena, mas não precisávamos de mais, só faltava a piscina, algo bem caro na Argentina, mas que dava pra fazer de um jeito mais modesto.
Depois de um tempo, já mais estabilizados financeiramente, botamos a mão na massa e começamos a pesquisar preços e referências. Foi assim que chegamos num tal de Pablo, que tinha feito a piscina de um colega meu do trabalho.
Ligamos pra ele e ele fez um orçamento que fechava com a gente, era bem mais barato que outros que consultamos. Mas a diferença é que, como só duas pessoas iam trabalhar na obra, a construção ia demorar mais, pelo menos três semanas, que obviamente acabaram virando um mês.
O problema é que eu não tinha tantos dias de férias, e não sobrou outra alternativa a não ser a Mica, que Tinha quase um mês de antiguidade, pedi uma licença especial pra ficar em casa e supervisionar a obra.
Foi assim que começamos a construção. No primeiro dia, chegou o Pablo com o ajudante dele, um tal de Matías. Os dois tinham boa aparência, limpos, educados, então não tive muitos problemas em deixar a Mica cuidar de tudo sozinha.
Pablo (o chefe, digamos) é um cara normal, uns 38 ou 40 anos, com um corpo meio trabalhado (deve ser pela atividade dele) e bem educado. O Matías era mais novo, um pouco mais magrelo, mas também tinha pinta de um cara legal.
Os primeiros dias foram super normais, fizeram o buraco e não incomodaram nem fizeram nada estranho. Segundo a Mica, às vezes ela ia ver se eles estavam lá porque nem dava pra ouvir eles trabalhando.
Depois de uma semana, a Mica já tava meio nervosa, entediada e sem saber o que fazer o dia inteiro sozinha (eu trabalho das 9 às 18 e, nos últimos meses do ano, geralmente faço horas extras que ainda ajudavam a pagar a piscina).
Uma noite, a Mica reclamando um pouco, me disse que queria tomar sol, mas tinha vergonha do Pablo e do Matías estarem ali. Olhando pra ela e dando uma risada, falei: "Vergonha você? De quê?"
Com meu comentário, ela se irritou e foi dormir. Claro que me senti mal, então fui falar com ela e disse pra não se preocupar, que tomasse sol e pronto. Se visse algo estranho, cortava esse assunto e acabou, que não fosse tão complicada.
E foi o que ela fez. Depois de alguns dias, tava super feliz, podia tomar sol tranquila, ninguém falava nada, e segundo ela, nem olhavam pra ela.
Passadas mais de duas semanas de obra, cheguei em casa uma tarde, fui até o quarto e vi a Mica deitada de bruços, com as cortinas fechadas e no escuro.
Perguntei o que tinha acontecido, e ela disse: "Me comportei mal, amor, e tô com vergonha."
"O que aconteceu?", perguntei na hora, e me sentei na cama ao lado dela.
Ela continuava dizendo que tinha se comportado mal e que tinha vergonha de me contar, e eu continuava tentando "consolá-la", por assim dizer. Nisso, Mica acende o abajur e me fala: "olha minha bunda pequenininha"
Quando baixei o olhar, vi na hora do que se tratava. Mesmo de fio dental, dava pra ver que o cu da Mica tava super dilatado e brilhoso.
(para facilitar o entendimento das falas, vou colocar nossas iniciais: Jose (J) e Mica (M)
J: O que rolou? Você se masturbou? Não tô entendendo.
M: Não, não me masturbei.
J: Então? Não tô sacando.
M: Põe a mão e você vai ver.
Levei minha mão até a raba da Mica, puxei o fio dental e comecei a enfiar um dedo no cu dela. Aí entendi o que tava rolando: Mica tava com o cu todo leitoso!!!!
J: O que aconteceu? É porra que você tem no cu?
M: Sim, amor, por isso tô com vergonha.
J: De quem é essa gozada? Do Maxi? Do Andres? (esses eram os colegas de trabalho da Mica que me fizeram de corno há muito tempo)
M: Não, amor, é do Pablo e do Matías.
J: QUE?!?!?!!!?!? Esses dois filhos da puta te estupraram ou o que caralhos?!?!?!?!
M: Não me estupraram, amor, longe disso. Eu fraquejei e não consegui resistir. Sabe que quando eu fico com tesão, não raciocino nada. Me perdoa, por favor!
Depois de pensar um pouco e o susto passar, enfiei o dedo no cu dela de novo e falei:
J: Te perdoo se você me contar tudo com todos os detalhes.
Ela sorriu e disse: "Claro que sim, amor, sabe que não gosto de esconder nada de você."
J: Ok, espera aí que vou ficar mais confortável e deitar.
M: Beleza, vou te contar o que rolou nos últimos dias. Como você me recomendou há uns dias, comecei a pegar sol no quintal, mesmo eles estando trabalhando.
Tudo era super normal, de vez em quando eu percebia que eles olhavam de canto pra minha raba, até menos do que olham na rua ou no mercado quando você tá do meu lado.
Como tava tudo muito tranquilo e eu me sentia segura, hoje pra pegar sol eu vesti o biquíni rosa que é bem pequenininho atrás, aquele que é fio dental basicamente.
J: Sim, sim, aquele que te dei pras férias há uns anos, que entra bem no teu cu, por sinal.
M: Esse mesmo. Sabe que não gosto que fiquem marcas em mim.
(enquanto Mica começava a me contar o que tinha acontecido, eu não parava de enfiar os dedos na bunda e na buceta dela, de onde começava a escorrer cada vez mais porra)
M: Depois do meio-dia, fui pegar sol como sempre. Tava muito calor, então peguei a mangueira e comecei a me molhar. Aí percebi que o Pablo e o Matías não paravam de me olhar. Sempre sendo bem-intencionada, pensei que talvez eles também quisessem se molhar, já que tava muito quente.
Então falei pra eles que se quisessem usar a mangueira, não tinha problema. O Pablo respondeu: “obrigado, senhora, daqui a pouco a gente se molha, porque tá muito calor.”
Eu me deitei de bruços na espreguiçadeira, olhando na direção deles, coloquei meus fones e botei música no celular. Daí a pouco, vejo eles se aproximarem e falarem algo. Tirei os fones e perguntei o que tinham dito, que não ouvi nada. Aí o Pablo falou que iam se molhar um pouco.
Eu respondi que sim, que se refrescassem à vontade. Quando terminaram (não conseguia vê-los, mas sentia os olhares deles cravados na minha raba).
Quando acabaram, o Pablo se aproximou de novo e falou comigo outra vez. Dessa vez, perguntou se podiam tirar a camiseta, porque tavam com muito calor. Eu hesitei um pouco, mas deixei. O calor tava insuportável, e trabalhando, imagino.
Aí vi eles de torso nu e, sinceramente, algo começou a acender em mim, não sei o que deu.
Eles perceberam que eu tava olhando, então me levantei e me molhei de novo com a mangueira, coloquei meus óculos escuros e me deitei de bruços com os fones, mas dessa vez não botei música.
Via eles conversando baixinho e, daí a pouco, o Matías se aproxima e fala: “senhora, vou me refrescar de novo.” Eu fingi que tava dormindo, então ele foi e usou a mangueira. Quando terminou, passou do meu lado e sacudiu o cabelo, deixando cair gotas nas minhas costas. Continuei fingindo que tava dormindo e não falei nada.
Aí comecei a ver que eles praticamente pararam de trabalhar e não paravam de me olhar, de cochichar entre si e de se esfregar lá embaixo.
J: Com o que você quer dizer, se esfregar lá embaixo? Eles ficavam se esfregando o volume?"
M: "Sim, como se estivessem se masturbando de leve. Depois de um tempo, vejo os dois se aproximarem e irem pra mangueira. Nem abriram a torneira dessa vez, foram até lá só pra olhar minha raba de pertinho. Logo comecei a ouvir eles conversando e consegui entender algumas coisas."
J: "E o que eles diziam?" (Nessa altura, eu já tava com o pau duríssimo e muito puto.)
M: "Diziam coisas tipo 'que pedaço de bunda essa gostosa tem', 'que fodida que eu dava nela', 'essa magrinha é divina'."
Depois de um tempo, fiz um movimento e eles rapidamente saíram pra fingir que ainda estavam trabalhando.
Levantei da espreguiçadeira e fui pra cozinha, mas antes perguntei se eles tinham se refrescado de novo (pra eles pensarem que eu não tinha visto nada) e responderam que não, mas que logo iriam porque tavam com muito calor.
Ofereci fazer um suco com bastante gelo pra esfriar, e eles responderam com um sonoro "sim, por favor". Falei pro Pablo me acompanhar pra pegar a jarra.
Já na cozinha, comecei a preparar o suco sob o olhar atento do Pablo, que não perdia qualquer chance de, quando eu virava de costas, olhar pra minha raba.
Num momento, pedi pro Pablo pegar mais gelo na geladeira, então ele passou por trás de mim e aproveitou pra, disfarçadamente, roçar o pulso na minha bunda.
Ele me alcançou a forminha de gelo e, ao passar por trás de novo, tentou roçar minha raba outra vez, mas eu me afastei, então ele não conseguiu e ficou parado na porta me olhando enquanto eu preparava o suco bem devagar.
Nisso, pedi pra ele pegar outra forminha de gelo na geladeira, mas antes que ele saísse correndo pra buscar, falei: "Olha, é errado ficar de besta roçando a bunda de uma mulher."
Com muita vergonha, ele respondeu: "Desculpa, senhora, foi sem querer, não fica brava."
Eu respondi: "Essa desculpa eu já ouvi mil vezes. Olha, se você vai tocar na bunda de uma mulher, toca direito e aguenta se depois levar um tapa. Tapa, mas ficar de besta tentando roçar é muito errado.
O Pablo ficou uns segundos sem saber o que fazer até que começou a procurar outra forma de gelo, passou por trás de mim e nem me olhou. Quando voltou, me deu a forma e, ao passar por trás de mim de leve, mas pegando nas minhas duas nádegas por completo, apertou suavemente minha bunda.
Naquele momento, um fogo invadiu meu corpo inteiro, não sei se porque não esperava ou o que, mas senti um calor incrível correndo pelo meu corpo.
O Pablo parou na porta e disse: “Desculpe, senhora, não consegui me conter diante de tanta beleza. Se quiser me bater, está no seu direito.”
Eu disse: “Não esquenta, se vão pegar na minha bunda, prefiro que aproveitem e não fiquem se escondendo.” Peguei a jarra com suco e saímos para o quintal de novo.
Deitei de novo na espreguiçadeira, e daqui a pouco vejo o Matías chegando com a jarra na mão e diz: “Senhora, a senhora podia botar mais gelo, porque tá muito calor.”
As intenções dele eram claras, com certeza o Pablo tinha contado o que rolou, então quis provocar um pouco e falei: “Entra e bota você, sem problema.”
Ele ficou mudo uns segundos, o plano dele estava indo por água abaixo, então eu disse: “Não, deixa, eu boto porque você deve estar com as mãos sujas.”
Levantei e fomos pra cozinha. A cena era quase a mesma: Matías parado na porta vendo eu colocar mais suco e esperando eu pedir pra pegar gelo, então não fiz ele esperar mais e falei: “Pode pegar uma forma de gelo pra mim?”
Ele passou por trás de mim, pegou a forma e, quando estava saindo, agarrou minha bunda, mas diferente do Pablo, o Matías apertou com força e ficou uns segundos a mais aproveitando minha bunda quase nua. Até tive que mandar ele parar um pouco, porque senão não soltava mais.
Naquela hora, ele caiu em si e a excitação baixou um pouco, dava pra ver na cara dele que ficou com vergonha e não dizia nada, só olhava pro chão.
Eu disse: “Tá tudo bem.” Não esquenta, certeza que o Pablo mandou você vir aqui pra passar a mão na minha bunda, ou tô enganada?
Matias: Sim, senhora, ele me contou o que rolou e eu não queria perder essa chance, me desculpa.
Mica: hahaha sem problema. Vamos fazer uma brincadeira com ele, fala pra ele passar a mão na sua pica (eu já tava doida e com tesão). Ele só sorriu e disse “sim, sim, seria bom”.
Terminei de fazer o suco e entreguei a jarra pra ele, e antes de ir embora ele me fala “vou falar isso pra ele, mas seria melhor se eu realmente sentisse sua mão na minha pica, não sou bom em mentir, pelo menos por cima da calça”.
Mica: haaaaaaaaaaaa você é um safado!!! Vamos fazer o seguinte, abaixa um pouco a calça e eu passo a mão, porque essa calça tá cheia de terra.
Matias abaixou um pouco a calça e tirou a pica pra fora, que não tava dura de vez mas já tava começando a esquentar.
Olhei nos olhos dele, molhei a mão com saliva e segurei firme, começando a mover minha mão pra frente e pra trás devagar. Na hora percebi a pica dele começando a inchar cada vez mais. Ele só respirava, cada vez mais fundo, aliás.
Devem ter passado uns dez segundos e eu soltei, falando “pronto, já era, agora pode se gabar pro seu chefe”. Ele subiu a calça, me agradeceu e foi encontrar o Pablo.
Eu fiquei na cozinha vendo o Matias contar todo empolgado o que tinha rolado. Aí vejo o Pablo chegando. Ele parecia meio puto.
Entra na cozinha e me fala:
P: Desculpa, senhora, mas acho que meu ajudante passou dos limites. Ele me contou o que aconteceu e, se quiser, eu demito ele agora mesmo, acho uma falta de respeito.
M: Não sei o que o Matias te falou que rolou aqui, só fiz suco pra ele (queria continuar a brincadeira).
P: Desculpa, senhora, mas ele disse que a senhora tocou no pinto dele a pedido dele, mas acho que ele deve ter te intimidado pra fazer isso.
M: Não sei por que você pensa assim, ele é um garoto muito legal, ele me pediu algo e eu topei porque tava com vontade, não vejo qual é o problema. Você passou a mão na minha bunda e eu não falei nada.
P: Tá bom, senhora, mas repito: se quiser, amanhã trago outro ajudante.
M: Não sei por que você insiste nisso, não me diga que tá com ciúme porque ela pegou na pica?
P: ha, não senhora, vai um pouco talvez sim, mas tô mais com ciúme porque ele teve o prazer de acariciar mais tempo a sua bunda gostosa.
M: Meu Deus, o que a gente tem que ouvir. Bom, vem cá e pega na minha bunda um pouco, não quero mais briga, quero que terminem minha piscina o mais rápido possível.
Eu me virei e apoiei os cotovelos na bancada, ficando de costas arqueadas, o que deixava minha bunda empinada e à mercê dos desejos do Pablo.
Ele ficou paralisado, então eu falei: "E aí? O que você vai fazer? Já te falei que não quero ciúme entre vocês e que quero que terminem minha piscina logo."
Pablo se aproximou em silêncio, ficou atrás de mim e com as duas mãos começou a acariciar e massagear as bandas da minha bunda. Cada vez apertava mais forte, até enfiava a mão cada vez mais pra baixo, roçando na minha bucetinha, abria minhas nádegas e soltava, curtindo o movimento que faziam ao se juntar de novo. Literalmente tava brincando com minha bunda, e eu tava adorando pra caralho!!!!
Não sei quanto tempo passou, eu só fechei os olhos e me entreguei pra curtir as carícias cada vez mais intensas do Pablo. Num momento, Pablo encosta o corpo dele no meu e sinto ele apoiar a pica, que tava durona pra cacete, na minha bunda e com as mãos agarra minha cintura. Ele começou a se esfregar na minha bunda. Eu não parava de ficar mais tesuda, tava totalmente excitada.
Num momento, ele se afasta e sinto ele baixar a calça. Eu fiquei imóvel, sem saber o que fazer, até sentir ele apoiar a pica na minha virilha, roçando na minha xota por cima da biquíni.
Devem ter passado uns segundos até eu me levantar um pouco e cortar a cena.
Falei: "Já chega, até aqui foi." Ele não disse nada e se afastou pra trás, parando de me apertar contra a bancada da cozinha.
Nisso, percebo que na porta da cozinha... Matías estava ligado em cada detalhe do que tava rolando, se masturbando de leve.
Pablo: Que que cê tá fazendo, mano? Vaza daqui!
Matías: Claro, o sem noção sou eu, sendo que você tava era se esfregando todo.
Pablo foi direto encarar ele, e eu gritei: "Parem com essa merda de discussão". Os dois ficaram me olhando, Pablo com uma ereção que o short não conseguia esconder direito e Matías com o pau ainda na mão.
"Olha, chega de confusão. Quero que vocês terminem a piscina de uma vez. Pra ser sincera, já é um saco que eu deixei vocês tocarem na minha bunda e agora tão brigando que nem dois moleques."
Pablo respondeu na hora: "Desculpa, senhora, a gente vai continuar trabalhando, fica tranquila."
Mas Matías se animou e foi além: "Desculpa, senhora, mas eu vou pedir demissão. Não tem como continuar trabalhando depois de ver e tocar essa raba. Sinceramente, não vou conseguir parar de pensar na senhora e não vou render no serviço."
Ele virou as costas e saiu pro quintal pra pegar as coisas dele. Pablo ficou pensando, com cara de preocupação, e eu falei: "Vai lá e convence ele a ficar, senão você nunca mais termina a piscina. Faz o que for preciso pra ele ficar."
Eles ficaram no quintal discutindo um tempão, até teve empurrão, até que os dois voltaram pra cozinha. Matías já tava com a mochila nas costas, então achei que tinha decidido ir embora.
Matías: "Desculpa, senhora, mas não vou conseguir continuar trabalhando assim."
Eu: "Para de frescura. Não entendo qual é o problema agora. Você tocou na minha bunda, eu toquei no seu pau, e agora você quer bancar o santinho e vazar? Não sei o que mais você quer."
Matías: "Nada, senhora, não quero desrespeitar a senhora."
Eu: "Tá bom, faz o que quiser, mas fala as coisas na cara e explica por que você tá indo embora, não seja cagão."
Matías: "É simples, senhora, já falei: não vou conseguir trabalhar assim, vou passar o dia todo pensando em como quero comer a senhora." (Pablo deu um tapa na nuca dele e falou: "Não seja mal-educado.") Cara: Tá bom, Pablo, não me ofendo. Vamos ver, tudo tem solução na vida. Te ofereço um trato. Se você topar, deixo você apalpar minha bunda de novo por um tempo pra aliviar sua vontade.
Matías: Obrigado, senhora, mas isso vai ser pior, vai me dar ainda mais vontade.
Cara: Bom, vamos ver, a gente soma umas carícias que eu faço em você até acalmar um pouco sua vontade, não sei se você me entende.
Matías: Parece tentador, mas não sei.
Pablo: Aceita, cara, ela tá te oferecendo um boquete e você recusa, seu idiota!
Cara: Eu não falei nada de boquete, era uma punheta, mas beleza, te ofereço um boquete, aqui e agora, em troca de você ficar e terminar a piscina no prazo.
Matías: Beleza, parece justo, vou tentar fazer o melhor que puder pra terminar a piscina.
Pablo: Que sorte que você tem, cara. (deu meia-volta e foi pro quintal continuar trabalhando)
Cara: Pablo, não me importo de você ir, se quiser ficar, não tem problema.
Pablo não pensou duas vezes e ficou encostado no batente da porta. Matías se aproximou, eu coloquei uma almofada de uma cadeira no chão, me ajoelhei e fiquei de frente pra pélvis dele. Abaixei devagar a calça dele até os tornozelos.
A pica do Matías tava meio dura, mas não totalmente. Peguei ela e, abrindo bem a boca, meti inteira na boca e comecei a chupar como se fosse um sorvete. Não demorou muito até ele ficar completamente duro, tava duríssimo já. Continuei assim por um tempo, chupando devagar a pica dele e batendo uma lentamente. Ele só se arqueava e olhava pra cima, dava pra ver que tava adorando.
De repente, vejo o Pablo passar do nosso lado, viro a cabeça e vejo ele sentar numa cadeira atrás de mim. Diante do meu olhar, ele responde: "Vou ficar confortável pra curtir o espetáculo, espero que não se importe." Eu ri e continuei chupando a pica do Matías, que já tinha pegado na minha cabeça pra eu seguir com o trabalho.
Nessa altura, eu tava mais que excitada, minha buceta tava inchada e molhada, então não aguentei e comecei a esfregar meu clitóris com a mão esquerda, enquanto com a direita pegava a pica do Matías pra chupar bem gostoso.
Matías me segurou pela cabeça e me obrigava a engolir quase inteira a pica (coisa que não me agrada muito, mas que tolerei, provavelmente por causa do tesão que tava).
Alguns engasgos e desconfortos essa situação me dava, mas a pica do Matías não era tão grande, então não tinha problema. Num momento sinto o Pablo levantar da cadeira e vir na nossa direção. Paro de chupar a pica do Matías e, ao me virar, vejo que o Pablo tava atrás de mim com a pica duríssima, batendo uma e me olhando, esperando pra ver o que eu fazia. Olhei pro Matías e falei: "vai ter que esperar um pouco agora."
Me virei e comecei a lamber a pica do Pablo bem devagar. Apoiava toda minha língua e percorria todo o pau dele. Comecei a meter na boca e brincar com a língua na cabeça dele. Ele não parava de gemer.
Num momento sinto o Matías me segurar pela cabeça de novo e me virar, apontando a pica dele de volta pra minha boca. Eu obedeci e continuei mamando nele. Fui alternando um tempo com cada um até que o Matías não aguentou mais e, numa das viradas, me segurou pela nuca pra eu não escapar (por sorte não empurrou a pica toda dentro da minha boca) e começou a soltar jorros intermináveis de porra dentro da minha boca.
Assim que terminou de gozar dentro da minha boca, olhei nos olhos dele e comecei a deixar a porra escorrer pelo meu rosto, porra que começou a cair nos meus peitos e seguiu pela minha barriga até chegar nas minhas pernas.
O Pablo me fez virar e também meteu a pica dele. Ele demorou um pouco mais pra gozar, mas não tanto. Tirou a pica da minha boca, apoiou no meu rosto e começou a soltar todo o sêmen na minha cara.
Os dois ficaram exaustos e sentaram, enquanto eu continuei de joelhos com a cara e o corpo todo banhados de porra e, principalmente, muito excitada.
Olhando pra eles, comecei a me masturbar, primeiro por cima da biquíni, mas depois puxando ele pro lado pra poder esfregar bem meu clitóris. Por sorte, a porra que tinham deixado em mim serviu de lubrificante, o que fazia o prazer ser enorme.
Eu gemia e me massageava os peitos, que já estavam praticamente de fora sob o olhar atento dos dois.
Não demorei muito pra ter o primeiro orgasmo, que me fez tremer de prazer. Soltei um gemido longo e barulhento enquanto apertava meus peitos e meu corpo tremia de tesão, foi incrível, fazia tempo que não tinha um orgasmo assim só me masturbando.
Depois de recuperar um pouco o fôlego, olhei pra eles com calma e vi que os dois estavam se acariciando o pau bem devagar, até o Matías já dava pra ver que tava tendo outra ereção.
Não tinha mais volta, precisava ser penetrada urgentemente. Minha cabeça não parava de viajar e lembrar daquelas noites em que eu era comida por dois, aquela sensação de me sentir completamente preenchida me tirava do sério.
Me virei, ficando de costas pra eles, me apoiei de quatro com a cabeça no chão e com a mão direita comecei a me masturbar de novo. Imagino que a cena devia ser foda pra eles, porque começaram a aplaudir e gritar, falando coisas tipo "uhhhh que rabão, pelo amor de Deus" e "que pedaço de mulher, meu Deus".
Pelo pouco que eu conseguia espiar, via que não perdiam nenhum detalhe de como eu me masturbava.
Já estando puta de tesão, não resisti e falei com voz de puta: "vamos ver quem vai me dar um pouco de prazer".
Imediatamente, os dois se jogaram em cima de mim. Pablo chegou primeiro e ficou atrás de mim. Começou a apalpar minha bunda. Abria minhas nádegas, dava tapas, cuspia no meu cu. Enquanto isso, Matías ficou do meu lado e massageava minhas costas e meus peitos, deixando a poucos centímetros do meu rosto o pau dele já totalmente duro de novo.
Pablo se abaixou e começou a me fazer sexo oral de um jeito descomunal, literalmente enfiava quase toda a língua na minha buceta molhada, enquanto com as duas mãos me abria as palmadas na bunda e eu sentia o nariz dele roçando meu cu.
Matías me levantou um pouco e me ofereceu o pau dele pra eu lamber de novo. Não hesitei nem um segundo e comecei a chupar o pau dele inteiro. Meus gemidos eram controlados só pelo pau de Matías que tava na minha boca, Pablo tava quase me fazendo gozar só com a língua. Pouco tempo depois, aquele orgasmo veio e foi incrível, a ponto de minhas pernas ficarem bambas de tanta eletricidade que senti percorrer meu corpo.
(enquanto isso, voltando ao presente, eu tava com o pau duro pra caralho, tirei os três dedos que tinha no cu da Mica, me livrei da pouca roupa que ainda tinha e imediatamente enfiei meu pau de uma vez na minha Mica, pelo cu, obviamente. Ela só disse "finalmente, amor, precisava que você me comesse".
Eu comecei a bombar forte no cu dela, tava muito excitado, mas num surto de lucidez parei, deixando o pau todo enfiado no cu dela e falei "continua me contando")
Mica, como conseguiu, seguiu com a história do que fez com os pedreiros.
Depois do orgasmo violento, Matías pediu pro Pablo trocarem de lugar. Ele foi pra trás e começou a chupar minha buceta também, mas não por muito tempo. Subiu pra minha bunda e começou a chupar meu cu de um jeito frenético. A força que ele fazia com a língua na minha bunda fez meu ânus começar a dilatar como se fosse nada. Obviamente, Pablo tinha enfiado o pau na minha boca e tava literalmente me comendo de boca.
Num certo momento, Matías para de chupar meu cu e sinto ele apontar o pau dele pra minha buceta. Eu falei pra ele só encostar e que eu ia fazer o trabalho (mesmo não tendo o pau muito grande, não queria que, por forçar de entrada, depois doesse e eu não aproveitasse).
Como eu falei, Matías encostou o pau dele na minha buceta e eu me concentrei só naquilo. Aos poucos foi entrando, o mais difícil foi a cabecinha, mas depois que rompeu aquela barreira, foi ficando cada vez mais fácil. Com a metida e sacada lenta, o pau de Matías foi se banhando na minha lubrificação e entrando. centímetro por centímetro na minha buceta até que ficou toda dentro.
Matías só gemia, e Pablo, que tinha ficado órfão de buraco pra enfiar a pica, não fazia outra coisa senão me dar chicotadas na cara com a rola ou passar ela na minha boca esperando eu abrir pra chupar de novo.
Já acostumada, minha buceta parou de se mexer e eu continuei chupando a pica do Pablo. Matías percebeu e começou a bombar devagar, levou ao pé da letra aquela história de ir com calma. Por sorte, essa ideia durou pouco e logo ele começou a me comer forte e fundo, a ponto de se segurar na minha cintura pra que, junto com o impulso dele, a penetração fosse ainda mais profunda.
Começou a se ouvir aquele típico plaf plaf plaf das bolas batendo no clitóris, situação mais que gostosa pela estimulação que causa. Não aguentei muito até ter outro orgasmo (o primeiro por penetração). Comecei a tremer muito forte, como sempre acontece comigo no primeiro orgasmo intenso, e fiquei uns segundos quase imóvel.
Esse momento foi aproveitado pelo Pablo pra pedir troca de lugar e ele foi se posicionar atrás de mim pra me penetrar. Matías, obviamente, se colocou na minha frente pra eu mamar a pica dele.
Já com o caminho aberto, Pablo não teve muita resistência pra me penetrar, além do mais a pica dele era normal, nada de outro mundo, mas logo percebi que ele sabia usar muito bem. Comia de um jeito incrível. Não se limitava só a meter e tirar, mas brincava com minha buceta, desviava pro lado e raspava um pouco mais minhas paredes vaginais, tirava e esfregava no meu clitóris, buceta e cu e metia de novo com violência. Basicamente, ele me estimulava por todos os lados, além de eu ter a pica do Matías na boca com aquele gostoso sabor de pica e buceta juntas que é uma delícia.
(Voltando ao presente, eu não aguentei mais, apesar de estar comendo bem devagar a Mica, e enchi o cu dela de porra. Fazia tempo que não gozava tanto, dá pra ver que tava excitadíssimo.) com o relato da Mica, ainda me imaginava como tinha sido a cena e isso me deixava louco)
(Ao sentir a quantidade de porra, a Mica riu e falou com a voz de puta: "você tá curtindo muito, amor, pensei que ia ficar puto por terem comido sua mulher.")
(Eu respondi como pude: "adoro", e ela replicou: "e ainda falta o melhor, corno.")
(Era a primeira vez que a Mica me chamava de corno, pelo menos pra mim. Foi muito estranho, a sensação de raiva foi superada pela excitação de pensar que eu era realmente um corno que gostava de ser.)
(A Mica se deitou de lado e mandou eu enfiar o pau de novo no cu dela pra ela continuar me contando o que aconteceu com meu pau na bunda. Obviamente obedeci.)
Mica: então o Pablo tava na minha buceta me fazendo delirar, e o Matías metia na minha boca e falava: "cê gosta, puta?" "cê gosta de ser comida enquanto chupa pau?" "cê é nossa puta." - Ele só tirava o pau da minha boca pra eu responder sim pra tudo que ele dizia, ou se abaixava e me obrigava a beijar ele.
Depois de um tempo assim, e de ter vários orgasmos, o Pablo cuspiu na minha bunda e apoiou o dedão. Minha bunda, sem oferecer muita resistência, deixou ele entrar quase inteiro.
Pablo: Epa, parece que essa bunda quer guerra!!!!!
Eu não falei nada, embora quisesse, ou precisasse melhor dizendo, que me fizessem amor pela bunda.
Matías: Deixa eu ver, quero arrebentar o cu dessa puta!
Pablo: Calma, cara, primeiro eu como ela, você vê como se faz uma bunda.
O Pablo cuspiu mais um pouco e, aos poucos, enfiava e tirava o dedão da minha bunda, que já tinha se acostumado. O problema foi com o segundo dedo, não entrava muito bem e eu me mexi um pouco.
Pablo: Tá doendo, bebê? (eu concordei com a cabeça). Tem lubrificante? (não respondi, meio sem fôlego)
Pablo: Cara (falou com o Matías), vê se tem beautiful na geladeira.
O Matías procurou e trouxe um pão de beautiful quase novo que tinha. O Pablo pegou e começou a passar na minha bunda. Eu me mexi um pouco, ainda tava muito frio.
Pablo: que foi, bebê, a manteiga tá fria. (Eu respondi que sim). Fica tranquila que com o calor que sai da sua bunda você vai derreter ela rapidinho.
Pablo cortou uns pedaços de beautiful e foi derretendo eles na entrada do meu cu. Depois que ficou bem lubrificado e a entrada do meu ânus dilatada, ele cuspiu bastante saliva e empurrou com outro pedacinho de beautiful que dessa vez entrou até sumir dentro de mim.
Eu não tinha percebido no começo, mas ele tinha empurrado o beautiful com dois dedos. Ou seja, minha Booty já tava entrando no ritmo. Não ficou muito tempo assim até ele cuspir de novo e colocar um pouco mais de beautiful, mas dessa vez com três dedos. Três dedos que foram muito bem recebidos pelo meu cu. Minha excitação tava quase no máximo, eu precisava que ele me penetrasse logo!
Mica: Mete em mim, Pablo, come minha Booty, por favor!
Pablo: Era isso que eu queria ouvir, slut. Abre bem as pernas e abre a bunda com as mãos.
Eu obedeci, apoiei o rosto no chão, abri as bandas da minha Booty e deixei meu cu à mercê do Pablo pra ser penetrado.
Ele apoiou a cock no meu cu e começou a fazer força devagar. Eu sentia a cock dele tentando romper aquela barreira que meu ânus oferecia até que conseguiu e a cabeça da cock entrou. Eu só fiz gemer de prazer e o Pablo, aos poucos, foi enfiando cada vez mais a cock no meu cu.
Eu soltei as bandas da minha Booty e, como pude, comecei a esfregar meu clitóris pra gerar ainda mais prazer.
Meus gemidos deviam estar sendo ouvidos da casa dos vizinhos, mas eu não tava nem aí, ou melhor, nem tinha percebido. Matías só observava a cena enquanto massageava a cock dele devagar.
Num momento, Pablo ficou parado, então pensei que ia gozar dentro da minha Booty, mas não, devagarinho ele tirou e falou pro Matías ocupar o lugar dele enquanto descansava um pouco. Antes do Matías meter, Pablo disse: "faz com calma, um cu não se faz da noite pro dia. Louco, mas esse aí parece que já tem uns jogos jogados.
Matías se posicionou atrás de mim e, seguindo os conselhos do chefe, enfiou o pau bem devagar. Tão devagar que eu tive que dar uma arrancada pra trás pra meter eu mesma, porque ele tava muito lento.
Matías: Fica tranquila, putinha, já ia meter tudo. Parece que essa vadiazinha quer que a gente arrebente o cuzinho dela. (Pablo respondeu: "Destrói ela, putinha")
Matías não esperou mais e começou a me penetrar com força no cu. Eu não parava de gemer e de me tocar no clitóris, tendo mini orgasmos um atrás do outro. Tava nas nuvens. Já fazia 40 minutos que eles tavam me dando pica sem parar.
Precisava descansar, então pedi pro Matías tirar, mas ele se recusava, queria encher meu cu de leite. Pablo basicamente mandou ele parar, então não teve outra escolha, mesmo não gostando muito.
Pablo: Calma, moleque, já vamos continuar, deixa ela descansar um pouco, coitadinha.
Mica: Já voltamos, Mati, não fica nervoso. Quando eu juntar forças, a gente vai pra cama pra ficar mais confortável.
Depois de um tempo, pedi ajuda e Matías me levantou e me carregou no colo até o quarto (parece que a raiva já tinha passado). No caminho, ele foi me elogiando. Como eu ria do jeito que ele me carregava, ele dizia: "Uma rainha não pode tocar o chão."
Chegamos, ele me deitou devagar na cama, pedi pra ligar o ar-condicionado e fechar a porta e as janelas, não queria que ninguém visse de fora.
Me ajoelhei na cama e mandei os dois subirem pra dar uns beijos e deixar eles no clima de novo.
Eles se posicionaram na minha frente e comecei a chupar o pau de cada um devagar, até ficarem bem duros de novo. Pedi pro Pablo deitar, molhei bem minha buceta e montei devagar até sentir o pau todo dentro.
Comecei a cavalgar suavemente até me acostumar de novo e perguntei: "Já fizeram uma dupla penetração alguma vez?" Os dois disseram que não. Eu soltei uma... Carcajada e disse: "Agora vou mostrar pra vocês".
Mati, vem aqui. Fiquei parada e ele se ajeitou atrás de mim, esperando eu dar o sinal verde. Falei: "Vai, mete, mas devagar".
Ele hesitou uns segundos e perguntou: "Pela buceta ou pelo cu?"
Eu gritei: "Pelo cu!!! Como é que vão meter duas picas na buceta? Nem pense!!"
Não demorou muito e ele começou a meter a pica devagar no meu cu. O Pablo, que estava embaixo, começou a sentir a pica do Matías entrando e exclamou: "Jaaaaa, tô sentindo ela entrando no seu rabo!!!"
Eu só ri e sussurrei no ouvido dele: "Tá gostando?" Ele concordou com a cabeça e começou a me beijar enquanto o Matias já estava com a pica toda no meu cu e começava o vai e vem.
Ficamos assim uns dez minutos, onde eu era penetrada pelos dois de todo jeito: suave, forte, fundo. O Pablo me beijava, ou então o Matias me levantava e também me beijava. Apertavam meus peitos, minha bunda, me davam tapas. Resumindo, tudo que você puder imaginar.
Não faço ideia de quantos orgasmos tive. Só sabia que meu cu ia ficar arrombado por um bom tempo. A resistência do meu ânus era quase igual à da minha buceta — a pica do Matias já entrava e saía na maior facilidade.
Num certo momento, o Pablo me agarra e começa a me beijar apaixonadamente, enquanto sinto ele começar a encher minha buceta de porra. Era um rio de porra grossa e quente me enchendo.
Ficaram parados, enquanto o Pablo já me beijava suavemente. Deve ter passado um minuto até eu sentir a pica do Pablo começar a murchar, saindo da minha buceta, que começou a derramar o excesso de porra que não conseguiu absorver.
O Matias começou a me bombar de novo pelo cu, mas dessa vez ele me comia um pouco em cada buraco, enquanto o Pablo me segurava pela nuca e me beijava suave, mas com força (tipo apaixonado).
(Voltando ao presente, minha pica tinha endurecido de novo e eu tava metendo forte no cu da Mica.) que digamos não sentia muito, suponho que de tanta rola e porra que tinha recebido em só algumas horas).
Mica:
Matías começou a me bombar cada vez mais forte pelo cu, me pegou pelos cabelos e me separou do Pablo, me abraçando forte e respirando muito pesado na minha nuca, começou a inundar meu cu com a porra dele, me dando estocadas suaves mas profundas. Literalmente o cara me inundou de porra, a ponto de eu sentir ela escorrendo pelo meu corpo.
Ele ficou um tempo até me deixar até a última gota e tirou devagar, como se estivesse aproveitando pela última vez cada cantinho do meu cu.
Obviamente meu ânus não retinha nada a essa altura e quase toda a porra do Matías caiu na rola do Pablo, que reclamou um pouco. Não fez muito escândalo porque logo me disse: "suponho que você vai limpar a porra que não é minha".
Eu respondi que a minha também não era, então não ia limpar, que o dono limpasse. Já deitados os três, eu no meio, ele continuava insistindo pra eu limpar a porra e eu continuava dizendo que não, embora na verdade quisesse limpar ele, mas gosto de ser filha da puta às vezes.
Pablo começou a ficar nervoso e um pouco puto, e quando eu estava prestes a aceitar o pedido dele e acabar com a brincadeira que estava fazendo, Matías nos surpreendeu os dois. Meio tímido, disse: "eu limpo pra você, deixa".
Os três ficamos em silêncio e Matías logo disse: "é pra vocês não brigarem, a gente se divertiu e seria bom terminar bem".
Olhei pro Pablo e falei: "vamos fazer uma aposta.
Você deixa o Mati limpar sua rola, se ela subir pra você, você tem que limpar minha buceta pra mim.
Se não subir, amanhã deixo você me comer quantas vezes quiser."
Pablo no começo não queria saber de nada, mas a tentação de poder me comer de novo no dia seguinte era grande. Depois de pensar, aceitou, mas colocou uma nova aposta: se o Matías ficasse duro e ele não, o Matías tinha que limpar minha buceta pra mim.
Todos aceitamos as novas condições e eu me deitei pra Observar a situação.
Matias ficou de quatro, basicamente com a pica do Pablo quase na cara dele, e olhou pra ele como quem buscava aprovação. Pablo respondeu na hora: "Para de me olhar, não seja viado. Só deixo você fazer isso pra poder comer essa puta todo dia."
Eu falei: "Não, não, é só amanhã." Pablo me disse: "Cala a boca, vou te foder o quanto eu quiser, puta, olha o que você tá me fazendo fazer."
Matias, bem devagar e quase se arrependendo, começou a lamber timidamente os ovos do Pablo. Ficou um tempão lambendo porque não era fácil chupar a porra, até que criou coragem e foi se ajudando com as mãos. Depois que terminou com os ovos, pegou a pica dele e fez a mesma coisa. Dava pra ver que Pablo, mesmo não querendo, tava ficando excitado. A pica dele tava, digamos, meia-bomba.
Quando Matias terminou, Pablo me disse: "Viu que não ia endurecer? Amanhã te parto no meio."
Eu inspecionei o trabalho que o Matias tinha feito e falei: "Para, para, você ainda tem porra no cu."
Pablo: "Não, não, não, isso aí não, meu cu ninguém chupa."
Mica: "Então a aposta tá cancelada e você deixou chupar sua pica por um homem à toa."
Pablo: "Não, para de encher o saco, não seja filha da puta."
Mica: "As coisas são como são, você ainda tem porra no cu."
Pablo olhou pro Matias e disse: "Vai lá, cara, faz teu trabalho." Abriu as pernas e Matias desceu pra lamber o cu dele. O Pablo ficou tão desnorteado que nem percebeu que o Matias tava de pica dura, parece que tinha gostado de chupar pica.
Depois de um minuto quase interminável pro Pablo, Matias terminou de limpar ele, e, obviamente, pra decepção dele, a pica tinha endurecido.
Eu gritei: "SIIIIM, ganhei!!!! Você vai ter que limpar minha buceta!!!!!"
Pablo não podia acreditar, e Matias só ria.
"Beleza, então sobe aí que vou chupar sua buceta," disse Pablo.
Eu fiz uma contraproposta. "Vamos fazer o seguinte: enquanto você chupa minha buceta, o Mati chupa sua bunda. Se aceitar, Apesar de ter perdido a aposta, amanhã deixo você me comer de novo.
Pablo pensou um pouco e topou, afinal eu tinha que limpar minha buceta e já tinham chupado o cu dele, então ele não perdia nada.
Matias obviamente disse que não faria se não ganhasse algo, então falei: "Olha, você também ficou de pau duro, então perdeu, mas como sou boazinha, vou te dar um boquete bem gostoso enquanto estimulo seu cu, porque vejo na sua cara que você tá afim. Se não aceitar, amanhã nem vem trabalhar."
Claro que ele aceitou e começamos. Eu fiquei por cima do Pablo, mas de cabeça pra baixo, tipo um 69. Queria ver como o Matias chupava o cu do Pablo.
Com um pouco de nojinho no começo, Pablo começou a lamber minha buceta. Pra dar um ânimo, peguei no pau dele e comecei a fazer um boquete, enquanto o Mati chupava o cu dele.
Eu não tava muito excitada com a lambida na buceta, mas sim com o tesão de ver o Mati chupando o cu do Pablo e ele lambendo a própria porra. Tava com os dois comendo na minha mão.
Pela rigidez do pau do Pablo, parecia que ele tava adorando as chupadas que a gente dava. Num momento, tirei o pau do Pablo da boca e ofereci pro Mati, que imediatamente engoliu ele inteiro. Eu comecei a dar linguadas no pau do Pablo e o Mati me seguiu, a gente tava chupando o pau dele juntos, e parecia que o Pablo tava adorando, pelo jeito que ele gemia.
Num momento, falei pro Mati enfiar um dedo na bunda dele, e ele fez devagar. O Pablo soltou um gemido indescritível, tava gozando como nunca. Mesmo depois de ter transado a tarde inteira, o pau dele tava mais duro até que na primeira vez.
Não demorou muito pra ele começar a ter espasmos, tava prestes a gozar. Então enfiei o pau inteiro na boca e recebi toda a porra que ainda tinha. Por sorte não era muita, então coube tudo na minha boca. Abrindo um pouco a boca, mostrei pro Mati a porra que tava lá e perguntei se ele queria um pouco. Matias se aproximou e começamos a nos beijar, dividindo a porra do Pablo. A situação era incrível, mas mais incrível ainda era o que ia rolar depois.
Passado o momento da chupada no Pablo, Matias me disse que agora era a vez dele. Então me deitei com a cabeça apoiada no encosto da cama, pra ficar meio inclinada, e mandei o Matias se colocar na minha frente. Abri a boca e ele começou a me comer basicamente, enquanto eu com as mãos explorava o cu dele até conseguir enfiar um dedo. Ele tava adorando pra caralho. Ficamos assim por um bom tempo. Apesar da excitação, era a terceira gozada que ele dava.
Mas a surpresa veio quando sinto o Pablo se posicionar atrás do Matias, tira minha mão e começa a chupar o cu do funcionário dele. A situação era muito putaria, um escândalo: dois pedreiros que eu tinha macetado como dois vagabundos de primeira estavam chupando o cu um do outro.
Num momento, pedi pra parar e olhei pro Pablo. Ele tava com o pau meia-bomba, então falei: "Quero que enquanto o Mati arrebenta minha bunda, você arrebente a dele."
Pablo respondeu um sonoro não, mas o Mati parecia ter gostado da ideia. Me joguei no pau do Pablo e comecei a chupar ele enquanto pedia com voz de puta: "Por favor, vai."
Depois de um tempo, ele topou, mas não sabia se ia conseguir ficar duro de vez — já tinha gozado três vezes e não era um cara novo. Eu pulei de felicidade, dei um beijão nele e me levantei, me apoiando nas portas espelhadas do guarda-roupa. Empinei a bunda o máximo que pude e falei pro Mati: "Vem, faz de mim tua."
Mati se levantou rápido e, de um empurrão, meteu o pau até o fundo do meu cu e começou a me comer com força.
Pablo veio mais devagar, ainda pensando no que ia fazer. Eu via tudo pelo espelho, via o Pablo olhando pro cu do ajudante dele e sem se decidir a desvirginar a bunda dele.
Matias criou coragem e falou: "Vai, arrebenta meu cu, Pablo."
Pablo respirou fundo e apontou o pau pro cu do Mati. Custou um pouco pra entrar. entrar porque não tava bem encaixada e porque o cu do Mati era virgem de verdade, mas com um pouco de paciência ele conseguiu enfiar a cabeça da pica na buceta do Mati.
O Pablo continuava olhando com um pouco de dúvida enquanto desvirgava o assistente dele, e o Mati, de olhos fechados, curtia pra caralho. Eu fiz um movimento brusco pra trás pra pica do Pablo entrar toda, já que ele não tava com coragem, e por sorte foi assim. O Mati soltou um suspiro de prazer indescritível.
O Pablo já relaxou um pouco e ficou me olhando pelo espelho, minha cara era de puta no cio, cara de luxúria total, e enquanto me encarava fixo pelo espelho, começou a meter cada vez mais forte no Mati. As estocadas no Matias faziam ele também me meter. Daqui a pouco os movimentos ficaram mais ritmados entre os três e o Mati não aguentou muito, enchendo meu cu de porra de novo.
Eu pensei que ali terminava tudo, mas o Pablo tirou a pica do cu do Mati, empurrou ele e cravou a pica de novo no meu cu. Começou a me foder com raiva enquanto falava "tá feliz, puta? Arrebentei o cu do meu assistente". Eu só ria, fazendo a raiva das estocadas dele aumentar cada vez mais, até que finalmente gozou, embora já tenha saído pouca porra, eu consegui sentir os espasmos da pica dele.
Ainda com a pica dele dentro, me aproximei do ouvido dele e sussurrei com voz de puta: "amei, Pablito, e você também gostou, fala a verdade".
Ele tirou a pica e foi direto pro banheiro se lavar. Eu me deitei do lado do Mati, que ainda tava com cara de feliz aniversário olhando pro teto, abracei ele, beijei e perguntei se ele tinha gostado.
Ele, ainda em êxtase, falou que foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele. Desci minha mão até o cu dele e acariciei um pouco e falei: "e olha que você não levou porra na buceta, tá perdendo o melhor da vida". Ele mordeu os lábios de desejo e não falou nada.
Continuei acariciando devagar o cu dele recém-desvirgado e falei: "Amanhã a gente convence o Pablo a te dar a porra dele no Fica tranquilo, Booty." Ele só agradeceu e não falou mais nada.
Pablo saiu do banheiro e mandou Matias tomar um banho rápido e se vestir. Ele obedeceu e foram embora. Quando Pablo tava saindo, me deu um beijo e falou: "Amanhã a gente continua, putinha, vou te destruir."
Voltando ao presente, obviamente enchi a buceta da minha Mica de porra de novo, pela segunda vez, e não perdi nenhum detalhe do que ela me contou.
A verdade é que achei tudo uma loucura total e fiquei com uma vontade danada de ver pelo menos uma cena assim na minha frente. Por sorte, consegui presenciar algo parecido outra vez, mas isso fica pra uma próxima história. O que importa é que a piscina ficou pronta, mas demoraram quase dois meses — vocês imaginam o motivo.
Espero não ter entediado vocês com um relato tão longo, mas o nível de detalhe e o que a Mica fez naquele dia realmente mereciam.
Pra quem não nos conhece, a Mica é magrinha, não tem muitos peitos, mas tem uma bunda de infarto. Ela tem daqueles booties grandes, bem redondos e firmes, que deixam qualquer um maluco, e por sorte ela manteve isso quase perfeito com os anos, a idade e todas as penetradas que levou.
Depois daquela festa totalmente descontrolada, onde deixaram o cu da Mica cheio de porra, nossa vida sexual ficou bem mais normal e monótona. Não teve mais participação de terceiros, nada de provocar homens na rua (pelo menos que eu saiba) nem nada estranho, além da introdução de brinquedos sexuais, pra Mica, óbvio.
Por sorte, há uns dois anos, conseguimos comprar uma casa, um pouco afastada do centro, mas com um quintal bem grande que dava aquela sensação de liberdade que um apartamento não dá. A casa era pequena, mas não precisávamos de mais, só faltava a piscina, algo bem caro na Argentina, mas que dava pra fazer de um jeito mais modesto.
Depois de um tempo, já mais estabilizados financeiramente, botamos a mão na massa e começamos a pesquisar preços e referências. Foi assim que chegamos num tal de Pablo, que tinha feito a piscina de um colega meu do trabalho.
Ligamos pra ele e ele fez um orçamento que fechava com a gente, era bem mais barato que outros que consultamos. Mas a diferença é que, como só duas pessoas iam trabalhar na obra, a construção ia demorar mais, pelo menos três semanas, que obviamente acabaram virando um mês.
O problema é que eu não tinha tantos dias de férias, e não sobrou outra alternativa a não ser a Mica, que Tinha quase um mês de antiguidade, pedi uma licença especial pra ficar em casa e supervisionar a obra.
Foi assim que começamos a construção. No primeiro dia, chegou o Pablo com o ajudante dele, um tal de Matías. Os dois tinham boa aparência, limpos, educados, então não tive muitos problemas em deixar a Mica cuidar de tudo sozinha.
Pablo (o chefe, digamos) é um cara normal, uns 38 ou 40 anos, com um corpo meio trabalhado (deve ser pela atividade dele) e bem educado. O Matías era mais novo, um pouco mais magrelo, mas também tinha pinta de um cara legal.
Os primeiros dias foram super normais, fizeram o buraco e não incomodaram nem fizeram nada estranho. Segundo a Mica, às vezes ela ia ver se eles estavam lá porque nem dava pra ouvir eles trabalhando.
Depois de uma semana, a Mica já tava meio nervosa, entediada e sem saber o que fazer o dia inteiro sozinha (eu trabalho das 9 às 18 e, nos últimos meses do ano, geralmente faço horas extras que ainda ajudavam a pagar a piscina).
Uma noite, a Mica reclamando um pouco, me disse que queria tomar sol, mas tinha vergonha do Pablo e do Matías estarem ali. Olhando pra ela e dando uma risada, falei: "Vergonha você? De quê?"
Com meu comentário, ela se irritou e foi dormir. Claro que me senti mal, então fui falar com ela e disse pra não se preocupar, que tomasse sol e pronto. Se visse algo estranho, cortava esse assunto e acabou, que não fosse tão complicada.
E foi o que ela fez. Depois de alguns dias, tava super feliz, podia tomar sol tranquila, ninguém falava nada, e segundo ela, nem olhavam pra ela.
Passadas mais de duas semanas de obra, cheguei em casa uma tarde, fui até o quarto e vi a Mica deitada de bruços, com as cortinas fechadas e no escuro.
Perguntei o que tinha acontecido, e ela disse: "Me comportei mal, amor, e tô com vergonha."
"O que aconteceu?", perguntei na hora, e me sentei na cama ao lado dela.
Ela continuava dizendo que tinha se comportado mal e que tinha vergonha de me contar, e eu continuava tentando "consolá-la", por assim dizer. Nisso, Mica acende o abajur e me fala: "olha minha bunda pequenininha"
Quando baixei o olhar, vi na hora do que se tratava. Mesmo de fio dental, dava pra ver que o cu da Mica tava super dilatado e brilhoso.
(para facilitar o entendimento das falas, vou colocar nossas iniciais: Jose (J) e Mica (M)
J: O que rolou? Você se masturbou? Não tô entendendo.
M: Não, não me masturbei.
J: Então? Não tô sacando.
M: Põe a mão e você vai ver.
Levei minha mão até a raba da Mica, puxei o fio dental e comecei a enfiar um dedo no cu dela. Aí entendi o que tava rolando: Mica tava com o cu todo leitoso!!!!
J: O que aconteceu? É porra que você tem no cu?
M: Sim, amor, por isso tô com vergonha.
J: De quem é essa gozada? Do Maxi? Do Andres? (esses eram os colegas de trabalho da Mica que me fizeram de corno há muito tempo)
M: Não, amor, é do Pablo e do Matías.
J: QUE?!?!?!!!?!? Esses dois filhos da puta te estupraram ou o que caralhos?!?!?!?!
M: Não me estupraram, amor, longe disso. Eu fraquejei e não consegui resistir. Sabe que quando eu fico com tesão, não raciocino nada. Me perdoa, por favor!
Depois de pensar um pouco e o susto passar, enfiei o dedo no cu dela de novo e falei:
J: Te perdoo se você me contar tudo com todos os detalhes.
Ela sorriu e disse: "Claro que sim, amor, sabe que não gosto de esconder nada de você."
J: Ok, espera aí que vou ficar mais confortável e deitar.
M: Beleza, vou te contar o que rolou nos últimos dias. Como você me recomendou há uns dias, comecei a pegar sol no quintal, mesmo eles estando trabalhando.
Tudo era super normal, de vez em quando eu percebia que eles olhavam de canto pra minha raba, até menos do que olham na rua ou no mercado quando você tá do meu lado.
Como tava tudo muito tranquilo e eu me sentia segura, hoje pra pegar sol eu vesti o biquíni rosa que é bem pequenininho atrás, aquele que é fio dental basicamente.
J: Sim, sim, aquele que te dei pras férias há uns anos, que entra bem no teu cu, por sinal.
M: Esse mesmo. Sabe que não gosto que fiquem marcas em mim.
(enquanto Mica começava a me contar o que tinha acontecido, eu não parava de enfiar os dedos na bunda e na buceta dela, de onde começava a escorrer cada vez mais porra)
M: Depois do meio-dia, fui pegar sol como sempre. Tava muito calor, então peguei a mangueira e comecei a me molhar. Aí percebi que o Pablo e o Matías não paravam de me olhar. Sempre sendo bem-intencionada, pensei que talvez eles também quisessem se molhar, já que tava muito quente.
Então falei pra eles que se quisessem usar a mangueira, não tinha problema. O Pablo respondeu: “obrigado, senhora, daqui a pouco a gente se molha, porque tá muito calor.”
Eu me deitei de bruços na espreguiçadeira, olhando na direção deles, coloquei meus fones e botei música no celular. Daí a pouco, vejo eles se aproximarem e falarem algo. Tirei os fones e perguntei o que tinham dito, que não ouvi nada. Aí o Pablo falou que iam se molhar um pouco.
Eu respondi que sim, que se refrescassem à vontade. Quando terminaram (não conseguia vê-los, mas sentia os olhares deles cravados na minha raba).
Quando acabaram, o Pablo se aproximou de novo e falou comigo outra vez. Dessa vez, perguntou se podiam tirar a camiseta, porque tavam com muito calor. Eu hesitei um pouco, mas deixei. O calor tava insuportável, e trabalhando, imagino.
Aí vi eles de torso nu e, sinceramente, algo começou a acender em mim, não sei o que deu.
Eles perceberam que eu tava olhando, então me levantei e me molhei de novo com a mangueira, coloquei meus óculos escuros e me deitei de bruços com os fones, mas dessa vez não botei música.
Via eles conversando baixinho e, daí a pouco, o Matías se aproxima e fala: “senhora, vou me refrescar de novo.” Eu fingi que tava dormindo, então ele foi e usou a mangueira. Quando terminou, passou do meu lado e sacudiu o cabelo, deixando cair gotas nas minhas costas. Continuei fingindo que tava dormindo e não falei nada.
Aí comecei a ver que eles praticamente pararam de trabalhar e não paravam de me olhar, de cochichar entre si e de se esfregar lá embaixo.
J: Com o que você quer dizer, se esfregar lá embaixo? Eles ficavam se esfregando o volume?"
M: "Sim, como se estivessem se masturbando de leve. Depois de um tempo, vejo os dois se aproximarem e irem pra mangueira. Nem abriram a torneira dessa vez, foram até lá só pra olhar minha raba de pertinho. Logo comecei a ouvir eles conversando e consegui entender algumas coisas."
J: "E o que eles diziam?" (Nessa altura, eu já tava com o pau duríssimo e muito puto.)
M: "Diziam coisas tipo 'que pedaço de bunda essa gostosa tem', 'que fodida que eu dava nela', 'essa magrinha é divina'."
Depois de um tempo, fiz um movimento e eles rapidamente saíram pra fingir que ainda estavam trabalhando.
Levantei da espreguiçadeira e fui pra cozinha, mas antes perguntei se eles tinham se refrescado de novo (pra eles pensarem que eu não tinha visto nada) e responderam que não, mas que logo iriam porque tavam com muito calor.
Ofereci fazer um suco com bastante gelo pra esfriar, e eles responderam com um sonoro "sim, por favor". Falei pro Pablo me acompanhar pra pegar a jarra.
Já na cozinha, comecei a preparar o suco sob o olhar atento do Pablo, que não perdia qualquer chance de, quando eu virava de costas, olhar pra minha raba.
Num momento, pedi pro Pablo pegar mais gelo na geladeira, então ele passou por trás de mim e aproveitou pra, disfarçadamente, roçar o pulso na minha bunda.
Ele me alcançou a forminha de gelo e, ao passar por trás de novo, tentou roçar minha raba outra vez, mas eu me afastei, então ele não conseguiu e ficou parado na porta me olhando enquanto eu preparava o suco bem devagar.
Nisso, pedi pra ele pegar outra forminha de gelo na geladeira, mas antes que ele saísse correndo pra buscar, falei: "Olha, é errado ficar de besta roçando a bunda de uma mulher."
Com muita vergonha, ele respondeu: "Desculpa, senhora, foi sem querer, não fica brava."
Eu respondi: "Essa desculpa eu já ouvi mil vezes. Olha, se você vai tocar na bunda de uma mulher, toca direito e aguenta se depois levar um tapa. Tapa, mas ficar de besta tentando roçar é muito errado.
O Pablo ficou uns segundos sem saber o que fazer até que começou a procurar outra forma de gelo, passou por trás de mim e nem me olhou. Quando voltou, me deu a forma e, ao passar por trás de mim de leve, mas pegando nas minhas duas nádegas por completo, apertou suavemente minha bunda.
Naquele momento, um fogo invadiu meu corpo inteiro, não sei se porque não esperava ou o que, mas senti um calor incrível correndo pelo meu corpo.
O Pablo parou na porta e disse: “Desculpe, senhora, não consegui me conter diante de tanta beleza. Se quiser me bater, está no seu direito.”
Eu disse: “Não esquenta, se vão pegar na minha bunda, prefiro que aproveitem e não fiquem se escondendo.” Peguei a jarra com suco e saímos para o quintal de novo.
Deitei de novo na espreguiçadeira, e daqui a pouco vejo o Matías chegando com a jarra na mão e diz: “Senhora, a senhora podia botar mais gelo, porque tá muito calor.”
As intenções dele eram claras, com certeza o Pablo tinha contado o que rolou, então quis provocar um pouco e falei: “Entra e bota você, sem problema.”
Ele ficou mudo uns segundos, o plano dele estava indo por água abaixo, então eu disse: “Não, deixa, eu boto porque você deve estar com as mãos sujas.”
Levantei e fomos pra cozinha. A cena era quase a mesma: Matías parado na porta vendo eu colocar mais suco e esperando eu pedir pra pegar gelo, então não fiz ele esperar mais e falei: “Pode pegar uma forma de gelo pra mim?”
Ele passou por trás de mim, pegou a forma e, quando estava saindo, agarrou minha bunda, mas diferente do Pablo, o Matías apertou com força e ficou uns segundos a mais aproveitando minha bunda quase nua. Até tive que mandar ele parar um pouco, porque senão não soltava mais.
Naquela hora, ele caiu em si e a excitação baixou um pouco, dava pra ver na cara dele que ficou com vergonha e não dizia nada, só olhava pro chão.
Eu disse: “Tá tudo bem.” Não esquenta, certeza que o Pablo mandou você vir aqui pra passar a mão na minha bunda, ou tô enganada?
Matias: Sim, senhora, ele me contou o que rolou e eu não queria perder essa chance, me desculpa.
Mica: hahaha sem problema. Vamos fazer uma brincadeira com ele, fala pra ele passar a mão na sua pica (eu já tava doida e com tesão). Ele só sorriu e disse “sim, sim, seria bom”.
Terminei de fazer o suco e entreguei a jarra pra ele, e antes de ir embora ele me fala “vou falar isso pra ele, mas seria melhor se eu realmente sentisse sua mão na minha pica, não sou bom em mentir, pelo menos por cima da calça”.
Mica: haaaaaaaaaaaa você é um safado!!! Vamos fazer o seguinte, abaixa um pouco a calça e eu passo a mão, porque essa calça tá cheia de terra.
Matias abaixou um pouco a calça e tirou a pica pra fora, que não tava dura de vez mas já tava começando a esquentar.
Olhei nos olhos dele, molhei a mão com saliva e segurei firme, começando a mover minha mão pra frente e pra trás devagar. Na hora percebi a pica dele começando a inchar cada vez mais. Ele só respirava, cada vez mais fundo, aliás.
Devem ter passado uns dez segundos e eu soltei, falando “pronto, já era, agora pode se gabar pro seu chefe”. Ele subiu a calça, me agradeceu e foi encontrar o Pablo.
Eu fiquei na cozinha vendo o Matias contar todo empolgado o que tinha rolado. Aí vejo o Pablo chegando. Ele parecia meio puto.
Entra na cozinha e me fala:
P: Desculpa, senhora, mas acho que meu ajudante passou dos limites. Ele me contou o que aconteceu e, se quiser, eu demito ele agora mesmo, acho uma falta de respeito.
M: Não sei o que o Matias te falou que rolou aqui, só fiz suco pra ele (queria continuar a brincadeira).
P: Desculpa, senhora, mas ele disse que a senhora tocou no pinto dele a pedido dele, mas acho que ele deve ter te intimidado pra fazer isso.
M: Não sei por que você pensa assim, ele é um garoto muito legal, ele me pediu algo e eu topei porque tava com vontade, não vejo qual é o problema. Você passou a mão na minha bunda e eu não falei nada.
P: Tá bom, senhora, mas repito: se quiser, amanhã trago outro ajudante.
M: Não sei por que você insiste nisso, não me diga que tá com ciúme porque ela pegou na pica?
P: ha, não senhora, vai um pouco talvez sim, mas tô mais com ciúme porque ele teve o prazer de acariciar mais tempo a sua bunda gostosa.
M: Meu Deus, o que a gente tem que ouvir. Bom, vem cá e pega na minha bunda um pouco, não quero mais briga, quero que terminem minha piscina o mais rápido possível.
Eu me virei e apoiei os cotovelos na bancada, ficando de costas arqueadas, o que deixava minha bunda empinada e à mercê dos desejos do Pablo.
Ele ficou paralisado, então eu falei: "E aí? O que você vai fazer? Já te falei que não quero ciúme entre vocês e que quero que terminem minha piscina logo."
Pablo se aproximou em silêncio, ficou atrás de mim e com as duas mãos começou a acariciar e massagear as bandas da minha bunda. Cada vez apertava mais forte, até enfiava a mão cada vez mais pra baixo, roçando na minha bucetinha, abria minhas nádegas e soltava, curtindo o movimento que faziam ao se juntar de novo. Literalmente tava brincando com minha bunda, e eu tava adorando pra caralho!!!!
Não sei quanto tempo passou, eu só fechei os olhos e me entreguei pra curtir as carícias cada vez mais intensas do Pablo. Num momento, Pablo encosta o corpo dele no meu e sinto ele apoiar a pica, que tava durona pra cacete, na minha bunda e com as mãos agarra minha cintura. Ele começou a se esfregar na minha bunda. Eu não parava de ficar mais tesuda, tava totalmente excitada.
Num momento, ele se afasta e sinto ele baixar a calça. Eu fiquei imóvel, sem saber o que fazer, até sentir ele apoiar a pica na minha virilha, roçando na minha xota por cima da biquíni.
Devem ter passado uns segundos até eu me levantar um pouco e cortar a cena.
Falei: "Já chega, até aqui foi." Ele não disse nada e se afastou pra trás, parando de me apertar contra a bancada da cozinha.
Nisso, percebo que na porta da cozinha... Matías estava ligado em cada detalhe do que tava rolando, se masturbando de leve.
Pablo: Que que cê tá fazendo, mano? Vaza daqui!
Matías: Claro, o sem noção sou eu, sendo que você tava era se esfregando todo.
Pablo foi direto encarar ele, e eu gritei: "Parem com essa merda de discussão". Os dois ficaram me olhando, Pablo com uma ereção que o short não conseguia esconder direito e Matías com o pau ainda na mão.
"Olha, chega de confusão. Quero que vocês terminem a piscina de uma vez. Pra ser sincera, já é um saco que eu deixei vocês tocarem na minha bunda e agora tão brigando que nem dois moleques."
Pablo respondeu na hora: "Desculpa, senhora, a gente vai continuar trabalhando, fica tranquila."
Mas Matías se animou e foi além: "Desculpa, senhora, mas eu vou pedir demissão. Não tem como continuar trabalhando depois de ver e tocar essa raba. Sinceramente, não vou conseguir parar de pensar na senhora e não vou render no serviço."
Ele virou as costas e saiu pro quintal pra pegar as coisas dele. Pablo ficou pensando, com cara de preocupação, e eu falei: "Vai lá e convence ele a ficar, senão você nunca mais termina a piscina. Faz o que for preciso pra ele ficar."
Eles ficaram no quintal discutindo um tempão, até teve empurrão, até que os dois voltaram pra cozinha. Matías já tava com a mochila nas costas, então achei que tinha decidido ir embora.
Matías: "Desculpa, senhora, mas não vou conseguir continuar trabalhando assim."
Eu: "Para de frescura. Não entendo qual é o problema agora. Você tocou na minha bunda, eu toquei no seu pau, e agora você quer bancar o santinho e vazar? Não sei o que mais você quer."
Matías: "Nada, senhora, não quero desrespeitar a senhora."
Eu: "Tá bom, faz o que quiser, mas fala as coisas na cara e explica por que você tá indo embora, não seja cagão."
Matías: "É simples, senhora, já falei: não vou conseguir trabalhar assim, vou passar o dia todo pensando em como quero comer a senhora." (Pablo deu um tapa na nuca dele e falou: "Não seja mal-educado.") Cara: Tá bom, Pablo, não me ofendo. Vamos ver, tudo tem solução na vida. Te ofereço um trato. Se você topar, deixo você apalpar minha bunda de novo por um tempo pra aliviar sua vontade.
Matías: Obrigado, senhora, mas isso vai ser pior, vai me dar ainda mais vontade.
Cara: Bom, vamos ver, a gente soma umas carícias que eu faço em você até acalmar um pouco sua vontade, não sei se você me entende.
Matías: Parece tentador, mas não sei.
Pablo: Aceita, cara, ela tá te oferecendo um boquete e você recusa, seu idiota!
Cara: Eu não falei nada de boquete, era uma punheta, mas beleza, te ofereço um boquete, aqui e agora, em troca de você ficar e terminar a piscina no prazo.
Matías: Beleza, parece justo, vou tentar fazer o melhor que puder pra terminar a piscina.
Pablo: Que sorte que você tem, cara. (deu meia-volta e foi pro quintal continuar trabalhando)
Cara: Pablo, não me importo de você ir, se quiser ficar, não tem problema.
Pablo não pensou duas vezes e ficou encostado no batente da porta. Matías se aproximou, eu coloquei uma almofada de uma cadeira no chão, me ajoelhei e fiquei de frente pra pélvis dele. Abaixei devagar a calça dele até os tornozelos.
A pica do Matías tava meio dura, mas não totalmente. Peguei ela e, abrindo bem a boca, meti inteira na boca e comecei a chupar como se fosse um sorvete. Não demorou muito até ele ficar completamente duro, tava duríssimo já. Continuei assim por um tempo, chupando devagar a pica dele e batendo uma lentamente. Ele só se arqueava e olhava pra cima, dava pra ver que tava adorando.
De repente, vejo o Pablo passar do nosso lado, viro a cabeça e vejo ele sentar numa cadeira atrás de mim. Diante do meu olhar, ele responde: "Vou ficar confortável pra curtir o espetáculo, espero que não se importe." Eu ri e continuei chupando a pica do Matías, que já tinha pegado na minha cabeça pra eu seguir com o trabalho.
Nessa altura, eu tava mais que excitada, minha buceta tava inchada e molhada, então não aguentei e comecei a esfregar meu clitóris com a mão esquerda, enquanto com a direita pegava a pica do Matías pra chupar bem gostoso.
Matías me segurou pela cabeça e me obrigava a engolir quase inteira a pica (coisa que não me agrada muito, mas que tolerei, provavelmente por causa do tesão que tava).
Alguns engasgos e desconfortos essa situação me dava, mas a pica do Matías não era tão grande, então não tinha problema. Num momento sinto o Pablo levantar da cadeira e vir na nossa direção. Paro de chupar a pica do Matías e, ao me virar, vejo que o Pablo tava atrás de mim com a pica duríssima, batendo uma e me olhando, esperando pra ver o que eu fazia. Olhei pro Matías e falei: "vai ter que esperar um pouco agora."
Me virei e comecei a lamber a pica do Pablo bem devagar. Apoiava toda minha língua e percorria todo o pau dele. Comecei a meter na boca e brincar com a língua na cabeça dele. Ele não parava de gemer.
Num momento sinto o Matías me segurar pela cabeça de novo e me virar, apontando a pica dele de volta pra minha boca. Eu obedeci e continuei mamando nele. Fui alternando um tempo com cada um até que o Matías não aguentou mais e, numa das viradas, me segurou pela nuca pra eu não escapar (por sorte não empurrou a pica toda dentro da minha boca) e começou a soltar jorros intermináveis de porra dentro da minha boca.
Assim que terminou de gozar dentro da minha boca, olhei nos olhos dele e comecei a deixar a porra escorrer pelo meu rosto, porra que começou a cair nos meus peitos e seguiu pela minha barriga até chegar nas minhas pernas.
O Pablo me fez virar e também meteu a pica dele. Ele demorou um pouco mais pra gozar, mas não tanto. Tirou a pica da minha boca, apoiou no meu rosto e começou a soltar todo o sêmen na minha cara.
Os dois ficaram exaustos e sentaram, enquanto eu continuei de joelhos com a cara e o corpo todo banhados de porra e, principalmente, muito excitada.
Olhando pra eles, comecei a me masturbar, primeiro por cima da biquíni, mas depois puxando ele pro lado pra poder esfregar bem meu clitóris. Por sorte, a porra que tinham deixado em mim serviu de lubrificante, o que fazia o prazer ser enorme.
Eu gemia e me massageava os peitos, que já estavam praticamente de fora sob o olhar atento dos dois.
Não demorei muito pra ter o primeiro orgasmo, que me fez tremer de prazer. Soltei um gemido longo e barulhento enquanto apertava meus peitos e meu corpo tremia de tesão, foi incrível, fazia tempo que não tinha um orgasmo assim só me masturbando.
Depois de recuperar um pouco o fôlego, olhei pra eles com calma e vi que os dois estavam se acariciando o pau bem devagar, até o Matías já dava pra ver que tava tendo outra ereção.
Não tinha mais volta, precisava ser penetrada urgentemente. Minha cabeça não parava de viajar e lembrar daquelas noites em que eu era comida por dois, aquela sensação de me sentir completamente preenchida me tirava do sério.
Me virei, ficando de costas pra eles, me apoiei de quatro com a cabeça no chão e com a mão direita comecei a me masturbar de novo. Imagino que a cena devia ser foda pra eles, porque começaram a aplaudir e gritar, falando coisas tipo "uhhhh que rabão, pelo amor de Deus" e "que pedaço de mulher, meu Deus".
Pelo pouco que eu conseguia espiar, via que não perdiam nenhum detalhe de como eu me masturbava.
Já estando puta de tesão, não resisti e falei com voz de puta: "vamos ver quem vai me dar um pouco de prazer".
Imediatamente, os dois se jogaram em cima de mim. Pablo chegou primeiro e ficou atrás de mim. Começou a apalpar minha bunda. Abria minhas nádegas, dava tapas, cuspia no meu cu. Enquanto isso, Matías ficou do meu lado e massageava minhas costas e meus peitos, deixando a poucos centímetros do meu rosto o pau dele já totalmente duro de novo.
Pablo se abaixou e começou a me fazer sexo oral de um jeito descomunal, literalmente enfiava quase toda a língua na minha buceta molhada, enquanto com as duas mãos me abria as palmadas na bunda e eu sentia o nariz dele roçando meu cu.
Matías me levantou um pouco e me ofereceu o pau dele pra eu lamber de novo. Não hesitei nem um segundo e comecei a chupar o pau dele inteiro. Meus gemidos eram controlados só pelo pau de Matías que tava na minha boca, Pablo tava quase me fazendo gozar só com a língua. Pouco tempo depois, aquele orgasmo veio e foi incrível, a ponto de minhas pernas ficarem bambas de tanta eletricidade que senti percorrer meu corpo.
(enquanto isso, voltando ao presente, eu tava com o pau duro pra caralho, tirei os três dedos que tinha no cu da Mica, me livrei da pouca roupa que ainda tinha e imediatamente enfiei meu pau de uma vez na minha Mica, pelo cu, obviamente. Ela só disse "finalmente, amor, precisava que você me comesse".
Eu comecei a bombar forte no cu dela, tava muito excitado, mas num surto de lucidez parei, deixando o pau todo enfiado no cu dela e falei "continua me contando")
Mica, como conseguiu, seguiu com a história do que fez com os pedreiros.
Depois do orgasmo violento, Matías pediu pro Pablo trocarem de lugar. Ele foi pra trás e começou a chupar minha buceta também, mas não por muito tempo. Subiu pra minha bunda e começou a chupar meu cu de um jeito frenético. A força que ele fazia com a língua na minha bunda fez meu ânus começar a dilatar como se fosse nada. Obviamente, Pablo tinha enfiado o pau na minha boca e tava literalmente me comendo de boca.
Num certo momento, Matías para de chupar meu cu e sinto ele apontar o pau dele pra minha buceta. Eu falei pra ele só encostar e que eu ia fazer o trabalho (mesmo não tendo o pau muito grande, não queria que, por forçar de entrada, depois doesse e eu não aproveitasse).
Como eu falei, Matías encostou o pau dele na minha buceta e eu me concentrei só naquilo. Aos poucos foi entrando, o mais difícil foi a cabecinha, mas depois que rompeu aquela barreira, foi ficando cada vez mais fácil. Com a metida e sacada lenta, o pau de Matías foi se banhando na minha lubrificação e entrando. centímetro por centímetro na minha buceta até que ficou toda dentro.
Matías só gemia, e Pablo, que tinha ficado órfão de buraco pra enfiar a pica, não fazia outra coisa senão me dar chicotadas na cara com a rola ou passar ela na minha boca esperando eu abrir pra chupar de novo.
Já acostumada, minha buceta parou de se mexer e eu continuei chupando a pica do Pablo. Matías percebeu e começou a bombar devagar, levou ao pé da letra aquela história de ir com calma. Por sorte, essa ideia durou pouco e logo ele começou a me comer forte e fundo, a ponto de se segurar na minha cintura pra que, junto com o impulso dele, a penetração fosse ainda mais profunda.
Começou a se ouvir aquele típico plaf plaf plaf das bolas batendo no clitóris, situação mais que gostosa pela estimulação que causa. Não aguentei muito até ter outro orgasmo (o primeiro por penetração). Comecei a tremer muito forte, como sempre acontece comigo no primeiro orgasmo intenso, e fiquei uns segundos quase imóvel.
Esse momento foi aproveitado pelo Pablo pra pedir troca de lugar e ele foi se posicionar atrás de mim pra me penetrar. Matías, obviamente, se colocou na minha frente pra eu mamar a pica dele.
Já com o caminho aberto, Pablo não teve muita resistência pra me penetrar, além do mais a pica dele era normal, nada de outro mundo, mas logo percebi que ele sabia usar muito bem. Comia de um jeito incrível. Não se limitava só a meter e tirar, mas brincava com minha buceta, desviava pro lado e raspava um pouco mais minhas paredes vaginais, tirava e esfregava no meu clitóris, buceta e cu e metia de novo com violência. Basicamente, ele me estimulava por todos os lados, além de eu ter a pica do Matías na boca com aquele gostoso sabor de pica e buceta juntas que é uma delícia.
(Voltando ao presente, eu não aguentei mais, apesar de estar comendo bem devagar a Mica, e enchi o cu dela de porra. Fazia tempo que não gozava tanto, dá pra ver que tava excitadíssimo.) com o relato da Mica, ainda me imaginava como tinha sido a cena e isso me deixava louco)
(Ao sentir a quantidade de porra, a Mica riu e falou com a voz de puta: "você tá curtindo muito, amor, pensei que ia ficar puto por terem comido sua mulher.")
(Eu respondi como pude: "adoro", e ela replicou: "e ainda falta o melhor, corno.")
(Era a primeira vez que a Mica me chamava de corno, pelo menos pra mim. Foi muito estranho, a sensação de raiva foi superada pela excitação de pensar que eu era realmente um corno que gostava de ser.)
(A Mica se deitou de lado e mandou eu enfiar o pau de novo no cu dela pra ela continuar me contando o que aconteceu com meu pau na bunda. Obviamente obedeci.)
Mica: então o Pablo tava na minha buceta me fazendo delirar, e o Matías metia na minha boca e falava: "cê gosta, puta?" "cê gosta de ser comida enquanto chupa pau?" "cê é nossa puta." - Ele só tirava o pau da minha boca pra eu responder sim pra tudo que ele dizia, ou se abaixava e me obrigava a beijar ele.
Depois de um tempo assim, e de ter vários orgasmos, o Pablo cuspiu na minha bunda e apoiou o dedão. Minha bunda, sem oferecer muita resistência, deixou ele entrar quase inteiro.
Pablo: Epa, parece que essa bunda quer guerra!!!!!
Eu não falei nada, embora quisesse, ou precisasse melhor dizendo, que me fizessem amor pela bunda.
Matías: Deixa eu ver, quero arrebentar o cu dessa puta!
Pablo: Calma, cara, primeiro eu como ela, você vê como se faz uma bunda.
O Pablo cuspiu mais um pouco e, aos poucos, enfiava e tirava o dedão da minha bunda, que já tinha se acostumado. O problema foi com o segundo dedo, não entrava muito bem e eu me mexi um pouco.
Pablo: Tá doendo, bebê? (eu concordei com a cabeça). Tem lubrificante? (não respondi, meio sem fôlego)
Pablo: Cara (falou com o Matías), vê se tem beautiful na geladeira.
O Matías procurou e trouxe um pão de beautiful quase novo que tinha. O Pablo pegou e começou a passar na minha bunda. Eu me mexi um pouco, ainda tava muito frio.
Pablo: que foi, bebê, a manteiga tá fria. (Eu respondi que sim). Fica tranquila que com o calor que sai da sua bunda você vai derreter ela rapidinho.
Pablo cortou uns pedaços de beautiful e foi derretendo eles na entrada do meu cu. Depois que ficou bem lubrificado e a entrada do meu ânus dilatada, ele cuspiu bastante saliva e empurrou com outro pedacinho de beautiful que dessa vez entrou até sumir dentro de mim.
Eu não tinha percebido no começo, mas ele tinha empurrado o beautiful com dois dedos. Ou seja, minha Booty já tava entrando no ritmo. Não ficou muito tempo assim até ele cuspir de novo e colocar um pouco mais de beautiful, mas dessa vez com três dedos. Três dedos que foram muito bem recebidos pelo meu cu. Minha excitação tava quase no máximo, eu precisava que ele me penetrasse logo!
Mica: Mete em mim, Pablo, come minha Booty, por favor!
Pablo: Era isso que eu queria ouvir, slut. Abre bem as pernas e abre a bunda com as mãos.
Eu obedeci, apoiei o rosto no chão, abri as bandas da minha Booty e deixei meu cu à mercê do Pablo pra ser penetrado.
Ele apoiou a cock no meu cu e começou a fazer força devagar. Eu sentia a cock dele tentando romper aquela barreira que meu ânus oferecia até que conseguiu e a cabeça da cock entrou. Eu só fiz gemer de prazer e o Pablo, aos poucos, foi enfiando cada vez mais a cock no meu cu.
Eu soltei as bandas da minha Booty e, como pude, comecei a esfregar meu clitóris pra gerar ainda mais prazer.
Meus gemidos deviam estar sendo ouvidos da casa dos vizinhos, mas eu não tava nem aí, ou melhor, nem tinha percebido. Matías só observava a cena enquanto massageava a cock dele devagar.
Num momento, Pablo ficou parado, então pensei que ia gozar dentro da minha Booty, mas não, devagarinho ele tirou e falou pro Matías ocupar o lugar dele enquanto descansava um pouco. Antes do Matías meter, Pablo disse: "faz com calma, um cu não se faz da noite pro dia. Louco, mas esse aí parece que já tem uns jogos jogados.
Matías se posicionou atrás de mim e, seguindo os conselhos do chefe, enfiou o pau bem devagar. Tão devagar que eu tive que dar uma arrancada pra trás pra meter eu mesma, porque ele tava muito lento.
Matías: Fica tranquila, putinha, já ia meter tudo. Parece que essa vadiazinha quer que a gente arrebente o cuzinho dela. (Pablo respondeu: "Destrói ela, putinha")
Matías não esperou mais e começou a me penetrar com força no cu. Eu não parava de gemer e de me tocar no clitóris, tendo mini orgasmos um atrás do outro. Tava nas nuvens. Já fazia 40 minutos que eles tavam me dando pica sem parar.
Precisava descansar, então pedi pro Matías tirar, mas ele se recusava, queria encher meu cu de leite. Pablo basicamente mandou ele parar, então não teve outra escolha, mesmo não gostando muito.
Pablo: Calma, moleque, já vamos continuar, deixa ela descansar um pouco, coitadinha.
Mica: Já voltamos, Mati, não fica nervoso. Quando eu juntar forças, a gente vai pra cama pra ficar mais confortável.
Depois de um tempo, pedi ajuda e Matías me levantou e me carregou no colo até o quarto (parece que a raiva já tinha passado). No caminho, ele foi me elogiando. Como eu ria do jeito que ele me carregava, ele dizia: "Uma rainha não pode tocar o chão."
Chegamos, ele me deitou devagar na cama, pedi pra ligar o ar-condicionado e fechar a porta e as janelas, não queria que ninguém visse de fora.
Me ajoelhei na cama e mandei os dois subirem pra dar uns beijos e deixar eles no clima de novo.
Eles se posicionaram na minha frente e comecei a chupar o pau de cada um devagar, até ficarem bem duros de novo. Pedi pro Pablo deitar, molhei bem minha buceta e montei devagar até sentir o pau todo dentro.
Comecei a cavalgar suavemente até me acostumar de novo e perguntei: "Já fizeram uma dupla penetração alguma vez?" Os dois disseram que não. Eu soltei uma... Carcajada e disse: "Agora vou mostrar pra vocês".
Mati, vem aqui. Fiquei parada e ele se ajeitou atrás de mim, esperando eu dar o sinal verde. Falei: "Vai, mete, mas devagar".
Ele hesitou uns segundos e perguntou: "Pela buceta ou pelo cu?"
Eu gritei: "Pelo cu!!! Como é que vão meter duas picas na buceta? Nem pense!!"
Não demorou muito e ele começou a meter a pica devagar no meu cu. O Pablo, que estava embaixo, começou a sentir a pica do Matías entrando e exclamou: "Jaaaaa, tô sentindo ela entrando no seu rabo!!!"
Eu só ri e sussurrei no ouvido dele: "Tá gostando?" Ele concordou com a cabeça e começou a me beijar enquanto o Matias já estava com a pica toda no meu cu e começava o vai e vem.
Ficamos assim uns dez minutos, onde eu era penetrada pelos dois de todo jeito: suave, forte, fundo. O Pablo me beijava, ou então o Matias me levantava e também me beijava. Apertavam meus peitos, minha bunda, me davam tapas. Resumindo, tudo que você puder imaginar.
Não faço ideia de quantos orgasmos tive. Só sabia que meu cu ia ficar arrombado por um bom tempo. A resistência do meu ânus era quase igual à da minha buceta — a pica do Matias já entrava e saía na maior facilidade.
Num certo momento, o Pablo me agarra e começa a me beijar apaixonadamente, enquanto sinto ele começar a encher minha buceta de porra. Era um rio de porra grossa e quente me enchendo.
Ficaram parados, enquanto o Pablo já me beijava suavemente. Deve ter passado um minuto até eu sentir a pica do Pablo começar a murchar, saindo da minha buceta, que começou a derramar o excesso de porra que não conseguiu absorver.
O Matias começou a me bombar de novo pelo cu, mas dessa vez ele me comia um pouco em cada buraco, enquanto o Pablo me segurava pela nuca e me beijava suave, mas com força (tipo apaixonado).
(Voltando ao presente, minha pica tinha endurecido de novo e eu tava metendo forte no cu da Mica.) que digamos não sentia muito, suponho que de tanta rola e porra que tinha recebido em só algumas horas).
Mica:
Matías começou a me bombar cada vez mais forte pelo cu, me pegou pelos cabelos e me separou do Pablo, me abraçando forte e respirando muito pesado na minha nuca, começou a inundar meu cu com a porra dele, me dando estocadas suaves mas profundas. Literalmente o cara me inundou de porra, a ponto de eu sentir ela escorrendo pelo meu corpo.
Ele ficou um tempo até me deixar até a última gota e tirou devagar, como se estivesse aproveitando pela última vez cada cantinho do meu cu.
Obviamente meu ânus não retinha nada a essa altura e quase toda a porra do Matías caiu na rola do Pablo, que reclamou um pouco. Não fez muito escândalo porque logo me disse: "suponho que você vai limpar a porra que não é minha".
Eu respondi que a minha também não era, então não ia limpar, que o dono limpasse. Já deitados os três, eu no meio, ele continuava insistindo pra eu limpar a porra e eu continuava dizendo que não, embora na verdade quisesse limpar ele, mas gosto de ser filha da puta às vezes.
Pablo começou a ficar nervoso e um pouco puto, e quando eu estava prestes a aceitar o pedido dele e acabar com a brincadeira que estava fazendo, Matías nos surpreendeu os dois. Meio tímido, disse: "eu limpo pra você, deixa".
Os três ficamos em silêncio e Matías logo disse: "é pra vocês não brigarem, a gente se divertiu e seria bom terminar bem".
Olhei pro Pablo e falei: "vamos fazer uma aposta.
Você deixa o Mati limpar sua rola, se ela subir pra você, você tem que limpar minha buceta pra mim.
Se não subir, amanhã deixo você me comer quantas vezes quiser."
Pablo no começo não queria saber de nada, mas a tentação de poder me comer de novo no dia seguinte era grande. Depois de pensar, aceitou, mas colocou uma nova aposta: se o Matías ficasse duro e ele não, o Matías tinha que limpar minha buceta pra mim.
Todos aceitamos as novas condições e eu me deitei pra Observar a situação.
Matias ficou de quatro, basicamente com a pica do Pablo quase na cara dele, e olhou pra ele como quem buscava aprovação. Pablo respondeu na hora: "Para de me olhar, não seja viado. Só deixo você fazer isso pra poder comer essa puta todo dia."
Eu falei: "Não, não, é só amanhã." Pablo me disse: "Cala a boca, vou te foder o quanto eu quiser, puta, olha o que você tá me fazendo fazer."
Matias, bem devagar e quase se arrependendo, começou a lamber timidamente os ovos do Pablo. Ficou um tempão lambendo porque não era fácil chupar a porra, até que criou coragem e foi se ajudando com as mãos. Depois que terminou com os ovos, pegou a pica dele e fez a mesma coisa. Dava pra ver que Pablo, mesmo não querendo, tava ficando excitado. A pica dele tava, digamos, meia-bomba.
Quando Matias terminou, Pablo me disse: "Viu que não ia endurecer? Amanhã te parto no meio."
Eu inspecionei o trabalho que o Matias tinha feito e falei: "Para, para, você ainda tem porra no cu."
Pablo: "Não, não, não, isso aí não, meu cu ninguém chupa."
Mica: "Então a aposta tá cancelada e você deixou chupar sua pica por um homem à toa."
Pablo: "Não, para de encher o saco, não seja filha da puta."
Mica: "As coisas são como são, você ainda tem porra no cu."
Pablo olhou pro Matias e disse: "Vai lá, cara, faz teu trabalho." Abriu as pernas e Matias desceu pra lamber o cu dele. O Pablo ficou tão desnorteado que nem percebeu que o Matias tava de pica dura, parece que tinha gostado de chupar pica.
Depois de um minuto quase interminável pro Pablo, Matias terminou de limpar ele, e, obviamente, pra decepção dele, a pica tinha endurecido.
Eu gritei: "SIIIIM, ganhei!!!! Você vai ter que limpar minha buceta!!!!!"
Pablo não podia acreditar, e Matias só ria.
"Beleza, então sobe aí que vou chupar sua buceta," disse Pablo.
Eu fiz uma contraproposta. "Vamos fazer o seguinte: enquanto você chupa minha buceta, o Mati chupa sua bunda. Se aceitar, Apesar de ter perdido a aposta, amanhã deixo você me comer de novo.
Pablo pensou um pouco e topou, afinal eu tinha que limpar minha buceta e já tinham chupado o cu dele, então ele não perdia nada.
Matias obviamente disse que não faria se não ganhasse algo, então falei: "Olha, você também ficou de pau duro, então perdeu, mas como sou boazinha, vou te dar um boquete bem gostoso enquanto estimulo seu cu, porque vejo na sua cara que você tá afim. Se não aceitar, amanhã nem vem trabalhar."
Claro que ele aceitou e começamos. Eu fiquei por cima do Pablo, mas de cabeça pra baixo, tipo um 69. Queria ver como o Matias chupava o cu do Pablo.
Com um pouco de nojinho no começo, Pablo começou a lamber minha buceta. Pra dar um ânimo, peguei no pau dele e comecei a fazer um boquete, enquanto o Mati chupava o cu dele.
Eu não tava muito excitada com a lambida na buceta, mas sim com o tesão de ver o Mati chupando o cu do Pablo e ele lambendo a própria porra. Tava com os dois comendo na minha mão.
Pela rigidez do pau do Pablo, parecia que ele tava adorando as chupadas que a gente dava. Num momento, tirei o pau do Pablo da boca e ofereci pro Mati, que imediatamente engoliu ele inteiro. Eu comecei a dar linguadas no pau do Pablo e o Mati me seguiu, a gente tava chupando o pau dele juntos, e parecia que o Pablo tava adorando, pelo jeito que ele gemia.
Num momento, falei pro Mati enfiar um dedo na bunda dele, e ele fez devagar. O Pablo soltou um gemido indescritível, tava gozando como nunca. Mesmo depois de ter transado a tarde inteira, o pau dele tava mais duro até que na primeira vez.
Não demorou muito pra ele começar a ter espasmos, tava prestes a gozar. Então enfiei o pau inteiro na boca e recebi toda a porra que ainda tinha. Por sorte não era muita, então coube tudo na minha boca. Abrindo um pouco a boca, mostrei pro Mati a porra que tava lá e perguntei se ele queria um pouco. Matias se aproximou e começamos a nos beijar, dividindo a porra do Pablo. A situação era incrível, mas mais incrível ainda era o que ia rolar depois.
Passado o momento da chupada no Pablo, Matias me disse que agora era a vez dele. Então me deitei com a cabeça apoiada no encosto da cama, pra ficar meio inclinada, e mandei o Matias se colocar na minha frente. Abri a boca e ele começou a me comer basicamente, enquanto eu com as mãos explorava o cu dele até conseguir enfiar um dedo. Ele tava adorando pra caralho. Ficamos assim por um bom tempo. Apesar da excitação, era a terceira gozada que ele dava.
Mas a surpresa veio quando sinto o Pablo se posicionar atrás do Matias, tira minha mão e começa a chupar o cu do funcionário dele. A situação era muito putaria, um escândalo: dois pedreiros que eu tinha macetado como dois vagabundos de primeira estavam chupando o cu um do outro.
Num momento, pedi pra parar e olhei pro Pablo. Ele tava com o pau meia-bomba, então falei: "Quero que enquanto o Mati arrebenta minha bunda, você arrebente a dele."
Pablo respondeu um sonoro não, mas o Mati parecia ter gostado da ideia. Me joguei no pau do Pablo e comecei a chupar ele enquanto pedia com voz de puta: "Por favor, vai."
Depois de um tempo, ele topou, mas não sabia se ia conseguir ficar duro de vez — já tinha gozado três vezes e não era um cara novo. Eu pulei de felicidade, dei um beijão nele e me levantei, me apoiando nas portas espelhadas do guarda-roupa. Empinei a bunda o máximo que pude e falei pro Mati: "Vem, faz de mim tua."
Mati se levantou rápido e, de um empurrão, meteu o pau até o fundo do meu cu e começou a me comer com força.
Pablo veio mais devagar, ainda pensando no que ia fazer. Eu via tudo pelo espelho, via o Pablo olhando pro cu do ajudante dele e sem se decidir a desvirginar a bunda dele.
Matias criou coragem e falou: "Vai, arrebenta meu cu, Pablo."
Pablo respirou fundo e apontou o pau pro cu do Mati. Custou um pouco pra entrar. entrar porque não tava bem encaixada e porque o cu do Mati era virgem de verdade, mas com um pouco de paciência ele conseguiu enfiar a cabeça da pica na buceta do Mati.
O Pablo continuava olhando com um pouco de dúvida enquanto desvirgava o assistente dele, e o Mati, de olhos fechados, curtia pra caralho. Eu fiz um movimento brusco pra trás pra pica do Pablo entrar toda, já que ele não tava com coragem, e por sorte foi assim. O Mati soltou um suspiro de prazer indescritível.
O Pablo já relaxou um pouco e ficou me olhando pelo espelho, minha cara era de puta no cio, cara de luxúria total, e enquanto me encarava fixo pelo espelho, começou a meter cada vez mais forte no Mati. As estocadas no Matias faziam ele também me meter. Daqui a pouco os movimentos ficaram mais ritmados entre os três e o Mati não aguentou muito, enchendo meu cu de porra de novo.
Eu pensei que ali terminava tudo, mas o Pablo tirou a pica do cu do Mati, empurrou ele e cravou a pica de novo no meu cu. Começou a me foder com raiva enquanto falava "tá feliz, puta? Arrebentei o cu do meu assistente". Eu só ria, fazendo a raiva das estocadas dele aumentar cada vez mais, até que finalmente gozou, embora já tenha saído pouca porra, eu consegui sentir os espasmos da pica dele.
Ainda com a pica dele dentro, me aproximei do ouvido dele e sussurrei com voz de puta: "amei, Pablito, e você também gostou, fala a verdade".
Ele tirou a pica e foi direto pro banheiro se lavar. Eu me deitei do lado do Mati, que ainda tava com cara de feliz aniversário olhando pro teto, abracei ele, beijei e perguntei se ele tinha gostado.
Ele, ainda em êxtase, falou que foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele. Desci minha mão até o cu dele e acariciei um pouco e falei: "e olha que você não levou porra na buceta, tá perdendo o melhor da vida". Ele mordeu os lábios de desejo e não falou nada.
Continuei acariciando devagar o cu dele recém-desvirgado e falei: "Amanhã a gente convence o Pablo a te dar a porra dele no Fica tranquilo, Booty." Ele só agradeceu e não falou mais nada.
Pablo saiu do banheiro e mandou Matias tomar um banho rápido e se vestir. Ele obedeceu e foram embora. Quando Pablo tava saindo, me deu um beijo e falou: "Amanhã a gente continua, putinha, vou te destruir."
Voltando ao presente, obviamente enchi a buceta da minha Mica de porra de novo, pela segunda vez, e não perdi nenhum detalhe do que ela me contou.
A verdade é que achei tudo uma loucura total e fiquei com uma vontade danada de ver pelo menos uma cena assim na minha frente. Por sorte, consegui presenciar algo parecido outra vez, mas isso fica pra uma próxima história. O que importa é que a piscina ficou pronta, mas demoraram quase dois meses — vocês imaginam o motivo.
Espero não ter entediado vocês com um relato tão longo, mas o nível de detalhe e o que a Mica fez naquele dia realmente mereciam.
16 comentários - Minha esposa e os pedreiros
queremos ver ese lomo de putita😋
Este relato es simplemente espectacular muy bueno gracias por compartir
Espero leer el resto de la historia waaaaaaaooooooo