Como todo encontro, chega sua hora. Mamãe começou com as contrações à tarde, eu estava na escola, pronta pro meu último semestre da faculdade. Me ligaram bem na hora do meu almoço e, como alma que o diabo carrega, fui direto pro hospital, que não era muito longe. Papai já estava no centro cirúrgico pra cortar o cordão umbilical da minha irmãzinha e da filha dele, que ganhou o nome que minha mãe sempre quis: Amanda, como uma das namoradas que ele teve há um tempão. Nessa hora, papai e eu aproveitamos pra fazer um ultrassom em mim, enquanto mamãe descansava e minha irmãzinha ficava no berçário. Nosso segundo bebê tava cada vez maior e, pra nossa surpresa, não era o menino que ele tanto queria — teríamos outra menina. Fiquei feliz por ser menina e, pelo ultrassom 3D, a pequena tava saudável e crescendo. Enquanto isso, eu engordei igual uma vaquinha: de 62 kg, ganhei quase 20 quilos no final da gravidez!(assim que fiquei depois de me aliviar)
Como ainda faltavam 4 meses pra eu terminar minha gravidez, eu e o papai não parávamos de transar, enquanto a mamãe não podia por causa da quarentena dela. E a gente já tava precisando de um menage, então uma noite, pensando bem, decidi que era hora de dividir uma mulher com o papai. No dia seguinte, fiquei no Twitter procurando acompanhantes e achei umas opções muito boas, principalmente aqui na Califórnia. Algumas até tinham aparecido em clipes de música grupera. Mas antes de a gente fazer um menage, resolvi primeiro testar elas pra ver qual era a certa.
(Aqui umas fotos)


Mas no fim, escolhi uma mina de Culiacán, muito gostosa a morena.
E naquela tarde, levei o papai perto da universidade para um hotel pro nosso ménage. Foi uma foda muito boa, ainda mais pra uma escort lésbica, era a primeira vez dela com um homem (segundo ela)... Ficamos nessa por um tempo, até que a quarentena da mamãe terminou, e voltamos a ficar os três juntos.
Chegou um momento em que viciei em putas e tudo que ganhava na Midway com design de texturas e cenários pra um jogo de luta que, aliás, saiu pro PSP... Antes de dar à luz, me envolvi com talvez mais de 20 prostitutas contratadas pelo Twitter. Já era viciada em sexo, uma puta ninfomaníaca. Precisava mudar, bati no fundo do poço quando aliviei da nossa segunda filha, na manhã do dia 25 de dezembro, pesando quase 5kg, nasceu minha menina. Dessa vez consegui amamentar ela por mais tempo, diferente da irmã mais velha, que por causa do remédio que tomei pra hemorroida que o pai dela deixou, nosso pai...
Minha menina nasceu muito chorona, até chorava mais que a irmã mais velha naquela idade. Minha filha mais velha, Virgínia, já tava na idade de entrar no jardim de infância, só que esperamos um pouco. Já que em vez de entrar em agosto, colocamos ela em janeiro, praticamente 5 meses depois do início oficial, mas isso não era desculpa pra eu não passar tempo com ela (serei puta ninfomaníaca, mas não sou MÃE-RUIM). Adorava ficar com ela e ensinar a desenhar, a escrever, inclusive o pai dela não perdia tempo em ensinar as duas, minha irmã Samantha e minha filha/irmã Virgínia, a negociar, e até algo que me orgulho: o papai passava tempo com elas ensinando a contar, somar ou subtrair.
Depois que eu aliviei em janeiro, a mamãe foi diagnosticada com câncer de mama, e tiraram os seios. Foi aí que o papai aproveitou pra colocar implantes de silicone em nós duas, também conhecidos como próteses mamárias. Tem muitas marcas, mas as melhores são umas alemãs, que depois da cirurgia, até no toque não parecem falsas. Muito macios, e acreditem, já estive com garotas cujos implantes são muito duros, além de falsos... Com os que colocamos, não perdemos sensibilidade, diria até que aumentou. Papai estava feliz e, sempre que podia, adorava que a gente o masturbasse com nossos peitos, o que alguns conhecem como "masturbação cubana" ou "russa". Pra ser sincera, não fiquei muito tempo com os implantes, ainda mais porque estava com dificuldade pra emagrecer e perder os 20 quilos que ganhei na minha segunda gravidez, além de ter uma bunda enorme. Some isso às megatetas que eu tinha, e não faltavam assediadores: na academia, no trabalho, até um taxista — e eu rio quando lembro — que se ofereceu pra me levar de graça pra casa por um mês se eu deixasse ele me foder ali mesmo no banco de trás do carro e engolir minha merda... Bem doentio na minha opinião, mas cada um com seus gostos. Certa ocasião, quando precisei ir pra Comic-Con de San Diego, como ficava longe de onde morávamos, decidimos ir eu e papai pra apresentação do videogame que na época já tinha terminado e estava só em fase beta... Lá, naquela noite, resolvi me vestir do que meu pai mais gosta: de Gata Negra, a garota do HOMEM-ARANHA...





Vou deixar esse post até aqui, e se quiserem o pack da minha fantasia de gata preta, comenta e se o post chegar a 500 pontos, vou mandar o link pelo MEGA pra quem comentar!
Como ainda faltavam 4 meses pra eu terminar minha gravidez, eu e o papai não parávamos de transar, enquanto a mamãe não podia por causa da quarentena dela. E a gente já tava precisando de um menage, então uma noite, pensando bem, decidi que era hora de dividir uma mulher com o papai. No dia seguinte, fiquei no Twitter procurando acompanhantes e achei umas opções muito boas, principalmente aqui na Califórnia. Algumas até tinham aparecido em clipes de música grupera. Mas antes de a gente fazer um menage, resolvi primeiro testar elas pra ver qual era a certa. (Aqui umas fotos)



Mas no fim, escolhi uma mina de Culiacán, muito gostosa a morena.
E naquela tarde, levei o papai perto da universidade para um hotel pro nosso ménage. Foi uma foda muito boa, ainda mais pra uma escort lésbica, era a primeira vez dela com um homem (segundo ela)... Ficamos nessa por um tempo, até que a quarentena da mamãe terminou, e voltamos a ficar os três juntos.Chegou um momento em que viciei em putas e tudo que ganhava na Midway com design de texturas e cenários pra um jogo de luta que, aliás, saiu pro PSP... Antes de dar à luz, me envolvi com talvez mais de 20 prostitutas contratadas pelo Twitter. Já era viciada em sexo, uma puta ninfomaníaca. Precisava mudar, bati no fundo do poço quando aliviei da nossa segunda filha, na manhã do dia 25 de dezembro, pesando quase 5kg, nasceu minha menina. Dessa vez consegui amamentar ela por mais tempo, diferente da irmã mais velha, que por causa do remédio que tomei pra hemorroida que o pai dela deixou, nosso pai...
Minha menina nasceu muito chorona, até chorava mais que a irmã mais velha naquela idade. Minha filha mais velha, Virgínia, já tava na idade de entrar no jardim de infância, só que esperamos um pouco. Já que em vez de entrar em agosto, colocamos ela em janeiro, praticamente 5 meses depois do início oficial, mas isso não era desculpa pra eu não passar tempo com ela (serei puta ninfomaníaca, mas não sou MÃE-RUIM). Adorava ficar com ela e ensinar a desenhar, a escrever, inclusive o pai dela não perdia tempo em ensinar as duas, minha irmã Samantha e minha filha/irmã Virgínia, a negociar, e até algo que me orgulho: o papai passava tempo com elas ensinando a contar, somar ou subtrair.
Depois que eu aliviei em janeiro, a mamãe foi diagnosticada com câncer de mama, e tiraram os seios. Foi aí que o papai aproveitou pra colocar implantes de silicone em nós duas, também conhecidos como próteses mamárias. Tem muitas marcas, mas as melhores são umas alemãs, que depois da cirurgia, até no toque não parecem falsas. Muito macios, e acreditem, já estive com garotas cujos implantes são muito duros, além de falsos... Com os que colocamos, não perdemos sensibilidade, diria até que aumentou. Papai estava feliz e, sempre que podia, adorava que a gente o masturbasse com nossos peitos, o que alguns conhecem como "masturbação cubana" ou "russa". Pra ser sincera, não fiquei muito tempo com os implantes, ainda mais porque estava com dificuldade pra emagrecer e perder os 20 quilos que ganhei na minha segunda gravidez, além de ter uma bunda enorme. Some isso às megatetas que eu tinha, e não faltavam assediadores: na academia, no trabalho, até um taxista — e eu rio quando lembro — que se ofereceu pra me levar de graça pra casa por um mês se eu deixasse ele me foder ali mesmo no banco de trás do carro e engolir minha merda... Bem doentio na minha opinião, mas cada um com seus gostos. Certa ocasião, quando precisei ir pra Comic-Con de San Diego, como ficava longe de onde morávamos, decidimos ir eu e papai pra apresentação do videogame que na época já tinha terminado e estava só em fase beta... Lá, naquela noite, resolvi me vestir do que meu pai mais gosta: de Gata Negra, a garota do HOMEM-ARANHA...






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14 comentários - Vício em putas T.-2 Pt.-4