Você fecha os olhos... faz um pedido... e acredita que vai aparecer por mágica, né, é a tradição quando apaga as velas do bolo... E o que você pensa quando seu desejo se realiza sem precisar soprar velas...? ~ Aconteceu comigo quando fui na casa do meu vizinho Juliano, me apresentei na porta dele, porque a gente tinha combinado que eu ia fazer uns reparos nuns aparelhos de lavagem... Quem me atendeu foi a Marlene, a esposa dele, me recebeu toda sorridente, e eu expliquei o acordo com o Juliano. Ela me deixou entrar e falou pra eu esperar ele, enquanto isso, me ofereceu uma xícara de café bom, não dava pra recusar. A gente passou pelo corredor da recepção e não passou despercebido o vestido lindo dela, justinho no corpo, que na hora já me deu uma ereção...
Me instalei na sala dela, peguei o café, fiquei bem de frente pra cozinha, dava pra ver de ponta a ponta, então fiquei de olho em cada passo, cada movimento da Marlene. Ela se abaixava direto, ora pras xícaras, ora pros pratos, se esticava pra pegar o açucareiro, biscoitinhos, e as pernas dela, como o começo da bunda, pude conhecer bem de perto. Ofereci ajuda, mas ela não quis, então fiquei admirando ela ainda mais. Daí, rapidinho, ela arrumou tudo e sentou na minha frente. A gente bateu papo sobre vários assuntos, matando tempo esperando o Julián. Depois de 1 hora, fui me despedir, e ela tentou me segurar, puxou um assunto super inesperado, começou a falar que não sabia nada sobre mudanças de posições sexuais... Eu ri muito, nervoso pra caralho, e sugeri ela pesquisar na internet. Sinceramente, me deu uma baita sensação de covardia, não sabia nem como me comportar... Ela me encarou firme, eu fechei um pouco os olhos, respirei fundo, e falei: ~Ok, o que você quer saber? Vê se eu consigo te orientar... E cada pergunta que ela fazia, minha resposta era meio gráfica, usando as mãos, tentando não surtar com ela me olhando tão atenta... Aí, falei pra ela por que não perguntava logo pro Julián, e ela respondeu que já tinha tentado uma vez, mas ele disse que era "sacanagem de puta", e o comentário me chocou... Eu tava com uma ereção gigante, enorme pra caralho naquela hora, e como vi que ela era muito sincera e tão inocente, pedi pra ela sentar do meu lado... Coloquei minha mão na perna dela e comecei a acariciar, fui subindo o nível e cheguei na buceta dela por cima da calcinha, virei ela de lado, e enfiei meus dedos entre os lábios dela, fui mexendo até ela gozar várias vezes... Ela me olhava toda sorridente, e pediu pra gente ir pro quarto dela..
Disse que era uma safada, que se sabia, mas queria trepar comigo, me olhou tão séria, e jurou que era real, que queria saber das posições... E acreditei nela então, deitei ela na cama, subi nela, comecei a beijar com muito tesão, era minha ilusão tê-la como já tinha... Beijei seu pescoço, seus ombros, desci pras tetas, e libertei elas do sutiã, tirei pra fora, e depois de contemplar, me joguei nelas, chupei com prazer, cada centímetro cuidei, minhas mãos acariciavam igual, cada pedaço do corpo dela, não queria deixar parte sem atenção, ela se excitava cada vez mais, sugeri que fizesse tudo que quisesse, o que viesse na cabeça dela, ela falou num tom manhoso: Sério? ... E montou no meu pau, esfregando os panos das roupas, que faziam barulho como se estivesse lavando no tanque, sei lá, isso me deixou ainda mais duro, notei a mancha da calcinha dela com os orgasmos, ela se deixava cair com as tetas no meu rosto, e esfregava forte, peguei elas dando uns chupões enormes em cada uma, sugando os bicos, que chegavam no meio da escuridão da minha boca, dando leves mordidinhas neles...
Tirei a roupa dela e pude contemplá-la toda nua, puta merda, minha pica dura teve outra ereção, parecia inacreditável estar ali com Marlène, e continuei dando carícias e apertões no corpo dela... Tava gostando cada vez mais de como ela se comportava, fiz ela ver a carinha de puta que tava fazendo, me fascinava... E ela se entregou ainda mais assim... Abri as nádegas dela e acariciei o cuzinho, enfiando meus dedos e distendendo os esfíncteres anais dela, ela se mexia em círculos pequenos enquanto isso acontecia, meti minha mão na entreperna dela e acariciei a buceta dela também, dando beliscões nos lábios vaginais e no clitóris, ela segurou meu rosto com as mãos e me beijou fundo, mexendo a língua dentro, deixando um monte de saliva, e falou no meu ouvido: "mete agora...
Virei ela e chupei suas nádegas... Preferi continuar aproveitando ainda mais fisicamente, subi pelas costas dela enchendo de beijos e mordidinhas suaves, me fascinava ver como ela se contorcia com cada coisa que eu fazia... Era uma fantasia pra mim, a mulher que eu achava impossível, estava nas minhas mãos, e eu tava fazendo ela gozar naqueles momentos, era uma daquelas situações em que a gente acredita que Deus existe... Kkkkk... Enquanto isso, ela arqueava as costas quando me sentia, e abria mais o compasso das pernas, escancarando completamente a bunda, sem parar de se virar e se jogar pra trás...
Ela me disse com a voz rouca e desesperada: "Já, mete...". E se ajeitou de conchinha na minha frente. Não demorei nada pra penetrar ela, na hora senti o fervor do interior do útero dela, era um doce, um dulcíssimo tormento. Me grudei nela, abracei segurando os peitos dela, apalpando a buceta dela, e tudo que tava ao alcance. Ela começou com movimentos suaves, e dali não saía, não me incomodavam, só me chamou a atenção sentir ela no mesmo ritmo por muito tempo... Chamei atenção pra isso e ela respondeu: "Julião diz que é assim que mulher decente faz..." E foi me contando sobre o relacionamento dela, machista, eu diria... Bom, fiquei puto na hora, e falei pra ela fazer o que quisesse fazer, e enquanto eu me movia em vai e vem circulares, ela começou a se mexer, seguindo cada um dos meus círculos, e logo senti ela se mover tão gostoso, e o corpo dela ficar todo suado. Fui lambendo esse suor, tinha um sabor sutil, agradável, e me excitou os sentidos. Enfiei meus dedos pra acariciar o clitóris dela, e ela se descontrolou em movimentos selvagens, e me levou a ter uma descarga enorme, tanto que uma dor nos colhões me invadiu...
Puxei ela e ajeitei, montando no meu pau. Ela me olhou com um jeitinho malicioso e perguntou se "a coisa" continuava... Só sorri, porque não queria fazer o menor comentário, nem a favor nem contra o marido dela. Simplesmente segurei ela e comecei a dar giros, vai e vem e bombadas coordenadas, curtindo ela e tentando fazer com que ela gozasse ao máximo, coisa que fui conseguindo aos poucos, acho. Pelo menos essa posição é meio mágica, e tinha que ser bem aproveitada. Ela se mexia sem parar, gemia com uma vontade danada, e se agarrava nas minhas pernas, com os dedos cravados nelas. E o mais forte: cada vez que se descontrolava nos orgasmos, cravava as unhas, doía, mas dava pra aguentar. As amarras do tempo naquele momento não existiam, e senti um impulso forte e gozei o mais fundo que foi possível... E ela terminou me banhando com a multiorgasmo dela, que se repetiu uma e outra vez na hora.
Descansamos um pouco, conversamos sobre o encontro, bom, meu ego subiu pro universo inteiro assim que ela me elogiou entre uns beijos... Mas não era eu o importante, era ela, agradeci o esforço dela em extravasar os desejos, e ela se abriu ainda mais, e eu adorava ouvir ela falar, pois comentava numa mistura mística de menina e mulher, muito fascinada e tão cheia de surpresa por estar se curtindo... Olhei meu relógio, já fazia 3 horas ali, acariciei ela de novo, e a coloquei de quatro, enfiei meu rosto entre as bundas dela, chupando a mistura dos nossos sucos, e subi pra beijar ela, ela me recebeu com um beijo ardente, e com os movimentos do corpo dela, fiquei mais do que duro e me posicionei pra penetrar ela assim, de quatro... A vista era a coisa mais louca, com a bunda dela empinada e totalmente aberta, uffff... Segurei meu pau, e enfiei até o fundo num só empurrão na buceta dela, ela parecia possessa, mexia o quadril com tanta energia, que seria muito idiota da minha parte gozar na hora, o que fiz foi seguir o ritmo dela, e óbvio, ela levava a vantagem... Consegui sentir assim que ela gozava em torrentes orgásmicas, tão fortes, que até me empurravam pra trás, e tão abundantes, que molhavam da minha pélvis até minhas pernas, deixando mais que fios dos sucos dela, ela segurou com força em cada mão um pedaço do lençol, e se mexeu com mais força e velocidade, os mesmos movimentos arrancaram minha última descarga, que acho que não chegou no fundo, pois ela deu uma gozada tremenda, expulsando até minha gozada pra trás... Ela ficou de olhos fechados, o corpo todo suado, ofegante com a respiração entrecortada, e os peitos dela cravados no colchão...
Ela abriu os olhos e me olhou bem atenta. A primeira coisa que disse: "Valeu, Sérgio, sério, não conhecia isso..." Ficamos assim por um bom tempo, depois só nos vestimos, sem nem um banho, cada um queria levar e guardar o outro... Manter em segredo esse encontro, que foi tão bem levado por tanto tempo, tendo várias vezes de nos ver escondidos... Além disso, o Juliano me pede direto pra fazer uns reparos, e eu de quebra "conserto" a Marlene...
Me instalei na sala dela, peguei o café, fiquei bem de frente pra cozinha, dava pra ver de ponta a ponta, então fiquei de olho em cada passo, cada movimento da Marlene. Ela se abaixava direto, ora pras xícaras, ora pros pratos, se esticava pra pegar o açucareiro, biscoitinhos, e as pernas dela, como o começo da bunda, pude conhecer bem de perto. Ofereci ajuda, mas ela não quis, então fiquei admirando ela ainda mais. Daí, rapidinho, ela arrumou tudo e sentou na minha frente. A gente bateu papo sobre vários assuntos, matando tempo esperando o Julián. Depois de 1 hora, fui me despedir, e ela tentou me segurar, puxou um assunto super inesperado, começou a falar que não sabia nada sobre mudanças de posições sexuais... Eu ri muito, nervoso pra caralho, e sugeri ela pesquisar na internet. Sinceramente, me deu uma baita sensação de covardia, não sabia nem como me comportar... Ela me encarou firme, eu fechei um pouco os olhos, respirei fundo, e falei: ~Ok, o que você quer saber? Vê se eu consigo te orientar... E cada pergunta que ela fazia, minha resposta era meio gráfica, usando as mãos, tentando não surtar com ela me olhando tão atenta... Aí, falei pra ela por que não perguntava logo pro Julián, e ela respondeu que já tinha tentado uma vez, mas ele disse que era "sacanagem de puta", e o comentário me chocou... Eu tava com uma ereção gigante, enorme pra caralho naquela hora, e como vi que ela era muito sincera e tão inocente, pedi pra ela sentar do meu lado... Coloquei minha mão na perna dela e comecei a acariciar, fui subindo o nível e cheguei na buceta dela por cima da calcinha, virei ela de lado, e enfiei meus dedos entre os lábios dela, fui mexendo até ela gozar várias vezes... Ela me olhava toda sorridente, e pediu pra gente ir pro quarto dela..
Disse que era uma safada, que se sabia, mas queria trepar comigo, me olhou tão séria, e jurou que era real, que queria saber das posições... E acreditei nela então, deitei ela na cama, subi nela, comecei a beijar com muito tesão, era minha ilusão tê-la como já tinha... Beijei seu pescoço, seus ombros, desci pras tetas, e libertei elas do sutiã, tirei pra fora, e depois de contemplar, me joguei nelas, chupei com prazer, cada centímetro cuidei, minhas mãos acariciavam igual, cada pedaço do corpo dela, não queria deixar parte sem atenção, ela se excitava cada vez mais, sugeri que fizesse tudo que quisesse, o que viesse na cabeça dela, ela falou num tom manhoso: Sério? ... E montou no meu pau, esfregando os panos das roupas, que faziam barulho como se estivesse lavando no tanque, sei lá, isso me deixou ainda mais duro, notei a mancha da calcinha dela com os orgasmos, ela se deixava cair com as tetas no meu rosto, e esfregava forte, peguei elas dando uns chupões enormes em cada uma, sugando os bicos, que chegavam no meio da escuridão da minha boca, dando leves mordidinhas neles...
Tirei a roupa dela e pude contemplá-la toda nua, puta merda, minha pica dura teve outra ereção, parecia inacreditável estar ali com Marlène, e continuei dando carícias e apertões no corpo dela... Tava gostando cada vez mais de como ela se comportava, fiz ela ver a carinha de puta que tava fazendo, me fascinava... E ela se entregou ainda mais assim... Abri as nádegas dela e acariciei o cuzinho, enfiando meus dedos e distendendo os esfíncteres anais dela, ela se mexia em círculos pequenos enquanto isso acontecia, meti minha mão na entreperna dela e acariciei a buceta dela também, dando beliscões nos lábios vaginais e no clitóris, ela segurou meu rosto com as mãos e me beijou fundo, mexendo a língua dentro, deixando um monte de saliva, e falou no meu ouvido: "mete agora...
Virei ela e chupei suas nádegas... Preferi continuar aproveitando ainda mais fisicamente, subi pelas costas dela enchendo de beijos e mordidinhas suaves, me fascinava ver como ela se contorcia com cada coisa que eu fazia... Era uma fantasia pra mim, a mulher que eu achava impossível, estava nas minhas mãos, e eu tava fazendo ela gozar naqueles momentos, era uma daquelas situações em que a gente acredita que Deus existe... Kkkkk... Enquanto isso, ela arqueava as costas quando me sentia, e abria mais o compasso das pernas, escancarando completamente a bunda, sem parar de se virar e se jogar pra trás...
Ela me disse com a voz rouca e desesperada: "Já, mete...". E se ajeitou de conchinha na minha frente. Não demorei nada pra penetrar ela, na hora senti o fervor do interior do útero dela, era um doce, um dulcíssimo tormento. Me grudei nela, abracei segurando os peitos dela, apalpando a buceta dela, e tudo que tava ao alcance. Ela começou com movimentos suaves, e dali não saía, não me incomodavam, só me chamou a atenção sentir ela no mesmo ritmo por muito tempo... Chamei atenção pra isso e ela respondeu: "Julião diz que é assim que mulher decente faz..." E foi me contando sobre o relacionamento dela, machista, eu diria... Bom, fiquei puto na hora, e falei pra ela fazer o que quisesse fazer, e enquanto eu me movia em vai e vem circulares, ela começou a se mexer, seguindo cada um dos meus círculos, e logo senti ela se mover tão gostoso, e o corpo dela ficar todo suado. Fui lambendo esse suor, tinha um sabor sutil, agradável, e me excitou os sentidos. Enfiei meus dedos pra acariciar o clitóris dela, e ela se descontrolou em movimentos selvagens, e me levou a ter uma descarga enorme, tanto que uma dor nos colhões me invadiu...
Puxei ela e ajeitei, montando no meu pau. Ela me olhou com um jeitinho malicioso e perguntou se "a coisa" continuava... Só sorri, porque não queria fazer o menor comentário, nem a favor nem contra o marido dela. Simplesmente segurei ela e comecei a dar giros, vai e vem e bombadas coordenadas, curtindo ela e tentando fazer com que ela gozasse ao máximo, coisa que fui conseguindo aos poucos, acho. Pelo menos essa posição é meio mágica, e tinha que ser bem aproveitada. Ela se mexia sem parar, gemia com uma vontade danada, e se agarrava nas minhas pernas, com os dedos cravados nelas. E o mais forte: cada vez que se descontrolava nos orgasmos, cravava as unhas, doía, mas dava pra aguentar. As amarras do tempo naquele momento não existiam, e senti um impulso forte e gozei o mais fundo que foi possível... E ela terminou me banhando com a multiorgasmo dela, que se repetiu uma e outra vez na hora.
Descansamos um pouco, conversamos sobre o encontro, bom, meu ego subiu pro universo inteiro assim que ela me elogiou entre uns beijos... Mas não era eu o importante, era ela, agradeci o esforço dela em extravasar os desejos, e ela se abriu ainda mais, e eu adorava ouvir ela falar, pois comentava numa mistura mística de menina e mulher, muito fascinada e tão cheia de surpresa por estar se curtindo... Olhei meu relógio, já fazia 3 horas ali, acariciei ela de novo, e a coloquei de quatro, enfiei meu rosto entre as bundas dela, chupando a mistura dos nossos sucos, e subi pra beijar ela, ela me recebeu com um beijo ardente, e com os movimentos do corpo dela, fiquei mais do que duro e me posicionei pra penetrar ela assim, de quatro... A vista era a coisa mais louca, com a bunda dela empinada e totalmente aberta, uffff... Segurei meu pau, e enfiei até o fundo num só empurrão na buceta dela, ela parecia possessa, mexia o quadril com tanta energia, que seria muito idiota da minha parte gozar na hora, o que fiz foi seguir o ritmo dela, e óbvio, ela levava a vantagem... Consegui sentir assim que ela gozava em torrentes orgásmicas, tão fortes, que até me empurravam pra trás, e tão abundantes, que molhavam da minha pélvis até minhas pernas, deixando mais que fios dos sucos dela, ela segurou com força em cada mão um pedaço do lençol, e se mexeu com mais força e velocidade, os mesmos movimentos arrancaram minha última descarga, que acho que não chegou no fundo, pois ela deu uma gozada tremenda, expulsando até minha gozada pra trás... Ela ficou de olhos fechados, o corpo todo suado, ofegante com a respiração entrecortada, e os peitos dela cravados no colchão...
Ela abriu os olhos e me olhou bem atenta. A primeira coisa que disse: "Valeu, Sérgio, sério, não conhecia isso..." Ficamos assim por um bom tempo, depois só nos vestimos, sem nem um banho, cada um queria levar e guardar o outro... Manter em segredo esse encontro, que foi tão bem levado por tanto tempo, tendo várias vezes de nos ver escondidos... Além disso, o Juliano me pede direto pra fazer uns reparos, e eu de quebra "conserto" a Marlene...
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