La mamá de mi alumno (parte 4)

E aí, galera linda!!!!

Valeu pelos pontos e comentários!!!!
Vocês são o combustível pra continuar contando essa história, que parece ficção mas foi bem real!!!

As mensagens com a Ana viraram diárias, a gente se propunha todo tipo de situação sexual. Ainda não existia WhatsApp, senão talvez a gente tivesse feito sexo virtual e tantas outras coisas… A tesão e a pele que a gente tinha não existiam nos nossos casamentos.

Uma semana depois do nosso segundo encontro, a gente coincidiu de novo… Tava na cara que nossos corpos se precisavam. Não tinha súplica nem nada que segurasse a gente. A gente combinava um dia, e cada um fazia de tudo pra poder estar. Era uma loucura. A gente se via e já ia direto pro motel pra descarregar as tensões.

Cada dia era uma aventura nova e eu me propunha objetivos diferentes pra ver até onde a gente chegava.

Esse dia eu fui com a esperança de aguentar o turno inteiro metendo sem gozar. Não sabia se ia conseguir porque a magrinha me deixava com muito tesão… mas, enfim… era um novo desafio.

E foi assim que a gente se encontrou numa tardinha, de novo beijos no carro e vapt-vupt pro motel… Muita pele, muita paixão.

Entramos no quarto e, como sempre, se soltou o furacão que vivia na gente. Dessa vez eu tentei fazer a preliminar durar o máximo possível, sempre atendendo a Ana primeiro, porque sabia que se ela chupasse meu pau muito cedo, eu não ia conseguir meu objetivo.

Não lembro qual foi o motivo de ela estar “ofendida” e não deixar eu fazer nada… fazendo a “difícil”. Mas, mais insistente que cachorro de carroceiro, fui tirando a roupa dela e, com acesso ao corpo dela, comecei o trabalho oral… pescoço, ombros, peitos… o jeans dela tava colado, era uma pena ter que tirar, aquele rabo partido pela costura que se dividia em duas metades simétricas, redondas, salientes… Enquanto chupava os peitos dela (se é que não falei, não eram muito grandes, mas sim mais pra pequenos, clássico tándem: se tem bunda boa, tem peito pequeno e vice-versa) fiquei apertando a bunda e a buceta por cima da calça. Ela ficava agarrando meu pau, mas como ela estava fazendo difícil, eu dizia: "não, não... você tá ofendida" e ela ria cúmplice e sarcástica.
Minha pica explodia na calça. Mas não queria dar a vitória pra ela. Ela fazia difícil, então eu também... os dois "arianos" brigando pra ganhar uma batalha que já estava perdida desde que nos encontramos. Mas ninguém queria ceder. Tentei tirar a calça dela e ela se afastou, puxei ela pra mim agarrando a bunda e encostei a pica na buceta, fazendo força pra ela sentir como eu estava.

A: mmmmmmmmmmmmmmm como é que tá?
Y: viu??? Hoje eu te arrebento toda.
A: toda não...
Y: como assim não??
A: tô ofendida...
E ria com malícia.

Virei ela e encostei a pica na bunda, fazendo força, enquanto falava no ouvido:
Y: se a galera da escola visse... que inveja iam ter de mim!!!
A: aaaaaaammmmmmmmmmmmmmm... o que você tá dizendo??
Y: o que você tá ouvindo... não finge que não percebe como todo mundo te olha na escola.
A: por isso que o Paco não quer que eu vá buscar ele e pede pra ir sozinho.
Y: é... se além dos professores até os colegas dele ficam olhando sua bunda, os moleques devem bater uma punheta atrás da outra hahahahah
A: e... o meu é bem masturbador.
Y: ele bate punheta pensando na mamãe???? (enquanto esfregava por cima da calça)
A: não seja degenerado!!!!
Y: porque você é de saaaaaaaaaaaan... hahahahaha
A: eu sou uma senhora que não tem atenção em casa, por isso caí nas suas garras.
Y: aaaayyyy coitada da senhorinhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa..... (e desabotoava os botões da calça e acariciava a buceta por cima da calcinha)
A: hahahah você é um terror.
Y: e é isso que você gosta (meti um dedo entre os lábios dela)
A: sim sim.... mmmmmm

Fui baixando a calça dela, agora na lembrança, fiquei igual o grande Olmedo fazendo o Manosanta, agachado com os glúteos dela na altura da minha cara, com aquela calcinha que sumia no meio da racha da bunda linda dela, dei uma mordidinha de leve (pra não marcar).

Joguei ela na cama, ficou sentada com as Calças nos tornozelos e as botas calçadas.
Arranquei tudo dela, ficou só de calcinha fio dental (já dava pra ver a umidade) deitada de barriga pra cima. Fui subindo com meus beijos pelas suas pernas, loooooooooongas, torneadas, firmes. Ana tinha o olhar fixo no teto e se deixava levar. Abri suas pernas suavemente e, enquanto beijava suas coxas, acariciava seus lábios por cima do tecido, fazendo-a desejar.

À medida que subia por suas pernas, sua respiração ficava ofegante. De baixo, eu podia ver seus mamilos rosados apontando pro céu, endurecidos pela excitação. Me aproximei de sua buceta ainda coberta pelo tecido e passei a língua por cima da calcinha.

A: Não me deixa molhada, depois fica incômodo.
Y: E se você não colocar de novo?
A: Sim, claro, e a calça me corta no meio…

Tive pena, então tirei a calcinha, deixando sua buceta rosada e úmida à minha disposição. Enterrei minha língua e lambi toda sua umidade, deixando também minha saliva nela. Abri seus lábios com a língua e ataquei o interior com linguadas rápidas e depois outras longas, intercalando velocidade e profundidade, passando pelo seu clitóris e voltando a entrar. Estiquei minhas mãos para tocar seus seios, seus gemidos inundavam o quarto, seus peitos subiam e desciam, sua barriga se contraía assim como suas pernas. Nada mais lindo do que fazer uma mulher linda gozar com a língua. O orgasmo a atravessou. Ela apertou suas pernas, prendendo meu rosto em sua buceta – eu não tinha intenção de estar em outro lugar que não fosse ali… então, apesar da falta de ar, aproveitei aqueles segundos de clímax.

Subi na cama e a penetrei sem pedir permissão… quase não deixei ela se recuperar do orgasmo e já estava em cima, metendo na posição papai e mamãe.

Não vou entediá-los com os detalhes óbvios de posições, caras, beijos e muitos etc.

Quando tentei fazer anal, ela disse:
A: Não, não… hoje não… estou chateada com você.
Y: Sim, sim… claro…
A: Sério, pelo que você me disse outro dia, hoje não vou dar.
Eu já estava… encuatro, porque assim eu tinha deixado ela, então agarrei ela pela cintura, apontei o pau pra bunda e empurrei...
A: nãoooooooooooooooooo caralhooooooooooooooooo
Y: qual é essa de tá ofendida??? (e enfiei o pau todinho no cu dela)
A: aaaaahhhh filho da puta
Daí pra frente foi só prazer. Ela teve vários orgasmos, e quando eu sentia que ia gozar, dava uma segurada, queria cumprir meu objetivo.
Quando já tinha passado mais de uma hora de sexo frenético, ela me olha:
A: que que é, você não goza não??
Y: tô guardando... pra sair tudo de uma vez
A: ahã... E o que você tá pensando??
Y: encher sua boquinha
A: é o que você diz??
Y: eu gostaria... você deixa??
A: quem te disse??? Pode ser que sim... pode ser que não...
Comecei a meter com tudo na bunda dela
Y: e qual "pode ser" tá mais perto?? O sim? Ou o não?
A: aaah aaahh aaaahhhh você tá me machucando
Y: posso meter mais forte... (acelerando o ritmo da foda)
A: aaaaahhhh filho da puuuutaaaaaaa!! Para!!! Para!!!
Y: me responde... tá mais perto do não ou do sim?
A: SIM SIM SIM....
Toquei o clitóris dela, enfiei um dedo na buceta, e comecei a comer ela com mais "amor"
Mais um orgasmo...
Eu já não aguentava muito... então tirei o pau do cu dela e deitei de barriga pra cima
Ana subiu em cima e enfiou o pau
Y: olha que eu vou gozar dentro...
A: você não vai ser tão otário!!!
Y: eu não me arriscaria a fazer o que você tá fazendo
A: me deixa um pouquinho que eu tô gostando
Y: Ok
Fazendo esforço, repassando o teorema de Pitágoras, o de Tales, a divisão entre números complexos, e outras situações menos confortáveis... consegui superar o momento
Y: Chega!!! Vai... faz tua mágica... (piscando o olho pra ela)
A: hahahaha mágica???
Y: você sabe do que eu tô falando
A: não sou mágica...
Y: não vem com essa... vai... me dá esse prazer
Ana desmontou do meu pau, abri as pernas pra dar espaço, ela deitou deixando o rosto na altura da minha virilha, me olhou nos olhos e começou a chupar com muito desejo... Chupava com vontade, com amor, com ternura, com paixão, com loucura... era uma deusa do boquete... Um dia eu confessei pra ela numa conversa por mensagem: "ninguém chupou meu pau tão gostoso quanto você"
Obviamente, eu não aguentava muito… depois de alguns minutos daquele prazer oral incrível, comecei a tremer, uma careta tomou conta do meu rosto, nem precisava avisar, porque minhas pernas a apertaram, e me deixei levar………………………
Não sei quantas porra saíram dos meus ovos, não deu tempo de contar, só sei que sentia meu pau cuspindo e cuspindo sem parar. Primeiro jatos longos, depois outros mais curtos, e ela me olhava nos olhos e deixava meu gozo entrar todo na sua boca. Nem uma gota escapou da filha da puta… Quando soltou meu pau fez: “PLA… PLA… PLA…” como se estivesse saboreando e deixando passar o pouco de porra que deve ter ficado grudado no céu da boca e se jogou em cima de mim, como quem fez uma boa ação e agora busca aprovação.
Claro que ela foi mais que aprovada.
Tomamos um banho juntos, com muitos carinhos e afagos, e nos despedimos até uma nova oportunidade.
Alguns dias depois, ela me manda uma mensagem:
A: OI, ME AVISA QUANDO POSSO LIGAR
Y: oi… ok, tô saindo da escola, me liga em 15
Ela ligou:
A: Oi, vê se você não é um baita de um otário!!!
Y: opa!! Boa tarde!!!
A: é, boa pra você… bah… sei lá também
Y: o que foi?? (a primeira coisa que pensei foi que o marido tinha descoberto…)
A: TÔ GRÁVIDA…..

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7 comentários - La mamá de mi alumno (parte 4)

Ésto se torna interesante. Espero la continuacion.
BlvdBy +1
Que buen relato, y que interesante final!
noooooooo!!!!! se la quieren cortar los dos!!!! buenisimo!!!! mas x favor!
excelente historia!
Más interesante que una obra de Alfred Hitchcock , muy pero muy bueno, van 10 puntos y hasta la próxima
"ESTOY EMBARAZADA"

NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
muy bueno...!! bueno...por lo menos, si algún nene te mira con insistencia...pensá en decirle Hijo mio....!
No la habrás hecho abortar..ja!