E foi assim, não consegui me controlar. Meu marido contratou ele pra limpar um caminho no mato até os braços do rio, que com a umidade não dava pra passar, são quase 300 metros. Quando fui levar a comida, vi ele e ENLOUQUEÇO.
Vou contar pra vocês: meu marido, na pressa de fazer o caminho inteiro, deixou ele quase intransitável por causa das chuvas e do calor. As plantas invadiram a trilha. Ele contratou um mateiro e cortador de árvore que tava fazendo uma bico na região, de um povoado a uns 50 km. O cara veio ontem cedo, e meu marido levou os equipamentos num quadriciclo enquanto ele ia na moto. Marcou o serviço e falou que às 13h a gente comia, pra ele voltar, e que a gente ia avisar com o triângulo (um equipamento que faz um barulhão e se ouve de longe).
Às 12:30 avisei meu marido pelo triângulo, às 13 ele não veio, liguei pro celular e tava desligado, com certeza tava com a motosserra e não ouvia nada, aí desligou pra não gastar bateria. Comemos, umas 13:50 meu marido foi tirar a soneca de sempre, uma hora. Eu arrumei tudo, tava de short, tênis e camiseta, o tempo tava gostoso. Peguei uma bolsa térmica de piquenique e fiz dois sanduíches de milanesa com tomate e alface, fechei com filme, coloquei uma garrafa de suco de laranja natural, outra de água e fruta, e fui no quadriciclo. Quando cheguei no começo do caminho, vi um monte de mato cortado e entrei sem problema. O cara cobra por serviço, ou seja, quer terminar logo. Uns 100 metros depois tive que parar, desci a bolsa térmica e comecei a andar fazendo zigue-zague pelo caminho. Ele ia largando as coisas, mas não ouvia a motosserra. Pensei: deve estar descansando. Até que ouvi barulho de água, alguém nadando. Deixei a bolsa e fui em direção à mata perto do riacho. Quando tô a uns 30 metros, fiquei paralisada: ele tava nu na margem, com um pau grande e grosso. Meu coração começou a bater forte, fiquei excitada, mas pensei: vou voltar e chamar pelo nome. Fiz isso: JUAN, JUANNNN. Daí, em uns minutos, ele vem de short seco, mas o corpo molhado. "Oi, o que veio fazer?" "É que você não foi comer e trouxe sua comida." Mostrei a bolsa. "Não precisava ter se incomodado." "Tá indo bem?" perguntei. "Termina hoje?" Ele respondeu, comendo um sanduíche: "Sim, vou trabalhar até tarde. Combinei com seu marido de deixar tudo no começo do caminho e depois levar com o reboque." "Ah, tá bom", respondi.
O pau morto dele tava molhado, marcou o short, eu falei, bom, pela geladeira não esquenta, deixa ela no começo do caminho. Ele me ofereceu suco, falou, delicioso, e eu disse, vejo que você se banhou na cachoeira, é linda, fresca, mansa. Ele percebe que eu tô olhando, e eu falo, desculpa se te incomodei. Meus bicos tavam duríssimos, dava pra ver de longe, eu tava molhada, excitada, falava rápido, isso entrega uma mulher na minha situação. Ele responde, não, é um elogio uma mulher como você reparar em mim. É que nunca vi um homem igual você, acho que me entende. Ele sorriu e falou, bom, é hereditário, virou meio de lado pra não aparecer, e eu disse, isso não pode te dar vergonha. Me aproximei, olhei pra ele como pedindo permissão, ele parou de comer, acariciei o peito dele e desci a mão até o pau olhando pra ele, passando a língua nos lábios como quem pede licença. A vara já tava pulsando de tesão, me agachei e puxei o short dele que tava desamarrado, e uff, UMA BELEZA. Olhei pra ele e falei, por favor, não conta isso pra ninguém, é minha primeira vez com outro homem e meu marido me mata de verdade. E chupei, passei a língua e comecei a aproveitar, mamava e batia uma, os ovos dele eram grandes, lindos. Eu pensando, sem camisinha não fodo a buceta e se ele me comer o cu meu marido vai perceber. Ele me segurou pela nuca e começou a comer minha boca, olhei pra ele e falo, morro de vontade de ter ela dentro. Ele sorri, me leva pela mão até uma árvore, tira camisinhas da mochila, coloca. Eu me apoio na árvore, tiro o short, a camiseta, o sutiã, puxo a calcinha de lado e ele começa a me foder bem forte pela buceta. Ele falou, que rabo divino você tem. Nããão, meu marido vai perceber, QUE PENA. Mas não importa, era um animal de tesão me comendo quase abraçada na árvore. Eu tava amandooo, falei. Olhei meu relógio, era 14:45, tinha que voltar. Eu falei, se apressa que eu já vou, e fui embora. Soltei sons de prazer porque o som ecoa, ele gozou com a pica. Pau pra dentro, ela tira, tiro a camisinha, lambi ela toda, tinha um gozo delicioso, gostoso, chupei tudo, me lambi, e falei: tenho que ir, meu marido vai acordar. Me vesti, ele me acompanhou até o carro e voltei voando. Quando cheguei, fui direto pra cozinha, tomei um enxaguante bucal, fui no banheiro social e me refresquei, enquanto preparava o mate do meu marido. Em poucos minutos ele veio, me olhou: "O JUAN veio?" "Não, amor, fui eu." Levei a caixa térmica, já tinha feito mais de 100 metros, gritei e ele veio, muito agradecido. Acha que termina hoje. "Ah, bárbaro. Quando eu voltar, vou ver se termino, assim ele me ajuda a carregar o trailer." Me deu um beijo e foi embora. E EU PENSEI COMIGO MESMA: JUAN... TERMINOU E COMOOOOOOOOOOOOO JAAAAAAAAAAAAA
Vou contar pra vocês: meu marido, na pressa de fazer o caminho inteiro, deixou ele quase intransitável por causa das chuvas e do calor. As plantas invadiram a trilha. Ele contratou um mateiro e cortador de árvore que tava fazendo uma bico na região, de um povoado a uns 50 km. O cara veio ontem cedo, e meu marido levou os equipamentos num quadriciclo enquanto ele ia na moto. Marcou o serviço e falou que às 13h a gente comia, pra ele voltar, e que a gente ia avisar com o triângulo (um equipamento que faz um barulhão e se ouve de longe).
Às 12:30 avisei meu marido pelo triângulo, às 13 ele não veio, liguei pro celular e tava desligado, com certeza tava com a motosserra e não ouvia nada, aí desligou pra não gastar bateria. Comemos, umas 13:50 meu marido foi tirar a soneca de sempre, uma hora. Eu arrumei tudo, tava de short, tênis e camiseta, o tempo tava gostoso. Peguei uma bolsa térmica de piquenique e fiz dois sanduíches de milanesa com tomate e alface, fechei com filme, coloquei uma garrafa de suco de laranja natural, outra de água e fruta, e fui no quadriciclo. Quando cheguei no começo do caminho, vi um monte de mato cortado e entrei sem problema. O cara cobra por serviço, ou seja, quer terminar logo. Uns 100 metros depois tive que parar, desci a bolsa térmica e comecei a andar fazendo zigue-zague pelo caminho. Ele ia largando as coisas, mas não ouvia a motosserra. Pensei: deve estar descansando. Até que ouvi barulho de água, alguém nadando. Deixei a bolsa e fui em direção à mata perto do riacho. Quando tô a uns 30 metros, fiquei paralisada: ele tava nu na margem, com um pau grande e grosso. Meu coração começou a bater forte, fiquei excitada, mas pensei: vou voltar e chamar pelo nome. Fiz isso: JUAN, JUANNNN. Daí, em uns minutos, ele vem de short seco, mas o corpo molhado. "Oi, o que veio fazer?" "É que você não foi comer e trouxe sua comida." Mostrei a bolsa. "Não precisava ter se incomodado." "Tá indo bem?" perguntei. "Termina hoje?" Ele respondeu, comendo um sanduíche: "Sim, vou trabalhar até tarde. Combinei com seu marido de deixar tudo no começo do caminho e depois levar com o reboque." "Ah, tá bom", respondi.
O pau morto dele tava molhado, marcou o short, eu falei, bom, pela geladeira não esquenta, deixa ela no começo do caminho. Ele me ofereceu suco, falou, delicioso, e eu disse, vejo que você se banhou na cachoeira, é linda, fresca, mansa. Ele percebe que eu tô olhando, e eu falo, desculpa se te incomodei. Meus bicos tavam duríssimos, dava pra ver de longe, eu tava molhada, excitada, falava rápido, isso entrega uma mulher na minha situação. Ele responde, não, é um elogio uma mulher como você reparar em mim. É que nunca vi um homem igual você, acho que me entende. Ele sorriu e falou, bom, é hereditário, virou meio de lado pra não aparecer, e eu disse, isso não pode te dar vergonha. Me aproximei, olhei pra ele como pedindo permissão, ele parou de comer, acariciei o peito dele e desci a mão até o pau olhando pra ele, passando a língua nos lábios como quem pede licença. A vara já tava pulsando de tesão, me agachei e puxei o short dele que tava desamarrado, e uff, UMA BELEZA. Olhei pra ele e falei, por favor, não conta isso pra ninguém, é minha primeira vez com outro homem e meu marido me mata de verdade. E chupei, passei a língua e comecei a aproveitar, mamava e batia uma, os ovos dele eram grandes, lindos. Eu pensando, sem camisinha não fodo a buceta e se ele me comer o cu meu marido vai perceber. Ele me segurou pela nuca e começou a comer minha boca, olhei pra ele e falo, morro de vontade de ter ela dentro. Ele sorri, me leva pela mão até uma árvore, tira camisinhas da mochila, coloca. Eu me apoio na árvore, tiro o short, a camiseta, o sutiã, puxo a calcinha de lado e ele começa a me foder bem forte pela buceta. Ele falou, que rabo divino você tem. Nããão, meu marido vai perceber, QUE PENA. Mas não importa, era um animal de tesão me comendo quase abraçada na árvore. Eu tava amandooo, falei. Olhei meu relógio, era 14:45, tinha que voltar. Eu falei, se apressa que eu já vou, e fui embora. Soltei sons de prazer porque o som ecoa, ele gozou com a pica. Pau pra dentro, ela tira, tiro a camisinha, lambi ela toda, tinha um gozo delicioso, gostoso, chupei tudo, me lambi, e falei: tenho que ir, meu marido vai acordar. Me vesti, ele me acompanhou até o carro e voltei voando. Quando cheguei, fui direto pra cozinha, tomei um enxaguante bucal, fui no banheiro social e me refresquei, enquanto preparava o mate do meu marido. Em poucos minutos ele veio, me olhou: "O JUAN veio?" "Não, amor, fui eu." Levei a caixa térmica, já tinha feito mais de 100 metros, gritei e ele veio, muito agradecido. Acha que termina hoje. "Ah, bárbaro. Quando eu voltar, vou ver se termino, assim ele me ajuda a carregar o trailer." Me deu um beijo e foi embora. E EU PENSEI COMIGO MESMA: JUAN... TERMINOU E COMOOOOOOOOOOOOO JAAAAAAAAAAAAA
1 comentários - Não resisti.......
Me encantó!
+10