Fala, galera! Antes de tudo, queria me apresentar pra vocês. Esse é o meu primeiro post depois de mó tempão sendo usuário e sempre um leitor fiel! Amo os contos, sinto que são um jeito diferente e único de esquentar. Espero que curtam. Óbvio que troquei os nomes de todo mundo pra manter a privacidade dessas pessoas. Espero que aproveitem!
Oi, me chamo Martin, tenho 25 anos, quase fazendo 26. Há uns 3 anos que tô saindo com minha namorada Laura, e a gente mora junto já tem 2 anos. Conheci Laura no colégio, quando mudei de escola no penúltimo ano do ensino médio. Assim que a gente se viu, foi amor à primeira vista, e isso nos mantém juntos até hoje. Foi algo único quando nos olhamos, sentimos que tudo podia dar certo e, pra completar, ela me deixou louco de tesão. Minha namorada tem 1,85 de altura, cabelo preto, olhos verdes, um peitão dos bons (uns 110, mais ou menos) e uma bunda linda, no formato de coração. Só pra constar, sempre curti mulheres bem mais altas que eu — tenho 1,75, sou de corpo normal, nada de especial. Tenho olhos castanhos e cabelo preto, mas o que me ajuda é que manjo muito do papo, e foi isso que me fez conquistar ela, mais do que qualquer outra coisa...
Bom, a coisa foi assim: os primeiros meses com Laura foram encontros típicos, cinema, jantar, ir pra um motel pra matar a vontade que a gente tinha, mas nunca ela na minha casa nem eu na dela, até que chegou aquele dia tão esperado... (Laura não tinha pai, porque ele tinha abandonado ela desde pequena e ela não tinha nem um mísero lembrete de absolutamente nada)
-Laura: Martin, tô doida pra você conhecer minha mãe, que tal vir na sexta comer lá em casa? Você traz as cervejas que a minha velha cozinha e eu faço a sobremesa, o que acha?
-Martin: Fala, amor. Sexta à noite eu vou aí, a gente se conhece e vê qual é a boa.
(Vale deixar claro que eu não tava nem um pouco a fim de ir, porque achava que era perda de tempo. Eu só queria foder e foder, não tava nem aí pra ir na casa dela conhecer a mãe.)
Foi passando a semana até que chegou o dia tão esperado pela Laura, lá pelas 20h de sexta-feira, vale dizer que tava chovendo pra caralho e quando desci do táxi cheguei todo ensopado, aí fui tocar a campainha.
-Juliana: Oi, você deve ser o Martin, né?
-Martin: Oi, sim! Sou o Martin, namorado da Laura (e nisso eu já não sabia disfarçar minha cara de punheteiro, quase babando, a Juliana tinha 1,90m. Uns peitões enormes e bem firmes pra idade que tinha, sem barriga nenhuma, e uma rabetona de respeito, igual à filha).
— Juliana: Vem, Martin, entra e senta que a Laura tá terminando de se trocar e já desce. Quer beber alguma coisa?
-Martin: Muito obrigado, tá bem fresquinho lá fora, algo quente... seria ideal (E fiquei olhando pra ver a reação dela, não podia acreditar que aquela mulher tão gostosa era minha sogra, tava com mais vontade de comer ela ali mesmo do que comer e fazer toda a bagunça)
-Juliana: Bom, agora vou preparar um chá pra você
-Martin: Muito obrigado, "sogra" (A propósito, ela se abaixa pra pegar a caneca no móvel e eu vejo como marca uma calcinha fio-dental preta no leggings dela... e eu já tava a mil, não acreditava no que tava vendo, já tava ficando de pau duro e tinha acabado de chegar fazia poucos minutos).
-Juliana: Toma, Martin, já preparei pra você.
-Martin : Muito obrigado (enquanto isso, vejo pelas escadas que a Laura estava descendo)
-Laura: Oi, meu amor! Como você tá? Chegou!! Senti muita saudade, meu lindo! Uff, pegou a chuva, vem subir no banheiro pra secar um pouco e não ficar doente.
-Martin: Oi, meu amor, deixa eu terminar aqui a xícara de chá que sua mãe fez pra mim e já subo, porque não quero pegar um resfriado nem nada do tipo.
Passaram uns minutos, a gente conversou sobre coisas bestas até eu terminar a xícara de chá. Minha sogra foi terminar de cozinhar e eu subi com a Laura pra me secar um pouco...
-Laura: Que gostosa você está!
-Martin: Valeu, meu amor, você tá divina como sempre, tô morrendo de vontade de fazer umas coisinhas em você...
-Laura: rsrsrs, pra otário que é a minha véia, isso não é igual nos motéis onde a gente pode fazer de tudo, é uma casa que tem ouvido nas paredes, escuta tudo de todos os lados.
-Martin: É... te entendo, mas a vontade que tô de te comer ninguém tira... Olha como você tá, bebê! Me deixa louco de tesão (Ela tava com uma legging preta igual da mãe dela e dava pra ver a calcinha fio dental marcando)
-Laura: Você também me deixa muito excitada... vem comigo pro quarto que vou terminar de molhar você pra descer bem descarregadinho lá embaixo, meu bebê.
-Martin: mmmmm, beleza, mostra aí qual surpresa me aguarda
Entramos no quarto, a Laura, sem dizer nada, vai e tranca a porta do quarto dela e, automaticamente, me empurra na cama.
-Laura: Agora você vai ver como vou te deixar... não diga nem A, só aproveita, bebê meu.
-Martin: Eu assenti com a cabeça sem nem dizer "A".
Ela começa a desafivelar meu cinto, eu já tava com o pau meio duro por causa da situação de ver minha sogra pelada (Vale dizer que as milf me deixam louco, meu sonho sempre foi comer uma coroa e em mais de uma situação).
-Laura: mmm Olha como já tá meio durinho, espera que eu coloco na boca e deixo você todo molhadinho e sequinho, meu bebê
-Matin: Eu só balançava a cabeça sem falar absolutamente nada e fazia caras de prazer.
Ela continua na mesma situação, me abaixa a calça inteira, desce a cueca e PUM, meu pau já tava durasso, com muita vontade de foder, com muita vontade de encher ela de porra, com muita vontade de tudo...
-Laura: Aproveita, meu bebê, não fala nada, lembra que senão vou ter que parar e você vai ter que ficar todo quentinho, e isso você não ia gostar, né?
-Martin: Só concordei com a cabeça sem dizer nada, nessa altura já tava de olhos fechados.
Ela pega na minha pica e começa a meter na boca, começa a brincar com a língua dela que me deixava louco. Minha namorada naquela idade já chupava de um jeito que você gozava em meio segundo, tinha que pensar em outra coisa pra aguentar...
-Laura: Espero que você goste, bebê, tô morrendo de vontade de engolir toda a porra
-Martin: Eu só balançava a cabeça, eu tava de olhos fechados.Ela chupava e chupava, me massageava o pau de um jeito, já estava tudo completamente molhado, a cabeça do meu pau totalmente vermelha, louca pra gozar, e ela continuava, me punhetava, me chupava, me cuspia, dizia "Vai, papai, me dá, vai, anda logo, temos que descer, me dá".
Passaram-se apenas alguns minutos.
- Martin: Ai, bebê, ai... Vou gozar toda a sua boquinha, toda a boquinha inteira... mmmmm AAAAAHGHHH Toma tudo, toma tudo, bebê!
- Laura: Hummm, que gostoso, tá todo quentinho pra mim, bebê, aí eu adoro, que siririqueiro que você é, olha como eu tô, tô morrendo de vontade de você me foder aqui mesmo! Só que minha mãe tá aqui e a gente tem que descer... Vai, vou no banheiro me limpar e a gente desce.
Continua...
P.S.: Se vocês estão gostando do que estão lendo, por favor, deixem saber! É meu primeiro relato e é verdadeiro! Mando um beijo pra todos e espero que curtam, se gostarem, vem a segunda parte!!!
Oi, me chamo Martin, tenho 25 anos, quase fazendo 26. Há uns 3 anos que tô saindo com minha namorada Laura, e a gente mora junto já tem 2 anos. Conheci Laura no colégio, quando mudei de escola no penúltimo ano do ensino médio. Assim que a gente se viu, foi amor à primeira vista, e isso nos mantém juntos até hoje. Foi algo único quando nos olhamos, sentimos que tudo podia dar certo e, pra completar, ela me deixou louco de tesão. Minha namorada tem 1,85 de altura, cabelo preto, olhos verdes, um peitão dos bons (uns 110, mais ou menos) e uma bunda linda, no formato de coração. Só pra constar, sempre curti mulheres bem mais altas que eu — tenho 1,75, sou de corpo normal, nada de especial. Tenho olhos castanhos e cabelo preto, mas o que me ajuda é que manjo muito do papo, e foi isso que me fez conquistar ela, mais do que qualquer outra coisa...
Bom, a coisa foi assim: os primeiros meses com Laura foram encontros típicos, cinema, jantar, ir pra um motel pra matar a vontade que a gente tinha, mas nunca ela na minha casa nem eu na dela, até que chegou aquele dia tão esperado... (Laura não tinha pai, porque ele tinha abandonado ela desde pequena e ela não tinha nem um mísero lembrete de absolutamente nada)
-Laura: Martin, tô doida pra você conhecer minha mãe, que tal vir na sexta comer lá em casa? Você traz as cervejas que a minha velha cozinha e eu faço a sobremesa, o que acha?
-Martin: Fala, amor. Sexta à noite eu vou aí, a gente se conhece e vê qual é a boa.
(Vale deixar claro que eu não tava nem um pouco a fim de ir, porque achava que era perda de tempo. Eu só queria foder e foder, não tava nem aí pra ir na casa dela conhecer a mãe.)
Foi passando a semana até que chegou o dia tão esperado pela Laura, lá pelas 20h de sexta-feira, vale dizer que tava chovendo pra caralho e quando desci do táxi cheguei todo ensopado, aí fui tocar a campainha.
-Juliana: Oi, você deve ser o Martin, né?
-Martin: Oi, sim! Sou o Martin, namorado da Laura (e nisso eu já não sabia disfarçar minha cara de punheteiro, quase babando, a Juliana tinha 1,90m. Uns peitões enormes e bem firmes pra idade que tinha, sem barriga nenhuma, e uma rabetona de respeito, igual à filha).
— Juliana: Vem, Martin, entra e senta que a Laura tá terminando de se trocar e já desce. Quer beber alguma coisa?
-Martin: Muito obrigado, tá bem fresquinho lá fora, algo quente... seria ideal (E fiquei olhando pra ver a reação dela, não podia acreditar que aquela mulher tão gostosa era minha sogra, tava com mais vontade de comer ela ali mesmo do que comer e fazer toda a bagunça)
-Juliana: Bom, agora vou preparar um chá pra você
-Martin: Muito obrigado, "sogra" (A propósito, ela se abaixa pra pegar a caneca no móvel e eu vejo como marca uma calcinha fio-dental preta no leggings dela... e eu já tava a mil, não acreditava no que tava vendo, já tava ficando de pau duro e tinha acabado de chegar fazia poucos minutos).
-Juliana: Toma, Martin, já preparei pra você.
-Martin : Muito obrigado (enquanto isso, vejo pelas escadas que a Laura estava descendo)
-Laura: Oi, meu amor! Como você tá? Chegou!! Senti muita saudade, meu lindo! Uff, pegou a chuva, vem subir no banheiro pra secar um pouco e não ficar doente.
-Martin: Oi, meu amor, deixa eu terminar aqui a xícara de chá que sua mãe fez pra mim e já subo, porque não quero pegar um resfriado nem nada do tipo.
Passaram uns minutos, a gente conversou sobre coisas bestas até eu terminar a xícara de chá. Minha sogra foi terminar de cozinhar e eu subi com a Laura pra me secar um pouco...
-Laura: Que gostosa você está!
-Martin: Valeu, meu amor, você tá divina como sempre, tô morrendo de vontade de fazer umas coisinhas em você...
-Laura: rsrsrs, pra otário que é a minha véia, isso não é igual nos motéis onde a gente pode fazer de tudo, é uma casa que tem ouvido nas paredes, escuta tudo de todos os lados.
-Martin: É... te entendo, mas a vontade que tô de te comer ninguém tira... Olha como você tá, bebê! Me deixa louco de tesão (Ela tava com uma legging preta igual da mãe dela e dava pra ver a calcinha fio dental marcando)
-Laura: Você também me deixa muito excitada... vem comigo pro quarto que vou terminar de molhar você pra descer bem descarregadinho lá embaixo, meu bebê.
-Martin: mmmmm, beleza, mostra aí qual surpresa me aguarda
Entramos no quarto, a Laura, sem dizer nada, vai e tranca a porta do quarto dela e, automaticamente, me empurra na cama.
-Laura: Agora você vai ver como vou te deixar... não diga nem A, só aproveita, bebê meu.
-Martin: Eu assenti com a cabeça sem nem dizer "A".
Ela começa a desafivelar meu cinto, eu já tava com o pau meio duro por causa da situação de ver minha sogra pelada (Vale dizer que as milf me deixam louco, meu sonho sempre foi comer uma coroa e em mais de uma situação).
-Laura: mmm Olha como já tá meio durinho, espera que eu coloco na boca e deixo você todo molhadinho e sequinho, meu bebê
-Matin: Eu só balançava a cabeça sem falar absolutamente nada e fazia caras de prazer.
Ela continua na mesma situação, me abaixa a calça inteira, desce a cueca e PUM, meu pau já tava durasso, com muita vontade de foder, com muita vontade de encher ela de porra, com muita vontade de tudo...
-Laura: Aproveita, meu bebê, não fala nada, lembra que senão vou ter que parar e você vai ter que ficar todo quentinho, e isso você não ia gostar, né?
-Martin: Só concordei com a cabeça sem dizer nada, nessa altura já tava de olhos fechados.
Ela pega na minha pica e começa a meter na boca, começa a brincar com a língua dela que me deixava louco. Minha namorada naquela idade já chupava de um jeito que você gozava em meio segundo, tinha que pensar em outra coisa pra aguentar...
-Laura: Espero que você goste, bebê, tô morrendo de vontade de engolir toda a porra
-Martin: Eu só balançava a cabeça, eu tava de olhos fechados.Ela chupava e chupava, me massageava o pau de um jeito, já estava tudo completamente molhado, a cabeça do meu pau totalmente vermelha, louca pra gozar, e ela continuava, me punhetava, me chupava, me cuspia, dizia "Vai, papai, me dá, vai, anda logo, temos que descer, me dá".
Passaram-se apenas alguns minutos.
- Martin: Ai, bebê, ai... Vou gozar toda a sua boquinha, toda a boquinha inteira... mmmmm AAAAAHGHHH Toma tudo, toma tudo, bebê!
- Laura: Hummm, que gostoso, tá todo quentinho pra mim, bebê, aí eu adoro, que siririqueiro que você é, olha como eu tô, tô morrendo de vontade de você me foder aqui mesmo! Só que minha mãe tá aqui e a gente tem que descer... Vai, vou no banheiro me limpar e a gente desce.
Continua...
P.S.: Se vocês estão gostando do que estão lendo, por favor, deixem saber! É meu primeiro relato e é verdadeiro! Mando um beijo pra todos e espero que curtam, se gostarem, vem a segunda parte!!!
15 comentários - Minha Sogra Me Deixou Seco (Parte 1)