A queda de Diego começou quando perdeu o trabalho, fazia já um ano. Sempre havia tido tendência para a depressão, e a falta de emprego não fez mais que agudizar esta característica. Costumava ficar sentado todo o dia, se recriminando sua incapacidade para conseguir outro emprego. Fazia dois anos que vivia com Viviana, e agora ela havia se tornado o único sustento da casa. Viviana era o melhor que lhe havia acontecido a Diego: com apenas 23 anos, ela sabia sair trabalhar e ganhar dinheiro.
Isso o fazia perder a cabeça. Sentia-se menos homem por não poder trabalhar, e não suportava o tempo que Viviana passava no trabalho. Ela era muito bonita, de feições muito delicadas e o cabelo curto realçava seus traços. Seus olhos eram muito expressivos, e Diego, um ano menor que sua namorada, sabia que muitos homens deviam desejá-la, e talvez lhe lançar proposições. Mas superava esses ciúmes.
Depois veio a morte de seu pai, que havia sido uma figura muito forte em sua vida. Um homem pleno, grande, sereno. Então se agudizou sua depressão. Engordou, começou a fumar maconha e muito frequentemente, o que o sensibilizava ainda mais. Passava as horas sozinho, na casa, às vezes chorava, e sentia que nada podia deter sua queda.
Enquanto isso, Viviana fazia sua vida. Trabalhava muito duro como designer gráfica, estudava danças, saía ao cinema, ia visitar suas amigas. Era tudo o oposto a Diego, tão frágil e solitário. De fato, ele já não a acompanhava mais a lado de qualquer lugar. Inclusive a rejeitava à noite, quando ela o acariciava por baixo das sábanas. Embora o corpo de Viviana fosse quente, suave, embora ele soubesse que sua mulher era muito desejável, fazia mais de um mês que não faziam amor. Simplesmente, Diego havia perdido o desejo. Ele não o reconheceria, mas não havia voltado a sentir uma ereção. No início Viviana, apesar de se desconcertar, o compreendeu. Depois de tudo, ele havia recebido vários golpes muito duros no último tempo, e já se passaria. ela sim sentia crescer dentro dela seu o desejo. Começou a precisar as carícias de um homem, e o que a fazia sentir-se culpável era que já não se lembrava de Diego como amante. Ver-lo tão abatido acabou por fazer-lhe compreender que seu namorado era uma sombra de homem. A autocompação dele desencadeou, primeiro, a lástima dela, e luego, embora ainda a quisesse, o surgimento de algo parecido ao desdém.
Assim, cada um se separava mais do outro, irremediavelmente.
Fazia já tempo que Diego fantasiava com situações humilhantes para ele. No início, surpreendeu-se ao descobrir o prazer mórbido que lhe brindava imaginar-se sendo rejeitado pelas mulheres, golpeado por outro homem, expulsado do trabalho; mas terminou se entregando a este jogo de imaginação.
E foi uma tarde, após fumar um porro, que abriu a primeira porta da sua mente. Imaginou como teria sido a primeira vez de Viviana. Ele sabia que ela havia sido desvirgada aos 17 anos; ela se o havia contado. A sua cabeça começou a voar, febrilmente. Pensou em Viviana com seu namorado de então, do qual não sabia o nome. Teria sido ele um melhor amante? Estaria melhor dotado? Resistiria mais fazendo o amor? Seguramente, pensou primeiro. O que eu gostaria, disse em voz alta após, enquanto se horrorizava sentindo a primeira ereção em muito tempo. E não quis parar. Imaginou toda a situação: na casa dos pais dele, ela um pouco bêbada e ele, alguns anos mais velho, aproveitando a situação. Desnudando-a na cama conjugal, muito devagar. E Viviana deixando-se fazer, lánguida, bela, quente. Seus peitos firmes, grandes, com os pênis parados. Sues pernas delgadas bem abertas, com o homem empurrando para abrir mais ainda.
Imaginou-a abrindo suas pernas ante aquele homem. Imaginou-a beijando-o muito devagar, enquanto o acariciava. Quis pensar em um rosto e um corpo para esse homem, e pensou em Marcelo, um colega de trabalho de Vivi, de 29 anos. Alto, muito varonil, Marcelo. E Viviana deixando-se... fazer o que tanto deseava, enquanto aquele homem a beijava entre as pernas, com muito cuidado. Entregando-se por primeira vez a um homem, que a penetrava como ele mesmo nunca pôde fazer. Mais forte, mais adentro, mais forte, seguramente-a da cintura, colocando-a sobre ele, acariciando-lhe o Booty, explorando lugares dentro de Vivi que Diego nunca pôde alcançar. Acabando forte, como agora ele estava acabando, enxaguando sua mão com sêmen.
Estes pensamentos não fizeram mais que hundir Diego. Começou a rejeitar mais Vivi, que começava a se enfadar com seu namorado. Uma vez discutiram, e ele gritou para ela que se buscasse outro se não gostava como era. E Vivi começou a se aproximar de Marcelo. Tímidamente ao princípio, e cada vez mais fortemente. Saim a tomar algo após o trabalho, todos os dias. É que ela tratava de adiar a hora de chegar em casa. Sentia-se bem com Marcelo. Como fazia tempo que não se sentia.
As chegadas tardias da namorada de Diego não o surpreenderam, mais sim lhe produziram outro motivo para suas fantasias. Já se tornara costume imaginar sua namorada com outro homem. Certa vez perguntou-lhe quantos homens havia estado antes dele, mas ela se negou a responder. Teve que insistir até que ela, rindo, disse: Você está mesmo me perguntando?. Sim, diga, respondeu ele. E Vivi contou. Contou de Fernando, o primeiro namorado, quanto lhe havia doído a primeira vez. De Maxi, um amigo da universidade, contou como ela gostava que se bebesse e como era grande. E contou de Sergio, que a fazia várias vezes por noite. E enquanto contava, exagerava algumas coisas, desfrutando também do dor que causava a seu namorado, ao qual nem sequer parava bem.
Já havia passado um ano e meio desde que Diego ficara sem trabalho; pouco mais de oito meses desde que morrera seu pai, e quase cinco meses desde a última vez que se acostara com ele. Essa tarde Vivi voltou. a ir com Marcelo tomar algo. Chovia muito forte e eles ficaram até tarde. Eram quase meia-noite quando decidiram sair. Como continuava chovendo, Marcelo ofereceu-se para levá-la em seu carro até sua casa, e Vivi aceitou.
Enquanto Marcelo dirigia, ela pensava. O mirava de esguelho, e o que via gostava, definitivamente. Suas mãos fortes no volante. Sua espalda, sua olhar. Havia tempo que Marcelo lhe dissera que gostava. Havia tempo que Viviana se dera conta de que também ele a atraía. Exitoso, decidido, cavalheiro, muito gentil com ela e com suas coisas; Marcelo havia terminado ocupando um lugar na mente de Vivi. Vivi apoiou sua cabeça no ombro dele, e assim, sem dizer palavra, Marcelo beijou seus lábios. Ela respondeu ao beijo, e surpreendeu-se com o tempo que fazia que não beijava um homem. Beijaram um tempo e então seguiram viagem.
Diego havia bebido e fumado mais do que habitualmente, e saiu para buscar mais erva. Enquanto voltava para casa continuou fumando, xingando pela chuva e feliz por ter conseguido maconha.
E quando estava na esquina, viu o carro em que Vivi voltava com o companheiro. Os viu estacionar. A viu entrar em casa, enquanto ele esperava fora. Ela saiu e o convidou a entrar. Diego sentiu que se desvanecia. Foi dar outra volta, caminhou uns vinte minutos e decidiu voltar. Queria seguir vendo.
Quando chegou à casa espiou pela janela do comedor. Não viu ninguém, embora percebesse uma luz tenue em sua habitação, que lhe chegava apenas desde quase o limite da janela.
Acendeu outro cigarro e decidiu entrar. Muito devagar, abriu a porta de rua. Havia roupas jogadas no chão. Caminhou para a habitação, temendo e desejando o pior.
A porta do quarto estava entreaberta. Seus sentidos estavam embotados, tinha medo de ser descoberto. No entanto, continuou, afinando o ouvido para perceber qualquer ruído. Queria ver, mas antes de ver nada escutou, muito devagar, um gemido. O coração lhe deu um pulo e se aproximou, e viu feita realidade, desde as sombras, o que tanto havia fantasiado. A sala estava em penumbra, apenas a luz do banheiro iluminava a cena. Vivi, sua Vivi, estava a se chupar Marcelo. Com muito suavidade, deixando escorregar seus lábios por todo o pênis até a ponta e descansando ali, num cérebro morado todo umedecido. A cock de Marcelo era grande, muito, lhe pareceu. As duas mãos de Vivi não alcançavam cobri-la ao longo, e apenas se alcançavam a fechar em torno do membro. Concentrou-se em mirar aquele homem que estava lhe dando sua mulher o que ele não podia. Era bem mais alto que Diego, quase quinze centímetros, e evidentemente mantinha essa proporção em todo sentido, pois seu cock era, calculou, uns cinco centímetros mais longo que a sua. Marcelo estava parado, e Vivi, sentada na cama, com as pernas abertas e de saia. Ele lhe acariciava a cabeça enquanto se deixava beijar. Ele lhe agarrou uma mão e a levou aos testículos. Ela entendeu, e os acariciou. Os agarrou, mas eram grandes e não cabiam em uma mão. Os beijou muito, os beijou um tempo que a Diego se fez interminável. Marcelo tinha um corpo muito bom, diferentemente dele que estava gordo e fofo, pelo álcool e a vagância. Estava muito excitado. Diego pensou que nem mesmo nos bons tempos ele se lhe havia parado dessa maneira, tão firmemente, apontando recto para cima. Diego começou a acariciar-se por cima do calção. Quase sentiu o cheiro dos corpos. Cada vez um gemido lastimava os ouvidos. Começou a masturbar-se, enquanto em sua própria cama, um homem muito melhor que ele gozava de sua namorada. Marcelo deixou que Vivi o beijasse todo o tempo que ela quisesse. Notava-se que precisava de prazer, e ele estava disposto a dar-lhe. Depois a beijou na boca, como se fosse seu marido, com muito amor, e a recostou. Sem deixar de beijá-la lhe abriu as pernas e a acariciou na vagina, por cima da bombacha. Ela tinha seus olhos fechados e os lábios abertos quando ele desceu, beijando seus peitos, sua cintura, até chegar ao seu tesouro. Ela pensou em como se sentia bem isso, e o deixou continuar. Marcelo não a beijou muito ali, apenas o suficiente para deslizar-lhe a bombacha.
Depois se arrodilhou, tomou-a das mãos e a fez sentar-se sobre ele. Seu pênis estava muito grosso, e isso impediu que entrasse no primeiro intento. Ela gemia, pelo prazer e pelo leve, delicioso dor que lhe provocava essa cock empurrando sem poder entrar. Em vez de lubrificar com saliva, Marcelo insistiu. Vivi o abraçava e o beijava, com a cara colorada, e os olhos fechados. Se deixou cair sobre esse homem, e assim o pênis se introduziu, muito devagar. Marcelo tinha muita força, e se movia para cima e para baixo, dando-lhe tudo àquela mulher deliciosa. A cock entrava e saía, poderosa, da pussy estreita. Diego pôde ver, com total certeza, que não haviam usado preservativo. Olhou os ovos de Gustavo, e se perguntou o que sua Vivi estava sentindo nesse momento. Sabia que ela estava gozando mais que com ele. Não podia negar, de jeito nenhum. Marcelo tinha um melhor físico, estava melhor dotado e tratava Vivi com muita suavidade. Não estavam se coitando com a sua namorada: estavam fazendo o love de uma maneira que ele jamais havia podido.
Agora Marcelo havia acostado sua namorada para trás e, arrodilhado, saía-lhe e metia-a lentamente, mas com muito vigor. Viviana agora jadava, e apertava as sábanas muito forte com suas mãos. Você a quer, não? Peça-a, e te darei, meu love..., disse Marcelo. Vivi apenas jadava. Peça-a, por favor peça-a... , enquanto se movia muito forte. Os músculos do homem se inchavam, se movia cada vez mais rápido, penetrando com essa cock a cochita de Vivi. Peça-a, peça-a e te darei, dizia enquanto lhe beijava os lóbulos das orelhas. Ahhhhhh, ahhhhhh, uuhhhhhhh, síííí... sihh, por favor...... síííí, que homem você é, Marce, qué... belo homem que és, por Deus, damelaaaaaahhhhhhh. Quando Marcelo acabou, empurrou muito forte para dentro, e a cara de Vivi se desencajou. Abriu a boca muito grande, recebendo a língua do seu homem e deixando que lhe acabassem dentro, muito dentro. Os dois estavam transpirados, exaustos, e se deixaram cair um ao lado do outro. Assim se quedaram dormidos. Iban a fazer o amor duas vezes mais essa noite, e uma mais pela manhã, quando despertassem e vissem que Diego não havia regressado ainda.
Diego viu tudo isso. Sabia que ele o havia provocado, que não havia outra pessoa que fosse mais responsável que ele mesmo por o que havia passado. E sabia que seu lugar não era nessa casa, pelo menos essa noite.
Isso o fazia perder a cabeça. Sentia-se menos homem por não poder trabalhar, e não suportava o tempo que Viviana passava no trabalho. Ela era muito bonita, de feições muito delicadas e o cabelo curto realçava seus traços. Seus olhos eram muito expressivos, e Diego, um ano menor que sua namorada, sabia que muitos homens deviam desejá-la, e talvez lhe lançar proposições. Mas superava esses ciúmes.
Depois veio a morte de seu pai, que havia sido uma figura muito forte em sua vida. Um homem pleno, grande, sereno. Então se agudizou sua depressão. Engordou, começou a fumar maconha e muito frequentemente, o que o sensibilizava ainda mais. Passava as horas sozinho, na casa, às vezes chorava, e sentia que nada podia deter sua queda.
Enquanto isso, Viviana fazia sua vida. Trabalhava muito duro como designer gráfica, estudava danças, saía ao cinema, ia visitar suas amigas. Era tudo o oposto a Diego, tão frágil e solitário. De fato, ele já não a acompanhava mais a lado de qualquer lugar. Inclusive a rejeitava à noite, quando ela o acariciava por baixo das sábanas. Embora o corpo de Viviana fosse quente, suave, embora ele soubesse que sua mulher era muito desejável, fazia mais de um mês que não faziam amor. Simplesmente, Diego havia perdido o desejo. Ele não o reconheceria, mas não havia voltado a sentir uma ereção. No início Viviana, apesar de se desconcertar, o compreendeu. Depois de tudo, ele havia recebido vários golpes muito duros no último tempo, e já se passaria. ela sim sentia crescer dentro dela seu o desejo. Começou a precisar as carícias de um homem, e o que a fazia sentir-se culpável era que já não se lembrava de Diego como amante. Ver-lo tão abatido acabou por fazer-lhe compreender que seu namorado era uma sombra de homem. A autocompação dele desencadeou, primeiro, a lástima dela, e luego, embora ainda a quisesse, o surgimento de algo parecido ao desdém.
Assim, cada um se separava mais do outro, irremediavelmente.
Fazia já tempo que Diego fantasiava com situações humilhantes para ele. No início, surpreendeu-se ao descobrir o prazer mórbido que lhe brindava imaginar-se sendo rejeitado pelas mulheres, golpeado por outro homem, expulsado do trabalho; mas terminou se entregando a este jogo de imaginação.
E foi uma tarde, após fumar um porro, que abriu a primeira porta da sua mente. Imaginou como teria sido a primeira vez de Viviana. Ele sabia que ela havia sido desvirgada aos 17 anos; ela se o havia contado. A sua cabeça começou a voar, febrilmente. Pensou em Viviana com seu namorado de então, do qual não sabia o nome. Teria sido ele um melhor amante? Estaria melhor dotado? Resistiria mais fazendo o amor? Seguramente, pensou primeiro. O que eu gostaria, disse em voz alta após, enquanto se horrorizava sentindo a primeira ereção em muito tempo. E não quis parar. Imaginou toda a situação: na casa dos pais dele, ela um pouco bêbada e ele, alguns anos mais velho, aproveitando a situação. Desnudando-a na cama conjugal, muito devagar. E Viviana deixando-se fazer, lánguida, bela, quente. Seus peitos firmes, grandes, com os pênis parados. Sues pernas delgadas bem abertas, com o homem empurrando para abrir mais ainda.
Imaginou-a abrindo suas pernas ante aquele homem. Imaginou-a beijando-o muito devagar, enquanto o acariciava. Quis pensar em um rosto e um corpo para esse homem, e pensou em Marcelo, um colega de trabalho de Vivi, de 29 anos. Alto, muito varonil, Marcelo. E Viviana deixando-se... fazer o que tanto deseava, enquanto aquele homem a beijava entre as pernas, com muito cuidado. Entregando-se por primeira vez a um homem, que a penetrava como ele mesmo nunca pôde fazer. Mais forte, mais adentro, mais forte, seguramente-a da cintura, colocando-a sobre ele, acariciando-lhe o Booty, explorando lugares dentro de Vivi que Diego nunca pôde alcançar. Acabando forte, como agora ele estava acabando, enxaguando sua mão com sêmen.
Estes pensamentos não fizeram mais que hundir Diego. Começou a rejeitar mais Vivi, que começava a se enfadar com seu namorado. Uma vez discutiram, e ele gritou para ela que se buscasse outro se não gostava como era. E Vivi começou a se aproximar de Marcelo. Tímidamente ao princípio, e cada vez mais fortemente. Saim a tomar algo após o trabalho, todos os dias. É que ela tratava de adiar a hora de chegar em casa. Sentia-se bem com Marcelo. Como fazia tempo que não se sentia.
As chegadas tardias da namorada de Diego não o surpreenderam, mais sim lhe produziram outro motivo para suas fantasias. Já se tornara costume imaginar sua namorada com outro homem. Certa vez perguntou-lhe quantos homens havia estado antes dele, mas ela se negou a responder. Teve que insistir até que ela, rindo, disse: Você está mesmo me perguntando?. Sim, diga, respondeu ele. E Vivi contou. Contou de Fernando, o primeiro namorado, quanto lhe havia doído a primeira vez. De Maxi, um amigo da universidade, contou como ela gostava que se bebesse e como era grande. E contou de Sergio, que a fazia várias vezes por noite. E enquanto contava, exagerava algumas coisas, desfrutando também do dor que causava a seu namorado, ao qual nem sequer parava bem.
Já havia passado um ano e meio desde que Diego ficara sem trabalho; pouco mais de oito meses desde que morrera seu pai, e quase cinco meses desde a última vez que se acostara com ele. Essa tarde Vivi voltou. a ir com Marcelo tomar algo. Chovia muito forte e eles ficaram até tarde. Eram quase meia-noite quando decidiram sair. Como continuava chovendo, Marcelo ofereceu-se para levá-la em seu carro até sua casa, e Vivi aceitou.
Enquanto Marcelo dirigia, ela pensava. O mirava de esguelho, e o que via gostava, definitivamente. Suas mãos fortes no volante. Sua espalda, sua olhar. Havia tempo que Marcelo lhe dissera que gostava. Havia tempo que Viviana se dera conta de que também ele a atraía. Exitoso, decidido, cavalheiro, muito gentil com ela e com suas coisas; Marcelo havia terminado ocupando um lugar na mente de Vivi. Vivi apoiou sua cabeça no ombro dele, e assim, sem dizer palavra, Marcelo beijou seus lábios. Ela respondeu ao beijo, e surpreendeu-se com o tempo que fazia que não beijava um homem. Beijaram um tempo e então seguiram viagem.
Diego havia bebido e fumado mais do que habitualmente, e saiu para buscar mais erva. Enquanto voltava para casa continuou fumando, xingando pela chuva e feliz por ter conseguido maconha.
E quando estava na esquina, viu o carro em que Vivi voltava com o companheiro. Os viu estacionar. A viu entrar em casa, enquanto ele esperava fora. Ela saiu e o convidou a entrar. Diego sentiu que se desvanecia. Foi dar outra volta, caminhou uns vinte minutos e decidiu voltar. Queria seguir vendo.
Quando chegou à casa espiou pela janela do comedor. Não viu ninguém, embora percebesse uma luz tenue em sua habitação, que lhe chegava apenas desde quase o limite da janela.
Acendeu outro cigarro e decidiu entrar. Muito devagar, abriu a porta de rua. Havia roupas jogadas no chão. Caminhou para a habitação, temendo e desejando o pior.
A porta do quarto estava entreaberta. Seus sentidos estavam embotados, tinha medo de ser descoberto. No entanto, continuou, afinando o ouvido para perceber qualquer ruído. Queria ver, mas antes de ver nada escutou, muito devagar, um gemido. O coração lhe deu um pulo e se aproximou, e viu feita realidade, desde as sombras, o que tanto havia fantasiado. A sala estava em penumbra, apenas a luz do banheiro iluminava a cena. Vivi, sua Vivi, estava a se chupar Marcelo. Com muito suavidade, deixando escorregar seus lábios por todo o pênis até a ponta e descansando ali, num cérebro morado todo umedecido. A cock de Marcelo era grande, muito, lhe pareceu. As duas mãos de Vivi não alcançavam cobri-la ao longo, e apenas se alcançavam a fechar em torno do membro. Concentrou-se em mirar aquele homem que estava lhe dando sua mulher o que ele não podia. Era bem mais alto que Diego, quase quinze centímetros, e evidentemente mantinha essa proporção em todo sentido, pois seu cock era, calculou, uns cinco centímetros mais longo que a sua. Marcelo estava parado, e Vivi, sentada na cama, com as pernas abertas e de saia. Ele lhe acariciava a cabeça enquanto se deixava beijar. Ele lhe agarrou uma mão e a levou aos testículos. Ela entendeu, e os acariciou. Os agarrou, mas eram grandes e não cabiam em uma mão. Os beijou muito, os beijou um tempo que a Diego se fez interminável. Marcelo tinha um corpo muito bom, diferentemente dele que estava gordo e fofo, pelo álcool e a vagância. Estava muito excitado. Diego pensou que nem mesmo nos bons tempos ele se lhe havia parado dessa maneira, tão firmemente, apontando recto para cima. Diego começou a acariciar-se por cima do calção. Quase sentiu o cheiro dos corpos. Cada vez um gemido lastimava os ouvidos. Começou a masturbar-se, enquanto em sua própria cama, um homem muito melhor que ele gozava de sua namorada. Marcelo deixou que Vivi o beijasse todo o tempo que ela quisesse. Notava-se que precisava de prazer, e ele estava disposto a dar-lhe. Depois a beijou na boca, como se fosse seu marido, com muito amor, e a recostou. Sem deixar de beijá-la lhe abriu as pernas e a acariciou na vagina, por cima da bombacha. Ela tinha seus olhos fechados e os lábios abertos quando ele desceu, beijando seus peitos, sua cintura, até chegar ao seu tesouro. Ela pensou em como se sentia bem isso, e o deixou continuar. Marcelo não a beijou muito ali, apenas o suficiente para deslizar-lhe a bombacha.
Depois se arrodilhou, tomou-a das mãos e a fez sentar-se sobre ele. Seu pênis estava muito grosso, e isso impediu que entrasse no primeiro intento. Ela gemia, pelo prazer e pelo leve, delicioso dor que lhe provocava essa cock empurrando sem poder entrar. Em vez de lubrificar com saliva, Marcelo insistiu. Vivi o abraçava e o beijava, com a cara colorada, e os olhos fechados. Se deixou cair sobre esse homem, e assim o pênis se introduziu, muito devagar. Marcelo tinha muita força, e se movia para cima e para baixo, dando-lhe tudo àquela mulher deliciosa. A cock entrava e saía, poderosa, da pussy estreita. Diego pôde ver, com total certeza, que não haviam usado preservativo. Olhou os ovos de Gustavo, e se perguntou o que sua Vivi estava sentindo nesse momento. Sabia que ela estava gozando mais que com ele. Não podia negar, de jeito nenhum. Marcelo tinha um melhor físico, estava melhor dotado e tratava Vivi com muita suavidade. Não estavam se coitando com a sua namorada: estavam fazendo o love de uma maneira que ele jamais havia podido.
Agora Marcelo havia acostado sua namorada para trás e, arrodilhado, saía-lhe e metia-a lentamente, mas com muito vigor. Viviana agora jadava, e apertava as sábanas muito forte com suas mãos. Você a quer, não? Peça-a, e te darei, meu love..., disse Marcelo. Vivi apenas jadava. Peça-a, por favor peça-a... , enquanto se movia muito forte. Os músculos do homem se inchavam, se movia cada vez mais rápido, penetrando com essa cock a cochita de Vivi. Peça-a, peça-a e te darei, dizia enquanto lhe beijava os lóbulos das orelhas. Ahhhhhh, ahhhhhh, uuhhhhhhh, síííí... sihh, por favor...... síííí, que homem você é, Marce, qué... belo homem que és, por Deus, damelaaaaaahhhhhhh. Quando Marcelo acabou, empurrou muito forte para dentro, e a cara de Vivi se desencajou. Abriu a boca muito grande, recebendo a língua do seu homem e deixando que lhe acabassem dentro, muito dentro. Os dois estavam transpirados, exaustos, e se deixaram cair um ao lado do outro. Assim se quedaram dormidos. Iban a fazer o amor duas vezes mais essa noite, e uma mais pela manhã, quando despertassem e vissem que Diego não havia regressado ainda.
Diego viu tudo isso. Sabia que ele o havia provocado, que não havia outra pessoa que fosse mais responsável que ele mesmo por o que havia passado. E sabia que seu lugar não era nessa casa, pelo menos essa noite.
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