Fantasias de um corno

Fala, galera! Tô deixando uma fantasia aqui que espero que vocês curtam.


quando você é um corno que incentiva sua mina a vestir roupa apertada de outra pessoa, ela acaba ficando assim.

Fantasias de um cornoVocê tanto elogiou que dava pra ver que, quando voltou das férias, ela aproveitava cada oportunidade pra mostrar as fotos da viagem.Fantasias de um cornodepois da primeira crítica de uma das amigas dela, optou por continuar mostrando elas só pros meus amigos, vizinhos e colegas de trabalho, "esses sim têm bom gosto, amorFantasias de um corno






umas semanas atrás fomos pra uma praia com minha mina e decidimos dormir de barraca (na real, era um desejo meu). Durante o ano inteiro fiquei enchendo o saco dela sobre o quanto eu curto os biquínis pequenininhos que ela usa em casa, principalmente quando marca a rachinha, mas não consegui convencer ela a levar eles. Pelo menos ela me surpreendeu pra caralho com o que vestiu pra viajar: uma regata largona cortada na altura do umbigo e, por baixo, uns shorts justinhos de tecido de algodão bem leve. Tava uma gostosa! Se ela levantasse os dois braços, mostrava o sutiã, e era questão de minutos pra tecido do short começar a grudar na pele dela e ganhar terreno, enfiando-se na frente e atrás.
Quando chegamos no busão que ia nos levar, eu já via como todos os homens devoravam ela com os olhos. Enquanto esperávamos pra subir, eu fazia de tudo pra provocar ela com movimentos que faziam o short dela ficar cada vez mais enfiado na racha e no cuzinho dela.
Ao subir e se acomodar no banco, o movimento fez o short esticar e acabar entrando de vez nela. Como ela tava no corredor, ficava visível pra quem ia subindo, que olhava disfarçado — todos, menos um homem mais velho que fixou o olhar e, por acaso, tava sentado do outro lado do corredor.
O olhar tarado daquele homem na minha namorada gostosa, Maru (vou descrever ela pra vocês, ela tem 31 anos, pele dourada e olhos verdes, cabelo castanho escuro ondulado até os ombros, peitos médios/grandes, redondos e bem colocados, cintura fina e quadris largos que terminam numa bunda grande que me enlouquece e pernas muito bonitas, ela se cuida muito e dá pra ver) me deixou muito excitado, ainda mais porque ela não tirava os olhos do celular e o velho também não tirava os olhos da porra do camel-toe dela. Depois de um bom tempo, o homem levantou o olhar e encontrou meus olhos, longe de se surpreender, ele me encarou com um olhar firme e desafiador, ao qual eu respondi como uma lebre cega. Isso fez ele dar uma risadinha debochada pra mim, depois baixou o olhar de novo pra pussy da minha namorada e me olhou de novo com uma cara de degenerado que me assustou e acabou com nossa interação.
Já tinham se passado 2 horas de viagem e eu não conseguia tirar da cabeça a cara daquele velho olhando pra minha mina, nem a sensação de ter sido humilhado por ele. Não parava de imaginar ele comendo minha namorada enquanto me dava um daqueles sorrisos debochados. Não aguentei mais e, disfarçadamente, tirei uma foto com meu celular pegando a rachinha da minha mina e o velho tarado sentado no banco dele. Feito isso, levantei e fui pro banheiro. Por causa da humilhação que aquele homem me causou e do jeito que ele olhou pra minha mina, bateu uma necessidade desesperadora de bater uma punheta, coisa que fiz olhando a foto que tinha tirado.
Ao voltar pro meu assento, vi que minha mina tava dormindo. Quando cheguei, senti alguém me agarrar forte pelo braço. Assustado, virei pra ver quem era o dono daquela mão forte e me deparei com um olhar severo, acompanhado de um sorriso debochado que ele me dedicava por completo, enquanto com os olhos guiava o meu olhar pra entreperna dele. Só pra descobrir que o filho da puta tava se masturbando. O que, à primeira vista e no escuro, parecia ser uma pica pelo menos três vezes maior que a minha. Ele puxou meu braço, me aproximou e sussurrou no meu ouvido com uma voz bem grossa: "Você bateu uma no banheiro, né? Muito bem, nenenzinho, todo cagão! Olha como um homem de verdade se masturba. A putinha da sua namorada me deixou com muito tesão mostrando a pussy, então vou dedicar essa punheta toda pra ela". Depois de falar isso, começou a me encarar e rir baixinho, sem parar, até que percebi que ele puxou meu braço de novo pra se virar de lado e, sem parar de se masturbar, começou a gozar mirando na minha mina, acertando dois jatos no short dela e um na perna. Depois de gozar, guardou a pica enorme e, sem parar de me puxar, disse que queria falar comigo pelo celular, que eu passasse meu número. Quando terminou de salvar, riu e me deu dois tapinhas suaves numa das minhas bochechas.
Finalmente no meu assento, não demorei pra receber a primeira mensagem: "o que você tem na cara?" Imediatamente me toquei pra descobrir que o filho da puta tinha me esbofeteado com a mão cheia de porra dele. Me senti completamente humilhado, não sabia o que fazer, mas uma segunda mensagem tirou essa preocupação: "faz a mina sentir a porra e diz que foi você, que não aguentou a excitação de ver ela assim" "me diz, nenenzinho, pra onde vocês vão?" Sem saber por que, respondi a verdade, dizendo que íamos pra Miramar. "Excelente, eu também. Agora me explica uma coisa, nenenzinho, você é tão cagão que além de bater punheta no banheiro, não consegue evitar que um velho como eu bata uma olhando pra sua mina e goze nela? É tão viadinho assim? Ou além de covarde você é um cuck em potencial? Quero que você me responda dizendo que é um cuck cagão e imediatamente vá pro banheiro bater mais uma punheta" "sim senhor, sou um cuck cagão" "hahahaha, boa essa de senhor, agora vai pro banheiro, otário". Assim que cheguei no banheiro, recebi uma foto da pica daquele senhor com uma mensagem dizendo: "imagina essa porra entrando na buceta da sua mina, putinha. Quero que me mande uma foto da sua pica, tenho certeza que deve ser tão pequena quanto suas bolinhas
Mandei na hora e ela respondeu com uma risada longa que me fez passar vergonha, mesmo estando no privado: "uhhh nenenzinho, tu tem um pintinho inútil! A buceta da sua namorada precisa de uma pica de verdade que faça ela gozar igual uma puta, como eu adoraria te fazer de corno, nenenzinho, tu percebe que assim que eu meter minha pica grossa nela, ela já vai descobrir o brocha que tu é? O que tu sente sabendo que se eu fuder ela duas ou três vezes, vou deixar ela tão esticada que nunca mais vai sentir esse pintinho de menina?" Quando eu tava terminando de ler essa mensagem, chegou outra dizendo: "quero que tu me mande uma mensagem reconhecendo que tu tem um pintinho ridículo, incapaz de satisfazer uma mulher, e que aceita que tu é tão pouco homem que teve que ver um macho comer sua namoradinha e não fez nada, porque tu é um cagão que vai ter que olhar quando outro terminar de foder ela." Sem saber por quê, eu tava sentado em cima de uma torneira incomodando minha bunda e me masturbando sem parar, enquanto escrevia o que ela tinha mandado. "Excelente, punheteiro, já apaguei a mensagem onde te pedi isso, então parece coisa sua. Agora tu vai fazer o que eu mandar se não quiser que eu mostre pra sua namorada e vire viral. Me dá o ticket das bolsas dela, na próxima parada vou guardar num armário pra vocês 'acharem' na volta.
Passei umas horas tentando me acalmar até conseguir dormir, tava muito nervoso por não saber o que aquele Senhor planejava; quando comecei a acordar, percebi que era porque ele tava enfiando e tirando dois dedos da minha boca, quando fiquei consciente me sentei rápido, muito envergonhado e intimidado pelo que ele tinha me feito, enquanto tentava reagir ele se adiantou e, aproveitando que minha namorada tava no banheiro, sentou do meu lado e passou um braço por cima dos meus ombros e me deu minha garrafa d'água que tava no banco, chegou perto do meu ouvido e enquanto começava a falar deixou cair a mão pesada dele num dos meus peitinhos gordos, aí me concentrei nas palavras dele que começavam junto com os dedos beliscando e torcendo uma das minhas tetinhas, desculpa, mamilos "você vai fazer isso, peitudinho, quando a puta da sua namorada chegar você vai me apresentar como Dom Hugo, vai falar que me conhece desde pequenininho porque sou amigo do seu pai de longa data, como eu vou estar sentado do seu lado, fala pra ela sentar em cima de você, e me escuta bem, peitudão! quando ela sentar quero que você solte um gemidinho agudo bem ridículo e viadinho pra mostrar pra essa gostosa o quanto te doeu", como já era um hábito, concordei rápido e obediente, ficamos esperando minha namorada voltar enquanto ele falava e castigava minha tetinha sem parar, ele dizia que minha namorada parecia boazinha mas que a cara de puta arrombada que ela tem vende, se gabava dizendo que um macho de verdade como ele sabe ver essas coisas, a cara de puta dessas virgenzinhas aparece quando tão sendo fodidas por uma boa pica, por isso eu não tinha visto e aproveitando que todo mundo já tava acordado começou a rir alto enquanto pegava minha cabeça com as duas mãos pra bagunçar meu cabelo e ir me puxando pra baixo até bater minha cara na virilha avantajada dele várias vezes até minha namorada ficar parada do nosso lado, nos olhando entre divertida e confusa, quando eu vi ela me deu uma tal vergonha de tirar minha cabeça da entreperna daquele baita homem que não soube o que dizer, ele se adiantou levantando no lugar e enquanto abraçava ela e dava um beijo amigável mas ousado, tomou a palavra. DH: oi gostosa, bom dia, já que o menino não me apresenta, eu mesmo vou fazer isso, sou o Dom Hugo, amigo de longa data do pai do seu namoradinho. M: Prazer, Dom Hugo, hahaha, desculpa ele, é que às vezes ele é muito tímido, já passa. DH: ah é? igual o pai dele, parece que é hereditário ser meio lerdo hahaha, brincadeira brincadeira menino, não fica bravo -tapa na cabeça-. EU: hehehe, risada nervosa. M: Dom Hugo, acho meio estranho você chamar ele de menino o tempo todo, ele já é um homem de 32 anos. DH: chamo ele de menino porque segurei ele no colo quando nasceu, falando nisso, lembro da preocupação que tive quando vi ele pela primeira vez! ai menino! você parecia uma menina hahaha, não acreditava que não tinha nem sinal de pau, só via uma pelezinha que anunciava que ia abrir alguma coisa, mas menininho, que alívio sinto ao ver você com uma mulher tão gostosa como sua namorada, me desculpem pela expressão, mas imagino que você deve ter uma boa piroca. M: -olhando pros lados, meio desconfortável- humm... sim sim, talvez, não é amorzinho?. EU: Bom bom, isso não importa. Que bom te encontrar depois de tanto tempo DH, depois a gente continua conversando, assim a Maru pode sentar. M: não se preocupa amorzinho, vou sentar no seu colo. EU: aaaaaaaiiii!!!! doeu muito meu amor, por favor não senta em cima de mim. DH: ahhhh nãooooo! como você fala isso pra essa beleza, vai fazer ela pensar que tá gordinha, vem cá vem cá gata (levantando pra abraçar ela), não se preocupa que você é leve que nem uma pluma, o que acontece é que esse aqui é um fraco, olha como você não pesa nada. Pegando ela pela cintura se deixou cair no assento levando ela junto, ao se acomodar ficou bem encaixada na cabeça grossa da piroca do Dom Hugo que tinha se acomodado bem entre as nádegas dela. A hora seguinte só falaram entre eles, eu percebia que minha namorada estava meio desconfortável e Os balanços do micro-ônibus não ajudavam, muito menos quando o Dom Hugo lembrava como ela era levinha e, segurando-a pela cintura ou pelas pernas, levantava ela um pouco e deixava cair, enquanto os dois riam. E eu não tirava a garrafa d'água da boca pra fingir que não notava nada estranho, já que não sabia se ela sentia alguma coisa.
Não queria prestar atenção, então quando terminei minha água, me desculpei dizendo que ia no banheiro encher a garrafa. Assim que entrei, meu celular tocou. Era um vídeo do Don Hugo onde ele aparecia colocando o tampão da pia pra depois abrir a torneira e encher. Depois, deu pra ouvir ele dizendo que higiene pessoal é muito importante e, na sequência, mergulhou o pauzão pra tirar os restos da porra velha. Em seguida, afundou as bolas e, antes de terminar, apertou bem o pinto, fazendo sair um jorro grosso de sêmen que ele não tinha gozado na minha mina. Quando acabou, ficou um tempão rindo e se mexendo estranho até apontar a câmera pra baixo, e eu vi ele passando o pau e os ovos inteiros na minha garrafinha d'água. Começou a falar comigo na gravação enquanto enchia minha garrafa de água. DH: "Como vou rir filmando você enquanto toma toda a minha água de pinto. É, chama assim, água de pinto. Quando você terminar tudo, vou te mandar o vídeo pra você saber que mamou água do bico por onde passei meu pau, que a água que tá na sua barriga eu usei pra lavar bem meus ovos e o pinto, e o melhor: que você engoliu minha porra feito um putinho. Me escuta bem, gordito: quando descerem pra pegar as mochilas, elas não vão estar lá. Então vou levar vocês comigo pra minha loja de roupa pra dar umas coisas e não ferrar as férias de vocês. Não se preocupa, não sou tão ruim assim."

Ao descer e descobrir que nossas mochilas não estavam, a Maru se desesperou como toda mulher com a roupa dela. Num pulo, subiu no bagageiro e, ficando de quatro, começou a engatinhar lá dentro, sem perceber a vista que oferecia. A bunda dela, totalmente empinada, parecia nua de tão colada no short, e o pior de tudo: a buceta dela tinha comido tanto pano que dava pra ver perfeitamente os dois lábios gordos e separados. Eu não sabia o que fazer pra avisar sem envergonhá-la, porque tinha sido empurrado pra trás por todos os homens que estavam amontoados junto com o Don Hugo contra o ônibus, a centímetros da... O espetáculo que minha namorada estava dando. Quando foi descer, o Don Hugo e outro homem ajudaram, segurando suas pernas e sua bunda sem se importar com nada, já que era um movimento rápido pra ajudar ela a descer. Quando ela pisou no chão, quis vir correndo pra me abraçar e chorar, mas o Don Hugo me disse pra ir buscar um táxi, que ele tinha uma loja de roupas e ia resolver tudo pra gente com muitos presentes. Imediatamente, ela mudou de direção e se abraçou nele, colando o corpo todo naquele velho gordo e degenerado que, graças ao show anterior, tava com o pau completamente duro. Pelo abraço apertado e a diferença de altura, minha namorada tava sentindo algo grande e duro cravado na barriga dela, algo que inconfundivelmente era um pinto, mesmo que não se parecesse em nada com o tamanho da minha piroca. Sentir algo tão quente, grande e duro enfiado nela agradou, ela sentia ele pulsar, tava tão quente que queimava. Ela queria se afastar pra poder ver, mas sabia que não podia fazer isso. Inconscientemente, começou a se esfregar fazendo círculos que deixavam ela adivinhar melhor a forma daquela barra de carne quente. Felizmente, o táxi chegou no momento em que ela quase perdeu o controle das mãos.

Bem, amigos, no próximo relato vou contar tudo o que aconteceu na loja daquele baita homem e que tipo de férias tivemos por causa das roupas que ele tão "generosamente" nos deu.





Este foi o biquíni que usei no nosso primeiro dia de praia.Fantasias de um corno

3 comentários - Fantasias de um corno

Shiwwo1 +2
Lindo relato de cornudo!!! Espero la continuacion