Este relato foi enviado pelo Javier, espero que vocês curtam tanto quanto eu!Vou situar vocês. O caso é que tenho uma tia que é 6 anos mais nova que eu, em casa sempre chamamos ela carinhosamente de "a menina". Ela se chama Mônica, ou melhor, chamam ela de Nika, e eu sempre chamei ela de Nikki. Ela tem 1,70m, pesa uns 58 kg, é bem gostosa de rosto, mas o forte dela sem dúvida é o corpo. Deixo umas fotos pra vocês verem!







Já faz uns bons anos que eu passava as tardes ajudando ela nos estudos na casa dos meus avós. Ela e eu sempre tivemos e ainda temos uma puta confiança, e eu ia buscar ela no colégio todo dia pra almoçar junto, porque meus avós ainda eram novos e tanto eles quanto meus pais ainda trabalhavam, e a gente comia só nós dois na maioria das vezes. O negócio é que a mania principal dela logo depois de comer era ir pro quarto dela tirar a tanga e trocar por uma calcinha, porque dizia que ficava mais confortável pra fazer as tarefas. Mas aquela tanga que ela tirava raramente ia pro cesto de roupa suja; ela tinha a mania de sempre deixar jogada no chão do quarto, e eu sempre dava uma bronca nela por causa disso. Eu pegava e levava pro lugar certo, e ela sempre me dizia:
— No fundo, você gosta de pegar, senão não faria isso — e ria.
Tudo isso ela fazia sozinha no quarto dela, e depois eu entrava pra ajudar com as tarefas ou só pra ficar lá com ela, ou a gente saía pra dar uma volta, ir ao cinema, comer um lanche... Mas um dia, depois do almoço, ela me disse que tinha que fazer um desenho e perguntou se eu podia ajudar. Claro que eu disse que sim. Então fomos pro quarto e começamos a trabalhar, mas antes ela falou:
— Vou trocar a tanga, tô desconfortável.
Como esse era o ritual normal dela, eu achei que já tinha feito ou que talvez já estivesse de calcinha desde de manhã, mas não era assim.
— Espera, vou sair — falei, e ela respondeu:
— Não, não se preocupa, fica aí. Você já leva a tanga... (risadas)
Eu ri e fiquei. Ela tirou a calça jeans que tava vestindo e ficou só numa tanga rosa básica, nada demais. Aí eu baixei a cabeça pra fingir que não tava olhando, e ela tirou a tanga toda enrolada, mas não tinha preparado a calcinha, então me mandou pegar uma na gaveta que tava bem atrás de mim. E eu fiz isso, mas claro, quando me virei pra entregar a calcinha, olhei pra ela e vi aquela bucetinha. Adolescente com uns pelinhos fininhos e ruivinhos, pra ser sincero, nunca tinha pensado na minha tia de forma erótica até aquele dia, mas era inevitável.
- Toma (ela fala num tom debochado, me entregando a calcinha toda enrolada) sabe onde vai, né? (Risos)
- Sim, sim, já sei...
Mas dessa vez foi diferente. Peguei a calcinha dela com a mão e notei que tava úmida, molhada, nunca tinha reparado nisso antes. Fui pro banheiro, onde devia deixar a calcinha, mas no caminho não consegui me segurar: levei ela até o rosto e cheirei. Cheirei aquela calcinha, a calcinha da minha tia mais nova, que eu nunca tinha visto com essas intenções, que eu tinha acabado de ver a buceta pela primeira vez. E aquele cheiro ficou gravado a fogo em mim, era o cheiro mais doce que já tinha sentido na vida. E então, não sei por que nem como, tive a ideia: desenrolei a calcinha, coloquei a língua pra fora e chupei o rastro de lubrificação que a bucetinha dela tinha deixado ali. Em seguida, guardei a calcinha no bolso da calça pra depois voltar pro quarto e continuar a tarefa.
Depois dessa situação peculiar, se passaram vários dias normais, eu pegando as calcinhas dela do chão como já era de costume... Mas um dia, quando fui buscá-la na escola, fomos pegos por um temporal daqueles que ninguém esperava, então chegamos em casa encharcados. Assim que entramos, nos secamos com umas toalhas e fomos trocar de roupa. Minha roupa seca tava no quarto dela, então fiquei esperando enquanto ela se trocava primeiro, mas ela...
- O que cê tá fazendo, sobrinho? Que que cê tá fazendo no corredor? Entra pra se trocar, você tá ensopado.
- Já já, mas se troca primeiro você, eu espero, fica tranquila.
- Nada disso, vem logo e se troca, não tô nem aí se você me ver, sou sua tia...
- Beleza, então... mas dessa vez a calcinha quem lava é você... (risos)
O fato é que nós dois ficamos pelados e eu, por mais que tentasse, não conseguia parar de olhar pra ela... A bucetinha doce e quase sem pelos eu já tinha visto antes, mas essa era a primeira vez que ia ver os peitos dela e eu tava muito nervoso. Então ela desabotoou o sutiã e lá estavam... uns peitos perfeitos, não muito grandes mas também não pequenos, redondinhos e bem empinados desafiando a gravidade, e pra completar uns bicos moreninhos e duros, provavelmente por estar molhada e com frio (ou pelo menos foi o que eu quis pensar) — os peitos perfeitos de uma garota de 17 anos. E aí ela puxou a calcinha fio-dental pra baixo e lá apareceu de novo aquela buceta perfeita e doce... e eu percebi que alguma coisa entre minhas pernas estava crescendo e que eu teria que me controlar pra não subir, porque eu ia ter que me despir e ela ia ver... segurei como pude e fiquei pelado na frente dela. Ela me olhou e disse:
— Depois de tantos anos dormindo juntos e compartilhando tanta coisa... essa é a primeira vez que a gente se vê pelados... (solta uma risadinha) e não tá nada mal.
— Como assim? Sou o primeiro cara pelado que você vê?
— Não, sobrinho, não. Já vi uns outros (risadinha).
— Então... você não é mais virgem?
— Não, minha virgindade já foi embora faz uns dois anos.
— Ah... que corte...
— Hahaha, ué, você perguntou, não foi?
Toda essa conversa, nós dois pelados nos olhando, me deixou a mil e a piroca pulsava. Consegui controlar a ereção... bom, mais ou menos... aí:
— Isma, já que tô assim, vou aproveitar e tomar um banho rápido.
— Beleza, como quiser, mas deixa eu mijar primeiro que tô estourando.
— Hahaha, tá, vai, mija enquanto eu abro o chuveiro.
Entrei pra mijar e ela abriu o registro e entrou no chuveiro, mas não fechou a cortina, deixou aberta de um lado, bem do lado onde eu tava mijando. Aí terminei. Fui sair, mas ela me parou:
— Espera! Não sai, fica aqui, a gente vai conversando enquanto eu termino, que é rapidinho.
— Tá, mas deixa eu pelo menos vestir uma cueca...
— Pra quê? Não vou demorar nada. Além do mais, eu não trouxe roupa, então a gente se veste depois, vai... tá com vergonha da sua tia ver seu pau? Haha.
— Não, nenhuma. Pelo contrário, eu achava que ia te dar pra você, pra mim tanto faz.
— Pra mim? Meu sobrinho me ver? De jeito nenhum!
— Ok, então vou ficar aqui sentado no vaso, mas se liga, tá?
— Siimm, fica tranquilo, vou me ensaboar e saio.
— O que você quer falar? Vai, me conta.
— Nada em especial, só que com a tempestade e tal, não gosto de ficar sozinha.
— Que mentirosinha você é... achei que ia me contar algo sobre aquele cara misterioso que se eu pegar, mato, e que tira sua virgindade.
— Hahaha, como você sabe que foi só um?
— Porque te conheço e sei como você é, e até acho estranho que tenha sido só um.
— Então acertou, foi só um, mas só umas duas vezes, nada mais, e só sexo, nada de oral nem nada. Além disso, doeu e foi muito rápido. Pronto, já sabe tudo, feliz?
— Acho que tenho informação demais, mas sim, feliz de saber que você é uma boa garota, pra ser sincero.
— Já terminei. Me passa a toalha?
— Claro. Toma!
Ver ela secar aquele corpo gostoso e passar a toalha entre as pernas, secando os pelinhos lá embaixo, me excitou tanto que não consegui controlar a ereção e subiu. Tentei disfarçar indo me vestir, mas ela percebeu...
— Mas... o que é isso? Ficou dura? Hahaha
— Que isso, menina? (falei me virando) Você tá muito tarada, hein (respondi enquanto saía do banheiro)
— Sim, sim, a tarada sou eu... mas quem fica de pau duro com a tia pequena é você... hahaha
Saí do banheiro meio envergonhado e me vesti enquanto ficava olhando ela ali nua, secando o cabelo com o secador. Ela saiu, abriu as gavetas e o armário, pegou calcinha e roupa e se vestiu, mas com uma camiseta branca e sem sutiã, com os peitos ainda visivelmente molhados e transparentes. Era uma sexta-feira bem chuvosa e depois do almoço colocamos um filme na sala. Ela se deitou no sofá, apoiando a cabeça nas minhas pernas, e eu rezava pra não subir de novo, porque se eu virasse o olho, via os peitos dela pelo decote da camiseta. Aí começou uma... Conversa sobre meus encontros com uma mina que foi interrompida pela chegada da minha avó, o que por um lado agradeci porque ela tava muito perguntadeira, queria saber demais e tava me deixando mais excitado que o normal. De qualquer forma, a conversa, longe de terminar, ficou adiada pra segunda-feira, já que nos fins de semana meus avós e meus pais estavam em casa e esse tipo de coisa não dava pra falar na frente deles.
Passou o fim de semana e na segunda-feira fui buscá-la de novo no colégio. Chegamos em casa, almoçamos, e durante a comida ela já trouxe o assunto que tinha ficado pendente, mas eu falei que era hora de comer e que depois teria tempo. Ela se segurou e comeu.
Terminamos de comer e fomos pro quarto. Ela tirou a tanga na minha frente de novo, mas dessa vez também tirou o sutiã pra ficar mais à vontade. Vestiu uma calcinha e um pijama curto sem nada por baixo na parte de cima. Enquanto isso, eu tava ficando doido de tesão de novo, e aí começou a conversa adiada.
— Então, e aí?
— Como assim "e aí"?
— Agora já podemos continuar a conversa, né? Já comemos e já estamos relaxados.
— Beleza, fala. O que você quer saber?
— Então... com que idade você perdeu a virgindade?
— Com a mesma que você tem agora.
— Ou seja, eu te ganhei? Olha só! Hahaha
— Ei, não acho que seja motivo pra se orgulhar, não, hein...
— Tá bom, é verdade, desculpa... e posso saber com quem foi?
— Você não me contou o seu, então...
— Já, mas é que se eu te contar, o cara corre muito risco (risos). Mas fica tranquilo que comigo a mina tá segura!
— Hahaha, que engraçadinha você.
— Fala, qual é o problema... vai... por favorzinho...
— Tá, tá. Lembra do Denis? Então, foi com ela.
— Denis? Lembro sim, aquela mina que estudava na sua sala no colégio, a baixinha de olhos azuis enormes... muito bonitinha, sim! Então foi com ela? Nada mal, é verdade que você levava ela pra casa às vezes. Era muito gente boa. Mas sei por que foi ela (risos).
— Então você sabe, hein? Por que foi ela? Me surpreende!
— Fácil, porque os olhos era a única coisa que ela tinha enorme! Kkkkkk ela tinha uns peitões e, portanto, um belo par de motivos pra querer comer ela kkkkkk
— Não seja mau, eu gostava muito dela e a gente se divertia pra caralho junto. Ficamos um ano e meio saindo quase todo dia e ela era uma gostosa... e bom, sim, é verdade que ela tinha um belo par de motivos! Kkkkk.
— Kkkkk. Viu? Eu sabia! Kkkkkk. E como foi?
— Então, não sei... a primeira vez foi estranha. Até aquele momento a gente só tinha se masturbado um ao outro, mas naquele dia a gente queria tentar, então eu toquei ela até ficar molhadinha, coloquei uma camisinha de banana e...
— Uma camisinha de banana? Kkkkkkkkkk
— Sim, de banana. Deixa eu continuar ou paro por aqui?
— Continua, continua. De banana... kkkk
— Bom, então isso, coloquei uma camisinha de banana e tentei meter, mas ela era muito mais apertada do que parecia com o dedo e tava doendo. Acabou entrando por causa da lubrificação da camisinha, mas quando eu metia umas quantas vezes, saía sozinha. Ficamos assim um tempão até decidir parar e tentar no dia seguinte, ela tirou a camisinha, me masturbou e deixamos pra outro dia.
— Poxa, que merda, né? E aí, o que aconteceu?
— Então, nada, no dia seguinte a gente tentou de novo com uma camisinha de morango... pode rir...
— Kkkkkk, sim, é engraçado. Por que de morango?
— Porque naquela época eu tirava camisinhas de máquinas de venda e as com sabor eram mais baratas. Vinham três: morango, banana e menta. Mas continuo?
— Sim, sim, claro
— Nada, dessa vez ela tava mais excitada, funcionou e a gente se divertiu pra caralho. A partir daí a gente transava quase todo dia, até que uma vez eu roubei camisinhas numa farmácia e até peguei algumas dos meus pais.
— Bom, teve final feliz kkkkk fico feliz por você! E... o sexo oral?
— Então, o sexo oral começou na primeira vez que ela ficou menstruada. Como a gente não podia fazer outra coisa, eu tava me masturbando e ela abaixou a cabeça e colocou na boca. Me surpreendeu tanto quanto adorei, ela fazia como se tivesse feito a vida inteira, ou pelo menos foi o que Parecia que pra mim também era a primeira vez que tavam chupando minha buceta.
— Que egoísta você é! E você, o quê?
— Bom, eu, quando a menstruação dela passou, também chupei ela e com vontade, e aquele dia foi nosso primeiro 69, que não foi o último, hein!
— Ah, bom, isso já me parece muito melhor! E...
— E nada, é isso. Agora é sua vez. Como foi o seu?
— Ah, nada de outro mundo, pra ser sincera. Ele colocou a camisinha que não era de sabores... ou pelo menos acho que não (risos) e tentou meter, mas sem sucesso... tive que pegar na rola dele e enfiar eu mesma, foi bem devagar, bem aos poucos, porque tava doendo pra caralho, e quando parecia que a dor tava mais fraca, pá, ele gozou... e é isso, fiquei com vontade de mais, pra ser sincera.
— Hahaha, que merda! Mas vocês não se masturbaram ou fizeram oral ou algo assim? Só isso?
— Então, nada de nada. Ele passava a mão na minha buceta quando a gente se beijava e enfiou um dedo antes da rola, mas só. Eu só toquei nela pra enfiar.
— A gente já tinha se masturbado umas 20 vezes antes de foder.
— Pois eu nunca masturbei ninguém nem fui masturbada.
— Não me fode? Mas... e você mesma?
— Bom... isso também te interessa? Hahaha, achei que era só sobre nossa primeira vez, não sobre intimidade, hahaha.
— Ok, foi mal, você tem razão, não responde. Fica tranquila.
— Hahaha, de boa, vou responder sim. Olha, eu me toco um pouco, mas pouco. Quer dizer, passo a mão em mim, mas nunca cheguei no orgasmo, e tudo que já enfiei foi a ponta de um dedo. Faço isso às vezes quando vou pra cama antes de dormir. Mas... e você? Se bate? Hahaha, é sua vez.
— Então você nunca teve um orgasmo?
— Ei, ei, não foge da pergunta, me responde!
— Bom, sim, claro que me bato, e bastante até. Mas você...
— Não, nunca, não sei como é. Feliz?
— Não, não tô feliz... caralho, o que você tá perdendo!
— Já te falei, só transei duas vezes e foram super rápidas, nunca me masturbaram, e o que eu faço em mim é só isso.
— Então você tem que continuar e ir até o fim. final. Você vai adorar! Eu prometo!
— Ei... isso que eu vejo aí é um volume? Hahaha você ficou excitado?
— Bom, olha, até que fiquei um pouco excitado, mas o volume é o celular, sua sabichona!
— Hahaha. Bom, poderia ter sido, não seria a primeira vez, eu acho... hahaha. Eu também fiquei um pouco excitada e sabe o que... essa noite talvez eu vá até o final e a gente vê o que acontece... depois te conto.
— Se você fizer, não vai se arrepender, vai ver. Mas não precisa me contar.
— Precisa sim, eu gosto de ver como você fica excitada hahaha
— Ah, para com isso!
A conversa acabou bem ali quando meu avô entrou pela porta me chamando pra ir fazer umas compras no supermercado.
Naquela noite, quando já estava na cama pra dormir, vi meu celular acender, olhei e era a Nikki me dizendo que eu tinha razão, que ela tinha ido até o final e que quase morreu de prazer, e me agradeceu e disse que depois me contaria. Eu disse que ficava feliz por ela e mandei um beijinho, mas a verdade é que fiquei tão, tão tarado que peguei a calcinha fio dental dela de onde estava escondida, coloquei no meu rosto e bati uma das siriricas mais rápidas da minha vida, guardei a calcinha de novo e fui dormir.
Nos dias seguintes ela não estava muito receptiva, tinha ficado menstruada, dava pra perceber de longe pela cara que ela fazia e porque ficava entrando no banheiro pra se trocar e não tinha vontade de nada, só de comer chocolate, então não me contou nada nem falou sobre aquilo. Quando a menstruação passou, eu tive que fazer hora extra no trabalho, então fiquei uma semana sem poder buscá-la e indo direto pra casa sem passar pra vê-la, só conversávamos por mensagem à noite pra saber como tinha sido o dia. Nada mais. Eu pensei que já tinha passado tudo e fiquei um pouco mais tranquilo.
Chegou o dia do pagamento e as horas extras valeram a pena, então com esse dinheiro fui comprar um celular de última geração, daqueles que já vinham com duas câmeras, e na hora de sair do colégio fui buscá-la pra mostrar. Ela saiu sorrindo como Sempre, mas dessa vez feliz de me ver, já que fazia mais de uma semana que a gente não se via. Durante o caminho pra casa, ela me contou um monte de coisas. Quando chegamos, antes de comer, ela me pediu pra mostrar meu celular novo e pirou quando viu.
— Depois a gente pode tirar umas fotos pra testar, né?
— Sim, claro, lógico. Mas primeiro vamos comer.
Comemos e fomos pro quarto. Eu fiquei do lado de fora, como fazia antes, esperando ela se trocar, mas ela não ia se trocar.
— Então? Vai me tirar umas fotos ou não?
— Sim, claro, já tinha pensado nisso. De um jeito diferente do normal...
— Não me fala mais nada! Você quer me fotografar de calcinha!
— Bom, não era bem isso que eu tinha em mente...
— Não, não, fica tranquilo. A gente tira, eu gostei da ideia! Mas você vai me falando como quer que eu pose, como me posiciono e tal, ok? Mas sem vergonha, como se eu não fosse sua tia, como se fosse uma modelo que você vai fotografar.
— Uma modelo? hahaha, que humilde você, hein? Tá bom, fechado, se é isso que você quer. Como a gente faz?
— Primeiro, deixa claro que as fotos não vão sair daqui e ninguém vai ver. Passa do celular pro meu computador, depois apaga, e aí a gente passa pra um pen drive que vai ficar guardado aqui, e apaga do computador. E quando um de nós quiser ver, a gente vê aqui, sem o pen drive sair dessa casa, ok?
— Sim, sim, claro. É sua ideia, então a gente faz do seu jeito com elas... Mas tô preocupado com o tipo de foto que você quer tirar... Tô meio assustado, pra ser sincero.
— hahahaha, não se preocupa, é algo normal, mas só pra você e pra mim. Que tal a gente fazer umas fotos de um dia normal antes de dormir? Tipo, chego vestida e vou tirando a roupa até entrar na cama, mas tudo com poses sexy que a gente inventar. Curte?
— Pô, adoro a ideia.
Começamos a sessão de fotos com ela vestida normal, fazendo um monte de poses, e aos poucos ela tirava alguma peça. Quando ficou só de sutiã... y thong (que naquele dia ela não tinha trocado pra fazer as fotos) eu comecei a ficar muito tarado e, vendo que ela tinha me dado o controle da parada e que cumpria as ordens que eu dava, tentei ir um passo além
— Beleza Nikki, vamos começar com o sério (risadas dos dois). Agora morde o dedo indicador de uma das mãos e coloca a outra na parte de cima do thong com o polegar enfiado pra dentro, como se fosse uma cowgirl
— Hahaha, o que você tá dizendo? Adorei! Assim?
— Sim, mas puxa o thong pra baixo com o dedo como se fosse tirar ele.
— Ah, tá... assim?
— Espera, deixa que eu faço. (Cheguei perto dela e puxei o thong pra baixo devagar até aparecerem os pelinhos da parte de cima da buceta) Agora coloca o dedo e segura o thong ali, o que eu quero é que dê pra ver um pouco dos pelos da buceta pra dar uma insinuada
— Hahaha, sim sim, ok, você manda. Tá aparecendo o suficiente? E a outra mão, eu mordo o dedo assim?
— Sim, sim, tá aparecendo e você tá perfeita assim, espera, vou tirar mais umas. Pronto, passamos pra próxima
— Essa eu gostei muito, ficou super sexy! O que a gente faz agora?
— Até onde você tá disposta a ir? Vai se despir mais ou só até aqui?
— Hahaha, você tá se metendo muito no papel, hein? Já te falei que você manda, vou até o fim. De qualquer forma, não é nada que você já não tenha visto e é só pra nós, então não me importo.
— Ok, então vira de costas, tira o sutiã, vira meio corpo sem deixar ver os peitos e olha pra mim.
— Quer que eu tire o sutiã virada de costas? O que foi, tá com vergonha de ver meus peitos? Hahaha
— Não, não, tira do jeito que quiser, é só a pose. Eu já não tenho vergonha de nada
— Tá bem, vou virar de costas e tirar, virada de costas também dá pra ver minha bunda, hahaha. Tô bem assim?
— Sim, assim você tá perfeita, mais uma... pronto!
— E agora? O que você inventa?
— Beleza, agora do jeito que você tá virada de costas, se abaixa pra frente mas com as costas retas e empina a bunda o máximo que puder, como se fosse botar ela pra jogo.
— Assim? — Sim, mas abre um pouquinho mais as pernas.
— Ok, com as pernas assim a tanga fica um pouco enfiada. O que eu faço? Tiro? Ou deixo enfiada?
— Não sei, como preferir... assim a imagem tá impecável, sério!
— Haha, tá bom, então se você gosta, eu deixo assim. Tá se divertindo, né?
— Não vou mentir, isso não se vê todo dia.
— É, é.
— Beleza, já deu. Agora você vai virar, vai colocar a mão na tanga como antes...
— Até aparecerem os pelinhos da buceta...
— Isso aí, e com o braço você vai tampar os peitos.
— E lá vem você com essa de esconder os peitos, que foi, não gosta deles ou o quê?
— Se eu gosto? Claro que gosto! É só pra ficar sexy e não virar porno direto.
— Ah, tá, entendi... mas você disse que gosta dos meus peitos? Hahaha
— Bom, sim, mas porque achei que você tivesse se ofendido.
— Sim, sim, já sei. Tá gostando assim?
— Sim, espera... pronto, foto linda. Quer continuar? A gente para por aqui?
— Você quer parar?
— Não.
— Então você manda, já te falei...
— Ok, então tira a tanga, mas enrolando...
— Sim, já sei, como daquela vez, a primeira que você viu minha buceta, já sabe quando...
— Não sei de que vez você tá falando...
— Como eu tava dizendo, quando você cheirou e chupou minha tanga e depois guardou pensando que eu não vi? Tipo daquela vez?
— Sim... digo, não... que história é essa de cheirar tanga e ainda chupar? Tá afim, hein?
— É, pode ser isso... assim você gosta que eu tire?
— Sim, agora deixa no chão, tapa a buceta com uma mão e os peitos com o outro braço.
— Tem certeza que quer que eu tampe? Por que você não para de olhar pra minha buceta?
— Sim, tô esperando você tampar justamente pra ver como fica.
— Assim você gosta?
— Sim, fica assim e passa a língua no canto dos lábios.
— Vê se é assim.
— Isso, perfeita!
Tava me dando conta de que minha tia estava nua na minha frente fazendo tudo que eu pedia, que ela tinha uma buceta perfeita com poucos pelos, como se a puberdade tivesse atrasado, que os peitos dela eram lindos e que eu não... escondia, na mínima oportunidade que tinha, se aproximava de mim sem se cobrir nada e me rodeava com o braço pra ver o resultado das fotos, então não consegui evitar e fiquei de pau duro, embora minha ereção estivesse disfarçada pela minha calça jeans.
— Beleza, e agora? Tão ficando incríveis, mas você faz uma sem me cobrir de uma vez?
— Ok, como quiser... fica do jeito que preferir, essa foto é sua!
— Tá gostando assim?
— Eu gosto de todos os jeitos
Com minha resposta, ela soltou uma gargalhada e ficou tão gostosa que naquele momento eu tirei a foto mais bonita que já vi na vida.... a pose? Uma pose normal em pé, com as mãos na cintura, mostrando tudo perfeitamente, mas o mais bonito era o sorriso dela, sem dúvida.
— Agora pra completar, eu entro na cama, né? Já que a gente tá fazendo uma sessão de ir pra cama....
— Pois é, vai, entra na cama
— Me cubro?
— Só até a cintura, pra aparecerem seus peitos, e finge que tá dormindo
— Hahaha, agora você quer que apareçam meus peitos, hein hahaha. Beleza, vou lá
— Assim, perfeito, pronto, a sessão secreta acabou hahahaha
— Nada disso, tira a camiseta e deita comigo pra gente tirar uma foto juntos.
— Beleza, vai
Entrei na cama sem camiseta e ela me abraçou, colocando os peitos dela em cima do meu braço, e a gente tirou a foto. Quando eu fui me levantar, ela me parou e começou a falar comigo.
— Sabe de uma coisa, sobrinho?
— Não, o quê?
— Tô vendo o volume da sua calça há um tempinho....
— O que você tá dizendo?
— É, esse volume (ela coloca a mão em cima do meu pau) hahaha, fica nervoso?
— O que você tá fazendo? Não, não tô nervoso, nada disso.
— Não leva a mal, mas é que tudo isso me excita muito e eu tô com a bucetinha bem molhada... olha (ela pega minha mão, abre as pernas e coloca na boceta) tá vendo? Nunca tive tão molhada assim.
— Tá, tá sim, tá bem molhada (falei enquanto tirava a mão)
— Por que você tirou a mão? Tem nojo? Não gosta?
— Não, não tenho nojo, e não é que não goste, é que tô adorando, mas você é minha tia, porra
— É, eu sei, mas eu tô muito Tarada, há dias que me masturbo pensando em tudo que a gente conversou e no dia que você roubou minha calcinha fio-dental e ficou de pau duro comigo
— Mas...
— Não fala nada, nós dois sabemos que você fez isso e que tem minha calcinha, a menos que tenha jogado fora, claro...
— Então, não joguei não, guardei ela pra cheirar enquanto me masturbo, e tenho que dizer que, mesmo já perdendo o cheiro, é a melhor coisa que já cheirei, e o gosto já era excepcional, e sim, fiquei de pau duro, e não foi só daquela vez, muitas outras que disfarcei, mas o estranho é que não aconteceu mais, e primeiro porque, sim, você é minha tia, mas é uma garota linda e é muito gostosa. Pronto, agora desabafei, vou levantar, desculpa
— Como assim vai levantar? Não, não, nada disso! Coloca a mão na minha buceta e vamos me masturbar, por sua culpa eu comecei e agora adoro, então quero que você faça isso pra mim.
— Tem certeza? Então, manda ver
— Sim, tenho, vai
Deitamos de lado, nos olhando nos olhos, e coloquei minha mão entre as pernas dela, comecei a acariciar suavemente, aproveitando todo o melado pra deslizar meus dedos, e separei os lábios dela pra ter um acesso melhor ao clitóris, comecei a apertar devagar enquanto esfregava de um lado pro outro e pra cima e pra baixo, alternando com penetrações rasas com meu dedo mais longo, ela estava gemendo, adorando, estava literalmente escorrendo quando aproximou a boca da minha, colocou a língua pra fora e passou nos meus lábios
— Coloca sua língua pra fora, vai, me dá, você tá me deixando louca
Coloquei minha língua pra fora e as duas se entrelaçaram sem parar, era a coisa mais sexy que já tinha feito na vida, tava me deixando louco, e então senti a mão dela procurando minha calça, e não só isso, encontrou e foi abaixando devagar, tudo isso sem parar de me dar a língua, ela tirou minha rola pra fora e segurou firme enquanto sussurrava
— Que grossa que você tem, parece que tem o coração aí, (entre risadas) vou fazer minha primeira punheta no meu sobrinho
Ela começou a me bater uma pra cima e pra baixo devagar, como se fosse pra evitar uma Ejaculação precoce, mas isso não estava nos meus planos. Enquanto eu continuava dando prazer com meus dedos e nossas línguas e lábios ainda não se separavam, estávamos nos masturbando um ao outro, e então... eu disse:
— Quer curtir ainda mais?
— Mais? Como?
— Tira a roupa e abre bem as pernas, vou lamber essa buceta linda que me deixa louco.
— Mas... eu tô muito molhada...
— Então é por isso que quero lamber tudo, adoro seu mel, como você já sabe. Melhor direto da fonte do que de uma calcinha usada, né?
— Tá, como quiser...
Desci até a buceta dela e comecei a chupar devagar ao redor, depois foquei no clitóris, me ajudando com os dedos... e então enfiei meu dedo inteiro no buraquinho todo molhado. O gemido dela foi tão intenso que achei que tinha machucado e diminuí, mas uma voz aguda, quase sem som, disse:
— Continua!
E assim fiz. Minha língua e boca estavam dedicadas ao clitóris dela, e meu dedo entrava e saía da buceta, fazendo oitos lá dentro, quando ela começou a gemer com força e, com um grito, disse:
— Tô gozando, tô gozando, meu Deus! Tô gozando!
Naquele momento, a vagina dela se contraiu e saiu tanto líquido que mal dava conta de chupar tudo. Deus, como eu adorava lamber o mel dela. Quando o orgasmo acabou, me afastei e deitei ao lado dela. Ela enfiou a língua na minha boca, se lambeu e...
— Então é assim que tem gosto? Já tinha chupado seus dedos uma vez pra entender por que você lambeu minha calcinha, mas agora tem um gosto diferente, melhor.
— É muito bom, adoro. Você gostou?
— Adorei! Mas isso não acaba aqui. Vamos, tira tudo, vou chupar sua pica, meu primeiro boquete. Você vai me dizendo como fazer, tá?
— Como quiser...
Ela se posicionou entre minhas pernas e começou a beijar minha pica. Aos poucos, foi introduzindo até enfiar o máximo que conseguia. No começo, arranhava um pouco com os dentes, mas depois que falei, ela fazia maravilhosamente. Chupava, lambia o freio e, ao mesmo tempo, massageava minhas bolas de um jeito... Sobressaliente
— Onde você aprendeu tudo isso? Parece que você tá craque nisso
— Ah, vendo boquetes em filme pra me masturbar, é o que mais me excita
— Pô, cê aprende rápido e faz muito bem, mas... e você? Tá com tesão?
— Uff, tô com muito tesão, por quê?
— Quer fazer seu primeiro 69?
— Nossa, sim, por favor, me fala o que eu faço, como eu fico?
— Muito fácil, senta na minha cara, coloca a buceta na minha boca e se inclina pra frente pra chupar meu pau
— Assim?
— Isso, isso mesmo, isso é incrível, tô amando...
A gente continuou por um bom tempo fazendo um puta 69, se dando muito prazer, ela jorrava tanto fluido que às vezes eu só precisava abrir a boca e deixar entrar, e ela, assim que via um pouco de líquido pré-seminal no meu pau, passava a língua e se lambia. Aí eu tirei meu pau da boca dela.
— Quero mais, quero foder, mas foder de verdade
— Não sei se a gente devia... isso já é coisa séria, uma coisa é sexo oral e masturbação, outra é foder, sei lá...
— O que pode acontecer? Cê não tem camisinha de banana ou algo assim? Kkkk
— Muito engraçadinha... tenho uma camisinha na carteira como sempre, mas não é de banana
— E o que cê tá esperando? Cadê sua carteira, vai (ela se levanta e rapidamente vai até minha calça, tira a carteira e de lá a camisinha, abre com os dentes e volta pra cama) pronto, aqui, já vou colocar em você
— Não, não acho que seja uma boa idei... (ela coloca na boca e começa a colocar em mim com a boca) pronto, já conseguiu... e agora, como você quer fazer? Eu fico por cima?
— Nada disso, dessa vez quem manda sou eu (ela sobe em cima de mim e enfia o pau na buceta devagar, quando fica completamente sentada em cima de mim, vejo no rosto dela uma pequena careta de dor) uff, até o talo!
— Tá doendo? Quer parar? Não tem problema, sério
— Não, agora já passou, foi quando chegou no fundo, agora tô adorando...
Ela começou a cavalgar devagar, meio com medo, até que não devia ter mais dor nenhuma e começou a subir e descer com força, enquanto minhas mãos acariciavam seus peitos lindos e de vez em quando ela descia pra meter a língua na minha boca, aí eu meti minha mão entre as pernas dela e comecei a esfregar o clitóris dela, ela arqueou as costas pra trás me deixando o caminho livre e então
– Deus, vou gozar de novo!
– Espera um pouco que a gente goza junto
– Ufff, anda logo, vamo que não aguento mais
– Já já já, já foi!
– Uf, que sensação, caralho, amei!
A gente gozou junto, ela encheu de suco todos os meus pelos e as bolas e até parte dos lençóis e deitou em cima de mim, os dois suando pra caralho e com a língua na boca um do outro, até que ela resolveu descer e tirou a camisinha
– O que a gente fez
– Agora você se arrepende? Te falei que não devia
– Não, não me arrependo, só penso em repetir, valeu por isso, adorei
– Valeu você...
– Vou tomar um banho, vem comigo? Toma banho comigo? E deixo você me apalpar um pouco
– Sim, beleza. Me convenceu.
A gente foi pro chuveiro onde brincou um pouco e depois se secou um ao outro, e foi assim minha primeira experiência com minha tia nova, mas não a única nem a última, já que ela alguns meses depois engravidou da nossa filha, ela escondeu que eu era o pai mas mantenho uma boa relação com minha filha/primaTe deixo umas fotinhas dela, coelhinha. Já são mais de 25 anos de relacionamento escondido com minha tia, mas somos muito felizes!















Já faz uns bons anos que eu passava as tardes ajudando ela nos estudos na casa dos meus avós. Ela e eu sempre tivemos e ainda temos uma puta confiança, e eu ia buscar ela no colégio todo dia pra almoçar junto, porque meus avós ainda eram novos e tanto eles quanto meus pais ainda trabalhavam, e a gente comia só nós dois na maioria das vezes. O negócio é que a mania principal dela logo depois de comer era ir pro quarto dela tirar a tanga e trocar por uma calcinha, porque dizia que ficava mais confortável pra fazer as tarefas. Mas aquela tanga que ela tirava raramente ia pro cesto de roupa suja; ela tinha a mania de sempre deixar jogada no chão do quarto, e eu sempre dava uma bronca nela por causa disso. Eu pegava e levava pro lugar certo, e ela sempre me dizia:
— No fundo, você gosta de pegar, senão não faria isso — e ria.
Tudo isso ela fazia sozinha no quarto dela, e depois eu entrava pra ajudar com as tarefas ou só pra ficar lá com ela, ou a gente saía pra dar uma volta, ir ao cinema, comer um lanche... Mas um dia, depois do almoço, ela me disse que tinha que fazer um desenho e perguntou se eu podia ajudar. Claro que eu disse que sim. Então fomos pro quarto e começamos a trabalhar, mas antes ela falou:
— Vou trocar a tanga, tô desconfortável.
Como esse era o ritual normal dela, eu achei que já tinha feito ou que talvez já estivesse de calcinha desde de manhã, mas não era assim.
— Espera, vou sair — falei, e ela respondeu:
— Não, não se preocupa, fica aí. Você já leva a tanga... (risadas)
Eu ri e fiquei. Ela tirou a calça jeans que tava vestindo e ficou só numa tanga rosa básica, nada demais. Aí eu baixei a cabeça pra fingir que não tava olhando, e ela tirou a tanga toda enrolada, mas não tinha preparado a calcinha, então me mandou pegar uma na gaveta que tava bem atrás de mim. E eu fiz isso, mas claro, quando me virei pra entregar a calcinha, olhei pra ela e vi aquela bucetinha. Adolescente com uns pelinhos fininhos e ruivinhos, pra ser sincero, nunca tinha pensado na minha tia de forma erótica até aquele dia, mas era inevitável.
- Toma (ela fala num tom debochado, me entregando a calcinha toda enrolada) sabe onde vai, né? (Risos)
- Sim, sim, já sei...
Mas dessa vez foi diferente. Peguei a calcinha dela com a mão e notei que tava úmida, molhada, nunca tinha reparado nisso antes. Fui pro banheiro, onde devia deixar a calcinha, mas no caminho não consegui me segurar: levei ela até o rosto e cheirei. Cheirei aquela calcinha, a calcinha da minha tia mais nova, que eu nunca tinha visto com essas intenções, que eu tinha acabado de ver a buceta pela primeira vez. E aquele cheiro ficou gravado a fogo em mim, era o cheiro mais doce que já tinha sentido na vida. E então, não sei por que nem como, tive a ideia: desenrolei a calcinha, coloquei a língua pra fora e chupei o rastro de lubrificação que a bucetinha dela tinha deixado ali. Em seguida, guardei a calcinha no bolso da calça pra depois voltar pro quarto e continuar a tarefa.
Depois dessa situação peculiar, se passaram vários dias normais, eu pegando as calcinhas dela do chão como já era de costume... Mas um dia, quando fui buscá-la na escola, fomos pegos por um temporal daqueles que ninguém esperava, então chegamos em casa encharcados. Assim que entramos, nos secamos com umas toalhas e fomos trocar de roupa. Minha roupa seca tava no quarto dela, então fiquei esperando enquanto ela se trocava primeiro, mas ela...
- O que cê tá fazendo, sobrinho? Que que cê tá fazendo no corredor? Entra pra se trocar, você tá ensopado.
- Já já, mas se troca primeiro você, eu espero, fica tranquila.
- Nada disso, vem logo e se troca, não tô nem aí se você me ver, sou sua tia...
- Beleza, então... mas dessa vez a calcinha quem lava é você... (risos)
O fato é que nós dois ficamos pelados e eu, por mais que tentasse, não conseguia parar de olhar pra ela... A bucetinha doce e quase sem pelos eu já tinha visto antes, mas essa era a primeira vez que ia ver os peitos dela e eu tava muito nervoso. Então ela desabotoou o sutiã e lá estavam... uns peitos perfeitos, não muito grandes mas também não pequenos, redondinhos e bem empinados desafiando a gravidade, e pra completar uns bicos moreninhos e duros, provavelmente por estar molhada e com frio (ou pelo menos foi o que eu quis pensar) — os peitos perfeitos de uma garota de 17 anos. E aí ela puxou a calcinha fio-dental pra baixo e lá apareceu de novo aquela buceta perfeita e doce... e eu percebi que alguma coisa entre minhas pernas estava crescendo e que eu teria que me controlar pra não subir, porque eu ia ter que me despir e ela ia ver... segurei como pude e fiquei pelado na frente dela. Ela me olhou e disse:
— Depois de tantos anos dormindo juntos e compartilhando tanta coisa... essa é a primeira vez que a gente se vê pelados... (solta uma risadinha) e não tá nada mal.
— Como assim? Sou o primeiro cara pelado que você vê?
— Não, sobrinho, não. Já vi uns outros (risadinha).
— Então... você não é mais virgem?
— Não, minha virgindade já foi embora faz uns dois anos.
— Ah... que corte...
— Hahaha, ué, você perguntou, não foi?
Toda essa conversa, nós dois pelados nos olhando, me deixou a mil e a piroca pulsava. Consegui controlar a ereção... bom, mais ou menos... aí:
— Isma, já que tô assim, vou aproveitar e tomar um banho rápido.
— Beleza, como quiser, mas deixa eu mijar primeiro que tô estourando.
— Hahaha, tá, vai, mija enquanto eu abro o chuveiro.
Entrei pra mijar e ela abriu o registro e entrou no chuveiro, mas não fechou a cortina, deixou aberta de um lado, bem do lado onde eu tava mijando. Aí terminei. Fui sair, mas ela me parou:
— Espera! Não sai, fica aqui, a gente vai conversando enquanto eu termino, que é rapidinho.
— Tá, mas deixa eu pelo menos vestir uma cueca...
— Pra quê? Não vou demorar nada. Além do mais, eu não trouxe roupa, então a gente se veste depois, vai... tá com vergonha da sua tia ver seu pau? Haha.
— Não, nenhuma. Pelo contrário, eu achava que ia te dar pra você, pra mim tanto faz.
— Pra mim? Meu sobrinho me ver? De jeito nenhum!
— Ok, então vou ficar aqui sentado no vaso, mas se liga, tá?
— Siimm, fica tranquilo, vou me ensaboar e saio.
— O que você quer falar? Vai, me conta.
— Nada em especial, só que com a tempestade e tal, não gosto de ficar sozinha.
— Que mentirosinha você é... achei que ia me contar algo sobre aquele cara misterioso que se eu pegar, mato, e que tira sua virgindade.
— Hahaha, como você sabe que foi só um?
— Porque te conheço e sei como você é, e até acho estranho que tenha sido só um.
— Então acertou, foi só um, mas só umas duas vezes, nada mais, e só sexo, nada de oral nem nada. Além disso, doeu e foi muito rápido. Pronto, já sabe tudo, feliz?
— Acho que tenho informação demais, mas sim, feliz de saber que você é uma boa garota, pra ser sincero.
— Já terminei. Me passa a toalha?
— Claro. Toma!
Ver ela secar aquele corpo gostoso e passar a toalha entre as pernas, secando os pelinhos lá embaixo, me excitou tanto que não consegui controlar a ereção e subiu. Tentei disfarçar indo me vestir, mas ela percebeu...
— Mas... o que é isso? Ficou dura? Hahaha
— Que isso, menina? (falei me virando) Você tá muito tarada, hein (respondi enquanto saía do banheiro)
— Sim, sim, a tarada sou eu... mas quem fica de pau duro com a tia pequena é você... hahaha
Saí do banheiro meio envergonhado e me vesti enquanto ficava olhando ela ali nua, secando o cabelo com o secador. Ela saiu, abriu as gavetas e o armário, pegou calcinha e roupa e se vestiu, mas com uma camiseta branca e sem sutiã, com os peitos ainda visivelmente molhados e transparentes. Era uma sexta-feira bem chuvosa e depois do almoço colocamos um filme na sala. Ela se deitou no sofá, apoiando a cabeça nas minhas pernas, e eu rezava pra não subir de novo, porque se eu virasse o olho, via os peitos dela pelo decote da camiseta. Aí começou uma... Conversa sobre meus encontros com uma mina que foi interrompida pela chegada da minha avó, o que por um lado agradeci porque ela tava muito perguntadeira, queria saber demais e tava me deixando mais excitado que o normal. De qualquer forma, a conversa, longe de terminar, ficou adiada pra segunda-feira, já que nos fins de semana meus avós e meus pais estavam em casa e esse tipo de coisa não dava pra falar na frente deles.
Passou o fim de semana e na segunda-feira fui buscá-la de novo no colégio. Chegamos em casa, almoçamos, e durante a comida ela já trouxe o assunto que tinha ficado pendente, mas eu falei que era hora de comer e que depois teria tempo. Ela se segurou e comeu.
Terminamos de comer e fomos pro quarto. Ela tirou a tanga na minha frente de novo, mas dessa vez também tirou o sutiã pra ficar mais à vontade. Vestiu uma calcinha e um pijama curto sem nada por baixo na parte de cima. Enquanto isso, eu tava ficando doido de tesão de novo, e aí começou a conversa adiada.
— Então, e aí?
— Como assim "e aí"?
— Agora já podemos continuar a conversa, né? Já comemos e já estamos relaxados.
— Beleza, fala. O que você quer saber?
— Então... com que idade você perdeu a virgindade?
— Com a mesma que você tem agora.
— Ou seja, eu te ganhei? Olha só! Hahaha
— Ei, não acho que seja motivo pra se orgulhar, não, hein...
— Tá bom, é verdade, desculpa... e posso saber com quem foi?
— Você não me contou o seu, então...
— Já, mas é que se eu te contar, o cara corre muito risco (risos). Mas fica tranquilo que comigo a mina tá segura!
— Hahaha, que engraçadinha você.
— Fala, qual é o problema... vai... por favorzinho...
— Tá, tá. Lembra do Denis? Então, foi com ela.
— Denis? Lembro sim, aquela mina que estudava na sua sala no colégio, a baixinha de olhos azuis enormes... muito bonitinha, sim! Então foi com ela? Nada mal, é verdade que você levava ela pra casa às vezes. Era muito gente boa. Mas sei por que foi ela (risos).
— Então você sabe, hein? Por que foi ela? Me surpreende!
— Fácil, porque os olhos era a única coisa que ela tinha enorme! Kkkkkk ela tinha uns peitões e, portanto, um belo par de motivos pra querer comer ela kkkkkk
— Não seja mau, eu gostava muito dela e a gente se divertia pra caralho junto. Ficamos um ano e meio saindo quase todo dia e ela era uma gostosa... e bom, sim, é verdade que ela tinha um belo par de motivos! Kkkkk.
— Kkkkk. Viu? Eu sabia! Kkkkkk. E como foi?
— Então, não sei... a primeira vez foi estranha. Até aquele momento a gente só tinha se masturbado um ao outro, mas naquele dia a gente queria tentar, então eu toquei ela até ficar molhadinha, coloquei uma camisinha de banana e...
— Uma camisinha de banana? Kkkkkkkkkk
— Sim, de banana. Deixa eu continuar ou paro por aqui?
— Continua, continua. De banana... kkkk
— Bom, então isso, coloquei uma camisinha de banana e tentei meter, mas ela era muito mais apertada do que parecia com o dedo e tava doendo. Acabou entrando por causa da lubrificação da camisinha, mas quando eu metia umas quantas vezes, saía sozinha. Ficamos assim um tempão até decidir parar e tentar no dia seguinte, ela tirou a camisinha, me masturbou e deixamos pra outro dia.
— Poxa, que merda, né? E aí, o que aconteceu?
— Então, nada, no dia seguinte a gente tentou de novo com uma camisinha de morango... pode rir...
— Kkkkkk, sim, é engraçado. Por que de morango?
— Porque naquela época eu tirava camisinhas de máquinas de venda e as com sabor eram mais baratas. Vinham três: morango, banana e menta. Mas continuo?
— Sim, sim, claro
— Nada, dessa vez ela tava mais excitada, funcionou e a gente se divertiu pra caralho. A partir daí a gente transava quase todo dia, até que uma vez eu roubei camisinhas numa farmácia e até peguei algumas dos meus pais.
— Bom, teve final feliz kkkkk fico feliz por você! E... o sexo oral?
— Então, o sexo oral começou na primeira vez que ela ficou menstruada. Como a gente não podia fazer outra coisa, eu tava me masturbando e ela abaixou a cabeça e colocou na boca. Me surpreendeu tanto quanto adorei, ela fazia como se tivesse feito a vida inteira, ou pelo menos foi o que Parecia que pra mim também era a primeira vez que tavam chupando minha buceta.
— Que egoísta você é! E você, o quê?
— Bom, eu, quando a menstruação dela passou, também chupei ela e com vontade, e aquele dia foi nosso primeiro 69, que não foi o último, hein!
— Ah, bom, isso já me parece muito melhor! E...
— E nada, é isso. Agora é sua vez. Como foi o seu?
— Ah, nada de outro mundo, pra ser sincera. Ele colocou a camisinha que não era de sabores... ou pelo menos acho que não (risos) e tentou meter, mas sem sucesso... tive que pegar na rola dele e enfiar eu mesma, foi bem devagar, bem aos poucos, porque tava doendo pra caralho, e quando parecia que a dor tava mais fraca, pá, ele gozou... e é isso, fiquei com vontade de mais, pra ser sincera.
— Hahaha, que merda! Mas vocês não se masturbaram ou fizeram oral ou algo assim? Só isso?
— Então, nada de nada. Ele passava a mão na minha buceta quando a gente se beijava e enfiou um dedo antes da rola, mas só. Eu só toquei nela pra enfiar.
— A gente já tinha se masturbado umas 20 vezes antes de foder.
— Pois eu nunca masturbei ninguém nem fui masturbada.
— Não me fode? Mas... e você mesma?
— Bom... isso também te interessa? Hahaha, achei que era só sobre nossa primeira vez, não sobre intimidade, hahaha.
— Ok, foi mal, você tem razão, não responde. Fica tranquila.
— Hahaha, de boa, vou responder sim. Olha, eu me toco um pouco, mas pouco. Quer dizer, passo a mão em mim, mas nunca cheguei no orgasmo, e tudo que já enfiei foi a ponta de um dedo. Faço isso às vezes quando vou pra cama antes de dormir. Mas... e você? Se bate? Hahaha, é sua vez.
— Então você nunca teve um orgasmo?
— Ei, ei, não foge da pergunta, me responde!
— Bom, sim, claro que me bato, e bastante até. Mas você...
— Não, nunca, não sei como é. Feliz?
— Não, não tô feliz... caralho, o que você tá perdendo!
— Já te falei, só transei duas vezes e foram super rápidas, nunca me masturbaram, e o que eu faço em mim é só isso.
— Então você tem que continuar e ir até o fim. final. Você vai adorar! Eu prometo!
— Ei... isso que eu vejo aí é um volume? Hahaha você ficou excitado?
— Bom, olha, até que fiquei um pouco excitado, mas o volume é o celular, sua sabichona!
— Hahaha. Bom, poderia ter sido, não seria a primeira vez, eu acho... hahaha. Eu também fiquei um pouco excitada e sabe o que... essa noite talvez eu vá até o final e a gente vê o que acontece... depois te conto.
— Se você fizer, não vai se arrepender, vai ver. Mas não precisa me contar.
— Precisa sim, eu gosto de ver como você fica excitada hahaha
— Ah, para com isso!
A conversa acabou bem ali quando meu avô entrou pela porta me chamando pra ir fazer umas compras no supermercado.
Naquela noite, quando já estava na cama pra dormir, vi meu celular acender, olhei e era a Nikki me dizendo que eu tinha razão, que ela tinha ido até o final e que quase morreu de prazer, e me agradeceu e disse que depois me contaria. Eu disse que ficava feliz por ela e mandei um beijinho, mas a verdade é que fiquei tão, tão tarado que peguei a calcinha fio dental dela de onde estava escondida, coloquei no meu rosto e bati uma das siriricas mais rápidas da minha vida, guardei a calcinha de novo e fui dormir.
Nos dias seguintes ela não estava muito receptiva, tinha ficado menstruada, dava pra perceber de longe pela cara que ela fazia e porque ficava entrando no banheiro pra se trocar e não tinha vontade de nada, só de comer chocolate, então não me contou nada nem falou sobre aquilo. Quando a menstruação passou, eu tive que fazer hora extra no trabalho, então fiquei uma semana sem poder buscá-la e indo direto pra casa sem passar pra vê-la, só conversávamos por mensagem à noite pra saber como tinha sido o dia. Nada mais. Eu pensei que já tinha passado tudo e fiquei um pouco mais tranquilo.
Chegou o dia do pagamento e as horas extras valeram a pena, então com esse dinheiro fui comprar um celular de última geração, daqueles que já vinham com duas câmeras, e na hora de sair do colégio fui buscá-la pra mostrar. Ela saiu sorrindo como Sempre, mas dessa vez feliz de me ver, já que fazia mais de uma semana que a gente não se via. Durante o caminho pra casa, ela me contou um monte de coisas. Quando chegamos, antes de comer, ela me pediu pra mostrar meu celular novo e pirou quando viu.
— Depois a gente pode tirar umas fotos pra testar, né?
— Sim, claro, lógico. Mas primeiro vamos comer.
Comemos e fomos pro quarto. Eu fiquei do lado de fora, como fazia antes, esperando ela se trocar, mas ela não ia se trocar.
— Então? Vai me tirar umas fotos ou não?
— Sim, claro, já tinha pensado nisso. De um jeito diferente do normal...
— Não me fala mais nada! Você quer me fotografar de calcinha!
— Bom, não era bem isso que eu tinha em mente...
— Não, não, fica tranquilo. A gente tira, eu gostei da ideia! Mas você vai me falando como quer que eu pose, como me posiciono e tal, ok? Mas sem vergonha, como se eu não fosse sua tia, como se fosse uma modelo que você vai fotografar.
— Uma modelo? hahaha, que humilde você, hein? Tá bom, fechado, se é isso que você quer. Como a gente faz?
— Primeiro, deixa claro que as fotos não vão sair daqui e ninguém vai ver. Passa do celular pro meu computador, depois apaga, e aí a gente passa pra um pen drive que vai ficar guardado aqui, e apaga do computador. E quando um de nós quiser ver, a gente vê aqui, sem o pen drive sair dessa casa, ok?
— Sim, sim, claro. É sua ideia, então a gente faz do seu jeito com elas... Mas tô preocupado com o tipo de foto que você quer tirar... Tô meio assustado, pra ser sincero.
— hahahaha, não se preocupa, é algo normal, mas só pra você e pra mim. Que tal a gente fazer umas fotos de um dia normal antes de dormir? Tipo, chego vestida e vou tirando a roupa até entrar na cama, mas tudo com poses sexy que a gente inventar. Curte?
— Pô, adoro a ideia.
Começamos a sessão de fotos com ela vestida normal, fazendo um monte de poses, e aos poucos ela tirava alguma peça. Quando ficou só de sutiã... y thong (que naquele dia ela não tinha trocado pra fazer as fotos) eu comecei a ficar muito tarado e, vendo que ela tinha me dado o controle da parada e que cumpria as ordens que eu dava, tentei ir um passo além
— Beleza Nikki, vamos começar com o sério (risadas dos dois). Agora morde o dedo indicador de uma das mãos e coloca a outra na parte de cima do thong com o polegar enfiado pra dentro, como se fosse uma cowgirl
— Hahaha, o que você tá dizendo? Adorei! Assim?
— Sim, mas puxa o thong pra baixo com o dedo como se fosse tirar ele.
— Ah, tá... assim?
— Espera, deixa que eu faço. (Cheguei perto dela e puxei o thong pra baixo devagar até aparecerem os pelinhos da parte de cima da buceta) Agora coloca o dedo e segura o thong ali, o que eu quero é que dê pra ver um pouco dos pelos da buceta pra dar uma insinuada
— Hahaha, sim sim, ok, você manda. Tá aparecendo o suficiente? E a outra mão, eu mordo o dedo assim?
— Sim, sim, tá aparecendo e você tá perfeita assim, espera, vou tirar mais umas. Pronto, passamos pra próxima
— Essa eu gostei muito, ficou super sexy! O que a gente faz agora?
— Até onde você tá disposta a ir? Vai se despir mais ou só até aqui?
— Hahaha, você tá se metendo muito no papel, hein? Já te falei que você manda, vou até o fim. De qualquer forma, não é nada que você já não tenha visto e é só pra nós, então não me importo.
— Ok, então vira de costas, tira o sutiã, vira meio corpo sem deixar ver os peitos e olha pra mim.
— Quer que eu tire o sutiã virada de costas? O que foi, tá com vergonha de ver meus peitos? Hahaha
— Não, não, tira do jeito que quiser, é só a pose. Eu já não tenho vergonha de nada
— Tá bem, vou virar de costas e tirar, virada de costas também dá pra ver minha bunda, hahaha. Tô bem assim?
— Sim, assim você tá perfeita, mais uma... pronto!
— E agora? O que você inventa?
— Beleza, agora do jeito que você tá virada de costas, se abaixa pra frente mas com as costas retas e empina a bunda o máximo que puder, como se fosse botar ela pra jogo.
— Assim? — Sim, mas abre um pouquinho mais as pernas.
— Ok, com as pernas assim a tanga fica um pouco enfiada. O que eu faço? Tiro? Ou deixo enfiada?
— Não sei, como preferir... assim a imagem tá impecável, sério!
— Haha, tá bom, então se você gosta, eu deixo assim. Tá se divertindo, né?
— Não vou mentir, isso não se vê todo dia.
— É, é.
— Beleza, já deu. Agora você vai virar, vai colocar a mão na tanga como antes...
— Até aparecerem os pelinhos da buceta...
— Isso aí, e com o braço você vai tampar os peitos.
— E lá vem você com essa de esconder os peitos, que foi, não gosta deles ou o quê?
— Se eu gosto? Claro que gosto! É só pra ficar sexy e não virar porno direto.
— Ah, tá, entendi... mas você disse que gosta dos meus peitos? Hahaha
— Bom, sim, mas porque achei que você tivesse se ofendido.
— Sim, sim, já sei. Tá gostando assim?
— Sim, espera... pronto, foto linda. Quer continuar? A gente para por aqui?
— Você quer parar?
— Não.
— Então você manda, já te falei...
— Ok, então tira a tanga, mas enrolando...
— Sim, já sei, como daquela vez, a primeira que você viu minha buceta, já sabe quando...
— Não sei de que vez você tá falando...
— Como eu tava dizendo, quando você cheirou e chupou minha tanga e depois guardou pensando que eu não vi? Tipo daquela vez?
— Sim... digo, não... que história é essa de cheirar tanga e ainda chupar? Tá afim, hein?
— É, pode ser isso... assim você gosta que eu tire?
— Sim, agora deixa no chão, tapa a buceta com uma mão e os peitos com o outro braço.
— Tem certeza que quer que eu tampe? Por que você não para de olhar pra minha buceta?
— Sim, tô esperando você tampar justamente pra ver como fica.
— Assim você gosta?
— Sim, fica assim e passa a língua no canto dos lábios.
— Vê se é assim.
— Isso, perfeita!
Tava me dando conta de que minha tia estava nua na minha frente fazendo tudo que eu pedia, que ela tinha uma buceta perfeita com poucos pelos, como se a puberdade tivesse atrasado, que os peitos dela eram lindos e que eu não... escondia, na mínima oportunidade que tinha, se aproximava de mim sem se cobrir nada e me rodeava com o braço pra ver o resultado das fotos, então não consegui evitar e fiquei de pau duro, embora minha ereção estivesse disfarçada pela minha calça jeans.
— Beleza, e agora? Tão ficando incríveis, mas você faz uma sem me cobrir de uma vez?
— Ok, como quiser... fica do jeito que preferir, essa foto é sua!
— Tá gostando assim?
— Eu gosto de todos os jeitos
Com minha resposta, ela soltou uma gargalhada e ficou tão gostosa que naquele momento eu tirei a foto mais bonita que já vi na vida.... a pose? Uma pose normal em pé, com as mãos na cintura, mostrando tudo perfeitamente, mas o mais bonito era o sorriso dela, sem dúvida.
— Agora pra completar, eu entro na cama, né? Já que a gente tá fazendo uma sessão de ir pra cama....
— Pois é, vai, entra na cama
— Me cubro?
— Só até a cintura, pra aparecerem seus peitos, e finge que tá dormindo
— Hahaha, agora você quer que apareçam meus peitos, hein hahaha. Beleza, vou lá
— Assim, perfeito, pronto, a sessão secreta acabou hahahaha
— Nada disso, tira a camiseta e deita comigo pra gente tirar uma foto juntos.
— Beleza, vai
Entrei na cama sem camiseta e ela me abraçou, colocando os peitos dela em cima do meu braço, e a gente tirou a foto. Quando eu fui me levantar, ela me parou e começou a falar comigo.
— Sabe de uma coisa, sobrinho?
— Não, o quê?
— Tô vendo o volume da sua calça há um tempinho....
— O que você tá dizendo?
— É, esse volume (ela coloca a mão em cima do meu pau) hahaha, fica nervoso?
— O que você tá fazendo? Não, não tô nervoso, nada disso.
— Não leva a mal, mas é que tudo isso me excita muito e eu tô com a bucetinha bem molhada... olha (ela pega minha mão, abre as pernas e coloca na boceta) tá vendo? Nunca tive tão molhada assim.
— Tá, tá sim, tá bem molhada (falei enquanto tirava a mão)
— Por que você tirou a mão? Tem nojo? Não gosta?
— Não, não tenho nojo, e não é que não goste, é que tô adorando, mas você é minha tia, porra
— É, eu sei, mas eu tô muito Tarada, há dias que me masturbo pensando em tudo que a gente conversou e no dia que você roubou minha calcinha fio-dental e ficou de pau duro comigo
— Mas...
— Não fala nada, nós dois sabemos que você fez isso e que tem minha calcinha, a menos que tenha jogado fora, claro...
— Então, não joguei não, guardei ela pra cheirar enquanto me masturbo, e tenho que dizer que, mesmo já perdendo o cheiro, é a melhor coisa que já cheirei, e o gosto já era excepcional, e sim, fiquei de pau duro, e não foi só daquela vez, muitas outras que disfarcei, mas o estranho é que não aconteceu mais, e primeiro porque, sim, você é minha tia, mas é uma garota linda e é muito gostosa. Pronto, agora desabafei, vou levantar, desculpa
— Como assim vai levantar? Não, não, nada disso! Coloca a mão na minha buceta e vamos me masturbar, por sua culpa eu comecei e agora adoro, então quero que você faça isso pra mim.
— Tem certeza? Então, manda ver
— Sim, tenho, vai
Deitamos de lado, nos olhando nos olhos, e coloquei minha mão entre as pernas dela, comecei a acariciar suavemente, aproveitando todo o melado pra deslizar meus dedos, e separei os lábios dela pra ter um acesso melhor ao clitóris, comecei a apertar devagar enquanto esfregava de um lado pro outro e pra cima e pra baixo, alternando com penetrações rasas com meu dedo mais longo, ela estava gemendo, adorando, estava literalmente escorrendo quando aproximou a boca da minha, colocou a língua pra fora e passou nos meus lábios
— Coloca sua língua pra fora, vai, me dá, você tá me deixando louca
Coloquei minha língua pra fora e as duas se entrelaçaram sem parar, era a coisa mais sexy que já tinha feito na vida, tava me deixando louco, e então senti a mão dela procurando minha calça, e não só isso, encontrou e foi abaixando devagar, tudo isso sem parar de me dar a língua, ela tirou minha rola pra fora e segurou firme enquanto sussurrava
— Que grossa que você tem, parece que tem o coração aí, (entre risadas) vou fazer minha primeira punheta no meu sobrinho
Ela começou a me bater uma pra cima e pra baixo devagar, como se fosse pra evitar uma Ejaculação precoce, mas isso não estava nos meus planos. Enquanto eu continuava dando prazer com meus dedos e nossas línguas e lábios ainda não se separavam, estávamos nos masturbando um ao outro, e então... eu disse:
— Quer curtir ainda mais?
— Mais? Como?
— Tira a roupa e abre bem as pernas, vou lamber essa buceta linda que me deixa louco.
— Mas... eu tô muito molhada...
— Então é por isso que quero lamber tudo, adoro seu mel, como você já sabe. Melhor direto da fonte do que de uma calcinha usada, né?
— Tá, como quiser...
Desci até a buceta dela e comecei a chupar devagar ao redor, depois foquei no clitóris, me ajudando com os dedos... e então enfiei meu dedo inteiro no buraquinho todo molhado. O gemido dela foi tão intenso que achei que tinha machucado e diminuí, mas uma voz aguda, quase sem som, disse:
— Continua!
E assim fiz. Minha língua e boca estavam dedicadas ao clitóris dela, e meu dedo entrava e saía da buceta, fazendo oitos lá dentro, quando ela começou a gemer com força e, com um grito, disse:
— Tô gozando, tô gozando, meu Deus! Tô gozando!
Naquele momento, a vagina dela se contraiu e saiu tanto líquido que mal dava conta de chupar tudo. Deus, como eu adorava lamber o mel dela. Quando o orgasmo acabou, me afastei e deitei ao lado dela. Ela enfiou a língua na minha boca, se lambeu e...
— Então é assim que tem gosto? Já tinha chupado seus dedos uma vez pra entender por que você lambeu minha calcinha, mas agora tem um gosto diferente, melhor.
— É muito bom, adoro. Você gostou?
— Adorei! Mas isso não acaba aqui. Vamos, tira tudo, vou chupar sua pica, meu primeiro boquete. Você vai me dizendo como fazer, tá?
— Como quiser...
Ela se posicionou entre minhas pernas e começou a beijar minha pica. Aos poucos, foi introduzindo até enfiar o máximo que conseguia. No começo, arranhava um pouco com os dentes, mas depois que falei, ela fazia maravilhosamente. Chupava, lambia o freio e, ao mesmo tempo, massageava minhas bolas de um jeito... Sobressaliente
— Onde você aprendeu tudo isso? Parece que você tá craque nisso
— Ah, vendo boquetes em filme pra me masturbar, é o que mais me excita
— Pô, cê aprende rápido e faz muito bem, mas... e você? Tá com tesão?
— Uff, tô com muito tesão, por quê?
— Quer fazer seu primeiro 69?
— Nossa, sim, por favor, me fala o que eu faço, como eu fico?
— Muito fácil, senta na minha cara, coloca a buceta na minha boca e se inclina pra frente pra chupar meu pau
— Assim?
— Isso, isso mesmo, isso é incrível, tô amando...
A gente continuou por um bom tempo fazendo um puta 69, se dando muito prazer, ela jorrava tanto fluido que às vezes eu só precisava abrir a boca e deixar entrar, e ela, assim que via um pouco de líquido pré-seminal no meu pau, passava a língua e se lambia. Aí eu tirei meu pau da boca dela.
— Quero mais, quero foder, mas foder de verdade
— Não sei se a gente devia... isso já é coisa séria, uma coisa é sexo oral e masturbação, outra é foder, sei lá...
— O que pode acontecer? Cê não tem camisinha de banana ou algo assim? Kkkk
— Muito engraçadinha... tenho uma camisinha na carteira como sempre, mas não é de banana
— E o que cê tá esperando? Cadê sua carteira, vai (ela se levanta e rapidamente vai até minha calça, tira a carteira e de lá a camisinha, abre com os dentes e volta pra cama) pronto, aqui, já vou colocar em você
— Não, não acho que seja uma boa idei... (ela coloca na boca e começa a colocar em mim com a boca) pronto, já conseguiu... e agora, como você quer fazer? Eu fico por cima?
— Nada disso, dessa vez quem manda sou eu (ela sobe em cima de mim e enfia o pau na buceta devagar, quando fica completamente sentada em cima de mim, vejo no rosto dela uma pequena careta de dor) uff, até o talo!
— Tá doendo? Quer parar? Não tem problema, sério
— Não, agora já passou, foi quando chegou no fundo, agora tô adorando...
Ela começou a cavalgar devagar, meio com medo, até que não devia ter mais dor nenhuma e começou a subir e descer com força, enquanto minhas mãos acariciavam seus peitos lindos e de vez em quando ela descia pra meter a língua na minha boca, aí eu meti minha mão entre as pernas dela e comecei a esfregar o clitóris dela, ela arqueou as costas pra trás me deixando o caminho livre e então
– Deus, vou gozar de novo!
– Espera um pouco que a gente goza junto
– Ufff, anda logo, vamo que não aguento mais
– Já já já, já foi!
– Uf, que sensação, caralho, amei!
A gente gozou junto, ela encheu de suco todos os meus pelos e as bolas e até parte dos lençóis e deitou em cima de mim, os dois suando pra caralho e com a língua na boca um do outro, até que ela resolveu descer e tirou a camisinha
– O que a gente fez
– Agora você se arrepende? Te falei que não devia
– Não, não me arrependo, só penso em repetir, valeu por isso, adorei
– Valeu você...
– Vou tomar um banho, vem comigo? Toma banho comigo? E deixo você me apalpar um pouco
– Sim, beleza. Me convenceu.
A gente foi pro chuveiro onde brincou um pouco e depois se secou um ao outro, e foi assim minha primeira experiência com minha tia nova, mas não a única nem a última, já que ela alguns meses depois engravidou da nossa filha, ela escondeu que eu era o pai mas mantenho uma boa relação com minha filha/primaTe deixo umas fotinhas dela, coelhinha. Já são mais de 25 anos de relacionamento escondido com minha tia, mas somos muito felizes!







1 comentários - Minha tia pequena "Bem, nem tanto