Dos Relatos cortos con Victoria (parte II)

Muito obrigado a todos os que se tomam o tempo de ler e de compartilhar, aqui outras duas histórias com a quente Vitória, aqui deixo o link das primeiras duas:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3289448/Dos-relatos-cortos-con-Victoria.html



Um polvo lembrável

Terceira ParteOs dias passaram após aquele primeiro polvo no carro do seu papi, seguiam as conversas quentes, as insinuações de todo tipo, compartilhar fantasias e demais, então de passar muito tempo sem coger um se põe muito mais quente quando tem alguém com quem fazer isso e além disso sendo boa cogendo e clara com uma atitude de puta exquisita.

O próximo encontro não se fez esperar este sendo um sábado mas agora no automóvel dela, um Sentra negro, modelo 2003 ou 2004 não me lembro, de 4 portas, esse novo carro que estávamos a ponto de sair (assim dizemos em meu país após alguém fazer sexo em um lugar)se não fosse que ela já o havia saído jaja, estava a ponto de ser testemunha de um polvo muito delicioso no meio de nada.

Como sempre buscamos lugares solitários para ir estacionar-nos, creio que ela ia com a ideia de não coger eu ia com a convicção de que tinha que fazer dela minha novamente, esse dia não levava condôminios mas não importa, devia ter uma boa dose de sexo, algo que passou esse dia foi que nos juntamos já entrada a tarde eram quase as 5:45 da tarde o dia estava cinzento e a llovizna se fazia presente o que ao ser quase as 6:10 da tarde dava um paisagem escuro e turbulento.

Chegamos à nossa área de estacionamento, eu sem pensar me fui para a parte traseira do carro não queria perder tempo precisava beijá-la e manuseá-la, ela se passou atrás comigo não muito convencida mas curiosa, justo se pôs ao lado de mim comecei a beijá-la e tocar-la, esse dia levava um calção de lona super ajustado e botas altas o que me mantinha muito quente, uma blusa amarela não muito decotada mas que lhe ficava bem, enquanto a pescava tocava suas grandes pernas e seu culos delicioso muito bem amarrado em suas cadeiras, ela me abraçava não resistia e meti-lhe a mão direto adentro de seu calção e seu calcete morado desse dia, e oh surpresa sua vagina já estava úmida, meus dedos resvalavam nela dava duro com meus dedos e nos beijamos nesse momento a llovizna se Torci em uma forte chuva o dia resistindo a ser mais escuro os dois mais quentes, algo que esquecia mencionar sobre este carro é que não tinha janelas escurecidas ou polarizadas podiam-nos ver sem problemas, a chuva e a prematura escuridão do dia e o empaçamento dos vidros nos deu essa frágil intimidade onde a calentura subia mais, novamente meu instinto e o morbo que eu tinha me fez tirar a minha cock pegar a mão dela e pô-la para me masturbar, sua mão era um prazer fazendo-a-me, já estava dura em cada movimento seus dedos faziam movimentos muito ricos, os dois estávamos quase inclinados quando de repente ela me agarrou com força tirando minha mão da sua doce vagina e começou a comer-me a cock com sua deliciosa boca, meu gemido foi forte ao sentir seus lábios, sua língua e saliva possuir minha cock dura, fazia-o delicioso uma maldita mestra, as minhas mãos se acalmavam olhava como alguns carros passavam de ida e volta, até vi passar gente ao lado do carro, a chuva já parecia tormenta com força tudo fora era escapar da chuva eu por dentro estava tendo sexo com uma deusa sexual, que após um momento de dar-me uma das melhores mamadas de minha existência, fez seu comentário de pila que me fazia arder: te quiero dentro.

PUTAMADRE disse a mim mesmo, claro preciosa não me deixei tirar-lhe a blusa mas rapidamente fui para seu calção ela se acostando e baixando-o para mim, sou um grande admirador de lamber o termo: pussy assim que não queria parar de chupá-lo e me dediquei a lamê-lo, moderlo, beijá-lo, succioná-lo, passar-lhe a língua, os lábios sobral com minha nariz, merda sua húmida era exagerada mas isso alterava minha calentura, chupava seu pussy e sua cara de prazer me prendia mas disse novamente, dai papi, te quiero adentro, sem pensar fui para sua boca beijá-la e já com a cock muito úmida e parada a posse missionário foi o segundo coito com a puta de Victoria e minha primeira vez se condão, sentir essa umidade sexo. Com sexo eu rompi a cabeça, no meio da chuva atroz uma forte tempestade que nos cobria de tudo e os gemidos e orgasmos eram censurados pelo ar e os trovões.Nessa hora precisava, pô-la em 4, ter-a de cachorro queria penetrar aquela vagina daquela forma e ver como suas nádegas deliciosas rebatiam comigo, novamente Victoria muito expressiva: eu adoro, me fascina, que gostosa ah ah ah. Essas palavras combinadas com gemidos me faziam dar-lhe mais duro, nágear-a e apertá-las muito deliciosas, posso sentir com meu pau estava mais molhado e ver como sob o ritmo com um grito delicioso, aquela culata em meu pau foi o próximo passo para perder o controle e que os espasmos indicariam, queria culata.
SigaDando duro ao que disse eu vou-me-vou, nesse momento senti como sua vagina sugava meu pau senti o prepúcio descer mais por minha fimose doeu-me mas riquísimo senti seu segundo jato cobrir meu pau para gritar com ela como e sentir como meu cú cumprir em sua vagina deliciosa e diabólica deixo-lhe tudo nem uma gota sequer fiquei, não saquei o pau até deixá-la cheia, ao sacar meu pau foram alguns beijos muito ricos entre suor e vapor dentro do carro, com a tempestade e os trovões sendo os protectores do ato.

Disse-lhe: é a primeira vez que faço sem condão, à qual a resposta foi um: não te preocupes eu tomo pastilhas, enquanto se arrumava o cabelo.

-Pensei: creio que voltei a perder minha virgindade

Subimos nossos calções, acendemos um cigarro que seguiu com alguns beijos mais, ao sair dali a chuva passou...


Dos Relatos cortos con Victoria (parte II)


Boca Expressa
Parte IV
 Depois do polvo memorável, apenas três dias após, voltamos a nos ver, o mesmo carrinho Sentra com vidros não muito discretos nos lembrava agora fomos a um lugar próximo ao primeiro encontro, aquele dia nos agarrou a noite, agora a escuridão total lhe tocaria ser testemunha, embora o local fosse um pouco mais transitado, conversas e beijos eram comum, de novo minha mão procurava seu sexo, embora estivesse com um calção mais ajustado, conseguia sentir essa umidade deliciosa.

Nesse momento, o doce te quiero adentro da puta quente não se fez esperar, mas algo me dizia que ali não podíamos, não era tão privado. Ela disse que se íbamos mais acima, houve certa confusão e ela preferiu ir para minha parte e começar a jogar com meu pau, muito duro, sim, e pronto para ela. Eu desaboto o calção, me levante um pouco para baixá-lo e não mais meu pau se libertou daí sua força cresceu e começou a chupá-lo e masturbar-lo com luxúria, era divertido ver passar gente perto e com ela o mais abaixo possível do seu lado me fazia um oral delicioso e eu só de co-piloto aparentemente fazendo caras de prazer e suando como imbecil.

Meu rosto latejava, as mãos não paravam de gemir, aquele dia não tínhamos proteção da chuva, mas a excitação de que nos vissem ou descobrissem se fez presente. Não reservei com meus gemidos, meu glande que apenas saía era vítima da ponta da língua que o massajava com doçura e perversão, seguido de chupadas angelicais e gargantas profundas sexy-diabólicas. Não pude mais, eu venho, eu venho, estou acabando aaaahh, foi minha sentença.

Meu cú cum se apoderou da sua boca, novamente até a última gota, tudo se quedou, reincorporo-me ao meu assento com a boca cheia, pensei que a escupiria fora, mas só vi o movimento de como os deixava levar dentro de si com um trago seco, e o que disse, limpando os lábios: MMMM ME ACABO DE TRAGAR A TUS HIJOS.

-Pensei: QUE MALDITA, É DEFINITIVO CONTIGO É A SEGUNDA VEZ QUE PERDO A VIRGINIDADE...Dos Relatos cortos con Victoria (parte II)


Aqui ficaram as outras duas histórias com Vitória.
Illustrações são de Alicia Rihko, aqui deixo um link do seu trabalho:
https://metalmagazine.eu/es/post/interview/alicia-rihko-sexo-rosa-y-sin-tabues



Obrigado por ler e compartilhar, saudações...

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