Faz umas duas semanas que tô saindo com a Flor, uma putinha que ainda tá tentando terminar o ensino médio. Falo tentando porque a vagabunda só vai pra escola pra encher o saco e perder tempo, já repetiu de ano uma vez e pelo que ela me contou não tá fazendo porra nenhuma na aula.
Conheci ela na festa que um amigo organizou no bairro Paternal, em pleno janeiro na cidade, com 34 graus de calor à noite. Embora o calor seja insuportável, é bom porque todas as novinhas, assim que a temperatura sobe, já se jogam pra sair na rua, então imaginem pra uma noite de festa. Quando cheguei, só fiquei no sofá, tomando cerveja, com um baseado e dando uns tirinhas de pó de vez em quando, zoando com os amigos e vendo as minas passarem, cada uma mais puta que a outra. Além disso, eu tinha a Giuly, uma guria do bairro que tava me dando mole e trazia a bebida pra gente. Toda vez que vinha trazer algo, a gente zuava ela, falando que era nossa empregadinha, que ainda fazia tudo errado, que trazia o fernet gelado e que precisava de mais gelo, etc. E quanto mais a gente zuava, mais cara de boba ela fazia e mais ria das nossas piadas, além de ficar ainda mais prestativa. E toda vez que chegava perto de mim, eu beijava ela, brincando, puxava a regata dela pro lado pra cair, essas coisas.
A questão é que em determinado momento da noite, tipo umas 3 da manhã, chegam as gatinhas do colégio (todas meio histéricas e taradas porque já tinham feito prévia) e começam a encher o saco pela casa toda. A Flor me chamou atenção pela bunda que ela tinha, e por um shortinho vermelho super curto que não cobria nem metade das nádegas. Ela tinha ido beber na varanda que dava pra sala, e com as amigas ficava olhando a gente beber e fumar, com certeza na esperança de a gente oferecer um baseado. A questão é que começa a tocar um som pesado e ela com as amigas começam a dançar na varanda, gravando stories pro Instagram, etc, e nisso eu chamo elas pro sofá e quando vêm, falo que eu e meus amigos estamos vendo quem dança melhor. Obviamente as minas riem e zoam, mas eu falo que quem dançar melhor ganha um baseado, e elas topam, e assim colocamos as vadias pra dançar na frente do nosso sofá, obviamente os bêbados que estavam comigo começaram a filmar. Quando termina, falo que o prêmio vai pra dona da maior bunda, e elas ficam discutindo qual é, mas acabam falando que é a Flor (como eu imaginava), e então ela me pede o baseado, mas eu falo que é pra compartilhar no sofá. Quando ela tenta sentar com meus amigos, a gente estica as pernas no sofá pra ninguém entrar, e falo pra ela sentar em cima das minhas pernas pra fumar. Ela topa e pergunta pelas amigas, e eu falo que se quiserem baseado é só pedir pros meus amigos no sofá, e assim cada cara começa a paquerar as minas.
Eu fico de bobeira com a Flor e, quando a Giuli passa pra deixar mais bebidas pra gente, meus amigos começam a cantar "corna, corna", mesmo ela dizendo que a gente não é namorado e que eu posso fazer o que quiser, embora desse pra ver o ciúme na cara dela. A Flor me pergunta se ela não era minha namorada, e eu falo que só como ela de vez em quando, igual a todas as putas, e mando um beijo do nada. Ela começa a me apertar, a me beijar de língua e a passar a mão no meu peito e na minha barriga (as gatinhas, quando ativam o chip de competição com outra gatinha, são assim). Eu não parava de beber e, com uma mão, apertava a bunda dela por baixo do short, brincando de puxar pra baixo ali, no meio da festa. A Flor começa a brincar com a língua no meu pescoço, e eu falo pra gente ir pra um lugar mais tranquilo. Pego uma garrafa grande de cerveja, meu celular e levo ela pro banheiro de casa. Ela vinha andando, tentando "ajeitar o short" que eu tinha deixado com meio rabo de fora, enquanto o resto dos caras da festa olhava de canto (vi a Giuliana, da cozinha, me encarando mordendo o lábio enquanto eu entrava no banheiro).
Entramos no banheiro e falo pra ela que tô a fim de chuparem meu peito e meus mamilos, então desabotoo a camisa e ela começa a passar a língua nos meus mamilos peludos. Eu, pelo espelho do banheiro, vejo o contraste de uma mina com a pele branca e perfeita, a cintura tão sensual e a bunda monstra naquele short, se inclinando pra chupar o peito do bêbado com barriga de cerveja que eu sou, com meu cheiro de bode e a cerveja na mão. Enfio bem o short no cu dela enquanto ela vai descendo pelo meu torso, se ajoelhando, e quando ela tá desabotoando meu cinto, eu abaixo a calça, a cueca e sento no vaso como se fosse cagar, enquanto ela começa a chupar minha pica. Enquanto isso, começo a dar tapas na bunda dela e pegar a tanga dela pra enfiar mais no cu, enquanto vou falando como ela chupava bem e como rebolou gostoso quando dançava. Ela, enquanto me chupa, pergunta se eu realmente acho que ela dançava bem, e eu falo que na real tô pouco me fudendo, que só escolhi ela porque tinha a melhor bunda da festa. Depois peço pra ela começar a chupar minhas bolas, e ela tem que abaixar mais a cabeça sobre a borda do vaso pra alcançar com a língua minhas bolas. Nisso, enquanto dou um gole na cerveja, batem na porta e eu abro (era um banheiro pequeno e a porta tava ao alcance da mão do vaso), e o amigo que entra (depois de olhar com cara de punheteiro a cena: uma mina com uma bunda monstruosa toda vermelha de tanto que eu bati, com uma tanga vermelha bem enfiada e a cara e a língua tentando alcançar debaixo da borda do vaso pra pegar minhas bolas peludas, minha barriga mais inchada e suada do que nunca depois de tanto beber, e minha cara de bêbado meio babando) me fala pra ir pro quarto lá em cima, que começou o putona challenge (é uma zoeira interna que a gente faz com uns amigos, onde a gente tranca umas vadias e faz elas dançarem enquanto jogamos objetos, e a que melhor "consegue"). dançar, a gente dá um "prêmio" pra ela) falo que daqui a pouco vou lá e a putona da Flor, que tinha tentado se esconder (mas não conseguiu porque com minha mão eu esfreguei bem a cara dela na minha pica), me pergunta o que é o putona challenge e eu falo que quando a gente terminar eu explico, que ela vai se divertir. A questão é que pra gozar rápido começo a chupar bem a boca dela e jogo a porra na cara dela. Ela me pede pra foder, mas eu falo que primeiro vamos pro quarto lá em cima que ela vai se divertir (aproveitando que ela fica com tesão).
Entro no quarto que tá escuro, com um trap bem alto e só iluminado pelas lanternas dos celulares dos meus amigos, enquanto a Giuli já tava dançando de thong junto com outra amiga da escola da Flor que tava de mini. Dava pra ver que as minas já tavam meio bebadas, tentando rebolsar sem cair, enquanto meus amigos filmavam, jogavam moedas, gelo, até um tênis voou (quem tinha melhor mira ganhava um beijo da mina que acertasse). Falei pra Flor entrar na dança com as duas vadias e que a mais gostosa ganhava, e ela entra enquanto a amiga dela do colégio já tava tirando a blusa. Claramente a Flor (que já tava doida de tanto baseado) não curtiu muito o fato de jogarem coisas nela, então chamei ela e falei pra acabar logo, colocar o thong e mostrar a bunda, que assim a vitória era certa já que eu sempre como a melhor bunda da festa. Ela coloca o thong e começa a dançar junto com as outras duas vadias, enquanto a gente aproveitava pra jogar coisas. Numa dessas, acertei a Giuli na bochecha da bunda e ela vem na minha direção, engatinhando de quatro como sabe que eu gosto (ela é toda uma expert nesse desafio). Sobe em cima de mim, me prende com as pernas e começa a me beijar desesperadamente, enquanto o resto dos meus amigos começa a rir e cantar "cornuda, cornuda". Ela pede no ouvido pra eu comer ela, eu agarro o pescoço dela e mando se comportar e chupar minha axila, coisa que ela faz desesperadamente quando levanto o braço direito, porque sabe que eu amo. Com a outra mão, só ficava puxando o thong que cobria a bunda dela, vendo se conseguia rasgar com uma mão só, enquanto as outras putas continuam dançando. Dou um tapa nela e mando voltar pra dançar, falo que as regras são essas e assim que ela volta pra pista, a Flor já bêbada e cambaleando chega perto de mim e fala "mostra que você é meu macho". Eu agarro a cabeça dela e jogo no meu pau, que ela começa a chupar. diante da risada dos outros (que, aliás, cada um já tava na sua, tinham entrado mais gatas no quarto).
A questão é que eu tiro ela do quarto e levo pro banheiro, onde coloco ela de quatro e arrebento a buceta dela. Admito que não durei muito na foda, já tava muito drogado e tinha gozado antes (tinha comido a Giuli antes de ir pra putaria também), então me vesti e peguei meu capacete pra ir pra casa de moto. Peguei a mina, que já tava quase dormindo no banheiro, e deixei ela semi-nua no sofá da sala, do jeito que tava, e falei pras amigas dela cuidarem dela (por sorte ainda tinha umas que não tinham perdido o controle). Quando tô indo embora, ela me chama e pede meu Instagram, eu passo e ela começa a me seguir (aí vejo as fotos dela, é incrível como a garota adora mostrar a raba pra todo lado). O dia começa a clarear, e já é hora de ir pra casa dormir como um campeão...
Conheci ela na festa que um amigo organizou no bairro Paternal, em pleno janeiro na cidade, com 34 graus de calor à noite. Embora o calor seja insuportável, é bom porque todas as novinhas, assim que a temperatura sobe, já se jogam pra sair na rua, então imaginem pra uma noite de festa. Quando cheguei, só fiquei no sofá, tomando cerveja, com um baseado e dando uns tirinhas de pó de vez em quando, zoando com os amigos e vendo as minas passarem, cada uma mais puta que a outra. Além disso, eu tinha a Giuly, uma guria do bairro que tava me dando mole e trazia a bebida pra gente. Toda vez que vinha trazer algo, a gente zuava ela, falando que era nossa empregadinha, que ainda fazia tudo errado, que trazia o fernet gelado e que precisava de mais gelo, etc. E quanto mais a gente zuava, mais cara de boba ela fazia e mais ria das nossas piadas, além de ficar ainda mais prestativa. E toda vez que chegava perto de mim, eu beijava ela, brincando, puxava a regata dela pro lado pra cair, essas coisas.
A questão é que em determinado momento da noite, tipo umas 3 da manhã, chegam as gatinhas do colégio (todas meio histéricas e taradas porque já tinham feito prévia) e começam a encher o saco pela casa toda. A Flor me chamou atenção pela bunda que ela tinha, e por um shortinho vermelho super curto que não cobria nem metade das nádegas. Ela tinha ido beber na varanda que dava pra sala, e com as amigas ficava olhando a gente beber e fumar, com certeza na esperança de a gente oferecer um baseado. A questão é que começa a tocar um som pesado e ela com as amigas começam a dançar na varanda, gravando stories pro Instagram, etc, e nisso eu chamo elas pro sofá e quando vêm, falo que eu e meus amigos estamos vendo quem dança melhor. Obviamente as minas riem e zoam, mas eu falo que quem dançar melhor ganha um baseado, e elas topam, e assim colocamos as vadias pra dançar na frente do nosso sofá, obviamente os bêbados que estavam comigo começaram a filmar. Quando termina, falo que o prêmio vai pra dona da maior bunda, e elas ficam discutindo qual é, mas acabam falando que é a Flor (como eu imaginava), e então ela me pede o baseado, mas eu falo que é pra compartilhar no sofá. Quando ela tenta sentar com meus amigos, a gente estica as pernas no sofá pra ninguém entrar, e falo pra ela sentar em cima das minhas pernas pra fumar. Ela topa e pergunta pelas amigas, e eu falo que se quiserem baseado é só pedir pros meus amigos no sofá, e assim cada cara começa a paquerar as minas.
Eu fico de bobeira com a Flor e, quando a Giuli passa pra deixar mais bebidas pra gente, meus amigos começam a cantar "corna, corna", mesmo ela dizendo que a gente não é namorado e que eu posso fazer o que quiser, embora desse pra ver o ciúme na cara dela. A Flor me pergunta se ela não era minha namorada, e eu falo que só como ela de vez em quando, igual a todas as putas, e mando um beijo do nada. Ela começa a me apertar, a me beijar de língua e a passar a mão no meu peito e na minha barriga (as gatinhas, quando ativam o chip de competição com outra gatinha, são assim). Eu não parava de beber e, com uma mão, apertava a bunda dela por baixo do short, brincando de puxar pra baixo ali, no meio da festa. A Flor começa a brincar com a língua no meu pescoço, e eu falo pra gente ir pra um lugar mais tranquilo. Pego uma garrafa grande de cerveja, meu celular e levo ela pro banheiro de casa. Ela vinha andando, tentando "ajeitar o short" que eu tinha deixado com meio rabo de fora, enquanto o resto dos caras da festa olhava de canto (vi a Giuliana, da cozinha, me encarando mordendo o lábio enquanto eu entrava no banheiro).
Entramos no banheiro e falo pra ela que tô a fim de chuparem meu peito e meus mamilos, então desabotoo a camisa e ela começa a passar a língua nos meus mamilos peludos. Eu, pelo espelho do banheiro, vejo o contraste de uma mina com a pele branca e perfeita, a cintura tão sensual e a bunda monstra naquele short, se inclinando pra chupar o peito do bêbado com barriga de cerveja que eu sou, com meu cheiro de bode e a cerveja na mão. Enfio bem o short no cu dela enquanto ela vai descendo pelo meu torso, se ajoelhando, e quando ela tá desabotoando meu cinto, eu abaixo a calça, a cueca e sento no vaso como se fosse cagar, enquanto ela começa a chupar minha pica. Enquanto isso, começo a dar tapas na bunda dela e pegar a tanga dela pra enfiar mais no cu, enquanto vou falando como ela chupava bem e como rebolou gostoso quando dançava. Ela, enquanto me chupa, pergunta se eu realmente acho que ela dançava bem, e eu falo que na real tô pouco me fudendo, que só escolhi ela porque tinha a melhor bunda da festa. Depois peço pra ela começar a chupar minhas bolas, e ela tem que abaixar mais a cabeça sobre a borda do vaso pra alcançar com a língua minhas bolas. Nisso, enquanto dou um gole na cerveja, batem na porta e eu abro (era um banheiro pequeno e a porta tava ao alcance da mão do vaso), e o amigo que entra (depois de olhar com cara de punheteiro a cena: uma mina com uma bunda monstruosa toda vermelha de tanto que eu bati, com uma tanga vermelha bem enfiada e a cara e a língua tentando alcançar debaixo da borda do vaso pra pegar minhas bolas peludas, minha barriga mais inchada e suada do que nunca depois de tanto beber, e minha cara de bêbado meio babando) me fala pra ir pro quarto lá em cima, que começou o putona challenge (é uma zoeira interna que a gente faz com uns amigos, onde a gente tranca umas vadias e faz elas dançarem enquanto jogamos objetos, e a que melhor "consegue"). dançar, a gente dá um "prêmio" pra ela) falo que daqui a pouco vou lá e a putona da Flor, que tinha tentado se esconder (mas não conseguiu porque com minha mão eu esfreguei bem a cara dela na minha pica), me pergunta o que é o putona challenge e eu falo que quando a gente terminar eu explico, que ela vai se divertir. A questão é que pra gozar rápido começo a chupar bem a boca dela e jogo a porra na cara dela. Ela me pede pra foder, mas eu falo que primeiro vamos pro quarto lá em cima que ela vai se divertir (aproveitando que ela fica com tesão).
Entro no quarto que tá escuro, com um trap bem alto e só iluminado pelas lanternas dos celulares dos meus amigos, enquanto a Giuli já tava dançando de thong junto com outra amiga da escola da Flor que tava de mini. Dava pra ver que as minas já tavam meio bebadas, tentando rebolsar sem cair, enquanto meus amigos filmavam, jogavam moedas, gelo, até um tênis voou (quem tinha melhor mira ganhava um beijo da mina que acertasse). Falei pra Flor entrar na dança com as duas vadias e que a mais gostosa ganhava, e ela entra enquanto a amiga dela do colégio já tava tirando a blusa. Claramente a Flor (que já tava doida de tanto baseado) não curtiu muito o fato de jogarem coisas nela, então chamei ela e falei pra acabar logo, colocar o thong e mostrar a bunda, que assim a vitória era certa já que eu sempre como a melhor bunda da festa. Ela coloca o thong e começa a dançar junto com as outras duas vadias, enquanto a gente aproveitava pra jogar coisas. Numa dessas, acertei a Giuli na bochecha da bunda e ela vem na minha direção, engatinhando de quatro como sabe que eu gosto (ela é toda uma expert nesse desafio). Sobe em cima de mim, me prende com as pernas e começa a me beijar desesperadamente, enquanto o resto dos meus amigos começa a rir e cantar "cornuda, cornuda". Ela pede no ouvido pra eu comer ela, eu agarro o pescoço dela e mando se comportar e chupar minha axila, coisa que ela faz desesperadamente quando levanto o braço direito, porque sabe que eu amo. Com a outra mão, só ficava puxando o thong que cobria a bunda dela, vendo se conseguia rasgar com uma mão só, enquanto as outras putas continuam dançando. Dou um tapa nela e mando voltar pra dançar, falo que as regras são essas e assim que ela volta pra pista, a Flor já bêbada e cambaleando chega perto de mim e fala "mostra que você é meu macho". Eu agarro a cabeça dela e jogo no meu pau, que ela começa a chupar. diante da risada dos outros (que, aliás, cada um já tava na sua, tinham entrado mais gatas no quarto).
A questão é que eu tiro ela do quarto e levo pro banheiro, onde coloco ela de quatro e arrebento a buceta dela. Admito que não durei muito na foda, já tava muito drogado e tinha gozado antes (tinha comido a Giuli antes de ir pra putaria também), então me vesti e peguei meu capacete pra ir pra casa de moto. Peguei a mina, que já tava quase dormindo no banheiro, e deixei ela semi-nua no sofá da sala, do jeito que tava, e falei pras amigas dela cuidarem dela (por sorte ainda tinha umas que não tinham perdido o controle). Quando tô indo embora, ela me chama e pede meu Instagram, eu passo e ela começa a me seguir (aí vejo as fotos dela, é incrível como a garota adora mostrar a raba pra todo lado). O dia começa a clarear, e já é hora de ir pra casa dormir como um campeão...
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