La mamá de mi alumno

Olá, pessoal, essa história que vou contar tem mais de 10 anos e se não contei antes foi porque não tinha coragem…
Trabalho numa escola onde a relação com os pais é muito próxima. É daquelas escolas de “portas abertas”, uma escola pequena e os alunos que frequentam são de várias cidades. Explico isso pra vocês entenderem como foi a relação…
Com o “Paco” (vou chamar ele assim pra preservar a identidade dele) a gente se deu bem desde o começo. Ele era um aluno destaque, curioso, mas muito na dele. Como se escondesse alguma coisa. As sextas-feiras eram os dias em que os pais mais apareciam pra buscar os filhos e, por consequência, os dias que a gente mais tinha contato com eles.
Uma semana, conversando com uns colegas, um amigo me fala: “Viu que gostosa que é a mãe do Paco??”. A verdade é que nunca tinha reparado em quem vinha, então falei que não… Que não fazia ideia de quem era. “Porra!! Sério que você não viu ela?? Até os colegas saem pra olhar ela!!! Ela é de partir o chão…”
Já tinha ficado curioso, e como eu e o Paco éramos muito próximos, nossas conversas ficaram mais do dia a dia e mais íntimas. Assim consegui saber que a mãe dele teve ele muito nova, que o pai não dava bola pra ele e que ela tinha se juntado com um policial e tinha mais dois irmãozinhos com esse cara. Até me confessou que doía ele não ter contato com o pai biológico e essas coisas que um adolescente de 13 anos sofre. Com isso, ele me deu abertura pra esperar a sexta-feira, quando falei: “Quando sua mãe vier, avisa ela que quero falar com ela, assim conheço ela e a gente conversa sobre você (algo bem natural na minha escola)”.
Chegou a sexta e esperei a hora da saída pra conhecer a tão falada “mãe do Paco”, foi quando lembrei o Paco de “falar com a mãe dele”.
Quando chegou a hora, tentei agir o mais natural possível, ainda mais quando vi o Paco se aproximar com uma mulher que era uma gostosa!!!! Alta, pernas longas, jeans apertadíssimos que se enterravam na bunda dela, magra, pouca peito, e cabelo ondulado com mechas “selvagens”. “ANA” – toda uma LEOA.
Apresentação. Depois de um tempo no corredor, fomos para uma sala onde sentamos pra conversar na presença dos filhos dela. A conversa foi bem “protocolada”. Ela me contou sobre a vida dela, uns problemas de saúde, uma conversa normal entre professora e mãe… nada demais.

Em um momento da conversa, ela me contou sobre o caso do filho dela e o pai, aí eu falei que o Paco já tinha me contado e aproveitei pra dizer: “Anota meu celular, qualquer coisa que precisar que eu converse com ele, me avisa… Não é problema nenhum.” E passei meu número sem pedir o dela pra não ficar na cara. A conversa durou uns trinta minutos, nos despedimos com um beijo e cada um foi pro seu lado.

Quando ela foi embora, o mesmo colega me perguntou: “E aí??? Qual foi?” E eu: “Nada… falamos do menino, passei meu telefone, vamos ver no que dá.”

Umas horas depois, chega um SMS (é… não tinha WhatsApp nem smartphones na época): “Muito obrigada por se importar com o Paco, tomara que a mudança de escola faça bem pra ele. Jana.” PICA!!!!! Já tinha o número dela, o resto ia rolar por “gravidade”. Respondi a mensagem dela de forma profissional, dizendo que era parte do nosso trabalho, que o Paco era um fenômeno, que só faltava um pouco de confiança nele mesmo e que eu ia dar todo o apoio necessário (pro menino)…. E PRA ELA TAMBÉM!!!! (Isso último eu não escrevi, mas pensei, kkkkkk)

O tempo foi passando e as mensagens ficaram quase diárias… por um motivo ou outro, uma dúvida, e depois comecei com a mensagem de “bom dia, como você tá hoje???” aquele clássico de quem quer algo mais… eu sabia que ela era casada, ela sabia que eu era casado, então as voltas eram poucas, mas eu tinha medo que ela fosse uma daquelas putinhas que só provocam e que se eu desse um passo maior, podia acabar em merda… e merda grande!!! Então fui cozinhando ela aos poucos. Até que uma tarde ela liga pro telefone fixo da escola e pede pra falar comigo. Tava afim de desabafar… conversamos por um bom tempo, ela me contou sobre a vida dela naquele momento, que o marido trabalhava e não dava bola pra ela, que os colegas policiais do marido davam em cima e ela mandava pastar, se apresentava como uma mulher "sozinha com os filhos, encoxada por todo mundo, mas que ela não tava a fim de fazer nada porque não era uma qualquer… etc etc etc" Eu só escutava ela e respondia o que dava, emprestei o ouvido e dava conselhos… Antes de desligar ela fala "obrigada por me escutar, desculpa te fazer sair mais tarde da escola, mas queria falar com alguém que me escutasse" eu tava com o ouvido dolorido e os braços também de tanto tempo segurando o telefone. De novo, resposta de manual "não foi nada, pelo menos serviu pra alguma coisa, fica tranquila que daqui não sai, todo mundo tem seus pepinos e ainda mais com nossos parceiros… " e a conversa continuou..
Quando terminamos, um dos meus colegas e amigo me fala "filho da puta… vai comer a mamãe???" Falei que ela me parecia uma histérica gostosa, que ela tinha contado que os canas davam em cima dela e que ela respondia "quem você pensa que eu sou?? Uma neguinha da favela?? " e meu amigo solta "ela tá afim de você".
As mensagens continuaram até que um dia numa troca de SMS ela fala "nãooooo… meu marido não me faz nada" aí eu, me jogando de cabeça, respondo "as coisas que eu te faria… " e fiquei esperando a resposta… até que leio "Ah é??? Que coisas você me faria??" Aí explodiu minha rola e minha cabeça (nessa ordem), minha resposta foi "vou colocar 100 pila no celular e te conto" (nota: naquela época colocar 100 pila era ter pra mandar 10.000 SMS). Ela riu e aí eu dei o segundo passo "quando a gente pode se ver???" "ME DEIXA ORGANIZAR". Prontoooo!!!!! Parecia um menino com brinquedo novo…
Depois de uma semana de espera e com mensagens cada vez mais quentes, um dia ela me escreve
Ela: "quinta-feira tenho que ir no médico, você pode?"
Eu: "Invento qualquer coisa pra poder te ver"
Ela: kkkkk que loucura a nossa… bom… a gente se fala
Eu: Ok
Então fui preparando tudo em casa como se fosse dar a entender que quinta-feira tinha jantar com uns amigos em outra cidade.
Chegou quinta-feira e tudo era ansiedade. Fui trabalhar, as mensagens iam e vinham… a excitação crescia… mas nunca falávamos de sexo. Tudo era frase com segundas intenções, mas nada explícito. Saí da escola e fui encontrar ela. Era uma tarde cinzenta, o céu anunciava chuva, ela me esperava numa esquina perto da clínica onde foi se consultar… Era inverno, então quando a gente se encontrou já era quase noite. Nós dois estávamos nervosos pra caralho, então, pra não parecer um desesperado, preferi sair com o carro pra dar um rolê pela cidade… até que paramos num parque…

Aí começamos a conversar, até que num momento o celular dela tocou. Ela me olhou e falou “preciso atender, é uma amiga, que o filho tá com… ” (o filho mais novo dela). Enquanto ela falava, eu fiquei pensando… Que porra eu tô fazendo aqui?? Com essa gostosa que tá se acabando de vontade e eu só conversando???!!! Se a gostosa falou pra gente se encontrar, é porque quer guerra!! E eu… falando igual um otário…

Então coloquei música, tinha um CD dos Rolling Stones, e procurei “Angie”, e quando ela terminou de falar com a amiga, apertei o play, ela me olhou como quem pede desculpa e eu… meti o beijo na boca dela!!!!

Claro, ela se agarrou na hora, e a gente começou a se beijar igual dois adolescentes que tão começando agora. Muita língua, muito gemido, muita paixão, língua no pescoço, e eu desci as mãos e comecei a acariciar a barriga lisa dela, e fui subindo até encontrar os peitos dela. Comecei a acariciar devagar, até que levantei o pulôver que ela tava junto com a camiseta, e comecei a acariciar a pele dela. Ela me beijava e gemia… Os peitos dela eram pequenos, mas sem nem ver, os bicos já avisavam que a massagem que eu tava dando era do caralho de gostosa.

Num momento, levantei tanto a roupa dela que um dos peitos ficou no alcance da minha boca, e enquanto eu beijava ele, fui descendo a mão até tocar a buceta dela apertada pela calça. Ela se deixava fazer igual uma novinha inexperiente. Depois de um bom tempo, eu falei:

Eu: vamos pra outro lugar, que aqui a qualquer hora a polícia pega a gente e você vai ter que ligar pro seu marido pra nos tirar daqui

Ela: hahahahaha só me faltava essa…. Beleza.. pra onde a gente vai?
E: Onde você imagina??

Ana sorriu com um sorriso cúmplice, liguei o carro e fomos pro primeiro hotel que eu conhecia na área.

Assim que entramos no quarto, começamos a nos beijar descontroladamente, enquanto nossas roupas iam caindo em qualquer lugar do quarto, nossas mãos percorriam o corpo do outro, tentando descobrir os lugares mais erógenos.

Ficamos só de roupa íntima e nos deitamos na cama. Não conseguíamos parar de nos beijar. Enquanto minhas mãos iam e vinham da bunda dela pros peitos, passando pelos quadris, me enroscando nos cabelos dela, beijando o pescoço, descendo até o peito.

Arranquei o sutiã dela, os peitos dela apareceram na minha frente, branquinhos, com o mamilo rosadinho apontando pro céu, duro como um botão. Meus beijos não demoraram, enquanto ela acariciava minha cabeça, me mostrando o quanto precisava daqueles carinhos. Alternando beijos num mamilo e carícias no outro peito, indo e vindo de um mamilo pro outro, com a mão livre comecei a acariciar a calcinha dela, apertava as nádegas da bunda dela, fazia a tanga entrar ainda mais entre os glúteos dela. Ana gemia e me acariciava, meu pau duro dentro da cueca pedia liberdade, mas se ela não puxasse, eu também não queria exigir. Devagar, minha mão entrou por dentro da tanga dela e começou a percorrer o caminho descendo até a buceta dela. Meus dedos se enroscaram nos pelinhos dela e fiquei brincando um pouco com eles, continuaram descendo e encontraram, finalmente, a entrada da buceta dela já molhada por toda a preliminar, e comecei a acariciar devagar, molhando as pontas dos meus dedos nos sucos dela, fazendo uma leve pressão pra ir abrindo e sentir aos poucos como aquela mulher tão desejada se entregava completamente pra mim.

Finalmente, ela agarrou meu pau, que pulsava dentro da minha cueca… Apertava ele no ritmo que eu enfiava meus dedos dentro da buceta dela. Começamos a nos acariciar mutuamente, ela apertava meu pau com força, como se segurasse nele ao sentir os embates dos meus dedos. Já desesperado pra conhecer a intimidade dela, fui descendo a calcinha fio dental, ela me ajudava fazendo aqueles movimentos característicos pra última peça cair no chão. Depois de totalmente nua, joguei ela na cama, abri as pernas dela e enfiei minha cara no poço sagrado dos delírios… E soltei todos os movimentos possíveis que minha língua era capaz de fazer. Com minhas mãos, acariciava os peitos dela, as pernas, a barriga, comecei a chupar o clitóris enquanto enfiava um dedo na buceta dela, depois dois, comecei a meter e tirar os dedos com certa velocidade enquanto passava a língua por toda a xota, o clitóris, até chegar no cu dela….

Num momento, ela fechou as pernas apertando minha cabeça e disse: “ME COME!!!!!.... CHEGA DISSO!!! ME COME QUE NÃO AGUENTO MAIS!!”

Eu fico do lado da cama, ela me tira a cueca, meu pau fica duríssimo apontando pra ela, procuro a calça pra colocar uma camisinha…

Eu: O que cê tá procurando??

Ela: Uma camisinha….

Eu: Me come assim… que pra foder com camisinha eu já tenho o meu marido

Minha cara disse tudo, então ela explicou:

Ela: é… ele é policial, vai saber com quantas negras ele se enfia… eu tenho que me cuidar sozinha

Com uma mistura de excitação, atordoamento, tentando me situar no tempo e no espaço, e com a putaria do momento, me joguei em cima dela e enfiei o pau antes que ela se arrependesse.

Meu pau entrou sem problemas naquele canal molhado pelos sucos dela e minha saliva. Comecei uma metida violenta que fazia a cama ranger e ecoar no quarto. Ana me abraçava e pedia mais… “VAI!! VAI!! ME COME!! ME COME!!! UUUHHHH QUE GOSTOSO”…. Não dava mais, com tanta preliminar, tanta adrenalina, ela tava prestes a gozar e eu… também… Continuei mantendo o ritmo alucinado, como se quisesse que a cabeça dela ficasse presa na cabeceira da cama, até que senti ela se tensionar debaixo do meu corpo, as pernas dela se fecharam na altura da minha cintura, e quase com um tremor, ela teve um Put* Orgasmo. Ela tremia como uma folha no outono, gritava, gemia, e eu tentei continuar metendo com fúria até que num instante de lucidez, lembrei que não tinha camisinha, e joguei uma porrada de leite dentro e tirei….
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9 comentários - La mamá de mi alumno

Dios mio,terrible relato,como dirían algunos"caliente como pava de lata" me dejaste.Van 10,ojalá pudiera darte más !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Jaja me hace acordar que yo tengo la sospecha que un profe mío se cogio a mi vieja, no habrás sido vis forro, jaja na che buen post van 10 y voy a leer la segunda parte
si.. fui yo!! seguí leyendo que te vas a enterar de muchas cositas de tu mamá!!! jajajajaajajajaja abrazo!! gracias por el comentario y la onda!!
@ELSORONGO_72 de nada capo buen post parece que cada vez es más difícil encontrar buenos relatos, segui así.
muy bueno..!! le preguntaste si sabe las tablas, por lo menos..? jaja!