epílogo
CARLOS
Bom, aconteceram muitas coisas, passaram semanas em que a gente não parava de foder como uns loucos. A Ingrid me colocava em situações que levavam ao limite. O Bjørn estava muito feliz que a coisa tinha acabado. A Laura, mesmo não tendo tido muito destaque nessa história, a gente conversou sobre o que rolou entre eu e a Ingrid, e ela me deu os parabéns. O Juan também me deu os parabéns e disse que já sabia que isso ia acabar assim. A Ingrid não me deixava em paz, nem pra sair com meus amigos. É claro que eu disse a eles que por um pequeno período não ia poder sair, expliquei o que aconteceu. Se apaixonar é bom, você vê a vida de outro jeito, mas se esse amor não for correspondido, também é foda.
Bjørn: Disfarça um pouco, vai pra um hotel que eu conheço um barato haha
Ingrid: Cala a boca, irmão, já é hora de você também arrumar uma namorada
Carlos: A Laura e você fariam um bom par
Bjørn: Agora vai me pagar de cupido ou o quê, haha? Ingrid, não pega no pacote do seu namorado tão descaradamente que eu tô do lado
Ingrid: Então não olha haha
Bjørn: Pois é, ela não é má garota e é bem gostosa
Ding dong!!
Kevin: E aí, galera
Carlos: Cara, Kevin, que bom te ver
Bjørn: Finalmente você chegou. Ele veio também?
Kevin: Sim, como você pediu
Carlos e Ingrid: Quem é ele? Não vai ser quem a gente tá pensando, né?
FRANCESCO
Sim, pessoal, eu sei que sou o personagem mais odiado dessa história, mas eu refleti e aprendi com meus erros. Percebi que fui um baita dum cuzão e um péssimo amigo. Então peço desculpas a todos que lerem isso pelo meu comportamento, porque essa história é real como a própria vida. Eu fui um baita dum cuzão.
Francesco: Oi
Não vi o Carlos ficar puto, nem vi ele com cara de vir brigar comigo, o que me deixou estranho. Sabendo que é uma pessoa com um par de bolas bem postas e que sempre defende os seus.
Carlos: Tô de bom humor, então vou te pedir educadamente: por favor, vai embora.
Bjørn: Ele quer falar em particular com você. Você decide se quer ou não, mas pensa bem.
Ingrid: Fale o que falar, nunca vou perdoar ele, e a Laura Meche menos ainda.
Carlos: Vamos pro meu quarto e a gente conversa lá. Já que fomos bons amigos, esse vai ser meu último favor pra você.
Vi a Ingrid e ela não gostou nada, mas também vi que respeitou a decisão do namorado dela. Depois disso, ficamos nós dois sozinhos no quarto dele pra conversar como seres humanos que somos e velhos amigos.
Carlos: Desabafa tudo.
Francesco: Me desculpa por tudo que eu fiz. Amo o grupo que formamos, que formamos eu, Kevin, Bjørn, você e eu, e não quero que se desfaça porque eu fui um filho da puta. Agora tô muito feliz que você tá feliz, que Deus abençoe o relacionamento de vocês. Tô disposto a falar tudo isso e mais na frente de todo mundo.
Pensei com a cabeça de baixo e não com a de cima, fiz muita merda. Lembra quando a gente era novo na Noruega? Como o Bjørn nos apoiou, principalmente você, porque viu que você é uma pessoa fiel e boa. Ele sempre percebeu a maldade em mim. Te prometo que a partir de hoje vou mudar e não vou mais te sacanear de propósito. Como você tá? Sinto sua falta. Se um dia eu te foder de novo, de qualquer jeito, de propósito, vou embora pra sempre e não vou mais pedir seu perdão.
Carlos: Te perdoo. Se me foder de novo, você sabe o que prometeu.
Francesco: Claro. Como pedido de desculpas pelo incômodo, te entrego esse envelope. Abre.
Carlos: O que é isso?
Francesco: Abre logo.
CARLOS
Fiquei surpreso porque dentro daquele envelope tinha 2 vouchers pra um hotel bom numa cidade chamada Kristiansand, no sul da Noruega. Seria tipo a Costa del Sol norueguesa, e era um hotel perto das praias mais bonitas da cidade, com café da manhã incluso, e era um hotel 4 estrelas.
Carlos: Não precisava ter se dado a todo esse trabalho, muito obrigado, cara.
Francesco: Precisava sim, pelo menos fazer o mínimo pra me desculpar. Aliás, é um quarto com cama de casal e um chuveirão grande pra dois. Sabe o que isso significa, né? Hehe.
Carlos: Que filho da puta, haha. Beleza, cara, vamos com o pessoal pra sala.
Carlos: Beleza, galera, aceito as desculpas do Francesco.
Francesco: Ingrid, peço desculpas a todos pelo jeito que fui.
E aí já confessei tudo o que me disse antes e pedi perdão.
Ingrid: Ok, mas não vou te perdoar fácil.
Carlos: Então, Ingrid, vamos pra um hotel, um quarto de 4 estrelas, o que acha? Convite do tio Francesco.
Ingrid: Que massa!!!
Kevin: Beleza, vamos beber alguma coisa?
Todos: Sim!!!
Naquele verão, Ingrid e eu fomos pra Kristiansand. Mal saíamos, só pra comer, e depois voltávamos pra nos esfregar no chuveiro, na cama e em vários lugares diferentes. Cada vez que eu metia nela, mais vontade eu tinha de continuar. Éramos insaciáveis, nós dois.
INGRID
Nunca perdoei 100%, nunca ia ser fácil, mas agradecia ele nos dar essa estadia de 1 semana nesse hotel. Uma noite saímos pra farrear por aí. Carlos, como sempre, bebia pouco porque ele dizia que a festa de verdade era no hotel. Ficamos lá dançando até que sinto algo.
Ingrid: Já tá duro de novo, porra? Nunca se cansa?
Carlos: Você me deixa assim desde a primeira vez que te vi, e você sabe.
Carlos: Podemos ir embora agora?
Senti ele se encostar na minha bunda voluptuosa, isso me deixava a mil. Então beijei ele de novo na boca.
Ingrid: Que porra, vamos embora agora.
Pegamos um táxi e no caminho pro hotel não parávamos de nos beijar na boca o tempo todo. Entramos no quarto sem parar de nos beijar. Joguei ele na cama, peguei minha bunda, tirei a pica dele e comecei a rebolar. Sabia que era a parte favorita do Carlos no meu corpo. Comecei a esfregar a bunda contra a pica dele como se estivesse... fudendo, não esperava nada, ela me virou de bruços, tirou minha meia-calça e tudo, e começou a se esfregar com força na minha bunda, bem duro.
Ingrid: ahhh ahh ahh continua assim, seu puto, aaah
Enquanto fazia isso, de surpresa, ele tirou a tanga e enfiou o pau no meu cu, começando a me destruir.
Ingrid: Sim, me destrói, me mata, mas não para... aaah, ahhh, ahh, vou gozar... aaah, sim, sim... ahhhhhhhhhhhh.
Carlos: Porra, eu ainda não gozei.
Ingrid: Então continua.
Carlos: Agora vou meter na sua buceta.
Ingrid: Depois de eu gozar, meu Deus, você é incrível... aaaaaaaah.
Ele meteu sem avisar, quase isso, adorei. Ficamos assim, fodendo e trocando de posições até as 5 da manhã — 3 horas transando sem parar.
Carlos: Amo essa cidade, me lembra um pouco minha terra, Andaluzia. O povo mais alegre que na Noruega, clima melhor. Eu ficaria morando aqui, se não fosse porque todo mundo que conheço mora onde a gente vive.
Ingrid: Pra mim tanto faz, eu ficaria aqui por você, faço qualquer coisa.
Enquanto nos abraçávamos com amor e muito carinho.
CARLOS
Bom, gente, essa foi minha história. Obrigado ao leitor por escrever tudo isso e traduzir. Sejam sempre felizes e não reprimam seus sentimentos. Então, vou encerrar com algo brega, mas que eu gosto:
E VIVERAM FELIZES.
CARLOS
Bom, aconteceram muitas coisas, passaram semanas em que a gente não parava de foder como uns loucos. A Ingrid me colocava em situações que levavam ao limite. O Bjørn estava muito feliz que a coisa tinha acabado. A Laura, mesmo não tendo tido muito destaque nessa história, a gente conversou sobre o que rolou entre eu e a Ingrid, e ela me deu os parabéns. O Juan também me deu os parabéns e disse que já sabia que isso ia acabar assim. A Ingrid não me deixava em paz, nem pra sair com meus amigos. É claro que eu disse a eles que por um pequeno período não ia poder sair, expliquei o que aconteceu. Se apaixonar é bom, você vê a vida de outro jeito, mas se esse amor não for correspondido, também é foda.
Bjørn: Disfarça um pouco, vai pra um hotel que eu conheço um barato haha
Ingrid: Cala a boca, irmão, já é hora de você também arrumar uma namorada
Carlos: A Laura e você fariam um bom par
Bjørn: Agora vai me pagar de cupido ou o quê, haha? Ingrid, não pega no pacote do seu namorado tão descaradamente que eu tô do lado
Ingrid: Então não olha haha
Bjørn: Pois é, ela não é má garota e é bem gostosa
Ding dong!!
Kevin: E aí, galera
Carlos: Cara, Kevin, que bom te ver
Bjørn: Finalmente você chegou. Ele veio também?
Kevin: Sim, como você pediu
Carlos e Ingrid: Quem é ele? Não vai ser quem a gente tá pensando, né?
FRANCESCO
Sim, pessoal, eu sei que sou o personagem mais odiado dessa história, mas eu refleti e aprendi com meus erros. Percebi que fui um baita dum cuzão e um péssimo amigo. Então peço desculpas a todos que lerem isso pelo meu comportamento, porque essa história é real como a própria vida. Eu fui um baita dum cuzão.
Francesco: Oi
Não vi o Carlos ficar puto, nem vi ele com cara de vir brigar comigo, o que me deixou estranho. Sabendo que é uma pessoa com um par de bolas bem postas e que sempre defende os seus.
Carlos: Tô de bom humor, então vou te pedir educadamente: por favor, vai embora.
Bjørn: Ele quer falar em particular com você. Você decide se quer ou não, mas pensa bem.
Ingrid: Fale o que falar, nunca vou perdoar ele, e a Laura Meche menos ainda.
Carlos: Vamos pro meu quarto e a gente conversa lá. Já que fomos bons amigos, esse vai ser meu último favor pra você.
Vi a Ingrid e ela não gostou nada, mas também vi que respeitou a decisão do namorado dela. Depois disso, ficamos nós dois sozinhos no quarto dele pra conversar como seres humanos que somos e velhos amigos.
Carlos: Desabafa tudo.
Francesco: Me desculpa por tudo que eu fiz. Amo o grupo que formamos, que formamos eu, Kevin, Bjørn, você e eu, e não quero que se desfaça porque eu fui um filho da puta. Agora tô muito feliz que você tá feliz, que Deus abençoe o relacionamento de vocês. Tô disposto a falar tudo isso e mais na frente de todo mundo.
Pensei com a cabeça de baixo e não com a de cima, fiz muita merda. Lembra quando a gente era novo na Noruega? Como o Bjørn nos apoiou, principalmente você, porque viu que você é uma pessoa fiel e boa. Ele sempre percebeu a maldade em mim. Te prometo que a partir de hoje vou mudar e não vou mais te sacanear de propósito. Como você tá? Sinto sua falta. Se um dia eu te foder de novo, de qualquer jeito, de propósito, vou embora pra sempre e não vou mais pedir seu perdão.
Carlos: Te perdoo. Se me foder de novo, você sabe o que prometeu.
Francesco: Claro. Como pedido de desculpas pelo incômodo, te entrego esse envelope. Abre.
Carlos: O que é isso?
Francesco: Abre logo.
CARLOS
Fiquei surpreso porque dentro daquele envelope tinha 2 vouchers pra um hotel bom numa cidade chamada Kristiansand, no sul da Noruega. Seria tipo a Costa del Sol norueguesa, e era um hotel perto das praias mais bonitas da cidade, com café da manhã incluso, e era um hotel 4 estrelas.
Carlos: Não precisava ter se dado a todo esse trabalho, muito obrigado, cara.
Francesco: Precisava sim, pelo menos fazer o mínimo pra me desculpar. Aliás, é um quarto com cama de casal e um chuveirão grande pra dois. Sabe o que isso significa, né? Hehe.
Carlos: Que filho da puta, haha. Beleza, cara, vamos com o pessoal pra sala.
Carlos: Beleza, galera, aceito as desculpas do Francesco.
Francesco: Ingrid, peço desculpas a todos pelo jeito que fui.
E aí já confessei tudo o que me disse antes e pedi perdão.
Ingrid: Ok, mas não vou te perdoar fácil.
Carlos: Então, Ingrid, vamos pra um hotel, um quarto de 4 estrelas, o que acha? Convite do tio Francesco.
Ingrid: Que massa!!!
Kevin: Beleza, vamos beber alguma coisa?
Todos: Sim!!!
Naquele verão, Ingrid e eu fomos pra Kristiansand. Mal saíamos, só pra comer, e depois voltávamos pra nos esfregar no chuveiro, na cama e em vários lugares diferentes. Cada vez que eu metia nela, mais vontade eu tinha de continuar. Éramos insaciáveis, nós dois.
INGRID
Nunca perdoei 100%, nunca ia ser fácil, mas agradecia ele nos dar essa estadia de 1 semana nesse hotel. Uma noite saímos pra farrear por aí. Carlos, como sempre, bebia pouco porque ele dizia que a festa de verdade era no hotel. Ficamos lá dançando até que sinto algo.
Ingrid: Já tá duro de novo, porra? Nunca se cansa?
Carlos: Você me deixa assim desde a primeira vez que te vi, e você sabe.
Carlos: Podemos ir embora agora?
Senti ele se encostar na minha bunda voluptuosa, isso me deixava a mil. Então beijei ele de novo na boca.
Ingrid: Que porra, vamos embora agora.
Pegamos um táxi e no caminho pro hotel não parávamos de nos beijar na boca o tempo todo. Entramos no quarto sem parar de nos beijar. Joguei ele na cama, peguei minha bunda, tirei a pica dele e comecei a rebolar. Sabia que era a parte favorita do Carlos no meu corpo. Comecei a esfregar a bunda contra a pica dele como se estivesse... fudendo, não esperava nada, ela me virou de bruços, tirou minha meia-calça e tudo, e começou a se esfregar com força na minha bunda, bem duro.
Ingrid: ahhh ahh ahh continua assim, seu puto, aaah
Enquanto fazia isso, de surpresa, ele tirou a tanga e enfiou o pau no meu cu, começando a me destruir.Ingrid: Sim, me destrói, me mata, mas não para... aaah, ahhh, ahh, vou gozar... aaah, sim, sim... ahhhhhhhhhhhh.
Carlos: Porra, eu ainda não gozei.
Ingrid: Então continua.
Carlos: Agora vou meter na sua buceta.
Ingrid: Depois de eu gozar, meu Deus, você é incrível... aaaaaaaah.
Ele meteu sem avisar, quase isso, adorei. Ficamos assim, fodendo e trocando de posições até as 5 da manhã — 3 horas transando sem parar.
Carlos: Amo essa cidade, me lembra um pouco minha terra, Andaluzia. O povo mais alegre que na Noruega, clima melhor. Eu ficaria morando aqui, se não fosse porque todo mundo que conheço mora onde a gente vive.
Ingrid: Pra mim tanto faz, eu ficaria aqui por você, faço qualquer coisa.
Enquanto nos abraçávamos com amor e muito carinho.
CARLOS
Bom, gente, essa foi minha história. Obrigado ao leitor por escrever tudo isso e traduzir. Sejam sempre felizes e não reprimam seus sentimentos. Então, vou encerrar com algo brega, mas que eu gosto:
E VIVERAM FELIZES.
0 comentários - un chaval que nunca se enamoro epilogo