OBRIGADO POR ME LER
VALEU PELOS PONTOS
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
No caminho pra casa, não sabia se encarava ela ou se não falava nada e ficava de olho. Achei que ela ia mentir, negar tudo até cansar e até tomar mais cuidado pra me passar a perna, seria tipo dar um aviso pra ela. Então, quando cheguei, decidi não tocar no assunto. Os meninos ainda estavam acordados, então brinquei com eles um tempão até cansarem, e a Ana colocou eles pra dormir no quarto deles. Faltava pouco pra menina chegar, a barriga dela tava explodindo. Cheguei a pensar se aquela bebê era minha, mas melhor não me iludir. Já na cama, a gente ficou conversando, contei o que tava rolando com o Juan e a Vero e como eu tinha resolvido. Ela disse que tomara que tudo se ajeitasse, mas que igual a eu não tem dois. Respondi.
Eu— como é que você sabe?
Ana — pelas outras, amor, como é que eu vou saber, meu céu?
Eu— sei lá, talvez uma aventura, que sei eu
Ana – você sabe muito bem que não te amo.
Levo minha mão até a barriga dela e comecei a acariciar. Sei que parecia estranho, mas logo a gente dormiu. No dia seguinte, já na oficina, fiquei remoendo aquilo, não sabia o que fazer. Ao meio-dia, fui ver o Juan e pedi alguns detalhes. Pelas datas, sabia que não era possível a gravidez ser dele, mas podia ser de outro com quem ela tivesse se esquentado. Ele me garantiu que não, que ela sempre levava camisinha na bolsa. A puta, digo, sabia mais do que eu. Assim passaram os meses e nasceu a Veneza. Era uma bebê linda, igualzinha a ela: os mesmos olhos e a mesma cara. A Ana decidiu laquear as trompas, não queria mais filhos. Com três já era suficiente, a gente tinha conversado sobre isso. Mas me deixou aquela pulga atrás da orelha de que ela tinha medo de engravidar de algum dos amantes. Já pensava como um verdadeiro corno manso e isso me incomodava, porque, na real, nunca fiz nada escondido, tudo foi combinado entre nós dois. O que me fodia não era outro comer ela, mas a mentira. Pra mim, aquilo era traição. Expliquei isso várias vezes ao longo desse relato. Os meninos estavam crescendo, eu era um bom pai, dedicava tempo a eles, e ela também fazia o mesmo, mas muitas vezes, quando eu chegava, ela reclamava de estar cansada de correr atrás deles. Isso me fez duvidar se ela tinha tempo de se encontrar com outro escondido. Nossas relações foram esfriando, e eu notava ela meio fria na cama às vezes. Então, um dia, sugeri fazer um churrasco bem gostoso como antigamente, e o rosto dela se iluminou. Já sabia do que eu tava falando. De novo, todo mundo junto. Seria um sábado de muito sexo, além de uma boa comida. Organizei tudo e, no sábado de manhã, já tava tudo pronto pra putaria.
Bom, hoje você vai ter pica sem precisar ficar procurando escondida.
Ana- quêêêêê????
Eu- e se, se não te falei nada não é porque sou burro e não percebi
Ana — do que cê tá falando?
o- dale amor, não nega mais, se tudo, você gosta de sexo e curte, estando eu ou não, agora tem três caras e só por isso não mandei tudo pra puta que pariu, você sabe muito bem que não tolero traição e não me importa nada quem te come, porque achei que éramos um casal aberto, mas não é assim.
Ana, não tô entendendo nada, o que é que eu faço? Com qual história eles foram?
Eu— não tem historinha, Ana. É assim e não adianta negar.
Ana – negar queeee
Eu sei que seu amiguinho do colégio te deixa muito molhada, você sempre quis dar pra ele, mas se tivesse me apresentado, estaria tudo bem. Só que você preferiu se encontrar com ele escondido, a pira de dar uma traída foi mais forte, não foi?
Ana- hahahahahaha, germannnn, nada a verrrr, te informaram muito mal
É- é assim que chama? Muito boa informação, mas mesmo assim decidi te comer mais, por isso montei essa festa, pra você ter o sexo que quiser, já não ligo pra mais nada e muito menos pra quem você come.
Ana- que idiotão do caralho
Eu- porquêêêêê
Ana — se é verdade que vi o Germanno várias vezes, não vou negar, mas fala pra quem te contou que é um baita de um otário, porque o German é gay. Puro desperdício, com o gostoso que ele é, mas fazer o quê, essa é a real. Encontrei com ele uma tarde quando tava voltando da casa da minha mãe e a gente tomou um café. Foi aí que ele me contou que tava passando muito mal com o parceiro dele, um tal de Carlos, e eu tentei dar uma força, porque apesar do que te falaram, a gente sempre foi muito amigo. E sim, é verdade que vi ele algumas vezes, sempre tentando ajudar. Se você não sabe, nesses relacionamentos o ciúme é inevitável. Mais ainda, teve vezes que ele veio aqui em casa até que consegui juntar os dois. Você tinha que conhecer eles, mas tenho medo de que você queira comer os dois, hahahahaha.
Eu— se for verdade o que cê tá dizendo, sabe que com certeza eu faria, mas é foda acreditar em você, certeza que já não tão mais em Buenos Aires.
Ana- siiiim, e se resolveram, quer que eu ligue pra eles? Que idiota que você é
Cara- tu não faz ideia de como os ratos comeram minha cabeça
Ana – e por que você não me falou antes?
Eu não queria me separar, deixei o tempo passar pra ficar mais tranquilo, embora ainda tenha dúvidas.
Ana — cê acha que eu trocaria você por outro? Seu ciumento do caralho? Te dei três filhos e nunca reclamei de nada, sei o quão louco você é por mim, mesmo que coma qualquer gatinha por aí, sei que nenhuma te faz gozar igual eu. Agora entendo por que você tava tão cansadooo, e eu aqui viajando na maionese achando que tinha outra, que burra que eu soooou, eu sei muito bem que se eu quiser pegar alguém, faço sem culpa, é só te falar.
Eu... por isso não entendia tudo isso.
Ana — se tivesse me perguntado, eu apresentava eles e assunto encerrado. Se quiser, chamo eles pro churrasco pra você ver com seus próprios olhos e parar de encher o saco.
Eu- nãooo tá bemmm, hoje você vai ter várias picas pra você
Ana — e tu, muita buceta pra enfiar, kkkkkkkk, com a vontade que todas tão vindo, minha véia, Vero, Patrícia, sua mãe, kkkkkkkk, continuo citando
Eu— nãooo, não precisa, até porque não te faltam uns paus bons, Ricardo, Eduardo, meu velho, Raul e até o Juan você vai ter que dar de comer hoje.
Ana - o único que eu adoro dar de comer é pra você, seu idiota. Pros outros é só um jogo que você mesmo me ensinou.
Eu- mas tu gosta, não pode negar.
Ana — claro que adoro ser sua putinha e estar pronta pra dar pra quem você quiser.
Eu— não só quem eu quiser, você escolhe com quem foder, não esquece disso
Ana – já sei, e agora me dá tesão te dar uma boa foda, daquelas que a gente não tem há tempos por culpa do seu silêncio e das fofocas.
Eu—você toda manhã tá com vontade de transar, por isso fica se exibindo, não me nega isso.
Ana — nãooo, nada disso, só tô confortável mesmo.
Eu, confortável? Você fica mostrando essa bucetona, eu vi como os vizinhos te olham, putinha. E mesmo que negue, sei que já deu pra mais de um sem eu saber. Você é mais fácil que conta de um, sua vadia.
Ana — e se for assim, qual é o problema? Que diferença tem entre transar na sua frente ou quando você não tá?
Pô, já estamos nos entendendo, já não somos um casal liberal, eu sou um verdadeiro corno manso. Me conta, quem foi o último que você comeu escondido?
Ana - escondida, sem ninguém saber, não ama ninguém.
Eu— bem, sem que ela soubesse
Ana — sério que quer saber?
Eu— claro que quero
Ana – parece que isso te deixa com muito tesão.
Eu— pode ser
Ana - ontem o paraguaio do açougueiro não tirou a vontade que ele tem de mim, mas eu dei uma boa trepada nele.
Eu, como é que não tiro a vontade se tu me comeu?
Ana- é que ele tá doido com a minha bunda e eu não deixei ele comer ela kkkkkkkk
Eu... gozo dentro de você?
Ana — não, amor, sempre ando com camisinha por via das dúvidas.
Ei- como foi, me conta pelo menos
Ana – quer os detalhes? Vou te dar, mas não fica brava, senão nunca mais te conto nada.
Eu- não vou ficar brava, só quero saber até onde você é tão piranha, meu amor
Ana — fui buscar a carne, levei a lista que você me deu e ele tava sozinho, tinha acabado de abrir. Enquanto eu pedia, ele já tava me dando mole e falando com segundas intenções. Quando pedi as linguicinhas, as morcilhas e a moela, aí desandou tudo. Ele me chamou pro outro lado do balcão pra me mostrar, eu sabia o que ele queria e aceitei. Me mostrou umas morcilhas bem grandonas e grossas e falou "assim que eu gosto". Virei de costas e me abaixei de propósito, como se quisesse ver, mas sabia que ia deixar minha rabeta servida. Ele não resistiu, me agarrou por trás, me apoiou contra o freezer, enfiando a piroca durona no meio das minhas nádegas e as mãos nos meus peitos, enquanto sussurrava: "que rabo lindo que você tem, putinha". Falei que ali não, que qualquer um podia ver, e ele, sem me soltar, me levou pra trás. Aquilo me deixou tão excitada, e eu sentia que era um pau bem avantajado. Já tava com os peitos de fora e ele sabia lidar com eles. Falei "quero chupar ele". Ele me soltou, me virei, sem olhar na cara dele, me ajoelhei e engoli. O filho da puta tem um pau grande, bem cheio de veias e bem grosso. Sabia que ia engasgar um pouco, e foi o que aconteceu. Enquanto isso, ele falava: "assim, putinha, assim... o armazeneiro não mentiu, isso sim... que boa boqueteira você é..." E gozou na minha boca e no meu rosto. Depois, me virei e ele quis meter no meu cuzinho apertado. Falei que não, e ainda mais sem camisinha. Ele insistiu, mas não teve jeito, teve que colocar. Tentou enfiar no meu cu, mas falei que por ali não, então enfiei na minha buceta e ele me comeu igual um bruto. Metia tão forte que comecei a gritar, e ele falou: "cala a boca, putinha, dá pra ouvir lá fora". Aí tapou minha boca e continuou me montando desesperado. Meu deus, como o paraguaio me fez gozar. Depois, ele gozou, tirou a camisinha e me deu, falando que era de lembrança e pra você. Aquilo me deixou meio puta, porque te chamei de corno. Aí falei que você era um mestre na cama e, se ele não acreditasse, que perguntasse pra mulher do armazeneiro, que você já tinha comido ela umas vezes. Ele ficou mudo. Eu falei pra ele não trazer a mulher dele porque com a fama que você tem, você ia comer ela também. Aí ele me perguntou por que, se eu era tão bom, eu transava com qualquer uma. Eu disse: "E você me deixava fazer isso porque eu também deixo você comer as gostosas que quiser." Saímos de trás, em minutos ele me deu a carne e eu falei: "Já te paguei", e vim pra cá. Uffff, a puta mãe que te esquentou, olha como você tá, amorrrr.
Era verdade, meu short era uma barraca. Ela se ajoelhou e engoliu tudo, fazendo um boquete espetacular até tomar todo meu gozo. Na hora, virei ela e montei na bunda dela como nunca, até encher ela. Falei pra não se limpar, pra ficar assim com meu gozo escorrendo, e ela só me olhou.
Você saiu do açougue toda lambuzada de leite? O que cê fez com o filho da puta?
Ana - sim, amorrr, com a cara e os peitos cheios da porra do açougueiro e a camisinha na bolsa, kkkkkkkkk, na saída cruzei com a mulher dele, é uma paraguaia bem gostosa, tem uns peitos maiores que os meus, cumprimentei ela e vim pra casa, então já sabe, quando quiser te apresento ela.
Eu- que puta que você é, amorrrr
Ana - foi você que me deixou assim, sua puta
Ana se levantou do chão e lavou as mãos, por sorte os caras estavam dormindo. Continuamos tomando mate e esperando os convidados, enquanto eu tomava meu remedinho. Íamos ter um fim de semana cheio de putaria.
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No caminho pra casa, não sabia se encarava ela ou se não falava nada e ficava de olho. Achei que ela ia mentir, negar tudo até cansar e até tomar mais cuidado pra me passar a perna, seria tipo dar um aviso pra ela. Então, quando cheguei, decidi não tocar no assunto. Os meninos ainda estavam acordados, então brinquei com eles um tempão até cansarem, e a Ana colocou eles pra dormir no quarto deles. Faltava pouco pra menina chegar, a barriga dela tava explodindo. Cheguei a pensar se aquela bebê era minha, mas melhor não me iludir. Já na cama, a gente ficou conversando, contei o que tava rolando com o Juan e a Vero e como eu tinha resolvido. Ela disse que tomara que tudo se ajeitasse, mas que igual a eu não tem dois. Respondi.
Eu— como é que você sabe?
Ana — pelas outras, amor, como é que eu vou saber, meu céu?
Eu— sei lá, talvez uma aventura, que sei eu
Ana – você sabe muito bem que não te amo.
Levo minha mão até a barriga dela e comecei a acariciar. Sei que parecia estranho, mas logo a gente dormiu. No dia seguinte, já na oficina, fiquei remoendo aquilo, não sabia o que fazer. Ao meio-dia, fui ver o Juan e pedi alguns detalhes. Pelas datas, sabia que não era possível a gravidez ser dele, mas podia ser de outro com quem ela tivesse se esquentado. Ele me garantiu que não, que ela sempre levava camisinha na bolsa. A puta, digo, sabia mais do que eu. Assim passaram os meses e nasceu a Veneza. Era uma bebê linda, igualzinha a ela: os mesmos olhos e a mesma cara. A Ana decidiu laquear as trompas, não queria mais filhos. Com três já era suficiente, a gente tinha conversado sobre isso. Mas me deixou aquela pulga atrás da orelha de que ela tinha medo de engravidar de algum dos amantes. Já pensava como um verdadeiro corno manso e isso me incomodava, porque, na real, nunca fiz nada escondido, tudo foi combinado entre nós dois. O que me fodia não era outro comer ela, mas a mentira. Pra mim, aquilo era traição. Expliquei isso várias vezes ao longo desse relato. Os meninos estavam crescendo, eu era um bom pai, dedicava tempo a eles, e ela também fazia o mesmo, mas muitas vezes, quando eu chegava, ela reclamava de estar cansada de correr atrás deles. Isso me fez duvidar se ela tinha tempo de se encontrar com outro escondido. Nossas relações foram esfriando, e eu notava ela meio fria na cama às vezes. Então, um dia, sugeri fazer um churrasco bem gostoso como antigamente, e o rosto dela se iluminou. Já sabia do que eu tava falando. De novo, todo mundo junto. Seria um sábado de muito sexo, além de uma boa comida. Organizei tudo e, no sábado de manhã, já tava tudo pronto pra putaria.
Bom, hoje você vai ter pica sem precisar ficar procurando escondida.
Ana- quêêêêê????
Eu- e se, se não te falei nada não é porque sou burro e não percebi
Ana — do que cê tá falando?
o- dale amor, não nega mais, se tudo, você gosta de sexo e curte, estando eu ou não, agora tem três caras e só por isso não mandei tudo pra puta que pariu, você sabe muito bem que não tolero traição e não me importa nada quem te come, porque achei que éramos um casal aberto, mas não é assim.
Ana, não tô entendendo nada, o que é que eu faço? Com qual história eles foram?
Eu— não tem historinha, Ana. É assim e não adianta negar.
Ana – negar queeee
Eu sei que seu amiguinho do colégio te deixa muito molhada, você sempre quis dar pra ele, mas se tivesse me apresentado, estaria tudo bem. Só que você preferiu se encontrar com ele escondido, a pira de dar uma traída foi mais forte, não foi?
Ana- hahahahahaha, germannnn, nada a verrrr, te informaram muito mal
É- é assim que chama? Muito boa informação, mas mesmo assim decidi te comer mais, por isso montei essa festa, pra você ter o sexo que quiser, já não ligo pra mais nada e muito menos pra quem você come.
Ana- que idiotão do caralho
Eu- porquêêêêê
Ana — se é verdade que vi o Germanno várias vezes, não vou negar, mas fala pra quem te contou que é um baita de um otário, porque o German é gay. Puro desperdício, com o gostoso que ele é, mas fazer o quê, essa é a real. Encontrei com ele uma tarde quando tava voltando da casa da minha mãe e a gente tomou um café. Foi aí que ele me contou que tava passando muito mal com o parceiro dele, um tal de Carlos, e eu tentei dar uma força, porque apesar do que te falaram, a gente sempre foi muito amigo. E sim, é verdade que vi ele algumas vezes, sempre tentando ajudar. Se você não sabe, nesses relacionamentos o ciúme é inevitável. Mais ainda, teve vezes que ele veio aqui em casa até que consegui juntar os dois. Você tinha que conhecer eles, mas tenho medo de que você queira comer os dois, hahahahaha.
Eu— se for verdade o que cê tá dizendo, sabe que com certeza eu faria, mas é foda acreditar em você, certeza que já não tão mais em Buenos Aires.
Ana- siiiim, e se resolveram, quer que eu ligue pra eles? Que idiota que você é
Cara- tu não faz ideia de como os ratos comeram minha cabeça
Ana – e por que você não me falou antes?
Eu não queria me separar, deixei o tempo passar pra ficar mais tranquilo, embora ainda tenha dúvidas.
Ana — cê acha que eu trocaria você por outro? Seu ciumento do caralho? Te dei três filhos e nunca reclamei de nada, sei o quão louco você é por mim, mesmo que coma qualquer gatinha por aí, sei que nenhuma te faz gozar igual eu. Agora entendo por que você tava tão cansadooo, e eu aqui viajando na maionese achando que tinha outra, que burra que eu soooou, eu sei muito bem que se eu quiser pegar alguém, faço sem culpa, é só te falar.
Eu... por isso não entendia tudo isso.
Ana — se tivesse me perguntado, eu apresentava eles e assunto encerrado. Se quiser, chamo eles pro churrasco pra você ver com seus próprios olhos e parar de encher o saco.
Eu- nãooo tá bemmm, hoje você vai ter várias picas pra você
Ana — e tu, muita buceta pra enfiar, kkkkkkkk, com a vontade que todas tão vindo, minha véia, Vero, Patrícia, sua mãe, kkkkkkkk, continuo citando
Eu— nãooo, não precisa, até porque não te faltam uns paus bons, Ricardo, Eduardo, meu velho, Raul e até o Juan você vai ter que dar de comer hoje.
Ana - o único que eu adoro dar de comer é pra você, seu idiota. Pros outros é só um jogo que você mesmo me ensinou.
Eu- mas tu gosta, não pode negar.
Ana — claro que adoro ser sua putinha e estar pronta pra dar pra quem você quiser.
Eu— não só quem eu quiser, você escolhe com quem foder, não esquece disso
Ana – já sei, e agora me dá tesão te dar uma boa foda, daquelas que a gente não tem há tempos por culpa do seu silêncio e das fofocas.
Eu—você toda manhã tá com vontade de transar, por isso fica se exibindo, não me nega isso.
Ana — nãooo, nada disso, só tô confortável mesmo.
Eu, confortável? Você fica mostrando essa bucetona, eu vi como os vizinhos te olham, putinha. E mesmo que negue, sei que já deu pra mais de um sem eu saber. Você é mais fácil que conta de um, sua vadia.
Ana — e se for assim, qual é o problema? Que diferença tem entre transar na sua frente ou quando você não tá?
Pô, já estamos nos entendendo, já não somos um casal liberal, eu sou um verdadeiro corno manso. Me conta, quem foi o último que você comeu escondido?
Ana - escondida, sem ninguém saber, não ama ninguém.
Eu— bem, sem que ela soubesse
Ana — sério que quer saber?
Eu— claro que quero
Ana – parece que isso te deixa com muito tesão.
Eu— pode ser
Ana - ontem o paraguaio do açougueiro não tirou a vontade que ele tem de mim, mas eu dei uma boa trepada nele.
Eu, como é que não tiro a vontade se tu me comeu?
Ana- é que ele tá doido com a minha bunda e eu não deixei ele comer ela kkkkkkkk
Eu... gozo dentro de você?
Ana — não, amor, sempre ando com camisinha por via das dúvidas.
Ei- como foi, me conta pelo menos
Ana – quer os detalhes? Vou te dar, mas não fica brava, senão nunca mais te conto nada.
Eu- não vou ficar brava, só quero saber até onde você é tão piranha, meu amor
Ana — fui buscar a carne, levei a lista que você me deu e ele tava sozinho, tinha acabado de abrir. Enquanto eu pedia, ele já tava me dando mole e falando com segundas intenções. Quando pedi as linguicinhas, as morcilhas e a moela, aí desandou tudo. Ele me chamou pro outro lado do balcão pra me mostrar, eu sabia o que ele queria e aceitei. Me mostrou umas morcilhas bem grandonas e grossas e falou "assim que eu gosto". Virei de costas e me abaixei de propósito, como se quisesse ver, mas sabia que ia deixar minha rabeta servida. Ele não resistiu, me agarrou por trás, me apoiou contra o freezer, enfiando a piroca durona no meio das minhas nádegas e as mãos nos meus peitos, enquanto sussurrava: "que rabo lindo que você tem, putinha". Falei que ali não, que qualquer um podia ver, e ele, sem me soltar, me levou pra trás. Aquilo me deixou tão excitada, e eu sentia que era um pau bem avantajado. Já tava com os peitos de fora e ele sabia lidar com eles. Falei "quero chupar ele". Ele me soltou, me virei, sem olhar na cara dele, me ajoelhei e engoli. O filho da puta tem um pau grande, bem cheio de veias e bem grosso. Sabia que ia engasgar um pouco, e foi o que aconteceu. Enquanto isso, ele falava: "assim, putinha, assim... o armazeneiro não mentiu, isso sim... que boa boqueteira você é..." E gozou na minha boca e no meu rosto. Depois, me virei e ele quis meter no meu cuzinho apertado. Falei que não, e ainda mais sem camisinha. Ele insistiu, mas não teve jeito, teve que colocar. Tentou enfiar no meu cu, mas falei que por ali não, então enfiei na minha buceta e ele me comeu igual um bruto. Metia tão forte que comecei a gritar, e ele falou: "cala a boca, putinha, dá pra ouvir lá fora". Aí tapou minha boca e continuou me montando desesperado. Meu deus, como o paraguaio me fez gozar. Depois, ele gozou, tirou a camisinha e me deu, falando que era de lembrança e pra você. Aquilo me deixou meio puta, porque te chamei de corno. Aí falei que você era um mestre na cama e, se ele não acreditasse, que perguntasse pra mulher do armazeneiro, que você já tinha comido ela umas vezes. Ele ficou mudo. Eu falei pra ele não trazer a mulher dele porque com a fama que você tem, você ia comer ela também. Aí ele me perguntou por que, se eu era tão bom, eu transava com qualquer uma. Eu disse: "E você me deixava fazer isso porque eu também deixo você comer as gostosas que quiser." Saímos de trás, em minutos ele me deu a carne e eu falei: "Já te paguei", e vim pra cá. Uffff, a puta mãe que te esquentou, olha como você tá, amorrrr.
Era verdade, meu short era uma barraca. Ela se ajoelhou e engoliu tudo, fazendo um boquete espetacular até tomar todo meu gozo. Na hora, virei ela e montei na bunda dela como nunca, até encher ela. Falei pra não se limpar, pra ficar assim com meu gozo escorrendo, e ela só me olhou.
Você saiu do açougue toda lambuzada de leite? O que cê fez com o filho da puta?
Ana - sim, amorrr, com a cara e os peitos cheios da porra do açougueiro e a camisinha na bolsa, kkkkkkkkk, na saída cruzei com a mulher dele, é uma paraguaia bem gostosa, tem uns peitos maiores que os meus, cumprimentei ela e vim pra casa, então já sabe, quando quiser te apresento ela.
Eu- que puta que você é, amorrrr
Ana - foi você que me deixou assim, sua puta
Ana se levantou do chão e lavou as mãos, por sorte os caras estavam dormindo. Continuamos tomando mate e esperando os convidados, enquanto eu tomava meu remedinho. Íamos ter um fim de semana cheio de putaria.
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