Desculpa pela demora! Problemas pessoais iwi
Aqui vai a continuação
A tia Joan era muito gostosa em todos os sentidos da palavra. Assim que terminou de se banhar, se estendeu na areia e ficou lá se queimando, com as pernas abertas e exibindo sua buceta linda pra todo mundo que passasse perto. Meu pai estava do lado dela e passava protetor solar no corpo inteiro dela, até nos peitos, que ele massageava devagar. Dava pra ver o pau do Manuel engrossando. A Júlia estava adorando que o Alejandro também passava protetor nas costas dela. A Célia e minha irmã estavam um pouco mais afastadas deles, deitadas numa toalha, curtindo a vista.
— Então, tio, só sobramos eu e você.
— Parece que todo mundo se distraiu.
Eu me virei pra ele. Era um cara fortão, quase um metro e oitenta. Nós dois estávamos no mar, com a água na altura da barriga, então meus peitos estavam bem à mostra. Como meu tio era nudista, ele nem ligava muito, o que me deixava à vontade com ele.
— Quer... fazer alguma coisa? — perguntei. — Algo a sós, que tal?
— O que você tem em mente?
— Bom, o que você quiser — eu seduzi.
Meu tio Maurício deu uma risadinha e olhou em volta. A gente foi se aproximando devagar, até nossos corpos se encostarem. Ele baixou o pescoço devagar pra me beijar, e eu correspondi com um selinho na ponta da boca dele. O pau dele não estava duro, mas já estava ganhando uma grossura bonita. Não era o maior, mas parecia uma delícia, com a cabeça bem formada que começava a inchar com a resposta de putaria na certa.
Eu tava com um sorriso de orelha a orelha e já estava começando a ficar molhada, e não era por causa da água. Passamos por uns caras que deviam estar na faculdade e que ficaram me encarando com cara de bobos. Fingi que não vi e continuei grudada no meu tio, que me levou pra um lugar mais afastado do nudistas, bem debaixo de um coqueiro.
—Porra! Esqueci a toalha. Espera, já volto.
—Não, vou eu — me apressei em dizer —. Até porque tenho que pegar um camisinha.
Voltei pela areia quente e me aproximei da Júlia, que curtia o sol.
—O que foi, amor?
—Tem camisinha aí? — perguntei enquanto fuçava na bolsa dela. Mal falei isso, o Manuel ficou alerta.
—O que você vai fazer com seu tio?
—Ué, você sabe.
—Deixa, deixa — disse o Joan —. Não é pra isso que essa experiência serve?
—Bom... é verdade, mas não curto a ideia.
—Vem comigo — provoquei o Manuel com o olhar, colocando a mão nos meus peitos —. Mas não sei se dou conta de dois cavalheiros como vocês.
Ele olhou pra esposa como se pedisse permissão.
Ela sorriu.
—Vai.
Peguei ele pela mão e levei até onde estava meu tio Maurício.
Meu coração batia acelerado só de pensar em transar com dois caras mais velhos que eu. Literalmente, meu corpo todo ficou molhado. Assim que chegamos, os dois homens se cumprimentaram com um tapinha e deitaram na areia, um do lado do outro.
—Maurício, melhor não pegar pesado demais com ela.
—Pode deixar.
Sentei entre eles. Peguei a rola de cada um com a mão e comecei a bater uma pros dois ao mesmo tempo.
Esqueci o que era decência. Mesmo estando num lugar meio afastado, os outros na praia me viam e eu via eles. Imaginei que deviam estar adorando a visão de uma garotinha como eu brincando com dois paus ao mesmo tempo.
—Vamos ver... Qual vou chupar primeiro?
Antes que eu pudesse fazer algo, o Manuel puxou mim. Montei nele de pernas abertas e olhei pro meu tio com um sorriso safado.
—Ops. Perdeu.
—Porra.
—Mas curte o show.
Na hora, peguei o pai pelas bochechas e dei um beijo sensual de língua. Ele adorou, e as mãos dele envolveram minha pele e seguraram minha cintura. Apertei os olhos. As sensações que eu sentia já bastavam pra me fazer estrelas, e nem sequer tinha me penetrado.
Em seguida, desci com beijos pelo peito dele e me virei, de modo que minha bunda ficou bem em cima da boca dele e meus lábios na altura do pau dele. Papai não perdeu tempo: afastou minha buceta com os dedos e enfiou a língua no meio. Eu estava molhada e tinha certeza de que meus sucos estavam molhando a boca toda dele. Peguei o pau dele entre meus dedinhos e primeiro dei um beijo na glande. Logo depois, fiz um carinho gostoso com a boca.
Meu tio olhava a cena, surpreso e com um sorriso, enquanto esfregava a palma da mão no próprio mastro. Pisquei um olho pra ele e continuei no meu rumo. Era uma delícia quando a barba do Manuel raspava no meu clitóris. Além disso, minha chupada estava chamando a atenção de várias pessoas, mulheres e homens, que curtiam o show como se fosse um filme pornô ao vivo. Fiquei um pouco sem graça de continuar, mas meu desejo de ser comida por esses dois caras era maior, então comecei a ignorar todo mundo e a focar nas sensações que me tomavam.
Maurício se levantou e ficou do meu lado. Eu me ergui com as pernas dobradas pra não sufocar papai com minha bunda, e depois peguei o pau do meu tio e levei à boca pra dar uma chupada rápida. Dava pra ver de longe que algumas mulheres também estavam chupando os paus dos maridos. Minhas ações estavam despertando o tesão das outras pessoas, e entendi por que Lilian gostava de ser vista quando soltava as taras. Tinha uma beleza no que a gente tava fazendo.
O falo do Maurício enchia minha boca toda, e com a língua do papai fazendo estragos no meu clitóris, eu tava nas nuvens. Tio tirou a carne e me deu umas batidas com ela no rosto inteiro. Depois, esfregou em todo canto, até nas orelhas.
— Fica de quatro — pediu Manuel.
Deitei sem parar de olhar pras pessoas. Até acenei pra elas.
O marido da Júlia se ajeitou atrás de mim. lubrifiquei minha entrada com um pouco de saliva. Separou meus glúteos e penetrou meu corpo, separando o que tinha que separar e molhando o que tinha que molhar. Mordi meu lábio inferior.
—É minha vez —disse Maurício.
Senti quando trocaram de lugar e, quando o grosso membro do Maurício entrou em mim, a mudança foi instantânea. Soltei um grito e depois ri. A saliva escorria pelo canto da minha boca. Na frente, duas mulheres também estavam de quatro e seus maridos se esvaziavam dentro delas.
Papai aproximou o órgão dele da minha boca. Pedi que ele se afastasse um pouco enquanto eu chupava, pra eu poder ver as outras pessoas que estavam aproveitando igual a mim. Com um dedo, indiquei que se aproximassem mais. As mulheres falaram com seus maridos e riram. Pouco depois, dois casais se aproximaram alguns metros, de modo que agora eu podia vê-las claramente. Uma delas tinha a pele escura e era muito gostosa, com peitos lindos e um rosto de anjo. A outra era loira e sardenta, com seios fartos dos quais escorriam gotinhas de porra.
—Você tá amamentando? —Perguntei enquanto ela se colocava na minha frente.
—Sim. Aliás, me chamo Alicia, e você?
—Jennifer, e eles são meu pai e meu tio.
—Incesto? Legal... ai... amor, não tão forte.
—Parece que você também tá se deixando levar.
—E vocês vêm pra cá com a família toda?
—Sim. São nossas... férias.
Manter uma conversa enquanto me comiam não era fácil.
Meu pai e meu tio se revezavam pra me dar suas deliciosas atenções. Um metia forte, outro suave; eu mal conseguia distinguir quem era quem porque não podia vê-los.
—Você gostaria que a gente brincasse entre nós? —me perguntou Alicia sem vergonha.
—Hum... claro.
Ela me piscou um olho e se virou, me oferecendo uma vista da sua bunda perfeita. A buceta dela estava tão limpinha quanto a de um bebê e os lábios se apertavam formando o que chamavam de uma empada perfeita. Pequenas gotinhas de fluido e sêmen escorriam. Ela parecia tão apetitosa que não hesitei. Um segundo pra afundar a boca nela, sentir o aroma e o gosto de mel de mulher. Ouvi a Alicia gemendo. Procurei o clitóris dela e me concentrei nele, no gostinho dos almíscares dela e em morder e puxar de leve as dobras da buceta dela.
— Você tá indo bem, Jennifer. Muito bem, na verdade. Lambe mais forte.
Pra ser uma mãe jovem, ela tinha um apetite voraz.
— Posso lamber você?
— Se conseguir tirar esses dois de cima de mim.
— Ah, não precisa. Me dá espaço.
Como conseguiu, a Alicia se arrastou por baixo de mim até improvisar um delicioso 69. Era um espetáculo meio estranho. A combinação de corpos cobertos de areia e suor. Ela abriu as pernas pra me dar uma visão linda do corpo dela, que eu me apressei em levar à boca. Meu tio se aproximou e se masturbou rápido na minha frente. Eu correspondi com umas mordidas e deslizando a língua pelas bolas inchadas dele. De repente, um jato de porra espirrou na minha cara e entrou até pelo meu nariz. Umas gotinhas caíram das minhas bochechas até a pobre da Alicia.
— Alguém gozou em cima de mim? — Perguntou a Marya, com a voz abafada.
— Meu tio.
— Ah...
— Já te limpo — deslizei a língua por toda a barriga dela e recolhi a porra até comer tudo. Também limpei o pau do meu tio.
O marido da Alicia me oferecia o pau dele. Sorri e revirei os olhos. Mesmo assim, lambi ele também até deixar limpo.
E de repente, sem que eu pudesse fazer nada, tanto meu tio quanto a Alicia entraram na minha boca. Não conseguia falar. Tive um orgasmo, excitada tanto pelo que o Manuel fazia atrás, pela boca da Alicia, e pelos dois caras me dando atenção na frente.
— Isso foi lindo — disse a Alicia quando me levantei.
Ela sentou na areia, feliz da vida com o marido do lado.
— Ele é meu marido, Hans.
— Vocês são nudistas?
— Sim, e adoraríamos poder ter outro encontro, se você topar.
— Eu ficaria ofendida se não rolasse.
Nada mal pra minha primeira festa na praia. ---------------------
valeu pelos comentários 🙂 que tal a gente se animar pra uns 9 ou 10 comentários no próximo cap? bora tentar 🙂
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A tia Joan era muito gostosa em todos os sentidos da palavra. Assim que terminou de se banhar, se estendeu na areia e ficou lá se queimando, com as pernas abertas e exibindo sua buceta linda pra todo mundo que passasse perto. Meu pai estava do lado dela e passava protetor solar no corpo inteiro dela, até nos peitos, que ele massageava devagar. Dava pra ver o pau do Manuel engrossando. A Júlia estava adorando que o Alejandro também passava protetor nas costas dela. A Célia e minha irmã estavam um pouco mais afastadas deles, deitadas numa toalha, curtindo a vista.
— Então, tio, só sobramos eu e você.
— Parece que todo mundo se distraiu.
Eu me virei pra ele. Era um cara fortão, quase um metro e oitenta. Nós dois estávamos no mar, com a água na altura da barriga, então meus peitos estavam bem à mostra. Como meu tio era nudista, ele nem ligava muito, o que me deixava à vontade com ele.
— Quer... fazer alguma coisa? — perguntei. — Algo a sós, que tal?
— O que você tem em mente?
— Bom, o que você quiser — eu seduzi.
Meu tio Maurício deu uma risadinha e olhou em volta. A gente foi se aproximando devagar, até nossos corpos se encostarem. Ele baixou o pescoço devagar pra me beijar, e eu correspondi com um selinho na ponta da boca dele. O pau dele não estava duro, mas já estava ganhando uma grossura bonita. Não era o maior, mas parecia uma delícia, com a cabeça bem formada que começava a inchar com a resposta de putaria na certa.
Eu tava com um sorriso de orelha a orelha e já estava começando a ficar molhada, e não era por causa da água. Passamos por uns caras que deviam estar na faculdade e que ficaram me encarando com cara de bobos. Fingi que não vi e continuei grudada no meu tio, que me levou pra um lugar mais afastado do nudistas, bem debaixo de um coqueiro.
—Porra! Esqueci a toalha. Espera, já volto.
—Não, vou eu — me apressei em dizer —. Até porque tenho que pegar um camisinha.
Voltei pela areia quente e me aproximei da Júlia, que curtia o sol.
—O que foi, amor?
—Tem camisinha aí? — perguntei enquanto fuçava na bolsa dela. Mal falei isso, o Manuel ficou alerta.
—O que você vai fazer com seu tio?
—Ué, você sabe.
—Deixa, deixa — disse o Joan —. Não é pra isso que essa experiência serve?
—Bom... é verdade, mas não curto a ideia.
—Vem comigo — provoquei o Manuel com o olhar, colocando a mão nos meus peitos —. Mas não sei se dou conta de dois cavalheiros como vocês.
Ele olhou pra esposa como se pedisse permissão.
Ela sorriu.
—Vai.
Peguei ele pela mão e levei até onde estava meu tio Maurício.
Meu coração batia acelerado só de pensar em transar com dois caras mais velhos que eu. Literalmente, meu corpo todo ficou molhado. Assim que chegamos, os dois homens se cumprimentaram com um tapinha e deitaram na areia, um do lado do outro.
—Maurício, melhor não pegar pesado demais com ela.
—Pode deixar.
Sentei entre eles. Peguei a rola de cada um com a mão e comecei a bater uma pros dois ao mesmo tempo.
Esqueci o que era decência. Mesmo estando num lugar meio afastado, os outros na praia me viam e eu via eles. Imaginei que deviam estar adorando a visão de uma garotinha como eu brincando com dois paus ao mesmo tempo.
—Vamos ver... Qual vou chupar primeiro?
Antes que eu pudesse fazer algo, o Manuel puxou mim. Montei nele de pernas abertas e olhei pro meu tio com um sorriso safado.
—Ops. Perdeu.
—Porra.
—Mas curte o show.
Na hora, peguei o pai pelas bochechas e dei um beijo sensual de língua. Ele adorou, e as mãos dele envolveram minha pele e seguraram minha cintura. Apertei os olhos. As sensações que eu sentia já bastavam pra me fazer estrelas, e nem sequer tinha me penetrado.
Em seguida, desci com beijos pelo peito dele e me virei, de modo que minha bunda ficou bem em cima da boca dele e meus lábios na altura do pau dele. Papai não perdeu tempo: afastou minha buceta com os dedos e enfiou a língua no meio. Eu estava molhada e tinha certeza de que meus sucos estavam molhando a boca toda dele. Peguei o pau dele entre meus dedinhos e primeiro dei um beijo na glande. Logo depois, fiz um carinho gostoso com a boca.
Meu tio olhava a cena, surpreso e com um sorriso, enquanto esfregava a palma da mão no próprio mastro. Pisquei um olho pra ele e continuei no meu rumo. Era uma delícia quando a barba do Manuel raspava no meu clitóris. Além disso, minha chupada estava chamando a atenção de várias pessoas, mulheres e homens, que curtiam o show como se fosse um filme pornô ao vivo. Fiquei um pouco sem graça de continuar, mas meu desejo de ser comida por esses dois caras era maior, então comecei a ignorar todo mundo e a focar nas sensações que me tomavam.
Maurício se levantou e ficou do meu lado. Eu me ergui com as pernas dobradas pra não sufocar papai com minha bunda, e depois peguei o pau do meu tio e levei à boca pra dar uma chupada rápida. Dava pra ver de longe que algumas mulheres também estavam chupando os paus dos maridos. Minhas ações estavam despertando o tesão das outras pessoas, e entendi por que Lilian gostava de ser vista quando soltava as taras. Tinha uma beleza no que a gente tava fazendo.
O falo do Maurício enchia minha boca toda, e com a língua do papai fazendo estragos no meu clitóris, eu tava nas nuvens. Tio tirou a carne e me deu umas batidas com ela no rosto inteiro. Depois, esfregou em todo canto, até nas orelhas.
— Fica de quatro — pediu Manuel.
Deitei sem parar de olhar pras pessoas. Até acenei pra elas.
O marido da Júlia se ajeitou atrás de mim. lubrifiquei minha entrada com um pouco de saliva. Separou meus glúteos e penetrou meu corpo, separando o que tinha que separar e molhando o que tinha que molhar. Mordi meu lábio inferior.
—É minha vez —disse Maurício.
Senti quando trocaram de lugar e, quando o grosso membro do Maurício entrou em mim, a mudança foi instantânea. Soltei um grito e depois ri. A saliva escorria pelo canto da minha boca. Na frente, duas mulheres também estavam de quatro e seus maridos se esvaziavam dentro delas.
Papai aproximou o órgão dele da minha boca. Pedi que ele se afastasse um pouco enquanto eu chupava, pra eu poder ver as outras pessoas que estavam aproveitando igual a mim. Com um dedo, indiquei que se aproximassem mais. As mulheres falaram com seus maridos e riram. Pouco depois, dois casais se aproximaram alguns metros, de modo que agora eu podia vê-las claramente. Uma delas tinha a pele escura e era muito gostosa, com peitos lindos e um rosto de anjo. A outra era loira e sardenta, com seios fartos dos quais escorriam gotinhas de porra.
—Você tá amamentando? —Perguntei enquanto ela se colocava na minha frente.
—Sim. Aliás, me chamo Alicia, e você?
—Jennifer, e eles são meu pai e meu tio.
—Incesto? Legal... ai... amor, não tão forte.
—Parece que você também tá se deixando levar.
—E vocês vêm pra cá com a família toda?
—Sim. São nossas... férias.
Manter uma conversa enquanto me comiam não era fácil.
Meu pai e meu tio se revezavam pra me dar suas deliciosas atenções. Um metia forte, outro suave; eu mal conseguia distinguir quem era quem porque não podia vê-los.
—Você gostaria que a gente brincasse entre nós? —me perguntou Alicia sem vergonha.
—Hum... claro.
Ela me piscou um olho e se virou, me oferecendo uma vista da sua bunda perfeita. A buceta dela estava tão limpinha quanto a de um bebê e os lábios se apertavam formando o que chamavam de uma empada perfeita. Pequenas gotinhas de fluido e sêmen escorriam. Ela parecia tão apetitosa que não hesitei. Um segundo pra afundar a boca nela, sentir o aroma e o gosto de mel de mulher. Ouvi a Alicia gemendo. Procurei o clitóris dela e me concentrei nele, no gostinho dos almíscares dela e em morder e puxar de leve as dobras da buceta dela.
— Você tá indo bem, Jennifer. Muito bem, na verdade. Lambe mais forte.
Pra ser uma mãe jovem, ela tinha um apetite voraz.
— Posso lamber você?
— Se conseguir tirar esses dois de cima de mim.
— Ah, não precisa. Me dá espaço.
Como conseguiu, a Alicia se arrastou por baixo de mim até improvisar um delicioso 69. Era um espetáculo meio estranho. A combinação de corpos cobertos de areia e suor. Ela abriu as pernas pra me dar uma visão linda do corpo dela, que eu me apressei em levar à boca. Meu tio se aproximou e se masturbou rápido na minha frente. Eu correspondi com umas mordidas e deslizando a língua pelas bolas inchadas dele. De repente, um jato de porra espirrou na minha cara e entrou até pelo meu nariz. Umas gotinhas caíram das minhas bochechas até a pobre da Alicia.
— Alguém gozou em cima de mim? — Perguntou a Marya, com a voz abafada.
— Meu tio.
— Ah...
— Já te limpo — deslizei a língua por toda a barriga dela e recolhi a porra até comer tudo. Também limpei o pau do meu tio.
O marido da Alicia me oferecia o pau dele. Sorri e revirei os olhos. Mesmo assim, lambi ele também até deixar limpo.
E de repente, sem que eu pudesse fazer nada, tanto meu tio quanto a Alicia entraram na minha boca. Não conseguia falar. Tive um orgasmo, excitada tanto pelo que o Manuel fazia atrás, pela boca da Alicia, e pelos dois caras me dando atenção na frente.
— Isso foi lindo — disse a Alicia quando me levantei.
Ela sentou na areia, feliz da vida com o marido do lado.
— Ele é meu marido, Hans.
— Vocês são nudistas?
— Sim, e adoraríamos poder ter outro encontro, se você topar.
— Eu ficaria ofendida se não rolasse.
Nada mal pra minha primeira festa na praia. ---------------------
valeu pelos comentários 🙂 que tal a gente se animar pra uns 9 ou 10 comentários no próximo cap? bora tentar 🙂
11 comentários - Férias Sexuais em Família Cap. 11
Esta genial muchas gracias por compartir
Espero no te des animes a seguir publicando
Definitivamente gracias por compartir