Mili se levantou, meu pau ainda duro foi deixando suas intimidades. Continuei sentado no vaso, me recompondo. Mili me olhou carinhosamente, talvez um pouco orgulhosa do estado em que tinha me deixado.
O olhar dela foi descendo pelo meu peito até minha virilha, viu meu guerreiro avermelhado, ainda ereto, talvez esperando outra amostra de agradecimento dos lábios dela.
— Não é tão pequeno assim… — falei, lembrando das palavras debochadas dela.
— Não… não é… — respondeu satisfeita.
Sem dizer nada, ela foi se ajoelhando, ia atender aquele pedido mental que não ousei manifestar com palavras. Pegou meu pau e o engoliu, limpando os poucos restos do nosso encontro, o resto estava dentro dela. Ficou alguns minutos assim, com a língua passeando pela cabeça do meu pênis, os dedos segurando meu pau. Meus dedos acariciavam os cabelos dela.
Quando achou que tinha terminado a tarefa, talvez com medo de uma nova ereção minha, me olhou de baixo e, ao notar minha expressão agradecida, me deu um sorriso. Depois se levantou e foi de novo para o chuveiro.
Após alguns instantes, fui atrás… dessa vez foram só beijos e carícias… Depois do banho e de nos secar, Mili com a toalha sobre o peito e eu com a toalha na cintura, saímos do banheiro.
— Chega de banheiros por hoje… — disse ela de bom humor.
Fomos buscar nossas roupas. Chegamos na lavanderia, nossas peças já estavam limpas, só faltava colocar na secadora e esperar.
Enquanto esperávamos, a fome bateu. Depois de todos os encontros sexuais, nossos corpos pediam comida — não só de sexo vive o homem.
Descemos para a cozinha. Em cima da mesa, um bilhete da minha mãe:
"Juan Daniel: sua comida está na geladeira, coloca 2 minutos no micro-ondas e fica quentinha… voltamos amanhã… nada de festas… se comporta."
— Que linda sua mãe, Juancito… — disse Mili debochando.
— Ah, sim… Juan é meu primeiro nome… — respondi.
— Mas todo mundo na universidade te chama de Danny…
— Claro, por causa do Daniel… — falei.
— Por que ela colocou Juan Daniel no seu bilhete? Soa muito formal…
Sei lá, ele sempre coloca meus dois nomes nas mensagens, talvez queira soar mais enfática ou enérgica no que tá pedindo… respondi.
Pode ser, mas acho que Danny soa mais amigável… ela disse sorrindo.
Sim, eu também, mas meus pais preferem me chamar de Juan, no geral na minha família me conhecem por esse nome: meus tios, tias, primos… e minhas primas me chamam assim… expliquei.
É, acho que já ouvi o Guillermo te chamar assim uma vez…
Isso foi nos primeiros períodos, agora todo mundo me chama de Danny…
Esclarecido o nome, fomos olhar na geladeira. Minha mãe tinha feito um cozido que parecia bom, mas pra ser sincero, acho que nós dois tava mais a fim de comer porcaria. Nosso corpo tava pedindo caloria aos berros pra se recuperar do desgaste que a gente teve.
Pedi uma pizza grande e refrigerante pelo telefone. Depois de alguns minutos, a gente tava devorando a pizza como se não comesse há dias.
Você vai pensar que sou uma porca… ela disse envergonhada enquanto pegava outro pedaço de pizza e bebia o refri.
Você é uma porquinha muito gostosa… respondi dando um beijo na bochecha dela.
Mili sorriu. Minutos depois, a pizza tinha virado história. Depois de matar a fome, a gente descansou nas cadeiras, conversando sobre besteiras. A gente tinha esquecido da roupa, só as toalhas ainda nos cobrindo.
Depois de um tempo, com o corpo menos pesado, decidimos que era hora de terminar o maldito relatório, que tinha sido o pretexto pra ela vir na minha casa. Só faltava limpar os vestígios da nossa comilança.
Peguei as latas vazias de refri e joguei no lixo. Mili, diligentemente, pegou um pano e se preparou pra limpar a mesa. Peguei a caixa grande da pizza e levei pro latão de lixo do meu jardim.
Caminhei pelo corredor até o jardim, e nesse trajeto observei o que foi meu quarto e agora era o escritório do meu pai. Na frente, tava o quarto de visitas que agora era o quarto dos meus pais. Alguns velhos Lembranças e um pouco de nostalgia me invadiram por uns instantes ao notar que um vaso velho e surrado ainda cumpria sua função decorativa. Não quis me distrair mais com esses pensamentos, joguei a caixa fora e voltei pra cozinha.
Ao voltar, vi a Mili arrumando a mesa. Ela estava de costas pra mim, rebolando aquela bunda linda, a toalha levantava e deixava ver a bunda redonda dela, aquela racha magnífica que escondia o cuzinho dela.
Parecia inacreditável, mas minha toalha também começava a levantar por causa de uma nova ereção. Não pode ser, eu pensava, sem acreditar na rigidez que sentia. Toquei no meu pau, tava duro de novo. Com a mão, fiz pressão pra baixo tentando abaixar ele… segundos depois, desafiador, meu pau voltava a subir.
Não dava pra esconder, o movimento provocante da cintura da Mili enquanto limpava tava me excitando de novo. Pensei em resistir, sair do cômodo até ela terminar o serviço e minha ereção passar. Duvidava que a Mili toparia outro encontro, ainda mais do jeito que eu queria.
Ia sair da cozinha, mas vi a Mili se inclinar completamente, no esforço dela pra alcançar o outro lado da mesa. Com aquele rebolado gostoso e a toalha que já não cobria mais nada, não aguentei.
Ansioso, tirei minha toalha e me aproximei por trás. Meu pau encontrou a racha dela, mas na rigidez desviou pra cima, percorrendo toda aquela linha divisória da bunda dela. Ela se assustou ao sentir a dureza entre as nádegas volumosas. Virou nervosa e com cara de incredulidade me disse:
— Não, Danny, já chega…
— É a última, te prometo… — falei, quase implorando.
— Se é pela comida, eu pago… mas não me faz isso… — reclamou atordoada, pensando que era meu jeito de cobrar pelo jantar que a gente tinha acabado de comer.
— É pelo teu corpo, não consigo evitar… — falei.
— Você é insaciável, por acaso? Já fizemos quatro vezes esta noite!… — protestou, mas vi como mexia a cabeça nervosamente.
— Quinto não é azar… — respondi, acariciando. As bundas dela.
Não, a gente precisa terminar nosso trabalho… respondi, mas agora eu percebia que ela estava cedendo, a pele dela começava a sentir o gosto da minha ereção.
A gente faz depois, temos a noite toda…
Não houve resposta. Mili se levantou um pouco, ainda com o pano na mão, tentou se soltar da minha prisão. Nesse vai e vem, meu pau passeou por toda a buceta dela. Percebi que ela ficava molhada de novo, hesitou um pouco. Aproveitei pra beijar o pescoço dela e vi como essa ação acabava de vez com ela.
Tá bom… ela disse e relaxou, ia deixar eu possuir ela de novo.
Não ia deixar ela se arrepender, não podia dar tempo pra ela pensar. Afastei um pouco a toalha dela e encaixei meu pau no cu dela.
O quê?... nãooo… por aí nãooo… ela gritou assustada.
Mas já era tarde demais, envolvido na sacanagem da situação, enfiei meu pau sem dó, já tinha quase a metade enfiada no cu dela, e com a adrenalina a mil, duvidava que ia tirar.
Aiii… você é um bruto… auuu… ela gemeu de dor.
Já vai passar… eu dizia sem parar de empurrar meu pau pra enterrar o resto.
Nãooo… dói… tira… pelo amor, tira… ela pedia.
Faltava pouco pra ter ela toda engatada. Com toda a luxúria que me dava possuir ela assim, ignorei os pedidos dela. Sabia que não demoraria pra ela implorar pra eu montar nela, mas precisava fazer o corpo dela pedir. Precisava aliviar a dor dela, então beijei o pescoço dela de novo.
Aiii… uhmmmm… ela gemeu, surpresa com ela mesma.
Viu?... viu que você gosta… falei com voz calma e beijei o pescoço dela com paixão de novo.
Não houve resposta. Da posição desconfortável dela, com meu pau entalado no cu dela, ela tentou se ajeitar, a cabeça virou um pouco. Olhei pra ela, os olhos ainda fechados, as bochechas vermelhas, os lábios molhados, a boca semiaberta numa expressão de dor e prazer.
Ela queria que meus lábios terminassem de dominar ela; Beijei ela com paixão, a língua e a respiração dela mostravam a luxúria crescendo. Já não tentava fugir… finalmente abriu os olhos:
Me faz sua… foi o pedido que ela fez, submissa. Viro o olhar dela de novo pra mesa, esperando que ela se submetesse ao que eu tava fazendo. Segurei ela pela cintura pra evitar que fugisse de novo, aí recuei e enfiei minha pica dura nela.
Ouuu… mais devagar… por favor…
Eu tava excitado pra caralho vendo aquela bunda esplêndida apertada contra meu quadril, se abrindo pra minha pica… então nem liguei muito pro pedido dela e continuei martelando aquele rabo inchado…
Ayyy nãooo… não uhmmmm…ahhhh…
Ela reclamava de vez em quando e, de vez em quando, escapavam uns gemidos. Sabia que ela tava sofrendo, via nas mãos dela: uma arranhava a mesa e a outra apertava com força o pano de limpeza. Eu, simplesmente, não conseguia parar, queria continuar montando nela que nem um selvagem…
As penetrações fortes que eu tava dando faziam os peitos dela balançarem, a toalha escorregando dos melões que seguravam ela, deixando as tetas no ar, vibrando no ritmo das minhas investidas no cu dela.
Ohhh… uhmmm… ohhh…
O som dos gemidos dela, os lamentos, ecoava pela cozinha toda, talvez pela casa inteira, junto com minha respiração pesada, o som vibrante da bunda dela batendo na minha virilha, o barulho da mesa que ia cedendo da posição original…
Mili já não tentava mais fugir, ansiosa, aguentava minhas investidas violentas. Minhas mãos foram pros peitos dela, sentia eles tremendo, do mesmo jeito que via a bunda dela praticamente pulando no ritmo das minhas metidas no cu dela.
Já não aguento… já não aguento… não consigo mais… ahhh … ahh…
Ela não conseguiu se segurar mais nos braços, apoiou os cotovelos na mesa e continuou resistindo às minhas estocadas. Dei uns tapas na bunda grande dela, esperando animar ela.
Já já… já já… falei, sentindo que ia gozar.
Anda logo que não aguento…ahhh…
Agora sim, Mili tava quase desmaiando, deitou o torso todo na mesa, as mãos agora segurando as bordas. A cabeça dela de lado no móvel que ela tinha acabado de limpar, entre aquele cabelo bagunçado eu via o rosto dela, gostosamente exausto. Os gemidos e choramingos dela… eram mais contínuos, tipo entrando e saindo do meu pau musculoso no corpo dela...
Ahhhh... uhmmm... ela exclamou ao sentir meu gozo invadindo ela.
Arqueou as costas enquanto as bundas carnudas dela eram apertadas com força entre a mesa e minha virilha. Apoiei as mãos de novo na mesa, fazendo punhos, aguentando aquela avalanche de porra, aquela onda de prazer que invadia ela de novo. Virando o rosto, ela me pediu com febre...
Me beija...
Num surto de loucura também, típico do encontro selvagem que a gente teve, peguei ela pelos cabelos e puxei pra perto de mim, quando o rosto dela ficou na altura certa, beijei ela. Longe de me morder ou reclamar da minha brutalidade, a Mili devolveu meus beijos com uma veemência ofegante.
Depois, ela se deixou cair de novo sobre a mesa. Via as costas dela subindo e descendo pelo ritmo acelerado da respiração. A toalha estava arregaçada na cintura dela, as nádegas vermelhas por uns tapas que eu dei e pelo bater constante contra minha virilha. A racha do cu dela ainda escancarada porque meu pau continuava pressionando ela, cravando ela na mesa...
Fui recuando, notei um espasmo de dor no corpo da Mili enquanto meu pau saía do cu apertado e machucado dela. Ela continuou descansando com a barriga na mesa.
Eu sentei numa cadeira até minha respiração voltar ao normal, e enquanto isso via o cu dela começando a expelir o esperma que tinha enchido o interior dela sob pressão, agora escorrendo pelas coxas carnudas dela.
Depois de me recuperar da agitação, levantei e dei um tapa na bunda gorda dela.
Auuu... ei... ela reclamou, dando sinais de vida.
Acho que já fizemos a digestão... agora temos que trabalhar... falei na maior cara de pau.
Teria sido mais educado me avisar que esse era seu jeito de fazer digestão... ela me repreendeu docemente.
E o que você teria feito?... perguntei sarcástico.
Sei lá, teria ficado mais preparada, talvez tivesse fugido... respondeu engraçadinha.
Pra onde? Você teria fugido?... tá na minha casa…
Tem razão… ela disse rindo.
Ela se levantou e pegou a toalha pra limpar o resto dos meus fluidos no corpo dela. Depois pegou o pano e começou a apagar o rastro do corpo dela em cima da mesa. Claro que dessa vez não virou as costas pra mim, sabia que era perigoso fazer isso, então preferiu ir pro outro lado da mesa.
Eu sorri ao ver ela fazer aquele movimento evasivo pro outro lado do móvel, notei a dificuldade dela pra andar… parece que judiei muito do cu dela, com isso acho que já deu por hoje, pensei comigo, sentindo um pouco de ardência no meu pau vermelho e meio inchado. Eu também tava sofrendo as consequências daquelas fricções contínuas entre nossos genitais.
Mili, sem reclamar, continuou com o trabalho de limpeza, sorrindo safada e me olhando de vez em quando, como se vigiasse pra eu não sair do lugar.
Eu olhava satisfeito os melões dela balançando no ritmo da limpeza na mesa. Ela percebeu, com medo de outro ataque meu, pegou a toalha e cobriu os peitos de novo. Eu ri.
— Não se preocupa, acho que já deu por hoje… falei.
— Com você nunca se sabe… respondeu com um olhar desconfiado.
Como prova de boa fé, eu também me cobri com minha toalha. Pouco depois, a gente subia devagar e cansado a escada pro segundo andar, pro meu quarto, pra fazer o tal relatório odioso…
No caminho, Mili me perguntou curiosa:
— Me diz… pizza é um afrodisíaco pra você?…
— Não, idiota… só que o movimento do seu quadril me inspirou…
— Ahhh… e você pensou que meu quadril não mente…
— Kkkk… é, algo assim…
— Da próxima, eu cuido da retaguarda… suspirou rindo.
Continua…
O olhar dela foi descendo pelo meu peito até minha virilha, viu meu guerreiro avermelhado, ainda ereto, talvez esperando outra amostra de agradecimento dos lábios dela.
— Não é tão pequeno assim… — falei, lembrando das palavras debochadas dela.
— Não… não é… — respondeu satisfeita.
Sem dizer nada, ela foi se ajoelhando, ia atender aquele pedido mental que não ousei manifestar com palavras. Pegou meu pau e o engoliu, limpando os poucos restos do nosso encontro, o resto estava dentro dela. Ficou alguns minutos assim, com a língua passeando pela cabeça do meu pênis, os dedos segurando meu pau. Meus dedos acariciavam os cabelos dela.
Quando achou que tinha terminado a tarefa, talvez com medo de uma nova ereção minha, me olhou de baixo e, ao notar minha expressão agradecida, me deu um sorriso. Depois se levantou e foi de novo para o chuveiro.
Após alguns instantes, fui atrás… dessa vez foram só beijos e carícias… Depois do banho e de nos secar, Mili com a toalha sobre o peito e eu com a toalha na cintura, saímos do banheiro.
— Chega de banheiros por hoje… — disse ela de bom humor.
Fomos buscar nossas roupas. Chegamos na lavanderia, nossas peças já estavam limpas, só faltava colocar na secadora e esperar.
Enquanto esperávamos, a fome bateu. Depois de todos os encontros sexuais, nossos corpos pediam comida — não só de sexo vive o homem.
Descemos para a cozinha. Em cima da mesa, um bilhete da minha mãe:
"Juan Daniel: sua comida está na geladeira, coloca 2 minutos no micro-ondas e fica quentinha… voltamos amanhã… nada de festas… se comporta."
— Que linda sua mãe, Juancito… — disse Mili debochando.
— Ah, sim… Juan é meu primeiro nome… — respondi.
— Mas todo mundo na universidade te chama de Danny…
— Claro, por causa do Daniel… — falei.
— Por que ela colocou Juan Daniel no seu bilhete? Soa muito formal…
Sei lá, ele sempre coloca meus dois nomes nas mensagens, talvez queira soar mais enfática ou enérgica no que tá pedindo… respondi.
Pode ser, mas acho que Danny soa mais amigável… ela disse sorrindo.
Sim, eu também, mas meus pais preferem me chamar de Juan, no geral na minha família me conhecem por esse nome: meus tios, tias, primos… e minhas primas me chamam assim… expliquei.
É, acho que já ouvi o Guillermo te chamar assim uma vez…
Isso foi nos primeiros períodos, agora todo mundo me chama de Danny…
Esclarecido o nome, fomos olhar na geladeira. Minha mãe tinha feito um cozido que parecia bom, mas pra ser sincero, acho que nós dois tava mais a fim de comer porcaria. Nosso corpo tava pedindo caloria aos berros pra se recuperar do desgaste que a gente teve.
Pedi uma pizza grande e refrigerante pelo telefone. Depois de alguns minutos, a gente tava devorando a pizza como se não comesse há dias.
Você vai pensar que sou uma porca… ela disse envergonhada enquanto pegava outro pedaço de pizza e bebia o refri.
Você é uma porquinha muito gostosa… respondi dando um beijo na bochecha dela.
Mili sorriu. Minutos depois, a pizza tinha virado história. Depois de matar a fome, a gente descansou nas cadeiras, conversando sobre besteiras. A gente tinha esquecido da roupa, só as toalhas ainda nos cobrindo.
Depois de um tempo, com o corpo menos pesado, decidimos que era hora de terminar o maldito relatório, que tinha sido o pretexto pra ela vir na minha casa. Só faltava limpar os vestígios da nossa comilança.
Peguei as latas vazias de refri e joguei no lixo. Mili, diligentemente, pegou um pano e se preparou pra limpar a mesa. Peguei a caixa grande da pizza e levei pro latão de lixo do meu jardim.
Caminhei pelo corredor até o jardim, e nesse trajeto observei o que foi meu quarto e agora era o escritório do meu pai. Na frente, tava o quarto de visitas que agora era o quarto dos meus pais. Alguns velhos Lembranças e um pouco de nostalgia me invadiram por uns instantes ao notar que um vaso velho e surrado ainda cumpria sua função decorativa. Não quis me distrair mais com esses pensamentos, joguei a caixa fora e voltei pra cozinha.
Ao voltar, vi a Mili arrumando a mesa. Ela estava de costas pra mim, rebolando aquela bunda linda, a toalha levantava e deixava ver a bunda redonda dela, aquela racha magnífica que escondia o cuzinho dela.
Parecia inacreditável, mas minha toalha também começava a levantar por causa de uma nova ereção. Não pode ser, eu pensava, sem acreditar na rigidez que sentia. Toquei no meu pau, tava duro de novo. Com a mão, fiz pressão pra baixo tentando abaixar ele… segundos depois, desafiador, meu pau voltava a subir.
Não dava pra esconder, o movimento provocante da cintura da Mili enquanto limpava tava me excitando de novo. Pensei em resistir, sair do cômodo até ela terminar o serviço e minha ereção passar. Duvidava que a Mili toparia outro encontro, ainda mais do jeito que eu queria.
Ia sair da cozinha, mas vi a Mili se inclinar completamente, no esforço dela pra alcançar o outro lado da mesa. Com aquele rebolado gostoso e a toalha que já não cobria mais nada, não aguentei.
Ansioso, tirei minha toalha e me aproximei por trás. Meu pau encontrou a racha dela, mas na rigidez desviou pra cima, percorrendo toda aquela linha divisória da bunda dela. Ela se assustou ao sentir a dureza entre as nádegas volumosas. Virou nervosa e com cara de incredulidade me disse:
— Não, Danny, já chega…
— É a última, te prometo… — falei, quase implorando.
— Se é pela comida, eu pago… mas não me faz isso… — reclamou atordoada, pensando que era meu jeito de cobrar pelo jantar que a gente tinha acabado de comer.
— É pelo teu corpo, não consigo evitar… — falei.
— Você é insaciável, por acaso? Já fizemos quatro vezes esta noite!… — protestou, mas vi como mexia a cabeça nervosamente.
— Quinto não é azar… — respondi, acariciando. As bundas dela.
Não, a gente precisa terminar nosso trabalho… respondi, mas agora eu percebia que ela estava cedendo, a pele dela começava a sentir o gosto da minha ereção.
A gente faz depois, temos a noite toda…
Não houve resposta. Mili se levantou um pouco, ainda com o pano na mão, tentou se soltar da minha prisão. Nesse vai e vem, meu pau passeou por toda a buceta dela. Percebi que ela ficava molhada de novo, hesitou um pouco. Aproveitei pra beijar o pescoço dela e vi como essa ação acabava de vez com ela.
Tá bom… ela disse e relaxou, ia deixar eu possuir ela de novo.
Não ia deixar ela se arrepender, não podia dar tempo pra ela pensar. Afastei um pouco a toalha dela e encaixei meu pau no cu dela.
O quê?... nãooo… por aí nãooo… ela gritou assustada.
Mas já era tarde demais, envolvido na sacanagem da situação, enfiei meu pau sem dó, já tinha quase a metade enfiada no cu dela, e com a adrenalina a mil, duvidava que ia tirar.
Aiii… você é um bruto… auuu… ela gemeu de dor.
Já vai passar… eu dizia sem parar de empurrar meu pau pra enterrar o resto.
Nãooo… dói… tira… pelo amor, tira… ela pedia.
Faltava pouco pra ter ela toda engatada. Com toda a luxúria que me dava possuir ela assim, ignorei os pedidos dela. Sabia que não demoraria pra ela implorar pra eu montar nela, mas precisava fazer o corpo dela pedir. Precisava aliviar a dor dela, então beijei o pescoço dela de novo.
Aiii… uhmmmm… ela gemeu, surpresa com ela mesma.
Viu?... viu que você gosta… falei com voz calma e beijei o pescoço dela com paixão de novo.
Não houve resposta. Da posição desconfortável dela, com meu pau entalado no cu dela, ela tentou se ajeitar, a cabeça virou um pouco. Olhei pra ela, os olhos ainda fechados, as bochechas vermelhas, os lábios molhados, a boca semiaberta numa expressão de dor e prazer.
Ela queria que meus lábios terminassem de dominar ela; Beijei ela com paixão, a língua e a respiração dela mostravam a luxúria crescendo. Já não tentava fugir… finalmente abriu os olhos:
Me faz sua… foi o pedido que ela fez, submissa. Viro o olhar dela de novo pra mesa, esperando que ela se submetesse ao que eu tava fazendo. Segurei ela pela cintura pra evitar que fugisse de novo, aí recuei e enfiei minha pica dura nela.
Ouuu… mais devagar… por favor…
Eu tava excitado pra caralho vendo aquela bunda esplêndida apertada contra meu quadril, se abrindo pra minha pica… então nem liguei muito pro pedido dela e continuei martelando aquele rabo inchado…
Ayyy nãooo… não uhmmmm…ahhhh…
Ela reclamava de vez em quando e, de vez em quando, escapavam uns gemidos. Sabia que ela tava sofrendo, via nas mãos dela: uma arranhava a mesa e a outra apertava com força o pano de limpeza. Eu, simplesmente, não conseguia parar, queria continuar montando nela que nem um selvagem…
As penetrações fortes que eu tava dando faziam os peitos dela balançarem, a toalha escorregando dos melões que seguravam ela, deixando as tetas no ar, vibrando no ritmo das minhas investidas no cu dela.
Ohhh… uhmmm… ohhh…
O som dos gemidos dela, os lamentos, ecoava pela cozinha toda, talvez pela casa inteira, junto com minha respiração pesada, o som vibrante da bunda dela batendo na minha virilha, o barulho da mesa que ia cedendo da posição original…
Mili já não tentava mais fugir, ansiosa, aguentava minhas investidas violentas. Minhas mãos foram pros peitos dela, sentia eles tremendo, do mesmo jeito que via a bunda dela praticamente pulando no ritmo das minhas metidas no cu dela.
Já não aguento… já não aguento… não consigo mais… ahhh … ahh…
Ela não conseguiu se segurar mais nos braços, apoiou os cotovelos na mesa e continuou resistindo às minhas estocadas. Dei uns tapas na bunda grande dela, esperando animar ela.
Já já… já já… falei, sentindo que ia gozar.
Anda logo que não aguento…ahhh…
Agora sim, Mili tava quase desmaiando, deitou o torso todo na mesa, as mãos agora segurando as bordas. A cabeça dela de lado no móvel que ela tinha acabado de limpar, entre aquele cabelo bagunçado eu via o rosto dela, gostosamente exausto. Os gemidos e choramingos dela… eram mais contínuos, tipo entrando e saindo do meu pau musculoso no corpo dela...
Ahhhh... uhmmm... ela exclamou ao sentir meu gozo invadindo ela.
Arqueou as costas enquanto as bundas carnudas dela eram apertadas com força entre a mesa e minha virilha. Apoiei as mãos de novo na mesa, fazendo punhos, aguentando aquela avalanche de porra, aquela onda de prazer que invadia ela de novo. Virando o rosto, ela me pediu com febre...
Me beija...
Num surto de loucura também, típico do encontro selvagem que a gente teve, peguei ela pelos cabelos e puxei pra perto de mim, quando o rosto dela ficou na altura certa, beijei ela. Longe de me morder ou reclamar da minha brutalidade, a Mili devolveu meus beijos com uma veemência ofegante.
Depois, ela se deixou cair de novo sobre a mesa. Via as costas dela subindo e descendo pelo ritmo acelerado da respiração. A toalha estava arregaçada na cintura dela, as nádegas vermelhas por uns tapas que eu dei e pelo bater constante contra minha virilha. A racha do cu dela ainda escancarada porque meu pau continuava pressionando ela, cravando ela na mesa...
Fui recuando, notei um espasmo de dor no corpo da Mili enquanto meu pau saía do cu apertado e machucado dela. Ela continuou descansando com a barriga na mesa.
Eu sentei numa cadeira até minha respiração voltar ao normal, e enquanto isso via o cu dela começando a expelir o esperma que tinha enchido o interior dela sob pressão, agora escorrendo pelas coxas carnudas dela.
Depois de me recuperar da agitação, levantei e dei um tapa na bunda gorda dela.
Auuu... ei... ela reclamou, dando sinais de vida.
Acho que já fizemos a digestão... agora temos que trabalhar... falei na maior cara de pau.
Teria sido mais educado me avisar que esse era seu jeito de fazer digestão... ela me repreendeu docemente.
E o que você teria feito?... perguntei sarcástico.
Sei lá, teria ficado mais preparada, talvez tivesse fugido... respondeu engraçadinha.
Pra onde? Você teria fugido?... tá na minha casa…
Tem razão… ela disse rindo.
Ela se levantou e pegou a toalha pra limpar o resto dos meus fluidos no corpo dela. Depois pegou o pano e começou a apagar o rastro do corpo dela em cima da mesa. Claro que dessa vez não virou as costas pra mim, sabia que era perigoso fazer isso, então preferiu ir pro outro lado da mesa.
Eu sorri ao ver ela fazer aquele movimento evasivo pro outro lado do móvel, notei a dificuldade dela pra andar… parece que judiei muito do cu dela, com isso acho que já deu por hoje, pensei comigo, sentindo um pouco de ardência no meu pau vermelho e meio inchado. Eu também tava sofrendo as consequências daquelas fricções contínuas entre nossos genitais.
Mili, sem reclamar, continuou com o trabalho de limpeza, sorrindo safada e me olhando de vez em quando, como se vigiasse pra eu não sair do lugar.
Eu olhava satisfeito os melões dela balançando no ritmo da limpeza na mesa. Ela percebeu, com medo de outro ataque meu, pegou a toalha e cobriu os peitos de novo. Eu ri.
— Não se preocupa, acho que já deu por hoje… falei.
— Com você nunca se sabe… respondeu com um olhar desconfiado.
Como prova de boa fé, eu também me cobri com minha toalha. Pouco depois, a gente subia devagar e cansado a escada pro segundo andar, pro meu quarto, pra fazer o tal relatório odioso…
No caminho, Mili me perguntou curiosa:
— Me diz… pizza é um afrodisíaco pra você?…
— Não, idiota… só que o movimento do seu quadril me inspirou…
— Ahhh… e você pensou que meu quadril não mente…
— Kkkk… é, algo assim…
— Da próxima, eu cuido da retaguarda… suspirou rindo.
Continua…
0 comentários - Rompiendole el culo a mili (07)