Olá, coelhinha. Li seus posts e quero contar minha história, aquela típica de mãe solteira que encontra consolo em outro homem que não é seu parceiro.
Moro em Coacalco, no México, tenho 24 anos e um filho de 2 anos. Trabalho como promotora da Telcel ou América Móvel, como preferir. É basicamente como modelar com um uniforme que anuncia a marca e ser o atrativo visual.
Quando tinha 21 anos e comecei a trabalhar nessa empresa, quase ao mesmo tempo, iniciei um relacionamento com meu chefe — típico, né? — e acabei destruindo o casamento dele, já que ele era casado. Mas a culpa o consumia, e comigo ele era muito violento, me batia às vezes. Eu tinha que ir trabalhar com muita maquiagem para esconder os hematomas. Meu pai descobriu e mandou bater nele depois que ele me deixou no hospital. Então, meu pai, que é publicitário, deu um jeito de enfiá-lo na cadeia, e foi o que aconteceu — ele ainda está cumprindo pena aqui no México.
Como eu precisava trabalhar para dar de comer ao meu filho, e principalmente porque não tenho o apoio da minha mãe para cuidar dele — já que minha mãe abandonou meu pai por uma mulher —, só tenho ele. E ele trabalha, está a poucos meses de se aposentar, aos 55 anos.
Quando meu pai se aposentou, uma semana antes, a gente tinha conversado sobre tirar férias, como família. Decidimos não ir para a praia, mas para a cidade de Guadalajara... Fomos de ônibus. Mas, quando estávamos no ônibus, conversamos muito agradavelmente. Lembro de dizer a ele que não pensava mais em ter homens, porque tinha me dado muito mal com eles. Ele me consolou e disse que nem todos os homens são iguais, que ele era um bom homem e que eu sabia bem que ele nunca tinha sido violento com minha mãe.
Mas até aí, era uma conversa normal de adultos. Fomos nos registrar no hotel, e eu não tinha problema em dividir quarto com meu pai, muito menos por estar com meu bebê junto.
Descemos para jantar, tudo muito bem. E então... Dormimos na mesma cama, eu tenho o sono muito leve, ou seja, acordo com qualquer coisa. Diferente de mim, meu pai sofre de hipersonia, ou seja, precisa dormir mais de 14 horas pra não ficar de mal humor.
Naquela noite, eu abracei ele e, como toda garota, mudei de posição. Ele estava tendo um sonho molhado ou erótico, como preferir. Consegui sentir o tamanho do pau dele. Só tinha ficado com dois caras: o pai do meu filho e um namorado da escola, mas ninguém tinha aquele volume que eu senti através do pijama dele.
Só quis passar a mão, com cuidado pra não acordar ele, e confirmar se minha suspeita era verdade: ele tava de pau duro.
No dia seguinte, acordamos cedo pra fazer o tour pela cidade, museus, restaurantes, igrejas, tudo que turista faz. Chegou a noite e, no buffet do restaurante, perguntei quanto tempo ele tava sem transar com uma mina. Ele disse que já fazia uns 11 anos desde que minha mãe foi embora com a namorada dela. Fiquei surpresa que ele tava há tanto tempo sem. Eu disse que tava há quase 1 ano, mas já tava sentindo falta. Ele falou que sabia onde eu queria chegar, mas mudou de assunto e começou a falar de política, que é uma das paixões dele.
Subimos no elevador. Decidi tomar banho e, quando saí, meu filho já tava dormindo e meu pai também já tava deitado. Mas eu não conseguia esquecer de olhar pra virilha dele e lembrar da noite anterior. Tirei meu pijama e fiquei só de calcinha fio dental e sutiã. Me aproximei da cama, puxei a calça dele pra baixo e comecei a fazer um boquete. Senti ele endurecendo e, ao mesmo tempo, acordando. Quando ele acordou, perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que só tava agradecendo pelas férias.
Ele respondeu... que era verdade o que diziam das promoter: que somos umas putas. Mas ele já tava excitado, então tirou a camiseta e ficou pelado. Me colocou de joelhos e começamos a fazer sexo oral um no outro.
Depois, trocamos de posição. Subi em cima dele e fiz de cowgirl, depois um 69, de quatro... a gente transou. Sorte que meu bebê não acordou depois dos meus gritos, eu amava sentir as investidas dele.
Ele acabou gozando dentro da minha boca.
Dormimos abraçados e, no outro dia, saímos de novo pra viajar, mas já éramos algo a mais. Éramos um casal (Nunca imaginei que o "padrasto" do meu filho fosse ser meu próprio pai).
Vou deixar umas fotos minhas, coelha, e depois te conto a segunda e a terceira parte da minha história. Abraços e obrigada por compartilhar seu WhatsApp e trocar histórias, principalmente por saber que não sou a única garota que transa com o pai e vive como casal com ele!



Moro em Coacalco, no México, tenho 24 anos e um filho de 2 anos. Trabalho como promotora da Telcel ou América Móvel, como preferir. É basicamente como modelar com um uniforme que anuncia a marca e ser o atrativo visual.
Quando tinha 21 anos e comecei a trabalhar nessa empresa, quase ao mesmo tempo, iniciei um relacionamento com meu chefe — típico, né? — e acabei destruindo o casamento dele, já que ele era casado. Mas a culpa o consumia, e comigo ele era muito violento, me batia às vezes. Eu tinha que ir trabalhar com muita maquiagem para esconder os hematomas. Meu pai descobriu e mandou bater nele depois que ele me deixou no hospital. Então, meu pai, que é publicitário, deu um jeito de enfiá-lo na cadeia, e foi o que aconteceu — ele ainda está cumprindo pena aqui no México.
Como eu precisava trabalhar para dar de comer ao meu filho, e principalmente porque não tenho o apoio da minha mãe para cuidar dele — já que minha mãe abandonou meu pai por uma mulher —, só tenho ele. E ele trabalha, está a poucos meses de se aposentar, aos 55 anos.
Quando meu pai se aposentou, uma semana antes, a gente tinha conversado sobre tirar férias, como família. Decidimos não ir para a praia, mas para a cidade de Guadalajara... Fomos de ônibus. Mas, quando estávamos no ônibus, conversamos muito agradavelmente. Lembro de dizer a ele que não pensava mais em ter homens, porque tinha me dado muito mal com eles. Ele me consolou e disse que nem todos os homens são iguais, que ele era um bom homem e que eu sabia bem que ele nunca tinha sido violento com minha mãe.
Mas até aí, era uma conversa normal de adultos. Fomos nos registrar no hotel, e eu não tinha problema em dividir quarto com meu pai, muito menos por estar com meu bebê junto.
Descemos para jantar, tudo muito bem. E então... Dormimos na mesma cama, eu tenho o sono muito leve, ou seja, acordo com qualquer coisa. Diferente de mim, meu pai sofre de hipersonia, ou seja, precisa dormir mais de 14 horas pra não ficar de mal humor.
Naquela noite, eu abracei ele e, como toda garota, mudei de posição. Ele estava tendo um sonho molhado ou erótico, como preferir. Consegui sentir o tamanho do pau dele. Só tinha ficado com dois caras: o pai do meu filho e um namorado da escola, mas ninguém tinha aquele volume que eu senti através do pijama dele.
Só quis passar a mão, com cuidado pra não acordar ele, e confirmar se minha suspeita era verdade: ele tava de pau duro.
No dia seguinte, acordamos cedo pra fazer o tour pela cidade, museus, restaurantes, igrejas, tudo que turista faz. Chegou a noite e, no buffet do restaurante, perguntei quanto tempo ele tava sem transar com uma mina. Ele disse que já fazia uns 11 anos desde que minha mãe foi embora com a namorada dela. Fiquei surpresa que ele tava há tanto tempo sem. Eu disse que tava há quase 1 ano, mas já tava sentindo falta. Ele falou que sabia onde eu queria chegar, mas mudou de assunto e começou a falar de política, que é uma das paixões dele.
Subimos no elevador. Decidi tomar banho e, quando saí, meu filho já tava dormindo e meu pai também já tava deitado. Mas eu não conseguia esquecer de olhar pra virilha dele e lembrar da noite anterior. Tirei meu pijama e fiquei só de calcinha fio dental e sutiã. Me aproximei da cama, puxei a calça dele pra baixo e comecei a fazer um boquete. Senti ele endurecendo e, ao mesmo tempo, acordando. Quando ele acordou, perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que só tava agradecendo pelas férias.
Ele respondeu... que era verdade o que diziam das promoter: que somos umas putas. Mas ele já tava excitado, então tirou a camiseta e ficou pelado. Me colocou de joelhos e começamos a fazer sexo oral um no outro.
Depois, trocamos de posição. Subi em cima dele e fiz de cowgirl, depois um 69, de quatro... a gente transou. Sorte que meu bebê não acordou depois dos meus gritos, eu amava sentir as investidas dele.
Ele acabou gozando dentro da minha boca.
Dormimos abraçados e, no outro dia, saímos de novo pra viajar, mas já éramos algo a mais. Éramos um casal (Nunca imaginei que o "padrasto" do meu filho fosse ser meu próprio pai).
Vou deixar umas fotos minhas, coelha, e depois te conto a segunda e a terceira parte da minha história. Abraços e obrigada por compartilhar seu WhatsApp e trocar histórias, principalmente por saber que não sou a única garota que transa com o pai e vive como casal com ele!




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