Sonho realizado

Encurto a intro porque é chato. Sou de Capital, 33 anos, amigo há uns 15 anos da Nancy (vamos chamar ela assim).

Quando nossa amizade começou, ela era uma menina de 15 anos, eu 18, mas hoje temos 29 e 33 anos, ela casada e eu solteiro. Nancy sempre deixou minha pica dura do nada, e ela nunca soube tão literalmente. Já tentei dar uns lances e tomei toco, mas vendendo pra ela que eu "gostava" dela e que a queria muito e blá blá, não a real... que é que ela me deixa com a pica dura pra caralho. Questão que essa semana, conversando por áudios do WhatsApp, rolou esse diálogo:

N - Tô com uma punheta, não quero fazer nada
Y - ...que não é a mesma coisa que "quero bater uma punheta"
N - Não, mas se quiser, pra mim não tem problema

E esse "permissão" me deu um certo tesão, senti um formigamento na pica e não resisti, falei "meio sério e meio brincando"... se colasse, colou.

Y - Quer que eu seja sincero?
N - Uh, PERIGO... sim, claro
Y - Sempre me deixou de pica dura, amiga. Tô morrendo de vontade de te comer
N - Ah, olha só o que eu descubro (silêncio) ....então já deve ter dedicado mais de uma punheta pra mim
Y - E.. você vê quanto tempo a gente é amigo, que você me deu toco, seus namorados
N - Mano, tá de sacanagem que você tá batendo uma agora, tô te sentindo estranho
Y - Sim, porque além do seu corpo, me dá um tesão danado te ouvir falar
N - Nãooo mano isso é muito forte... sério que você tá batendo uma?
Y - Quer uma foto? não tenho problema em mostrar a pica, hein
N - ....Não, valeu

A conversa seguiu mais um pouco, até que a curiosidade bateu e ela quis ver...

N - Não acredito em você, vamos ver... me mostra a pica, não é possível.
(mandei a foto)
N - .....
Y - Você pediu a foto, hein, não vai ficar puta por ter visto minha pica
(achei que ela tinha ficado puta porque deixou no VISTO)
N - Mano, não acredito que você tem uma pica tão grossa
Y - Agora não me enche, é uma pica normal
N - Posso te pedir uma coisa?
Y - Me pedir uma coisa? Sim, parece estranho mas... fala aí
N - Bate uma punheta e dedica pra mim, amei sua pica pau, desculpa falar assim, mas nada a ver com a do Rodrigo, ele tem uma pauzão e eu não curto, perdi a graça faz tempo. Esse pedido, como vocês podem imaginar, me deixou louco... a mina que sempre me fez bater umas e outras punhetas, tava me pedindo pra eu dedicar uma pra ela porque amou minha pica, mas não acaba por aqui.Sueño concretado

Sueño concretadoN- Te mando essa ajuda caso precise
Y- Você é uma filha da puta, não pode mostrar a buceta assim na minha cara, Nan...
N- Desculpa, mano, mas sério, adorei essa pica
Y- Olha... eu sei que você ama seu marido e tudo que quiser me dizer, mas se isso aconteceu com a minha pica e eu quero te comer há anos... por que a gente não se vê e transa? Que punheta nem punheta?

Ela ficou em silêncio, imagino que tenha pensado, e meio hesitando me disse

N- S-s sei lá, que sei eu, é estranho trair o Rodri, nunca fiz isso
Y- Tem muita diferença de ficar se tocando a buceta agora por causa da minha pica?
N- Não estou... me tocando
Y- Dá pra perceber na sua fala, não tenta disfarçar, você tá fazendo alguma coisa e, junto com os silêncios, não sei se tá batendo uma mesmo, mas pelo menos umas carícias você tá dando
N- Você é um cuzão, ok, então... quando?

Ela me disse os horários do marido, e não eram muito extensos porque ele trabalhava por conta própria... isso complicava tudo, então eu digo pra ela que com a desculpa de ir ver a melhor amiga (tinha vindo de férias, mora na Europa) a gente se encontra, já que é óbvio que com a amiga ela ia ficar várias horas. Aí ela falou com a amiga pra ser cúmplice caso ligassem, e a gente se viu num hotel em Belgrano (capital federal)...Sueño concretadoE aí, cê já pode imaginar o que aconteceu... ia ser mais fácil contar o que não rolou. Eu realizei a vontade de tantos anos, aquela bunda foi minha, chupei tudo dela, ela engoliu até minha alma, a ponto de que, quando terminamos e tivemos que ir embora, ela, ao se levantar, caiu porque as pernas não aguentavam, e eu, com um pouco mais de sorte, também caí, mas em cima da cama.

Ao sair do hotel, depois de deixar o corpo mandar sangue pras pernas e elas ficarem fortes pra andar, chegamos numa esquina escura que sabíamos que era quase deserta geralmente, então ela me diz:

N - Antes de cada um ir pro seu lado... cê me dá minha última dose de porra?

Ela sentou num canteirinho, puxou minha pica pra fora, e sem dizer nada começou a me chupar no meio da rua, umas 8 da noite, até que eu sinto que vinha um mar de porra... e falo:

Y - Quão puta cê é?
N - Muito puta, e a partir de hoje vou ser dona dessa pica.
Y - Muito puta? Então quero ver se cê tem coragem dessa porra ir na sua cara.
N - Hmm, safado, tem certeza?
Y - Eu tenho, sim... o problema é você... vão te ver com a cara branca, haha.
N - Seu filho da puta, manda ver... joga tudo na minha cara.

E ela nem terminou de falar e eu já tava gozando na cara dela, e enfiei na boca enquanto ela falava. Na real, a danada, assim que terminamos, ia se levantar e viu que no táxi que tava estacionado e nos tampava, tinha ficado um fiozinho, e passou o dedo e engoliu.

Espero que tenham gostado, lógico que é tudo real, não perderia tempo inventando essas coisas, mas sei que mesmo assim vai ter gente que não vai acreditar, sinto muito por eles.

ESPERO SEUS PONTOS E COMENTÁRIOSBOA ONDA
Sueño concretado

5 comentários - Sonho realizado

Muyyyyy bueno nos calentaste mal a los dos esperamos que continue la historia van pts.
Que suerte la tuya hermano, yo creo que disfrute con vos. Jaaa
"creo que disfruté con vos" jajajaja

Me alegro que lo hayas disfrutado
Nueva puta en el espinel, en el fondo todas son putas, ellas sienten y quieren igual que nosotros y eso de ser "recataditas" ya se esta pasando de moda +10