Bateram com insistência na campainha de casa, abri meio irritado, sem olhar no olho mágico antes... levei um susto ao ver minha querida sobrinha Camila, filha do irmão da minha ex-mulher Dayan, puta merda como ela tinha crescido, já tava com seus 26 anos, e na hora passei ela pra dentro abrindo a porta...
Ao passar, ela segurou a saia, levantou a mão ao fechar e deixou à mostra uma boa parte das pernas. Bom, eu vi e encarei como algo acidental. Acho que não tive tempo de virar o rosto pro outro lado, ou talvez tenha sido a vontade de admirar aquelas colunas carnudas... Preferi acreditar nessa última opção, e quando olhei pro rosto dela, me deparei com um olhar bem safado da parte dela... E nem eu nem ela tivemos coragem de nos desculpar...
O motivo pelo qual ela veio foi pra pedir permissão pra ficar um tempo aqui em casa, já que a distância e o tempo até a escola dela tavam dando um baita transtorno, até na grana. Eu falei que sim na hora, pra apoiar ela, e deixei ela ficar no meu quarto lá em cima, enquanto eu fiquei no andar de baixo... No jantar, a gente relembrou os velhos tempos que passamos juntos como uma família unida, o tempo voou, e eu entreguei as chaves pra ela não ter perrengue na hora de chegar. Falei que o jardim tava à disposição dela, assim como a banheirinha da piscina... Quando cheguei do trabalho no dia seguinte, ela tava se esfregando na banheira com a água... Pra ser sincero, não consegui evitar de cravar os olhos nos peitos dela, e aí entrei em casa depois de dar um oi...
No dia seguinte, a gente se encontrou na hora do almoço, batemos um papo, e depois fomos pro meu cantinho favorito, onde o Sol chega com tudo. Lá tenho minhas coisas pra trabalhar ou relaxar... Ela sentou na minha frente, aquele decote enorme me deixava todo inquieto, e eu não conseguia me concentrar no serviço. Ela puxou o assunto de "namoro"... Perguntou se eu sentia saudade da minha ex, ou como eu dava um jeito nas minhas "necessidades". Eu ri pra caralho e falei meio sério: "Que que você tem a ver com isso, fofoqueira?" E tentei mudar de assunto, só que ela insistiu em não sair daquele papo. Ela ia aumentando o tom da conversa, eu falei bem pouco, com toda razão, porque me sentia entre a cruz e a espada. O tesão te leva fácil, mas o respeito nem tanto. Dá pra falar de masturbação numa boa, sem despertar tanto desejo na outra pessoa, a menos que ela peça pra você mostrar "como" ... Ela sorriu e disse: "Quando eu tô muito cheia, fico desesperada. Olho em volta, e se não tem ninguém por perto, só abro um pouco as pernas e me masturbo enfiando os dedos..." Minha mente deu uma virada de 180°, quando uma mulher fala uma parada dessas, alguma coisa "desanda" na gente, e a reação na hora é uma ereção foda de campeonato... E foi aí que eu fiquei com vontade de verdade de olhar com calma e com tesão os peitos da Camila. Me pareceu que o nível do vestido dela tinha subido um pouco, e dava pra ver o triângulo sexual coberto pela calcinha. Aí eu fiquei ainda mais excitado...
Sugeri que ela fosse se deitar, pois já era um tanto tarde, o dia tinha voado... Tive medo de passar na frente dela, pra que não percebesse meu estado, mas não seria fácil enganá-la, ela riu da minha forma de correr e me disse: Seergiooo, sério que você precisa mesmo de alguém pra te cuidar....
Era a primeira vez que não me chamava de "Tio Sergio", obviamente dava pra notar a intimidade que ela tinha criado, mas não me aproveitei... Acendeu um cigarro pra ganhar tempo.. E mudou de assunto, começou a falar da família, de como ainda me tratavam bem, menos minha ex e a arpia da minha sogra, e sinceramente, isso me relaxou... Ela se levantou e foi em direção à escada, a cada degrau que subia, fazia questão de mostrar um pouco, e do meu lugar, sem sombra de dúvidas, dava pra ver uma bunda gostosa de dar medo....
A partir daí, nossos momentos ficavam cada vez mais tensos, o sangue dentro de mim fervia, o muro ficava mais fino e mais baixo, e ela parecia se divertir ainda mais...
No fim de semana, nós dois íamos sair, mas cada um pro seu lado... Mas antes, eu limpei o jardim, e então precisei tomar um bom banho, tomei um café, e sentei um pouco na minha cozinha, comecei a planejar as visitas dos meus clientes, e já tudo organizado, preparei minha lista e ofereci café pra ela, ela não quis, e então subi pra pegar roupa pra trocar depois do banho. Ao passar pelo banheiro do corredor, lá estava a Camila, com a porta aberta e pouca roupa, tive uma reação elétrica, e deu vontade de entrar, só que me controlei e passei reto pro meu quarto pegar a roupa...
Naquele dia, e a semana inteira, dentro da minha cabeça rolava uma batalha completa e pesada... Eu via a Camila não mais como uma "mocinha", filha do meu ex-cunhado, mas sim como uma mulher feita e direita, com quem dava pra ter até uma vida de prazeres... O jeito desinibido dela de mostrar o que queria me deixava louco varrido, não tinha trégua com ela, a cada momento criava uma situação quente, do jeito que ela queria pra ocasião... Bom, passou mais uma semana, ela tava na pontuação mais alta, e uma tarde cheguei mais cedo, não vi nem ouvi ela, pensei que tava sozinho... Preparei um café, fiz umas ligações, e fui pro meu lugar favorito, meu cantinho... Tava comigo o jornal, e quando entrei no estúdio, quase derrubei minha xícara de café... A Camila tava tomando sol, com metade da roupa pra baixo, os peitos brancos e enormes de fora, de olhos fechados... Voltei atrás, fui pra cozinha de novo, liguei minha música, e fiquei lendo o jornal, pensando naqueles peitos deliciosos dela, não consegui evitar me massagear um pouco por cima da calça, parei de me tocar senão com certeza ia me esparramar de porra... Tava fumando, quando a Camila entrou na cozinha, vinha com os braços cobrindo os peitos, e disse: "Seeer, esse cheirinho de cigarro me atrai..." E sentou na minha frente, esticou o braço pra pegar o maço de cigarros, tirou um, e com a outra mão puxou os fósforos, os peitos dela balançaram por uns 3 segundos, que pra mim foram mais que bons, ofereci um café, e ela aceitou, preparei e servi, começamos a bater papo, e meus olhos admiravam aquelas protuberâncias que sobressaíam apertando os braços, ela fumava e bebia café numa ação contínua, me perguntou que horas eu tinha chegado, e eu tenho certeza que ela tinha planejado aquilo assim...
Ele tocou no assunto Sexo de novo, só que dessa vez, minhas respostas não estariam condicionadas. Olha, com uma gostosa daquela, valia a pena até ser sem vergonha... A gente foi se aprofundando ainda mais no assunto, e chegou a "hora das confidências"... Eu disse que ela tinha despertado meu desejo sexual com aquele corpaço e a cara de pau dela no planejamento... E ela ficou me olhando sem largar o sorriso eterno dela e confessou que, 6 anos atrás, eles brincavam de se esconder entre os primos, e ela foi se meter no meu armário de roupas, que tinha ouvido quando eu e minha ex entramos, e a gente transou, que ela não perdeu nenhum detalhe, e que lembrava de mim toda noite quando se masturbava, e que isso foi virando um vício... Não era o acontecimento que eu curtia, mas a entrega intencional com que ela me levava ao me contar. Fui me aproximando dela, e primeiro toquei nos braços dela, os afastei com cuidado, e minhas mãos agarraram aquelas tetonas enormes, a pele dela era muito quente e macia, quando minha mão encostou, os bicos dela endureceram na hora. Peguei eles entre os dedos, torci de leve, puxando até uns 3 cm da base, ela começou a gemer, se soltou pra sentir, e se agarrou no meu peito com a cara, me beijava, mordia minha pele, sentou montada em cima das minhas pernas, esfregando os peitos no meu rosto, no meu peito, balançava a buceta em cima do meu pau, que crescia sem parar... Quando finalmente as mãos dela agiram, ela desceu desabotoando minha calça, enfiou a mão lá dentro, e pegou no meu pau massageando. Tirei toda a roupa dela, que caiu no chão, e a tirei de cima de mim, depois a levei pro sofá, e ela mesma se colocou na posição que queria me receber... E eu meti nela assim...
Sua cavidade uterina estava ardendo, tanto que lacerou meu capuz da glande, mas mesmo assim foi um prazer total entrar nela... E ao sentir meu pau correr, ela começou a girar e a se impulsionar em movimentos deliciosos, mexendo seus quadris num bom ritmo, agarrou-se firmemente em mim, subi em suas nádegas e beijei o máximo que alcancei de suas costas, segurei seus peitos como pude, enquanto retribuía giros entre bombadas, de repente contraiu seu útero e aprisionou meu membro, e tive uma descarga sensacional lá no fundo da buceta dela... Depois, ela mudou e me derrubou no sofá, montou em mim na hora, meu pau ainda não estava pronto, mas ao sentir sua vulva ardente, ele se recuperou por orgulho, e eu a penetrei de novo... Assim, ela me montou por um longo, muito longo tempo, entre giros e o atrito do clitóris dela no meu púbis.
Só mais um pouco, e eu tive uma segunda gozada, ela se jogou de bruços no meu peito e me encheu de beijos..... No dia seguinte, chegou a avó dela, Carmen, minha ex-sogra por parte dela, e a levou sem o consentimento dela. Depois de 3 meses, ela voltou e veio o seguinte....
Ao passar, ela segurou a saia, levantou a mão ao fechar e deixou à mostra uma boa parte das pernas. Bom, eu vi e encarei como algo acidental. Acho que não tive tempo de virar o rosto pro outro lado, ou talvez tenha sido a vontade de admirar aquelas colunas carnudas... Preferi acreditar nessa última opção, e quando olhei pro rosto dela, me deparei com um olhar bem safado da parte dela... E nem eu nem ela tivemos coragem de nos desculpar...
O motivo pelo qual ela veio foi pra pedir permissão pra ficar um tempo aqui em casa, já que a distância e o tempo até a escola dela tavam dando um baita transtorno, até na grana. Eu falei que sim na hora, pra apoiar ela, e deixei ela ficar no meu quarto lá em cima, enquanto eu fiquei no andar de baixo... No jantar, a gente relembrou os velhos tempos que passamos juntos como uma família unida, o tempo voou, e eu entreguei as chaves pra ela não ter perrengue na hora de chegar. Falei que o jardim tava à disposição dela, assim como a banheirinha da piscina... Quando cheguei do trabalho no dia seguinte, ela tava se esfregando na banheira com a água... Pra ser sincero, não consegui evitar de cravar os olhos nos peitos dela, e aí entrei em casa depois de dar um oi...
No dia seguinte, a gente se encontrou na hora do almoço, batemos um papo, e depois fomos pro meu cantinho favorito, onde o Sol chega com tudo. Lá tenho minhas coisas pra trabalhar ou relaxar... Ela sentou na minha frente, aquele decote enorme me deixava todo inquieto, e eu não conseguia me concentrar no serviço. Ela puxou o assunto de "namoro"... Perguntou se eu sentia saudade da minha ex, ou como eu dava um jeito nas minhas "necessidades". Eu ri pra caralho e falei meio sério: "Que que você tem a ver com isso, fofoqueira?" E tentei mudar de assunto, só que ela insistiu em não sair daquele papo. Ela ia aumentando o tom da conversa, eu falei bem pouco, com toda razão, porque me sentia entre a cruz e a espada. O tesão te leva fácil, mas o respeito nem tanto. Dá pra falar de masturbação numa boa, sem despertar tanto desejo na outra pessoa, a menos que ela peça pra você mostrar "como" ... Ela sorriu e disse: "Quando eu tô muito cheia, fico desesperada. Olho em volta, e se não tem ninguém por perto, só abro um pouco as pernas e me masturbo enfiando os dedos..." Minha mente deu uma virada de 180°, quando uma mulher fala uma parada dessas, alguma coisa "desanda" na gente, e a reação na hora é uma ereção foda de campeonato... E foi aí que eu fiquei com vontade de verdade de olhar com calma e com tesão os peitos da Camila. Me pareceu que o nível do vestido dela tinha subido um pouco, e dava pra ver o triângulo sexual coberto pela calcinha. Aí eu fiquei ainda mais excitado...
Sugeri que ela fosse se deitar, pois já era um tanto tarde, o dia tinha voado... Tive medo de passar na frente dela, pra que não percebesse meu estado, mas não seria fácil enganá-la, ela riu da minha forma de correr e me disse: Seergiooo, sério que você precisa mesmo de alguém pra te cuidar.... Era a primeira vez que não me chamava de "Tio Sergio", obviamente dava pra notar a intimidade que ela tinha criado, mas não me aproveitei... Acendeu um cigarro pra ganhar tempo.. E mudou de assunto, começou a falar da família, de como ainda me tratavam bem, menos minha ex e a arpia da minha sogra, e sinceramente, isso me relaxou... Ela se levantou e foi em direção à escada, a cada degrau que subia, fazia questão de mostrar um pouco, e do meu lugar, sem sombra de dúvidas, dava pra ver uma bunda gostosa de dar medo....
A partir daí, nossos momentos ficavam cada vez mais tensos, o sangue dentro de mim fervia, o muro ficava mais fino e mais baixo, e ela parecia se divertir ainda mais...No fim de semana, nós dois íamos sair, mas cada um pro seu lado... Mas antes, eu limpei o jardim, e então precisei tomar um bom banho, tomei um café, e sentei um pouco na minha cozinha, comecei a planejar as visitas dos meus clientes, e já tudo organizado, preparei minha lista e ofereci café pra ela, ela não quis, e então subi pra pegar roupa pra trocar depois do banho. Ao passar pelo banheiro do corredor, lá estava a Camila, com a porta aberta e pouca roupa, tive uma reação elétrica, e deu vontade de entrar, só que me controlei e passei reto pro meu quarto pegar a roupa...
Naquele dia, e a semana inteira, dentro da minha cabeça rolava uma batalha completa e pesada... Eu via a Camila não mais como uma "mocinha", filha do meu ex-cunhado, mas sim como uma mulher feita e direita, com quem dava pra ter até uma vida de prazeres... O jeito desinibido dela de mostrar o que queria me deixava louco varrido, não tinha trégua com ela, a cada momento criava uma situação quente, do jeito que ela queria pra ocasião... Bom, passou mais uma semana, ela tava na pontuação mais alta, e uma tarde cheguei mais cedo, não vi nem ouvi ela, pensei que tava sozinho... Preparei um café, fiz umas ligações, e fui pro meu lugar favorito, meu cantinho... Tava comigo o jornal, e quando entrei no estúdio, quase derrubei minha xícara de café... A Camila tava tomando sol, com metade da roupa pra baixo, os peitos brancos e enormes de fora, de olhos fechados... Voltei atrás, fui pra cozinha de novo, liguei minha música, e fiquei lendo o jornal, pensando naqueles peitos deliciosos dela, não consegui evitar me massagear um pouco por cima da calça, parei de me tocar senão com certeza ia me esparramar de porra... Tava fumando, quando a Camila entrou na cozinha, vinha com os braços cobrindo os peitos, e disse: "Seeer, esse cheirinho de cigarro me atrai..." E sentou na minha frente, esticou o braço pra pegar o maço de cigarros, tirou um, e com a outra mão puxou os fósforos, os peitos dela balançaram por uns 3 segundos, que pra mim foram mais que bons, ofereci um café, e ela aceitou, preparei e servi, começamos a bater papo, e meus olhos admiravam aquelas protuberâncias que sobressaíam apertando os braços, ela fumava e bebia café numa ação contínua, me perguntou que horas eu tinha chegado, e eu tenho certeza que ela tinha planejado aquilo assim...
Ele tocou no assunto Sexo de novo, só que dessa vez, minhas respostas não estariam condicionadas. Olha, com uma gostosa daquela, valia a pena até ser sem vergonha... A gente foi se aprofundando ainda mais no assunto, e chegou a "hora das confidências"... Eu disse que ela tinha despertado meu desejo sexual com aquele corpaço e a cara de pau dela no planejamento... E ela ficou me olhando sem largar o sorriso eterno dela e confessou que, 6 anos atrás, eles brincavam de se esconder entre os primos, e ela foi se meter no meu armário de roupas, que tinha ouvido quando eu e minha ex entramos, e a gente transou, que ela não perdeu nenhum detalhe, e que lembrava de mim toda noite quando se masturbava, e que isso foi virando um vício... Não era o acontecimento que eu curtia, mas a entrega intencional com que ela me levava ao me contar. Fui me aproximando dela, e primeiro toquei nos braços dela, os afastei com cuidado, e minhas mãos agarraram aquelas tetonas enormes, a pele dela era muito quente e macia, quando minha mão encostou, os bicos dela endureceram na hora. Peguei eles entre os dedos, torci de leve, puxando até uns 3 cm da base, ela começou a gemer, se soltou pra sentir, e se agarrou no meu peito com a cara, me beijava, mordia minha pele, sentou montada em cima das minhas pernas, esfregando os peitos no meu rosto, no meu peito, balançava a buceta em cima do meu pau, que crescia sem parar... Quando finalmente as mãos dela agiram, ela desceu desabotoando minha calça, enfiou a mão lá dentro, e pegou no meu pau massageando. Tirei toda a roupa dela, que caiu no chão, e a tirei de cima de mim, depois a levei pro sofá, e ela mesma se colocou na posição que queria me receber... E eu meti nela assim...
Sua cavidade uterina estava ardendo, tanto que lacerou meu capuz da glande, mas mesmo assim foi um prazer total entrar nela... E ao sentir meu pau correr, ela começou a girar e a se impulsionar em movimentos deliciosos, mexendo seus quadris num bom ritmo, agarrou-se firmemente em mim, subi em suas nádegas e beijei o máximo que alcancei de suas costas, segurei seus peitos como pude, enquanto retribuía giros entre bombadas, de repente contraiu seu útero e aprisionou meu membro, e tive uma descarga sensacional lá no fundo da buceta dela... Depois, ela mudou e me derrubou no sofá, montou em mim na hora, meu pau ainda não estava pronto, mas ao sentir sua vulva ardente, ele se recuperou por orgulho, e eu a penetrei de novo... Assim, ela me montou por um longo, muito longo tempo, entre giros e o atrito do clitóris dela no meu púbis.
Só mais um pouco, e eu tive uma segunda gozada, ela se jogou de bruços no meu peito e me encheu de beijos..... No dia seguinte, chegou a avó dela, Carmen, minha ex-sogra por parte dela, e a levou sem o consentimento dela. Depois de 3 meses, ela voltou e veio o seguinte....
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