O relato a seguir foi escrito com carinho para vocês… Era primavera, e como de costume, no fim da tarde gosto de cuidar das plantas, da grama, de deixar tudo no lugar. A ordem e a perfeição, observar o jardim arrumado me dá um prazer imenso. A vida inteira, desde que me entendo por gente, e hoje, aos meus 35 anos, continuo fazendo isso e até aperfeiçoei alguns aspectos da jardinagem. Minha casa tem um jardim na frente e um quintalzinho nos fundos, onde uma varandinha de madeira é meu cantinho pra contemplar, num sofão bem grande, o meu mundinho. Não consigo dizer exatamente quando começou a acontecer o que quero compartilhar, porque, pra ser sincero, quando tô cuidando das plantas, fico tão concentrado que me desligo de tudo ao redor. Me traz uma paz danada. O fato é que, de um lado, meu vizinho tem um muro de cimento bem alto, que eu tento cobrir com minhas plantas pra dar vida àquela parede cinza. Do outro lado, uma cerca de madeira que exige dedicação — com o antigo dono, a gente combinou de colocar uma cerca de no máximo um metro e meio. Ele comprou toda a madeira e eu mesmo construí. Por isso, tenho que cuidar dela direto, ainda mais nessa época de primavera, quando a gente vai entrando devagar no calorão. Ela precisa de verniz, lixamento e tal. A verdade é que tenho que admitir: sinto uma certa solidão. Desde que seu Jorge se mudou, não tive mais contato com ninguém da vizinhança. Durante o dia, cuido da minha loja de informática, e depois descanso. Era um sábado, lá pela metade da manhã de setembro. Já tinha inspecionado a cerca e separado o necessário pra fazer a manutenção. No quintalzinho, estendi uma lona pequena e deixei todo o material ali. Precisava conhecer o novo vizinho e pedir permissão pra fazer meu serviço. Na varanda, uma mesinha improvisada, com um mate do lado, e meu celular pra registrar as melhorias. Chego perto da cerca e bato palmas bem forte, com um "olá". Enérgico, Bom dia!!!!! De repente a porta se abre debaixo de uma varanda, e devo dizer que fiquei surpreso… A silhueta de uma jovem mulher se desenhava por baixo de um roupão de seda branca, e não pude evitar notar como os bicos dos peitos marcavam… Ela: Bom dia, vizinho, o que você está inventando que eu ouço desde cedo… Eu: Bom dia, vizinha, meu nome é Nicolau, me desculpe se atrapalhei seu sono ou fiz muito barulho, é que… Ela: Já sei, você vai dar manutenção na cerca, seu Jorge me contou antes de me deixar a casa, e a verdade é que precisa de manutenção, então entra e faz seu trabalho, tranquilo, eu já estou acordada desde cedo e trabalho de casa. Ela me conhecia pelo Jorge e eu não fazia ideia de quem ela era, não sabia o nome dela, e acredite em mim, ela estava uma gostosa, os bicos marcados, uma cabeleira loira que descansava sobre o decote generoso, despertou meu lado selvagem. Ela: Vizinho, você me escuta ou nunca viu uma mulher de roupão? Acho que ficou evidente meu desconforto porque só consegui falar algo, não lembro o quê, e rapidamente, como um menino assustado, baixei o olhar. Ela: Vamos, não seja bobo, somos adultos, olha, me dá uns minutos e vou te dar uma mão, a verdade é que preciso me distrair. Ela se virou e não pude evitar olhar, quase como pedindo permissão, o sol da manhã deixava ver a contraluz uma figura magra, de curvas marcadas e me atrevo a dizer sem calcinha. Eu estava enrascado, minha indiscrição tinha me denunciado, e minha cabeça voava ao vê-la. Não sabia o que fazer. Comecei a arrumar tudo aos poucos e acho que comecei a levantar os restos de tinta velha na madeira, quando sinto alguém pular a cerca ao meu lado. Eu estava de joelhos e, ao levantar a cabeça, tinha umas pernas finas e fibrosas na minha frente, e quanto mais levantava a cabeça, descobria a figura dela. Ela estava de short azul e uma regata branca sem sutiã, que denunciava os peitos generosos, duros, empinados, quase desafiadores. Ela tinha prendido o cabelo e estava Rodete. Quero dizer pra vocês que naquele exato momento, quase como um detector de sexo sem limites, eu tive uma ereção monumental. Como esconder meus desejos mais selvagens… Ela: Por onde a gente começa, vizinho… o que eu faço? Eu teria pedido pra ela tirar a roupa ali mesmo, naquele exato momento, mas acho que ela já desconfiava… Pra disfarçar, pedi pra ela trazer o mate que tava na mesinha do deck, e ela foi. Não consegui evitar de olhar pra rabeta dela, o short deixava ver o começo da bunda, e tão justo que não pude deixar de imaginar aquela rabeta pelada. Ela: Vizinho, como você prefere que eu te chame, Nico ou Nicolás? Eu já tive um namorado que se chamava Nicolás, e sempre… A verdade é que eu fiquei naquela frase, “já tive”, tempo passado, isso me deu uma satisfação, e muita. Eu: A verdade é que tanto faz, desde que não te traga más lembranças… Ela: Jojoana, não, de jeito nenhum, sou fria demais pra isso, o que foi… foi… Ela já tava com o mate ajoelhada do meu lado preparando, com aquele short ultra curto, as pernas firmes dela pediam pra serem tocadas, mas acreditem, o decote e os peitos dela eram monumentais. Enquanto eu pensava, ela na piada de que era fria, não tava nem aí, já tinha apoiado a mão na minha perna, tipo… para de encher o saco, já era aquele otário. Vocês devem estar se perguntando como eu escondi minha ereção, eu tinha umas folhas de lixa pra fingir que tava escolhendo qual usar, mas vocês vão ver mais pra frente que não adiantou nada. Chegou o primeiro mate, e eu vi como centímetro por centímetro ela ia aproximando a bombinha da boca, quase como uma expert, despertou ainda mais o tesão em mim… Ela: Ah, não me diga que você queria o primeiro mate, não seja apressado, tudo tem seu tempo. Ainda ajoelhados os dois e eu tentando escolher qual lixa usar, ela se atrevia a pegar o mate do jeito mais sensual possível. Minha mente ficou em branco e de repente, não sei de onde nem como, uma brisa leve fez aquelas folhas de lixa, companheiras e cúmplices, voaram. Vão perceber qual foi meu rosto. Ela ainda tomando o mate, rapidamente dirigiu o olhar pro meu volume, não corou, e como provocação, brincava com a língua no canudo. Ela: mas que coisa… o vento não, de onde saiu. Coisas que acontecem, não se preocupa, talvez eu tenha vindo leve demais na roupa por ser a primeira vez que a gente tá junto, vizinho. Acreditem, a palavra “vizinho” na boca dela soava quase como porno. Minhas ideias já estavam montando um filme. Eu: me desculpa, verdade, acho que devia cuidar disso sozinho, não é serviço pra mulher, acho que posso continuar só. Ela me olhou com cara de espanto, e num ato de cumplicidade, confessou. Ela: calma, seu Jorge falou maravilhas de você, te conheço mais do que pensa, acho que essa confiança que ele me passou me fez esquecer dos bons modos e do que é certo. Por ser a primeira vez que te vejo, vizinho, acho que é falta de respeito da minha parte. Então seu Jorge tinha falado de mim pra ela, isso me deixou mais preocupado, o que ele teria dito pra ela ficar tão à vontade? Sou de pouca conversa e acho que ele deve ter falado da minha solidão, mas não sou solitário. Eu com minhas plantas e meu jardim sou feliz, tenho um emprego que curto e o que mais posso pedir. Mas acho que Jorge me viu sozinho, que escolheu quem seria o próximo dono. Eu: olha, não quero ser desrespeitoso, é óbvio que você é uma gostosa, mas insisto que não acho que devia me ajudar, sempre fiz isso sozinho todos esses anos. Ela: não seja bobinho, (pegou minha mão e levou até a perna dela) Senti um prazer enorme, a gente se olhou, e ela soltou minha mão, com o olhar me convidou a percorrer a perna dela. Passei a mão devagar até a borda da calça, meu olhar foi pros mamilos dela, que estavam ainda mais marcados. Minha respiração começou a falhar, e olhei nos olhos dela, vi um brilho de cumplicidade. Fui nessa… peguei a mão dela e convidei ela a se levantar, tava a centímetros, peguei ela com Minhas mãos saíram da cintura dela e a puxaram contra o meu corpo. Sentia os peitos dela pressionando os meus… os quadris dela colados nos meus, e nossos olhares falaram por nós. Minha boca encontrou a dela num beijo apaixonado, nossas línguas brincavam de se encontrar enquanto os braços dela se enroscavam no meu pescoço. Nos separamos e, sem dizer uma palavra, peguei a mão dela, que estava suada, e como dois apaixonados caminhamos a distância que nos separava daquele pequeno deck e do glorioso e generoso sofá. Foi um momento sublime, nos olhamos, entendemos que precisávamos continuar, e claro que ia ser assim… ela, com doçura, se dispôs a tirar minha camiseta, devagar, descobrindo cada centímetro do meu peito com beijos, a língua dela percorria meu pescoço. Minhas mãos começaram a subir por baixo da camiseta dela, queria ir rápido pros peitos dela, queria tê-los na minha boca… Minha mão esquerda na cintura dela, minha mão direita por um momento esteve na glória, comecei a apalpar o peito dela, duro, ereto, e o mamilo entregava, ela estava mais excitada do que eu. De repente, sinto as mãos livres dela percorrendo meu corpo descendo pra calça, e as duas mãos enfiaram como um raio no meu pau, ela pegou e começou com movimentos suaves, mas com força no membro, tentando apertar, ela desejava, queria aquilo. Com um movimento lento, ela me convidou a sentar, se dispôs a tirar minha calça e tirou a camiseta dela. Foi uma imagem gloriosa. As mãos dela percorriam minhas pernas, enquanto a boca dela marcava o destino, ela queria meu pau na boca dela. Devagar, ela se inclinou e começou a sentir o cheiro de sexo que emanava, pegou com a mão, apertou e olhou de novo, meu pau estava pronto… a língua dela apareceu e começou a provar as primeiras gotas, quando tudo parecia ternura, de uma só vez ela enfiou o pau até o fundo e gemeu de prazer. Ela levantou o olhar, ainda com o pau na boca, e sorriu… Ela: Quanto tempo esperei por esse momento, você não faz ideia… Fiquei pensando… o que tinha acontecido que Não percebi... Ela não consegue mais pensar. Quando se levantou violentamente e tirou a calcinha minúscula, deixou à mostra a buceta, toda depilada, rosada. De uma vez, montou em mim e senti a língua dela entrando na minha boca de forma violenta e desesperada. Tentei acalmá-la, segurei sua cintura com força, levantei ela alguns centímetros sobre minhas pernas e a guiei para onde queria... queria senti-la. Me certifiquei de que estivesse molhada o suficiente, e estava. De uma só vez, meu pau entrou todo dentro dela, ela se assustou e cravou as unhas nas minhas costas, gritou no meu ouvido, e eu apertei os peitos dela... Por alguns segundos, ela ficou imóvel. Percebi que sentiu uma mistura de dor e prazer, aquela parada estranha que a deixou paralisada fez com que ela começasse a se mover devagar.
Ela: me come, me come, por favor... Aquela mulher de rosto angelical e corpo deslumbrante tinha se transformado no que todo mundo sonha, e que só acontece uma vez na vida. Ela estava pedindo para ser comida, sim... isso... para ser comida.
As investidas começaram a ficar mais fortes. Minha boca foi morder os peitos dela, e ela, com as mãos na minha nuca, me incentivava a morder ainda mais. A cara de prazer dela mostrava que era quase um ato masoquista, a dor que eu causava junto com o prazer de estar comendo ela.
Consegui ver quando ela começou a suar, e os olhos fechados marcavam o ritmo daquele encontro. Não pensem que hesitei, mas sem perguntar, cuspi na minha mão enquanto com a outra apertava o peito dela, e fui direto pro cuzinho dela.
Pra minha surpresa, quando ela percebeu minhas intenções, se ofereceu. Empinou a bunda e acelerou o vai e vem... tirou uma das mãos da minha nuca, segurou a mão que estava na bunda dela, pegou meus dedos, levou à boca e rapidamente os guiou pro cu dela. Ali, num movimento só, me indicou pra enfiar os dedos, e foi assim... senti dois dedos entrando com um pouco de força, e senti o calor dela. De novo, a cara de dor e prazer dela me mostrava que... era o caminho certo. Nos minutos seguintes, tentei me levantar, com ela sobre minhas pernas, mas ela não deixou. Tentei de novo e dessa vez valeu a pena: tirei meu pau pra fora e ela rapidamente se ajoelhou pra chupar, como se estivesse desesperada. Uma mão segurava meu pênis, e a outra estava na buceta dela, brincando com o clitóris. Ela gemia e se engasgava com o pau até o fundo da garganta, e quando não aguentava mais, tirava. Eu levantei ela devagar pelos mamilos, e ela se levantou. Virei ela de costas e, assim que inclinei, ela, como se soubesse o que viria, se ajoelhou no sofá, conseguiu e me ofereceu tudo. Ali estava ela, pronta pra ser comida, por onde eu quisesse. Ela continuava se mexendo com movimentos espasmódicos. Enfiei meus dedos na buceta dela e vi que já tinha gozado, mas queria mais. Molhei meus dedos e eles foram direto pro cuzinho dela. Devagar, lubrifiquei a área e me preparei pra penetrar. Devagar, fui entrando, ela imóvel, e eu com medo de machucar. Quando menos esperava, já tinha enfiado tudo no cuzinho dela, tudo!!! Comecei a me mexer e sentia o cu apertado dela relaxando aos poucos, e ela não oferecia resistência... cada vez mais força em cada movimento, queria sentir ela ainda mais fundo, e ela arqueava as costas de prazer... os movimentos mais brutos me levaram a puxar o cabelo dela com força, e ela aceitou, não disse nada, na verdade puxava pra se sentir quase dominada. Acho que foi a hora em que, com a palma da mão aberta, bati no cuzinho dela... Ela gritou!!! Ela: "Me dá mais, filho da puta, me come como sua puta..." Ela se soltou... foi tão magnífica a imagem que comecei a sentir o momento sublime se aproximando. Ela percebeu e se jogava contra meu pau... De repente, senti um arrepio no corpo, que terminou com um jato de porra dentro do cuzinho dela... O primeiro jato fez ela pular ainda mais no cuzinho, e uma das minhas pernas tentou se apoiar, ela gritou de prazer e ficou exausta... Aos poucos, sentia eu me esvaziando... e minha respiração ofegante fez com que devagarzinho vai começar a sair… ela se deitou de bruços no sofá… depois de um minuto levantou a cabeça, olhando por cima do ombro, ajeitou o cabelo, estava suada e vermelha… tava linda assim mesmo, com uma felicidade enorme… Ela me olhou… e disse: Cê tinha razão, seu Jorge, você é um cara foda.
Ela: me come, me come, por favor... Aquela mulher de rosto angelical e corpo deslumbrante tinha se transformado no que todo mundo sonha, e que só acontece uma vez na vida. Ela estava pedindo para ser comida, sim... isso... para ser comida.
As investidas começaram a ficar mais fortes. Minha boca foi morder os peitos dela, e ela, com as mãos na minha nuca, me incentivava a morder ainda mais. A cara de prazer dela mostrava que era quase um ato masoquista, a dor que eu causava junto com o prazer de estar comendo ela.
Consegui ver quando ela começou a suar, e os olhos fechados marcavam o ritmo daquele encontro. Não pensem que hesitei, mas sem perguntar, cuspi na minha mão enquanto com a outra apertava o peito dela, e fui direto pro cuzinho dela.
Pra minha surpresa, quando ela percebeu minhas intenções, se ofereceu. Empinou a bunda e acelerou o vai e vem... tirou uma das mãos da minha nuca, segurou a mão que estava na bunda dela, pegou meus dedos, levou à boca e rapidamente os guiou pro cu dela. Ali, num movimento só, me indicou pra enfiar os dedos, e foi assim... senti dois dedos entrando com um pouco de força, e senti o calor dela. De novo, a cara de dor e prazer dela me mostrava que... era o caminho certo. Nos minutos seguintes, tentei me levantar, com ela sobre minhas pernas, mas ela não deixou. Tentei de novo e dessa vez valeu a pena: tirei meu pau pra fora e ela rapidamente se ajoelhou pra chupar, como se estivesse desesperada. Uma mão segurava meu pênis, e a outra estava na buceta dela, brincando com o clitóris. Ela gemia e se engasgava com o pau até o fundo da garganta, e quando não aguentava mais, tirava. Eu levantei ela devagar pelos mamilos, e ela se levantou. Virei ela de costas e, assim que inclinei, ela, como se soubesse o que viria, se ajoelhou no sofá, conseguiu e me ofereceu tudo. Ali estava ela, pronta pra ser comida, por onde eu quisesse. Ela continuava se mexendo com movimentos espasmódicos. Enfiei meus dedos na buceta dela e vi que já tinha gozado, mas queria mais. Molhei meus dedos e eles foram direto pro cuzinho dela. Devagar, lubrifiquei a área e me preparei pra penetrar. Devagar, fui entrando, ela imóvel, e eu com medo de machucar. Quando menos esperava, já tinha enfiado tudo no cuzinho dela, tudo!!! Comecei a me mexer e sentia o cu apertado dela relaxando aos poucos, e ela não oferecia resistência... cada vez mais força em cada movimento, queria sentir ela ainda mais fundo, e ela arqueava as costas de prazer... os movimentos mais brutos me levaram a puxar o cabelo dela com força, e ela aceitou, não disse nada, na verdade puxava pra se sentir quase dominada. Acho que foi a hora em que, com a palma da mão aberta, bati no cuzinho dela... Ela gritou!!! Ela: "Me dá mais, filho da puta, me come como sua puta..." Ela se soltou... foi tão magnífica a imagem que comecei a sentir o momento sublime se aproximando. Ela percebeu e se jogava contra meu pau... De repente, senti um arrepio no corpo, que terminou com um jato de porra dentro do cuzinho dela... O primeiro jato fez ela pular ainda mais no cuzinho, e uma das minhas pernas tentou se apoiar, ela gritou de prazer e ficou exausta... Aos poucos, sentia eu me esvaziando... e minha respiração ofegante fez com que devagarzinho vai começar a sair… ela se deitou de bruços no sofá… depois de um minuto levantou a cabeça, olhando por cima do ombro, ajeitou o cabelo, estava suada e vermelha… tava linda assim mesmo, com uma felicidade enorme… Ela me olhou… e disse: Cê tinha razão, seu Jorge, você é um cara foda.
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