Saber que minha mãe tinha um amante me deixava com muito ciúme. Não era possível que eu, comprando coisas pra ela, elogiando todo dia e levando ela onde queria, viesse outro e pegasse ela assim, na cara dura, sem mais nem menos. Um dia, enquanto trabalhava, recebi uma mensagem da minha mãe que me surpreendeu pra caralho. Minha mãe mandou a foto seguinte com o texto: "Héctor, tô com saudade de você, tô sozinha em casa e quando tô sozinha é quando mais preciso de você aqui comigo, dentro de mim.
Fiquei surpreso e muito excitado, a pica tá dura pra caralho, mas não respondi ela. Uma hora antes de terminar meu turno, minha mãe me liga e fala pra não ir pra casa, que tava me esperando num café, me passou o endereço e eu disse que tudo bem. Cheguei no lugar e minha mãe não quis olhar nos meus olhos, só falou que tava com muita vergonha, que mandou a mensagem errada. Perguntei se aquela mensagem não era pra mim, então pra quem era? Ela chorou por uns dois minutos, eu só abracei ela e falei pra não se preocupar, que podia confiar em mim assim como eu confiava nela quando era mais novo. Ela ficou quieta e aos poucos confessou que realmente tinha outra pessoa na vida dela, e essa pessoa se chamava Héctor, mas que me entendesse porque ela se sentia muito sozinha, precisava do calor de um homem. Eu disse que entendia e que não se preocupasse, que não contaria pra ninguém. Ela me abraçou chorando e, como tava usando o mesmo vestido da foto que mandou, era bem curto e subiu quando ela se esticou pra me abraçar, e parte daquela rabuda apareceu. Então, sem me mexer, peguei a barra do vestido dela e puxei pra baixo, que por sinal só cobria um pouco abaixo da bunda, e fiquei assim, segurando o vestido como desculpa pra não subir enquanto ela me abraçava, e de quebra fiquei acariciando aquela bunda linda pela primeira vez. Depois de um tempo chorando, falei pra irmos tomar uns drinks, que "ela precisava pra desabafar". Ela aceitou e, como era quinta-feira, fomos pra um bar um pouco longe de onde a gente morava. Chegamos no bar e ela começou a beber pra caralho, eu quase não bebi porque tinha que "dirigir". Não precisou de muitos drinks pra ela ficar bêbada, mas mesmo assim ela continuou bebendo até ficar super bêbada. Saímos de lá e chegamos no carro, abri a porta pra ela e, quando ela foi sentar no banco, escorregou e ficou agachada na minha frente. Quando isso aconteceu, como eu vinha atrás, a bunda dela roçou no meu pau e o vestido subiu. Levantei ela toda e pude ver como ela tava usando um fio dental lindo, que só mostrava um triângulo bem na parte de baixo das costas, e o resto sumia entre aquelas duas bundonas. Como tinha muita gente por perto, só ajudei ela a se levantar direito e sentar no banco. Entrei no carro também e comecei a dirigir. No caminho, minha mãe apagou de sono. Chegamos em casa e coloquei o carro na garagem. Pra minha sorte, todo mundo tava dormindo, e minha mãe mais ainda. Então desliguei o carro e, antes de sair, tentei mexer nela e nada, tava morta de sono e eu com a pica saindo da calça de tão dura que tava. Aí me atrevi a tirar meu pau da calça, peguei a cabeça da minha mãe e abaixei ela na direção da minha pica e, assim, dormindo, abri a boca dela e enfiei. Claro que não é o mesmo prazer que quando uma mulher te chupa, mas só de sentir o calor da boca dela com meu pau lá dentro, fiquei super excitado. Então, do jeito que ela tava, curvada de bruços, levantei a saia dela e pude ver de novo aquelas nádegas lindas devorando aquele fio dental lindo. Peguei e puxei o fio dental do cu dela e enfiei meu dedo no cu apertado e quente dela, e como ela tava bêbada, não sentiu nada. Depois tirei o dedo do cu dela e decidi lamber meu dedo. Na excitação do momento, não liguei que cheirava um pouco a cu depois de horas sem lavar, e chupei meu dedo igual um louco. Queria fazer mais, mas ouvi passos vindo em direção à garagem, então me arrumei rápido e arrumei ela também. Era meu pai que veio até onde a gente tava. Continua...
Fiquei surpreso e muito excitado, a pica tá dura pra caralho, mas não respondi ela. Uma hora antes de terminar meu turno, minha mãe me liga e fala pra não ir pra casa, que tava me esperando num café, me passou o endereço e eu disse que tudo bem. Cheguei no lugar e minha mãe não quis olhar nos meus olhos, só falou que tava com muita vergonha, que mandou a mensagem errada. Perguntei se aquela mensagem não era pra mim, então pra quem era? Ela chorou por uns dois minutos, eu só abracei ela e falei pra não se preocupar, que podia confiar em mim assim como eu confiava nela quando era mais novo. Ela ficou quieta e aos poucos confessou que realmente tinha outra pessoa na vida dela, e essa pessoa se chamava Héctor, mas que me entendesse porque ela se sentia muito sozinha, precisava do calor de um homem. Eu disse que entendia e que não se preocupasse, que não contaria pra ninguém. Ela me abraçou chorando e, como tava usando o mesmo vestido da foto que mandou, era bem curto e subiu quando ela se esticou pra me abraçar, e parte daquela rabuda apareceu. Então, sem me mexer, peguei a barra do vestido dela e puxei pra baixo, que por sinal só cobria um pouco abaixo da bunda, e fiquei assim, segurando o vestido como desculpa pra não subir enquanto ela me abraçava, e de quebra fiquei acariciando aquela bunda linda pela primeira vez. Depois de um tempo chorando, falei pra irmos tomar uns drinks, que "ela precisava pra desabafar". Ela aceitou e, como era quinta-feira, fomos pra um bar um pouco longe de onde a gente morava. Chegamos no bar e ela começou a beber pra caralho, eu quase não bebi porque tinha que "dirigir". Não precisou de muitos drinks pra ela ficar bêbada, mas mesmo assim ela continuou bebendo até ficar super bêbada. Saímos de lá e chegamos no carro, abri a porta pra ela e, quando ela foi sentar no banco, escorregou e ficou agachada na minha frente. Quando isso aconteceu, como eu vinha atrás, a bunda dela roçou no meu pau e o vestido subiu. Levantei ela toda e pude ver como ela tava usando um fio dental lindo, que só mostrava um triângulo bem na parte de baixo das costas, e o resto sumia entre aquelas duas bundonas. Como tinha muita gente por perto, só ajudei ela a se levantar direito e sentar no banco. Entrei no carro também e comecei a dirigir. No caminho, minha mãe apagou de sono. Chegamos em casa e coloquei o carro na garagem. Pra minha sorte, todo mundo tava dormindo, e minha mãe mais ainda. Então desliguei o carro e, antes de sair, tentei mexer nela e nada, tava morta de sono e eu com a pica saindo da calça de tão dura que tava. Aí me atrevi a tirar meu pau da calça, peguei a cabeça da minha mãe e abaixei ela na direção da minha pica e, assim, dormindo, abri a boca dela e enfiei. Claro que não é o mesmo prazer que quando uma mulher te chupa, mas só de sentir o calor da boca dela com meu pau lá dentro, fiquei super excitado. Então, do jeito que ela tava, curvada de bruços, levantei a saia dela e pude ver de novo aquelas nádegas lindas devorando aquele fio dental lindo. Peguei e puxei o fio dental do cu dela e enfiei meu dedo no cu apertado e quente dela, e como ela tava bêbada, não sentiu nada. Depois tirei o dedo do cu dela e decidi lamber meu dedo. Na excitação do momento, não liguei que cheirava um pouco a cu depois de horas sem lavar, e chupei meu dedo igual um louco. Queria fazer mais, mas ouvi passos vindo em direção à garagem, então me arrumei rápido e arrumei ela também. Era meu pai que veio até onde a gente tava. Continua...
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