OS PONTOS SÃO AGRADECIDOS
OS PONTOS SÃO AGRADECIDOS
OS PONTOS SÃO AGRADECIDOSVínhamos de uma festa que tivemos mais cedo. Eu e minha amiga estávamos conversando sobre qualquer coisa, aquele dia ela estava maravilhosa. Vestia uma minissaia vermelha, uma blusa branca e óculos escuros. As duas peças se ajustavam perfeitamente ao corpo dela, quando de repente ela me diz: "Estou meio entediada, quero ação." Naquele momento, o sinal ficou vermelho e ela desceu do carro em direção a um ponto de ônibus que ficava ao lado da rua por onde estávamos passando.
Fiquei surpreso, pois nunca imaginei que minha amiga desceria do carro e se colocaria na frente da multidão que esperava o ônibus. Por minha parte, estacionei, desliguei o carro e comecei a apreciar o que seria o melhor da tarde para todos aqueles homens que esperavam o ônibus.
Ela estava demais. Minha amiga se virava como se estivesse vendo se a linha dela estava chegando, balançando aquela bunda enorme e suculenta que tem. Os operários, entre pedreiros e trabalhadores da obra, não tiravam os olhos daquele rabão gigante que minha amiga tem. Percebi que ela já estava com vontade desse tipo de ação, de deixar os homens daquele ponto de ônibus excitados. Não demorou muito para que os homens a cercassem e começassem a olhar para aquelas carnes enormes. Mais de um soltava um elogio, tipo: "Que bundão suculento", "Que rabão", "Que delícia, essas nádegas", "Joga essa bunda aqui", etc. Minha amiga, por sua vez, cada vez que ouvia esses elogios, arqueava mais as costas para deixar aquela bunda enorme enfiada na minissaia vermelha bem à mostra.
Aos poucos, os operários foram indo embora, um a um e de dois em dois, às vezes até treze juntos num ônibus, mas não sem antes lembrar minha amiga de que ela tinha uma bunda de cinema. Mas minha surpresa foi quando só restavam cinco daqueles trabalhadores da obra e chegou a hora de eles entrarem no ônibus. Um deles, ao ver que minha amiga pediu para eu parar — não sei por que ela fez isso —, pediu a parada para aquele ônibus. Rota de ônibus, que parou quase na hora. O motorista quase arregalou os olhos de ver uma gostosa tão linda que ia subir no busão. Minha amiga, só de sacanagem, fez o ônibus parar e perguntou pro motorista: "Que horas são, por favor?" O motorista respondeu: "São 5:30, senhorita. Pra onde vai?" Antes que ela pudesse responder, um dos operários empurrou ela — não jogando, mas quase subindo ela pelas nalgas pra dentro da rota. O operário subiu, o motorista arrancou. Eu só fiquei pasmo, sem saber o que tinha acontecido. Por mim, percebo que minha amiga vai andando pro fundo do ônibus, que tava bem lotado.
Na hora, ligo o carro e sigo essa rota, que eu não sabia pra onde ia. Começo a seguir e vejo que desce um ou dois passageiros, a maioria homens, pelo horário de saída daquela Colônia Operária. Fiquei assim por quase uma hora — 60 minutos — seguindo a rota, que chegou numa colônia bem afastada da cidade. Por fim, o ônibus parou. O motorista desligou, deu um assobio, e na hora saiu um jovem, não mais que 19 anos, com uma flanela na mão e um balde na outra.
Desligo o carro e as luzes, já que tava escurecendo. Minha surpresa foi que, quando o jovem que comentei subiu no ônibus, o motorista fechou as portas na entrada dele. Percebo que minha amiga ainda tá no ônibus. O motorista apaga a luz da cabine, deixando umas luzinhas azuis na cabine e, na parte de trás, no meio do ônibus, dá pra ver uma luz branca piscando. Fiquei chocado de não terem deixado minha amiga descer, mas a verdade é que ela tá deslumbrante — quem ia perder a chance de apreciar bem aquele rabão que ela tem?
De repente, vejo o motorista, um homem grande e corpulento, sentar no meio do ônibus num dos bancos, e logo vejo o jovem passar e sentar num dos assentos também. do lado dele no banco contínuo, logo começa a tocar uma música bem estranha. Digo estranha porque não dava pra perceber direito que gênero era, só se ouvia as buzinas daquele caminhão ecoando. Eu não decidi descer até ter certeza de que tudo estava tranquilo lá fora e pra saber também o que tinha acontecido com minha amiga.
Depois de uns 20 minutos, desci do carro e fui correndo até o caminhão pra ver o que estava rolando, o que estava acontecendo. E qual não foi minha surpresa: consegui ver por uma das janelas que não tinha aquele tipo de película escura que os caminhoneiros costumam colocar nas laterais. E curiosamente, foi ali que eles se sentaram, de costas pra mim, então não podiam me ver, mas eu via claramente o que estava rolando lá dentro. Escalei por um dos pneus e me espreitei sorrateiramente por uma janelinha lateral que ficava quase na porta traseira do caminhão. Foi aí que me surpreendi com o que estava acontecendo.
A música que tocava lá dentro era tão alta que não dava pra ouvir direito, só se escutavam risadas e murmúrios, porque o som estava no talo. Quando me espio, vejo minha amiga dançando pra aqueles dois caras, que só mostravam um olhar de luxúria, vendo a bunda da minha amiga rebolando quase na cara de cada um deles. Minha amiga se mexia muito gostosa, no ritmo daquela música, balançava a cintura suavemente e de leve. Eu percebi que ela tava um pouco preocupada, porque não sabia o que podia rolar com aqueles dois loucos, que não acreditavam na mulher gostosa que tava dançando na frente deles.
Numa das reboladas, minha amiga mexeu a bunda um pouco, virou o ombro esquerdo e percebeu que eu tava assistindo ao show. Ela piscou o olho pra mim, sorriu, e como se o próprio diabo tivesse entrado nela, começou a mexer a buceta pra lá e pra cá de um jeito foda, rebolando espetacularmente. Ela se segurou no corrimão acima da cabeça e começou a... começa a rebolando o rabo fenomenalmente na frente deles, aqueles dois percebem que de repente ela mudou completamente seu jeito de ser e de dançar, fazendo com que a luxúria deles lhes desse uma ereção dos infernos.
Um deles, o motorista, um baita de um babaca grande e seboso, diz pra ela: "mamacita, você tá como o médico me receitou, já não aguento mais, minha pica tá dura e cheia de veia pra enfiar em você". O jovem que tava do lado só se acariciava o pau por cima da calça, sem conseguir falar nada, estava pasmo vendo a dança tremenda que a minha amiga tava fazendo. Ela, por sua vez, não soltava do corrimão de cima e a saia dela tinha subido até a parte de cima das nádegas, deixando ver uns rabões enormes. Aqueles incautos, ela tava com uma tanga vermelha enfiada entre as nádegas, que combinava com a saia. Ela mexia as nádegas pra lá e pra cá, balançava elas, se inclina um pouco pra deixar ver aquela tanga enorme enfiada naqueles dois rabões. Ela solta do corrimão, se segura nos bancos da frente e começa a se abaixar, deixando o rabo 100% descoberto pra que aquela tanga mostrasse a bucetinha dela já bem molhada. De repente, um deles diz: "já não aguento mais, vou tirar a pica". Acho que foi o mais jovem que disse isso, porque o caminhoneiro já tava com a pica na mão e se masturbava vendo o espetáculo tremendo que a minha amiga tava dando. O jovem, com a pica pra fora da calça, diz pra minha amiga: "que rabo gostoso você tem, deve ser bem macio, nunca conheci uma mulher com um rabo tão grande assim, você deve ser bem apertadinha, com esse rabo você deve cagar bombom, você é demais, que par de nádegas você tem, dá até pra dar umas palmadas enquanto enfio o ferro". Minha amiga parecia que isso a excitava ainda mais, porque ela fazia agachamentos pra que o rabo enorme dela ficasse duplo e que aqueles dois pudessem se masturbar bem vendo aquele rabão dela.
Um deles diz pra ela: "loira, deixa eu meter a pica em você". arrebentar essa bunda enorme que você tem, minha amiga. Ela olha por cima do ombro e responde: "O trato era só uma dança, estou te mostrando mais do que devia", enquanto se levantava e acariciava a própria bunda, abrindo as nádegas para que vissem aquele cuzinho rosado que só um fio dental minúsculo cobria. O caminhoneiro irritado se levanta e diz: "Filha da puta, você não percebeu que ninguém pode te salvar aqui? Estamos num lugar onde não tem nada nem ninguém". Ao mesmo tempo, a pegou pela cintura e apoiou o pau entre as nádegas dela. Minha amiga, assustada e excitada, só suspirou pelas duas coisas. O pau daquele idiota ficou entre aquele par de bundões, que minha amiga, com as mãos, abriu ainda mais, deixando aquele falo entre aquelas nádegas enormes. Aquele babaca só bufou de poder encostar a vara naquele pêssego lindo que minha amiga tem. Minha amiga mexeu os quadris como se estivesse rebolando ao som de um reggaeton. Foram uns dois minutos que aquele imbecil aguentou, explodindo a carga de sêmen na parte de cima da bunda da minha amiga. Minha amiga pegou a saia que estava na cintura, limpou o sêmen com o tecido, arrumou a saia e disse ao motorista: "Me abre, por favor", num tom irritado, mas com um medo sutil de que a situação pudesse sair do controle. O motorista respondeu: "Que bunda gostosa você tem, queria ter entrado nessa buceta apertada que você tem". Minha amiga pediu novamente que ele abrisse a porta do caminhão, já que o babaca só respondeu: "Se o rapaz te abrir, eu também abro a porta". Minha amiga ficou pasma com a resposta daquele imbecil insaciável. O jovem, acariciando o próprio pau, só olhava de lado para minha amiga. Minha amiga virou-se para ele e disse: "Você não é igual a esse tipo de gente que tenho na minha frente, né? Você não quer me foder, né? Você é bonzinho e vai me deixar ir, né?" Ela falou com uma voz de puta e com uma vontade danada de que ele enfiasse aquele pauzão que tinha na mão. jovem.
“Responde, sua puta”, diz o motorista pro jovem. “Por acaso você não quer comer essa puta gostosa? Hummm, não quer meter essa pica na bucetinha suculenta dessa filha da puta? Não quer arrebentar o cuzinho fechadinho e apertado que essa puta tem?” O babaca tentava fazer o jovem despertar seus instintos mais baixos. O jovem só olhava pra minha amiga, como se pedisse permissão pra fazer o que o babaca do caminhoneiro sugeria. Minha amiga, por sua vez, provocava: “Verdade que não, né? Verdade que você não teria coragem de comer minha bucetinha, né? Verdade que você não teria coragem de meter essa pica cabeçuda no meu cuzinho apertado?” Minha amiga também provocava o jovem. O jovem parecia confuso, não sabia se soltava a fera que o babaca tinha na mente ou se deixava viva aquela raba enorme que tinha uns 15 cm de distância.
Continua...
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OS PONTOS SÃO AGRADECIDOSVínhamos de uma festa que tivemos mais cedo. Eu e minha amiga estávamos conversando sobre qualquer coisa, aquele dia ela estava maravilhosa. Vestia uma minissaia vermelha, uma blusa branca e óculos escuros. As duas peças se ajustavam perfeitamente ao corpo dela, quando de repente ela me diz: "Estou meio entediada, quero ação." Naquele momento, o sinal ficou vermelho e ela desceu do carro em direção a um ponto de ônibus que ficava ao lado da rua por onde estávamos passando.
Fiquei surpreso, pois nunca imaginei que minha amiga desceria do carro e se colocaria na frente da multidão que esperava o ônibus. Por minha parte, estacionei, desliguei o carro e comecei a apreciar o que seria o melhor da tarde para todos aqueles homens que esperavam o ônibus.
Ela estava demais. Minha amiga se virava como se estivesse vendo se a linha dela estava chegando, balançando aquela bunda enorme e suculenta que tem. Os operários, entre pedreiros e trabalhadores da obra, não tiravam os olhos daquele rabão gigante que minha amiga tem. Percebi que ela já estava com vontade desse tipo de ação, de deixar os homens daquele ponto de ônibus excitados. Não demorou muito para que os homens a cercassem e começassem a olhar para aquelas carnes enormes. Mais de um soltava um elogio, tipo: "Que bundão suculento", "Que rabão", "Que delícia, essas nádegas", "Joga essa bunda aqui", etc. Minha amiga, por sua vez, cada vez que ouvia esses elogios, arqueava mais as costas para deixar aquela bunda enorme enfiada na minissaia vermelha bem à mostra.
Aos poucos, os operários foram indo embora, um a um e de dois em dois, às vezes até treze juntos num ônibus, mas não sem antes lembrar minha amiga de que ela tinha uma bunda de cinema. Mas minha surpresa foi quando só restavam cinco daqueles trabalhadores da obra e chegou a hora de eles entrarem no ônibus. Um deles, ao ver que minha amiga pediu para eu parar — não sei por que ela fez isso —, pediu a parada para aquele ônibus. Rota de ônibus, que parou quase na hora. O motorista quase arregalou os olhos de ver uma gostosa tão linda que ia subir no busão. Minha amiga, só de sacanagem, fez o ônibus parar e perguntou pro motorista: "Que horas são, por favor?" O motorista respondeu: "São 5:30, senhorita. Pra onde vai?" Antes que ela pudesse responder, um dos operários empurrou ela — não jogando, mas quase subindo ela pelas nalgas pra dentro da rota. O operário subiu, o motorista arrancou. Eu só fiquei pasmo, sem saber o que tinha acontecido. Por mim, percebo que minha amiga vai andando pro fundo do ônibus, que tava bem lotado.
Na hora, ligo o carro e sigo essa rota, que eu não sabia pra onde ia. Começo a seguir e vejo que desce um ou dois passageiros, a maioria homens, pelo horário de saída daquela Colônia Operária. Fiquei assim por quase uma hora — 60 minutos — seguindo a rota, que chegou numa colônia bem afastada da cidade. Por fim, o ônibus parou. O motorista desligou, deu um assobio, e na hora saiu um jovem, não mais que 19 anos, com uma flanela na mão e um balde na outra.
Desligo o carro e as luzes, já que tava escurecendo. Minha surpresa foi que, quando o jovem que comentei subiu no ônibus, o motorista fechou as portas na entrada dele. Percebo que minha amiga ainda tá no ônibus. O motorista apaga a luz da cabine, deixando umas luzinhas azuis na cabine e, na parte de trás, no meio do ônibus, dá pra ver uma luz branca piscando. Fiquei chocado de não terem deixado minha amiga descer, mas a verdade é que ela tá deslumbrante — quem ia perder a chance de apreciar bem aquele rabão que ela tem?
De repente, vejo o motorista, um homem grande e corpulento, sentar no meio do ônibus num dos bancos, e logo vejo o jovem passar e sentar num dos assentos também. do lado dele no banco contínuo, logo começa a tocar uma música bem estranha. Digo estranha porque não dava pra perceber direito que gênero era, só se ouvia as buzinas daquele caminhão ecoando. Eu não decidi descer até ter certeza de que tudo estava tranquilo lá fora e pra saber também o que tinha acontecido com minha amiga.
Depois de uns 20 minutos, desci do carro e fui correndo até o caminhão pra ver o que estava rolando, o que estava acontecendo. E qual não foi minha surpresa: consegui ver por uma das janelas que não tinha aquele tipo de película escura que os caminhoneiros costumam colocar nas laterais. E curiosamente, foi ali que eles se sentaram, de costas pra mim, então não podiam me ver, mas eu via claramente o que estava rolando lá dentro. Escalei por um dos pneus e me espreitei sorrateiramente por uma janelinha lateral que ficava quase na porta traseira do caminhão. Foi aí que me surpreendi com o que estava acontecendo.
A música que tocava lá dentro era tão alta que não dava pra ouvir direito, só se escutavam risadas e murmúrios, porque o som estava no talo. Quando me espio, vejo minha amiga dançando pra aqueles dois caras, que só mostravam um olhar de luxúria, vendo a bunda da minha amiga rebolando quase na cara de cada um deles. Minha amiga se mexia muito gostosa, no ritmo daquela música, balançava a cintura suavemente e de leve. Eu percebi que ela tava um pouco preocupada, porque não sabia o que podia rolar com aqueles dois loucos, que não acreditavam na mulher gostosa que tava dançando na frente deles.
Numa das reboladas, minha amiga mexeu a bunda um pouco, virou o ombro esquerdo e percebeu que eu tava assistindo ao show. Ela piscou o olho pra mim, sorriu, e como se o próprio diabo tivesse entrado nela, começou a mexer a buceta pra lá e pra cá de um jeito foda, rebolando espetacularmente. Ela se segurou no corrimão acima da cabeça e começou a... começa a rebolando o rabo fenomenalmente na frente deles, aqueles dois percebem que de repente ela mudou completamente seu jeito de ser e de dançar, fazendo com que a luxúria deles lhes desse uma ereção dos infernos.
Um deles, o motorista, um baita de um babaca grande e seboso, diz pra ela: "mamacita, você tá como o médico me receitou, já não aguento mais, minha pica tá dura e cheia de veia pra enfiar em você". O jovem que tava do lado só se acariciava o pau por cima da calça, sem conseguir falar nada, estava pasmo vendo a dança tremenda que a minha amiga tava fazendo. Ela, por sua vez, não soltava do corrimão de cima e a saia dela tinha subido até a parte de cima das nádegas, deixando ver uns rabões enormes. Aqueles incautos, ela tava com uma tanga vermelha enfiada entre as nádegas, que combinava com a saia. Ela mexia as nádegas pra lá e pra cá, balançava elas, se inclina um pouco pra deixar ver aquela tanga enorme enfiada naqueles dois rabões. Ela solta do corrimão, se segura nos bancos da frente e começa a se abaixar, deixando o rabo 100% descoberto pra que aquela tanga mostrasse a bucetinha dela já bem molhada. De repente, um deles diz: "já não aguento mais, vou tirar a pica". Acho que foi o mais jovem que disse isso, porque o caminhoneiro já tava com a pica na mão e se masturbava vendo o espetáculo tremendo que a minha amiga tava dando. O jovem, com a pica pra fora da calça, diz pra minha amiga: "que rabo gostoso você tem, deve ser bem macio, nunca conheci uma mulher com um rabo tão grande assim, você deve ser bem apertadinha, com esse rabo você deve cagar bombom, você é demais, que par de nádegas você tem, dá até pra dar umas palmadas enquanto enfio o ferro". Minha amiga parecia que isso a excitava ainda mais, porque ela fazia agachamentos pra que o rabo enorme dela ficasse duplo e que aqueles dois pudessem se masturbar bem vendo aquele rabão dela.
Um deles diz pra ela: "loira, deixa eu meter a pica em você". arrebentar essa bunda enorme que você tem, minha amiga. Ela olha por cima do ombro e responde: "O trato era só uma dança, estou te mostrando mais do que devia", enquanto se levantava e acariciava a própria bunda, abrindo as nádegas para que vissem aquele cuzinho rosado que só um fio dental minúsculo cobria. O caminhoneiro irritado se levanta e diz: "Filha da puta, você não percebeu que ninguém pode te salvar aqui? Estamos num lugar onde não tem nada nem ninguém". Ao mesmo tempo, a pegou pela cintura e apoiou o pau entre as nádegas dela. Minha amiga, assustada e excitada, só suspirou pelas duas coisas. O pau daquele idiota ficou entre aquele par de bundões, que minha amiga, com as mãos, abriu ainda mais, deixando aquele falo entre aquelas nádegas enormes. Aquele babaca só bufou de poder encostar a vara naquele pêssego lindo que minha amiga tem. Minha amiga mexeu os quadris como se estivesse rebolando ao som de um reggaeton. Foram uns dois minutos que aquele imbecil aguentou, explodindo a carga de sêmen na parte de cima da bunda da minha amiga. Minha amiga pegou a saia que estava na cintura, limpou o sêmen com o tecido, arrumou a saia e disse ao motorista: "Me abre, por favor", num tom irritado, mas com um medo sutil de que a situação pudesse sair do controle. O motorista respondeu: "Que bunda gostosa você tem, queria ter entrado nessa buceta apertada que você tem". Minha amiga pediu novamente que ele abrisse a porta do caminhão, já que o babaca só respondeu: "Se o rapaz te abrir, eu também abro a porta". Minha amiga ficou pasma com a resposta daquele imbecil insaciável. O jovem, acariciando o próprio pau, só olhava de lado para minha amiga. Minha amiga virou-se para ele e disse: "Você não é igual a esse tipo de gente que tenho na minha frente, né? Você não quer me foder, né? Você é bonzinho e vai me deixar ir, né?" Ela falou com uma voz de puta e com uma vontade danada de que ele enfiasse aquele pauzão que tinha na mão. jovem.
“Responde, sua puta”, diz o motorista pro jovem. “Por acaso você não quer comer essa puta gostosa? Hummm, não quer meter essa pica na bucetinha suculenta dessa filha da puta? Não quer arrebentar o cuzinho fechadinho e apertado que essa puta tem?” O babaca tentava fazer o jovem despertar seus instintos mais baixos. O jovem só olhava pra minha amiga, como se pedisse permissão pra fazer o que o babaca do caminhoneiro sugeria. Minha amiga, por sua vez, provocava: “Verdade que não, né? Verdade que você não teria coragem de comer minha bucetinha, né? Verdade que você não teria coragem de meter essa pica cabeçuda no meu cuzinho apertado?” Minha amiga também provocava o jovem. O jovem parecia confuso, não sabia se soltava a fera que o babaca tinha na mente ou se deixava viva aquela raba enorme que tinha uns 15 cm de distância.
Continua...
1 comentários - Caminhoneiro e a Chalan (Strip)