Eu só tinha imaginado ver minha esposa com outro cara, mas era só uma fantasia. Ela se mexe muito gostosa na cama e, por algum motivo, eu queria ver como ela se movia, as caras que fazia e tudo mais, sem ser eu quem estivesse metendo nela. Então, tudo ficava só na minha imaginação até que um dia... Meu amigo veio nos visitar. A gente tava jantando, e eu e minha esposa ficamos felizes em vê-los. Sempre fomos todos bons amigos. Enfim, minha esposa sempre gostou do Rogélio, que era um cara alto e bonitão, mas ela nunca tinha dito nada sobre isso. Naquela noite, a gente jantou e, de papo pra cá e papo pra lá, foi ficando tarde e era hora de ir dormir. O Rogélio tinha chegado e só ia ficar aquele dia em casa, porque tava de passagem, então eu falei pra ele ir se deitar que eu ia arrumar a cama dele. Dito isso, fui arrumar o quarto dele enquanto minha esposa ficou batendo um papo animado com ele. Depois de um tempo, voltei e falei que já tava tudo pronto, e que se precisasse de algo era só chamar. Daí a pouco, fomos pro nosso quarto e o Rogélio foi pro dele. A gente se preparou pra dormir e tal. Mirna, minha esposa, vestiu uma camiseta curta e uma calcinha preta pra dormir. Passaram uns trinta minutos, quando de repente eu e minha esposa começamos a nos abraçar e a nos beijar gostoso pra caralho. A gente continuou se acariciando por uns vinte e cinco minutos e começou a ficar muito, mas muito quente. Chupei os peitos dela por uns cinco minutos, e ela pegava na minha pica gostoso pra caralho. Nisso, a gente ouviu uns barulhos no quarto do Rogélio. Não eram barulhos estranhos nem altos, então perguntei pra minha esposa se ela achava que o Rogélio tava bem ou se precisava de algo. Aí levantei e gritei lá pro outro quarto: — Rogélio, precisa de algo? Tá com frio? Quer um cobertor? Ele respondeu que tava com um pouco de frio e que eu podia levar um cobertor. Então falei: — Tá bom, daqui a pouco a Mirna leva uns cobertores pra você. Mirna concordou e eu... comentei que coitado, que foi um gesto bonito. Mirna foi pegar os cobertores pra levar lá embaixo e antes de ir, eu falei: — espera, gostosa, vem cá. Aí puxei a camiseta curta que ela tava usando como pijama e falei: — coloca um roupão. Ela respondeu: — cê tem razão. Foi e vestiu, e antes de sair eu falei: — vem aqui de novo. Ela disse: — e agora? — Chega mais. Aí abri o roupão, puxei a camiseta e chupei um peito dela por um minuto. Depois falei: — tá, é que tava com vontade. Vai lá, leva os cobertores pro Rogelio e fala que se precisar de mais é só chamar que a gente tá de olho. Ela respondeu: — beleza, mas deixa eu ficar um pouco, cê viu que me deixou toda molhada e não posso ir assim. — Não, vai lá e volta. — Tá bom, já volto. Ela voltou depois de uns dois minutos e eu falei: — que bom que levou os cobertores. Ela respondeu: — sim, cobri ele com os cobertores, dei boa noite e... — O que aconteceu? — Nada, só que... — Fala, rolou algo? — Não, não, bom, é que enquanto eu tava cobrindo ele com os cobertores, meu roupão abriu um pouco. E ele ficou me olhando de canto, viu um dos meus peitos que tava aparecendo, e bom, não liguei. — Ah, então agora vem cá que eu quero ver o outro peito e chupar ele. Ela falou: — ok. Aí apagamos a luz e começamos a nos acariciar de novo. Depois de um tempo, perguntei se ela tinha ficado com vergonha ou sem graça do Rogelio ter visto ela assim quando desceu. Ela respondeu: — não, acho que foi divertido e gostoso, claro que não fiz de propósito nem nada, só tô pensando nisso agora depois que aconteceu. Perguntei: — bom, então se você descer de novo pra dar outro cobertor, vai de uma vez com o roupão aberto e finge que não percebeu... — Imagina! — Não tem problema, até que é divertido e me excita um pouco essa ideia, não acho que tenha nada de errado nisso. — Pois é, não, acho que seria errado. — Mas por quê? Além disso, a luz lá embaixo é bem fraca e não daria pra ver muito, e se você acha gostoso que ele te veja disfarçadamente... os peitos, então vai em frente. - Cê acha? - Claro. - Sei não. Enquanto a gente conversava sobre isso, eu pegava na bunda dela e ela me acariciava o pau, e aí ela sugeriu: - Chupa um peito meu por uns dois minutos. - Vai, vem que você me enlouquece... - Ei, cê acha mesmo que não seria ruim se eu descer de novo e o Rogelio ver meus peitos, mesmo que por cima da minha camiseta curta? - Adoraria, porque quando você subir de novo, vai estar mais quente e eu poderia continuar chupando esses peitos. - Talvez você tenha razão. - Claro, mais ainda: se você for e conversar um pouco com ele, não seria ruim, porque até aproveita que ele vai ficar te olhando os peitos disfarçadamente, e bom, você pode demorar uns cinco minutos se quiser, ou até dez, mas com a condição de que quando voltar, você me conta e deixa eu te chupar e pegar na sua bunda. - Cê é louco. - Talvez, vai, diz que sim e eu chupo mais seus peitos e deixo você montar em mim do jeito que você gosta. - Sei não. - Vai, diz que sim e já sabe, eu monto. - Tá bom, então. Continuamos por uns quinze minutos nos esquentando, e ela pegava no meu pau gostoso pra caralho, e eu tirei a camiseta curta que ela tava e chupei os peitos dela, a gente tava nessa quando ouço um grito: - Ei, ainda tá frio! Não tem um cobertor extra? - Tenho sim, respondi, já vou levar. Aí a Mirna me disse: - Quer que eu leve? - Claro, meu amor, mas posso sugerir uma coisa? - Fala. - Não veste a camiseta, melhor só o roupão e deixa ele quase todo aberto. Ela me olhou nos olhos e disse: - Cê tem certeza mesmo? Talvez não devesse... - Sim, vai, e lembra de me contar, hein... - Bom, mas vou só uns cinco minutos e volto logo. - Demora dez e promete que quando chegar lá embaixo, depois de uns cinco minutos, você deixa o roupão abrir completamente enquanto conversa, e fecha de novo como se fosse sem querer... - Sei não. - Vai. - Ok. - Vem cá. - Que foi? - Deixa eu chupar um peito antes de você ir. Chupei um peito dela por um minuto e ela tava feliz, aí antes de ir embora Aproximei e ele falou: — Bom, vou demorar uns dez minutos, depois volto. — Tá bom, falei. Passaram cinco minutos e eu esperando, esperando, fiquei imaginando o peito saindo do avental dela e finalmente, depois de mais uns sete minutos, ouvi passos e ela apareceu na porta, fechou a porta, me olhou e disse: — Ai, meu amor, me olhou descaradamente pros peitos... — mas me conta o que aconteceu. — Bom, eu me aproximei e cobri ele com o cobertor, enquanto fazia isso perguntei — não consegue dormir? Ele respondeu — tá muito frio. Nisso, o avental abriu e meus dois peitos ficaram totalmente à mostra, então fechei o avental e falei desculpa. Aí continuei arrumando o cobertor e disse: Bom, se quiser conversar um pouco pra pegar no sono, ele falou — tá bom. Fiquei sentada do lado enquanto ele, debaixo das cobertas, ainda tava com um pouco de frio, então falei, ainda tá um pouco frio, e ele respondeu — olha, vem aqui pra baixo das cobertas pra não sentir frio. — Tá bom, mas se afasta um pouco e me dá espaço porque não me sentiria à vontade. — Tá certo. Então entrei debaixo das cobertas e, ao me enfiar, o avental desabotoou de novo, mas não percebi na hora. Ficamos conversando um tempo, ele no lugar dele e eu no meu, até que me levantei e falei bom, agora vou te deixar, aí percebi que o avental tinha aberto e falei de novo: desculpa. Então ele segurou minha mão e disse: — Não precisa se desculpar, você é uma mulher gostosa e tem uns peitos muito lindos e macios, deixa o avental aberto sem vergonha, por que esconder essas belezas que você tem? Além disso, devia se orgulhar. — Sei lá. — Sim, são lindos, eu adoro ver eles, deixa assim e conversa mais uns minutos comigo. Aliás, seu marido tá acordado? — Não, já dormiu. — Não pense que quero me passar, tô só admirando sua beleza. — Tá bom, falei. — Isso aí. Assim conversamos por uns minutos com o avental todo aberto e então falei que já ia dormir, que obrigado pelos comentários e tenha uma boa noite, ele me disse -espera, posso te pedir um favor rapidinho? Eu disse, sim, precisa de água ou algo? Ele respondeu -Não, é que seus peitos são tão lindos que eu queria dar um beijo em cada um pra lembrar deles e com certeza vou dormir. - Bem, você já viu eles e não sei, melhor não. - Vai lá, deixa eu dar um beijo, um segundinho em cada um e você vai embora. Eu disse, tá bom, então me aproximei, me inclinei pra ele e ele deu um beijo no meu mamilo esquerdo e colocou ele nos lábios por um segundo e disse -Agora o outro. Só me inclinei e coloquei o outro peito na boca dele, então ele beijou e chupou meu mamilo por um segundo nos lábios, e eu me levantei e disse; - Foi muito gostoso o que você fez. - Ele disse, obrigado, agora posso dormir bem. Nisso subi e eu tava muito, muito excitada. - Ah Mirna, isso que você me contou me deixou super excitado, quer que eu chupe seus mamilos? - Sim, mas não faz barulho porque eu disse que você tava dormindo. - Ok, vem cá e coloca eles na minha boca. - Sim, meu amor, mas chupa eles por mais de um segundo, tá? - Sim, meu amor, muito mais. Ficamos assim Mirna e eu quase em silêncio e falávamos coisas no ouvido pra não fazer barulho, e perguntei se ela ia descer de novo, ela disse: - Só se você quiser que eu desça, mas eu só vou se demorar uns vinte minutos, - eu disse, tá bom, demora uns trinta minutos. - Ela disse, não, eu só tava brincando. - Ah Mirna, então eu tô ficando muito excitado, adoraria que você descesse de novo. - Sério? Então eu me sinto um pouco excitada com o que aconteceu, na verdade, fico muito excitada que o Rogelio tenha chupado meus mamilos, mesmo que por um minuto. - Desce de novo e oferece um copo d'água pra ele. - Mas o Rogelio não chamou pra ver se precisa de algo. - Não importa, você desce, diz que tava com sede e oferece um copo d'água. - Cê acha mesmo? - Sim, e se der chance, deixa ele chupar seus mamilos de novo, mas por mais tempo. - Talvez a gente esteja exagerando. Soa meio louco e não sei, e se... Depois acontece outra coisa. — Pois não sei, tipo, o que poderia acontecer. — Que tal se ela quiser me beijar ou me tocar mais, ou que tal se eu... — Que tal se você o quê? Anda, me fala. — É que fiquei pensando... — Pensando no quê, que tal se você o quê? — Pois que tal se eu ficar mais excitado e der vontade de tocar no pau dela... — Pois não sei, talvez você pudesse tocar só por um momento. — Melhor eu não ir. — Por que não? — Pois porque que tal se eu for e depois de um tempo der vontade de tocar no pau dela não só por um momento, mas por uns minutos... — Pois não sei o que te dizer. — Você ficaria chateada? — Não, se eu mesma tô te propondo que você vá. — Mas e se eu tocar por muito tempo... — Bom, eu acho que sim, que tá tudo bem você tocar nele... — Sério? Eu só tava brincando... — Ahh, eu acho que eu tava mesmo pensando no que poderia rolar... — Pois com certeza poderia rolar... — Vai, Mirna, e se depois de um tempo você se excitar e deixar eu chupar seus peitos e depois quiser tocar nele, toca, não importam os minutos... — Tô quase convencida... mas... — Mas o quê... — Bom, tá bem, mas chupa meus peitos por uns dois minutos, quer? — Claro, vem... Aí chupei os peitos dela por um tempo e ela já ia indo quando eu falei: Mirna, espera. — O que foi? — Deixa eu fazer uma coisa antes de você ir... só me diz que sim. — Tá bem, mas o quê? — Vem... Eu abaixei o short dela e tirei. Falei pra ela ficar assim. — Mas você não vê que eu só tô de roupão e nada por baixo? — Sim, mas não dá pra ver nenhuma luz daqui e com certeza ninguém vai notar... — Você é louco, mas tudo bem, você tem razão, não tem mais luz. — Vai e demora trinta minutos ou mais... — Tá bem, mas me espera, ok? — Ok... Aí fiquei esperando e imaginando, só ouvia vozes e de repente não ouvia nada, só uns murmúrios e me pareceu escutar uns gemidos bem baixinhos, depois mais vozes e depois nada e depois uns barulhos que não eram vozes mas não eram fortes, e assim passaram muitos minutos e só foi bem depois, pelo menos uns quarenta minutos, quando ouço os passos da Mirna. chega, fecha a porta e se mete rápido na cama e me diz: "Ô amor, adorei aqueles quarenta minutos lá embaixo, tomara que dê pra repetir..." — Me conta o que aconteceu? — Olha, põe a mão na minha buceta. — Tá muito molhada. Não me diga que você te penetrou? — Não, mas quase, bom, um pouco, na verdade me penetrou sim, mas não gozou... — Me conta o que aconteceu, que eu só ouvia umas coisas... — Mas você não tá bravo depois do que eu te falei? — Ah, não, acho que não, mas me conta logo... — Bom, desci e, como combinamos, ofereci um copo d'água pra ele, ele agradeceu, levantei pra pegar, ele se levantou pra beber. Perguntei se já ia dormir, ele disse que quase, me perguntou se eu tinha ficado chateada com o que rolou antes, aquela coisa dos beijos nos peitos, falei que não, e ele disse que tinha adorado e que ficou pensando nisso o tempo todo. Falei que achei bonitinho, ele perguntou se podia acender uma luz, falei que não, melhor assim, e ele não soube o que dizer. Com a luz apagada, eu conseguia ver a cabeça dele, mas ele quase não me via, porque a luzinha fraca que entrava batia de frente nele. Aí passaram uns segundos e perguntei: — O que você gostou de beijar meus peitos? — O gosto e a textura, são deliciosos. — Você já tinha imaginado isso? — Não, mas sei lá, fiquei meio preocupado, e se seu marido acordar... — Não, ele já tá bem dormindo, mas eu não conseguia dormir e resolvi descer pra beber um pouco d'água. — Ei, Mirna. — Fala, Rogélio. — Sabe, essa experiência foi muito gostosa, adoraria que você deixasse repetir, nem que fosse por mais um segundo... Não respondi nada. Passaram uns trinta segundos e fui me aproximando devagar da cabeça dele, abri meu roupão e coloquei meu peito na boca dele. Ele se assustou um pouco, mas beijou meu peito e eu deixei ele ali. Ele continuou beijando e colocou meu mamilo na boca, depois dei o outro e fiquei uns três minutos assim. Ele me abraçou e eu também, ofereci meus peitos de novo e ele disse: — Obrigado. Falei: pode continuar mais um pouco se quiser... — Tá bom. Dito isso, Comecei a chupar, lamber e beijar meus mamilos e ele me abraçou, eu também. Aí eu afastei as cobertas dele e me enfiei debaixo, me aproximei e continuei oferecendo meus peitos. Então ele me puxou pra perto dele, e ficamos assim uns cinco minutos. Aí eu falei baixinho no ouvido dele: — Posso te pedir um favor rapidinho? — Sim, claro, o que é? — Deixa eu tocar seu pau com a mão só um segundo. — Sim, claro. Ele levantou as cobertas e eu desci a mão até achar, e toquei apertando por um segundo. Aí perguntei de novo: — Rogélio, posso te pedir outro favor? — Sim. — Deixa eu explorar seu pau por uns minutos, tá? — Sim, claro. Então toquei o pau dele, agarrei com a mão, toquei nas bolas e comecei a acariciar. Era grande e grosso, fiquei fascinada com aquele pau na minha mão... — Tudo bem se eu continuar te contando, meu amor? — Uuuy, sim, claro, continua. Bom, então continuei segurando o pau dele e comecei a descer e subir, depois com a outra mão, e notei que saía um líquido transparente aos poucos. Ele tava super molhado agora. Eu continuava e continuava masturbando ele e tocando toda aquela área, adorava. Aí ele falou: — Mirna, posso te pedir um favor? — Deixa eu tocar sua buceta por um minuto? — Eu não sabia o que dizer, achei que era demais, mas como eu tava segurando o pau dele, decidi que sim. Ele então começou a me tocar por cima e percebeu que eu não tava de calcinha. Aí ele me apertou contra o corpo dele e começou a me tocar por cima da buceta, e aos poucos foi tocando mais e mais fundo enquanto eu continuava tocando o pau dele. Não sei como, mas em algum momento a gente quase fez um sessenta e nove, e senti que ele deu um beijo na minha buceta e eu gemi. Aí decidi que ia fazer o mesmo, então beijei a cabeça do pau dele. Quando ele sentiu isso, pegou minhas nádegas e colocou a língua por fora da minha buceta, e eu fiz o mesmo. Parecia que eu tava seguindo ele. Ele enfiou a língua e eu enfiei a cabeça do pau dele na minha boca. Aí ele continuou enfiando a língua. Eu comecei a chupar o pau dele freneticamente, adorava, tava louca pra continuar mamando, e continuei fazendo isso. Chupei os ovos dele, o pau dele, e ele chupava a minha buceta, aí eu tive um orgasmo e ele enfiou a língua toda na minha buceta. Daí eu continuei chupando o pau dele cada vez mais rápido e mais forte, até que percebi que já tinham passado quase quarenta minutos. Falei pra ele: — Acho que tô muito, muito quente, e se eu não parar, vou ter que meter o teu pau. — Tá bom, ele disse. — Não, falei, não, tô muito quente, mas não sei... — Ele disse: — Bom, vira e me abraça, pelo menos sobe em cima de mim um minuto. — Falei: — Bom, acho que tenho que ir, mas sim, que tal um minuto... Subi em cima dele e ele me abraçou, agarrou minhas nádegas e eu encostava minha buceta no pau dele. Ahhh, na minha buceta sentia a umidade da pica enorme dele, e a gente se mexia, mas sem penetração. Ele apertava minhas nádegas com mais força e a gente se movia. Eu queria que ele metesse o pau, mesmo que fosse só um minuto. Aí falei: — Deixa eu sentar no teu pau por um minuto e vou embora, deixa? — Claro, Mirna, vai, sobe, sobe. Então eu fiz, subi devagar, primeiro coloquei a cabeça do pau dele, depois o pau todo aos poucos, e deixei ele lá dentro enquanto Rogélio agarrava meus peitos. Eu não me mexia, só queria ter ele dentro. Quando já tinha passado quase um minuto, comecei a me mexer e sentir o pau dele na minha buceta. Queria muito sentir, porque sabia que tinha menos de um minuto pra ir embora, e comecei a descer e subir. Sentia aquele pau querendo gozar dentro de mim. Continuei por uns vinte segundos, cada vez mais rápido e forte, mais, mais, e ele falou: — Não tira, não tira... Eu tirei porque não queria que ele gozasse dentro de mim, mas aí me veio a ideia de que podia continuar mamando o pau dele. Continuei e continuei mamando rápido, e com a mão tocava os testículos dele, assim, assim como tô tocando em você, meu amor. E ele não aguentava mais, aí enfiei na boca tudo o que cabia do pau dele e chupei com vontade, até que ele... disse — tô gozando Falei pra ele ir em frente, mas sem fazer muito barulho. Aí ele gozou enquanto eu masturbava ele com a mão e chupava os ovos dele. Assim, ele finalmente gozou por completo, e eu continuei chupando a base do pau dele e os ovos. Depois, abracei ele enquanto ainda tocava no pau dele, e assim passou mais ou menos um minuto. Aí falei pra ele... — Bom, que gostoso, agora já vou. Então coloquei um mamilo na boca dele e falei: chupa ele, Rogélio, chupa por um minuto. Ele fez isso, e quando passou mais ou menos um minuto, me levantei e vim com você..... — Ah, Mirna, — O que foi? — Chupa meu pau — Igual ao Rogélio? — Sim, — Pensei que você não ia pedir... — mas quando eu gozar, vocês continuam chupando a cabeça do meu pau, ok? — sim, era isso que eu ia sugerir.... Continuamos assim por uns dez minutos e terminamos.... Dormimos, e quando acordamos, o Rogélio já tinha ido embora, deixando um bilhete agradecendo pela hospitalidade.... Foi uma noite inesquecível.
1 comentários - Amigo chega de visita