No sábado, a Marce trabalha de manhã, então deixei tudo preparado em cima da cama. Um vestido vermelho curto, com um decote bem ousado e justo na bunda, uma meia-calça preta de liga e sapatos pretos de salto fino e bico fino. E por baixo do vestido, um conjunto de lingerie de renda preta com ligas incluso. Além da roupa, deixei um envelope com camisinhas dentro, e escrito no envelope dizia: "não abrir até que seja necessário". Liguei para um restaurante afastado pra ninguém nos conhecer e a gente ser anônimo. Às 21h, liguei pra ela e disse que tava do lado de fora. Quando vi ela saindo de casa vestida com a roupa que eu tinha preparado, o cabelo preso e pintada com batom vermelho, não consegui me segurar e meu pau ficou duro, e o nervosismo começou a tomar conta. A Marce não sabia de nada do que ia rolar essa noite e, por mais que não quisesse (ou pelo menos era o que eu achava), ela ia ter que fazer. O jantar foi tranquilo, o restaurante tinha uma luz baixa e a particularidade de que os garçons eram todos jovens, e eu percebia como eles olhavam pra ela no restaurante e como o garçom que nos atendeu, toda vez que vinha, olhava pras tetas dela. O garçom vem a cada 5 minutos pra ver se a gente tá bem, acho que na verdade ele vem pra olhar suas tetas. — Tá com ciúmes, gordito? — Não, de jeito nenhum, aliás, você vai deixar um presentinho pra ele se lembrar de você. — Haha, do que você tá falando? — Vai no banheiro, se masturba e molha bem a calcinha fio dental. Depois tira ela que a gente vai deixar de gorjeta. — Você é louco, melhor outra coisa. Bruno: Não esquece quem manda hoje, você aceitou que fosse meu presente e tem que cumprir. — Tá bom, já vai ver quando for ao contrário o que vai te acontecer. Nisso, minha esposa se levanta e vai pro banheiro. Nisso, chamo o garçom pra pedir a conta, não sem antes fazer um comentário sobre minha esposa, dizendo como ela é gostosa. Depois de 10 minutos, ela volta do banheiro e, na mão bem fechada, traz a calcinha fio dental, e eu peço ela pra verificar se tá molhada. Pagamos a conta e dentro da... Deixamos a calcinha de presente pro garçom no restaurante.
Subimos no carro, e quando a Marisa sentou, o vestido subiu e ficou à mostra o portaligas e a buceta bem depilada, agora sem calcinha. Isso me deixou louco e, sem pensar, desabotoei a calça, agarrei ela pela nuca e levei até meu pau pra ela chupar.
Ela não resistiu e enfiou o pau até o fundo da boca, tirava e com a língua saboreava a ponta do pau, já que os lábios dela estavam pintados, meu pau ficou todo marcado.
Foi só um instante e eu mandei ela parar, que isso era só o começo.
Marce se arrumou e passou batom de novo, enquanto eu dirigia pra uma balada onde sabia que não ia encontrar ninguém conhecido.
— Desce agora, eu vou estacionar e a gente se vê lá dentro. Fica de olho no celular que vou te falar onde a gente vai se encontrar.desceu perto da porta, logo percebi como vários já tinham de olho nela e tavam secando a bunda dela enquanto caminhavaAssim que estacionei, mandei a primeira mensagem pra ela:
"Hoje à noite a gente não se conhece, lembra de fazer tudo que eu mandar. Vai pro balcão e pede alguma coisa pra beber."
E ela respondeu "ok".
Minha ideia era que a Marce ficasse mais solta, se liberasse e deixasse sair aquela puta que tem dentro dela.
Eu, por minha vez, entrei na balada e fui pro balcão pedir um drink, depois subi pra uma área elevada tipo galeria, de onde dava pra ver a pista principal.
Assim que avistei minha esposa, escrevi de novo:
"Procura alguém que te interesse e seduz ele. Hoje você é uma puta sob minhas ordens."
Na hora ela começou a me procurar com o olhar dentro da balada e, quando cruzamos os olhos, respondeu minha mensagem:
"Tem certeza? Depois que isso começar, não tem volta."
Eu já via nos olhos dela que a puta que conheço dentro de quarto estava começando a aparecer e que ela só esperava pra agir.
"Faz o que eu mando, que eu vou continuar te observando."
Ela não respondeu, só me olhou e passou a língua nos lábios, me mostrando que não tinha mais volta.
Tinha muita gente, então perdi ela de vista rápido. Comecei a dar voltas pela balança, aproveitando pra ver o que tinha de bom também, até que vi de longe aquela bunda vermelha inconfundível e aqueles lábios combinando.
Ela tava com um cara alto, moreno, tipo esportivo. Por enquanto só conversavam no ouvido e riam, ele oferecia o drink que tava tomando e a Marce só provocava ele.
Fui me aproximando sem que ele percebesse nada de estranho, até que ela me viu. Quando me viu, riu e piscou o olho. Na sequência, começaram a dançar bem colados, eu via como se aproximavam e grudavam os corpos. Ela esfregava a bunda no pacote dele e ele aproveitava pra agarrar ela pela bunda e pela cintura. Enquanto isso, ela me olhava com cara de puta, mostrando que tava ficando com tesão e curtindo tudo.
Num dado momento, enquanto eles continuavam dançando, vejo ela com a mão começar a... passar o pênis dele por cima da calça, roçando a mão sutilmente, tentando fazer o novo amigo ficar cada vez mais excitado. Ele, por enquanto, não perdia chance de tocar a bunda dela e começar a pegar nos peitos dela. Naquele momento, decidi mandar outra mensagem pra ela:
“Te espero na porta do banheiro”
Vi ela tirar o celular da bolsa e falar com o cara.
Nos encontramos no ponto combinado e, assim que a vi, percebi o quanto ela estava tesuda.
“Tá excitada, putinha?”
“Adoro, e pelo que percebi encostando minha bunda, ele tem um pênis lindo. Chama Diego e não é daqui.”
Naquela hora, eu tinha esquecido que não estava de calcinha fio dental, mas ela tratou de me lembrar, enfiando um dedo por baixo do vestido e passando os sucos dela na minha boca.
“Viu como eu tô? Assim que você gosta que eu esteja, né?”
Meu pau ficou duro na hora, queria levar ela pro carro e arrebentar ela, mas ainda não era a hora.
“Volta com ele, come ele e se deixa levar.”
Ela se virou sem me dar tempo de responder.
Eu segui ela, vi os dois juntos de novo, cada vez mais grudados, e agora começaram a se beijar, literalmente se devorando, enquanto ela me olhava e ria. Vi a Mace pegar as mãos do Diego e levar pros peitos dela e por baixo do vestido na bunda dela, mostrando que não tava usando nada.
Vi que eles foram saindo e segui até o estacionamento, foram pro fundo e se esconderam entre os carros. Eu fiquei agachado, sem ser visto, observando tudo.
A Marce se abaixou, desabotoou a calça dele e, de uma vez, o pênis do Diego apareceu. Ela tinha razão, era de bom tamanho, não muito comprido, mas grosso. Vi ela colocar a camisinha no pau que já tava escorrendo de tanto tesão.
Eu, por minha vez, tava extremamente nervoso, um pouco ciumento, mas muito excitado, e isso me deixava a mil ao ver minha esposa metendo com tanta vontade e tanto prazer o pau de um completo estranho na boca dela.
Via ela pegar o pênis e enfiar inteiro na boca dela. boca, tirava pra fora e saboreava da ponta até as bolas do Diego, batia uma punheta pra ele enquanto olhava nos olhos dele e dizia que adorava o pau dele, que não queria parar de chupar.
Diego segurou a cabeça dela e começou a foder a boca da minha esposa com o pau dele, enquanto ouvia ela dizer:
que puta gostosa, de onde você saiu, que jeito de chupar meu pau
que gostoso, que gostoso, que pau bom você tem, grosso e cheio de veia, adoro!!!
Nisso, vejo a Marce baixar o vestido, deixando os peitos à mostra, e olhando fixo pro Diego, ela fala:
deixa eu gozar aqui, por favor
Na hora, ela fez algo que Diego não esperava: começou a enfiar dois dedos na buceta dela, que tava escorrendo de tanto tesão, e começou a gemer aos gritos pedindo por gozo, tirando a camisinha dele:
me dá gozo, me dá gozo, vai, bate uma punheta e joga tudo aqui nos meus peitos!!
Na sequência, vi a cara do Diego se transformar e ele começar a gozar nos peitos da minha esposa, ela continuava enfiando dois dedos e dava pra ver que tava chegando ao orgasmo de tanto tesão.
Depois que acabou, vi ela se limpar um pouco com um lenço que tinha na bolsa e levantar o vestido de novo.
Marce falou algo no ouvido do Diego e, depois de um beijo, ele foi embora pra dentro do rolê, e meu celular tocou.:onde você está, sei que tá me olhandoNaquele momento apareci todo tesudo e, sem trocar uma palavra, peguei na mão dela e levei até nosso carro. Sem entrar, encostei ela na lateral, desabotoei minha calça e enfiei o pau até o fundo — que, graças ao quanto ela tava molhada, entrou sem problemas.
Enquanto eu metia com tudo, ela falava no meu ouvido e me esquentava ainda mais:
— Gostou de ver como eu chupava outro? Que yummy cock que ele tinha, pena que não meteu na minha buceta, porque ia me arrebentar de tão grossa que era... aaaaahh ahhh vai, vai, me come, olha o que eu tenho pra você.
Nisso, ela baixou o vestido e ainda tinham restos de porra que a Marce cuidou de levar com os dedos pra boca dela, e na sequência me beijou de boca aberta. Agarrou minha cabeça e levou pros peitos dela pra eu terminar o serviço.
Eu continuava comendo ela e agora também chupando os peitos dela e os restos de porra que tinham ficado.
— Que puta que você se mostrou ser, já imaginava você puta, mas não tanto — e olha que você não comeu ele.
— Não esquenta, que o próximo eu vou foder você. Isso não acaba aqui. Mete forte agora, enche minha buceta de porra que ela tá muito quente.
Depois disso, comecei a soltar toda a porra acumulada dentro da buceta dela. Tanto que começou a escorrer pela canela e descer pelas pernas dela. Enquanto ela gritava.
Gozava de novo.
A gente se arrumou, entrou no carro e foi pra casa, sabendo que isso tava só começando.
Espero que tenham gostado, opiniões e sugestões são bem-vindas, e assim vou continuar postando as histórias que a gente tem juntos.
Subimos no carro, e quando a Marisa sentou, o vestido subiu e ficou à mostra o portaligas e a buceta bem depilada, agora sem calcinha. Isso me deixou louco e, sem pensar, desabotoei a calça, agarrei ela pela nuca e levei até meu pau pra ela chupar.
Ela não resistiu e enfiou o pau até o fundo da boca, tirava e com a língua saboreava a ponta do pau, já que os lábios dela estavam pintados, meu pau ficou todo marcado.
Foi só um instante e eu mandei ela parar, que isso era só o começo.
Marce se arrumou e passou batom de novo, enquanto eu dirigia pra uma balada onde sabia que não ia encontrar ninguém conhecido.
— Desce agora, eu vou estacionar e a gente se vê lá dentro. Fica de olho no celular que vou te falar onde a gente vai se encontrar.desceu perto da porta, logo percebi como vários já tinham de olho nela e tavam secando a bunda dela enquanto caminhavaAssim que estacionei, mandei a primeira mensagem pra ela:
"Hoje à noite a gente não se conhece, lembra de fazer tudo que eu mandar. Vai pro balcão e pede alguma coisa pra beber."
E ela respondeu "ok".
Minha ideia era que a Marce ficasse mais solta, se liberasse e deixasse sair aquela puta que tem dentro dela.
Eu, por minha vez, entrei na balada e fui pro balcão pedir um drink, depois subi pra uma área elevada tipo galeria, de onde dava pra ver a pista principal.
Assim que avistei minha esposa, escrevi de novo:
"Procura alguém que te interesse e seduz ele. Hoje você é uma puta sob minhas ordens."
Na hora ela começou a me procurar com o olhar dentro da balada e, quando cruzamos os olhos, respondeu minha mensagem:
"Tem certeza? Depois que isso começar, não tem volta."
Eu já via nos olhos dela que a puta que conheço dentro de quarto estava começando a aparecer e que ela só esperava pra agir.
"Faz o que eu mando, que eu vou continuar te observando."
Ela não respondeu, só me olhou e passou a língua nos lábios, me mostrando que não tinha mais volta.
Tinha muita gente, então perdi ela de vista rápido. Comecei a dar voltas pela balança, aproveitando pra ver o que tinha de bom também, até que vi de longe aquela bunda vermelha inconfundível e aqueles lábios combinando.
Ela tava com um cara alto, moreno, tipo esportivo. Por enquanto só conversavam no ouvido e riam, ele oferecia o drink que tava tomando e a Marce só provocava ele.
Fui me aproximando sem que ele percebesse nada de estranho, até que ela me viu. Quando me viu, riu e piscou o olho. Na sequência, começaram a dançar bem colados, eu via como se aproximavam e grudavam os corpos. Ela esfregava a bunda no pacote dele e ele aproveitava pra agarrar ela pela bunda e pela cintura. Enquanto isso, ela me olhava com cara de puta, mostrando que tava ficando com tesão e curtindo tudo.
Num dado momento, enquanto eles continuavam dançando, vejo ela com a mão começar a... passar o pênis dele por cima da calça, roçando a mão sutilmente, tentando fazer o novo amigo ficar cada vez mais excitado. Ele, por enquanto, não perdia chance de tocar a bunda dela e começar a pegar nos peitos dela. Naquele momento, decidi mandar outra mensagem pra ela:
“Te espero na porta do banheiro”
Vi ela tirar o celular da bolsa e falar com o cara.
Nos encontramos no ponto combinado e, assim que a vi, percebi o quanto ela estava tesuda.
“Tá excitada, putinha?”
“Adoro, e pelo que percebi encostando minha bunda, ele tem um pênis lindo. Chama Diego e não é daqui.”
Naquela hora, eu tinha esquecido que não estava de calcinha fio dental, mas ela tratou de me lembrar, enfiando um dedo por baixo do vestido e passando os sucos dela na minha boca.
“Viu como eu tô? Assim que você gosta que eu esteja, né?”
Meu pau ficou duro na hora, queria levar ela pro carro e arrebentar ela, mas ainda não era a hora.
“Volta com ele, come ele e se deixa levar.”
Ela se virou sem me dar tempo de responder.
Eu segui ela, vi os dois juntos de novo, cada vez mais grudados, e agora começaram a se beijar, literalmente se devorando, enquanto ela me olhava e ria. Vi a Mace pegar as mãos do Diego e levar pros peitos dela e por baixo do vestido na bunda dela, mostrando que não tava usando nada.
Vi que eles foram saindo e segui até o estacionamento, foram pro fundo e se esconderam entre os carros. Eu fiquei agachado, sem ser visto, observando tudo.
A Marce se abaixou, desabotoou a calça dele e, de uma vez, o pênis do Diego apareceu. Ela tinha razão, era de bom tamanho, não muito comprido, mas grosso. Vi ela colocar a camisinha no pau que já tava escorrendo de tanto tesão.
Eu, por minha vez, tava extremamente nervoso, um pouco ciumento, mas muito excitado, e isso me deixava a mil ao ver minha esposa metendo com tanta vontade e tanto prazer o pau de um completo estranho na boca dela.
Via ela pegar o pênis e enfiar inteiro na boca dela. boca, tirava pra fora e saboreava da ponta até as bolas do Diego, batia uma punheta pra ele enquanto olhava nos olhos dele e dizia que adorava o pau dele, que não queria parar de chupar.
Diego segurou a cabeça dela e começou a foder a boca da minha esposa com o pau dele, enquanto ouvia ela dizer:
que puta gostosa, de onde você saiu, que jeito de chupar meu pau
que gostoso, que gostoso, que pau bom você tem, grosso e cheio de veia, adoro!!!
Nisso, vejo a Marce baixar o vestido, deixando os peitos à mostra, e olhando fixo pro Diego, ela fala:
deixa eu gozar aqui, por favor
Na hora, ela fez algo que Diego não esperava: começou a enfiar dois dedos na buceta dela, que tava escorrendo de tanto tesão, e começou a gemer aos gritos pedindo por gozo, tirando a camisinha dele:
me dá gozo, me dá gozo, vai, bate uma punheta e joga tudo aqui nos meus peitos!!
Na sequência, vi a cara do Diego se transformar e ele começar a gozar nos peitos da minha esposa, ela continuava enfiando dois dedos e dava pra ver que tava chegando ao orgasmo de tanto tesão.
Depois que acabou, vi ela se limpar um pouco com um lenço que tinha na bolsa e levantar o vestido de novo.
Marce falou algo no ouvido do Diego e, depois de um beijo, ele foi embora pra dentro do rolê, e meu celular tocou.:onde você está, sei que tá me olhandoNaquele momento apareci todo tesudo e, sem trocar uma palavra, peguei na mão dela e levei até nosso carro. Sem entrar, encostei ela na lateral, desabotoei minha calça e enfiei o pau até o fundo — que, graças ao quanto ela tava molhada, entrou sem problemas.
Enquanto eu metia com tudo, ela falava no meu ouvido e me esquentava ainda mais:
— Gostou de ver como eu chupava outro? Que yummy cock que ele tinha, pena que não meteu na minha buceta, porque ia me arrebentar de tão grossa que era... aaaaahh ahhh vai, vai, me come, olha o que eu tenho pra você.
Nisso, ela baixou o vestido e ainda tinham restos de porra que a Marce cuidou de levar com os dedos pra boca dela, e na sequência me beijou de boca aberta. Agarrou minha cabeça e levou pros peitos dela pra eu terminar o serviço.
Eu continuava comendo ela e agora também chupando os peitos dela e os restos de porra que tinham ficado.
— Que puta que você se mostrou ser, já imaginava você puta, mas não tanto — e olha que você não comeu ele.
— Não esquenta, que o próximo eu vou foder você. Isso não acaba aqui. Mete forte agora, enche minha buceta de porra que ela tá muito quente.
Depois disso, comecei a soltar toda a porra acumulada dentro da buceta dela. Tanto que começou a escorrer pela canela e descer pelas pernas dela. Enquanto ela gritava.
Gozava de novo. A gente se arrumou, entrou no carro e foi pra casa, sabendo que isso tava só começando.
Espero que tenham gostado, opiniões e sugestões são bem-vindas, e assim vou continuar postando as histórias que a gente tem juntos.
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