Quatro é prazer, três já é demais

Feliz Natal!", falei quando brindamos

Eu e minhas amigas tínhamos combinado de jantar no sábado passado antes de cair na bagunça habitual das festas de fim de ano e sermos engolidos pelas nossas famílias. A gente se reuniu na casa da Alba, que morava em Madrid. Ela tinha alugado um apê recentemente e nos convidou pra mostrar o lugar no nosso encontro.

A Alba era ruiva. A pele dela era muito branca, o que destacava ainda mais a cor do cabelo. Os olhos azuis se escondiam atrás das lentes dos óculos de armação preta. Ela costumava usar camiseta e jeans largos, que não conseguiam disfarçar o tamanho generoso (mas não exagerado) dos peitos dela. Nossa, o que eu tô pensando em falar isso...

A Maira também veio. Ela morava e tinha toda a família na Galícia, mas de vez em quando aparecia na capital. Ironicamente pra ser do norte, ela tinha a pele bem morena, além do cabelo preto e brilhante. Gostosa pra caralho, mas pra decepção de muitos pretendentes, passava a maior parte do dia lendo em casa, embora normalmente saísse uma vez por semana pra curtir a noite.

A Silvia era a mais bonita das três na minha opinião. Ela costumava se vestir bem feminina, como naquela noite. Um vestido verde que mal chegava nos joelhos e realçava os peitos dela, pequenos e firmes, mas meu olhar desviou umas duas vezes naquela noite. Loira de cabelo curto, ela tinha pintado as pontas de azul escuro. Passava umas temporadas na capital, enquanto outras passava na Valência natal, já que a empresa dela tinha sedes nas duas cidades.

Eu era o único cara do grupo, e apesar de antigamente isso render umas piadas de outros primatas homens quando nos viam juntos, hoje sei que mais de um tinha uma puta inveja de me ver acompanhado das minas; apesar de tudo isso, devo dizer que, embora eu as achasse gostosas, nunca tinha me atrevido a fazer ou falar algo que pudesse estragar nossa amizade.

Depois do brinde inicial, sentamos à mesa. Eu tinha cozinhado um peru, e ele tinha passado o último tempo mantendo o calor no forno da Alba. Levei ele pra mesa enquanto elas cuidavam do resto. Deixei tudo servido e curtimos um belo jantar. Esse era o nosso Natal. O dia 24… bom, esse é em família.

“Tô cheia”, disse a Silvia, “comi até estourar”.

“Eu também. Acho que essas calças não vão mais me servir”, falei, me recostando na cadeira.

“Assim que eu gosto das festas. Em boa companhia e comendo pra caramba”, riu a Maira.

“Espera, vou pegar uma garrafinha”, disse a Alba.

Ela voltou em uns dois minutos com uma garrafa na mão e quatro taças. Colocou na mesa e começou a servir. Me surpreendi ao ver que não era um champanhe barato, ela tinha caprichado na compra.

“Isso é caríssimo”, comentei.

“Bom, não é todo dia que a gente se junta os quatro. Tinha que ser algo especial”, respondeu ela com um sorriso. “O que a gente brinda?”

“Pra gente continuar celebrando essas festas”, disse a Maira, levantando a taça.

“Saúde”, respondemos, e bebemos das nossas taças. Ardeu na garganta, não tava acostumado a beber além de ocasiões especiais, mas segurei a onda. Olhei pra mesa. Tinha ficado meio cheia de coisas pra limpar.

“Que preguiça de tirar tudo isso amanhã”, disse a Silvia. “Eu sugeriria tirar agora...”, comentou.

“Concordo”, falei, amontoando um monte de coisas no prato vazio. “E o que a gente faz? Sai pra tomar algo, ou vocês tão a fim de ficar pra ver um filme?”

“A gente já vai sair bastante esses dias, por que não ficamos?”, propôs a Maira. “Se a chefe deixar”, brincou.

“Acho perfeito, nesse sofá a gente cabe os quatro tranquilamente”, completou a Alba com um sorriso.

Então a gente arrumou, e depois de deixar tudo bem limpo, caímos derrotados no sofá. A Alba, mostrando seu lado maisTaradaligou o blu-ray com o primeiro filme deVingadores, com a intenção de ver os três filmes naquela noite, se a gente não dormisse antes. Mas era difícil, porque a gente vivia o filme como se fosse a primeira vez que a gente ia ao cinema.

No meio do filme, no entanto, senti um frio do meu lado. Percebi que a Silvia tinha se levantado.

"Alba, podemos conversar um minuto?", ela perguntou.

A Alba levantou e lá foram elas. A Maira e eu ficamos no sofá, vidrados no filme por uns minutos. Na verdade, nem tinha percebido que já fazia um tempinho que a Alba e a Silvia tinham ido embora. Só que bateu uma sede, e levantei pra pegar um copo d'água na cozinha.

E foi bem na hora que passei perto do quarto da Alba que ouvi uma frase que me deixou mais que surpreso.

"Senti sua falta..."

Era a voz da Silvia. Soava suave. A porta estava entreaberta. Eu não devia espiar. Era uma conversa particular entre elas. Mas a tentação é uma coisa muito poderosa. Então olhei. A Silvia estava abraçada na Alba, e parecia que ia quebrar ela ao meio de tanta força que fazia. E ainda tinha a cabeça apoiada nos peitões da nossa amiga. Ah...

"Silvia... você sabe que isso não vai acontecer de novo...", respondeu a Alba com delicadeza.

"Foi uma noite muito gostosa...", disse a Silvia. "Aproveitei muito minha primeira vez graças a você."

"Eu também curti pra caramba. Mas a gente combinou que era um pacto. A gente tinha que deixar a virgindade pra trás..."

Eu tava ficando com o pau duro de imaginar aquela situação entre as duas. Nunca teria imaginado. Elas sempre foram muito na delas sobre sexo. Sabia que tinham ficado com caras por períodos bem curtos. Mas não sabia que as duas tinham dividido uma noite de fogo.

"Faz um tempão que não como ninguém", reclamou a Silvia. "E nenhum cara me fez gozar igual você.Se você me deixasse tentar..., pensei, reparando na saia dela. Com vontade, eu teria comido ela ali mesmo.

“Também tô na merda”, confessou Alba. “Mas é impossível. Hoje a gente marcou de se encontrar os quatro pra fazer uma pré-natalzinha. Sério que você quer fazer isso com os dois lá na sala?”

“Ela que leve a Maira pra casa dela pra dormir. Ou pra foder. E você e eu ficamos aqui. Quero sexo, Alba. Me fode, por favor…”

E naquele momento senti algo me empurrando pra frente. Caí no chão e não bati a cara porque coloquei as mãos a tempo. Me virei. Maira era quem tinha me empurrado, e Alba e Silvia tinham ficado paralisadas.

“Desculpa a interrupção. Esse curioso tava ouvindo o que não devia”, disse ela.

“Mas que porra!”, se indignou Alba. “Dá pra saber no que você tava pensando?”

“Desculpa… não queria ouvir, mas…”

“Mas ouviu”, continuou Alba. Silvia tinha tapado o rosto com as mãos. Não tava chorando, só morrendo de vergonha. Eu via ela com as orelhas vermelhas. “O que você quer? Que a gente conte os detalhes?”

“Não, caralho. Desculpa. Não queria…”

“Já chega. Foi um porco”, sentenciou Maira. “Por isso mesmo que não te contaram”.

“Você sabia…”, falei surpreso.

“Claro. Fui eu quem sugeriu isso há um tempo. Mas não pensei que iam me levar a sério”.

“Pois obrigada”, disse Silvia. Não ousava levantar o olhar. “O ruim é que… Alba deixou a barra muito alta”, confessou.

“Talvez dê pra dar um jeito nisso”, disse Alba. “Acho que você pode resolver esse probleminha”.

E me olhou. Demorei um pouco pra entender, mas levantei de um pulo. Alba era doida. Silvia parecia não entender o que ela queria. Que inocente. Gostei disso, mas eu ainda tava pasmo.

“Você quer que eu e Silvia transemos?”, perguntei de repente.

“Nossa. Como você levou mal”, disse Maira. “Acho que a Alba teve uma boa ideia”.

“Era o que eu tava pensando, mas parece que aqui osenhor marquêsEle tem um gosto refinado e a pobre da Silvia é muito feia pra ele", comentou Alba com ironia. "Desculpa, querida", acrescentou olhando pra loirinha, "noite ruim pra transar".

"Ei, ei, ei, não vamos nos enganar", interrompi. "Eu não disse isso, a Silvia é muito gostosa, mas não vamos transar só porque vocês tiveram a ideia".

"Ah, não?", perguntou Silvia, timidamente. "Por quê?"

"Bom... quem tem que achar bom somos nós, né?"

"Verdade. Mas você não me perguntou se eu acho bom ou não".

"E você acharia bom?"

"Por que não?"

Não soube o que responder. Se fizéssemos aquilo... quebraríamos uma barreira que não daria pra reconstruir. Mas os olhos de Silvia pareciam brilhar, como se ela realmente esperasse que a gente transasse. Era estranho. Um minuto antes, ela queria dormir com a Alba. Mas de repente estava ali. Como se foder comigo fosse algo que não entrava na lógica.

"Olha... eu... adoraria", falei enquanto ficava vermelho, "mas... tem certeza? Somos amigos, se isso der errado..."

"Não sei. Você me passa confiança justamente por isso. Somos amigos, e você sabe que eu te amo muito."

"Que lindo", comentou Alba. Não parecia estar zoando. "Com certeza vai dar certo".

"Bom... então vamos pra minha casa?", perguntei.

"Com licençaaaaa? Nada disso", nos cortou a Maira. "Vocês vão dormir aqui".

"Na casa da Alba? Sim, claro, como se ela fosse permitir".

"E se não for assim, como íamos poder olhar?", perguntou Alba. Tanto eu quanto a Silvia ficamos olhando pra ela de boca aberta. "O quê? Tive uma ideia e quero ver se funciona", comentou como se fosse a coisa mais normal do mundo. "Você não tá afim?"

"Demais", disse Maira, embora não parecesse muito convencida. "Vamos ficar só olhando?"

"Claro que não. Vamos ficar na cama com eles olhando. E podemos dar uns conselhos", comentou Alba.

"Acho que vocês beberam demais...", falei. "Não podem estar falando sério".

"Bebemos a mesma coisa que vocês". Que você. E temos mais tolerância ao álcool", me lembrou Alba. "Então... vocês podem fazer aqui na nossa frente ou... marcar pra outra hora", ela acrescentou com maldade. "O que preferem?"

Silvia me olhou. Eu estava meio envergonhado. Não podiam estar falando sério. Nem fodendo. Mas então, por que ela se aproximava de mim... e colocava os lábios nos meus? Por que eu sentia que ficava vermelho? Por que eu me deixava levar e atacava a boca dela com um beijo de língua?

"Olha só", ouvi Alba dizer. "Não formam um belo casal?"

"Sei não... vamos ver o que fazem juntos", respondeu Maira com sarcasmo. "Vocês vão fazer então?"

Assenti sem hesitar. Mesmo nunca tendo feito algo assim antes. Com plateia, quero dizer. Talvez o melhor fosse me deixar levar sem pensar naquelas duas "incentivadoras" que a gente tinha arrumado. Minha boca devorou a de Silvia, e minha língua passou a barreira. Encontrei a dela vindo atraída pela minha. Porra, que beijo. A puxei contra meu corpo, perdido na paixão. Ela também se agarrou a mim.

Perdi a noção do tempo quando fui empurrando ela aos poucos até cairmos no colchão, sem dar trégua às nossas bocas. Senti ela puxando minha camiseta de leve, e deixei que as mãos dela tocassem todo meu torso enquanto eu a tirava. Minhas mãos passaram pelas costas dela, alcançando o zíper do vestido. Engatei o zíper e puxei pra baixo. Tirei o tecido e me surpreendi. Silvia não usava sutiã. Fiquei hipnotizado.

"Você gosta?", ela perguntou. "Sei que não são muito grandes..."

"Que besteira", respondi. "Adoro..."

Apoiei as mãos nos peitos dela e a beijei de novo enquanto massageava aqueles montes maravilhosos. Eram macios, e a auréola dos mamilos tinha uma série de pontinhos, como se estivessem escritos em braille. Me perguntei que gosto teriam, mas primeiro era terminar de tirar a peça, usando meus lábios pra beijar onde o tecido sumisse. Não demorei a encontrar a calcinha dela, onde parei um momento, brincando com meus lábios. sem tirar as calcinhas dela.
“Porra… tô me molhando…” ela soltou, e vi que era verdade. Aquilo me agradou.

De repente, senti algo na cama. Levantei o olhar e vi Alba, de sutiã e calcinha, sentando atrás da Silvia. Levantou a cabeça da loirinha e deixou que ela descansasse entre as pernas dela.

“Fica tranquilo, pirata, a gente só quer dar uma mão”, ouvi de repente nas minhas costas. Maira tinha se posicionado atrás de mim, e eu sentia ela tirando minha calça. “Continua com ela”.

Não achei que fossem se aproximar pra olhar de “pertinho”, mas tava pouco me lixando. Silvia estava deitada debaixo do meu corpo, e o olhar dela desviou pro meu volume na virilha. Ela corou um pouco, mas as mãos dela alcançaram minha última peça. Puxou pra baixo com cuidado, liberando minha ereção.

“Vou ver o que você esconde por aqui…”, falei safado, enquanto ia pegar a calcinha dela. Tirei devagar, e encontrei a bucetinha rosada dela toda lubrificada, molhadinha.Ela ficou com tesão… vou ter que dar o meu melhor., pensei. Comecei a beijar a perna dela pelo tornozelo. Subi devagar com meus lábios até minha respiração alcançar a buceta dela. Senti ela tremer e, naquele momento, minha língua começou a atacar a intimidade dela.

“Aaaah… aaaaah, sim… Eu gosto…”, ela gemeu. “Siimmm… bem aííí…”, ela balbuciou. Sorri, orgulhoso do prazer que estava dando a ela. A voz dela era música para meus ouvidos.

“Putinha sortuda…”, ouvi Alba comentar. “Tá gostando do que tão fazendo com você?”

“Siim… tô gostando…”

“Faz ela gozar”, Maira me desafiou pelas costas. “E se conseguir…”talvez eu decida não ficar só olhando, sussurrou no meu ouvido.

Não sabia se a Maira estava falando sério, mas tava pouco me lixando. Eu também tava com tesão, mas a Silvia tava precisando de carinho e eu ia dar pra ela. Minha língua devorou com gosto a buceta dela, e eu sentia os fluidos escorrendo. Amava aquele sabor proibido. Não acreditava no que a gente tava fazendo, mas esperava que a noite nunca acabasse. Uns gritinhos me fizeram levantar o olhar, e me surpreendi ao ver que a Alba tava estimulando os mamilos da Silvia.

"Já vi que cê tá pronto...", comentou a Maira. Senti o dedo dela acariciando minha glande. "Vamos... ela tá no ponto..."

Consegui fazer a Silvia gozar finalmente. Um jato dos sucos femininos dela saiu disparado da boceta dela. Fui mais devagar com minha língua antes de finalmente parar e me levantar, mostrando que eu tava pronto pra comer ela.

"Vamos... mais... não para agora", ela pediu. "Me fode..."

Incapaz de negar o desejo dela, me posicionei entre as pernas dela e, com cuidado, meu pau deslizou inteiro dentro dela. Não precisava de lubrificante, ela tava molhada o suficiente pra deixar meu cacete entrar de uma vez.

"Maravilhoso... por favor... me faz isso...", ela implorou.

Eu não tava com a cabeça muito clara, então só obedeci. Meus quadris iam pra trás e pra frente sem parar, devagar no começo, até que me segurei na cintura dela e comecei a meter sem parar. O balanço dos peitinhos dela no ritmo das minhas estocadas me hipnotizou.

Senti a Maira se colando nas minhas costas. O corpo dela conseguia acompanhar meus movimentos. As mãos dela percorreram meu torso enquanto eu comia uma Silvia que gemia de prazer.

"Não lembrava de você tão escandalosa assim", ouvi a Alba comentar. "Talvez esse aqui realmente te faça gozar...". Sorri. "Cuidado, amor", e segurou a cabeça da Alba com as mãos, se afastou um pouco pra trás só pra se jogar pra frente. Os lábios dela e os da Silvia se encontraram num beijo apaixonado. beijo. Suavemente, ela apoiou a cabecinha no colchão e as mãos dela alcançaram os peitos da Silvia.

“Aaaaah… aaaaah… isso é maravilhoso…”, gemeu Silvia. “Vou gozar de novo…”

Alba ignorou o comentário e avançou um pouco mais, até ficar de frente com os peitos de Silvia e começou a devorá-los como se fossem dois pudins deliciosos. Não foi difícil imaginar que a loirinha também estava chupando os peitos da ruiva, já que as mãos dela estavam presas ao corpo dela.

“Parece que não vamos cumprir a promessa de só olhar”, comentou Maira nas minhas costas. Ela estava me dando lambidas e mordidinhas eróticas no pescoço. “Você vai gozar?”

“Sim… vou gozar logo…”.

“Ótimo… porque eu quero você pra mim agora”, ela disse.

Com essa tentação na cabeça, meu corpo acelerou. Eu sentia que meu pau ia explodir a qualquer momento. Não podia… não devia gozar dentro dela, mas era tarde pra parar e nós quatro estávamos aproveitando como nunca.

Explodi dentro de Silvia finalmente. Senti meus jatos disparando um atrás do outro. Alba sorriu ao ver, e quando Maira me puxou pra trás, vi ela devorando a bucetinha de Silvia… com meus próprios fluidos.

“Um cara que chupa tão bem uma buceta merece isso”, disse Maira. Ela me dominou agora, ela estava no controle, e sem eu conseguir falar nada, a boca dela se fechou em volta do meu pau. Segurei um gemido. Não esperava algo tão precoce. Mas a boca dela trabalhava muito bem no meu pênis. “Nada mal, gato… embora ainda sinta o gosto dessa putinha, vou ter que limpar bem”.

“Porra, Maira… você não precisava…”

Não consegui dizer que ela não precisava me chupar, porque naquele momento Silvia estava engatinhando ao meu lado. Ela se deitou finalmente e Alba cruzou uma perna com ela. Me surpreendi ao vê-las fazendo tesoura. O ritmo de Alba era bem mais lento que o meu, mas Silvia com certeza estava adorando. Eu a via gemendo, entregue ao prazer que Alba estava dando a ela.

“Fica aí”, sussurrou Maira suavemente, e me fez deitando-me completamente enquanto ela subia em cima de mim. "Desculpa, querido, mas eu gosto de tomar as rédeas", me avisou enquanto alinhava a buceta dela com meu pau. "Espero que você não se importe..."
"Claro que não..." falei enquanto sentia o calor da intimidade dela envolvendo meu pau. A vagina dela estava realmente quente e molhada, mas apertada. Hesitei por um momento se a garota era virgem, mas descartei isso na hora. Ela se apoiou no meu peito e começou a subir e descer, provocando a penetração. Eu não podia acreditar que tinha uma garota como ela em cima de mim transando. Mas eu tava adorando. Isso e ainda curtir uma sessão de sexo ao vivo do meu lado...
"Não se esqueça de mim", sussurrou a Silvia do meu lado. Olhamos nos olhos um do outro e nos perdemos em outro beijo. Apesar de estarmos sendo comidos pelas nossas amigas, ela e eu nos sentíamos um pouco mais próximos. Nossas mãos se juntaram enquanto a Alba continuava dando prazer esfregando os sexos uma na outra, e a Maira enfiava meu pau subindo e descendo nele.
"Vocês são um par de pombinhos", disse a Alba, "mas... aaaah... hoje vocês são nossos também... ah... Silvia... tô quase..."
"Eu também..." disse ela. Os lábios delas se encontraram, mas não me senti sozinho porque a Maira desceu pra um beijo. Nossas mãos percorreram o corpo um do outro enquanto nos aproximávamos do orgasmo. Ela acelerou um pouco mais o ritmo e finalmente gozei dentro dela, um clímax que foi uma delícia. Porra, isso sim era uma "noite boa".
A Alba veio me pegar. Deitamos de lado e abrimos as pernas, perfeitamente sincronizados. Enfiei minha cabeça entre as coxas dela e comecei a chupar a buceta dela enquanto ela devorava minha ereção. Porra com a ruiva. Eu sempre achei que ela fosse puritana... e era uma putinha de marca maior. Mas melhor pra mim, porque eu tava me divertindo pra caralho. Enfiei minha língua enquanto sentia a dela me dando prazer no meu pau todo.
Do nosso lado, embora eu mal pudesse ver, a Maira tinha tirado um vibrador da gaveta da Alba, daqueles com cinto, e tava comendo a Silvia. com uma delicadeza requintada. Mas ela já estava cansada de ficar tão submissa, e trocaram de posição. Maira sentada na cama, acariciando a bunda de Alba enquanto Silvia subia e descia no falo de plástico.

Não ia deixar elas me vencerem, então nos mexemos e fiquei ao lado de Maira, com Alba sentada em cima de mim. Ela subiu e desceu, mas logo segurei seus quadris e comecei a mover os meus para meter nela à vontade. Ia gozar muito em breve. Maira tinha me imitado, e agora segurava Silvia sobre ela enquanto metia num ritmo gostoso. Ela deu outro beijo lento em Alba e me deu um rápido, antes de juntar os lábios com os de Maira.

"Quer me beijar? Ou prefere meus peitos?", me provocou Alba.

"Por que escolher?", perguntei safado. Ela concordou e me deu um beijo carinhoso nos lábios antes de deixar eu chupar seus peitos. Eles tinham um sabor incrível, e o toque também. Finalmente gozei, exausto que estava. Caímos os quatro exaustos na cama.

"Se sente pronto pra mais uma rodada?", perguntou Alba, pegando no meu pau.

"Preciso... de um momento...", pedi. Silvia nos olhou com ciúmes.

"Calma, querida... tava pensando em algo diferente", disse a ruiva.

Antes que eu percebesse, me colocaram de quatro na cama, e Alba estava atrás de mim. Ela tinha colocado o dildo com cinta, que como descobri na hora, tinha duas pontas, uma delas dentro da própria buceta dela. Na minha frente, dava pra ver a xota de Maira, que ainda não tinha tido o prazer de provar minhas linguadas. Em cima dela, Silvia descansava, já com a língua da morena na sua intimidade.

"Alba... tô com medo...", confessei.

"Não se preocupa. Se doer, eu paro, mas olha", senti ela pegar meu dedo e colocar em algo com textura molhada, "lubrifiquei com todo meu amor. E não é muito grande, tá?"

"Tá... Tá...", falei. Mas com medo de me machucar, mergulhei na buceta de Maira e devorei com gosto, me concentrando no sabor e não no que Alba fazia atrás de mim.

Lembro de uma sensação fria na minha bunda naquele momento. Eu grunhi um pouco. Alba não tinha mentido pra mim. Pela metade. Era verdade que não doía… mas incomodava e eu sentia como se o brinquedo estivesse separando minha bunda. E ainda assim, tinha deslizado pra dentro com toda a suavidade. Era assim que se sentia? Talvez não fosse tão ruim assim. Ela não se comportou mal, e me comeu num ritmo deliciosamente lento enquanto eu dava o meu melhor oral na Maira e ela chupava a Silvia.

A noite durou um pouco mais. Considerando que não era justo que eu ficasse sem um último orgasmo, Maira e Alba colocaram a Silvia sentada na cama e eu de pé na frente dela. Eu a vi, com medo, começar a devorar minha ereção, mas apesar da timidez dela, eu sentia o carinho com que ela estava fazendo aquilo. Eu a vi também sendo beijada e tocada pelas nossas amigas, que de vez em quando tomavam o lugar dela, mas só por um momento, antes de deixarem que fosse ela mesma quem me fizesse gozar.

"Acho que o nosso negócio pode dar certo", disse Silvia.

"É. Bom, isso é meio estranho", eu disse. Ela estava apoiada em mim… mas Alba e Maria estavam ambas abraçadas em nós.

"Vocês têm a nossa bênção", disse Alba. "Mas somos nós que conseguimos juntar vocês. Acho que merecemos uma pequena...participaçãono seu relacionamento".
"Vamos, que de vez em quando vocês deixem a gente se juntar", esclareceu Maira. "Pelo menos enquanto não tivermos parceiro… uma noite como essa é muito boa".
Silvia e eu nos olhamos e concordamos devagar. A gente tinha curtido a experiência, não tinha motivo pra recusar repetir.MEUS OUTROS CONTOS, passem, vejam e aproveitem eles 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas

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