OUTRA HISTÓRIA ENCONTRADA POR AÍ
Tudo começou no dia do meu aniversário de 32 anos; resolvi convidar meu melhor amigo pra minha casa, pra gente tomar uns drinks. Hassan é um homem negro, bem alto, quase 1,90m, e embora a natureza não tenha sido muito generosa com o rosto dele, deu a ele uma excelente compleição física. Mesmo sendo magro, tem uma musculatura de dar inveja, e além disso é uma das pessoas mais amigáveis que já conheci.
Chegamos na minha casa lá pelas 9 da noite, e quando toquei a campainha, minha mulher abriu a porta. Ao nos ver, ela deixou transparecer o desgosto, meio despercebido pro Hassan; porque ela não esperava visitas. Minha mulher estava usando um lindo vestido todo abotoado na frente, com um decote que deixava ver os peitos grandes e lindos dela. O vestido, embora não fosse muito curto, mostrava boa parte das coxas. Ela olhou pro negro de novo e, de um jeito não muito educado, disse: "Entre, por favor." Ele respondeu com uma reverência e um "depois da senhora", seguindo ela até a sala. Fui pra cozinha levar os aperitivos e a bebida que tinha trazido, preparei uns copos e fui pra sala. Enquanto me aproximava, notei que minha mulher, mesmo sentada de forma elegante, não parava de exibir as pernas lindas até o fim. E quando olhei pro rosto do negro, vi o olhar lascivo dele, disfarçado, admirando as curvas torneadas da minha mulher.
O tempo passou, e de copo em copo, notei minha mulher um pouco mais relaxada e desinibida. Percebi que os dois últimos botões do vestido dela tinham se aberto, e embora não soubesse se ela já tinha notado, quem eu vi que tinha percebido foi o Hassan, que olhava babando pras coxas espetaculares que se exibiam pra ele. Ao mesmo tempo, notei um baita volume no meio das pernas dele quando ele se levantava pra ir ao banheiro — já tava duro.
Sozinho com minha mulher, convidei ela pra dançar uma música suave, e enquanto dançávamos, pude sentir o quanto ela tava quente, talvez por causa dos drinks. Ela rebolava sensual, enquanto isso, eu via como Hassan não tirava os olhos da bunda da minha mulher enquanto ela voltava pro sofá. A gente continuou a conversa numa boa, e aproveitei pra contar umas piadas bem pesadas (que, segundo meus amigos, eu conto muito bem), que começaram a fazer efeito na minha mulher e no Hassan. Contei só algumas, e quando terminei, aumentei um pouco a música, coloquei um CD de merengue, e quase na hora, o negão puxou minha mulher pra dançar. Ela topou e começaram meio na dela, mas logo o negão chegou mais perto, e como não viu resistência, colou de vez nela, com o dedinho quase no meio da bunda dela. Ela continuou como se nada, mas quando virou e ficou de frente pra mim, ficou sem graça. Eu fingi que tava dormindo e encostei a cabeça no sofá, mas continuei de olho no show que, sem perceber, comecei a curtir.
Ele enfiava a coxa entre as pernas dela, e ela esfregava a buceta na coxa dele. Eu mantive a mesma posição pra eles não se inibirem. Dançaram várias músicas, e num momento vi ela sussurrar algo no ouvido dele. Ele virou e me olhou, mas eu continuei fingindo que tava dormindo profundamente. Minha mulher aproveitou pra passar a mão na bunda dele e, na sequência, colocar a mão no pau duro dele, o que deixou o negão sem graça. Ele me olhou preocupado e falou algo pra ela, que continuava acariciando ele. Aí minha mulher decidiu me chamar pra me levar pra cama. Ela mexeu em mim pra eu levantar, mas como não conseguiu me acordar, pediu pro Hassan ajudar a me levar pro quarto.
Com muito esforço, me carregaram entre os dois e me deitaram na cama com cuidado, pra não me acordar. Hassan saiu do quarto, e minha mulher tirou minha calça. Ficou parada do lado da cama por uns segundos, se inclinou, mexeu em mim de leve, me chamou e, como não teve resposta, apagou a luz e fechou a porta.
Esperei uns minutos e... Levantei, silenciosamente me aproximei da janela que dá pra sala e de lá me posicionei cuidadosamente pra ter a visão completa sem ser visto.
Hassan estava sentado no sofá grande, minha mulher chegou e serviu outra dose pra ele, sentou na poltrona ao lado e olhava desconfiada pra porta do meu quarto, logo depois levantou, trocou a música pra uma mais suave e se aproximou do preto pra puxar ele pra dançar, se insinuando com movimentos sensuais, ele levantou e puxou ela pra perto e começaram a dançar devagar, ela sempre tentava ficar olhando na direção do nosso quarto, mas não conseguia ficar muito tempo nessa posição, então tinha que virar de costas.
Já deviam ter passado uns 10 minutos e eu começava a ficar impaciente, e de repente vi o preto começar a acariciar as costas e a bunda da minha mulher sem ela se incomodar, depois ela se encostou mais e ele, enfiando a mão por dentro do vestido dela, acariciava a bunda dela, minha mulher dançava com as pernas um pouco mais abertas, pra ele poder enfiar a mão um pouco mais e acariciar por trás o cu e a buceta dela já com certeza molhada, o preto se inclinou um pouco mais pra frente pra poder enfiar os dedos na buceta molhada, ela começou a acariciar o pau dele por cima da calça e eu vi o pauzão do Hassan começar a crescer ainda mais e como ele se abaixava pra roçar a barriga dele na região da buceta, que abria mais o compasso das pernas e esfregava forte a buceta na coxa direita do preto que continuava o trabalho de tirar e enfiar os dedos na buceta da minha mulher, tocava os peitos dela por cima do vestido, minha mulher fechava os olhos enquanto os bicos dos peitos endureciam. Quando a música acabou, ela foi pro meu quarto, na hora corri pra cama e fiquei na posição fetal, ela conferiu se eu tava "dormindo" e saiu de novo.
Na sala, Hassan esperava ela com cara de impaciência; mas ela se aproximou, ele recostado no sofá olhava pra ela com desejo ardente, ela sem parar Ao olhar nos olhos dele, ela montou nele de pernas abertas, desabotoou a parte de cima do vestido e ofereceu os peitos para Hassan, que imediatamente, sem tirar o sutiã, os fez saltar para fora, deixando à mostra aquelas deliciosas tetas adornadas com dois bicos duros que convidavam ao prazer. O negão começou a lamber e chupar com avidez, dando mordidinhas suaves nos mamilos. Ela se contorcia, inclinava a cabeça para trás e esfregava a buceta com força contra a pica que continuava crescendo dentro da calça, molhando tudo com seus líquidos. Sentia os lábios da buceta incharem cada vez mais, causando nela um desejo sexual incontrolável.
De repente, ela desceu do sofá, se meteu entre as pernas do negão e, desesperada, desabotoou o cinto da calça, abriu o zíper, puxou pra baixo, tirou a pica e agarrou. Viu a pica enorme do Hassan, tão grande e preta que nem em filme pornô ela tinha visto. Devia ter uns 30 centímetros e era tão grossa que os dedos da minha mulher mal conseguiam se fechar em volta daquele pedaço de pau. Como uma grande expert, começou a passar a língua devagar, desde as bolas douradas, subindo pelo tronco daquela pica prodigiosa. Depois, meteu na boca e, com muito esforço, engoliu um pedaço daquela carne que pra ela parecia apetitosa. Com movimentos suaves, chupava e lambia o pauzão.
Hassan só mexia os quadris, como se quisesse que ela engolisse tudo. E eu, com a mão na minha pica, prestes a gozar de tanto prazer que aquela cena me dava.
Hassan a parou suavemente, levantou ela no ar sem parar de beijar, sentou ela no lugar que ele ocupava e começou a apalpar os peitos, mordiscando e depois lambendo os mamilos uma e outra vez. Minha mulher mexia os quadris como se pedisse pra ele enfiar a pica, mas ele continuava chupando os mamilos, queria engolir inteiros aqueles peitões. E mesmo tendo a boca grande, aquelas tetas... Essas tetas gostosas eram demais, minha mulher continuava se contorcendo e já tinha mordido uma parte do vestido com os dentes, apertando forte, como se quisesse abafar os gemidos, enquanto o negão continuava na missão de, com seus lábios carnudos, chupar aqueles peitões deliciosos que pareciam querer explodir.
Eu olhava hipnotizado diante do espetáculo que se abria diante dos meus olhos e apertava forte meu pau sem me masturbar.
Aos poucos, o negão foi descendo com sua língua habilidosa, percorrendo com a língua, descendo devagar, e puxando a calcinha de lado, deixando a buceta da minha mulher livre, e começou o trabalho destruidor com sua língua enorme, lambendo de baixo para cima aquela xota molhada e inchada, primeiro devagar e depois rapidamente.aghhhhhhhhhhhMordia com delicadeza os lábios da buceta e enfiava até onde dava a língua enorme na buceta molhada da minha mulher. Ela levantava a bunda do sofá, tentando fazer ele comer toda a buceta dela, se esforçando pra não gemer, mas não conseguia.aghhhhhhhhhhhDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.que língua come essa buceta, mete essa língua que depois quero ver se meto esse pedaço de pauzãoAquilo me deixava muito excitado, ver ela se contorcendo e implorando desesperadamente pra eu meter meu pauzão nela.
Já no auge do desespero, minha mulher agarrou o negão e, com uma força descomunal, jogou ele de volta no sofá na posição antiga, tirou a calcinha fio-dental e montou em cima do Hassan.
Ele enfiou três dos dedos enormes dele na buceta dela, mexendo devagar lá dentro e depois tirando pra chupar.Minha mulher se inclinando pra frente, enquanto ele chupava os peitos dela, ela levantou aquele rabo esplêndido, agarrou a piroca grande e guiou até a entrada da buceta encharcada dela. Com movimentos suaves de quadril e gemendo de prazer, foi enfiando devagarzinho.Ele continuava chupando os mamilos dela e, às vezes, tentava chupar os dois ao mesmo tempo, sem sucesso. Ela subia e descia devagar, como se quisesse aproveitar centímetro por centímetro daquela rola grande e dura, mas sem enfiar ela inteira.Isso, isso, disse minha mulher, gemendo.Eu via como o pau do negão ia ficando brilhante com a lubrificação da buceta da minha mulher, ele tava enfiado tudo, nem sei como ela tinha dilatado tanto a buceta dela. De repente, o negão começou a bombar ela mais rápido, já tava quase gozando, quando minha mulher tirou o pau dela e segurou a base daquele pica enorme e apertou com toda força, esperou uns segundos e começou a meter de novo devagar, com movimentos de vai e vem, aos poucos, até enfiar tudo de novo e ficar sentada ali, mexendo a bunda devagar em movimentos circulares, com a cabeça jogada pra trás, enquanto o negão, com selvageria, chupava os bicos dos peitos dela. Ela tremia e, aos poucos, começava a se mover devagar, num vai e vem suave, e enquanto saía, eu via um pica enorme coberto de uma viscosidade branca e cheia de fluidos que escorriam lentamente pra dentro do saco dele, e conforme aumentava a velocidade das metidas, cada vez molhava mais. Minha mulher mexia a bunda violentamente e parecia querer ser atravessada por aquela pica enorme, ou que o negão nunca mais tirasse ela de lá.-Ohhhhhhh…….siiiiiiiiiii, eu gostoooooo, quero maaaais, querooo que me cooomam, seu caaabraaaão, siiiiii, eu preciiiiiisooooooEla tremia freneticamente, a pele dela ficava com um tom que eu nunca tinha visto nela antes. De repente, ela colou o rosto no peito do negão e abraçou ele enquanto enfiava o pauzão duro e molhado inteiro, deixando ele lá dentro da buceta dela, só mexendo os quadris numa tentativa de fazer o negão gozar junto com ela.
O negão segurou ela com força pelas cadeiras e, como se quisesse partir ela ao meio, ergueu a pélvis, levantando ela junto. Num momento de sanidade, ela rapidamente tirou a rola e pulou do sofá, agarrou o pau dele e chupou com gosto. O negão se contorcia. De repente, minha mulher colocou o pauzão no peito dela e recebeu a grande chuveirada de porra branquíssima e morna. Em seguida, sentou de novo no pauzão enorme e aproveitou até a ereção ir perdendo a força devagar.
Ela foi se levantando lentamente, com as pernas ainda tremendo, e foi pro banheiro, de onde voltou com um monte de papel higiênico pra limpar o rastro daquela foda inesquecível, que tinha caído no sofá, que por sorte era de couro.
Enquanto isso, percebi que, sem ter me masturbado, eu tinha gozado tudo no chão, então tive que tirar a cueca pra limpar. Nisso, minha mulher, com o vestido desabotoado quase todo, se preparava pra se despedir do Hassan, que tentava recomeçar a brincadeira chupando os bicos dos peitos dela, enquanto ela fazia força pra não cair de novo no prazer que sabia que ele ia dar. Ele enfiava os dedos na buceta dela, enquanto ela tentava fechar as coxas e se arqueava pra trás pra ele conseguir chupar melhor os peitos dela, deliciosos e durinhos. Mas, tirando forças da fraqueza, ela se afastou do negão e implorou pra ele ir embora, não sem antes prometer que aquela noite se repetiria em outras ocasiões e em outro lugar. Eles selaram a despedida com um beijo apaixonado que quase fez ela vacilar na tentativa de mandar ele ir.
Ela fechou a Porta e ficou recostada nela por alguns segundos, quase como acariciando a lembrança daquele encontro inesquecível. Passou a mão nos peitos e lentamente desceu até a buceta molhada, enfiando os dedos e depois cheirando eles, com os olhos fechados tentando guardar na memória o cheiro forte de porra que o Hassan tinha deixado nela. Foi pro banheiro e na mesma hora eu me deitei e assumi minha posição de "sono profundo". Minutos depois ela entrou vestindo um Baby doll lindo, que eu tinha dado de presente no Dia dos Namorados, beijou minha testa e dormiu profundamente. Um tempo depois, acendi a luz do meu abajur de cabeceira e fiquei olhando ela com cuidado pela alça do baby doll: a boceta ainda molhada e a bunda ainda vermelha do jeito brutal que o negro apertava enquanto enfiava nela a pica poderosa dele. Tampei ela de novo e dormi, com o ciúme corroendo minhas entranhas e sentindo que a nossa relação nunca mais seria a mesma.
No dia seguinte, quando acordei, ela ainda dormia. Dormia com a satisfação estampada no rosto e até com um sorriso quase imperceptível nos lábios.
Tomei banho tão devagar como nunca antes, trazendo à mente a lembrança das cenas da noite anterior e tentando reviver cada momento como se fosse um filme. Quando saí do banho, ela estava na cozinha preparando o café da manhã. Cumprimentei ela com um beijo na testa cheio de rancor e perguntei: "O que aconteceu com o Hassan?" Ela, sem olhar nos meus olhos, respondeu: "Não... ele, assim que você dormiu, me ajudou a te levar pra cama, mandou lembranças e agradeceu pelo convite, se despediu e foi embora." Depois, usando a famosa "psicologia inversa" que quase nunca funciona com os homens e com a maior hipocrisia, disse: "Te peço, por favor, não traga mais amigos pra nossa casa quando as comemorações são entre eu e você, porque no final eles, sem gastar um euro, são os que acabam aproveitando a festa, enquanto você dorme. como um lirão.
Ela não sabia que eu tinha visto tudo, além disso, outra coisa ia rolar, com Hassan dias depois, que já vou contar.
Tudo começou no dia do meu aniversário de 32 anos; resolvi convidar meu melhor amigo pra minha casa, pra gente tomar uns drinks. Hassan é um homem negro, bem alto, quase 1,90m, e embora a natureza não tenha sido muito generosa com o rosto dele, deu a ele uma excelente compleição física. Mesmo sendo magro, tem uma musculatura de dar inveja, e além disso é uma das pessoas mais amigáveis que já conheci.
Chegamos na minha casa lá pelas 9 da noite, e quando toquei a campainha, minha mulher abriu a porta. Ao nos ver, ela deixou transparecer o desgosto, meio despercebido pro Hassan; porque ela não esperava visitas. Minha mulher estava usando um lindo vestido todo abotoado na frente, com um decote que deixava ver os peitos grandes e lindos dela. O vestido, embora não fosse muito curto, mostrava boa parte das coxas. Ela olhou pro negro de novo e, de um jeito não muito educado, disse: "Entre, por favor." Ele respondeu com uma reverência e um "depois da senhora", seguindo ela até a sala. Fui pra cozinha levar os aperitivos e a bebida que tinha trazido, preparei uns copos e fui pra sala. Enquanto me aproximava, notei que minha mulher, mesmo sentada de forma elegante, não parava de exibir as pernas lindas até o fim. E quando olhei pro rosto do negro, vi o olhar lascivo dele, disfarçado, admirando as curvas torneadas da minha mulher.
O tempo passou, e de copo em copo, notei minha mulher um pouco mais relaxada e desinibida. Percebi que os dois últimos botões do vestido dela tinham se aberto, e embora não soubesse se ela já tinha notado, quem eu vi que tinha percebido foi o Hassan, que olhava babando pras coxas espetaculares que se exibiam pra ele. Ao mesmo tempo, notei um baita volume no meio das pernas dele quando ele se levantava pra ir ao banheiro — já tava duro.
Sozinho com minha mulher, convidei ela pra dançar uma música suave, e enquanto dançávamos, pude sentir o quanto ela tava quente, talvez por causa dos drinks. Ela rebolava sensual, enquanto isso, eu via como Hassan não tirava os olhos da bunda da minha mulher enquanto ela voltava pro sofá. A gente continuou a conversa numa boa, e aproveitei pra contar umas piadas bem pesadas (que, segundo meus amigos, eu conto muito bem), que começaram a fazer efeito na minha mulher e no Hassan. Contei só algumas, e quando terminei, aumentei um pouco a música, coloquei um CD de merengue, e quase na hora, o negão puxou minha mulher pra dançar. Ela topou e começaram meio na dela, mas logo o negão chegou mais perto, e como não viu resistência, colou de vez nela, com o dedinho quase no meio da bunda dela. Ela continuou como se nada, mas quando virou e ficou de frente pra mim, ficou sem graça. Eu fingi que tava dormindo e encostei a cabeça no sofá, mas continuei de olho no show que, sem perceber, comecei a curtir.
Ele enfiava a coxa entre as pernas dela, e ela esfregava a buceta na coxa dele. Eu mantive a mesma posição pra eles não se inibirem. Dançaram várias músicas, e num momento vi ela sussurrar algo no ouvido dele. Ele virou e me olhou, mas eu continuei fingindo que tava dormindo profundamente. Minha mulher aproveitou pra passar a mão na bunda dele e, na sequência, colocar a mão no pau duro dele, o que deixou o negão sem graça. Ele me olhou preocupado e falou algo pra ela, que continuava acariciando ele. Aí minha mulher decidiu me chamar pra me levar pra cama. Ela mexeu em mim pra eu levantar, mas como não conseguiu me acordar, pediu pro Hassan ajudar a me levar pro quarto.
Com muito esforço, me carregaram entre os dois e me deitaram na cama com cuidado, pra não me acordar. Hassan saiu do quarto, e minha mulher tirou minha calça. Ficou parada do lado da cama por uns segundos, se inclinou, mexeu em mim de leve, me chamou e, como não teve resposta, apagou a luz e fechou a porta.
Esperei uns minutos e... Levantei, silenciosamente me aproximei da janela que dá pra sala e de lá me posicionei cuidadosamente pra ter a visão completa sem ser visto.
Hassan estava sentado no sofá grande, minha mulher chegou e serviu outra dose pra ele, sentou na poltrona ao lado e olhava desconfiada pra porta do meu quarto, logo depois levantou, trocou a música pra uma mais suave e se aproximou do preto pra puxar ele pra dançar, se insinuando com movimentos sensuais, ele levantou e puxou ela pra perto e começaram a dançar devagar, ela sempre tentava ficar olhando na direção do nosso quarto, mas não conseguia ficar muito tempo nessa posição, então tinha que virar de costas.
Já deviam ter passado uns 10 minutos e eu começava a ficar impaciente, e de repente vi o preto começar a acariciar as costas e a bunda da minha mulher sem ela se incomodar, depois ela se encostou mais e ele, enfiando a mão por dentro do vestido dela, acariciava a bunda dela, minha mulher dançava com as pernas um pouco mais abertas, pra ele poder enfiar a mão um pouco mais e acariciar por trás o cu e a buceta dela já com certeza molhada, o preto se inclinou um pouco mais pra frente pra poder enfiar os dedos na buceta molhada, ela começou a acariciar o pau dele por cima da calça e eu vi o pauzão do Hassan começar a crescer ainda mais e como ele se abaixava pra roçar a barriga dele na região da buceta, que abria mais o compasso das pernas e esfregava forte a buceta na coxa direita do preto que continuava o trabalho de tirar e enfiar os dedos na buceta da minha mulher, tocava os peitos dela por cima do vestido, minha mulher fechava os olhos enquanto os bicos dos peitos endureciam. Quando a música acabou, ela foi pro meu quarto, na hora corri pra cama e fiquei na posição fetal, ela conferiu se eu tava "dormindo" e saiu de novo.
Na sala, Hassan esperava ela com cara de impaciência; mas ela se aproximou, ele recostado no sofá olhava pra ela com desejo ardente, ela sem parar Ao olhar nos olhos dele, ela montou nele de pernas abertas, desabotoou a parte de cima do vestido e ofereceu os peitos para Hassan, que imediatamente, sem tirar o sutiã, os fez saltar para fora, deixando à mostra aquelas deliciosas tetas adornadas com dois bicos duros que convidavam ao prazer. O negão começou a lamber e chupar com avidez, dando mordidinhas suaves nos mamilos. Ela se contorcia, inclinava a cabeça para trás e esfregava a buceta com força contra a pica que continuava crescendo dentro da calça, molhando tudo com seus líquidos. Sentia os lábios da buceta incharem cada vez mais, causando nela um desejo sexual incontrolável.
De repente, ela desceu do sofá, se meteu entre as pernas do negão e, desesperada, desabotoou o cinto da calça, abriu o zíper, puxou pra baixo, tirou a pica e agarrou. Viu a pica enorme do Hassan, tão grande e preta que nem em filme pornô ela tinha visto. Devia ter uns 30 centímetros e era tão grossa que os dedos da minha mulher mal conseguiam se fechar em volta daquele pedaço de pau. Como uma grande expert, começou a passar a língua devagar, desde as bolas douradas, subindo pelo tronco daquela pica prodigiosa. Depois, meteu na boca e, com muito esforço, engoliu um pedaço daquela carne que pra ela parecia apetitosa. Com movimentos suaves, chupava e lambia o pauzão.
Hassan só mexia os quadris, como se quisesse que ela engolisse tudo. E eu, com a mão na minha pica, prestes a gozar de tanto prazer que aquela cena me dava.
Hassan a parou suavemente, levantou ela no ar sem parar de beijar, sentou ela no lugar que ele ocupava e começou a apalpar os peitos, mordiscando e depois lambendo os mamilos uma e outra vez. Minha mulher mexia os quadris como se pedisse pra ele enfiar a pica, mas ele continuava chupando os mamilos, queria engolir inteiros aqueles peitões. E mesmo tendo a boca grande, aquelas tetas... Essas tetas gostosas eram demais, minha mulher continuava se contorcendo e já tinha mordido uma parte do vestido com os dentes, apertando forte, como se quisesse abafar os gemidos, enquanto o negão continuava na missão de, com seus lábios carnudos, chupar aqueles peitões deliciosos que pareciam querer explodir.
Eu olhava hipnotizado diante do espetáculo que se abria diante dos meus olhos e apertava forte meu pau sem me masturbar.
Aos poucos, o negão foi descendo com sua língua habilidosa, percorrendo com a língua, descendo devagar, e puxando a calcinha de lado, deixando a buceta da minha mulher livre, e começou o trabalho destruidor com sua língua enorme, lambendo de baixo para cima aquela xota molhada e inchada, primeiro devagar e depois rapidamente.aghhhhhhhhhhhMordia com delicadeza os lábios da buceta e enfiava até onde dava a língua enorme na buceta molhada da minha mulher. Ela levantava a bunda do sofá, tentando fazer ele comer toda a buceta dela, se esforçando pra não gemer, mas não conseguia.aghhhhhhhhhhhDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.que língua come essa buceta, mete essa língua que depois quero ver se meto esse pedaço de pauzãoAquilo me deixava muito excitado, ver ela se contorcendo e implorando desesperadamente pra eu meter meu pauzão nela.
Já no auge do desespero, minha mulher agarrou o negão e, com uma força descomunal, jogou ele de volta no sofá na posição antiga, tirou a calcinha fio-dental e montou em cima do Hassan.
Ele enfiou três dos dedos enormes dele na buceta dela, mexendo devagar lá dentro e depois tirando pra chupar.Minha mulher se inclinando pra frente, enquanto ele chupava os peitos dela, ela levantou aquele rabo esplêndido, agarrou a piroca grande e guiou até a entrada da buceta encharcada dela. Com movimentos suaves de quadril e gemendo de prazer, foi enfiando devagarzinho.Ele continuava chupando os mamilos dela e, às vezes, tentava chupar os dois ao mesmo tempo, sem sucesso. Ela subia e descia devagar, como se quisesse aproveitar centímetro por centímetro daquela rola grande e dura, mas sem enfiar ela inteira.Isso, isso, disse minha mulher, gemendo.Eu via como o pau do negão ia ficando brilhante com a lubrificação da buceta da minha mulher, ele tava enfiado tudo, nem sei como ela tinha dilatado tanto a buceta dela. De repente, o negão começou a bombar ela mais rápido, já tava quase gozando, quando minha mulher tirou o pau dela e segurou a base daquele pica enorme e apertou com toda força, esperou uns segundos e começou a meter de novo devagar, com movimentos de vai e vem, aos poucos, até enfiar tudo de novo e ficar sentada ali, mexendo a bunda devagar em movimentos circulares, com a cabeça jogada pra trás, enquanto o negão, com selvageria, chupava os bicos dos peitos dela. Ela tremia e, aos poucos, começava a se mover devagar, num vai e vem suave, e enquanto saía, eu via um pica enorme coberto de uma viscosidade branca e cheia de fluidos que escorriam lentamente pra dentro do saco dele, e conforme aumentava a velocidade das metidas, cada vez molhava mais. Minha mulher mexia a bunda violentamente e parecia querer ser atravessada por aquela pica enorme, ou que o negão nunca mais tirasse ela de lá.-Ohhhhhhh…….siiiiiiiiiii, eu gostoooooo, quero maaaais, querooo que me cooomam, seu caaabraaaão, siiiiii, eu preciiiiiisooooooEla tremia freneticamente, a pele dela ficava com um tom que eu nunca tinha visto nela antes. De repente, ela colou o rosto no peito do negão e abraçou ele enquanto enfiava o pauzão duro e molhado inteiro, deixando ele lá dentro da buceta dela, só mexendo os quadris numa tentativa de fazer o negão gozar junto com ela.
O negão segurou ela com força pelas cadeiras e, como se quisesse partir ela ao meio, ergueu a pélvis, levantando ela junto. Num momento de sanidade, ela rapidamente tirou a rola e pulou do sofá, agarrou o pau dele e chupou com gosto. O negão se contorcia. De repente, minha mulher colocou o pauzão no peito dela e recebeu a grande chuveirada de porra branquíssima e morna. Em seguida, sentou de novo no pauzão enorme e aproveitou até a ereção ir perdendo a força devagar.
Ela foi se levantando lentamente, com as pernas ainda tremendo, e foi pro banheiro, de onde voltou com um monte de papel higiênico pra limpar o rastro daquela foda inesquecível, que tinha caído no sofá, que por sorte era de couro.
Enquanto isso, percebi que, sem ter me masturbado, eu tinha gozado tudo no chão, então tive que tirar a cueca pra limpar. Nisso, minha mulher, com o vestido desabotoado quase todo, se preparava pra se despedir do Hassan, que tentava recomeçar a brincadeira chupando os bicos dos peitos dela, enquanto ela fazia força pra não cair de novo no prazer que sabia que ele ia dar. Ele enfiava os dedos na buceta dela, enquanto ela tentava fechar as coxas e se arqueava pra trás pra ele conseguir chupar melhor os peitos dela, deliciosos e durinhos. Mas, tirando forças da fraqueza, ela se afastou do negão e implorou pra ele ir embora, não sem antes prometer que aquela noite se repetiria em outras ocasiões e em outro lugar. Eles selaram a despedida com um beijo apaixonado que quase fez ela vacilar na tentativa de mandar ele ir.
Ela fechou a Porta e ficou recostada nela por alguns segundos, quase como acariciando a lembrança daquele encontro inesquecível. Passou a mão nos peitos e lentamente desceu até a buceta molhada, enfiando os dedos e depois cheirando eles, com os olhos fechados tentando guardar na memória o cheiro forte de porra que o Hassan tinha deixado nela. Foi pro banheiro e na mesma hora eu me deitei e assumi minha posição de "sono profundo". Minutos depois ela entrou vestindo um Baby doll lindo, que eu tinha dado de presente no Dia dos Namorados, beijou minha testa e dormiu profundamente. Um tempo depois, acendi a luz do meu abajur de cabeceira e fiquei olhando ela com cuidado pela alça do baby doll: a boceta ainda molhada e a bunda ainda vermelha do jeito brutal que o negro apertava enquanto enfiava nela a pica poderosa dele. Tampei ela de novo e dormi, com o ciúme corroendo minhas entranhas e sentindo que a nossa relação nunca mais seria a mesma.
No dia seguinte, quando acordei, ela ainda dormia. Dormia com a satisfação estampada no rosto e até com um sorriso quase imperceptível nos lábios.
Tomei banho tão devagar como nunca antes, trazendo à mente a lembrança das cenas da noite anterior e tentando reviver cada momento como se fosse um filme. Quando saí do banho, ela estava na cozinha preparando o café da manhã. Cumprimentei ela com um beijo na testa cheio de rancor e perguntei: "O que aconteceu com o Hassan?" Ela, sem olhar nos meus olhos, respondeu: "Não... ele, assim que você dormiu, me ajudou a te levar pra cama, mandou lembranças e agradeceu pelo convite, se despediu e foi embora." Depois, usando a famosa "psicologia inversa" que quase nunca funciona com os homens e com a maior hipocrisia, disse: "Te peço, por favor, não traga mais amigos pra nossa casa quando as comemorações são entre eu e você, porque no final eles, sem gastar um euro, são os que acabam aproveitando a festa, enquanto você dorme. como um lirão.
Ela não sabia que eu tinha visto tudo, além disso, outra coisa ia rolar, com Hassan dias depois, que já vou contar.
1 comentários - El negro Hassan y mi esposa