Historias de un verdulero 15

A questão é que a morena tava grávida, descobri que não era estéril e já tinham passado 16 semanas. A gente conversou e pensou bem. Decidimos ter o bebê, além do amor enorme que eu tinha pela morena, achei necessário ser pai, acalmar esse outro eu que tinha dentro. Foi assim que terminei rapidinho o caso com a Mariana e com a Ludmila quando elas voltaram das férias. A barriga cresceu, meu filho nasceu e eu me comportei bem todo esse tempo, no meio do caminho mudei de lugar de trabalho e horário, fui pra uma filial do meu chefe e trabalhava das 22h às 6h. Quando meu filho tinha 8 meses as coisas com a morena tavam uma merda, a convivência não era boa e a gente se separou um tempo, continuamos juntos mas sem morar junto. Esse tentativa desesperada não deu certo como a gente esperava e a gente se separou de vez. Fiquei um tempo sozinho e sem transar com ninguém, precisava me recuperar e me fortalecer de novo. A meia quadra de onde eu tava trabalhando morava uma mina, filha do zelador do prédio que tinha um corpão tremendo, muito bonita de rosto e simpática. Todas as noites por volta das 23h ela saía pra passear com o cachorro, quando a gente se cruzava não passava de um cumprimento cordial dos dois. Pouco a pouco esse cumprimento começou a virar pequenas conversas, um dia eu chamei ela pra sair, foi algo de boa, a gente caminhou, conversou, foi numa confeitaria e de lá eu acompanhei ela até em casa. O nome dela era Valéria. A gente saiu mais algumas vezes mas não passava do beijinho, honestamente nunca soube se era porque ela não deixava ou se eu tinha perdido a malícia, uma das duas. Na 5ª ou 6ª saída eu tentei levar pra cama e ela cortou meu barato, que eu desse tempo, que ela não tava preparada, etc... Eu ficava com um tesão danado na Valê, ela era uma fêmea mesmo, então dei o tempo que ela queria e comecei a ficar um pouco indiferente, isso começou a irritar ela, ela falava e eu dava a desculpa que tava distraído com problemas familiares, ela achava que eu tava voltando com a mãe do meu filho. Por que ela pensava isso? Simples, eu não tocava nela, Eu não apoiava ela e quando beijava pensava em qualquer bobagem para não ficar de pau duro. Pouco tempo depois de começarmos a "sair" e depois de ter jurado mil vezes que não estava voltando com a morena, Valéria me pediu para transar, mas eu recusei, alegando que não estava bem, que tinha muitos problemas e não me sentia em condições para ter relações sexuais. Isso a irritou, ela sentiu rejeição da minha parte e pensou que eu não gostava dela e que estava fodendo com a morena. Deixei ela assim por mais duas semanas, com qual objetivo? Que acumulasse tesão, eu realmente queria que no dia que a gente transasse, ela me partisse ao meio e foi assim que aconteceu... O dia que transamos pela primeira vez foi impressionante, tremendo, algo realmente maravilhoso. Foi um sábado à noite (nesses dias eu tinha folga). Fomos comer uma pizza, tomar umas cervejas e a Valéria queria ir dançar numa balada chamada La embajada, caminhamos algumas quadras falando besteira, em um momento comecei a comer a orelha dela, coisas simples, que ela estava super gostosa, que eu estava de pau duro, que ia comer ela com a saia vestida, que ia afogar ela em porra. Ela ficava toda corada e me perguntava o que estava acontecendo comigo, que eu nunca tinha falado assim com ela, minha resposta foi: Faz seis meses que não transo, sabe tudo que eu tenho guardado? Imagina como vou deixar sua buceta? Quero te comer já, agora mesmo. Foi tudo um grande cálculo de tempo, a uma quadra de onde eu disse isso tinha um hotel. A coloquei contra a parede, a apoiei com força e enquanto a beijava tentava (de propósito) tirar a roupa dela no meio da rua. A Valéria não dava conta de me segurar. Valéria: Para! Você tá louco? A gente tá na rua. Eu: Não me importo, vou te comer aqui e agora. Valéria: Para, cara! Sério, para! Mordendo a orelha dela e falando bem baixinho, eu disse: Na próxima quadra tem um hotel, vamos lá e eu te arrebento toda. Ela me olhou com uma mistura de doçura e tesão, me leva! Foi tudo o que ela disse. Era aproximadamente 00:30, a pernoite começava às Às 4h. Paguei 2 turnos de 2 horas mais a pernoite que terminava ao meio-dia. Ela tem cerca de 1,70m. Cabelo castanho escuro, longo e ondulado, olhos castanhos, boca grande, 95 de peitos, 63 de cintura e 95 de quadril. Era um inferno, sério. Quando entramos no quarto, automaticamente fui pra cima dela sem tirar nenhuma peça de roupa. Ela estava com uma minissaia de couro sintético, botas altas, uma blusa cor de chiclete e uma jaqueta de couro. Beijei ela, mordi seu pescoço e beijei de novo, apalpei sua bunda e seus peitos por cima da roupa, enrosquei seu cabelo na minha mão e mordi seus seios por cima da blusa, assim por um bom tempo. Tirei suas botas acariciando suas coxas e panturrilhas, beijando seus pés, subi beijando toda a extensão de sua perna esquerda, parei em suas coxas dando pequenas mordidas e beijos. Tirei sua minissaia sem tirar a calcinha, beijei e passei minha língua por toda sua virilha. Subi até seu abdômen, beijando desde o umbigo até abaixo do sutiã, tirei a jaqueta, a blusa e a coloquei de bruços, beijei suas costas toda sem desabotoar o sutiã, brinquei com minha língua no início de sua bunda sem tirar a calcinha, acariciei de suas pernas até a nuca com as pontas dos meus dedos, tirei a calcinha enchendo suas nádegas de beijos e de vez em quando percorria sua bunda com minha língua. A Vale gemeu e levantava a bunda para que eu beijasse mais, sempre com as pernas fechadas, de tanto que levantava a bunda já dava para ver a buceta, toda rosada e molhada, de vez em quando passava minha língua por toda extensão até chegar no final de sua bunda. Até que aconteceu o que eu queria que acontecesse. NÃO AGUENTO MAIS! METEEEE, POR FAVOR! Eu ainda nem tinha tirado meus tênis, abaixei o zíper do meu jeans e a penetrei um pouquinho, brinquei com a cabeça do meu pau na sua... use a palavra: buceta. ME COOOOGE, FILHO DA PUTA! Tira a roupa e me come. A Vale estava no ponto de tesão que eu queria. Tirei minha roupa, ela se virou de costas, fui até ela, a beijei e a virei, levantei a bunda, Ordem. Cabeça dentro, fora, dentro, fora... CHEGA! ME COME! ME ARREBENTA TODA!!! Enfiei o pau inteiro, dei uns tapas e acabei rapidamente, tirei meu pau de dentro dela, ela estava completamente cheia de porra. Olhaaa o que você fez... Sujou meu pau todo! Eu disse. Ela se virou, me olhou e perguntou: Limpo? Abre a boquinha e põe a língua pra fora, eu disse. Apoiei a cabeça do meu pau na língua dela, passa a língua por todo ele e limpa tudinho, ela obedeceu como uma campeã. Estava chegando o momento que tanto tinha imaginado: aquela boca grande e de lábios carnudos com meu pau todo dentro. Enfia ele todo na boca. Ela abriu a boca e enfiou o pau inteiro, com a boca cheia de pau ela fazia força com as bochechas por dentro e envolvia meu pau com a língua, era algo que nunca tinham feito em mim, uma sensação única. Ela tirou meu pau da boca totalmente seco, pegou ele, olhou e cuspiu, ficou todo coberto de saliva, ela batia uma e voltava a chupar, esfregava na cara e soltava um suspiro de satisfação.

Passei uma camisinha pra ela colocar. NÃO, hoje não. A primeira vez quero que seja sem camisinha, quero sentir ele todinho. Não ia negar!!! Deitei ela de costas, penetrei devagar, mordia seus mamilos, ela esticava os braços e levantava o abdômen. Me ajoelhei, tirei meu pau e com a cabeça ainda dentro dela comecei a me masturbar, de vez em quando tirava meu pau e batia com ele no clitóris dela, voltei a me masturbar e com a outra mão masturbei ela até fazê-la gozar de novo. Quando senti que estava gozando, enfiei o pau todo e fodi forte até jorrar tudo. Saí de dentro dela, deitei de costas ao lado dela e disse: Agora é sua vez, faz o que quiser. Ela se atirou no meu pau, chupou por um bom tempo, um tempão. De vez em quando ela me olhava, estava muito excitada. Ela separou minhas pernas, se posicionou no meio e enquanto chupava, se masturbava, juntava os líquidos com a mão e passava na cabeça do meu pau, mmmmmm que delícia. ela exclamava de vez em quando. Vai gozar? Perguntei. Não, você vai deixar tudo dentro de mim! Ela respondeu. Sentou no meu pau e começou a cavalgar forte, que pau duro, que rola, quanto leite pra mim, que pica! Eu já não aguentava mais, vou gozar! Falei. Não! Ainda não! Quero mais!!! E ela cavalgava mais forte, não aguento mais! Disse. Vai, vai, solta! Senhoras e senhores, juro pelos meus filhos que nunca tinha jorrado tanto porra, afoguei literalmente a buceta dela. Enquanto ainda saía porra do meu pau, a Vale se mexia devagar e apertava minhas bolas. Isso, que gostoso, quanto leite, gordo! Que foda! A puta da mãe! Ela ficou alguns minutos em cima de mim e depois deitou sobre mim. Me beijava e dizia, como você fode bem, o que eu estava perdendo, agora quero mais! Descansei um pouco, balancei meu pau algumas vezes e já estava pronto para o segundo round. Obviamente ela não ia embora com o cu sem ser visitado... Virei ela, dei uns beijos nas nádegas, um pouco de língua ao redor do ânus e comecei a lamber o cu com a língua contraída, aos poucos foi abrindo e dilatando, ao mesmo tempo metia minha língua cada vez mais fundo e dois dedos na buceta. A Vale levantava o cu pedindo mais sem dizer nada, quando tinha a bunda bem dilatada, levantei ela fazendo com que se segurasse na cabeceira da cama e sentasse por completo no meu pau, suavemente subia e descia, ao chegar embaixo movia os quadris para os lados e voltava a subir. Assim por alguns minutos e os movimentos dela começaram a ficar cada vez mais fortes e violentos, ao mesmo tempo estiquei minha mão até o clitóris e a masturbei rapidamente, ela gozou por todos os orifícios gritando, gemendo e agitada. Ficou sentada em cima de mim enquanto eu mexia meu pau dentro dela. Em um momento começou a rir às gargalhadas e não conseguia parar, me dizia entre risadas que nunca tinha acontecido isso e não sabia o porquê, ficou uns 5 minutos rindo sem conseguir parar, toda vez que tentava não rir ela voltou a rir. Isso me broxou e consegui entender que porra tava acontecendo... Quando ela parou de rir, tomamos um banho e fomos dormir. Acordei porque senti algo, era a Vale chupando meu pau enquanto eu dormia e fazendo ele ficar duro. QUERO QUE VOCÊ ME COMA DE NOVO ANTES DA GENTE IR EMBORA... Quando ficou dura, ela sentou, apoiou as mãos no cabeceira da cama e foi subindo e descendo bem devagar, cada vez que subia ela passava a língua no mamilo ou mordia de leve cada um deles, dava pra sentir ela ficando molhada e aos poucos começou a dar pra ouvir aquele barulhinho tão característico de quando uma mulher tá encharcada, alguns minutos depois ela sentou por completo, eu pedi pra ela ficar paradinha, minha mão esquerda apoiada entre a cintura e a bunda dela, minha mão direita entre o ventre e a barriga. Movi meu pau contraindo dentro dela, com esse movimento consegui que a gente gozasse junto, ela deitou em cima de mim, me beijou e acariciou meu cabelo, "que lindo você é..." Ela suspirou e ficou deitada no meu peito, eu acariciava as costas dela. Mais uns beijos, um banho e a gente foi embora. Eram 11 da manhã, fomos num bar, ela tomou um capuccino com uma torrada e eu um café longo com uma média-lua, acompanhei ela até em casa e pra minha surpresa ela me fez entrar, sem avisar antes me apresentou pra família dela como o namorado, o pai era um santiagueño enorme, media uns 2 metros. O cara. Me olhou com cara de "você acabou de comer a menina", a mãe me convidou pra almoçar e a irmã mais velha me olhou com cara de puta. Agradeci o convite e fui embora. Não sei se tava pronto pra um novo relacionamento, mas não falei nada e segui o fluxo. Me despedi da Vale na porta e combinei de vê-la às 21h, uma hora antes de entrar no trabalho. Obrigado a todos que me seguem e leem!!! Feliz ano novo pra todo mundo!!!

5 comentários - Historias de un verdulero 15

alekil
publica tu ulimo polvo con ludmila mas foto! jajaja o la seguis viendo?