Olá pra todo mundo, vou contar uma experiência que tive recentemente e achei muito interessante. Andei bem sumido. Pra começar, tem uma coisa que preciso contar: faz um tempo, aconteceu uma parada, a Soledad saiu do "harém" — foi assim que começamos a chamar com a minha mulher. O negócio é que a Sole se envolveu com um cara e ficou de namorada, aí resolveu fazer bonito. Minha mulher e eu lamentamos que ela não quisesse continuar com os encontros, mas sempre ficou a boa energia e uma ou outra farra. No entanto, nos meses seguintes, ela foi sumindo cada vez mais.
Faz umas duas semanas, minha mulher me contou que a Sole tinha se separado e tava meio na bad. Depois de pensar um pouco, decidi não fazer nada, porque podia ser mal interpretado, e a verdade é que, além da atração sexual e física, a Sole é alguém que eu curto muito. Os dias passaram e, depois de quase duas semanas, recebi uma mensagem da Sole.
S — Oi, como cê tá? Quanto tempo!!
Y — Oi, linda, como cê tá? O que cê conta?
S — Nada, me recuperando. Me separei e tava super na bad, mas já tô melhor.
Y — É, ouvi algo, mas quis te dar um tempo.
S — Fez bem, tava muito mal.
Y — Coitadinha.
S — Bom, mas já tá passando, então fica tranquilo.
Y — Fico de boa então! Tamo falando, a gente se vê.
S — Pera aí, pera aí, queria dizer que quero te ver.
Y — Sério??
S — Preciso de um tratamento especial seu!! 😳
Y — Quando? Assim peço permissão em casa.
S — Amanhã, que é sexta, pode ser. Tô com a casa sozinha até semana que vem, meus pais tão viajando, de quebra cê fica.
Y — Show, mas depois cê vai ter que ir em casa contentar sua amiga e quem sabe a gente faz uma festinha.
S — Fechou, mas mais pra frente. Primeiro quero com você!!!
Y — Excelente! A gente se vê, beijos.
S — Te espero, beijão.
Bom, naquela noite conversei com minha mulher, ela sorriu safada — "quero que a gente faça essa festinha" — começou a me beijar e a gente se acabou.
O dia seguinte passou em fast forward. Convenci meu chefe a me liberar. Me deixou sair mais cedo, queria tomar um banho e me trocar antes da minha mulher chegar, porque com certeza ela ia querer fazer alguma coisa comigo.
Saí cedo, fui pra casa, tomei banho e fui pra casa da Sole. Sempre via a casa dela de fora, uma vila perdida no fundo do bairro de Caballito. Subi a escadinha até a porta e ela abriu, com aquele rostinho doce e sorriso, mas dava pra ver a safadeza nos olhos dela. Ela tava vestida com uma regatinha branca curta que mostrava o umbigo e uma legging preta bem justa.
Já dentro, admirei a casa foda que ela tinha. Ela me ofereceu uma bebida, era um campari — não curto muito, mas não ia recusar. Ela tomou e a gente ficou de papo furado por um tempo. Depois de terminar a bebida, ela me convidou pra subir e me mostrou o quarto dela. — Mas aqui a gente não vai ficar — ela disse, e me levou pro quarto dos pais dela. Cama enorme, colchão bem confortável. Ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar, enfiou a língua bem fundo. Eu acariciei a bunda dela por cima da legging, a gente se pegou bonito na boca. Ela me olhou — Tá gostando, Papi? — e me deu outro beijo — Sim, você me encanta — comecei a beijar o pescoço dela, e do nada ela me parou. Levantou de repente — Já volto... tira a roupa, por favor! — falou com uma vozinha meiga. Ela saiu, eu obedeci, tirei tudo e me deitei de novo na cama. Os beijos já tinham deixado meu pau bem duro. A porta abriu e ela apareceu pelada, com uma gargantilha de pano como se fosse o lacinho de um presente. Ela deitou em cima de mim e começou a me beijar com muita paixão. Eu acariciava a bunda dela, a pele muito mais macia que o normal. Tava com o pau durasso, sentia os peitos dela encostados no meu peito e a buceta dela se esfregando no meu pau, enquanto a gente brincava com as línguas. Ela com a mão guiou meu pau pra dentro da buceta dela, bem molhada e quente. Soltou um gemido lindo enquanto me olhava nos olhos e voltou a me beijar de boca aberta. Os movimentos dela eram mais que carinhosos, e os beijos dela eram maravilhosos. Naquele momento, parecia que a gente tava fazendo amor em vez de... comer... (quando contei isso pra minha mulher, ela não conseguiu evitar ficar com um pouco de ciúme)...
A gente continuou assim até a Sole gozar, ela me deu um beijo bem longo, e ficou uns segundos apoiada em cima de mim, continuou me beijando mas, dessa vez as bochechas, o pescoço, começou a descer pelo meu peito, saiu e foi descendo com os beijos dela, chegou no meu pau lambuzado com ela - mmm posso comer ele?? - ela me olhou e falou como se fosse uma menininha - TOOOODO!!! - começou chupando a cabecinha do boneco devagarzinho. Eu tava gozando demais, ela começou a massagear minhas bolas, que chupada de pau ela me deu - você vai gozar... - ela passou a língua por todo o meu pau - ...papai? - e prendeu a glande com os lábios dela, e me bateu uma muito gostosa - Isso, continua que eu vou gozar tudo - e foi assim, ela aguentou os jatos na boca dela, eu gozei a vida inteira na boquinha dela, ela ficou parada, eu sentia ela brincando com a porra no meu pau, mas de repente senti ela engolir tudo, soltou meu pau e ficou me olhando sorrindo enquanto espremia o amigo e passava a língua na cabecinha que soltava umas gotinhas - que yummy!!! Quero mais!!! - falou e lambeu a cabeça toda. - fica pra um 69 que eu chupo você toda!!! - ela se ajeitou e continuou brincando com meu pau, eu me concentrei na buceta dela quente e molhada, deliciosa. Passei minha língua por toda a vulva molhadinha dela, sentia os gemidos enquanto ela chupava, a gente ficou assim um tempão, eu com minha língua aproveitei tudo dela, a vagina dela, o clitóris, os suquinhos dela que gostoso, sempre segurando forte as nádegas dela, ela finalmente gozou na minha cara.
Ela se deitou do meu lado e me beijou bem gostoso, enquanto com a mão dela me batia uma - mmm Papai terminei com o que queria!! Agora se quiser faz o que você quiser comigo!! - me beijou de novo, e eu continuei com os beijos desci pelo pescoço dela, parei um tempão nas tetinhas dela, chupei bem e mordi um pouquinho, e desci até a pussy que chupei de novo, comecei a empurrar as perninhas dela pra trás. - olha!! O que eu encontrei!!! - sim, bum e tava bem fechadinha - mmm como pede pau Esse bum, deixa eu ver... passei a língua na entrada, ela soltou um gemido lindo — hmm, que gostoso!! — continuei passando a língua assim por um tempo — Não, Papai!! Para, faz tempo que não me comem por ali — olhei pra ela com maldade e comecei a passar a ponta do dedo — sério?? Seu namorado não te dava na tiny ass?? — falei, e com a língua comecei a abrir caminho, os suspiros dela viraram gemidos — Ele não gostava! Tinha nojinho — não consegui segurar o riso — Que cara otário, como que vai perder essa joia, por que ele tem nojo? — ela fez um ronronar — porque ele diz que não quer "se sujar" — enfiei a língua o mais fundo que pude, os gemidos dela confirmaram o quanto ela tava adorando, continuei com o trabalho oral na tiny ass dela, enquanto minha mão se enchia dos sucos da pussy dela, outro gozo bem intenso da Sole. Ela ficou toda largada na cama — Papaiiii, isso me encanta! — deito do lado dela e a gente se beija, ela pega no amigo e ele tá todo duro, toca bem de leve — tudo isso você quer meter na minha Booty?? — beijo ela, paro de beijar — Tudo, e você não vai querer que eu tire — volto a beijar ela enquanto ela me punheta com força. Eu comecei a brincar com meus dedos na tiny ass dela, que ia se abrindo bem devagar, entre gemidos muito fortes, ela desceu pra chupar, encheu de saliva, bem fundo chupava, de vez em quando cuspia um pouco. Ficamos um bom tempo assim até que ela soltou a cock e se virou de ladinho, tipo colherinha — Beleza, Papai! Coloca devagar! — ela abriu as nádegas e eu vi o bum dela um pouquinho aberto pelos meus dedos, fiquei louco, antes de comer ela passei a língua toda e enchi de saliva a entrada, ela tava muito tesuda, me encaixo bem e começo a meter, ainda tava bem apertado, ela enquanto sente se vira e me beija, e começa a entrar devagar, o gemido dela na minha boca vinha junto com um beijo muito safado com a língua, até que entrou tudo — Ai, você me abre toda — ela dizia, comecei a me mexer bem devagar, tava super apertada —Devagar, papai!! Devagarzinho— eu obedeci e comecei a passar a mão na buceta dela, que tava fervendo e escorrendo toda. Os gemidos dela eram muito gostosos. Continuei comendo ela devagar enquanto a bundinha dela se acostumava com a pica. Ela gemia baixinho, gozou mais uma vez, bem intenso. Tirei ela de lá e a bundinha dela tava aberta e toda ruiva. Coloquei ela de quatro e comecei a chupar ela.
Ela gemia, descia até a buceta e enchia minha boca com os sucos deliciosos dela, mas trabalhava bem a bunda dela. Depois de um tempinho, acho que a Sole já tava fora de si. —Coloca logo na minha bunda!! Dá todo o seu gozo na minha bunda!!— como negar um pedido desses? Assim, de quatro, eu atendi e comecei a meter com ritmo, mesmo ela sendo bem apertadinha. —Que puta que você é!! Viu que não ia querer que eu tirasse?— enquanto comia ela, puxava o cabelo dela, e ela gritava a plenos pulmões. Depois de fazer ela gozar de novo e de uma boa metida, gozei que nem um animal dentro dela. Ficamos um tempão exaustos na cama, e ela foi tomar banho. Eu esperei minha vez e pronto. Quando ela saiu, foi preparar o jantar.
Depois disso, conversei com minha mulher e contei tudo pra ela. Ela disse como ficava com tesão só de pensar naquilo. Mais tarde, à noite, fiquei por lá, mas ela não deixou eu usar a bundinha dela de novo. Acho que no final fui bruto demais. Mesmo assim, foi algo mais tranquilo.
Na manhã seguinte, a Sole me acordou com um boquete bem gostoso e, antes de continuar, me mostrou uma saquinha com uns gelzinhos e disse: —Antes de você ir! Tem que fazer minha bundinha de novo...
CONTINUA...
Espero que tenham gostado e desejo a todos um feliz fim de semana e um ótimo 2019.
Faz umas duas semanas, minha mulher me contou que a Sole tinha se separado e tava meio na bad. Depois de pensar um pouco, decidi não fazer nada, porque podia ser mal interpretado, e a verdade é que, além da atração sexual e física, a Sole é alguém que eu curto muito. Os dias passaram e, depois de quase duas semanas, recebi uma mensagem da Sole.
S — Oi, como cê tá? Quanto tempo!!
Y — Oi, linda, como cê tá? O que cê conta?
S — Nada, me recuperando. Me separei e tava super na bad, mas já tô melhor.
Y — É, ouvi algo, mas quis te dar um tempo.
S — Fez bem, tava muito mal.
Y — Coitadinha.
S — Bom, mas já tá passando, então fica tranquilo.
Y — Fico de boa então! Tamo falando, a gente se vê.
S — Pera aí, pera aí, queria dizer que quero te ver.
Y — Sério??
S — Preciso de um tratamento especial seu!! 😳
Y — Quando? Assim peço permissão em casa.
S — Amanhã, que é sexta, pode ser. Tô com a casa sozinha até semana que vem, meus pais tão viajando, de quebra cê fica.
Y — Show, mas depois cê vai ter que ir em casa contentar sua amiga e quem sabe a gente faz uma festinha.
S — Fechou, mas mais pra frente. Primeiro quero com você!!!
Y — Excelente! A gente se vê, beijos.
S — Te espero, beijão.
Bom, naquela noite conversei com minha mulher, ela sorriu safada — "quero que a gente faça essa festinha" — começou a me beijar e a gente se acabou.
O dia seguinte passou em fast forward. Convenci meu chefe a me liberar. Me deixou sair mais cedo, queria tomar um banho e me trocar antes da minha mulher chegar, porque com certeza ela ia querer fazer alguma coisa comigo.
Saí cedo, fui pra casa, tomei banho e fui pra casa da Sole. Sempre via a casa dela de fora, uma vila perdida no fundo do bairro de Caballito. Subi a escadinha até a porta e ela abriu, com aquele rostinho doce e sorriso, mas dava pra ver a safadeza nos olhos dela. Ela tava vestida com uma regatinha branca curta que mostrava o umbigo e uma legging preta bem justa.
Já dentro, admirei a casa foda que ela tinha. Ela me ofereceu uma bebida, era um campari — não curto muito, mas não ia recusar. Ela tomou e a gente ficou de papo furado por um tempo. Depois de terminar a bebida, ela me convidou pra subir e me mostrou o quarto dela. — Mas aqui a gente não vai ficar — ela disse, e me levou pro quarto dos pais dela. Cama enorme, colchão bem confortável. Ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar, enfiou a língua bem fundo. Eu acariciei a bunda dela por cima da legging, a gente se pegou bonito na boca. Ela me olhou — Tá gostando, Papi? — e me deu outro beijo — Sim, você me encanta — comecei a beijar o pescoço dela, e do nada ela me parou. Levantou de repente — Já volto... tira a roupa, por favor! — falou com uma vozinha meiga. Ela saiu, eu obedeci, tirei tudo e me deitei de novo na cama. Os beijos já tinham deixado meu pau bem duro. A porta abriu e ela apareceu pelada, com uma gargantilha de pano como se fosse o lacinho de um presente. Ela deitou em cima de mim e começou a me beijar com muita paixão. Eu acariciava a bunda dela, a pele muito mais macia que o normal. Tava com o pau durasso, sentia os peitos dela encostados no meu peito e a buceta dela se esfregando no meu pau, enquanto a gente brincava com as línguas. Ela com a mão guiou meu pau pra dentro da buceta dela, bem molhada e quente. Soltou um gemido lindo enquanto me olhava nos olhos e voltou a me beijar de boca aberta. Os movimentos dela eram mais que carinhosos, e os beijos dela eram maravilhosos. Naquele momento, parecia que a gente tava fazendo amor em vez de... comer... (quando contei isso pra minha mulher, ela não conseguiu evitar ficar com um pouco de ciúme)...
A gente continuou assim até a Sole gozar, ela me deu um beijo bem longo, e ficou uns segundos apoiada em cima de mim, continuou me beijando mas, dessa vez as bochechas, o pescoço, começou a descer pelo meu peito, saiu e foi descendo com os beijos dela, chegou no meu pau lambuzado com ela - mmm posso comer ele?? - ela me olhou e falou como se fosse uma menininha - TOOOODO!!! - começou chupando a cabecinha do boneco devagarzinho. Eu tava gozando demais, ela começou a massagear minhas bolas, que chupada de pau ela me deu - você vai gozar... - ela passou a língua por todo o meu pau - ...papai? - e prendeu a glande com os lábios dela, e me bateu uma muito gostosa - Isso, continua que eu vou gozar tudo - e foi assim, ela aguentou os jatos na boca dela, eu gozei a vida inteira na boquinha dela, ela ficou parada, eu sentia ela brincando com a porra no meu pau, mas de repente senti ela engolir tudo, soltou meu pau e ficou me olhando sorrindo enquanto espremia o amigo e passava a língua na cabecinha que soltava umas gotinhas - que yummy!!! Quero mais!!! - falou e lambeu a cabeça toda. - fica pra um 69 que eu chupo você toda!!! - ela se ajeitou e continuou brincando com meu pau, eu me concentrei na buceta dela quente e molhada, deliciosa. Passei minha língua por toda a vulva molhadinha dela, sentia os gemidos enquanto ela chupava, a gente ficou assim um tempão, eu com minha língua aproveitei tudo dela, a vagina dela, o clitóris, os suquinhos dela que gostoso, sempre segurando forte as nádegas dela, ela finalmente gozou na minha cara.
Ela se deitou do meu lado e me beijou bem gostoso, enquanto com a mão dela me batia uma - mmm Papai terminei com o que queria!! Agora se quiser faz o que você quiser comigo!! - me beijou de novo, e eu continuei com os beijos desci pelo pescoço dela, parei um tempão nas tetinhas dela, chupei bem e mordi um pouquinho, e desci até a pussy que chupei de novo, comecei a empurrar as perninhas dela pra trás. - olha!! O que eu encontrei!!! - sim, bum e tava bem fechadinha - mmm como pede pau Esse bum, deixa eu ver... passei a língua na entrada, ela soltou um gemido lindo — hmm, que gostoso!! — continuei passando a língua assim por um tempo — Não, Papai!! Para, faz tempo que não me comem por ali — olhei pra ela com maldade e comecei a passar a ponta do dedo — sério?? Seu namorado não te dava na tiny ass?? — falei, e com a língua comecei a abrir caminho, os suspiros dela viraram gemidos — Ele não gostava! Tinha nojinho — não consegui segurar o riso — Que cara otário, como que vai perder essa joia, por que ele tem nojo? — ela fez um ronronar — porque ele diz que não quer "se sujar" — enfiei a língua o mais fundo que pude, os gemidos dela confirmaram o quanto ela tava adorando, continuei com o trabalho oral na tiny ass dela, enquanto minha mão se enchia dos sucos da pussy dela, outro gozo bem intenso da Sole. Ela ficou toda largada na cama — Papaiiii, isso me encanta! — deito do lado dela e a gente se beija, ela pega no amigo e ele tá todo duro, toca bem de leve — tudo isso você quer meter na minha Booty?? — beijo ela, paro de beijar — Tudo, e você não vai querer que eu tire — volto a beijar ela enquanto ela me punheta com força. Eu comecei a brincar com meus dedos na tiny ass dela, que ia se abrindo bem devagar, entre gemidos muito fortes, ela desceu pra chupar, encheu de saliva, bem fundo chupava, de vez em quando cuspia um pouco. Ficamos um bom tempo assim até que ela soltou a cock e se virou de ladinho, tipo colherinha — Beleza, Papai! Coloca devagar! — ela abriu as nádegas e eu vi o bum dela um pouquinho aberto pelos meus dedos, fiquei louco, antes de comer ela passei a língua toda e enchi de saliva a entrada, ela tava muito tesuda, me encaixo bem e começo a meter, ainda tava bem apertado, ela enquanto sente se vira e me beija, e começa a entrar devagar, o gemido dela na minha boca vinha junto com um beijo muito safado com a língua, até que entrou tudo — Ai, você me abre toda — ela dizia, comecei a me mexer bem devagar, tava super apertada —Devagar, papai!! Devagarzinho— eu obedeci e comecei a passar a mão na buceta dela, que tava fervendo e escorrendo toda. Os gemidos dela eram muito gostosos. Continuei comendo ela devagar enquanto a bundinha dela se acostumava com a pica. Ela gemia baixinho, gozou mais uma vez, bem intenso. Tirei ela de lá e a bundinha dela tava aberta e toda ruiva. Coloquei ela de quatro e comecei a chupar ela.
Ela gemia, descia até a buceta e enchia minha boca com os sucos deliciosos dela, mas trabalhava bem a bunda dela. Depois de um tempinho, acho que a Sole já tava fora de si. —Coloca logo na minha bunda!! Dá todo o seu gozo na minha bunda!!— como negar um pedido desses? Assim, de quatro, eu atendi e comecei a meter com ritmo, mesmo ela sendo bem apertadinha. —Que puta que você é!! Viu que não ia querer que eu tirasse?— enquanto comia ela, puxava o cabelo dela, e ela gritava a plenos pulmões. Depois de fazer ela gozar de novo e de uma boa metida, gozei que nem um animal dentro dela. Ficamos um tempão exaustos na cama, e ela foi tomar banho. Eu esperei minha vez e pronto. Quando ela saiu, foi preparar o jantar.
Depois disso, conversei com minha mulher e contei tudo pra ela. Ela disse como ficava com tesão só de pensar naquilo. Mais tarde, à noite, fiquei por lá, mas ela não deixou eu usar a bundinha dela de novo. Acho que no final fui bruto demais. Mesmo assim, foi algo mais tranquilo.
Na manhã seguinte, a Sole me acordou com um boquete bem gostoso e, antes de continuar, me mostrou uma saquinha com uns gelzinhos e disse: —Antes de você ir! Tem que fazer minha bundinha de novo...
CONTINUA...
Espero que tenham gostado e desejo a todos um feliz fim de semana e um ótimo 2019.
6 comentários - Reencontro com a Soledad
Se lo extrañaba.