Depois de vários anos, crio coragem pra te contar essa história, LACONEJADEPAPI. Mostrei seu site pro Papai pra acalmar ele, pra mostrar que o que tá rolando entre a gente não é anormal, que ele não é o único Pai que come a própria filha nem eu sou a única filha que curte o próprio Pai.....
Meu nome é Matilde, tenho 31 anos, estudo Direito. Minha família é formada pelo meu Pai Roberto, o clássico advogado de empresas, 54 anos, esportista, pintor, situação financeira muito boa (na minha opinião, fracassado não merece esses prazeres). 23 anos de casamento feliz, Mamãe de 42, dona de casa, muito gostosa, três filhos: eu de 31 e dois gêmeos de 16...
Nas férias de inverno, Mamãe e os gêmeos foram esquiar por duas semanas, eu fiquei pra estudar. Desde o primeiro dia, me senti a dona da casa. Como meu Pai é advogado e eu estudante de Direito, tínhamos muita afinidade. Eu animava ele a me convidar pra jantar fora, dava em cima, falava: "Olha como te olham com inveja, todo mundo pensa que a gente é amante". Ele ria, eu provocava mais: "Seria um sonho pra você ter uma gostosa como eu de amante". Beijava ele em público na boca (sem língua), ele derramava luxúria.
Ficamos assim três dias até que, de tanto falar, comecei a imaginar (não sou uma santinha). Primeiro me masturbei, depois fui ficando com tesão, o morbo me consumia a cabeça, tinha fantasias onde o protagonista era ele, os orgasmos me deixavam exausta. Era real: eu tava com tesão no meu Pai, era incesto e isso me atraía mais que tudo, o proibido. No fim de semana, tentei evitar, mas ele me convidou pra jantar. Meu primeiro erro: aceitei. O segundo: me vesti pra levantar defunto — mini, salto, decote. Me sentia uma deusa (sou alta, loira, já fui modelo em vários programas de TV no meu país, Venezuela). Quando Papai me viu, quase morreu. Brincou: "Neném, vai matar esse velho". Se ele soubesse minhas intenções... Propus um drink antes de sair. Sair, eu tomei dois, ele três, essa era minha ideia pra deixar ele solto. A conversa foi animada, sentada na frente dele, eu cruzava e descruzava as pernas, o triângulo da minha calcinha tava no alcance dos olhos dele, em mais de uma oportunidade peguei ele olhando. Avancei mais, derrubei um pouco de bebida no tapete e com essa desculpa me abaixei na frente dele, mostrei minhas pernas longas e minha calcinha minúscula bem enfiada na minha bunda, meus pelinhos aparecendo, não tinha me depilado, imaginava que o Papai gostava de bucetas depiladas. Senti o olhar dele, me abaixei de novo, queria esquentar ele, que ele não perdesse nenhum detalhe da bunda que ele ia foder. Quando sentei na frente dele vi o olhar dele, tava quente e confuso, levantei e sem dizer uma palavra enfiei um beijo de língua, intenso, ele separou os lábios de leve, levei a mão dele pros meus peitos.
— Me espera aqui, Roberto, tenho uma coisa pra você.
Ele ficou mudo, coloquei um CD do Luis Miguel, boleros, e fui buscar ele, levantei ele.
— Vamos dançar, relaxa, você vai gostar.
Antes de terminar a primeira música senti a ereção dele, incentivei: — Me toca. Ele não se atreveu, peguei a mão dele, passei pelos meus lábios, depois pelos meus seios, minha calcinha molhada, beijei ele, dessa vez ele respondeu, a ereção dele era monstruosa (eu só tinha fodido com um namorado, a do Papai era enorme), pressenti que era a maior rola que ia me penetrar. Fiquei molhada só de pensar...
— Papai, me segue, você vai gozar.
Ele gaguejava, um pequeno "não, não", quase um sussurro, não parei, meti ele no meu quarto, joguei ele na cama, tranquei a porta, ninguém ia sair daquele quarto sem foder. Ele me olhava apavorado, isso me esquentava mais.
— Matilde, não, não, é incesto e é perigoso...
— Eu sei, sua filhinha vai te dar muito prazer.
No escuro me despi, tava com tesão, nunca na minha vida tinha sentido tanto calor, vi no escuro ele se despindo, Papai ficou só de cueca, a resistência dele tinha dado lugar ao tesão.
— Matilde, pelo amor de Deus, que... jamais ninguém saiba!!
- Nunca, Papai, me toma, me goza!
Me joguei sobre ele, seu corpo alto, grisalho e musculoso me
recebeu, enquanto nos beijávamos com fúria, abaixei sua cueca, apareceu na minha frente um
pau, era como um pequeno tronco, sussurrei rouca de tesão,
me lambe, ele era um expert, percorria meu clitóris, estimulava meu cu, o
tesão, o morbo do proibido me impediam de conter meus gritos, gritava
como uma puta, gozei rios de fluido na boca dele, Papai não parava de lamber
, meti seu pau enorme na minha boca, estávamos na posição 69, eu em cima dele, lambia seu
grande pau em todo seu esplendor, depois suas bolas enormes, Papai continuava comendo minha buceta e, oh loucura, me lambia o cu (nunca tinham feito isso antes), seu pau me sufocava.
Papai balbuciava, puta minha, vai foder teu Pai, virei, beijei ele,
Agora Papai, agora consuma o incesto, me penetra
Ele enterrou sem piedade, eu estava tão molhada que entrou
até o fundo do meu ser, achei que ia rasgar, isso era prazer e dor de verdade
, tínhamos quebrado o tabu, era incesto e nós dois, Pai e filha, nos gozávamos como
cachorros no cio, gritei pra ele:
- Você vai gozar dentro da buceta da sua filha, preciso sentir seu sêmen dentro de mim, quero sentir a semente que me deu vida!
- Sim, filhinha gostosaaaaaaaaa-
O gozo dele inundou minha buceta, enquanto eu tinha uma sucessão incontrolável de orgasmos, de repente senti uma tontura e com um grito dilacerante
_Papitooooooooooo gozei de novo, dessa vez com o pau do papai, enfiado até o útero, nós dois ficamos em silêncio nos beijando, eu não parava de sussurrar pra ele, te amo Papai, te amo Papai, ele só conseguia dizer:
- Deus, o que fizemos, o que fizemos, Matilde-
Eu encarei ele bem suave:
- É tarde pra se arrepender, você gozou sua filha, filho da puta, e me comeu como ninguém_
- Sim, te gozei!, mas?
- Mas vai pra merda!, você e eu vamos foder pra vida toda!, entendeu, me dá um sim e você vai chupar de novo a buceta da sua filha!
- Sim!, sim, filhinha, pra vida toda!
Montei minha cara no rosto dele, Me desgraçuei, perdi toda a razão
Cheguei a ter um orgasmo descomunal e não consegui evitar que saíssem uns jatos de xixi, empurrei minha bunda pra língua dele e deixei ele enterrar ela lá, Papai gozava tudo, a gente gritava um com o outro, ele falava "slut, slut, você comeu seu pai", e eu "meu macho, você comeu sua filha, sua filha gostosa", depois a penetrada foi com minhas pernas nos ombros dele, aí veio a dor doce e quente, assim naquela posição desvirginei meu cu, chorei no começo, e depois gozei,
Aquele fim de semana foi sexo, sexo, sexo, tudo bruto, violento, pervertido, eu mijava nele,
ele gozou na minha cara, a gente transava duro, forte.
Quando chegou a notícia ruim de que minha mãe e os gêmeos tinham sofrido um acidente na estrada e morrido... Agora era hora de eu e papai formarmos nossa família.. Papai já tinha alugado um apartamento central, bem perto do escritório dele, fomos morar lá nós dois, transamos de segunda a sexta, é um vício, somos um par de degenerados felizes e acho que eu..............comecei. E nosso relacionamento cresceu, mas isso eu deixo pro segundo relato CONEJADEPAPI, obrigada pelo seu tempo e apoio!
Tudo começou às dez da noite.
Matilde, uma moça de 26 anos. Vestia um pijama branco de seda. Estava sentada num sofá da sala de estar da casa dela, amamentando o bebê. Chegou em casa Roberto, o pai dela, um coroa. Vinha meio animado. Olhou pras tetas da filha e pro leite escorrendo no canto dos lábios do filho/neto, e exclamou:
— Que sorte a nossa!
Carolina o repreendeu.
— Ah, Papai!
Roberto sentou na frente de Matilde. Não parava de olhar pras tetas dela. Matilde sabia que Roberto, depois de dois anos de ter ficado viúvo e de ter tido o filho com a filha nesse tempo, não demonstraria tanta luxúria no rosto, mas ele não era assim. Ele se comportava daquele jeito porque tinha bebido.
— Tá olhando pras minhas tetas, papai?
— Não, elas estão lindas, mas tô olhando pro nosso filho. - Sarcasmo e mentira pra cima
- Porra, filha. Que culpa eu tenho de você ter uns peitos tão lindos e apetitosos?
- Quanto você bebeu?
- Seis ou sete uísques.
- Tá na cara, tá na cara.
Roberto parecia arrependido do que tinha dito.
- Cê acha que eu exagerei em ter um filho com você?
- Claro que não, nós dois queríamos.
Roberto se levantou e disse pra Matilde:
- Desculpa, foi o uísque que falou.
- Perdoado.
- Vou pro meu quarto ver um filme.
- Que filme você vai ver?
- O último que me deram pirata. SEXCULA.
- Deve ser pornô. Deve ser bom.
- Foi o que me disseram. Quer ver comigo?
- Depois do que você me disse?!
- Já pedi desculpa.
- Sim, mas…
- Quantas vezes a gente já viu filme no meu quarto?
- Muitas.
Roberto lembrou do filho.
- O Miguel já dormiu?
- Sim, já dormiu. E, entre outras coisas, já passei da quarentena, hora de voltar a fazer a lição de casa, né?
- Que bom. Espero você pra ver o filme?
- Espera. Dou banho no menino, ponho ele na cama e vou.
Matilde terminou de dar banho e vestir o bebê. Levou ele pro quarto e, já dormindo, colocou no berço. Foi pro quarto do Roberto. Ele tava deitado na cama, com o torso peludo à mostra e a calça do pijama vestida. Carolina tava há mais de dois meses sem subir no pai depois da gravidez, e ao ver o Roberto, deu vontade de voltar pro quarto dela, mas a cabeça dizia uma coisa e o corpo pedia outra. Ela se deitou na cama, a uns dez centímetros do Roberto.
Roberto apagou a luz do quarto e colocou o vídeo do SEXCULA. Uns dois minutos depois, Matilde viu um volume no pijama do Antonio. Devia ser pelo perfume dela, pelo babydoll ou pela lembrança do leite escorrendo pelo canto da boca do bebê, mas a ereção era total. Matilde ficou com tesão. Se aninhou do lado do Roberto, que acariciou o cabelo dela com a mão e disse:
- Você é linda como uma deusa.
- Pai, tô há mais de dois meses sem nada e fico excitada com pouca coisa!
- Eu também! você vai dizer que estou há dois meses só no pão e água!
– Também se excita com pouco?
– Com pouco? Ontem me excitei vendo duas moscas transando.
As palavras de Roberto fizeram Matilde rir.
– É, você se excita com pouco mesmo.
Matilde, sem vergonha, olhou pro volume da cueca do pijama. Roberto percebeu e se animou pra perguntar:
– Se eu te perguntar uma coisa, você não vai ficar brava?
– Não, pode mandar.
– Deixa eu beber o leite dos seus peitos? Sua mãe deixava!
Matilde, sorrindo, respondeu com outra pergunta.
– Quer roubar o leite do nosso filho?
– Você tem muito.
Matilde ficou pensativa, e depois disse:
– Tá bom, mas só um pouquinho.
Matilde tirou a parte de cima do baby doll. Os peitões dela, com auréolas rosadas e bicos grandes, ficaram à mostra. Antonio pegou eles com as mãos e começou a mamar. A boca dele foi enchendo de leite doce e quentinho, que ele foi saboreando e engolindo. Matilde já tava bem molhada. Ela puxou os 24 centímetros do Antonio pra fora da cueca do pijama e começou a masturbar ele. Roberto, tarado igual um cachorro, parou de mamar e com uma mão levou a cabeça de Matilde até o pau dela. A moça meteu na boca e chupou com gosto.
Roberto enfiou a mão dentro do pijama e da calcinha de Matilde, e quando sujou a mão de fluido, exclamou:
– Como você tá, filha!
– Morrendo de vontade de gozar.
– Quero comer sua bucetinha.
Matilde tirou a cueca do pijama e a calcinha.
– Pode comer.
Roberto beijou a boca dela, acariciou os peitos, chupou de novo e se encheu de leite. Depois desceu pra boceta. Ele era um expert em cunnilingus. Pouco depois, Matilde sentiu que ia gozar. Agarrou com as duas mãos as barras da cabeceira da cama e disse pro Roberto:
– Preparado?
– Manda.
– Tooooooooooooooma!
Matilde gozou com uma força brutal. Antonio sentiu a vagina encher de outro líquido quentinho. Matilde tava dando todo o fluido vaginal que tinha guardado. Enquanto se sacudia e gemia, Roberto disse:
– Esse é o néctar que os deuses bebiam.
Matilde disse com voz melosa:
— Adoro que você seja um guloso.
Depois de uns longos beijos de língua, Roberto subiu em cima de Matilde. A moça recebeu o pau dele na bucetinha com gosto… Antonio beijava maravilhosamente e fodia melhor ainda… Em pouco mais de cinco minutos já tinha Matilde no ponto. Os gemidos da moça o alertaram.
— Vai gozar, filha?
— Sim, pai. E você?
— Eu ainda posso esperar.
— Quero que você goze dentro de mim. Quero sentir seu leitinho quentinho enchendo minha xoxota de novo esta noite!
— Você vai ter. Vou gozar dentro de você quando você gozar.
— Deixa eu subir?
— Sobe, filha, sobe.
Matilde subiu em cima de Roberto. O pau entrou de novo com facilidade. Ela o montava com cadência diferente — agora cinco ou seis empurrões suaves, agora cinco ou seis estocadas fortes… Os biquinhos dos peitos de Matilde, sem ninguém tocar, começaram a jorrar leite. Ela deu para Roberto beber, e ele engoliu com imenso prazer… Chegou um momento em que Matilde, que queria retardar os orgasmos, não aguentou mais.
— Tô gozando, pai, tô gozando!!!
— E eu, filha, e eu!
Matilde, ao começar a gozar, sentiu dentro da bucetinha as pulsações e o leitinho quente de Roberto… A corrente que percorreu seu corpo fez com que seus gemidos terminassem num grito de prazer.
O grito acordou o bebê, e naquela noite não houve mais prazer… Mas, para surpresa de pai e filha, pela segunda vez, ela engravidou de gêmeos.
Meu nome é Matilde, tenho 31 anos, estudo Direito. Minha família é formada pelo meu Pai Roberto, o clássico advogado de empresas, 54 anos, esportista, pintor, situação financeira muito boa (na minha opinião, fracassado não merece esses prazeres). 23 anos de casamento feliz, Mamãe de 42, dona de casa, muito gostosa, três filhos: eu de 31 e dois gêmeos de 16...
Nas férias de inverno, Mamãe e os gêmeos foram esquiar por duas semanas, eu fiquei pra estudar. Desde o primeiro dia, me senti a dona da casa. Como meu Pai é advogado e eu estudante de Direito, tínhamos muita afinidade. Eu animava ele a me convidar pra jantar fora, dava em cima, falava: "Olha como te olham com inveja, todo mundo pensa que a gente é amante". Ele ria, eu provocava mais: "Seria um sonho pra você ter uma gostosa como eu de amante". Beijava ele em público na boca (sem língua), ele derramava luxúria.
Ficamos assim três dias até que, de tanto falar, comecei a imaginar (não sou uma santinha). Primeiro me masturbei, depois fui ficando com tesão, o morbo me consumia a cabeça, tinha fantasias onde o protagonista era ele, os orgasmos me deixavam exausta. Era real: eu tava com tesão no meu Pai, era incesto e isso me atraía mais que tudo, o proibido. No fim de semana, tentei evitar, mas ele me convidou pra jantar. Meu primeiro erro: aceitei. O segundo: me vesti pra levantar defunto — mini, salto, decote. Me sentia uma deusa (sou alta, loira, já fui modelo em vários programas de TV no meu país, Venezuela). Quando Papai me viu, quase morreu. Brincou: "Neném, vai matar esse velho". Se ele soubesse minhas intenções... Propus um drink antes de sair. Sair, eu tomei dois, ele três, essa era minha ideia pra deixar ele solto. A conversa foi animada, sentada na frente dele, eu cruzava e descruzava as pernas, o triângulo da minha calcinha tava no alcance dos olhos dele, em mais de uma oportunidade peguei ele olhando. Avancei mais, derrubei um pouco de bebida no tapete e com essa desculpa me abaixei na frente dele, mostrei minhas pernas longas e minha calcinha minúscula bem enfiada na minha bunda, meus pelinhos aparecendo, não tinha me depilado, imaginava que o Papai gostava de bucetas depiladas. Senti o olhar dele, me abaixei de novo, queria esquentar ele, que ele não perdesse nenhum detalhe da bunda que ele ia foder. Quando sentei na frente dele vi o olhar dele, tava quente e confuso, levantei e sem dizer uma palavra enfiei um beijo de língua, intenso, ele separou os lábios de leve, levei a mão dele pros meus peitos.
— Me espera aqui, Roberto, tenho uma coisa pra você.
Ele ficou mudo, coloquei um CD do Luis Miguel, boleros, e fui buscar ele, levantei ele.
— Vamos dançar, relaxa, você vai gostar.
Antes de terminar a primeira música senti a ereção dele, incentivei: — Me toca. Ele não se atreveu, peguei a mão dele, passei pelos meus lábios, depois pelos meus seios, minha calcinha molhada, beijei ele, dessa vez ele respondeu, a ereção dele era monstruosa (eu só tinha fodido com um namorado, a do Papai era enorme), pressenti que era a maior rola que ia me penetrar. Fiquei molhada só de pensar...
— Papai, me segue, você vai gozar.
Ele gaguejava, um pequeno "não, não", quase um sussurro, não parei, meti ele no meu quarto, joguei ele na cama, tranquei a porta, ninguém ia sair daquele quarto sem foder. Ele me olhava apavorado, isso me esquentava mais.
— Matilde, não, não, é incesto e é perigoso...
— Eu sei, sua filhinha vai te dar muito prazer.
No escuro me despi, tava com tesão, nunca na minha vida tinha sentido tanto calor, vi no escuro ele se despindo, Papai ficou só de cueca, a resistência dele tinha dado lugar ao tesão.
— Matilde, pelo amor de Deus, que... jamais ninguém saiba!!
- Nunca, Papai, me toma, me goza!
Me joguei sobre ele, seu corpo alto, grisalho e musculoso me
recebeu, enquanto nos beijávamos com fúria, abaixei sua cueca, apareceu na minha frente um
pau, era como um pequeno tronco, sussurrei rouca de tesão,
me lambe, ele era um expert, percorria meu clitóris, estimulava meu cu, o
tesão, o morbo do proibido me impediam de conter meus gritos, gritava
como uma puta, gozei rios de fluido na boca dele, Papai não parava de lamber
, meti seu pau enorme na minha boca, estávamos na posição 69, eu em cima dele, lambia seu
grande pau em todo seu esplendor, depois suas bolas enormes, Papai continuava comendo minha buceta e, oh loucura, me lambia o cu (nunca tinham feito isso antes), seu pau me sufocava.
Papai balbuciava, puta minha, vai foder teu Pai, virei, beijei ele,
Agora Papai, agora consuma o incesto, me penetra
Ele enterrou sem piedade, eu estava tão molhada que entrou
até o fundo do meu ser, achei que ia rasgar, isso era prazer e dor de verdade
, tínhamos quebrado o tabu, era incesto e nós dois, Pai e filha, nos gozávamos como
cachorros no cio, gritei pra ele:
- Você vai gozar dentro da buceta da sua filha, preciso sentir seu sêmen dentro de mim, quero sentir a semente que me deu vida!
- Sim, filhinha gostosaaaaaaaaa-
O gozo dele inundou minha buceta, enquanto eu tinha uma sucessão incontrolável de orgasmos, de repente senti uma tontura e com um grito dilacerante
_Papitooooooooooo gozei de novo, dessa vez com o pau do papai, enfiado até o útero, nós dois ficamos em silêncio nos beijando, eu não parava de sussurrar pra ele, te amo Papai, te amo Papai, ele só conseguia dizer:
- Deus, o que fizemos, o que fizemos, Matilde-
Eu encarei ele bem suave:
- É tarde pra se arrepender, você gozou sua filha, filho da puta, e me comeu como ninguém_
- Sim, te gozei!, mas?
- Mas vai pra merda!, você e eu vamos foder pra vida toda!, entendeu, me dá um sim e você vai chupar de novo a buceta da sua filha!
- Sim!, sim, filhinha, pra vida toda!
Montei minha cara no rosto dele, Me desgraçuei, perdi toda a razão
Cheguei a ter um orgasmo descomunal e não consegui evitar que saíssem uns jatos de xixi, empurrei minha bunda pra língua dele e deixei ele enterrar ela lá, Papai gozava tudo, a gente gritava um com o outro, ele falava "slut, slut, você comeu seu pai", e eu "meu macho, você comeu sua filha, sua filha gostosa", depois a penetrada foi com minhas pernas nos ombros dele, aí veio a dor doce e quente, assim naquela posição desvirginei meu cu, chorei no começo, e depois gozei,
Aquele fim de semana foi sexo, sexo, sexo, tudo bruto, violento, pervertido, eu mijava nele,
ele gozou na minha cara, a gente transava duro, forte.
Quando chegou a notícia ruim de que minha mãe e os gêmeos tinham sofrido um acidente na estrada e morrido... Agora era hora de eu e papai formarmos nossa família.. Papai já tinha alugado um apartamento central, bem perto do escritório dele, fomos morar lá nós dois, transamos de segunda a sexta, é um vício, somos um par de degenerados felizes e acho que eu..............comecei. E nosso relacionamento cresceu, mas isso eu deixo pro segundo relato CONEJADEPAPI, obrigada pelo seu tempo e apoio!
Tudo começou às dez da noite.
Matilde, uma moça de 26 anos. Vestia um pijama branco de seda. Estava sentada num sofá da sala de estar da casa dela, amamentando o bebê. Chegou em casa Roberto, o pai dela, um coroa. Vinha meio animado. Olhou pras tetas da filha e pro leite escorrendo no canto dos lábios do filho/neto, e exclamou:
— Que sorte a nossa!
Carolina o repreendeu.
— Ah, Papai!
Roberto sentou na frente de Matilde. Não parava de olhar pras tetas dela. Matilde sabia que Roberto, depois de dois anos de ter ficado viúvo e de ter tido o filho com a filha nesse tempo, não demonstraria tanta luxúria no rosto, mas ele não era assim. Ele se comportava daquele jeito porque tinha bebido.
— Tá olhando pras minhas tetas, papai?
— Não, elas estão lindas, mas tô olhando pro nosso filho. - Sarcasmo e mentira pra cima
- Porra, filha. Que culpa eu tenho de você ter uns peitos tão lindos e apetitosos?
- Quanto você bebeu?
- Seis ou sete uísques.
- Tá na cara, tá na cara.
Roberto parecia arrependido do que tinha dito.
- Cê acha que eu exagerei em ter um filho com você?
- Claro que não, nós dois queríamos.
Roberto se levantou e disse pra Matilde:
- Desculpa, foi o uísque que falou.
- Perdoado.
- Vou pro meu quarto ver um filme.
- Que filme você vai ver?
- O último que me deram pirata. SEXCULA.
- Deve ser pornô. Deve ser bom.
- Foi o que me disseram. Quer ver comigo?
- Depois do que você me disse?!
- Já pedi desculpa.
- Sim, mas…
- Quantas vezes a gente já viu filme no meu quarto?
- Muitas.
Roberto lembrou do filho.
- O Miguel já dormiu?
- Sim, já dormiu. E, entre outras coisas, já passei da quarentena, hora de voltar a fazer a lição de casa, né?
- Que bom. Espero você pra ver o filme?
- Espera. Dou banho no menino, ponho ele na cama e vou.
Matilde terminou de dar banho e vestir o bebê. Levou ele pro quarto e, já dormindo, colocou no berço. Foi pro quarto do Roberto. Ele tava deitado na cama, com o torso peludo à mostra e a calça do pijama vestida. Carolina tava há mais de dois meses sem subir no pai depois da gravidez, e ao ver o Roberto, deu vontade de voltar pro quarto dela, mas a cabeça dizia uma coisa e o corpo pedia outra. Ela se deitou na cama, a uns dez centímetros do Roberto.
Roberto apagou a luz do quarto e colocou o vídeo do SEXCULA. Uns dois minutos depois, Matilde viu um volume no pijama do Antonio. Devia ser pelo perfume dela, pelo babydoll ou pela lembrança do leite escorrendo pelo canto da boca do bebê, mas a ereção era total. Matilde ficou com tesão. Se aninhou do lado do Roberto, que acariciou o cabelo dela com a mão e disse:
- Você é linda como uma deusa.
- Pai, tô há mais de dois meses sem nada e fico excitada com pouca coisa!
- Eu também! você vai dizer que estou há dois meses só no pão e água!
– Também se excita com pouco?
– Com pouco? Ontem me excitei vendo duas moscas transando.
As palavras de Roberto fizeram Matilde rir.
– É, você se excita com pouco mesmo.
Matilde, sem vergonha, olhou pro volume da cueca do pijama. Roberto percebeu e se animou pra perguntar:
– Se eu te perguntar uma coisa, você não vai ficar brava?
– Não, pode mandar.
– Deixa eu beber o leite dos seus peitos? Sua mãe deixava!
Matilde, sorrindo, respondeu com outra pergunta.
– Quer roubar o leite do nosso filho?
– Você tem muito.
Matilde ficou pensativa, e depois disse:
– Tá bom, mas só um pouquinho.
Matilde tirou a parte de cima do baby doll. Os peitões dela, com auréolas rosadas e bicos grandes, ficaram à mostra. Antonio pegou eles com as mãos e começou a mamar. A boca dele foi enchendo de leite doce e quentinho, que ele foi saboreando e engolindo. Matilde já tava bem molhada. Ela puxou os 24 centímetros do Antonio pra fora da cueca do pijama e começou a masturbar ele. Roberto, tarado igual um cachorro, parou de mamar e com uma mão levou a cabeça de Matilde até o pau dela. A moça meteu na boca e chupou com gosto.
Roberto enfiou a mão dentro do pijama e da calcinha de Matilde, e quando sujou a mão de fluido, exclamou:
– Como você tá, filha!
– Morrendo de vontade de gozar.
– Quero comer sua bucetinha.
Matilde tirou a cueca do pijama e a calcinha.
– Pode comer.
Roberto beijou a boca dela, acariciou os peitos, chupou de novo e se encheu de leite. Depois desceu pra boceta. Ele era um expert em cunnilingus. Pouco depois, Matilde sentiu que ia gozar. Agarrou com as duas mãos as barras da cabeceira da cama e disse pro Roberto:
– Preparado?
– Manda.
– Tooooooooooooooma!
Matilde gozou com uma força brutal. Antonio sentiu a vagina encher de outro líquido quentinho. Matilde tava dando todo o fluido vaginal que tinha guardado. Enquanto se sacudia e gemia, Roberto disse:
– Esse é o néctar que os deuses bebiam.
Matilde disse com voz melosa:
— Adoro que você seja um guloso.
Depois de uns longos beijos de língua, Roberto subiu em cima de Matilde. A moça recebeu o pau dele na bucetinha com gosto… Antonio beijava maravilhosamente e fodia melhor ainda… Em pouco mais de cinco minutos já tinha Matilde no ponto. Os gemidos da moça o alertaram.
— Vai gozar, filha?
— Sim, pai. E você?
— Eu ainda posso esperar.
— Quero que você goze dentro de mim. Quero sentir seu leitinho quentinho enchendo minha xoxota de novo esta noite!
— Você vai ter. Vou gozar dentro de você quando você gozar.
— Deixa eu subir?
— Sobe, filha, sobe.
Matilde subiu em cima de Roberto. O pau entrou de novo com facilidade. Ela o montava com cadência diferente — agora cinco ou seis empurrões suaves, agora cinco ou seis estocadas fortes… Os biquinhos dos peitos de Matilde, sem ninguém tocar, começaram a jorrar leite. Ela deu para Roberto beber, e ele engoliu com imenso prazer… Chegou um momento em que Matilde, que queria retardar os orgasmos, não aguentou mais.
— Tô gozando, pai, tô gozando!!!
— E eu, filha, e eu!
Matilde, ao começar a gozar, sentiu dentro da bucetinha as pulsações e o leitinho quente de Roberto… A corrente que percorreu seu corpo fez com que seus gemidos terminassem num grito de prazer.
O grito acordou o bebê, e naquela noite não houve mais prazer… Mas, para surpresa de pai e filha, pela segunda vez, ela engravidou de gêmeos.
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