Comi minha colega de classe.

Hoje vou contar a história de como eu comi minha colega de classe. Pra vocês terem uma ideia de como ela é, o nome dela é Mariam, isso mesmo, Mariam, não Maria, e ela tem 18 anos. Ela tem cabelo castanho e um corpo bem normal, uma bunda redondinha como um pêssego e os peitos também, é tímida (ou pelo menos eu achava) e uma coisa que eu não sabia antes é que ela é muito safada.

A gente tava na aula e a professora falou que ia sortear pessoas aleatórias pra fazer um trabalho juntos, tipo um projeto, e assim não teria problema com ninguém. Pra mim, não tinha problema nenhum. Depois de vários nomes, chegou no meu, ela tirou o papel do saco e saiu, claro, o nome da Mariam, que do outro lado da sala me olhou e deu uma risadinha tímida. Eu tinha uma relação normal com ela, não conversávamos muito, mas nunca imaginei que um dia a gente fosse transar.

Cheguei perto dela e começamos a conversar.
+ Então, a gente vai fazer o trabalho juntos (sim, eu sei, foi idiota e óbvio, mas não pensei direito).
- É, parece que sim. Quando a gente pode se encontrar?
+ Hoje mesmo.
- Hoje!? Tô meio envergonhada.
+ Relaxa, meus pais vão trabalhar umas quatro horas e só voltam lá pras dez e meia, porque os dois tão no turno da noite.
- Tá bom, mas acho que não vai dar tempo num dia só, porque o tema do trabalho é bem longo.
+ Relaxa, a gente vê isso depois, hahaha.

Chegou a hora, tocou a campainha, abri a porta e falei que ela tinha chegado cedo, mas sem problema. Convidei ela pra entrar e disse pra sentar na mesa da sala que eu ia pegar um pouco de água. Quando voltei, começamos a trabalhar no projeto. A gente já tava nisso há um tempão até que surgiu o assunto de namoro, porque apareceu um anúncio sobre isso e eu fiz uma piada.
+ Arranje uma namorada em um minuto, ha! Como se fosse tão fácil.
- Hahaha, eles acham que é fácil.
+ Você tem namorado? (falei num tom amigável, sem segundas intenções)
- Não, nunca tive um namorado.
+ Isso é Por que você é tão tímida? - Até que sim, mas no fundo sou bem diferente. Eu só balancei a cabeça e mudei de assunto, mas no ar já dava pra sentir um clima mais à vontade, e a comunicação entre a gente tava rolando, diferente de antes. Teve uma hora que não entendi uma parada e chamei ela pra vir ver meu computador (já que a gente tava usando dois, o dela e o meu). Quando ela veio, eu levantei pra ela sentar, e como a mesa e a parede eram muito próximas, eu tive que esfregar meu pau na bunda dela, sem escapatória. Isso me deu uma ereção na hora, e ela sentiu. Aí deu uma afastada e o clima mudou, ficou mais frio do que antes, mas tinha momentos que eu via ela pensativa, o que me fez achar que ela tinha ficado chocada com a situação, mas era o contrário. Dessa vez ela me pediu pra chegar perto do computador dela, me fez sentar pra ler uma coisa, mas como eu não entendi, ela sentou no meu colo enquanto me explicava o que eu tinha que ler, ignorando minha cara de choque. Eu aproveitei e, enquanto ela explicava, coloquei a mão numa das nádegas dela, de um jeito que não fosse tão descarado, e fui falando umas coisas pra ela não perceber. A situação ajudou, e depois disso o clima ficou parecido: ela sentava no meu colo ou eu tocava nela bastante, mas sem exagerar. Mas melhorou quando, num desses momentos, eu tava com uma ereção daquelas. Aí falei: "O que a gente tava fazendo mesmo?" E quando ela tava entre a mesa e a parede, resolvi passar por trás dela pra ela sentir meu pau. Passei por trás e comecei a esfregar devagar meu pau na bunda dela, disfarçando como se quisesse passar pra chegar no meu computador. Nesses movimentos, ela solta um "Uai" e toca, mas passando a mão no meu pau. Resolvi ir mais fundo e fiquei ali parado. Ela diz: - Não vai querer passar? + Tô bem aqui, mas se quiser eu saio (fiz menção de me mexer). Eu ia seguir em direção ao computador) — Cara, faz o que quiser, não me incomoda.

Nesse ponto, eu já tinha as duas mãos na cintura dela e perguntei se ela tinha certeza. Ela disse que sim, mas de um jeito tímido que me deixou completamente tesudo. Comecei a descer minha mão pelo jeans dela e enfiei a mão dentro da calcinha. Desci devagar e percebi que ela estava toda depilada. Continuei descendo e comecei a tocar a buceta dela, bem molhada, enquanto ela só fazia barulhinhos de gemido. Movia meus dedos devagar, em círculos. Mariam colocou a mão no meu pescoço e eu decidi olhar pra cara dela enquanto ia enfiando meus dedos aos poucos naquela buceta apertada e bem molhada. A cara dela era perfeita, uma mistura de timidez e prazer ao mesmo tempo, enquanto ela só gemia bem baixinho. Comecei a tirar a calça dela e a coloquei contra a mesa. Do jeito que dava, comecei a lamber aquela buceta bem molhada, passei a língua bem devagar enquanto ela gemia mais forte. Me levantei e, antes de meter meu pau, percebi que não tinha camisinha e... Querem mais? (Se tiver algum erro de ortografia, comentem que eu corrijo, valeu.)

2 comentários - Comi minha colega de classe.

Nos dejaste con la incógnita , espero que sigas contando . van puntos y esperando el próximo y si podés fotos