A gente tinha feito uma comemoração no sanatório onde eu trabalho e, como não tinha levado o carro, tomei uns copos a mais. Não tenho a cabeça fraca, então aguento de boa, e aquele dia não foi exceção. Quando cheguei em casa, a Marisol me ligou e perguntou se eu podia acompanhar ela numa reunião, porque tinham chegado dois amigos dela do exterior e ela queria sair com um deles, mas pediram pra ela arrumar outra amiga. Eu tava meio indecisa e, como não tinha mais nada pra fazer, falei: "ok, beleza". Quase nem me troquei, só coloquei um vestido curto (bem acima do joelho, na metade da coxa mais ou menos). A Marisol me chamou e falou pra eu descer, porque eles já estavam chegando. Desci, entrei no carro — eles estavam sentados na frente e a gente atrás. Fomos pra um lugar que era um restaurante chique, pra tomar uns drinks e comer alguma coisa. Pedi algo com peixe e frutos do mar, sabendo que isso me deixa bem excitada. E aí a gente conversava, ria. Pra ser sincera, os dois eram bonitões. Minha amiga já tinha me falado qual era a escolha dela, então eu ia ficar com o que sobrou, e não tava nada mal. Nisso, mandei uma mensagem pro meu marido: "Tô com a Marisol e, olha, saí pra jantar com uns amigos dela, tô acompanhando ela e tomando uns drinks, sabe como é…". Ele respondeu que tava de boa e pra avisar qualquer coisa. "Claro, vou te avisar. Aliás, tão olhando pra minhas pernas!!", falei. A parada é que o cara que ficou pra mim era branco, alto, corpo bem cuidado, e dava pra ver que era safado e aguentava bem. Além disso, era dançarino. A gente começou a dançar salsa (que era a música que tava tocando no lugar, e eu adoro dançar). Vocês sabem que salsa boa se dança colado, e a gente dançou colado várias músicas. Não deu pra evitar sentir o baita volume que ele tinha na entreperna. A gente tava bem quente, pra ser sincera. Num intervalo das músicas, aproveitei e mandei outra mensagem pro meu marido, falando que tava dançando salsa. Ele sabe. como eu sou e ele me disse cuidado, eu falei, "tô meio pilhada e talvez hoje eles tentem pegar sua mulher", aí ele respondeu dizendo que com certeza era brincadeira e que eu ficasse tranquila, "tranquila eu tô, mas mesmo assim acho que vou acabar dando hoje" bom eu falei, "depois te conto mais", respondi, e continuamos dançando, Marisol então me diz vem comigo ao banheiro, é aí que ela fala ouve, os caras tão me chamando pra ir pro apartamento deles, eu respondi pra Marisol; você sabe que eles querem nos comer e se a gente for com certeza vai ser pra transar ela me disse, …por favor, faz tempo que não dou uma , ok, fala que sim, mas se faz um pouco de difícil e fala que sim, ela saiu do banheiro e eu aproveitei pra escrever uma msg. pro meu marido pra contar as novidades, "confirmado acho que vou transar me dá permissão" falei, aí ele respondeu, "não acredito, você tá blefando com certeza, se diverte só e se cuida", "obrigada meu amor, mas é sério, me dá permissão que eu te recompenso", falei, depois vou te dando detalhes falei, bom fomos pro Apt., no carro nem preciso dizer que o Richard me apalpou a buceta à vontade, ele passava a mão, enfiava o dedo na minha buceta, que tava super molhada, me dedava e ainda bem que o Apt. era perto senão ali mesmo eu dava, chegamos no apt., era legal, colocaram música continuamos bebendo, e de repente a Marisol já não tava, o Richard falou a gente faz aqui, eu falei melhor na cama, mas deve tá ocupada como você pode perceber, ele me disse, mas vamos ver, fomos pro quarto e a Marisol , mas a cama era King Size, então tinha muito espaço, levantei o vestido, me deitei na cama e o Richard tirou o pau, tava boa mesmo, bem molhada, ele colocou camisinha e a gente começou a transar, sempre gosto de levar na beira da cama, e essa não foi exceção, ele começou a me comer na beira da cama, uma perna no ombro, quando senti o pau grosso e quente me penetrando com uma vontade, gozei, Não aguentava mais, enquanto ele continuava e continuava, acho que eu já estava em outro lugar. Aí virei de quatro (essa é minha perdição), gozei de novo. Tava do lado da Marisol, ela também tava de quatro, e tava se afogando de prazer. Percebi que tava gozando, quando sinto que meu parceiro me solta por um momento, e aí começou a me meter com força de novo. Qual não foi minha surpresa que quem tava me comendo agora era o amigo do Richard, ou seja, o parceiro da Marisol. Pois o Richard tinha começado com ela na posição do missionário, foi aí que percebi que a gente tinha trocado. Eu tava bem presa pelas nádegas e ele me empurrava com tudo. Aí ouvi: "já troca", e trocaram de novo. Nessa altura, eu já tava no segundo ou terceiro gozo, não me controlava mais. Fizemos várias posições, eu gozei várias vezes, mas esse cara parecia um superdotado, continuava e continuava me metendo, até que ele gozou. Ufa, fui descansar, enquanto a Marisol continuava transando e o Richard tinha ido buscar água pra beber.
Depois de terminar com a Marisol, a gente descansou um pouco, íamos começar de novo e eles falaram que era melhor trocar. Bom, pra falar a verdade, tava ótimo pra mim, porque o Ernesto (o marido da Marisol) me atraía mais que o Richard. Enquanto ele tava comendo a Marisol, ele me olhava e eu também olhava ele. Numa dessas, quando eu tava deitada de barriga pra cima, ele tava metendo de quatro na Marisol. Aí a gente começou de novo, dessa vez eu montei nele. Quando sentei na piroca dele, parecia um ferro, e doeu como se eu fosse virgem na penetração. Que dor gostosa, tanto que eu soltei um grito, e todo mundo riu. Falaram que eu parecia uma virgem. Comecei a cavalgar com toda força, porque sabia que nunca mais ia ver ele e tinha que aproveitar. E assim foi melhor (eu tinha meu marido e ele me deixava ter essas escapadas, mas quem eu amava e ainda amo é meu marido). Só que eu suquei o coitado do homem, pedi pra ele me comer de quatro, e no meio do quatro ele gozou, algo que nunca falha, diga-se de passagem.

Foi uma festa inesquecível, nunca pensei que fosse fazer uma troca de casais e transar daquele jeito sem freio.
Depois de terminar com a Marisol, a gente descansou um pouco, íamos começar de novo e eles falaram que era melhor trocar. Bom, pra falar a verdade, tava ótimo pra mim, porque o Ernesto (o marido da Marisol) me atraía mais que o Richard. Enquanto ele tava comendo a Marisol, ele me olhava e eu também olhava ele. Numa dessas, quando eu tava deitada de barriga pra cima, ele tava metendo de quatro na Marisol. Aí a gente começou de novo, dessa vez eu montei nele. Quando sentei na piroca dele, parecia um ferro, e doeu como se eu fosse virgem na penetração. Que dor gostosa, tanto que eu soltei um grito, e todo mundo riu. Falaram que eu parecia uma virgem. Comecei a cavalgar com toda força, porque sabia que nunca mais ia ver ele e tinha que aproveitar. E assim foi melhor (eu tinha meu marido e ele me deixava ter essas escapadas, mas quem eu amava e ainda amo é meu marido). Só que eu suquei o coitado do homem, pedi pra ele me comer de quatro, e no meio do quatro ele gozou, algo que nunca falha, diga-se de passagem.

Foi uma festa inesquecível, nunca pensei que fosse fazer uma troca de casais e transar daquele jeito sem freio.
8 comentários - que lindo ser infiel con el permiso de tu marido
es un cornudo
Ser cornudo es lo más hermoso del mundo y me alegra mucho que cada vez más esposas y novias deciden buscar mejores pijas afuera de casa y decorar a sus maridos o novios con un lindo y grande par de cuernos.
Felicitaciones!