
Lola foi embora antes de comer pra casa dela, onde o marido já tava esperando. Ela foi felizona, não só pela trepada que deu, mas a promessa de poder me dar uns "tratamentos" quando eu tivesse algum ataque já tava deixando ela com uma excitação que ela não sentia há anos.
- Lembra do nosso trato! – ela sussurrou no meu ouvido enquanto a mão dela acariciava meu pau.
Minha avó e eu ficamos sozinhos em casa. Almoçamos e depois descansamos no sofá vendo televisão. Eu percebia ela inquieta, só me olhando. Ela se remexia no assento, mexia as pernas, cruzava, fechava e abria... tava agitada. A tarde inteira ela andou de um lado pro outro do apartamento, sem parar em lugar nenhum, sem se concentrar em nada. Não sei ao certo se ela descansou naquela noite, mas eu já tava satisfeito com as duas milf avós, com as boquetas e a transa delas.
Acordei de manhã e fui procurar minha avó no quarto. Ela não estava na cama. Caminhei pelo corredor e ouvi o chuveiro. Entrei no banheiro sem fazer barulho, me aproximei do chuveiro e afastei um pouco, com cuidado, as cortinas pra confirmar que era minha avó.
Lá estava ela! Meu pau endureceu na hora. Ela estava de olhos fechados e uma careta de prazer. Tinha as pernas abertas, com um pé na borda da banheira enquanto dois dedos separavam os lábios da buceta dela e outro se esfregava no clitóris excitado. A água escorria pelo corpo dela e ela gemia. Peguei no meu pau e bati uma ao ver minha avó.
- Desculpa, vovó! – falei enquanto entrava na banheira. Ela deu um gritinho de susto e ficou paralisada, enquanto os olhos dela olhavam com desejo pra minha piroca dura. – Perdoa, vovó, acho que te contaminei com minha doença!
- Não sei o que tá rolando comigo… - uma mão continuou se tocando na buceta enquanto a outra agarrou meu pau – Desde que essa loucura começou, sinto mais vontade de transar com você…
Me agarrei na cintura dela e me aproximei mais. Enquanto a mão que tava na buceta abria os lábios vaginais, a outra esfregou meu pau na buceta dela. Ela gemia de prazer. Beijei o pescoço dela e ela jogou a cabeça pra trás. Agarrei a bunda mole dela e puxei pra perto de mim, meu pau ficou entre os lábios dela. A gente se movia devagar e se dava prazer. Com uma mão, peguei um dos peitos dela e levei à minha boca, lambi e chupei o mamilo duro. Ela gemia cada vez mais alto até ficar muda de boca aberta. As pernas tremendo me mostravam que ela tava gozando. Me afastei um pouco e me masturbei apontando pra buceta dela, ela mantinha os lábios vaginais abertos e na hora os fluidos dela se misturaram com o esperma branco que jorrava do meu pau em grandes esguichos.
- Querido, preciso ligar pra Lola pra resolver isso! – disse minha avó apoiando os braços nos meus ombros.
Acabamos de tomar banho, nos ensaboando e enxaguando entre carícias.
- Agora entendo o que acontece com você, filho! – disse minha avó enrolada na toalha – É como se minha buceta estivesse sempre esperando um pau que a acalme.
De tarde, minha avó foi pra missa com as amigas dela, não sei se foi se confessar, mas ela tinha muitos pecados desde que eu cheguei na casa dela.
Aproveitei esse tempo pra estudar, tanto tempo enchendo o saco da minha avó não podia me impedir de estudar. Minha avó não chegou muito tarde. Eu tava estudando na sala e ela entrou.
- Olá, gostosa! – ela me cumprimentou.
- Oi, vó! – ela parecia meio nervosa – A Lola não veio? – na real, eu tava esperando que vocês duas me ajudassem.
— Filho. — minha avó sentou ao meu lado — Falei com a Lola. Contei pra ela que peguei sua doença. — eu ouvia e não acreditava que ela ainda acreditava naquela mentira — Perguntei como eu poderia me recuperar… — ficou em silêncio por alguns segundos — Ela disse que não aconteceu com ela porque recebeu seu sêmen… Que talvez o melhor que a gente possa fazer é transar completo… — eu a via confusa e hesitante — Acho horrível estar falando disso com meu neto… — sussurrava, perdida nos pensamentos mais íntimos dela — Me deixa com tesão, mas porra…
- Tá bom, vó. – falei segurando a mão dela – Essa noite a gente deita na sua cama e se deixa levar…
Aquela tarde, até a hora de ir dormir, fiquei excitado. Quando, depois de jantar e guardar tudo, minha avó me chamou e disse que era hora de dormir, meu coração disparou. Ela era uma mulher bem velha, o corpo dela até mantinha uma forma sensual, mas nua dava pra ver claramente a idade na flacidez da carne... Mas o tesão que me dava ver minha avó tão ingênua, engolindo não só minha doença idiota, mas também achando que tinha se contaminado, quando na verdade o que tava rolando é que ela se excitava com o neto e ter de novo uma pica na buceta, isso deixava minha pica tão dura que naquela noite eu fodia ela até a buceta dela não aguentar nem o roçar do ar.
- Vem cá, gostosa, vamos pra cama! – eu segui ela igual um cachorro no cio até chegarmos no quarto dela.
Entramos e lá estava a cama dela, aquela cama onde anos atrás eu tinha transado com meu avô… Depois de tanto assediá-la com minha putaria juvenil, fiquei de pé, imóvel, sem saber o que fazer. Sempre ataquei ela pra esquentar e satisfazer minha luxúria pervertida, mas agora ela se oferecia de livre e espontânea vontade pra transar, um sexo pervertido mas voluntário que me desarmava.
- Olha, filho. – ela me disse, indo até o armário e pegando uma camisola de tecido leve e translúcido – Você acha que fica bem eu vestir isso? – ela colocou sobre o corpo pra eu ver como ficava.
— Vovó, — cheguei perto dela, peguei aquela peça de roupa e joguei na cama — Deixa eu desembrulhar o presente do teu corpo! — abracei ela e beijei seus lábios.
Não havia mais nenhum tipo de resistência, os braços dela me envolveram o pescoço e nossas línguas brincaram dentro das nossas bocas. Era a primeira mulher com quem eu fazia amor. Já contei que com as poucas que eu tinha fodido, elas estavam com um certo grau de embriaguez. Minha avó, não. Ela não ligava pra minha aparência, não ligava que eu fosse neto dela. Ela estava tão excitada com tudo que a gente tinha vivido naquela casa que só se preocupava em sentir o prazer do sexo.
Minhas mãos foram desabotoando aquele vestido tão comum nela pra ficar em casa, de cima a baixo até que ficou solto. Abri ele e o corpo dela apareceu na minha frente. Olhei pras tetas dela enquanto minhas mãos jogavam a roupa pra trás das costas dela. Escorregou por trás e ela ficou vestida só com uma calcinha bem pequena.
— Cê gostou?! — ela disse, parecendo meio tímida, mas muito excitada. — Não queria colocar uma daquelas calcinhas horrorosas que sempre uso, e tinha essas que seu avô tanto gostava… Te espero dentro da cama. — Olhei pra ela enquanto subia na cama, colocando a bunda redonda empinada, não sei se de propósito, mas me excitou ainda mais. Ela se cobriu e se mexeu debaixo do lençol. — Não demora muito! — e jogou a calcinha em mim, que bateu no meu rosto. Peguei com a mão e cheirei fundo.
Ela se cobriu até o peito e liberou o lado da cama pra eu entrar. Tirei a camiseta e depois a calça, cheguei perto da cama e puxei a cueca de uma vez, fazendo meu pau duro pular pra alegria da minha avó, que mordeu o lábio de baixo. Entrei pelado na cama, ela me cobriu, viramos de lado e ficamos nos olhando.
- Tem certeza que quer fazer isso, vovó?
- Sim! - ela me respondeu com um sorriso na boca - Hoje você não tá com ataque?
- Tô mais ou menos tranquilo, mas assim que te tocar, não vou conseguir me segurar.
- Então se solta, filho! - ela me beijou suavemente nos lábios.
Por baixo do lençol, deslizei minha mão e toquei a cintura dela, comecei a acariciar enquanto a gente se olhava. A mão dela deslizou pra procurar meu corpo e me acariciou. Me grudei nela e virei ela de barriga pra cima. Os peitos dela caíram cada um pro lado do corpo, e os bicos escuros me chamavam, durinhos, pra eu chupar. Não pensei duas vezes, minha boca foi direto num deles e chupei com paixão. Os gemidos baixinhos e os leves movimentos do corpo da minha avó mostravam que aquilo tava deixando ela com tesão. Minha mão desceu pela coxa dela e foi pra parte de dentro, subindo pra sentir nos meus dedos os pelos que cobriam a buceta dela.
Minha boca subiu pelo peito dela, dando beijos até chegar no pescoço. Ela se contorcia e ria enquanto meus dedos abriam caminho entre os pelos pra procurar os lábios da buceta dela. Comecei a acariciar até conseguir que eles se separassem. Beijei a boca dela intensamente e meu dedo tocou a pele macia dos lábios da buceta. Minha língua procurou a dela na boca e as duas brincaram, passando de uma boca pra outra. Meu dedo deslizou suavemente pela fenda dela, tocando a entrada da buceta e encontrando o clitóris durinho no alto daqueles lábios. Fiquei acariciando enquanto parava de beijar a boca dela e olhava a cara de prazer da minha avó. Sempre achei ela gostosa, mas vendo ela gozar, a cara dela me excitava e meu pau pulsava colado no lado dela.
- Que delícia, sim, adoro quando você me masturba! - ela dizia entre gemidos.
- Pois agora você vai ver o céu!
Eu abri ela e me ajoelhei entre as pernas dela. Ela me olhava e sabia bem o que eu ia fazer. Abri as pernas dela e ela as dobrou pra me oferecer a buceta. As mãos dela abriram os lábios vaginais o máximo que podia, queria que eu comesse aquela buceta madura. Afundei minha boca na buceta dela e minha língua começou a lamber toda a racha, de cima a baixo. Os quadris da minha avó se mexiam sem controle, empurrando a buceta contra minha boca que tava toda molhada pela quantidade de fluidos que jorravam da vagina dela. Eu lambia e engolia os líquidos dela, adorando ouvir os gemidos e grunhidos de prazer daquela mulher safada. Minha língua subiu até o topo da racha dela e castigou com carícias o clitóris. A mão da minha avó se agarrou na minha cabeça e empurrava contra ela enquanto os quadris dela não paravam de se mexer convulsivamente.
- Vou gozar, tô gozando! - gritava entre gemidos - Me fode, me fode! - enlouqueceu com aquele prazer que estava sentindo.
Deixei a buceta dela e subi meu corpo sobre o dela. Ela tremia e se contorcia, tomada pela luxúria e pelo desejo de ser penetrada. Meu pau tocou a boceta quente dela, mas não conseguia entrar. A mão dela se enfiou entre nossos corpos e guiou até que eu pudesse sentir o calor da buceta dela na minha glande.
- Enfia fundo em mim, me fode!
Mexi meus quadris e meu pau começou a entrar na buceta molhada dela. Olhava no rosto dela e curtia vendo ela gozar. Me mexia devagar e ela soltava gemidos sensuais a cada metida que eu dava. Comecei a acelerar as penetrações e minha avó gritava cada vez mais alto, os dedos dela cravavam as unhas nas minhas costas e o corpo dela se agitava mais descontrolado a cada momento. Dava pra sentir debaixo do meu corpo o prazer que minha avó tava sentindo e meu pau gozava penetrando ela. Tava com vontade de gozar excitado pelos gemidos da minha avó e pelas convulsões que ela teve quando explodiu num orgasmo do caralho.
- Sim, filho, sim, goza dentro da sua avó, dá todo o seu esperma! - ela gritava pra mim enquanto meu pau entrava a toda velocidade na buceta dela.
Quando enfiei meu pau o mais fundo que pude na buceta da minha avó e comecei a soltar meu gozo, senti que ia perder os sentidos. Tava como embriagado pelo prazer de fazer amor com aquela mulher madura que tava tão gostosa quanto o neto que, agarrado no corpo dela, a fodia e gozava dentro. Fiquei imóvel, bem enfiado nela.
- Descansa, amor! - ela me animava enquanto podíamos sentir como meu pau se contorcia dentro da buceta dela, que se agitava apertando ele. - Fazia tempo que não sentia esse prazer! Deita pra descansar e vamos dormir!
- Tem um problema! - falei enquanto sentia meu pau saindo da buceta quentinha dela e me deitava ao lado, olhando pra ela - Isso ainda tá duro e não consigo dormir assim!
- Filho, como é possível! - disse quando a mão dela agarrou meu pau e sentiu que ele estava duro de novo, a mão dela começou a mexer. Na mesma hora, a campainha tocou insistentemente - Quem será?!
Minha avó se levantou e vestiu o roupão pra ver quem tava chamando com tanta insistência, já era quase meia-noite e se fosse algo grave de algum parente, teriam ligado no telefone. Fiquei na cama, pelado e de pau duro, esperando ela me falar alguma coisa. Escutei ela conversando com outra mulher, parecia a Lola.
- Olha filho, a Lola chegou!
- Cheguei a tempo?! - disse Lola.
- Já fizemos isso, mas olha como meu garoto tá... - ela apontou pra mim e minha ereção marcava um pouco no lençol que me cobria.
- Bom, talvez eu possa ajudar um pouco... - Lola sentou na cama e começou a passar a mão na minha rola por cima do pano que me cobria.
Levantei da cama, pelado como estava, e fui até a Lola. Os olhos dela não paravam de olhar pra minha pica, tava duro e queria extravasar naquela noite. Cheguei perto do telefone e arranquei o fio que ia da parede até o aparelho, com ele fui na direção da Lola.
— Quer se divertir esta noite? — sussurrei no ouvido dela, e ela concordou com a cabeça. — Vó, vou te explicar qual é a minha doença. — empurrei Lola contra a cama, e ela caiu de bruços. Peguei as mãos dela e amarrei nas costas. — Vem cá, vó. — ela se aproximou. — Não tem doença nenhuma. — minha avó parecia confusa. — A verdade é que eu tô muito tesudo e quase o dia inteiro de pau duro. Você ter acreditado naquela besteira que eu contei me fez descobrir que minha avó é uma gostosa e uma puta mulher na cama...
— Você me enganou? — disse ela sorrindo — Então quer dizer que tenho um neto mentiroso!
- Sim, mas a verdade é que eu curti essa mentira... - olhei pra ela implorando perdão - E você, não?
— Você é um viciado em sexo... — ela se aproximou de mim, me encarando — e me transformou na mesma coisa, numa pervertida que se tornou viciada em sexo com o próprio neto. — me beijou na boca suavemente — E a Lola, como fica?
- Vovó, sua querida amiga me ameaçou de contar que você tava te traindo se eu não transasse com ela... Você já viu ela no outro dia!
— E por que você amarrou ela?
- Isso, seu filho da puta, me solta! - protestou Lola, que estava na cama imobilizada.
- Cala a boca! - dei um tapa bem sonoro na bunda dela - Vó, acho que a gente devia castigar ela pelo que fez... né? - minha avó sorriu maliciosamente.
- Então a minha amiga Lola se aproveitou do meu neto! - sentou na cama pra falar com a amiga - Moleque, o que você quer fazer com ela?
- Olha, vovó. - levantei a saia dela e deixei a bunda grande dela no ar com aquela calcinha branca - Desde que vi essa bunda, desejei errar o buraco... - acariciei as nádegas dela e elas balançaram como gelatina.
- Não, caralho, pelo cu não! - gritou, tentando se virar para escapar.
— Mas, Lola, você foi uma menina muito safada... — disse minha avó e baixou a calcinha dela, deixando a bunda dela no ar — O que a gente faz com essa bunda grande? — deu um tapa e deixou a marca da mão na carne branca da amiga dela.
- Olha que buraquinho mais escuro! - falei pra minha avó enquanto separava as bundinhas e aparecia o cuzinho redondo dela, cuspi um pouco de saliva - Posso brincar um pouco com ele?
- Claro, meu guri, a Lola hoje vai ser teu brinquedo!
- Soltem, seus filhos da puta, vocês dois são uns tarados! - protestava a amiga da minha avó enquanto eu cuspia mais na bunda dela - Vou denunciar vocês!
— E o teu marido? Tá dormindo, é? — disse minha avó — Vou ligar pra ele e contar que você veio aqui na minha casa pra dar pra cima do meu neto... — minha avó agarrou a amiga pelos cabelos e virou a cabeça dela — Hoje você vai fazer tudo que a gente quiser...
Coloquei meu dedão no cu apertado dela e o corpo dela deu um pulo quando sentiu. Comecei a acariciar aquele esfínter, sentindo no meu dedo os pelinhos que tinha ali. Peguei ela pela cintura e forcei ela a se apoiar nos joelhos, deixando a bunda enorme dela toda empinada. Separei as nádegas e enfiei a cara pra lamber a buceta dela. Fiquei acariciando um pouco e depois minha língua subiu pra lamber o cu.
- Vocês são uns tarados e uns porcos! - minha avó mantinha a bunda da Lola aberta enquanto eu lambia o cu e a buceta dela.
— Sim, putinha, mas tô vendo que você tá gostando... — minha avó disse pra ela, e a Lola começou a gemer.
- Sim, Miguel, isso me dá tesão! - gemia Lola.
- Vovó. - falei, parando de lamber a bunda dela e acariciando o cu com meu dedo - Alguma outra mulher já comeu sua buceta?
Não, filho, nunca...
— Quer que sua amiga faça isso? — ouvi a Lola começar a rir, fiquei sem entender nada.
- Já faz um tempão que peço pra sua avó me deixar chupar a buceta dela! - olhou pra amiga - Solta minhas mãos que vou te chupar a buceta como nunca ninguém chupou!
Minha avó subiu na cama, sentou na frente da amiga dela, jogou as roupas pro lado e abriu as pernas pra oferecer a buceta dela. Soltei a Lola das amarras e ela se jogou de cabeça pra chupar a buceta da minha avó. Os gemidos da minha avó não demoraram, a amiga dela sabia muito bem comer bucetas e tava provando isso. Fiquei atrás da Lola e olhei a buceta dela, já tava começando a vazar, toda excitada com a buceta que ela tava comendo. Subi na cama em pé e fiquei do lado da minha avó, que tava se acabando de olhos fechados enquanto a amiga lambia e lambia sem parar.
Peguei no meu pau e encostei a cabeça nos lábios da minha avó. Ela não abriu os olhos, sabia perfeitamente o que tinha na boca e não ia deixar escapar. Os lábios dela prenderam a minha cabeça, e eu segurei a cabeça dela. Comecei a foder a boca dela, enfiando meu pau o mais fundo que dava.
Olhei pra bunda redonda da Lola, tirei a pica da minha avó e me ajoelhei atrás daquele rabo. Enfiei minha pica naquela buceta molhada, empurrei e penetrei fundo. As duas avós gemiam enquanto a gente curtia o sexo. Enquanto minha pica entrava e saía da buceta, separei as nádegas e coloquei o dedão pra acariciar o cu dela. Lola me olhou e sorriu enquanto dois dedos dela entravam na buceta da minha avó, que se contorcia de prazer. Empurrei o dedo contra o cu dela e ele foi cedendo. Enquanto minha pica entrava cada vez mais forte, meu dedo conseguia vencer a resistência do esfíncter e penetrá-la devagar. Lola gemia na buceta da minha avó. As duas gozavam.
Minha avó agarrou a cabeça da amiga dela e empurrou contra a buceta, ela tava gozando na boca dela e a amiga não queria perder aquele líquido gostoso que jorrava da minha avó. Na hora, ela empurrou a Lola e se levantou desesperada, engatinhou na cama e se colocou do lado da amiga na mesma posição.
- Filho, enfia esse pau na sua avó! - ela me olhou e ordenou desesperada pra que a buceta dela fosse invadida pelo meu pau.
Enfiei meu pau com força na buceta da minha avó e ela deu um gemido alto. Minhas coxas cuidavam de penetrar minha avó, enquanto minhas mãos enfiavam, cada uma, um dedo no cu de cada avó. As duas gozavam e começaram a se beijar apaixonadamente enquanto eu comia uma buceta e passava pra outra pra tentar manter as duas quentes.
Enquanto eu comia com gosto minha avó, a Lola saiu de perto e, de joelhos no meio da cama, me chamou pra largar a minha avó e seguir as instruções dela. Tirei meu pau todo melado com os fluidos daquelas duas avós pervertidas. Cheguei perto da Lola, e ela me colocou de barriga pra cima no meio da cama. Abriu as pernas, virou de costas e sentou no meu pau. Minha avó veio ajudar. Enquanto a Lola mantinha o corpo erguido, apoiada nas pernas e nas mãos, minha avó pegou meu pau pra guiar ele até a buceta da amiga, mas antes deu uma boa lavada com a boca dela — aquelas chupadas mostravam o tesão e a excitação que a minha avó tava sentindo.
- Vamos, enfia bem fundo! - disse para Lola quando sua boca ficou satisfeita de chupar e apontou meu pau direto pra buceta da amiga dela.
- Caralho, que puta delícia, hein! - Lola se sentou e meu pau entrou na buceta molhada dela - Caralho, Pepa! O que você tá fazendo comigo! - minha avó lambia o clitóris da amiga enquanto eu mexia a cintura e penetrava a buceta dela - Isso, isso, sabia que tinha que vir hoje à noite! O filho da puta do meu marido dormindo e eu aqui curtindo o sexo dos meus amigos pervertidos... Ah, isso, continua, Pepa! Vou gozar!
Meu pau tava todo ensopado nos fluidos da Lola. Minha avó tava adorando chupar a buceta da amiga dela. Agarrou meu pau e forçou ele a sair da boceta molhada. Senti a boca da minha avó engolindo ele e dando sugadas fortes na minha cabeça. De novo, voltei a sentir a buceta molhada da nossa amiga e me enfiei nela por completo.
- Tô gozando, tô gozando! – gritou Lola enquanto suas pernas tremiam e seu corpo se contorcia de prazer – Isso, tô morrendo, tô morrendo de gosto! – ela gritava e meu pau entrava e saía loucamente na buceta dela.
Caiu de lado e enfiou a mão entre as pernas, como se quisesse segurar o orgasmo que sentia enquanto o corpo tremia. Minha avó aproveitou pra montar em mim. Colocou meu pau debaixo da buceta dela, entre os lábios, e começou a rebolando. Todo mundo tava bem molhado e nossos sexos se esfregavam, dando prazer. Ela levantou o quadril e, com uma mão, guiou meu pau pra entrada da buceta dela. Sentou e meu pau penetrou fundo. Um gemido forte encheu o quarto. Coloquei uma mão na bunda dela e a outra nas costas. Puxei ela pra perto, e a bunda dela ficou empinada enquanto a gente se beijava com tesão. Minha cintura acelerou, e meu pau metia nela enquanto o atrito no clitóris era intenso. Ela tirou a boca da minha. De olhos fechados e boca aberta, começou a gemer cada vez mais alto até explodir num orgasmo.
- Tô tonto, para, pelo amor! - ela gemia, tremia e mal conseguia se segurar em cima de mim. Não liguei, queria gozar nela de novo - Porra, filho, não aguento mais! - coloquei as duas mãos na bunda dela e comia com força - Já, já, já!
Empurrei a bunda dela contra o meu corpo e meu pau entrou no fundo da buceta dela. Senti o gozo percorrer todo o comprimento do meu pau e jorrar pela ponta da minha cabeça. As convulsões e os gemidos da minha avó mostravam que ela estava sentindo cada jato de porra que eu dava dentro do corpo dela. Ela desabou em cima de mim quando parei de empurrar o corpo dela contra o meu. Ficamos abraçados enquanto meu pau ainda estava dentro da buceta dela. Lola chegou perto da gente e nos abraçou, beijou a amiga na boca e depois me beijou pra gente se beijar os três ao mesmo tempo. Descansamos um pouco e já era uma e meia da madrugada. Lola se vestiu rápido e nos deixou pra ir pra casa dela dormir com o marido, que ela tinha dado um calmante leve pra poder escapar essa noite.
Minha avó e eu continuamos morando juntos durante todo aquele ano. Na real, todo o tempo que passei estudando, fiquei na casa dela, estudando, ajudando ela e, principalmente, comendo ela. Ela e a amiga dela, Lola. Sempre pensei, influenciado pelos meus colegas, que sendo tão feio quanto eu era, não comia ninguém. Além disso, se perguntassem pra qualquer um desses gatos que transavam nos fins de semana com umas novinhas inocentes sobre comer coroas, com certeza iam achar que era a coisa mais chata do mundo. Mas eu aprendi com minha avó que pra curtir o sexo não importa nem o físico nem a idade, porque naqueles anos de estudo, comi todo santo dia e minhas coroas me deram o melhor sexo que nunca mais consegui ter. Pepa, Lola! Amo vocês, onde quer que estejam!
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