Troca justa

- Como está o Dom Alfredo?
- Tá bem, filho. E sua esposa? Hoje não tive o prazer de ver aquela vista maravilhosa!
- Calma, Dom Alfredo, que seu coração não aguenta essa corrente.


O caseiro sempre babou pela minha esposa e, quando a via, não conseguia esconder a vontade. Muitas vezes vi o pau dele endurecer, principalmente quando saíamos pra malhar e minha esposa vestia uma lycra justa que mostrava completamente a bunda redondinha dela.


Eu costumava zoar o admirador pra deixar ele iludido.
- Imagina o Dom Alfredo nas noites quando eu a coloco de quatro e enfio meu pau no cu dela bem durinho. É a melhor vista! Só imagina! E depois pego ela pelo cabelo e monto nela com meu chicote enquanto ela geme baixinho. É uma delícia!
- Já volto, lembrei que tenho que fazer uma parada lá dentro. A gente se vê depois.


Essa tarefa era correr pro banheiro e bater umas mil punhetas pra minha mulher! E eu morrendo de rir.


Um dia eu disse pra minha esposa que queria que ela vestisse a minissaia mais curta, porque fazia tempo que eu não via ela com aquela roupa.
Saímos e cruzamos com o proprietário no pátio interno.
Deixei cair as chaves no chão e, sem preocupação, pedi pra ela pegar pra mim, já que tinham ficado aos pés dela.
Ela se abaixou e a bunda dela apontou pro Dom Alfredo, que ficou vermelho de susto, a boca dele se abriu e ele engoliu a saliva enquanto os lábios tremiam de tesão.


- Vizinho, me dá um minuto que tenho que falar uma parada contigo...
Nós nos afastamos um pouco da minha esposa.


- O que o Dom Alfredo precisa?
- Preciso urgentemente dessa bunda e de todo o resto.
— Mas olha só, isso tudo já tem dono e eu não divido meus troféus — falei enquanto sorria cínico.
- Olha, rapaz, tô ficando toda excitada. Pede o que você quiser!
— Mas, seu Alfredo, com todo respeito, sua esposa já não aguenta mais troca, e eu não quero dinheiro nem nada. Quero sexo em troca.


—O moleque saiu viado! Nunca vou te dar minha bunda, mas se quiser me dar umas boas chupadas, eu pensaria...
— E o senhor acha que se eu fosse viado ia procurar o senhor? E ainda por cima entregar minha esposa? Nem louco! Tô falando de uma troca da minha esposa pela sua filhinha universitária que vem passar férias com vocês todo ano.


- Jamais! Ela ainda é uma menina!
- Mas já é maior de idade e pode se soltar. Ouvi dizer que terminou com o namorado faz tempo. Tá pedindo porra até nos sonhos!


Ela ficou me encarando por um bom tempo, enquanto balançava a cabeça negando.


- Em vez de viado, agora me saiu pedófilo.
- Nada disso, lembre-se, se fizer dezoito, a buceta tá no ponto - improvisei vendo que ela estava prestes a quebrar a recusa.


Continuou pensando, olhando pro chão.


- Por que você duvida? Imagine os cheiros da minha esposa: entre os peitos dela, o da bucetinha molhada, o do cabelo dela enquanto você a come por trás... - tanta descrição me deixou de pau duro. Essa noite eu ia comer os três pratos da minha esposa pensando na vizinha gostosa.


Ela fechou os olhos e respirou fundo.


— Mas você não vai maltratar ela, né?


Meu pau ficou ainda mais duro, porque o trato já estava quase fechado.


- Claro que vou maltratar ela! Vou desmontar ela até ela gritar de dor e prazer, vou tratar ela como uma puta, e vou enfiar a pica até o esôfago dela, que ela não consiga respirar e busque ar depois dos engasgos, vou deixar os peitos dela molinhos de tanto amassar e a bunda vermelha de tanta palmada, vou abrir aquele rabo tanto, que quanto mais ela gritar de dor pelo cu dela, mais excitado eu vou ficar; e no final vou deixar a cara dela manchada com meu leite e vou obrigar ela a limpar minha pica com a língua, e muito mais...


Ele fez uma cara de surpresa, desprezo e nojo ao me olhar.


- ... e você vai poder fazer o mesmo com a minha esposa...


A cara dela mudou tanto que ela sorriu de orelha a orelha.


- Uma coisa é falar, outra é elas aceitarem.
- Não se preocupe, Dom Alfredo. Eu tenho meus contatos no submundo. Consigo a droga perfeita e elas viram umas escravas submissas. Depois do show, a gente dá um banho nelas, deita elas e no outro dia vão achar que foi um sonho molhado dos bons.


Nos olhos dela, vi a moral e a perversão brigando sem trégua.


- Feito. Quando e onde?


Meu estuprador interno ergueu os punhos em vitória.


— Quando sua filhinha chegar, eu preparo tudo e te aviso... Mas... nós quatro vamos ficar no mesmo quarto. Eu vou cuidar da minha esposa pra garantir que você não tente bancar o sádico, e suponho que você vai fazer o mesmo com sua filha. Lembre-se: nada de socos ou maus-tratos. No máximo, palmadas e apertões. Nada de gozar dentro; de resto, vale tudo. E te aviso, minha esposa é uma gostosa de competição. Se você não der conta, o problema é seu. Então se prepare bem pra esse dia, porque ela vai sugar até a última gota da sua força.


Dias depois, chegou a filhinha do casal, e minha boca começou a salivar que nem cachorro sedento. Era uma ruiva totalmente dedicada à fitness. Cumprimentei ela e puxei qualquer papo enquanto sentia o perfume dela e minhas mãos imaginárias invadiam o sutiã dela e apalpavam os peitos dela.


- Beleza, Marianita, manda um abraço pros teus pais e espero te ver mais tarde...


Me virei e pude ver a dança daquela bunda apertada e aquele cabelo até a cintura, rebolando como uma gostosa se soltando toda.
- Muito em breve vou te ver de olho virado, meu amor, e você não imagina quem vai me dar a entrada! - pensei enquanto meus olhos se derretiam com aquela figura.


Consegui a droga relativamente fácil. Não tinha efeitos colaterais prejudiciais, só dobrava a vontade e apagava a memória de curto prazo, no máximo das últimas 5 horas, e aumentava a libido pra níveis excitantes.


Dom Alfredo nos convidou pra um lanche pra celebrar a chegada da filhinha dele, na casa dele.


- Bom, pra encerrar essa noite, vou preparar pras 3 meninas um delicioso coquetel e pra nós dois um uísque com gelo. Já vou trazer.


Ele foi pra cozinha, e eu vi ele tirar da calça o passe pra felicidade em forma de pó branco. Ali já endureceu minha rola e disfarcei como pude o calor que já tava saindo, ansioso pra montar.


Depois de várias rodadas, pra disfarçar e não levantar suspeitas, as 3 estavam meio sonolentas, mas ligadas em tudo.


— Já tá madura pra cama, mal consegue ficar de pé de tanto sono. Vou te acompanhar, disse o vizinho pra esposa dele.
Uma vez no quarto, deu ordens precisas pra ela se deitar e dormir profundamente, e ela obedeceu na hora.


Voltou como um sopro pra sala e a função começou como a gente esperava.


- Bom, agora vamos fazer uma festinha íntima. Esposinha, você vai com meu vizinho e Marianita vem aqui comigo.


Obedeceu numa espécie de mini letargia zumbi.


- Meninas, tirem a roupa e fiquem só de calcinha, disso a gente cuida.


Dom Alfredo gemeu de excitação e as mãos tremiam sem controle quando viu o contorno perfeito da minha esposa, que sem nenhum pudor ficou só de calcinha e sutiã de renda. Depois olhou pra filha dele nas mesmas condições e passou uma sombra de remorso pela testa, mas quando olhou de novo pra minha esposa, o rosto dele se banhou de luxúria.


- É toda sua - falei pro meu parceiro. - Trata ela como uma dama, mas faz ela sentir que é uma puta. A mesma coisa vou fazer com essa morena, enquanto apontava pra aquela ruiva esplêndida, que tava ajeitando o sutiã.


Tirei minha roupa às pressas e meu pau surgiu majestoso, abri as pernas enquanto minha rola apontava pro teto.


- Marianita, vem aqui e chupa minha pica com toda a sua força!


A mina se ajoelhou e, do nada, já meteu um garganta profunda pra começar, o que me deixou de boca aberta.


- Então sua menina é criativa! — falei sorrindo.


Imediatamente Dom Alfredo fez o mesmo, e ao ver a bunda da minha esposa me encarando, mais sangue entrou no meu pau já molhado pela boquinha que subia e descia lentamente.


Minha esposa começou um boquete tão glorioso que meu vizinho abriu a boca de pura excitação, enquanto ela colocava as duas mãos na bunda da vítima, levantava a raba a cada empurrão e enfiava um dedo no cu pra fazer o pau subir cada vez mais, mas aquele moleque não queria dançar.


Eu pensando que ia ver minha esposa de olho virado, mas qual não foi minha surpresa ao ver meu vizinho feito um zumbi, babando igual bezerro, porque minha esposa tava chupando ele até o tutano! E o pequenino ficou durinho...


De repente e sem me dar tempo de reagir, a vizinha pulou com cuidado no meu pau, se ajudando com a mão.


A terra tremeu, podia jurar, meus olhos se encheram d'água ao ver aquela gostosa cavalgando meu pau, se contorcendo enquanto o cabelo dela dançava no ritmo da melhor das sinfonias sexuais. Eu tinha que escravizar aquela mulher porque era a melhor trepada que já tive na vida, e a gente tava só começando.


Com as mãos, puxei ela com força pra mim e, ao sentir as tetas dela esmagadas no meu peito e os gemidos no meu ouvido, talhadei aquela caverna gloriosa com toda a minha força, enquanto ela se mexia feito cobra na areia quente.


Eu levantei ela e ficamos os dois de pé enquanto o sobe e desce continuava. Ela me abraçou com força enquanto gritava a cada investida.
Aí eu levei ela de volta pro sofá.


- De quatro, minha potra pra domar. Quero puxar as rédeas.


Ela, submissa e satisfeita, correu pra posição dela, e me empinou uma bunda fora de série, e meu troféu se aproximou pra premiar.


Ouro, prata e bronze foram entregues naquela putaria. Ela gemia e gritava que nem uma louca, e eu puxava o cabelo dela com tudo, até sentir minha porra jorrando naquela maravilha.


Ela ficou deitada na cama, respirando com dificuldade.


— Agora a gente continua — falei, enquanto via meu pobre vovô quase chorando no paraíso.


- Deixe ela montar, Seu Alberto, é a cavaleira mais destemida que já vi


Só de me ouvir, minha esposa pulou no pau do meu vizinho, que não acreditava naquela visão de deusa grega espremendo as tetas e puxando o cabelo enquanto cada batida de bunda ecoava no pobre velhinho.


De repente, minha esposa caiu sobre o corpo dele, agarrou o pescoço com fúria, enterrou o rosto no lençol e o rosto do vizinho com o cabelo dela, enquanto a cintura dela ondulava, apertando uma rola que estava prestes a ceder à pressão. Meu vizinho gritava de dor, tesão, cansaço e felicidade.


Num movimento rápido, minha esposa se virou, fazendo com que os lábios do moribundo batessem nos lábios mais interessantes dela, enquanto ela hipnotizava com o olhar uma cobra que sabia que ia ser banhada em cuspe.


E aí partiu pra chupar até a raiz enquanto sentia a paixão outonal entrar na sua caverninha, porque a língua nunca envelhece!
Depois de um tempo revisando a tabuada do 69, minha esposa se deitou na cama e abriu as pernas o máximo que conseguiu, e ficou paradinha enquanto uma mão massageava os biquinhos durinhos e a outra se masturbava com raiva.


- O que aconteceu? Cansou? - perguntou meu vizinho meio morto.


- Pelo contrário, ela tá esperando um macho se fantasiar de missionário.


Dom Alberto ficou me olhando sem entender...


- Ataca agora ou mando esse velho viado dormir e fico com as duas!


Finalmente ele entendeu e partiu pra ação final. Minha esposa fechou as pernas e prendeu ele com a chave do amor. O coitado ofegava sem fôlego por causa do aperto da minha esposa, mas não desistia, tinha que cumprir a missão. Pra piorar, ela puxou ele pra perto e enroscou os braços no pescoço dele, deixando ele quase à beira do túnel de luz. Mas o safado, mesmo vendo as portas do céu, não parava de xingar os mil demônios.


- Vou gozar! Vou gozar!


Nem pense nisso, seu merda. Você engravida minha mulher e eu engravido sua filha. Tira ele fora e enche os peitos e a cara dela de porra!


Um grito bestial foi ouvido e minha esposa saboreou o jato com gosto.


O homem caiu ofegante, mas num êxtase total.


- Tá bem, Seu Alberto, o senhor vai descansar e eu fico com essas duas gostosas, porque vamos revisar a Prova Oral de Pitágoras...


- E isso como é?


- Fica de dever de casa, Seu Alberto. (E pra vocês também!)

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