E aí, poringuer@s! Me pediram no privado e já estava na hora de atender, então aqui está meu 3º post e o primeiro lésbico. Mais pra frente vou postar a continuação dessa primeira parte. Um beijo 😘
P.S.: Leiam meu primeiro post pra entender melhor esse ♥️
Como a maioria já sabe, tô estudando em Antioquia (Colômbia). Foi aqui que conheci quase todo meu círculo social. Quando cheguei, era meio tímida, mas quando conheci a vizinha da minha tia, essa timidez foi sumindo aos poucos. A gente foi se conhecendo... Ela tem 22 anos, se chama Angélica, tem quase 1,70m, é morena, os peitos são entre pequenos e médios, mas o bumbum é grande mesmo – se coloca um vestido, rouba todos os olhares! Nos conhecemos pela minha tia, conversamos por várias semanas e desde então somos muito amigas. Ela me apoia em todas as minhas loucuras e, claro, eu apoio ela também. Faz uns 2 ou 3 meses que ela tá solteira, embora sempre apareça algum homem tentando dar em cima. Temos gostos quase iguais, às vezes saímos à noite pra curtir... Até aí, tudo normal.
Mas desde que ela terminou com o último namorado, sinto que ela tá mais atenta a mim do que ao ex. Não dei muita bola pra isso, afinal somos muito amigas. Já tinha passado quase um mês e meio do término quando, voltando da facul, encontrei uma mensagem dela:
"Linda, vem aqui em casa, quero te contar uma coisa"
Não desconfiei de nada e cheguei uns 5 minutos depois dela ter me mandado a mensagem. Fiquei na porta da casa dela – pela aparência, a mãe não tava. Mandei um mensagem pra Angélica dizendo "abre a porta". No instante em que a mensagem foi enviada, ela abriu a porta. Nos cumprimentamos com um abraço, mas dessa vez ela me apertou mais forte que o normal. Senti os peitos dela pressionando os meus com força. A gente se soltou e ela disse:
"Entra, me espera no meu quarto"
Repito: não tinha suspeita nenhuma. Depois de um tempo, ela veio pro quarto. Naquele dia, Angélica tava com um vestido azul meio transparente (era assim que ela se vestia em casa). Eu tava sentada na cama dela, e ela... Na beirada da cama ficamos conversando besteira por um tempo, até que perguntei como ela estava depois de terminar com o namorado (foram quase seis anos e meio de relacionamento). Com aquela voz doce que tem, ela respondeu:
— Estou bem, doeu muito, mas já não importa.
Eles transavam frequentemente, e depois que acabou, não tinha mais ninguém pra satisfazer ela.
A Angélica e eu sempre nos provocávamos, e no final a gente acabava se batendo, mas de brincadeira. Perguntei por que tinham terminado, e ela disse:
— Ele achou alguém melhor, acho.
Pra provocar, falei:
— Por ser burra ele te largou.
Deitei na cama e ela gritou de volta (brincando, claro):
— Cala a boca!!
Ao dizer isso, ela montou em cima de mim. Dava pra sentir a calcinha dela um pouco molhada. Eu agarrei a bunda dela apertando bem forte enquanto ela me dava tapinhas leves. Ela soltou um gemido que nunca tinha ouvido sair dela antes. Nos olhamos fixamente e rimos. De repente, ela apoiou a cabeça no meu peito e disse:
— Cresceram, hein.
Fiquei surpresa que ela falou isso. Foi impactante. Tudo aconteceu num segundo. Ela começou a me acariciar, parecia uma criança e eu era o cobertor dela. Segui a brincadeira abraçando-a, e dava pra sentir a calcinha dela bem molhada. Ficamos assim quase um minuto, então ela se levantou de repente e sentou em cima de mim dizendo:
— Linda, quer… se divertir um pouco?
Sem pensar e com uma cara de perversa, respondi na hora:
— Claro que sim.
Ela deitou de novo em cima de mim, mas dessa vez nossos lábios estavam a centímetros de se tocar. Ela sorriu e começou a me beijar. Claro que deixei, porque também queria. E assim começou uma aventura lésbica com minha melhor amiga.
Ficamos nos beijando por quase cinco minutos, nossas línguas entrando na boca uma da outra. A partir daí esquentamos e partimos pra mais. Nos separamos dando um beijo de língua, e a Angélica sentou de novo em cima de mim. Mas dessa vez ela estava mais excitada que antes. Sorriu pra mim enquanto levantava a… vestindo-me lentamente, era quase um striptease, a primeira coisa que vi sem dúvida foi sua calcinha completamente encharcada. Sentei e enquanto nos beijávamos, apertava suas nádegas com força, depois subia minhas mãos até suas costas para desabotoar seu sutiã e ver como seus peitos caíam. Eu estava com uma camiseta de ficar em casa e um shorts curto. Angélica se levantou de mim, pedindo que eu também me levantasse. Obedeci e me levantei, ela me deu um último beijo enquanto tirava minha camiseta. Como meus peitos são maiores que os dela, ela não hesitou em pegá-los e lamber (eu não estava de sutiã). Me sentia muito gostosa, com sua língua passando pelos meus peitos. Passaram-se quase dez minutos, Angélica havia deixado meus peitos cheios de saliva. Para esquentarmos mais, peguei um deles e comecei a lamber toda aquela saliva que ela havia deixado. Sem que ela pedisse, tirei meu shorts, ficando só de calcinha fio-dental. Mais uma vez nos deixamos cair na cama enquanto nossos corpos esquentavam, ela brincando com meus peitos e eu com sua buceta molhada. Esfregava por cima da calcinha, depois a movia e enfiava meus dedos nela, esfregando até terminar com os dedos cheios de seus fluidos. Então os colocava na boca dela e depois na minha, compartilhando seus deliciosos líquidos. Mudamos de posição, ela deitada na beirada da cama e eu entre suas pernas recebendo todos seus fluidos, que depois passava para ela através de um beijo prazeroso. Passou pouco tempo até que a fiz gozar em cima de mim. Eu, um pouco cansada, fiquei abraçada nela com força. Angélica me olhou fixamente perguntando: "Que foi? Já está cansadinha?" "Só um pouco", respondi rindo. "Pois agora é minha vez", disse ela sorrindo. Levantou-se da cama e foi até seu armário. Rindo, pegou um pequeno vibrador que estava escondido em sua gaveta de roupas íntimas. Nunca imaginei que ela tivesse um, sabendo que tinha uma vida sexualmente ativa. Ela veio até mim, abri espaço na cama e ela ficou de quatro para me beijar. Estávamos cobertas entre... O suor e os fluidos dela, o corpo molhado da Angélica era uma delícia. Ela abriu as pernas e, fazendo uma tesoura com os dedos, me perguntou:
— Quer tentar, gostosa?
— Você não devia me perguntar isso. (sorrindo, me aproximei dela)
Colamos nossas bocetas de um jeito que acabamos gritando de prazer, e para deixar ainda melhor, peguei o vibrador e coloquei entre nossas vaginas. Imagina o nível de excitação na hora, meninas?
Os minutos foram passando, dava pra ver no rosto dela que ela estava muito tesuda. Era minha primeira vez fazendo sexo lésbico, então eu era novata e deixava ela escolher as posições.
Nos separamos ainda soltando gemidinhos, e ela me disse:
— Coloca esse rabão na minha cara!
Eu fiz, ficando deitada em cima dela (tipo um 69). Começamos a lamber nossas bocetas molhadas. Eu só lambia, mas ela tava com a intenção de me fazer gozar, me abrindo com os dedos, sem piedade. Ela tirava e metia os dedos com força, às vezes metia tão forte que, no final, movia eles muito rápido dentro de mim.
— Me faz gozar!! — eu gritava.
Ela tirou os dedos pra receber meus fluidos, engoliu tudo com prazer. Eu me levantei suada e me deitei em cima dela, terminando com um beijo apaixonado. Ficamos abraçadas um tempinho enquanto conversávamos que isso teria que se repetir.
Depois de me refrescar, me vesti e fui pra casa. Entrei no banho e tirei uma foto de corpo inteiro com uma frasezinha: "Não esquece".
Bom, poringuer@s, espero que tenham gostado dessa historinha. Se quiserem mais relatos lésbicos com ela, me avisem deixando seus pontos e comentários safados🔥. Um beijo, meus amores😘♥️
P.S.: Leiam meu primeiro post pra entender melhor esse ♥️
Como a maioria já sabe, tô estudando em Antioquia (Colômbia). Foi aqui que conheci quase todo meu círculo social. Quando cheguei, era meio tímida, mas quando conheci a vizinha da minha tia, essa timidez foi sumindo aos poucos. A gente foi se conhecendo... Ela tem 22 anos, se chama Angélica, tem quase 1,70m, é morena, os peitos são entre pequenos e médios, mas o bumbum é grande mesmo – se coloca um vestido, rouba todos os olhares! Nos conhecemos pela minha tia, conversamos por várias semanas e desde então somos muito amigas. Ela me apoia em todas as minhas loucuras e, claro, eu apoio ela também. Faz uns 2 ou 3 meses que ela tá solteira, embora sempre apareça algum homem tentando dar em cima. Temos gostos quase iguais, às vezes saímos à noite pra curtir... Até aí, tudo normal.
Mas desde que ela terminou com o último namorado, sinto que ela tá mais atenta a mim do que ao ex. Não dei muita bola pra isso, afinal somos muito amigas. Já tinha passado quase um mês e meio do término quando, voltando da facul, encontrei uma mensagem dela:
"Linda, vem aqui em casa, quero te contar uma coisa"
Não desconfiei de nada e cheguei uns 5 minutos depois dela ter me mandado a mensagem. Fiquei na porta da casa dela – pela aparência, a mãe não tava. Mandei um mensagem pra Angélica dizendo "abre a porta". No instante em que a mensagem foi enviada, ela abriu a porta. Nos cumprimentamos com um abraço, mas dessa vez ela me apertou mais forte que o normal. Senti os peitos dela pressionando os meus com força. A gente se soltou e ela disse:
"Entra, me espera no meu quarto"
Repito: não tinha suspeita nenhuma. Depois de um tempo, ela veio pro quarto. Naquele dia, Angélica tava com um vestido azul meio transparente (era assim que ela se vestia em casa). Eu tava sentada na cama dela, e ela... Na beirada da cama ficamos conversando besteira por um tempo, até que perguntei como ela estava depois de terminar com o namorado (foram quase seis anos e meio de relacionamento). Com aquela voz doce que tem, ela respondeu:
— Estou bem, doeu muito, mas já não importa.
Eles transavam frequentemente, e depois que acabou, não tinha mais ninguém pra satisfazer ela.
A Angélica e eu sempre nos provocávamos, e no final a gente acabava se batendo, mas de brincadeira. Perguntei por que tinham terminado, e ela disse:
— Ele achou alguém melhor, acho.
Pra provocar, falei:
— Por ser burra ele te largou.
Deitei na cama e ela gritou de volta (brincando, claro):
— Cala a boca!!
Ao dizer isso, ela montou em cima de mim. Dava pra sentir a calcinha dela um pouco molhada. Eu agarrei a bunda dela apertando bem forte enquanto ela me dava tapinhas leves. Ela soltou um gemido que nunca tinha ouvido sair dela antes. Nos olhamos fixamente e rimos. De repente, ela apoiou a cabeça no meu peito e disse:
— Cresceram, hein.
Fiquei surpresa que ela falou isso. Foi impactante. Tudo aconteceu num segundo. Ela começou a me acariciar, parecia uma criança e eu era o cobertor dela. Segui a brincadeira abraçando-a, e dava pra sentir a calcinha dela bem molhada. Ficamos assim quase um minuto, então ela se levantou de repente e sentou em cima de mim dizendo:
— Linda, quer… se divertir um pouco?
Sem pensar e com uma cara de perversa, respondi na hora:
— Claro que sim.
Ela deitou de novo em cima de mim, mas dessa vez nossos lábios estavam a centímetros de se tocar. Ela sorriu e começou a me beijar. Claro que deixei, porque também queria. E assim começou uma aventura lésbica com minha melhor amiga.
Ficamos nos beijando por quase cinco minutos, nossas línguas entrando na boca uma da outra. A partir daí esquentamos e partimos pra mais. Nos separamos dando um beijo de língua, e a Angélica sentou de novo em cima de mim. Mas dessa vez ela estava mais excitada que antes. Sorriu pra mim enquanto levantava a… vestindo-me lentamente, era quase um striptease, a primeira coisa que vi sem dúvida foi sua calcinha completamente encharcada. Sentei e enquanto nos beijávamos, apertava suas nádegas com força, depois subia minhas mãos até suas costas para desabotoar seu sutiã e ver como seus peitos caíam. Eu estava com uma camiseta de ficar em casa e um shorts curto. Angélica se levantou de mim, pedindo que eu também me levantasse. Obedeci e me levantei, ela me deu um último beijo enquanto tirava minha camiseta. Como meus peitos são maiores que os dela, ela não hesitou em pegá-los e lamber (eu não estava de sutiã). Me sentia muito gostosa, com sua língua passando pelos meus peitos. Passaram-se quase dez minutos, Angélica havia deixado meus peitos cheios de saliva. Para esquentarmos mais, peguei um deles e comecei a lamber toda aquela saliva que ela havia deixado. Sem que ela pedisse, tirei meu shorts, ficando só de calcinha fio-dental. Mais uma vez nos deixamos cair na cama enquanto nossos corpos esquentavam, ela brincando com meus peitos e eu com sua buceta molhada. Esfregava por cima da calcinha, depois a movia e enfiava meus dedos nela, esfregando até terminar com os dedos cheios de seus fluidos. Então os colocava na boca dela e depois na minha, compartilhando seus deliciosos líquidos. Mudamos de posição, ela deitada na beirada da cama e eu entre suas pernas recebendo todos seus fluidos, que depois passava para ela através de um beijo prazeroso. Passou pouco tempo até que a fiz gozar em cima de mim. Eu, um pouco cansada, fiquei abraçada nela com força. Angélica me olhou fixamente perguntando: "Que foi? Já está cansadinha?" "Só um pouco", respondi rindo. "Pois agora é minha vez", disse ela sorrindo. Levantou-se da cama e foi até seu armário. Rindo, pegou um pequeno vibrador que estava escondido em sua gaveta de roupas íntimas. Nunca imaginei que ela tivesse um, sabendo que tinha uma vida sexualmente ativa. Ela veio até mim, abri espaço na cama e ela ficou de quatro para me beijar. Estávamos cobertas entre... O suor e os fluidos dela, o corpo molhado da Angélica era uma delícia. Ela abriu as pernas e, fazendo uma tesoura com os dedos, me perguntou:
— Quer tentar, gostosa?
— Você não devia me perguntar isso. (sorrindo, me aproximei dela)
Colamos nossas bocetas de um jeito que acabamos gritando de prazer, e para deixar ainda melhor, peguei o vibrador e coloquei entre nossas vaginas. Imagina o nível de excitação na hora, meninas?
Os minutos foram passando, dava pra ver no rosto dela que ela estava muito tesuda. Era minha primeira vez fazendo sexo lésbico, então eu era novata e deixava ela escolher as posições.
Nos separamos ainda soltando gemidinhos, e ela me disse:
— Coloca esse rabão na minha cara!
Eu fiz, ficando deitada em cima dela (tipo um 69). Começamos a lamber nossas bocetas molhadas. Eu só lambia, mas ela tava com a intenção de me fazer gozar, me abrindo com os dedos, sem piedade. Ela tirava e metia os dedos com força, às vezes metia tão forte que, no final, movia eles muito rápido dentro de mim.
— Me faz gozar!! — eu gritava.
Ela tirou os dedos pra receber meus fluidos, engoliu tudo com prazer. Eu me levantei suada e me deitei em cima dela, terminando com um beijo apaixonado. Ficamos abraçadas um tempinho enquanto conversávamos que isso teria que se repetir.
Depois de me refrescar, me vesti e fui pra casa. Entrei no banho e tirei uma foto de corpo inteiro com uma frasezinha: "Não esquece".
Bom, poringuer@s, espero que tenham gostado dessa historinha. Se quiserem mais relatos lésbicos com ela, me avisem deixando seus pontos e comentários safados🔥. Um beijo, meus amores😘♥️
4 comentários - Primeira vez lésbica com minha melhor amiga