O telefone toca, era minha irmã me dizendo que precisava conversar comigo, algo muito importante, mas que tinha que ser pessoalmente. Fiquei bem intrigado, mas tudo bem. Ela marcou pra tarde, no apartamento dela.
Quando cheguei no apartamento dela, ela me fez entrar e me atendeu super gentil. Perguntei do que se tratava e ela me levou pra sala de jantar. Me serviu um refrigerante e só ficou falando de coisas sem importância, embora eu percebesse que ela tava nervosa. O tempo passou e ela não me dizia nada, até que pedi pra ela me contar qual era o motivo daquela reunião.
Ela teve muita dificuldade pra me contar, e era estranho, porque eu e ela tínhamos uma relação excelente e sempre fomos confidentes um do outro.
Minha irmã tinha se casado há dois anos com um advogado que ia super bem, a situação financeira deles era de dar inveja, então problema de grana não podia ser. Meu cunhado era um cara extremamente tranquilo, caseiro e nada mulherengo, então uma terceira pessoa na relação era muito difícil.
Ela tentava me contar, mas alguma coisa a impedia, até que finalmente ela desabafou tudo:
— Olha, Edgardo, você sabe que eu te amo muito e eu sei que você também me ama. O que eu preciso te pedir é algo muito difícil, e se você disser não, vou entender perfeitamente. Não sei se você vai me apoiar nisso… Uff… A verdade é que nem sei como te dizer.
— Mas, mulher, o que pode ser tão difícil? Você sabe que a gente tem muita confiança um no outro, não vejo qual é o problema.
— É por isso que estou me atrevendo a te pedir isso… que é praticamente uma loucura.
— Mas me conta.
— Ah… Bom… Olha…
— Já chega, não fica enrolando e me conta logo.
— Bom, então… Você sabe que eu e Alberto nos casamos há dois anos, somos um casal feliz… nos damos bem, temos uma situação financeira muito boa, ele me faz 100% feliz e eu faço ele feliz também. Dá pra dizer que somos um casal modelo.
— Não me diga que você se apaixonou por outro?
— Não, nada a ver…
— Então?
— Bom, vou te confessar uma coisa, mas me promete que não vai contar pra ninguém.
— Prometo.
— Você sabe… Quanto eu anseio ter um filho, e o Alberto também. A ideia dos dois era ter um filho assim que casássemos. Tentamos de tudo e nada, até que, no fim, fomos fazer exames com um especialista, e os exames mostraram que o Alberto tem os espermatozoides muito fracos e o meu PH é muito forte. O caso é que o médico nos deu uns remédios para baixar meu PH, fortalecer os bichinhos dele etc, mas nada acontecia.
Mas bom, ainda tem a inseminação artificial…..
Já fizemos duas e nada. E te digo que são caras, mas ele, assim como eu, não ligava.
Que saco… não sei o que dizer… também não sei como te ajudar.
Já tentamos de tudo, tudo, tudo.
E a adoção?
Isso foi a última coisa que o Alberto me propôs, mas a verdade… eu não quero.. quero sentir o que é ser mãe… não, adoção de jeito nenhum.
Poxa…….. irmã, não sei o que te dizer.
E bom… é aqui que eu queria pedir sua ajuda.
Como assim?
O que vou te dizer pode parecer loucura, mas pensei muito e não é tão doido assim…….Que você seja meu doador secreto de sêmen.
Quêeeeeee!
Espera, me escuta….
Você é louca?
Espera, me escuta primeiro…….. Antes de tudo, não pense que você teria que transar comigo, estava pensando em você colocar seu sêmen numa seringa e eu introduzir na minha buceta, nos meus dias férteis….
Você é louca, irmã….. Você percebe o que está me pedindo?
Sim, sei que parece loucura, mas se você parar pra pensar… é minha única alternativa. Isso seria um segredo de morte entre nós dois. Você sabe muito bem que esse filho nunca ia faltar nada….
Você é louca… como é que você pensa nisso.
Olha, eu sei que é loucura e sabia que sua primeira reação seria essa, mas por favor, pensa nisso….
Conversamos muito sobre o assunto, de como o Alberto não perceberia, já que eu sou um pouco parecida com ele, os dois morenos, magros e teria os traços dela… enfim, um monte de coisas, mas no fim minha resposta foi sempre não.
Passou uma semana e a ideia ficou martelando. Girando na minha cabeça. Eu sentia o quanto minha irmã estava triste, mas dar um filho pra ela... era coisa de novela.
Passaram-se duas semanas e foi o aniversário da minha mãe. O Alberto e minha irmã vieram jantar em casa, e no meio da conversa surgiu a pergunta clássica que fazem pra todo casal sem filhos...
"Bom, e quando vão me dar um neto?" (meu pai)
Os dois disfarçaram muito bem e se saíram com maestria, mas eu vi claramente no rosto da minha irmã a tristeza e a amargura de não poder conceber...
Naquela mesma noite, sussurrei no ouvido dela, quando ela estava indo embora, que eu faria isso.
Combinamos no dia seguinte por telefone: ela me ligaria quando fosse o momento certo.
Passaram-se duas semanas e ela me liga, diz que no dia seguinte eu tinha que ir ao apartamento dela pra concretizar nosso maior segredo.
Cheguei no apê dela e, pra ser sincero, o momento foi bem engraçado. Eu achava graça ter que entrar no banheiro, me masturbar e terminar dentro de uma seringa. Fiz piadas sobre o tamanho da seringa, por ser muito pequena, e ela, brincando também, disse que tinha visto uma pra cavalo, mas achava que eu não seria capaz de encher.
Fiz o que tinha que fazer e, quando terminei, chamei ela. Ela entrou no banheiro na hora e se trancou com a seringa. Poucos minutos depois, saiu... Já estava feito.
Nós dois sabíamos que era muito difícil acontecer a fecundação, mas não perdíamos nada tentando. Ela tinha comprado um teste de gravidez, que mostrava quase na hora se ela tinha engravidado.
Depois de meia hora, ela fez o teste e, como era de se esperar, deu negativo. Ela me mandou entrar no banheiro de novo pra tentar de novo. Morrendo de rir, entrei e fiz a mesma coisa... Mesmo resultado.
Ela me pediu pra ir no dia seguinte. Eu já não queria mais continuar, mas ela conseguiu me convencer me emprestando o carro dela, um BMW 326 do ano, o fim de semana inteiro. Eu com 22 anos e naquele carro... era um sonho.
No dia seguinte, tive que me apresentar no apê dela pra cumprir meu trabalho, e assim ficamos por três dias. mas, sem conseguir nada, dando por encerrada nossa operação.
Depois, tive um problema financeiro e, como sempre, recorri à minha irmã para me salvar.
Ela me fez ir até o apartamento dela porque tinha um negócio para me propor. Me perguntou se eu queria ganhar muito dinheiro e, claro, eu disse que sim, sem saber do que se tratava. Ela me disse que os dias férteis dela estavam chegando de novo e que, depois de pensar muito, tinha decidido que, se eu topasse inseminá-la do jeito natural, ela me pagaria quinhentos mil pesos.
Meus ouvidos não acreditavam no que minha irmã estava me oferecendo. Pra quem não é chileno, 500.000 dava pra comprar um carro velho.
Minha irmã, 8 anos mais velha que eu, tinha 30, era uma mulher bem baixinha, mede 1,52. É magra, mas com tudo no lugar e na medida certa, cabelo loiro, pele branca, olhos verdes (igual aos meus), uma cinturinha bem fina e quadril largo, peitos grandes pro tamanho dela, resumindo, era uma gostosa do caralho. Vivia na academia e de dieta, mesmo sem precisar.
A ideia de ganhar aquela grana e ainda comer minha irmã me deixou maluco. Nunca tinha nem imaginado fazer isso com ela, e lá estava ela, com os olhos verdes e aquele corpo espetacular, me oferecendo dinheiro pra transar com ela.
Eu ria nervoso, sem coragem de responder nada, até que no fim aceitei, e ela me adiantou 100.000 pesos na hora pra fechar o trato.
Duas semanas depois, minha irmã me liga, marcando pra gente se encontrar no dia seguinte, à tarde, no apartamento dela. Confesso que tava nervoso, não era qualquer mulher, era minha irmã mais velha, mas a ideia de ficar com ela me deixou com o pau duro essas duas semanas.
Entrei no apê. Ela me ofereceu uma cerveja e tomou outra comigo. Ela disse que precisava de mais álcool no corpo pra fazer o que estava prestes a fazer, e aí a gente tomou um pack de cervejas juntos e fumamos uns 4 cigarros cada um antes de partir pra ação. qualquer coisa. Ela também estava muito nervosa.
Fomos para o quarto dela, ela estava usando uns jeans curtinhos daqueles que deixavam o começo da bunda dela de fora. Ela estava uma delícia...
Ela se deitou na cama e tirou aqueles shorts. Ficou só de calcinha bem pequena, rendada, branca... realmente estava uma gostosa. Fazia muito tempo que não a via de lingerie e, sabendo o que me esperava, meu pau acordou 100%. Ela pediu pra eu tirar minha calça e subir em cima dela.
Supostamente, nem eu nem ela íamos tirar a roupa íntima, só íamos puxar pro lado, eu ia meter, gozar dentro dela e pronto. Ela puxa a calcinha dela e me mostra uma buceta completamente depilada, rosadinha. Ela estava com um pouco de vergonha de eu ver, então me fez subir nela o mais rápido possível. Puxei minha cueca e tirei meu pau. Coloquei na entrada da buceta dela e fui penetrando devagar.
Ela me disse que meu pau era bem maior que o do Alberto, então pra eu meter bem devagar. Devagar fui penetrando, até enfiar até o fundo. Os olhos fechados dela me fizeram entender que ela estava adorando.
Comecei a foder ela devagar, não falávamos nada. Ela com as mãos apoiadas ao lado, sem me tocar, e eu em cima dela penetrando devagar, aproveitando cada momento ao máximo.
Eu estava tão tesudo que em dois minutos poderia ter gozado, mas a sensação era tão gostosa que me segurei e fiquei penetrando ela por um bom tempo. Ela não aguentou mais e começou a gemer baixinho.
Passaram uns 15 minutos... eu tentando me controlar pra não gozar e também me segurando pra não agarrar ela e tocar ela toda, como eu queria. Ela gemia suavemente, quase em silêncio, sem pressa.
Tudo era suave, com amor, com delicadeza. Nunca tinha transado daquele jeito, sempre era bruto, com posições e gemidos fortes, mas isso era completamente diferente.
Eu poderia ter Fiquei assim por um bom tempo, mas, por mais que pareça, senti um pouco de vergonha, pensar que minha irmã perceberia o quanto o corpo dela me excitava. E com gemidos tão suaves quanto os dela, comecei a gozar dentro dela. Foi só nesse momento que minha irmã me abraçou bem forte e se mexeu, me ajudando a aproveitar ao máximo aquela gozada.
Fiquei ao lado dela por alguns minutos, nenhum de nós dois ousava dizer nada. Foi ela quem se levantou, dizendo que estava morrendo de sede e que iria até a cozinha pegar mais cervejas. Vestiu a calça e saiu do quarto. Eu me levantei, me vesti e fui para a sala. Minha irmã chegou e brindamos por tudo ter dado certo.
Fui para minha casa ainda sem conseguir processar o que tinha acontecido, e à noite liguei pra ela pra saber se tinha novidades, ela disse que não. Me perguntou se eu topava repetir no mês seguinte e eu disse que sim, que esse era o trato.
Passou um mês e, depois da ligação dela, fui até o apartamento dela. Igual ao dia anterior, tomamos umas cervejas e fomos pro quarto. Dessa vez, ela tirou tudo, ficando só de calcinha e sutiã, e eu fiz o mesmo. Deitamos um do lado do outro. As mãos dela começaram a passar no meu volume suavemente, fazendo alusão ao tamanho do meu pau em comparação com o do marido dela. Ele foi crescendo até escapar da cueca e mostrar a cabeça por cima. Os carinhos continuaram e ela sugeriu que eu tirasse a cueca. Já completamente pelado ao lado dela, os carinhos aumentaram, acariciando minhas bolas, brincando com meus pelos, segurando ele inteiro com a mão pequena dela. Ela também tirou a calcinha e montou em cima de mim. Pegou ele com a mãozinha e colocou na entrada da buceta depilada dela. Devagarzinho foi entrando até enfiar tudo. Começamos a nos mexer. Parecia que ela queria me dizer algo, mas não ousava. Os movimentos foram ficando cada vez mais intensos e ela começou a gemer baixinho de novo. Os olhos fechados, eu permitiam vê-la sem nenhum pudor. O corpo dela era sensacional, magrinha com todas as curvas… como ela estava curtindo aquele momento…. Timidamente, coloquei minhas mãos nas pernas dela e fui avançando devagar até chegar na bunda dela. Como ela não falava nada, acariciei suavemente, eram perfeitas, muito macias, redondinhas, deliciosas. A visão da buceta depilada dela, a cintura fina e os peitos, infelizmente ainda cobertos pelo sutiã, era um deleite. Os gemidos dela aumentaram e notei que ela estava muito excitada e, mais ainda, que estava chegando ao orgasmo. Com força, comecei a me mexer, chegando a levantá-la, apertando cada vez mais a bunda dela. Com as mãos apoiadas na minha barriga, ela começou a se mover bem rápido, num sinal claro de que estava gozando, ao mesmo tempo em que eu enchia o sexo dela com meu gozo quente. Mesmo depois de ter gozado, a gente se mexia devagar, curtindo a sensação de estar unidos pelos nossos sexos. Essa foi a nossa segunda sessão. Antes de eu ir embora, ela me deu um cheque pelos quatrocentos mil que faltavam. Falei que não precisava, que com os 100 que ela já tinha me dado já era mais que suficiente, mas ela não deixou eu devolver, dizendo que se eu soubesse quanto custava uma fertilização artificial… aquilo não era nada. Nem preciso dizer que, quando cheguei em casa e nos dias seguintes, mais de uma vez me masturbei lembrando dos momentos que vivi com minha irmã. Sem novidades ainda, tive que ir no terceiro mês de novo no apê dela. A gente se pelou no quarto dela, como da outra vez. Ela, deitada do meu lado, me acariciou e elogiou o tamanho do meu pau. De novo, ela montou em mim e a gente começou a foder devagar. Dessa vez, os olhos dela não fecharam e ela me olhava, se movendo ritmicamente no meu pau. Irmãozinho… tenho que admitir, você tem um negócio bem gostoso. Mesma coisa, irmãzinha… você é bem deliciosa. Pedi pra ela tirar o sutiã, e ela tirou. Os peitos dela eram exatamente como eu imaginava, perfeitos, brancos e com uns pezões rosados deliciosos…
Cê gosta?
São perfeitos, mana
Acaricia eles pra mim
Suavemente, minhas mãos começaram a acariciar esses peitos lindos, brincando com meus dedos nos biquinhos dela.
Adoro sentir tuas mãos me acariciando
Alberto tem muita sorte mesmo de ter uma mulher como você de esposa
Cê acha?
Sim, você é muito gostosa… melhor dizendo, você é uma delícia
Beija meus peitos?
Ela se inclina um pouco e oferece os peitos na minha boca. Começo a chupar devagar, mas ela pede pra eu chupar mais forte. Pego aquelas tetas nas minhas mãos e começo a chupar com força, fazendo ela gemer sem nem tentar esconder.
Vou te confessar uma coisa… você me deixou muito excitado
É?… você também me deixou
Sua pica dentro de mim é uma delícia
Mmmmmmmm assim?? (enterrando até o fundo)
Ahhhh sim… faz de novo… ahhhhhhh que gostosa que ela é, maninho
Adoro estar assim com você…
Ahhhhhh me fode como se eu não fosse sua irmã… me faz sua… pensa que sou outra mulher
Não quero pensar nisso… quero foder minha irmã… é você que me excita
Ahhhhhhhh
Quero fazer amor com minha irmã…
Ahhhhhhhh siiiim… continua
Quero chupar minha irmã inteira
E eu você, seu gostoso safado!!!
Começamos a foder sem disfarçar nada, ela queria e eu também. Éramos só dois amantes transando com vontade, vontade de sexo, vontade de sentir e tocar o outro por completo. Peguei ela pelas pernas e fiz ela montar na minha cara. Comecei a chupar ela com força, enquanto ela gritava de prazer.
Ela se virou, e fizemos um 69 espetacular. A boca dela se enchia com minha pica, chupando minhas bolas, tirando e roçando no rosto dela…
Depois ela ficou de quatro, eu ajoelhado atrás dela, a estatura pequena dela era ideal pra penetrar. Peguei na cintura fina dela e pareceu que ela tava se colocando em cima da minha pica. Meti forte por um bom tempo… Depois ela ficou de boca pra baixo e eu por cima dela… Depois de lado, eu atrás da bunda dela… de costas e ela levantando uma perna por cima das minhas, deixando a buceta depilada dela completamente exposta.
Os movimentos dela eram selvagens, ela se dobrava toda num ritmo ideal. Eu não me cansava de chupar os peitos dela uma e outra vez, até que ela terminou sentando em cima de mim, mas olhando na direção dos meus pés. A bunda perfeita dela ficava bem na minha frente e, quase de cócoras, ela começou a se mexer de um jeito selvagem, gozando ao mesmo tempo que eu.
Ela se deitou do meu lado e nos abraçamos pelados. Nunca teve um beijo... nem um roçar de lábios, só sexo.
Nos três dias seguintes, passei todas as tardes na casa dela, fodendo como animais.
Depois de quatro meses, minha irmã acabou confessando que já estava grávida de uns dois meses, mas que não quis me contar com medo de que a nossa parada acabasse.



Quando cheguei no apartamento dela, ela me fez entrar e me atendeu super gentil. Perguntei do que se tratava e ela me levou pra sala de jantar. Me serviu um refrigerante e só ficou falando de coisas sem importância, embora eu percebesse que ela tava nervosa. O tempo passou e ela não me dizia nada, até que pedi pra ela me contar qual era o motivo daquela reunião.
Ela teve muita dificuldade pra me contar, e era estranho, porque eu e ela tínhamos uma relação excelente e sempre fomos confidentes um do outro.
Minha irmã tinha se casado há dois anos com um advogado que ia super bem, a situação financeira deles era de dar inveja, então problema de grana não podia ser. Meu cunhado era um cara extremamente tranquilo, caseiro e nada mulherengo, então uma terceira pessoa na relação era muito difícil.
Ela tentava me contar, mas alguma coisa a impedia, até que finalmente ela desabafou tudo:
— Olha, Edgardo, você sabe que eu te amo muito e eu sei que você também me ama. O que eu preciso te pedir é algo muito difícil, e se você disser não, vou entender perfeitamente. Não sei se você vai me apoiar nisso… Uff… A verdade é que nem sei como te dizer.
— Mas, mulher, o que pode ser tão difícil? Você sabe que a gente tem muita confiança um no outro, não vejo qual é o problema.
— É por isso que estou me atrevendo a te pedir isso… que é praticamente uma loucura.
— Mas me conta.
— Ah… Bom… Olha…
— Já chega, não fica enrolando e me conta logo.
— Bom, então… Você sabe que eu e Alberto nos casamos há dois anos, somos um casal feliz… nos damos bem, temos uma situação financeira muito boa, ele me faz 100% feliz e eu faço ele feliz também. Dá pra dizer que somos um casal modelo.
— Não me diga que você se apaixonou por outro?
— Não, nada a ver…
— Então?
— Bom, vou te confessar uma coisa, mas me promete que não vai contar pra ninguém.
— Prometo.
— Você sabe… Quanto eu anseio ter um filho, e o Alberto também. A ideia dos dois era ter um filho assim que casássemos. Tentamos de tudo e nada, até que, no fim, fomos fazer exames com um especialista, e os exames mostraram que o Alberto tem os espermatozoides muito fracos e o meu PH é muito forte. O caso é que o médico nos deu uns remédios para baixar meu PH, fortalecer os bichinhos dele etc, mas nada acontecia.
Mas bom, ainda tem a inseminação artificial…..
Já fizemos duas e nada. E te digo que são caras, mas ele, assim como eu, não ligava.
Que saco… não sei o que dizer… também não sei como te ajudar.
Já tentamos de tudo, tudo, tudo.
E a adoção?
Isso foi a última coisa que o Alberto me propôs, mas a verdade… eu não quero.. quero sentir o que é ser mãe… não, adoção de jeito nenhum.
Poxa…….. irmã, não sei o que te dizer.
E bom… é aqui que eu queria pedir sua ajuda.
Como assim?
O que vou te dizer pode parecer loucura, mas pensei muito e não é tão doido assim…….Que você seja meu doador secreto de sêmen.
Quêeeeeee!
Espera, me escuta….
Você é louca?
Espera, me escuta primeiro…….. Antes de tudo, não pense que você teria que transar comigo, estava pensando em você colocar seu sêmen numa seringa e eu introduzir na minha buceta, nos meus dias férteis….
Você é louca, irmã….. Você percebe o que está me pedindo?
Sim, sei que parece loucura, mas se você parar pra pensar… é minha única alternativa. Isso seria um segredo de morte entre nós dois. Você sabe muito bem que esse filho nunca ia faltar nada….
Você é louca… como é que você pensa nisso.
Olha, eu sei que é loucura e sabia que sua primeira reação seria essa, mas por favor, pensa nisso….
Conversamos muito sobre o assunto, de como o Alberto não perceberia, já que eu sou um pouco parecida com ele, os dois morenos, magros e teria os traços dela… enfim, um monte de coisas, mas no fim minha resposta foi sempre não.
Passou uma semana e a ideia ficou martelando. Girando na minha cabeça. Eu sentia o quanto minha irmã estava triste, mas dar um filho pra ela... era coisa de novela.
Passaram-se duas semanas e foi o aniversário da minha mãe. O Alberto e minha irmã vieram jantar em casa, e no meio da conversa surgiu a pergunta clássica que fazem pra todo casal sem filhos...
"Bom, e quando vão me dar um neto?" (meu pai)
Os dois disfarçaram muito bem e se saíram com maestria, mas eu vi claramente no rosto da minha irmã a tristeza e a amargura de não poder conceber...
Naquela mesma noite, sussurrei no ouvido dela, quando ela estava indo embora, que eu faria isso.
Combinamos no dia seguinte por telefone: ela me ligaria quando fosse o momento certo.
Passaram-se duas semanas e ela me liga, diz que no dia seguinte eu tinha que ir ao apartamento dela pra concretizar nosso maior segredo.
Cheguei no apê dela e, pra ser sincero, o momento foi bem engraçado. Eu achava graça ter que entrar no banheiro, me masturbar e terminar dentro de uma seringa. Fiz piadas sobre o tamanho da seringa, por ser muito pequena, e ela, brincando também, disse que tinha visto uma pra cavalo, mas achava que eu não seria capaz de encher.
Fiz o que tinha que fazer e, quando terminei, chamei ela. Ela entrou no banheiro na hora e se trancou com a seringa. Poucos minutos depois, saiu... Já estava feito.
Nós dois sabíamos que era muito difícil acontecer a fecundação, mas não perdíamos nada tentando. Ela tinha comprado um teste de gravidez, que mostrava quase na hora se ela tinha engravidado.
Depois de meia hora, ela fez o teste e, como era de se esperar, deu negativo. Ela me mandou entrar no banheiro de novo pra tentar de novo. Morrendo de rir, entrei e fiz a mesma coisa... Mesmo resultado.
Ela me pediu pra ir no dia seguinte. Eu já não queria mais continuar, mas ela conseguiu me convencer me emprestando o carro dela, um BMW 326 do ano, o fim de semana inteiro. Eu com 22 anos e naquele carro... era um sonho.
No dia seguinte, tive que me apresentar no apê dela pra cumprir meu trabalho, e assim ficamos por três dias. mas, sem conseguir nada, dando por encerrada nossa operação.
Depois, tive um problema financeiro e, como sempre, recorri à minha irmã para me salvar.
Ela me fez ir até o apartamento dela porque tinha um negócio para me propor. Me perguntou se eu queria ganhar muito dinheiro e, claro, eu disse que sim, sem saber do que se tratava. Ela me disse que os dias férteis dela estavam chegando de novo e que, depois de pensar muito, tinha decidido que, se eu topasse inseminá-la do jeito natural, ela me pagaria quinhentos mil pesos.
Meus ouvidos não acreditavam no que minha irmã estava me oferecendo. Pra quem não é chileno, 500.000 dava pra comprar um carro velho.
Minha irmã, 8 anos mais velha que eu, tinha 30, era uma mulher bem baixinha, mede 1,52. É magra, mas com tudo no lugar e na medida certa, cabelo loiro, pele branca, olhos verdes (igual aos meus), uma cinturinha bem fina e quadril largo, peitos grandes pro tamanho dela, resumindo, era uma gostosa do caralho. Vivia na academia e de dieta, mesmo sem precisar.
A ideia de ganhar aquela grana e ainda comer minha irmã me deixou maluco. Nunca tinha nem imaginado fazer isso com ela, e lá estava ela, com os olhos verdes e aquele corpo espetacular, me oferecendo dinheiro pra transar com ela.
Eu ria nervoso, sem coragem de responder nada, até que no fim aceitei, e ela me adiantou 100.000 pesos na hora pra fechar o trato.
Duas semanas depois, minha irmã me liga, marcando pra gente se encontrar no dia seguinte, à tarde, no apartamento dela. Confesso que tava nervoso, não era qualquer mulher, era minha irmã mais velha, mas a ideia de ficar com ela me deixou com o pau duro essas duas semanas.
Entrei no apê. Ela me ofereceu uma cerveja e tomou outra comigo. Ela disse que precisava de mais álcool no corpo pra fazer o que estava prestes a fazer, e aí a gente tomou um pack de cervejas juntos e fumamos uns 4 cigarros cada um antes de partir pra ação. qualquer coisa. Ela também estava muito nervosa.
Fomos para o quarto dela, ela estava usando uns jeans curtinhos daqueles que deixavam o começo da bunda dela de fora. Ela estava uma delícia...
Ela se deitou na cama e tirou aqueles shorts. Ficou só de calcinha bem pequena, rendada, branca... realmente estava uma gostosa. Fazia muito tempo que não a via de lingerie e, sabendo o que me esperava, meu pau acordou 100%. Ela pediu pra eu tirar minha calça e subir em cima dela.
Supostamente, nem eu nem ela íamos tirar a roupa íntima, só íamos puxar pro lado, eu ia meter, gozar dentro dela e pronto. Ela puxa a calcinha dela e me mostra uma buceta completamente depilada, rosadinha. Ela estava com um pouco de vergonha de eu ver, então me fez subir nela o mais rápido possível. Puxei minha cueca e tirei meu pau. Coloquei na entrada da buceta dela e fui penetrando devagar.
Ela me disse que meu pau era bem maior que o do Alberto, então pra eu meter bem devagar. Devagar fui penetrando, até enfiar até o fundo. Os olhos fechados dela me fizeram entender que ela estava adorando.
Comecei a foder ela devagar, não falávamos nada. Ela com as mãos apoiadas ao lado, sem me tocar, e eu em cima dela penetrando devagar, aproveitando cada momento ao máximo.
Eu estava tão tesudo que em dois minutos poderia ter gozado, mas a sensação era tão gostosa que me segurei e fiquei penetrando ela por um bom tempo. Ela não aguentou mais e começou a gemer baixinho.
Passaram uns 15 minutos... eu tentando me controlar pra não gozar e também me segurando pra não agarrar ela e tocar ela toda, como eu queria. Ela gemia suavemente, quase em silêncio, sem pressa.
Tudo era suave, com amor, com delicadeza. Nunca tinha transado daquele jeito, sempre era bruto, com posições e gemidos fortes, mas isso era completamente diferente.
Eu poderia ter Fiquei assim por um bom tempo, mas, por mais que pareça, senti um pouco de vergonha, pensar que minha irmã perceberia o quanto o corpo dela me excitava. E com gemidos tão suaves quanto os dela, comecei a gozar dentro dela. Foi só nesse momento que minha irmã me abraçou bem forte e se mexeu, me ajudando a aproveitar ao máximo aquela gozada.
Fiquei ao lado dela por alguns minutos, nenhum de nós dois ousava dizer nada. Foi ela quem se levantou, dizendo que estava morrendo de sede e que iria até a cozinha pegar mais cervejas. Vestiu a calça e saiu do quarto. Eu me levantei, me vesti e fui para a sala. Minha irmã chegou e brindamos por tudo ter dado certo.
Fui para minha casa ainda sem conseguir processar o que tinha acontecido, e à noite liguei pra ela pra saber se tinha novidades, ela disse que não. Me perguntou se eu topava repetir no mês seguinte e eu disse que sim, que esse era o trato.
Passou um mês e, depois da ligação dela, fui até o apartamento dela. Igual ao dia anterior, tomamos umas cervejas e fomos pro quarto. Dessa vez, ela tirou tudo, ficando só de calcinha e sutiã, e eu fiz o mesmo. Deitamos um do lado do outro. As mãos dela começaram a passar no meu volume suavemente, fazendo alusão ao tamanho do meu pau em comparação com o do marido dela. Ele foi crescendo até escapar da cueca e mostrar a cabeça por cima. Os carinhos continuaram e ela sugeriu que eu tirasse a cueca. Já completamente pelado ao lado dela, os carinhos aumentaram, acariciando minhas bolas, brincando com meus pelos, segurando ele inteiro com a mão pequena dela. Ela também tirou a calcinha e montou em cima de mim. Pegou ele com a mãozinha e colocou na entrada da buceta depilada dela. Devagarzinho foi entrando até enfiar tudo. Começamos a nos mexer. Parecia que ela queria me dizer algo, mas não ousava. Os movimentos foram ficando cada vez mais intensos e ela começou a gemer baixinho de novo. Os olhos fechados, eu permitiam vê-la sem nenhum pudor. O corpo dela era sensacional, magrinha com todas as curvas… como ela estava curtindo aquele momento…. Timidamente, coloquei minhas mãos nas pernas dela e fui avançando devagar até chegar na bunda dela. Como ela não falava nada, acariciei suavemente, eram perfeitas, muito macias, redondinhas, deliciosas. A visão da buceta depilada dela, a cintura fina e os peitos, infelizmente ainda cobertos pelo sutiã, era um deleite. Os gemidos dela aumentaram e notei que ela estava muito excitada e, mais ainda, que estava chegando ao orgasmo. Com força, comecei a me mexer, chegando a levantá-la, apertando cada vez mais a bunda dela. Com as mãos apoiadas na minha barriga, ela começou a se mover bem rápido, num sinal claro de que estava gozando, ao mesmo tempo em que eu enchia o sexo dela com meu gozo quente. Mesmo depois de ter gozado, a gente se mexia devagar, curtindo a sensação de estar unidos pelos nossos sexos. Essa foi a nossa segunda sessão. Antes de eu ir embora, ela me deu um cheque pelos quatrocentos mil que faltavam. Falei que não precisava, que com os 100 que ela já tinha me dado já era mais que suficiente, mas ela não deixou eu devolver, dizendo que se eu soubesse quanto custava uma fertilização artificial… aquilo não era nada. Nem preciso dizer que, quando cheguei em casa e nos dias seguintes, mais de uma vez me masturbei lembrando dos momentos que vivi com minha irmã. Sem novidades ainda, tive que ir no terceiro mês de novo no apê dela. A gente se pelou no quarto dela, como da outra vez. Ela, deitada do meu lado, me acariciou e elogiou o tamanho do meu pau. De novo, ela montou em mim e a gente começou a foder devagar. Dessa vez, os olhos dela não fecharam e ela me olhava, se movendo ritmicamente no meu pau. Irmãozinho… tenho que admitir, você tem um negócio bem gostoso. Mesma coisa, irmãzinha… você é bem deliciosa. Pedi pra ela tirar o sutiã, e ela tirou. Os peitos dela eram exatamente como eu imaginava, perfeitos, brancos e com uns pezões rosados deliciosos…
Cê gosta?
São perfeitos, mana
Acaricia eles pra mim
Suavemente, minhas mãos começaram a acariciar esses peitos lindos, brincando com meus dedos nos biquinhos dela.
Adoro sentir tuas mãos me acariciando
Alberto tem muita sorte mesmo de ter uma mulher como você de esposa
Cê acha?
Sim, você é muito gostosa… melhor dizendo, você é uma delícia
Beija meus peitos?
Ela se inclina um pouco e oferece os peitos na minha boca. Começo a chupar devagar, mas ela pede pra eu chupar mais forte. Pego aquelas tetas nas minhas mãos e começo a chupar com força, fazendo ela gemer sem nem tentar esconder.
Vou te confessar uma coisa… você me deixou muito excitado
É?… você também me deixou
Sua pica dentro de mim é uma delícia
Mmmmmmmm assim?? (enterrando até o fundo)
Ahhhh sim… faz de novo… ahhhhhhh que gostosa que ela é, maninho
Adoro estar assim com você…
Ahhhhhh me fode como se eu não fosse sua irmã… me faz sua… pensa que sou outra mulher
Não quero pensar nisso… quero foder minha irmã… é você que me excita
Ahhhhhhhh
Quero fazer amor com minha irmã…
Ahhhhhhhh siiiim… continua
Quero chupar minha irmã inteira
E eu você, seu gostoso safado!!!
Começamos a foder sem disfarçar nada, ela queria e eu também. Éramos só dois amantes transando com vontade, vontade de sexo, vontade de sentir e tocar o outro por completo. Peguei ela pelas pernas e fiz ela montar na minha cara. Comecei a chupar ela com força, enquanto ela gritava de prazer.
Ela se virou, e fizemos um 69 espetacular. A boca dela se enchia com minha pica, chupando minhas bolas, tirando e roçando no rosto dela…
Depois ela ficou de quatro, eu ajoelhado atrás dela, a estatura pequena dela era ideal pra penetrar. Peguei na cintura fina dela e pareceu que ela tava se colocando em cima da minha pica. Meti forte por um bom tempo… Depois ela ficou de boca pra baixo e eu por cima dela… Depois de lado, eu atrás da bunda dela… de costas e ela levantando uma perna por cima das minhas, deixando a buceta depilada dela completamente exposta.
Os movimentos dela eram selvagens, ela se dobrava toda num ritmo ideal. Eu não me cansava de chupar os peitos dela uma e outra vez, até que ela terminou sentando em cima de mim, mas olhando na direção dos meus pés. A bunda perfeita dela ficava bem na minha frente e, quase de cócoras, ela começou a se mexer de um jeito selvagem, gozando ao mesmo tempo que eu.
Ela se deitou do meu lado e nos abraçamos pelados. Nunca teve um beijo... nem um roçar de lábios, só sexo.
Nos três dias seguintes, passei todas as tardes na casa dela, fodendo como animais.
Depois de quatro meses, minha irmã acabou confessando que já estava grávida de uns dois meses, mas que não quis me contar com medo de que a nossa parada acabasse.




6 comentários - Irmã gostosa!