Bom, continuando com a melhor história que já li na minha vida, aqui vai a parte XVIII, a final.
Irmãs: fio dental e calcinhas
A melhor história que já li na minha vida.
A melhor história que li na minha vida, puta que pariu.eDesculpe, não posso traduzir essa entrada. Parece estar incompleta ou não ser uma frase válida em espanhol. Se você puder fornecer o texto completo e correto, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.
A melhor história que já li na minha vida III
A melhor história que eu já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na vida, véi.
A melhor história que eu li na minha vida VII
A melhor história que eu li na minha vida VIII
A melhor história que eu li na minha vida IX
O melhor conto que li na minha vida XI
A melhor história que eu li na minha vida XII
A melhor história que li na minha vida XIII
A melhor história que li na minha vida XIVe
XIV BISA melhor história que eu li na minha vida XV
A melhor história que eu li na minha vida XVI
A melhor história que eu li na minha vida XVIII
Muitíssimo obrigado pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, só pra não ter confusão.
Então a mais velha continuou tocando ali, passava o dedo pela abertura da buceta.
—Você não faz ideia do tesão que eu tô hoje. —Disse Agustina em voz baixa.
—... Me mostra? —perguntou Flor com um sorriso.
Agustina devolveu o sorriso cúmplice, ela estava vestindo a peça que experimentava, uma calcinha fio dental branca com bolinhas rosadas, com o sutiã do mesmo estilo.
Ela tirou a calcinha e abriu um pouco as pernas, sentada na cadeira do vestiário. Abriu os lábios da buceta com os dedos pros lados, mostrando pra irmã dela como ela tava molhada.
-...Já tô morrendo de vontade de transar!
-Eu também, Agus!
As duas tiraram as roupas, ficando completamente peladas. Ouviam umas vozes, outras minas estavam no local, o que deixava tudo ainda mais excitante por causa das sacanagens que estavam fazendo no vestiário.
—Tive uma ideia. —Disse Agustina.
- O quê?
-Abrite a Buceta.
Florcha obedeceu, ela também tava ficando excitada, e achava divertido o que tava fazendo com a irmã. Colocou as mãos em cada banda da bunda e abriu bem, mostrando o furinho da booty pra irmã mais velha. Dava pra ver só um pouquinho aberto. Agus pegou o celular e tirou uma foto! Na hora, mandou pro Martín, com uma mensagem:
Quer enfiar nessa buceta aí, irmãozinho?
O cara tava deitado na cama dele navegando na internet, entediado pra caralho. Largou o PC na mesinha e fechou os olhos pra tirar um cochilo, quando o celular tocou e ele viu uma mensagem da Agustina. Abriu e, com uma surpresa enorme, viu aquela foto foda. Florcha abrindo a raba, mostrando a bunda toda e a buceta aparecendo por baixo.
Na hora ele ficou de pau duro. Em dois segundos, tirou a roupa e respondeu pra ela:
Mas o que vocês estão fazendo??? Onde vocês estão???
Agustina riu enquanto lia, e escreveu de novo.
No vestiário de uma loja... estamos experimentando calcinhas! Quando chegarmos em casa, a gente te mostra, seu piraninho... você quer?
Siiiiim!!!.. meu pau ficou duro pra caralho, mano... fala pra Florcha que eu quero comer a bunda dela
A Agustina falou pra ela, e a Flor curtiu a ideia.
Ela diz que tá com vontade! E eu, não quer me comer, maninho?
Já não tá doendo mais?
Agustina colocou o celular entre as pernas abertas, tirou uma foto da buceta molhada e mandou junto com uma mensagem.
Cara... deixa eu usar a palavra: buceta precisa de pau
Martín viu a imagem da buceta rosada da irmã dele, toda molhada e brilhosa, junto com a mensagem... não conseguiu evitar se tocar e começou a bater uma lentamente. Ele batia uma e escrevia.
Ayy, como tu tá com a buceta molhada, irmãzinha.. cê tá toda molhada! Não aguento mais, Agus... quero te comer... vem logo!
Hahaha, viu?? Tamo com muita vontade
O adolescente puxou a pele pra baixo pra mostrar a glande vermelha e inchada, com o pau bem duro, tirou uma foto e mandou pra Agustina. A mina viu e sentiu um formigamento na buceta... mostrou a foto pra Florcha.
Não consegui me segurar... tô batendo uma pra vocês!
Agustina respondeu: “Nãão! Não faz isso! Espera a gente chegar em casa pra você me comer, maninho...”
Martín parou de se tocar, tava muito, muito tarado... não ia aguentar muito tempo daquele jeito.
As minas se vestiram e saíram do provador. Pagaram as roupas que compraram e saíram do shopping com várias sacolas de compras. Entraram num táxi e voltaram pra casa. A espera foi eterna pro cara, meia hora depois da última mensagem, as irmãs finalmente chegaram e entraram em casa.
Caminharam até o quarto dela, Martín percebeu e foi até o quarto das minas. Elas estavam largando tudo que tinham comprado em cima das camas, enquanto sentavam ali.
—Mami? —perguntou Florencia.
—Tá na casa da tia. —Respondeu Martín, já soltando o cordão da sunga e puxando o pau duro pra fora.
-Pará, irmãozinho... acabamos de chegar!
—Você não me disse que eles queriam transar?
—Sim, cara... mas espera um pouco! Primeiro a gente quer provar a roupa que comprou... — Respondeu Agustina.
O garoto fez um gesto de decepção e guardou o pau, mas tava muito excitado e queria gozar logo no corpo de uma das irmãs dele.
Florencia disse pra ele sentar no puff que tinha ali do lado, enquanto elas experimentavam as roupas. O cara obedeceu e se deitou.
As duas irmãs começaram a tirar cada peça nova que tinham comprado e experimentavam na frente do espelho do quarto. Camisetas, blusas, jeans, leggings, sapatos... até que chegou a vez da roupa íntima.
Agustina tirou o sutiã branco com bolinhas rosa da caixa.
—Maninho... quer ver o sutiã que eu comprei?
-Simmm!!... me mostra como fica o sutiã em você, Agus..
A mina tirou a blusa e o sutiã que tava usando, deixando os peitos dela pulando no ar enquanto vestia o novo sutiã... o irmão dela olhava babando e com o pau prestes a explodir.
—Que peitão que tu tem, Agus... —O garoto não conseguiu evitar comentar.
Agustina só olhou pra ele, sorrindo. Depois que colocou o sutiã, se olhou no espelho e adorou ver os peitões dela apertados naquela peça.
— Cê tá gostando? — perguntou pro irmão.
-Muito!
- Ok... quer ver a calcinha?
-Siiiiiiiiii.-Respondeu o garoto já se tocando no pau por cima.
A Agus tirou o jeans e tirou a peça que estava usando. O Martín ficou olhando pra bunda nua dela enquanto a irmã mais velha vestia a calcinha nova devagar, subindo pelas pernas dela.
Depois que colocou, agora estava só de sutiã e calcinha que tinha comprado, chegou um pouco mais perto da posição do irmãozinho, ficando de frente pra ele.
Martín olhou pra virilha dela coberta pelo tecido, era super sexy... mais pra cima, os peitos dela presos no sutiã, bem apertados, a irmã dele era uma gostosa de respeito.
—Como é que eu tô? —ela perguntou, já sabendo a resposta.
-Incrível maninha... me mostra como fica na sua buceta?
Aí, a mina se virou, mostrando a raba, com a calcinha enfiada no meio do rego. O moleque conseguiu passar a mão nas pernas dela e subiu até encostar os dedos nos glúteos da raba da Agustina.
Enquanto eu a tocava, passando os dedos pela rachadura da bunda, afundando um pouco por baixo da calcinha, quase sentia que ia gozar sem nem tocar na pica... a pele da irmã dele estava muito quente.
Ela já tava bem molhada e excitada, então levou uma das mãos pra trás e pegou na calcinha, puxou um pouquinho pro lado, pra que o irmão dela visse a buceta e a raba. O garoto abriu um pouco as bandas e viu tudo, mas colocou a ponta do dedo em cima do furinho da raba da Agustina, que tava bem fechadinha.
—Quero meter nessa sua buceta, Agus...
—Você vai me dar uma surra de bunda? — perguntou a garota, toda excitada.
-Sim... se você quiser, eu coloco no seu cuzinho, irmã...
-Mmm... tô tão excitada que quero que você me coma a bunda...- Disse Agustina enquanto mordia o lábio inferior.
A garota se separou do irmão e foi até a cama dela. Deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e mandou o irmão comer ela, enquanto a Florcha olhava.
-Vai, me fode, gostoso...
Martín foi até ela, se ajoelhou na cama entre as pernas da irmã. Agus pegou a calcinha e puxou ela mesma pro lado. O garoto tirou o pau da sunga, já bem duro, e passou cuspe na ponta. Logo em seguida se aproximou, colocando a glande na entrada da pussy da irmã, e empurrou pra dentro...
A primeira coisa que ele notou foi toda a umidade que a Agus tinha na buceta dela, tava muito molhada... assim que ele enfiou um pouco, foi se movendo pra que o pau dele entrasse e saísse melhor a cada estocada.
O cara tava tão excitado e tarado, que sentia que não ia aguentar por muito tempo. Tentava comer ela devagar e mais lentamente, esticando de qualquer jeito o momento de gozar.
Enquanto enfiava mais fundo, ele olhou o decote dos peitos da irmã enquanto eles balançavam com o vai e vem, depois olhou para o rosto da irmã, completamente vermelho e excitado, com os olhos semicerrados enquanto suspirava, e sentiu que já estava gozando.
-Acabou, irmãzinha...!
—Já? —perguntou Agustina.
Martín enfiou bem fundo nela, com as mãos apoiadas nas pernas da irmã, que já começavam a tremer um pouquinho.
—Não goza dentro, cara!
O garoto já no clímax, tirou a pica da buceta rosada e molhada, e gozou no púbis da Agustina, derramando toda a porra quente no púbis e na calcinha da irmã dele... tinha muito sêmen.
-Ai minha calcinha nova!!!- Exclamou Agus, enquanto se tocava a buceta recém gozada no seu púbis, e no tecido.
—Por que hoje você gozou tão rápido? — perguntou ao irmão.
Uff.. gozei muito rápido porque tava muito, muito excitado!
-...Bom... depois de comer a gente continua... e quero que você me faça a booty, irmãozinho! - pediu Agustina.
Agustina tirou a calcinha nova, toda cheia de porra do irmão dela, e pediu pro Martín colocar na máquina de lavar. O moleque obedeceu.
Mais tarde, a mamãe chegou em casa e jantaram em família. Não falaram nada sobre o que tinha acontecido, e depois de algumas horas, a Florcha disse pra mãe dela que ia lavar a louça, que ela fosse descansar. Então a mãe foi dormir, enquanto os três moleques ficaram na cozinha.
Assim que terminaram aquela tarefa, apagaram a TV e foram pro quarto das minas. Entraram, e a Agus fechou bem a porta. A Florcha acendeu a luz do criado-mudo, iluminando de leve o quarto, que ia ser testemunha de uma noite de sexo sem controle...
Sem dizer uma palavra, as duas garotas começaram a tirar toda a roupa e ficaram peladas. Martín fez o mesmo. Obviamente, o pau dele já estava pronto, duro, enquanto as irmãs olhavam para ele com devoção.
Agustina disse pros dois que não fizessem barulho, enquanto se sentava com a irmã numa das camas. Martín ficou parado na frente delas, e as garotas pegaram na pica dele, cuspiram e começaram a bater uma punheta juntas.
Depois de se divertirem uns minutos fazendo uma punheta nele, a Agustina se ajeitou de quatro na cama, toda putinha, e o irmão passou a língua na buceta dela e na raba... depois disso, ele se colocou atrás dela e enfiou o pau na entrada da buceta, só empurrou um pouquinho, pra meter nela.
A irmã gêmea dela gemia bem baixinho, enquanto o garoto a segurava pelos quadris e a colocava de quatro, abrindo toda a buceta dela com o pau dele. Ele a penetrava devagar, porque não queria gozar rápido.
—Coloca na minha bunda, cara... topa? —perguntou Agus em voz baixa.
Ouvir aquelas palavras sujas da sua irmã mais velha gostosa, enquanto ele tinha o pau inteiro enfiado na buceta dela, e o moleque por um segundo tremeu de prazer...
Ela tirou, e Florcha, que ainda estava sentada ao lado, abriu as bandas da bunda dela e passou a língua no buraquinho virgem da irmã... passou a língua várias vezes na buceta dela, e depois enfiou um dedo, com Martín assistindo todo aquele espetáculo lésbico...
Flor foi tirando devagarinho o dedo da buceta de Agus, que já tava cheio de baba, e chegou a vez do garoto. Ele se aproximou e encostou a cabeça da rola na entrada do cu, empurrou um pouco e o pau foi deslizando pra dentro, enquanto Agustina mordia os lábios, sentindo o pinto do irmãozinho entrar na sua buceta virgem...
-Ahhh...-Sussurrou a garota.
A buceta da Agus tava bem mais apertada que a da Florcha, então o moleque foi com cuidado e enfiou até a metade. Tirou um pouco e meteu de novo no cu da Agus, fez isso várias vezes, até conseguir enfiar a rola inteira, até o fundo do rabo.
Agustina abriu as pernas o máximo que conseguiu, enquanto com as mãos se segurava firme no lençol da cama, sentindo o pau duro e empinado do irmão mais novo entrando e saindo inteiro da buceta dela.
O cara ficou muito excitado, tava metendo a pica no cu da irmã dele, foi acelerando a porrada... enfiava até bater as pernas dele nas dela, o púbis dele nos glúteos dela, enquanto a rola dele tava mais que excitada e quente, dura e grossa pra caralho.
Quando percebeu que estava perto de acabar, tirou de uma vez, deixando o buraco da bunda meio aberto pra irmã dela, que ficou parada, morrendo de vontade de receber mais pica feito uma putinha no cio.
Florcha acariciava a irmã dela, o rosto, os ombros, os peitos, roçando os bicos duros com os dedos, enquanto a Agustina se desesperava, já com a bucetinha toda molhada e excitada.
-Vai, irmãozinho... enfia em mim!
- Na buceta ou na bunda?
- Perguntou o irmão dela.
-Onde você quiser... enfia essa pica de novo em mim, por favor...
Com a irmã mais velha implorando por pica, Martín enfiou na buceta dela, comeu por um ou dois minutos, e já quase gozava, aí tirou. Esperou uns segundos, abriu de novo a rabeta dela e meteu lá, o pau dele entrava com dificuldade no cu, mas já dentro, se mexia pra foder a irmã, e quando tava quase gozando, parava e tirava.
Quando fazia isso, a Agustina ficava desesperada, queria ter a pica enfiada na buceta ou na bunda, mas bem enfiada e que ele a comesse por mais tempo.
Martín descansava uns segundos, olhando a bunda da irmã ligeiramente aberta pelo pau dele, e a buceta também com os lábios rosados e delicados abertos.
A buceta da Agus escorria lubrificação pelas coxas, enquanto o irmão dela a comia um pouquinho de cada lado... um pouco pela buceta, um pouco pelo rabo.
Quando ele já sentiu que não aguentava mais, ficou parado com a pica bem enfiada até o fundo da buceta da irmã dele. A Agustina percebeu na hora, já conhecia ele bem, e perguntou:
—Quer gozar, irmãozinho?
-Siii... Onde você quer que eu goze em você, Agus?
—...Você vai deixar a porra dentro da Florcha? —ela perguntou.
—Sim.
—É bonitinho, Flor?
—Eu adoro, mana... — respondeu Florcha enquanto acariciava os peitos dela.
-Mmmm... bom, goza dentro da minha buceta!
Com esse pedido da Agustina, o Martín ficou ainda mais excitado, se é que ainda podia... tava tão tesudo que o coração batia forte pra caralho, ele adorava ouvir a irmã falar putaria, isso levava ele ao limite.
Começou a se mover de novo dentro do cu da Agus, enfiando a pica até o fundo e tirando até a metade, pra enterrar de novo...
-Ohh... irmãzinha... como eu gosto quando você fala assim...
—Você gosta que sua irmã fale assim, seu tarado?
-Muito... adoro isso... fala de novo, por favor... ahh...
-Mmm... quero que você goze dentro da minha buceta...
-Oh... vou encher sua buceta, Agus...
-Mmmm sii.. vai fundo, enche minha buceta de porra quentinha, maninho...
Enquanto a Agustina falava essas putarias, ela se masturbava esfregando o clitóris bem rápido, e gozou, pedindo pro irmão dela gozar dentro do cu dela.
Martín ouviu aquelas palavras tão sujas e chegou ao clímax, suspirando e gemendo, ficou parado com o pau enfiado na buceta da irmã, derramando todo aquele leite grosso lá dentro..
-Ahhhhhhhhhh!.... Toma tudo, mana.. toma tudo dessa porra na bunda... mmmmmm.
Agustina sentiu todo o esperma bem quentinho dentro do cu, enquanto gozava, segurando os gemidos como podia... os dois ficaram parados por uns segundos, Martín suspirou, já relaxado, e foi tirando a pica devagar da Booty... assim que tirou, a porra começou a escorrer do buraquinho do cu da irmã, descendo pela racha da bunda, chegando na pussy, e escorrendo pelas coxas.
En meio a tudo isso, Florencia estava mais excitada que os dois irmãos juntos... a buceta dela também escorria, mas ainda mais... ela ficava mais molhada que a irmã. Tinha a xereca no ponto, cheia de melado, e sentia a raba já dilatada pra meterem o pau.
Agustina se deitou de barriga pra cima na cama, totalmente satisfeita com aquela foda...
-Mmmm, mana... minha bunda precisa de carinho!- Disse Agus sussurrando baixinho, com os olhos fechados.
Florcha entendeu, e se aproximou da buceta da irmã, abriu as nádegas dela e começou a dar beijos no furinho do cu, enquanto saía a porra... dava beijos e passava a língua, engolindo o sêmen que escorria da buceta dela.
Passa a língua na minha buceta também, por favor, maninha...
Florcha obedeceu e desceu um pouco. Agus estava com as pernas abertas, então Flor colocou a língua pra fora e, nessa posição, lambeu ela toda, dando várias linguadas ao longo dos lábios da buceta. Sentiu toda a umidade que a irmã tinha... depois subiu um pouco de novo pra chupar a raba outra vez e engolir mais porra que saía de dentro.
Agustina, já tava relaxada depois da foda que o irmão deu nela, agora mais ainda, com as lambidas da irmãzinha mais nova na bunda e na buceta... com os olhos semicerrados, ela se levantou, sentando na cama, do lado da irmã... ainda sentia a bunda escorrendo porra, sujando os lençóis, mas fodas-se.
Martín ainda tava se recuperando do orgasmo foda dele, quando a Florcha se levantou e, enquanto passava a mão na barriga dele, pegou a piroca mole e começou a bater uma pra deixar ela dura de novo.
—Agora você tem que me comer, gostoso! —Ela sussurrou no ouvido dele enquanto sorria.
Enquanto tentava levantar ela de novo, ficava falando putaria no ouvido dela.
—Tô toda molhadinha, irmãozinho... cê quer pegar na minha buceta?
O garoto começou a reagir aos estímulos de Florcha.. levou os dedos até a entreperna peluda da irmã, roçando os pelos, tocando os lábios, sentindo tudo bem molhado e inchadinho... Flor continuava batendo uma pra ele, e já ficou dura.
Na hora, Florencia ficou feliz, sentindo a pica bem dura na mão dela. Cuspiu saliva e passou ela toda, depois soltou, virou de costas pra ele, assim em pé, apoiando as mãos na parede, e se inclinando um pouco, empinando a raba.
Com aquele convite, o garoto simplesmente se colocou atrás dela, abriu as enormes nádegas daquela bunda perfeita, notando a racha já aberta... colocou a pica no buraquinho e meteu sem dificuldade... o cu da Florcha já estava no tamanho certo da pica do irmão dela, que aproveitando isso, agarrou ela pela cintura e começou a comer mais rápido, batendo o púbis contra as nádegas da bunda da irmã, dava pra ouvir o barulhinho ecoando no quarto, era extremamente excitante.
Aquele barulho da buceta batendo na raba da Florcha, só se ouvia isso no quarto, cheio de cheiro de sexo.
O Martín comia a irmã dele no cu, assim em pé, a mina sentia as gotas de lubrificante escorrendo pelas pernas, enquanto enfiavam o pau na bunda dela.
O adolescente tirou ela de dentro do cu, abriu bem as nádegas com as duas mãos, e viu o buraco bem aberto, já não fechava mais como das outras vezes.
-Mostra pra Agus como tu tá com a bunda.
Florcha se mexeu um pouco, enquanto o irmão abria as nádegas dela, pra mostrar pra Agus que ela tava sentada do lado na cama, com a buceta bem aberta. Agustina olhou pra ela, isso deixou o garoto ainda mais excitado, e a Flor, que adorava mostrar como deixavam a raba dela. Se sentir tão puta a excitava pra caralho.
Aí, a Florença disse que tava cansada naquela pose, então deitou na beirada da cama, de barriga pra cima, subiu as pernas no colchão e abriu elas pra o irmão poder comer ela assim. O garoto se ajeitou entre as pernas dela e enfiou de novo na buceta dela.
Agustina chegou com o rosto, Martín tirou o pau do cu da Flor, e a Agus abriu a boca e enfiou ele lá, chupou por uns segundos, até o cara colocar de novo na bunda da Florencia. Fizeram isso mais umas duas vezes. Agustina chupava ele, e aí Martín enfiava na bunda da Flor.
Depois, com o pau do irmão entrando e saindo do cu aberto dela, a Florcha sentiu as mãos da irmã nos peitos, acariciando e apertando os bicos duros... A Agustina chegou perto e beijou os peitos dela, descendo a mão até a virilha, tocando com os dedos a buceta peluda da Florcha, e mais pra baixo, acariciando o clitóris inchadão, quando tocou nele, a Florencia quase pulou de tesão.
Enquanto Agus chupava os peitos dela, e Martín metia na bunda, Florencia sentiu os dedos da irmã descendo até tocar os lábios da buceta, e enfiou só um dedinho lá dentro, porque ela tava tão molhada que o dedo deslizava sozinho naquela buceta virgem de adolescente toda ensopada.
Florencia sentiu tanto prazer que queria ser penetrada pelos dois buracos... o pau do irmão no cu já não bastava, ela estava tão excitada que a buceta pedia pra meterem a rola... a irmã tocava no clitóris e nos lábios da vagina, levando ela ao limite do prazer.
O cara tirou ela da bunda, vendo os dedos da Agus brincando na buceta peluda da Flor, colocou a pica em cima dos lábios inchados e molhados, tava toda melada a buceta da Florença, que ao sentir a pica dura e parada na xota, não aguentou mais:
-...Ai... aiii, quero que você meta o pau na minha buceta, irmãozinho... - Suplicou Florcha.
Martín suspirou ao ouvir isso...
-Co... como?
-Quero que você meta na minha buceta, cara!
O cara olhou pra Agustina, e ela perguntou pra irmã, enquanto continuava batendo uma punheta nela, tocando o clitóris:
-...Sério, Flor?... Tem certeza?...
-Ahhhh... siii... vai... enfia na minha buceta, maninho...
Com a Florencia tão excitada e gostosa, pedindo pica, o Martín encaixou a glande na entrada da buceta dela, tava toda molhada mas muito apertada, os lábios dela estavam bem fechadinhos e mal dava pra ver os lábios menores, num tom avermelhado, cheios de umidade.
—Vou meter em você, Flor... —disse o irmão como um ultimato, pra caso a irmã se arrependesse, falasse agora.
Agustina e o irmão dela ficaram olhando pra ela, mil pensamentos passavam pela cabeça de Florencia, ela queria fazer porque tava muito excitada e morria de vontade de ser penetrada pela pussy, e além disso, tanta pressão de ser virgem já tava enchendo o saco, queria acabar com aquilo de uma vez... mas os remorsos voltaram a bater na cabeça dela.
—Não... me perdoa... não! — Disse Florença, colocando a mão em cima da buceta pra ele não meter.
Martín ficou meio chateado, mas entendeu ela... não falaram nada, só as duas sentaram na cama, a Florcha tava envergonhada e pedindo desculpa pelo que aconteceu... ela se sentia mal por isso, sentou do lado da irmã, e o garoto bateu uma pra terminar.
—Vamo tomar uma breja? —perguntou Agus pra irmã, que tava meio triste, tentando animar ela.
Florencia sorriu pra ela e disse que sim. As duas se juntaram, pro irmãozinho mais novo gozar na cara delas...
Martín só chegou perto e bateu uma punheta forte até gozar, enfiou a pica na cara das irmãs dele, quando os jatos de porra saíram... primeiro acertaram os lábios e as bochechas da cara da Agustina, aí ele se mexeu um pouco pra dar o gozo na Florcha, ela abriu a boca e colocou a língua pra fora, o sêmen caindo dentro...
Depois de gozar na cara e na boca das irmãs dele, o adolescente sacudiu a pica na boca da Agustina, enquanto elas riam... as meninas passaram os dedos no rosto se limpando de porra e enfiando tudo na boca, e engoliram tudo do jeito que elas gostavam.
Depois disso, Agustina deu um beijo no irmão dela e foi deitar na cama dela. Martín caiu exausto na cama da Florcha, do lado dela, todos estavam muito cansados. O garoto se deitou junto com a Florencia na cama dela, pra descansar um pouco. Estavam pelados.
- Me desculpa, maninho, pelo que te falei... de meter em mim... e depois falar que não... sou muito burra.
-..Não acontece nada, sua bobinha... sério, tá tudo bem.
-Valeu. Quer deitar um pouco comigo?
—Dá só mais um pouquinho e vou pro meu quarto.—Disse o Martin.
Apagaram as luzes e fecharam os olhos. Martín e Florcha estavam deitados na mesma cama, com o garoto atrás dela. Os segundos foram passando... os minutos... estavam tão cansados que pegaram no sono.
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De repente, Martín acordou. Tava tudo escuro. O que tinha acontecido? Ele se mexeu um pouco e sentiu o corpo de outra pessoa. Lembrou que tinha deitado do lado da irmã, mas tinha caído no sono!!!
Em seguida, desesperada, olhou o relógio no escuro, eram 4 da manhã. Ufa. Se acalmou. Se não tivesse acordado, a mãe dela de manhã ia perceber que os filhos dela dormiam juntos e pelados... que merda ia ser!
Se a mamãe descobrir isso..." Pensou. Mas tirou isso da cabeça, melhor nem imaginar o que ia rolar. Fez um movimento como se fosse sair da cama e ir pro quarto dele, mas quando se mexeu, as pernas dele roçaram as da irmã, e o pau dele esfregou nas bundas do rabão enorme da Florcha...
—Flor? —sussurrou o garoto em voz baixa. Florcha não respondeu. Tava dormindo.
Não conseguiu evitar. Depois daquelas horas de sono, já estava cheio de energia. Como novo. Rosnou nela de novo, encostando a pica na raba da irmã... e ficou duro que nem uma pedra, num instante. A raba da Florcha tava muito quente, a pele tão macia e morna...
Ela tava de lado, e ele atrás... numa espécie de conchinha... quis brincar um pouco mais, antes de ir pro quarto dele.
Ele se movia bem, bem devagarinho pra não acordar ela, passando a pica dura pelos lados da bunda, e enfiando entre eles, na racha do cu, ali tava bem mais quentinho.
Ele se ajeitou de um jeito que o pau dele ficou encostado na bunda da irmã... enquanto passava por ali, sem querer escorregou um pouquinho mais pra baixo, e sentiu a cabeça do pau roçando os lábios da buceta da Florcha, e percebeu que ainda estava toda molhada...
A sensação que ele teve, da glande dele fazendo contato com os pelinhos que a irmã dele tinha, e roçando a buceta molhada, deixou ele a mil. Deixou o pau dele ali, com a glande em cima dos lábios vaginais... que prazer que dava. A Florencia tava com as coxas meladas dos fluidos dela, e o garoto sentia isso no membro dele.
Pra aumentar mais a excitação, o adolescente não teve ideia melhor do que colocar o máximo de saliva possível na mão e levá-la lentamente até entre as pernas da irmã, sem acordá-la, e passar a babinha na buceta dela. Caiu um pouco nas coxas da garota, mas a maior parte ele colocou nos lábios vaginais fechados.
Ele apoiou novamente a cabeça inchada da pica na buceta, agora cheia de baba e toda escorregadia, o membro deslizou pelos lábios da bucetinha da Florcha.
“Ohhhhhhhhhhhhhhhhhh...” Martín não conseguia fazer barulho, mas o tesão que tava subindo era sinal claro de que ele tava pr
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