Bom, continuando com a melhor história que já li na minha vida, aqui vai a parte XV
Irmãs: tangas e calcinhas
A melhor história que eu já li na minha vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A melhor história que li na minha vida III
A melhor história que li na minha vida lV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.
A melhor história que eu li na minha vida VII
A melhor história que eu li na minha vida VIII
A melhor história que li na minha vida IX
A melhor história que eu li na minha vida XII
Muitíssimo obrigado pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão.
Capítulo XIX:Tchau, barreiras.Agustina tava com a cabeça uma bagunça. Tava preocupada e com muito medo de engravidar. Tava de saco cheio do namorado. Adorou transar com o irmãozinho dela, mas aquilo era proibido, e era errado. Tava um nó na mente dela.
Martins se sentia o cara mais feliz do mundo. Tinha transado com a irmã mais velha... sabia muito bem que não ia rolar de novo, mas já tinha valido a pena.
Desde ontem à noite que Agustina tinha contado pra irmã que tinha dado pro Martin, Florcha não parava de fazer perguntas.
"Como foi? Você gostou? Ninguém viu vocês? Como é a sensação?"
Agus respondia, e tudo positivo. Florencia começava a ficar com vontade de experimentar também, mas ainda não tava preparada. Esse era um passo muito grande. Além disso, sabia que não podia transar com o irmão. Tava morrendo de vontade de ter um namorado pra transar... por um lado queria, o irmãozinho quase tinha enfiado nela no banheiro da tia, e ela tinha adorado... além do que a irmã falava, do quanto foi bom dar pro Martin. Mas por outro lado, ainda tinha muito medo de perder a virgindade e de alguém entrar nela pela primeira vez.
Naquela noite, uma amiga da Agustina convidou ela pra sair pra dançar. Ela aceitou. Queria arejar a cabeça de tanta confusão. Perguntou pra irmã se queria ir, mas Florcha tava terminando a menstruação e ainda não se sentia muito bem. Então a mais velha saiu à noite com a amiga.
Entraram numa das baladas favoritas dela. Mal entraram, Agustina recebeu uma mensagem no celular. Era o namorado. Perguntava onde ela tava e o que tava fazendo. Ela nem respondeu.
Dez minutos depois, o namorado ligou pra Agus. Ela atendeu, e disse que tava na balada com uma amiga. Ele perguntou se ela queria que ele fosse pra lá... Agustina não sabia o que dizer, não queria nem ver ele, mas não tinha coragem de falar. Depois de umas idas e vindas, o namorado apareceu no lugar.
Encontrou a Agus e cumprimentou ela com um beijo na boca e cumprimentou a amiga dela. Depois, foi cumprimentar uns amigos. Agustina começou a beber álcool, qualquer bebida, tava muito confusa.
Enquanto conversava com a amiga, via o namorado olhando pra outras minas. Até começou a falar ‘bem juntinho’ com uma. Isso acabou de desesperar ela. Depois de um tempo, já tava meio tonta de tanto beber. Passou mais um tempo com a amiga, até que outro cara, mais velho, se aproximou e tentou dar em cima da Agustina. Se uma coisa não faltava pra ela, era homem por perto.
Ela não recusou, pra fazer ciúme no namorado. O cara, todo bombado, metido a gostosão, começou a pedir drinks pros dois, ele pagava.
Enquanto falavam qualquer besteira, Agustina ia na onda da conversa, sem se interessar, enquanto tomava um gole atrás do outro. Em algum momento, o namorado da mina viu o que tava rolando e se meteu. Trocou umas palavras com o cara que tava tentando pegar a namorada dele, pra deixar as coisas claras.
No fim, depois de toda essa treta, o namorado disse que já deu, e falou pra Agustina que ia levar ela pra casa. Ela, já cansada de tanta palhaçada naquela noite, aceitou.
O namorado ajudou ela a entrar no carro, porque ela tava meio tonta. Mas não levou ela pra casa dela. Levou ela pra casa dele.
— Pra que você me trouxe aqui? — Perguntou Agustina.
— Hoje meus pais não tão em casa. — Respondeu o namorado.
— … Quero ir pra minha casa! — Exclamou a mina.
O cara desligou o motor e saiu do carro. Abriu a porta da casa dele e carregou a namorada no colo pra dentro. Colocou ela na cama dele e começou a tirar a roupa dela.
Agustina não tava a fim de transar, mas fazer o quê. O namorado tirou a roupa dela, deixando ela de calcinha e sutiã. Pegou uma camisinha, já tava de pau duro, e colocou no pinto dele.
Subiu em cima da Agustina, puxou a calcinha dela pra baixo e, na posição de ‘papai e mamãe’, meteu, assim na marra.
— Ai… tá doendo, seu idiota! — Disse Agus, que não tava excitada nem lubrificada.
O cara nem ligou, continuou. movendo-se por cima dela, enfiando o pau na buceta dela. Depois de uns minutos, a mina começou a ficar molhada.
Uns 5 ou 10 minutos depois, quando a Agus tava começando a esquentar, o namorado dela começou a bufar, e gozou, acabou dentro da camisinha, enquanto tava comendo ela. Ele deitou por cima dela, já cansado, depois de gozar.
A Agustina tirou ele de cima, empurrando ele pro lado. Ela tava começando a ficar excitada, e o namorado já tinha terminado.
Ela se tocou forte no clitóris, se masturbando sozinha, enquanto perguntava pro namorado se ele ia meter outra.
— Vai continuar ou vai dormir como sempre? — Perguntou.
O cara nem respondeu. Fechou os olhos, pelado, ainda com a camisinha, já dormindo. A adolescente levantou da cama, e largou o namorado, dando por encerrado o relacionamento.
— ACABOU, IMBECIL. VOCÊ É UM IDIOTA, TCHAU!! — Disse a Agustina gritando com ele, puta da vida e com tesão, de raiva e de excitação.
Ela se vestiu como deu, e saiu da casa do namorado, andando com dificuldade. Chamou um táxi, entrou, e pediu pra levarem ela pra casa. Durante todo o caminho até a casa dela, ficou pensando no que ia fazer agora. Tava muito puta, e com muito tesão… tava excitada. Já tava cansada de não curtir o sexo, de não ter orgasmos enquanto transava… tava cansada de ser comida mal. Algo que com o irmão dela, tinha aproveitado ao máximo.
Pagou o táxi e entrou em casa. Custou a enfiar a chave na fechadura. Depois, largou a bolsa na mesa da sala, tirou os sapatos, e andou pelo corredor. Ia pro quarto dela se masturbar na cama e dormir, mas quando passou pela porta do quarto do irmão, pensou uns segundos, e abriu.
Tava com muita vontade de pau. De ter um pau duro e grande dentro da buceta. De receber muito prazer. Tava decidida a quebrar todas as regras do incesto.
Andou até a cama, acendeu a luz do criado-mudo, e sem fazer barulho, tocou nele. Os ombros do irmão dele, chamando baixinho pra ele acordar. Já tava quase amanhecendo.
O garoto foi abrindo os olhos, sem entender o que tava rolando. A primeira coisa que viu foi a irmã tirando a camiseta e levantando a saia, mostrando a raba pra ele, parada do lado da cama dele, inclinada. Ela tava de sutiã e com a saia curta.
Martín viu aquilo e o coração disparou… Agus se inclinou mais, ainda de pé, quase ficando de quatro, com a saia totalmente levantada. O irmãozinho via a raba inteira dela e as coxas, ela tava de fio dental preto.
— Quer me comer, mano? — Perguntou Agustina, com a buceta molhada.
O garoto achou que era uma brincadeira ou algo assim. Levantou da cama num pulo, sem saber o que fazer. Tava quase sem roupa, só de cueca, com o pau duro fazendo pressão no tecido. Ficou de pé, olhando a raba da irmã.
— É… sério, Agus?… O que aconteceu?… Por que agora?… Que horas são? — Perguntou Martín, sem entender o que a irmã tava pedindo.
— Ah… depois te explico, irmãozinho… agora preciso que você me coma… por favor… — Disse Agus baixinho, quase implorando.
Agustina foi descendo o fio dental devagar, pra esquentar ainda mais o irmão, enquanto tirava, um fiozinho de lubrificação ficou pendurado entre os lábios da buceta e o tecido preto do fio dental. Tirou até os pés, deixando no chão.
Ela se abaixou e pegou o fio dental, se virou agora olhando de frente pro irmãozinho, colocou o fio dental molhado na boca e mordeu, olhando pra ele. Jogou no chão, e se ajoelhou na cama do irmão, na beira, ficando de quatro, pra ser comida.
Martín olhava estupefato, Agustina já tava de quatro igual uma cachorrinha, ajoelhada na beira da cama, abrindo as perninhas, esperando receber pica feito uma puta.
— Vai me comer ou não? — Perguntou Agus, que já tava pronta.
— Mas… incesto… é errado… a sociedade… a lei… — Disse Martín, lembrando as palavras pra Agus que Sempre dizia pra ele.
—Tô nem aí!... Não ligo pra sociedade, não ligo se é errado!... Me ouviu? Só quero que você me coma todinha, guy! — respondeu Agustina.
—E se nos descobrirem?... Você disse que a gente podia ter problemas sérios...
—Não faz barulho! A mamãe e a Florcha tão dormindo, se a gente não fizer barulho, não dá nada, maninho... Vai, que já tô molhada!
Martín não disse mais nada, convencido pela irmã gostosa. Ela tava desesperada, precisava de pica, e ele tinha que dar. Tirou a cueca, ficando peladão, com a pica apontando pra frente.
Chegou bem pertinho dela, por trás. A buceta brilhava de tão molhada. Era foda ver a irmã naquela posição. O garoto passou um pouco de cuspe na ponta da pica e encostou na buceta. Colocou as mãos na cintura da irmã e empurrou pra dentro, metendo tudo, abrindo os lábios rosadinhos e inchados, cheios de melado.
—Mmmm... isso... me come como eu te ensinei, maninho...
Agora Martín tinha quase toda a pica enfiada dentro da Agus. A garota sentiu a buceta cheia de novo, repleta de carne... que gostoso.
O adolescente foi tirando e depois enfiou de volta, sentindo aquela buceta envolvendo e apertando a pica, dando um puta prazer.
Os dois tentavam não fazer o menor barulho. Do outro lado tava o quarto das meninas, e mais atrás o da mãe, então tinham que foder em silêncio.
Agus fechava os olhos enquanto finalmente curtia uma pica boa entrando nela. O garoto se esforçava pra fazer o melhor possível, enquanto segurava a cintura dela. Aumentou o ritmo, comendo ela mais rápido.
—Ahhh... assim, maninho... assim... mais... me dá mais forte... — sussurrava Agustina baixinho.
A garota apoiou a cabeça no colchão. Ao ouvir o que a irmã pedia, Martín se concentrou pra comer ela direito. Agora aumentava o ritmo, cada vez que metia, as pernas do garoto batiam na bunda dela. Agus, e as bolas batiam na buceta, perto do clitóris, dando ainda mais prazer pra garota.
Agustina estava perto do orgasmo, com o rosto apoiado na cama, olhos fechados e boca aberta, aproveitando que o irmãozinho tava comendo ela toda.
A pica entrava e saía sem problema, tava toda molhadinha, aqueles lábios rosados estavam inchadinhos, enquanto o moleque não parava de se mexer, pra trás e pra frente, comendo a irmã dele.
A porta do quarto tinha ficado um pouco aberta, se a mãe por algum motivo levantasse e passasse por ali, ia ver os filhos transando!
O garoto já tava comendo ela bem forte, fazia barulho toda vez que o púbis dele batia na raba da Agus. Ela já tava quase gozando, levou uma mão na virilha, e com dois dedos no clitóris, se masturbava enquanto o irmão metia sem parar.
-Au…ahhh…ah… como você come bem, seu merdinha…
Imediatamente, Agustina gozou, enquanto Martín continuava penetrando ela, ela teve o primeiro orgasmo, apertando a buceta e espremendo o pau do irmãozinho.
O esforço que o moleque tava fazendo dava pra perceber, ele já ia terminar também, então tirou a pica de uma vez da buceta, enquanto ela se recuperava do orgasmo violento.
O garoto ficou olhando pra ela, a irmã mais velha tava com a buceta meio aberta, toda rosada e brilhosa, e ele tava com a pica cheia de fluidos também. Respirou fundo.
-Mete de novo… vai, irmãozinho…-Implorava Agustina.
-Aí vou botar Agus.. aí vou botar tudo…
-Mmmmhhhh…-Ela gemia.
Martín segurou o pênis com dois dedos, se aproximou dela de novo, e meteu tudo na buceta. A garota suspirou, o irmão segurou a cintura dela de novo, e começou a comer ela com força.
Era prazer demais ter a irmã de quatro na cama dele… Agustina já tava com a buceta bem aberta, enquanto entrava toda aquela pica, tava ficando vermelhinha.
Ela segurava firme lençol da cama, enquanto o irmãozinho dela a comia, já se ouvia o barulho das pernas e da pélvis batendo na bunda da Agus…
Plaf, plaf, plaf…
Tavam fazendo barulho, mas ninguém ligava.
-Ai sim.. assim.. assim que eu gosto de ser comida…
A cama também começava a fazer barulho, a madeira e o colchão se mexiam com os movimentos fortes, e isso provocava um barulhinho que devia dar pra ouvir dos outros quartos.
-Uhh… uhhh… uhhh…-Ela gemia.
-Ohhh… já vou gozar irmãzinha… oh…
-Não… goza dentro não… ohhh… por favor…
-…Quer tomar a porra Agus?!
-Mmmm… vai dar na minha boca?
-Sim.
Martín, já sentindo o orgasmo iminente, se moveu pra trás, tirando a pica da bucetinha molhada da irmã, deixando ela bem aberta.
Agustina se virou rapidamente, sentando na cama, na beirada, de frente pra ele.
Abriu a boca e colocou a língua pra fora. O irmãozinho se aproximou, e enfiou o pau na boca dela, ela fechou, e com os lábios lindos apertou o tronco inteiro… logo o garoto não aguentou mais, e todo o sêmen começou a jorrar, enquanto Agus engolia tudinho, um jato atrás do outro.
Martín gozava dentro da boca da irmã, enquanto ela olhava pra ele, com a boca cheia de pica, engolindo toda a porra quente.
Quando terminou, a garota sorriu, e ele tirou o pau da boca dela… tava cheio de baba e porra… Agus passou a língua por todo o tronco e a cabeça, limpando tudo.
Tinha dado uma fodida tremenda na irmã.
Ficaram os dois assim, parados… respirando, se olhando. A Agustina escorria um pouco de porra pelos lábios. Tava muito feliz. Finalmente tava bem comida.
O pau do Martín já começava a amolecer. Agus se mexeu um pouco na cama, pegou o travesseiro e apoiou a cabeça, deitou de barriga pra cima, e abriu as pernas na frente dele.
-Vai me dar outra foda irmãozinho? Quero mais!
O garoto sentiu uma descarga de adrenalina. Era a irmã dele, era a cama dela, era tão erótico e proibido, era tão quente, que o Martín já estava ficando duro de novo, na hora.
— Sobe na cama, guri... vem. — Disse a Agus.
O garoto obedeceu, subiu na cama e se ajoelhou entre as pernas abertas da irmã. Já estava quase completamente ereto.
Agustina levou uma mão até a entreperna depilada e começou a se acariciar o clitóris. Depois, abriu a própria buceta com os dedos, estava muito molhada e excitada, toda inchadinha.
— Cê gosta da minha xoxota?
— Muito... gosto muito, Agus!
— Quer enfiar teu pau de novo?
Martín concordou balançando a cabeça. Agustina pegou a pica dele com os dedos e ela mesma colocou na entrada da buceta. Martín só empurrou pra dentro, enfiando meia pica, já bem dura.
Agora ele sentia que a abertura daquela vagina estava mais larga, e tentou se mexer de novo dentro dela.
Agora sentia a pica muito mais sensível, depois da primeira gozada. Nessa posição de "missionário", conseguia ver o rostinho todo excitado da irmã, notava ela meio suada, e os peitões enormes debaixo daquele sutiã preto pareciam tão sexy...
Já tava se movendo, dessa vez mais devagar, comendo a irmãzinha na cama dela, metendo e tirando a pica dura daquela buceta rosa deliciosa. Cada roçada dentro daquelas paredes vaginais quentes era uma maravilha.
Enfiava tudo, e deixava uns segundos bem enterrada. A Agustina adorava aquilo. Ela gostava muito de se sentir cheia de pica, ter ela toda dentro.
— Ahhh... adoro teu pau... adoro como ele é grande... — Dizia a garota em voz baixa.
Cada vez que ele enfiava até o fundo e batia nela, os peitos balançavam debaixo do sutiã.
Agustina esticou a mão até o corpo do irmão, com a palma aberta, acariciando o peito dele... apesar da pouca idade, já era bem definido... desceu e acariciou o abdômen, conseguia sentir levemente os gominhos... nunca tinha Fixa bem. Ela ficou ainda mais excitada percebendo isso.
Agora o garoto começou a se mover mais forte, quase como antes, tentando comer bem a irmã dele. Ela já suspirava muito. Estava perto de outro orgasmo. Enquanto estavam transando, ela o parou.
— Para um minuto, cara... para.
O garoto parou, tirando a cock da pussy dela. Agustina levantou as pernas e colocou nos ombros do irmão.
— Me segura pelas perninhas, irmãozinho... vou colocar elas nos teus ombros...
Já com as pernas da garota levantadas, apoiadas nos ombros do irmão, o garoto segurou elas.
— Agora você vai sentir minha buceta mais apertadinha... vai gostar!
O rapaz estranhou aquela pose esquisita, mas não pensou muito. Com as pernas enormes da irmã nos ombros, ele encostou a cabecinha vermelha e inchada da cock nos lábios vaginais da Agus, que agora estavam bem fechadinhos.
Ele apoiou e empurrou pra dentro, a cock foi abrindo caminho entre os lábios rosadinhos da irmã... estava bem apertada agora.
— Uffff... caralho! — Exclamou o garoto, quando conseguiu meter a cock inteira pra dentro.
Agora ele metia e tirava com mais dificuldade, nessa pose a pussy da irmã estava bem fechadinha... estava dando muito prazer pra ele. Agus sentia ela toda quentinha por dentro e morria de prazer sentindo a cock dura do irmãozinho mais novo abrindo toda a pussy dela.
Martín se moveu mais rápido, agora estava comendo ela com força, a irmã não parava de gemer baixinho como uma putinha. A cama fazia barulho, o garoto segurava firme as pernas dela enquanto metia, dando prazer pra ela.
Agustina colocou a mão entre as pernas, se tocando no clitóris, e a garota chegou a outro orgasmo.
— MMMMMMhhhh...
— Shhhhhh.
A adolescente não conseguiu evitar gemer alto, com a boca fechada, ao explodir em outro orgasmo maravilhoso... ela indicou pro irmãozinho parar de comer ela, porque a pussy dela já estava muito sensível.
Martín Tirou o pau de dentro dela, e baixou as pernas dela dos ombros. Agustina ficou descansando uns segundos de pernas abertas na cama, com a pussy aberta e molhada… O garoto ainda estava muito excitado, quase na segunda gozada.
Logo ela se recuperou, olhando pro irmão dela.
— Quer gozar, gostoso?
— Siiim.
— Já que você foi tão bom comigo… e me comeu tão bem… vou te dar um presente…
Agustina empurrou o irmão dela, fazendo ele deitar de barriga pra cima. A cock apontava pro teto.
Ela se inclinou sobre ele, apoiando os peitos na cock, sem tirar o sutiã.
Martín suspirou quando o pinto dele roçou nos peitões da irmã dele… puta merda.
A garota pegou a cock dura com a mão, e enquanto olhava nos olhos dele, colocou ela entre os peitos, no meio… ela mexia o pinto do irmãozinho, batendo ele nos peitos, no sutiã… enfiando ele no meio dos dois…
— Ahhh…
O corpo de Martín já tremia…
— Quer sujar meus peitos com seu gozo?
— Ahhhh… siim… querooo…
— Mmm… então goza nos meus peitos, porquinho..
Agustina bateu a cock entre os peitos dela duas vezes mais, e o garoto começou a derramar gozo quente… ela continuava segurando ele, deixou ele entre os peitos, enquanto o sêmen caía entre os seios dela e no sutiã… alguns jatos entravam no meio.
— Quanto gozo, neném… — Disse Agus, passando a cock pelos peitos, se lambuzando toda de sêmen.
Martín quase não conseguia respirar. Não conseguia imaginar sentir tanto prazer. Agus soltou a cock, que caiu já mole sobre o púbis dele.
A garota se levantou da cama, completamente satisfeita, com os peitos cheios de gozo do irmão dela. Pegou a calcinha fio dental, vestiu, e olhou pro relógio.
— Uhh, já vai ser 6:30! Vamo que a mãe já vai acordar!!!
Martín se assustou. A mãe dele sempre colocava o despertador naquela hora pra acordar e ir trabalhar. O garoto pegou a cueca dele e vestiu. Depois, se cobriu com o lençol.
— Até amanhã. maninho!
- Até amanhã, Agus.
A irmã dela saiu assim, com a saia já arrumada de novo, só de sutiã, com o peito e as tetas cheias de porra. Foi até o banheiro, pegou uns lencinhos de papel e, enquanto se olhava no espelho, limpava as tetas. Ficou pensando em como o maninho tinha comido ela gostoso… sorriu, já com os peitos limpos, e escovou os dentes.
Quando saiu do banheiro, já andando pelo corredor, deu de cara com a mãe, que tinha acabado de acordar! Não conseguiu evitar ficar nervosa.
- Foi você que fez esses barulhos, filha? - Perguntou a mãe, que tinha acordado ouvindo os rangidos da cama enquanto eles trepavam.
- …Ahh… sim… é que eu bati na mesa… tô meio tonta - Mentiu Agustina.
- Ai, ai, ai… não gosto que você beba tanto, filha.
Agustina entrou no quarto dela… nem tinha percebido que fez tanto barulho. Mas não tava nem aí. Deitou na cama, feliz, super satisfeita e bem comida.
Tinha quebrado todas as barreiras do incesto… agora não tinha mais volta.
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Depois de várias horas de sono, Florencia foi a primeira a acordar, e foi quem preparou a comida no dia seguinte. Agustina acordou com um monte de mensagens no celular, do agora ex-namorado dela. Quase nem leu, não queria saber mais nada com ele. Acordou muito alegre, com um pouco de culpa, mas feliz.
Tomou um banho rápido, saiu do banheiro de calcinha e sutiã e cumprimentou a Flor.
- Por que você tá tão sorridente? - Perguntou Florencia.
Almoçou com a irmã, e lá contou como o Martín comeu ela ontem à noite, quando chegou da festa, e como tinha largado o ex.
Terminaram de comer e ficaram conversando as duas no sofá da sala, enquanto Agustina contava todos os detalhes de como o maninho tinha macetado ela gostoso.
- Cê sabe, Florencia… isso… pra ninguém!!! - Disse Agustina.
- Já sei, bobinha!… me conta mais, como você tava?
- Assim, ó…
Agustina se virou e se ajoelhou no sofá, se posicionando feito uma putinha. — Tá vendo, Flor?.. Eu fiquei assim na cama.
— E ele tava aqui atrás, né? — Disse Florencia, sentada do lado dela, apoiando uma mão na bunda da Agus.
— Sim!
Agustina só tava de calcinha e sutiã, Florcha pegou a calcinha da irmã e puxou um pouco pra baixo.
— Ele meteu na sua buceta? — Perguntou Florencia.
Agustina confirmou com a cabeça, enquanto a irmã ficou atrás dela e olhava a buceta. Passou o dedo de leve, sentindo ela meio molhada.
— Tá excitada, Agus?
— Tô… fiquei com tesão te contando tudo!
— Eu também me molhei.. — Disse Flor.
Florencia continuou acariciando ela, passando a ponta do dedo pelos lábios da buceta.
— Ah, deu vontade de chupar sua buceta! — Disse Flor.
— Humm, sério?
— Sim.. posso?
— Pode.. vai!
Florencia ficou atrás da irmã, puxou a calcinha dela até os joelhos, colocou as mãos nas pernas dela e enfiou a cara na bunda da irmã. Botou a língua pra fora e passou na buceta dela, bem na parte do buraquinho.
— Uhhhmmmm — Gemeu Agus.
Enquanto Florcha chupava a buceta da irmã mais velha, Martín acordou. Foi até a cozinha só de cueca, viu o prato de macarrão e botou no micro-ondas. Ouviu uns barulhos na sala, chegou perto e ficou totalmente surpreso com o que viu. As irmãs dele se pegando no sofá… na hora Agus viu ele e sorriu.
O garoto esqueceu da comida e se aproximou, sentando no sofá do lado delas. Florencia tava com a cara enfiada entre as pernas e a bunda da irmã, enquanto passava a língua por toda a buceta da Agustina.
O moleque olhava, com o pau duro, vendo aquela cena tão excitante… ele também queria provar a buceta da Agus!
— Cê gosta que façam isso? — Perguntou o garoto, meio surpreso.
— Muito, irmãozinho!.. Quer experimentar? — Perguntou Agustina.
— Quero. Martín observou mais algumas vezes como Flor passava a língua nela, e agora era a vez dele. Florencia saiu de entre as pernas da irmã, e o garoto entrou no lugar. Colocou as mãos nas bundas de Agustina, e começou a lamber toda a buceta da irmã, que já estava molhadinha pela babinha da Flor.
O adolescente agora curtia lamber aquela buceta rosada linda que na noite anterior já tinha comido… passava a língua por todos os lábios, enquanto Agus suspirava, com as mãos apoiadas no encosto do sofá, toda excitada.
Florcha pediu licença, o irmão se mexeu um pouco, e a mais nova voltou a se posicionar para lamber aquela área de novo.
— Mete a língua pra dentro… mmm!
Florcha obedeceu, e tentou enfiar a ponta da língua quente dentro do buraquinho da buceta… enfiou um pouco, e tirou de novo. Agustina já tava muito excitada… tava gemendo pra caralho.
— Assim, irmãzinha? — Perguntou Flor, enquanto enfiava e tirava a língua da buceta.
— Siiim… mmm mais Flor… mais pra dentro enfia…
Florencia fez um esforço pra enfiar ainda mais a língua dentro da buceta da irmã… enfiou até a metade! Agus tava com a buceta super excitada e molhada… Florcha cansou um pouco, e descansou, tirando o rosto de entre as pernas da irmã. A buceta ficou escorrendo babinha pra baixo.
Martín viu aquilo e não conseguiu resistir. Tirou a cueca até os pés, se livrou dela, ficando completamente nu, com a piroca dura apontando praquela buceta babada. Se aproximou dela, e passou a ponta pela buceta…
— Mmm já quer meter de novo, porquinho…
— Quero te comer toda, Agus!...
— Ahhh… adoro como tu tá dura!
Martín, sob o olhar da Florcha, passava a piroca pelos lábios vaginais de Agustina, sentindo tudo bem molhado… a garota fechava os olhos, já com muita vontade de ter ela bem dentro.
— Vai, me come. Cara… —disse Agustina suspirando.
O garoto mirou bem na entrada da buceta, e já ia meter.
—Vai foder sem camisinha? —perguntou Florcha.
—Sim… adoro assim!… Contanto que não goze dentro da buceta, não dá nada…
—Agus… se quiser… a gente pode usar…
—Não! Gosto assim, só não goza dentro, cara! Entendeu?
—Sim!
Enquanto Florcha olhava e se tocava sozinha, Martín empurrou pra frente e foi enfiando a piroca bem dura dentro da buceta molhada da irmã… deslizando completamente sem problemas.
Agustina adorou se sentir cheia daquela piroca de novo… entrando no fundo dela, tão quente, tão dura… agora ela queria ser penetrada como na noite passada. De novo, ela estava se deixando comer pelo irmão.
O adolescente meteu inteira, até bater as pernas dele nas dela, e tirou um pouco, pra meter de novo, e assim começou a comê-la.
Enquanto apoiava as mãos nos quadris da garota, ele comia a irmã mais velha, que estava de quatro, ajoelhada no sofá, gemendo e se movendo pra trás e pra frente.
Cada vez que ele metia, a buceta se abria engolindo a piroca toda, ficando cada vez mais aberta. Martín suspirava de tanto prazer, tava gostando muito. Florencia olhava como o pau do irmão entrava e saía da buceta molhada da Agus… parecia tão lindo, tão excitante, que ela se tocava no clitóris enquanto olhava, se molhando toda.
—Ahhhhhh… mmmmm… assim… assim, irmãozinho… —gemia a Agus.
—Ohh..!!
Enquanto fodiam, o celular da Agustina começou a tocar. O garoto parou os movimentos, deixando a piroca bem cravada na buceta, mas parado. Agustina olhou pro telefone, viu que era o agora ex-namorado ligando, fez uma cara de irritada e atendeu. Colocou o telefone na orelha, enquanto continuava de quatro, com a piroca do irmão enterrada na buceta.
—Alô..?
—Alô, meu amor, a gente precisa conversar! —disse o ex.
—Não Não temos nada pra conversar, não quero continuar! — respondeu Agustina.
Martín só esperava, com o pau bem quentinho dentro da irmã… começou a se mexer de novo, mas agora bem devagar e manso… tirando e metendo a rola naqueles lábios rosadinhos e inchados, cheios de fluídos. Agustina tocava ele com a outra mão, e pedia pra ele parar um minuto.
— A gente pode se acertar, não fica assim…
— Não, não dá!
O moleque não queria parar, então enquanto Agustina continuava falando com o ex-namorado no telefone, ele seguiu comendo ela, enfiando a pica na buceta transbordando de prazer.
— Por que você não quer continuar, Agu? O que eu fiz de errado? Me fala, por favor… — dizia o ex.
— Porque você age que nem um imbecil!
Cada vez que ele metia até o fundo, as pernas dele batiam na raba da irmã, fazendo barulhinho. Agora ele metia mais rápido, enquanto a Agus tentava não gemer, mas tava difícil.
— Vou aí na sua casa, quero resolver isso! — falou o ex-namorado.
Agustina ia responder, quando Martín enfiou tudo e ela não conseguiu segurar um gemido.
— Ahhhh… Não, não vem, não quero falar com você! — respondeu depois do gemido.
Martín se mexia bem rápido e comia ela com mais força, a garota se remexia toda tentando segurar o telefone no ouvido, e não conseguia parar de gemer. Tava comendo a própria irmã enquanto ela falava no telefone com o ex-namorado.
— Ohh… ahhmm… ayy…
O namorado do outro lado do celular tava ouvindo os gemidos.
— Aconteceu alguma coisa, meu amor?
Agustina já tava com vontade de falar que tava sendo comida como ele nunca tinha feito!
— Uhh… não… nada!
O irmão dela já tava perto de gozar, tava comendo aquela buceta delicada do jeito que ela gostava, e claro, a Agus também tava quase no orgasmo.
Agustina desligou na cara do ex, largou o celular jogado no sofá, e levou os dedos até o clitóris, enquanto gozava com a rola do irmãozinho dentro.
— Ohhh!… uhhhh… vai, gostoso, me come mais… me come! — implorava Agustina. voz de menina.
Isso foi o suficiente pro garoto, que arrebentou a buceta dela com duas ou três bombadas bem fortes e tirou a pica, bateu uma punheta no cu da irmã, enquanto todo o leite caía nas bochechas da garota, que se contorcia com o orgasmo dela…
Martín terminou de sacudir o pau, apertando até sair todo o leite em cima da raba da Agus, e ela terminava de tremer depois do orgasmo.
Agustina passou a mão na própria raba, sentindo todo o semen quentinho do irmão.
— Uff.. e olha que acabei de tomar banho.. agora vou ter que me lavar de novo. — Comentou Agustina entre risadas.
Martín vestiu a roupa de novo. Florcha tava toda excitada com tudo que tinha visto! Sentia a xota extremamente molhada, os pezinhos bem duros, a calcinha dela tava encharcada… ela também já queria transar igual aos irmãos!
— Eu também quero transar! — Exclamou Flor.
Agustina e Martín ficaram olhando pra ela…
— Não pode, irmãzinha… — Disse Agustina.
— Por que não, Agus? Não é justo vocês transarem e eu não!
— Porque você ainda é muito nova…
— Não sou nova! Tenho 19!!
— E daí!.. você ainda é muito menina pra transar, irmãzinha..
— Mas você já transava muito antes… você é bem sacana.
— Bom, por isso!.. Sua primeira vez tem que ser com o cara certo, com quem for seu primeiro namorado… não com seu irmão!
Florencia decidiu não continuar a discussão. Sem dúvida ela queria transar logo, precisava também ser penetrada… deu vontade de falar pra Agustina “Bem que você deixou nosso irmãozinho perder a virgindade com você, sua puta!”.
Agustina foi tomar banho… a buceta dela tinha ficado toda vermelha e muito sensível! O irmão tinha comido ela várias vezes em pouco tempo, ela tava bem satisfeita e feliz. Limpou todo o leite da raba enquanto tomava banho, depois se secou e vestiu um biquíni, Flor também, e ambas foram pro quintal pegar sol.
Depois, naquela noite, Agustina menstruou, confirmando finalmente que não estava grávida. Nunca tinha ficado tão feliz de ter menstruado.
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No dia seguinte, tudo parecia normal. Quando Martín acordou, levantou com vontade de comer a irmã. Só de pensar, já ficou durão… ficou pensativo na cama, antes de se levantar. "Já sou homem… agora fuck you!.. Já tô comendo!.." Ainda não conseguia acreditar como tinha esperado tanto tempo por esses momentos, tanta punheta vendo pornô, na internet ou revistas, ou imaginando as colegas da escola… agora já tava comendo! E ainda por cima comia a beleza da irmã mais velha… Levantou da cama super feliz, passou no chuveiro, e depois sentou pra almoçar com a Florcha. Os dois estavam sentados na mesa da cozinha, comendo.
- A Agus não vai vir comer? - Perguntou Martín.
- Ela não tá se sentindo bem… - Respondeu Florcha.
- Que… agora… ela tá…?
- Sim, bobinho! - Respondeu Florcha rindo.
Martín também riu, embora não gostasse muito que a irmã mais velha estivesse menstruada! Tava com muita vontade de comer, mas não ia ser possível, pelo menos naquele dia…
E ainda por cima a Florcha tava super tesuda, com muita vontade de transar, não aguentava ser a última em tudo… de vez em quando se fazia de boba e olhava com luxúria pro irmãozinho, ou se virava pra mostrar a raba.
- Que dia lindo, quero aproveitar pra pegar um sol, irmãozinho. - Disse Florcha, enquanto lavava a louça.
- É, tá muito sol…
Florencia foi até o quarto dela, ia vestir um biquíni, mas não tinha certeza qual usar. Teve uma ideia, pra esquentar o irmão. Vestiu um biquíni e levou outro até a cozinha, onde Martín tava vendo TV.
- Ei, cara… não sei que biquíni vestir!
Martín olhou pra ela, Florcha tava de biquíni, era azul com bolinhas brancas… tava uma gostosa.
- Você gosta desse que tô usando?.. ou prefere esse? - Disse Florcha, apontando pro outro biquíni, que era todo vermelho.
- …Não sei…
Florcha tirou o que tava vestindo, tirou a parte de cima, ficando de peitos de fora, e depois tirou a parte de baixo… estava completamente pelada na frente do irmão dela! Martin olhava pra aquela ppk escura e cheia de pelos… que tesão que dava. Logo a mina vestiu o outro biquíni vermelho.
—Esse eu gosto mais, Flor!
Sem mais, Florencia deixou o azul no quarto dela, e depois de um tempo foi passar a tarde no quintal, tinha deixado o irmão dela de pau duro, se mostrando pelada de propósito…
Passou protetor solar, depois colocou uma toalha na grama e deitou de barriga pra cima, no sol. Tava muito calor.
Depois de um tempo vendo TV, Martin tomou um pouco de água, e foi pro quintal também, tava entediado. Arrumou uma espreguiçadeira, e sentou nela. Só tava de sunga. Tava do lado da irmã dele, mas na sombra que a casa fazia. Ficava olhando pra ela… ela depois de um tempo, virou, deitando de bruços. Agora ele via a tira do sutiã vermelha nas costas, e a fio dental na bunda… claramente tava meio pequena, porque entrava quase toda entre as bandas… vendo ela assim, o moleque ficou muito excitado, já tava com o pau durinho por baixo da sunga.
Florencia virou o olhar e viu ele, sabendo que ele tava olhando. A mina desamarrou a tira do sutiã do biquíni, deixando as costas nuas. Depois de um tempo assim, pegou a fio dental do biquíni, e puxou pra baixo, tirando e deixando de lado. Tava tomando sol pelada.
—Cuidado que o vizinho pode te ver! — Disse Martin.
—Que me veja!… — Respondeu ela sorrindo.
O muro que separava o quintal deles do quintal do vizinho, não era tão alto. Se alguém tentasse espiar por cima, poderia acabar vendo a Florcha pelada tomando sol, deitada… o vizinho tinha seus anos, uns quarenta… Martin ficou surpreso com o quanto sua irmã tava sendo puta. Não aguentava mais, já vendo a raba dela pelada. O moleque desceu da espreguiçadeira, e sentou na grama, do lado da irmãzinha dele.
—Imagina se ele tá no quintal dele e olha pra cá, e te espiã...
—Você acha que o vizinho vai ficar de pau duro se me ver pelada? —Perguntou Florcha, se fazendo de sonsa.
—Claro!... se ele ver essa Booty gostosa... você pelada... acho que ele pula o muro e te come!
Os dois riram. A garota passou um pouco de protetor solar na mão e espalhou por toda a bunda enorme, passando nas nádegas... enquanto isso, o irmão dela olhava.
—Você gosta que eu olhe, Flor? —Perguntou Martín.
—Sim... você não percebeu que tirei o biquíni pra você?
Florcha queria provocar ele muito... ela estava muito excitada, estava prestes a deixar de ser virgem, queria transar, queria sentir o que a irmã contava, uma pica penetrando ela...
Martín se posicionou na altura da bunda da irmã. Agora estava no sol forte, começou a acariciar as nádegas gordas e excitantes, ainda úmidas de protetor solar.
Florencia, ainda deitada de bruços, levou as duas mãos até a Booty e, com ambas, abriu bem as nádegas. Martín agora via claramente o furinho do cu e os lábios da buceta fechadinhos.
—Olha aqui, irmãozinho... você gosta do que vê?
—Sim, Flor... gosto muito!
—E você queria me comer?
—Óbvio, porra... adoraria!
Florencia adorava ouvir ele dizer isso... o garoto estava com a pica dura pra caralho, doía de tão dura que estava! Já estava vazando muito líquido pré-seminal da cabeça. Enquanto ela mantinha a bunda aberta, ele colocou um dedo no furinho do cu... passou por ali, e depois desceu pra buceta.
Ele se ajeitou um pouco e colocou o rosto entre as nádegas da garota, esticou a língua pra fora e lambeu o cu dela.
—Mmmmm... —Gemiu Florcha, de olhos fechados.
Martín passou a língua várias vezes pelo furinho anal da irmãzinha, deixando ele cheio de saliva...
—Agora você não tem medo do vizinho te ver chupando a Booty da sua irmã? —Disse Florencia.
O garoto riu... e continuou lambendo.
—O sol vai te fazer mal, irmãozinho, passa protetor, senão você Você vai queimar!
- Não tem problema… é só um minuto.
- Mas tá muito forte!
Depois de um tempo chupando a bunda dela, ele tirou o rosto de lá e continuou com as carícias.
- Bom… acho que já chega de sol por hoje! – Disse a garota.
Os dois se levantaram e voltaram pra dentro de casa. Tomaram alguma coisa enquanto a tarde passava.
Florcha foi pro quarto dela, tirou o biquíni, e voltou pra cozinha pelada. No caminho, vestiu um sutiã e uma camiseta. Enquanto o irmão olhava pra buceta dela, ela colocou uma legging esportiva curta, sem nada por baixo. Depois, os tênis.
- Vai um pouco pra academia?
- Sim!
- Não vai colocar nada por baixo da legging?
- Não, é mais confortável assim, irmãozinho!
- Tá marcando demais a raba, Flor!… vão ficar olhando muito.
A verdade é que a irmã dele estava uma gostosa do caralho de legging… o jeito que a bunda dela marcava era impressionante! A garota deu um beijo na bochecha do irmãozinho e foi embora.
Quando chegou lá, ela logo percebeu todos os olhares dos caras, tinha muita gente.
Ela começou a malhar, enquanto por dentro tava louca de tesão. Martín resolveu limpar um pouco o quarto dele… ainda tava muito excitado, e não parava de imaginar as coisas que a irmã podia estar fazendo com tantos caras por perto… sentou na cama, pegou o celular e mandou uma mensagem no WhatsApp pra Florcha.
“Tá passando despercebida? Ou tão te olhando?”
A garota, enquanto pedalava na bicicleta ergométrica, leu e deu risada.
“Tão me olhando pra caralho! Tá cheio de caras”
Martín abaixou a sunga, porque a pica já tava apertando demais.
“Como você gosta de ser olhada na raba, irmãzinha! O que cê tá fazendo?”
“Siiim… tô na bicicleta”
“Ahh!… Enquanto pedala, levanta um pouco a raba pra eles verem bem… cê topa?”
“Hahaha que safado você é! Claro que topo!”
Florcha se fez de sonsa, e enquanto pedalava, levantava um pouco a raba… assim dava pra ver mais, e quase Todos os homens do lugar não perdiam detalhe, se fazendo de desentendidos…
Ela tava toda soltinha… os caras da academia, o vizinho, o irmão dela… tanto faz… queria chamar a atenção dos homens.
“Já fiz, e ainda olho eles pelo espelho e eles me encaram!”
O adolescente já tava batendo uma enquanto lia o que a irmã escrevia pra ele.
“Que puta que você tá, Flor!.. quando voltar, vou chupar bem essa sua bunda”
“Mmm quero!” Respondeu ela, se molhando toda na academia.
“Tá excitada?”
“Sim, pra caralho!”
“Então… toma cuidado, irmãzinha… que não aconteça nada com sua legging porque você tá sem calcinha! Imagina se ela rasga ou acontece alguma coisa”
“Ai, você tá me assustando… é verdade! Um monte de caras iam ver minha pussy! Morro de vergonha kkkk”
Depois de mais algumas trocas, Florencia terminou o treino e voltou pra casa… Martín tava muito tarado. Já era fim de tarde, quando a mina chegou em casa, tava com vontade de mijar e entrou no banheiro. Depois, deu descarga, se limpou e subiu a legging.
Agora tava em pé se olhando no espelho do banheiro, meio suada, bem na hora que o irmão mais novo entrou no banheiro. Se olharam, e o moleque imediatamente ficou atrás da irmã, e sem falar nada, pegou a legging dela e puxou até o tornozelo.
Martín se ajoelhou no chão, de um jeito que a cara dele ficava na altura da bunda enorme da Florcha. Abriu um pouco e meteu a língua, começando a chupar a bunda dela de novo… a mina ficou em pé, segurando na pia, enquanto a língua do irmãozinho brincava no buraquinho dela.
Ela abriu um pouco as pernas. O irmão passava a língua no cu dela de um jeito quase desesperado, Florcha derretia de prazer, adorava ter a bunda chupada.
Depois de várias lambidas, a adolescente tava completamente excitada… tinha deixado o irmão tão tarado o dia inteiro, que ela também já não aguentava mais… Martín desabotoou a bermuda, tirando a rola pra fora. Fora.
- Ahhhh... mmmmmmmmmmmm
- Cê gosta que eu chupe sua bunda?
- Siii... uhhmm sii.
O garoto continuava lambendo a bunda da irmã dele no banheiro, quando se levantou, apontou a pica e colocou ela no cu dela.
- Ohhhh... - Gemeu a mina ao sentir ela tão dura na bunda dela.
Florcha levou as mãozinhas pras bochechas dela e abriu bem a raba, o irmão dela colocava a pica ali, o buraquinho do cu tava todo cheio de baba... toda vez que Martín encostava e empurrava, o orifício abria um pouco na mina... ele brincava com a ponta da pica empurrando naquela bunda que tava se abrindo de tesão...
Florencia sentia como a buceta dela tava muito molhada, muito excitada... sentir esse pau quentinho e duro na bunda dela era foda...
- Mmmm... tua bunda abre demais, Florrrrr... - Disse Martín, olhando como o buraquinho da irmã dele se abria aos poucos quando ele encostava a glande.
Já não aguentava mais, queria meter no cu da irmã dele... ela continuava abrindo as bochechas, notando como a ponta quase já entrava.
- Abre porque tô muito excitada, irmãozinho... ahhh... a gente devia parar.. cê vai meter!
- Quero te comer, Flor.. quero meter fundo na sua bunda...
- Ai não, chega, cara!
- Cê é uma putinha mesmo, irmãzinha..
Florencia ficou com muito mais tesão quando ouviu o irmão chamar ela de putinha... queria transar, mas ao mesmo tempo não se sentia pronta, também não achava a situação ideal.
O garoto empurrou mais pra dentro naquela bunda babada, notou como abriu um pouco mais, e a pontinha da glande entrou!
- Ahhhh!!! Ai, dói, irmãozinho!!!
Martín não ligou, tirou e encostou de novo, o buraquinho do cu da Florcha tava um pouco aberto, junto com a saliva que tinha depois da chupada que o irmão deu, e o tesão que ela tava sentindo a pica dura ali...
- Paraaaa... sério, cara... ainda não tô preparada pra transar!
- Vou meter tudo na sua bunda, Flor... vou te foder!
- Nãoooo!!! Pelo amor.. minha primeira Tem que ser com alguém especial... – implorava Florcha.
O adolescente não deu ouvidos, estava tão excitado que só queria arrombar o cu da irmã virgem. Empurrou mais fundo, e sentiu a cabeça inteira entrar na buceta de Florcha!
– AIHHHHHHHHHHHHHH TÔ DOENDO!!! Tá doendo minha buceta!!!
Martín tinha a cabeça gordinha e vermelha da pica enfiada no cu da irmã, abriu ela pela primeira vez! Tava metendo a bunda na irmãzinha virgem de pé! E no banheiro.
Nisso, a mãe chegou em casa... quando entrou na sala e largou as coisas na mesa, ouviu um barulho do grito da Florencia quando o irmãozinho enfiou na buceta dela, e foi ver o que era. Achou que o grito veio do banheiro, chegou perto da porta, que estava fechada, dava pra ver a luz acesa lá dentro.
– Filha? Tá bem? – perguntou a mãe atrás da porta.
Martín e Florcha ficaram parados feito estátuas na hora. Se cagaram de medo. O moleque tinha a irmã enfiada no cu...
Continua...
Crédito ao autor @nickbend
Irmãs: tangas e calcinhas
A melhor história que eu já li na minha vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A melhor história que li na minha vida III
A melhor história que li na minha vida lV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.
A melhor história que eu li na minha vida VII
A melhor história que eu li na minha vida VIII
A melhor história que li na minha vida IX
A melhor história que já li na minha vida, X
O melhor conto que li na minha vida XIA melhor história que eu li na minha vida XII
A melhor história que eu li na minha vida XIII
A melhor história que eu li na minha vida XIV
e
XIV BIS
Muitíssimo obrigado pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão.
Capítulo XIX:Tchau, barreiras.Agustina tava com a cabeça uma bagunça. Tava preocupada e com muito medo de engravidar. Tava de saco cheio do namorado. Adorou transar com o irmãozinho dela, mas aquilo era proibido, e era errado. Tava um nó na mente dela.
Martins se sentia o cara mais feliz do mundo. Tinha transado com a irmã mais velha... sabia muito bem que não ia rolar de novo, mas já tinha valido a pena.
Desde ontem à noite que Agustina tinha contado pra irmã que tinha dado pro Martin, Florcha não parava de fazer perguntas.
"Como foi? Você gostou? Ninguém viu vocês? Como é a sensação?"
Agus respondia, e tudo positivo. Florencia começava a ficar com vontade de experimentar também, mas ainda não tava preparada. Esse era um passo muito grande. Além disso, sabia que não podia transar com o irmão. Tava morrendo de vontade de ter um namorado pra transar... por um lado queria, o irmãozinho quase tinha enfiado nela no banheiro da tia, e ela tinha adorado... além do que a irmã falava, do quanto foi bom dar pro Martin. Mas por outro lado, ainda tinha muito medo de perder a virgindade e de alguém entrar nela pela primeira vez.
Naquela noite, uma amiga da Agustina convidou ela pra sair pra dançar. Ela aceitou. Queria arejar a cabeça de tanta confusão. Perguntou pra irmã se queria ir, mas Florcha tava terminando a menstruação e ainda não se sentia muito bem. Então a mais velha saiu à noite com a amiga.
Entraram numa das baladas favoritas dela. Mal entraram, Agustina recebeu uma mensagem no celular. Era o namorado. Perguntava onde ela tava e o que tava fazendo. Ela nem respondeu.
Dez minutos depois, o namorado ligou pra Agus. Ela atendeu, e disse que tava na balada com uma amiga. Ele perguntou se ela queria que ele fosse pra lá... Agustina não sabia o que dizer, não queria nem ver ele, mas não tinha coragem de falar. Depois de umas idas e vindas, o namorado apareceu no lugar.
Encontrou a Agus e cumprimentou ela com um beijo na boca e cumprimentou a amiga dela. Depois, foi cumprimentar uns amigos. Agustina começou a beber álcool, qualquer bebida, tava muito confusa.
Enquanto conversava com a amiga, via o namorado olhando pra outras minas. Até começou a falar ‘bem juntinho’ com uma. Isso acabou de desesperar ela. Depois de um tempo, já tava meio tonta de tanto beber. Passou mais um tempo com a amiga, até que outro cara, mais velho, se aproximou e tentou dar em cima da Agustina. Se uma coisa não faltava pra ela, era homem por perto.
Ela não recusou, pra fazer ciúme no namorado. O cara, todo bombado, metido a gostosão, começou a pedir drinks pros dois, ele pagava.
Enquanto falavam qualquer besteira, Agustina ia na onda da conversa, sem se interessar, enquanto tomava um gole atrás do outro. Em algum momento, o namorado da mina viu o que tava rolando e se meteu. Trocou umas palavras com o cara que tava tentando pegar a namorada dele, pra deixar as coisas claras.
No fim, depois de toda essa treta, o namorado disse que já deu, e falou pra Agustina que ia levar ela pra casa. Ela, já cansada de tanta palhaçada naquela noite, aceitou.
O namorado ajudou ela a entrar no carro, porque ela tava meio tonta. Mas não levou ela pra casa dela. Levou ela pra casa dele.
— Pra que você me trouxe aqui? — Perguntou Agustina.
— Hoje meus pais não tão em casa. — Respondeu o namorado.
— … Quero ir pra minha casa! — Exclamou a mina.
O cara desligou o motor e saiu do carro. Abriu a porta da casa dele e carregou a namorada no colo pra dentro. Colocou ela na cama dele e começou a tirar a roupa dela.
Agustina não tava a fim de transar, mas fazer o quê. O namorado tirou a roupa dela, deixando ela de calcinha e sutiã. Pegou uma camisinha, já tava de pau duro, e colocou no pinto dele.
Subiu em cima da Agustina, puxou a calcinha dela pra baixo e, na posição de ‘papai e mamãe’, meteu, assim na marra.
— Ai… tá doendo, seu idiota! — Disse Agus, que não tava excitada nem lubrificada.
O cara nem ligou, continuou. movendo-se por cima dela, enfiando o pau na buceta dela. Depois de uns minutos, a mina começou a ficar molhada.
Uns 5 ou 10 minutos depois, quando a Agus tava começando a esquentar, o namorado dela começou a bufar, e gozou, acabou dentro da camisinha, enquanto tava comendo ela. Ele deitou por cima dela, já cansado, depois de gozar.
A Agustina tirou ele de cima, empurrando ele pro lado. Ela tava começando a ficar excitada, e o namorado já tinha terminado.
Ela se tocou forte no clitóris, se masturbando sozinha, enquanto perguntava pro namorado se ele ia meter outra.
— Vai continuar ou vai dormir como sempre? — Perguntou.
O cara nem respondeu. Fechou os olhos, pelado, ainda com a camisinha, já dormindo. A adolescente levantou da cama, e largou o namorado, dando por encerrado o relacionamento.
— ACABOU, IMBECIL. VOCÊ É UM IDIOTA, TCHAU!! — Disse a Agustina gritando com ele, puta da vida e com tesão, de raiva e de excitação.
Ela se vestiu como deu, e saiu da casa do namorado, andando com dificuldade. Chamou um táxi, entrou, e pediu pra levarem ela pra casa. Durante todo o caminho até a casa dela, ficou pensando no que ia fazer agora. Tava muito puta, e com muito tesão… tava excitada. Já tava cansada de não curtir o sexo, de não ter orgasmos enquanto transava… tava cansada de ser comida mal. Algo que com o irmão dela, tinha aproveitado ao máximo.
Pagou o táxi e entrou em casa. Custou a enfiar a chave na fechadura. Depois, largou a bolsa na mesa da sala, tirou os sapatos, e andou pelo corredor. Ia pro quarto dela se masturbar na cama e dormir, mas quando passou pela porta do quarto do irmão, pensou uns segundos, e abriu.
Tava com muita vontade de pau. De ter um pau duro e grande dentro da buceta. De receber muito prazer. Tava decidida a quebrar todas as regras do incesto.
Andou até a cama, acendeu a luz do criado-mudo, e sem fazer barulho, tocou nele. Os ombros do irmão dele, chamando baixinho pra ele acordar. Já tava quase amanhecendo.
O garoto foi abrindo os olhos, sem entender o que tava rolando. A primeira coisa que viu foi a irmã tirando a camiseta e levantando a saia, mostrando a raba pra ele, parada do lado da cama dele, inclinada. Ela tava de sutiã e com a saia curta.
Martín viu aquilo e o coração disparou… Agus se inclinou mais, ainda de pé, quase ficando de quatro, com a saia totalmente levantada. O irmãozinho via a raba inteira dela e as coxas, ela tava de fio dental preto.
— Quer me comer, mano? — Perguntou Agustina, com a buceta molhada.
O garoto achou que era uma brincadeira ou algo assim. Levantou da cama num pulo, sem saber o que fazer. Tava quase sem roupa, só de cueca, com o pau duro fazendo pressão no tecido. Ficou de pé, olhando a raba da irmã.
— É… sério, Agus?… O que aconteceu?… Por que agora?… Que horas são? — Perguntou Martín, sem entender o que a irmã tava pedindo.
— Ah… depois te explico, irmãozinho… agora preciso que você me coma… por favor… — Disse Agus baixinho, quase implorando.
Agustina foi descendo o fio dental devagar, pra esquentar ainda mais o irmão, enquanto tirava, um fiozinho de lubrificação ficou pendurado entre os lábios da buceta e o tecido preto do fio dental. Tirou até os pés, deixando no chão.
Ela se abaixou e pegou o fio dental, se virou agora olhando de frente pro irmãozinho, colocou o fio dental molhado na boca e mordeu, olhando pra ele. Jogou no chão, e se ajoelhou na cama do irmão, na beira, ficando de quatro, pra ser comida.
Martín olhava estupefato, Agustina já tava de quatro igual uma cachorrinha, ajoelhada na beira da cama, abrindo as perninhas, esperando receber pica feito uma puta.
— Vai me comer ou não? — Perguntou Agus, que já tava pronta.
— Mas… incesto… é errado… a sociedade… a lei… — Disse Martín, lembrando as palavras pra Agus que Sempre dizia pra ele.
—Tô nem aí!... Não ligo pra sociedade, não ligo se é errado!... Me ouviu? Só quero que você me coma todinha, guy! — respondeu Agustina.
—E se nos descobrirem?... Você disse que a gente podia ter problemas sérios...
—Não faz barulho! A mamãe e a Florcha tão dormindo, se a gente não fizer barulho, não dá nada, maninho... Vai, que já tô molhada!
Martín não disse mais nada, convencido pela irmã gostosa. Ela tava desesperada, precisava de pica, e ele tinha que dar. Tirou a cueca, ficando peladão, com a pica apontando pra frente.
Chegou bem pertinho dela, por trás. A buceta brilhava de tão molhada. Era foda ver a irmã naquela posição. O garoto passou um pouco de cuspe na ponta da pica e encostou na buceta. Colocou as mãos na cintura da irmã e empurrou pra dentro, metendo tudo, abrindo os lábios rosadinhos e inchados, cheios de melado.
—Mmmm... isso... me come como eu te ensinei, maninho...
Agora Martín tinha quase toda a pica enfiada dentro da Agus. A garota sentiu a buceta cheia de novo, repleta de carne... que gostoso.
O adolescente foi tirando e depois enfiou de volta, sentindo aquela buceta envolvendo e apertando a pica, dando um puta prazer.
Os dois tentavam não fazer o menor barulho. Do outro lado tava o quarto das meninas, e mais atrás o da mãe, então tinham que foder em silêncio.
Agus fechava os olhos enquanto finalmente curtia uma pica boa entrando nela. O garoto se esforçava pra fazer o melhor possível, enquanto segurava a cintura dela. Aumentou o ritmo, comendo ela mais rápido.
—Ahhh... assim, maninho... assim... mais... me dá mais forte... — sussurrava Agustina baixinho.
A garota apoiou a cabeça no colchão. Ao ouvir o que a irmã pedia, Martín se concentrou pra comer ela direito. Agora aumentava o ritmo, cada vez que metia, as pernas do garoto batiam na bunda dela. Agus, e as bolas batiam na buceta, perto do clitóris, dando ainda mais prazer pra garota.
Agustina estava perto do orgasmo, com o rosto apoiado na cama, olhos fechados e boca aberta, aproveitando que o irmãozinho tava comendo ela toda.
A pica entrava e saía sem problema, tava toda molhadinha, aqueles lábios rosados estavam inchadinhos, enquanto o moleque não parava de se mexer, pra trás e pra frente, comendo a irmã dele.
A porta do quarto tinha ficado um pouco aberta, se a mãe por algum motivo levantasse e passasse por ali, ia ver os filhos transando!
O garoto já tava comendo ela bem forte, fazia barulho toda vez que o púbis dele batia na raba da Agus. Ela já tava quase gozando, levou uma mão na virilha, e com dois dedos no clitóris, se masturbava enquanto o irmão metia sem parar.
-Au…ahhh…ah… como você come bem, seu merdinha…
Imediatamente, Agustina gozou, enquanto Martín continuava penetrando ela, ela teve o primeiro orgasmo, apertando a buceta e espremendo o pau do irmãozinho.
O esforço que o moleque tava fazendo dava pra perceber, ele já ia terminar também, então tirou a pica de uma vez da buceta, enquanto ela se recuperava do orgasmo violento.
O garoto ficou olhando pra ela, a irmã mais velha tava com a buceta meio aberta, toda rosada e brilhosa, e ele tava com a pica cheia de fluidos também. Respirou fundo.
-Mete de novo… vai, irmãozinho…-Implorava Agustina.
-Aí vou botar Agus.. aí vou botar tudo…
-Mmmmhhhh…-Ela gemia.
Martín segurou o pênis com dois dedos, se aproximou dela de novo, e meteu tudo na buceta. A garota suspirou, o irmão segurou a cintura dela de novo, e começou a comer ela com força.
Era prazer demais ter a irmã de quatro na cama dele… Agustina já tava com a buceta bem aberta, enquanto entrava toda aquela pica, tava ficando vermelhinha.
Ela segurava firme lençol da cama, enquanto o irmãozinho dela a comia, já se ouvia o barulho das pernas e da pélvis batendo na bunda da Agus…
Plaf, plaf, plaf…
Tavam fazendo barulho, mas ninguém ligava.
-Ai sim.. assim.. assim que eu gosto de ser comida…
A cama também começava a fazer barulho, a madeira e o colchão se mexiam com os movimentos fortes, e isso provocava um barulhinho que devia dar pra ouvir dos outros quartos.
-Uhh… uhhh… uhhh…-Ela gemia.
-Ohhh… já vou gozar irmãzinha… oh…
-Não… goza dentro não… ohhh… por favor…
-…Quer tomar a porra Agus?!
-Mmmm… vai dar na minha boca?
-Sim.
Martín, já sentindo o orgasmo iminente, se moveu pra trás, tirando a pica da bucetinha molhada da irmã, deixando ela bem aberta.
Agustina se virou rapidamente, sentando na cama, na beirada, de frente pra ele.
Abriu a boca e colocou a língua pra fora. O irmãozinho se aproximou, e enfiou o pau na boca dela, ela fechou, e com os lábios lindos apertou o tronco inteiro… logo o garoto não aguentou mais, e todo o sêmen começou a jorrar, enquanto Agus engolia tudinho, um jato atrás do outro.
Martín gozava dentro da boca da irmã, enquanto ela olhava pra ele, com a boca cheia de pica, engolindo toda a porra quente.
Quando terminou, a garota sorriu, e ele tirou o pau da boca dela… tava cheio de baba e porra… Agus passou a língua por todo o tronco e a cabeça, limpando tudo.
Tinha dado uma fodida tremenda na irmã.
Ficaram os dois assim, parados… respirando, se olhando. A Agustina escorria um pouco de porra pelos lábios. Tava muito feliz. Finalmente tava bem comida.
O pau do Martín já começava a amolecer. Agus se mexeu um pouco na cama, pegou o travesseiro e apoiou a cabeça, deitou de barriga pra cima, e abriu as pernas na frente dele.
-Vai me dar outra foda irmãozinho? Quero mais!
O garoto sentiu uma descarga de adrenalina. Era a irmã dele, era a cama dela, era tão erótico e proibido, era tão quente, que o Martín já estava ficando duro de novo, na hora.
— Sobe na cama, guri... vem. — Disse a Agus.
O garoto obedeceu, subiu na cama e se ajoelhou entre as pernas abertas da irmã. Já estava quase completamente ereto.
Agustina levou uma mão até a entreperna depilada e começou a se acariciar o clitóris. Depois, abriu a própria buceta com os dedos, estava muito molhada e excitada, toda inchadinha.
— Cê gosta da minha xoxota?
— Muito... gosto muito, Agus!
— Quer enfiar teu pau de novo?
Martín concordou balançando a cabeça. Agustina pegou a pica dele com os dedos e ela mesma colocou na entrada da buceta. Martín só empurrou pra dentro, enfiando meia pica, já bem dura.
Agora ele sentia que a abertura daquela vagina estava mais larga, e tentou se mexer de novo dentro dela.
Agora sentia a pica muito mais sensível, depois da primeira gozada. Nessa posição de "missionário", conseguia ver o rostinho todo excitado da irmã, notava ela meio suada, e os peitões enormes debaixo daquele sutiã preto pareciam tão sexy...
Já tava se movendo, dessa vez mais devagar, comendo a irmãzinha na cama dela, metendo e tirando a pica dura daquela buceta rosa deliciosa. Cada roçada dentro daquelas paredes vaginais quentes era uma maravilha.
Enfiava tudo, e deixava uns segundos bem enterrada. A Agustina adorava aquilo. Ela gostava muito de se sentir cheia de pica, ter ela toda dentro.
— Ahhh... adoro teu pau... adoro como ele é grande... — Dizia a garota em voz baixa.
Cada vez que ele enfiava até o fundo e batia nela, os peitos balançavam debaixo do sutiã.
Agustina esticou a mão até o corpo do irmão, com a palma aberta, acariciando o peito dele... apesar da pouca idade, já era bem definido... desceu e acariciou o abdômen, conseguia sentir levemente os gominhos... nunca tinha Fixa bem. Ela ficou ainda mais excitada percebendo isso.
Agora o garoto começou a se mover mais forte, quase como antes, tentando comer bem a irmã dele. Ela já suspirava muito. Estava perto de outro orgasmo. Enquanto estavam transando, ela o parou.
— Para um minuto, cara... para.
O garoto parou, tirando a cock da pussy dela. Agustina levantou as pernas e colocou nos ombros do irmão.
— Me segura pelas perninhas, irmãozinho... vou colocar elas nos teus ombros...
Já com as pernas da garota levantadas, apoiadas nos ombros do irmão, o garoto segurou elas.
— Agora você vai sentir minha buceta mais apertadinha... vai gostar!
O rapaz estranhou aquela pose esquisita, mas não pensou muito. Com as pernas enormes da irmã nos ombros, ele encostou a cabecinha vermelha e inchada da cock nos lábios vaginais da Agus, que agora estavam bem fechadinhos.
Ele apoiou e empurrou pra dentro, a cock foi abrindo caminho entre os lábios rosadinhos da irmã... estava bem apertada agora.
— Uffff... caralho! — Exclamou o garoto, quando conseguiu meter a cock inteira pra dentro.
Agora ele metia e tirava com mais dificuldade, nessa pose a pussy da irmã estava bem fechadinha... estava dando muito prazer pra ele. Agus sentia ela toda quentinha por dentro e morria de prazer sentindo a cock dura do irmãozinho mais novo abrindo toda a pussy dela.
Martín se moveu mais rápido, agora estava comendo ela com força, a irmã não parava de gemer baixinho como uma putinha. A cama fazia barulho, o garoto segurava firme as pernas dela enquanto metia, dando prazer pra ela.
Agustina colocou a mão entre as pernas, se tocando no clitóris, e a garota chegou a outro orgasmo.
— MMMMMMhhhh...
— Shhhhhh.
A adolescente não conseguiu evitar gemer alto, com a boca fechada, ao explodir em outro orgasmo maravilhoso... ela indicou pro irmãozinho parar de comer ela, porque a pussy dela já estava muito sensível.
Martín Tirou o pau de dentro dela, e baixou as pernas dela dos ombros. Agustina ficou descansando uns segundos de pernas abertas na cama, com a pussy aberta e molhada… O garoto ainda estava muito excitado, quase na segunda gozada.
Logo ela se recuperou, olhando pro irmão dela.
— Quer gozar, gostoso?
— Siiim.
— Já que você foi tão bom comigo… e me comeu tão bem… vou te dar um presente…
Agustina empurrou o irmão dela, fazendo ele deitar de barriga pra cima. A cock apontava pro teto.
Ela se inclinou sobre ele, apoiando os peitos na cock, sem tirar o sutiã.
Martín suspirou quando o pinto dele roçou nos peitões da irmã dele… puta merda.
A garota pegou a cock dura com a mão, e enquanto olhava nos olhos dele, colocou ela entre os peitos, no meio… ela mexia o pinto do irmãozinho, batendo ele nos peitos, no sutiã… enfiando ele no meio dos dois…
— Ahhh…
O corpo de Martín já tremia…
— Quer sujar meus peitos com seu gozo?
— Ahhhh… siim… querooo…
— Mmm… então goza nos meus peitos, porquinho..
Agustina bateu a cock entre os peitos dela duas vezes mais, e o garoto começou a derramar gozo quente… ela continuava segurando ele, deixou ele entre os peitos, enquanto o sêmen caía entre os seios dela e no sutiã… alguns jatos entravam no meio.
— Quanto gozo, neném… — Disse Agus, passando a cock pelos peitos, se lambuzando toda de sêmen.
Martín quase não conseguia respirar. Não conseguia imaginar sentir tanto prazer. Agus soltou a cock, que caiu já mole sobre o púbis dele.
A garota se levantou da cama, completamente satisfeita, com os peitos cheios de gozo do irmão dela. Pegou a calcinha fio dental, vestiu, e olhou pro relógio.
— Uhh, já vai ser 6:30! Vamo que a mãe já vai acordar!!!
Martín se assustou. A mãe dele sempre colocava o despertador naquela hora pra acordar e ir trabalhar. O garoto pegou a cueca dele e vestiu. Depois, se cobriu com o lençol.
— Até amanhã. maninho!
- Até amanhã, Agus.
A irmã dela saiu assim, com a saia já arrumada de novo, só de sutiã, com o peito e as tetas cheias de porra. Foi até o banheiro, pegou uns lencinhos de papel e, enquanto se olhava no espelho, limpava as tetas. Ficou pensando em como o maninho tinha comido ela gostoso… sorriu, já com os peitos limpos, e escovou os dentes.
Quando saiu do banheiro, já andando pelo corredor, deu de cara com a mãe, que tinha acabado de acordar! Não conseguiu evitar ficar nervosa.
- Foi você que fez esses barulhos, filha? - Perguntou a mãe, que tinha acordado ouvindo os rangidos da cama enquanto eles trepavam.
- …Ahh… sim… é que eu bati na mesa… tô meio tonta - Mentiu Agustina.
- Ai, ai, ai… não gosto que você beba tanto, filha.
Agustina entrou no quarto dela… nem tinha percebido que fez tanto barulho. Mas não tava nem aí. Deitou na cama, feliz, super satisfeita e bem comida.
Tinha quebrado todas as barreiras do incesto… agora não tinha mais volta.
::::::
Depois de várias horas de sono, Florencia foi a primeira a acordar, e foi quem preparou a comida no dia seguinte. Agustina acordou com um monte de mensagens no celular, do agora ex-namorado dela. Quase nem leu, não queria saber mais nada com ele. Acordou muito alegre, com um pouco de culpa, mas feliz.
Tomou um banho rápido, saiu do banheiro de calcinha e sutiã e cumprimentou a Flor.
- Por que você tá tão sorridente? - Perguntou Florencia.
Almoçou com a irmã, e lá contou como o Martín comeu ela ontem à noite, quando chegou da festa, e como tinha largado o ex.
Terminaram de comer e ficaram conversando as duas no sofá da sala, enquanto Agustina contava todos os detalhes de como o maninho tinha macetado ela gostoso.
- Cê sabe, Florencia… isso… pra ninguém!!! - Disse Agustina.
- Já sei, bobinha!… me conta mais, como você tava?
- Assim, ó…
Agustina se virou e se ajoelhou no sofá, se posicionando feito uma putinha. — Tá vendo, Flor?.. Eu fiquei assim na cama.
— E ele tava aqui atrás, né? — Disse Florencia, sentada do lado dela, apoiando uma mão na bunda da Agus.
— Sim!
Agustina só tava de calcinha e sutiã, Florcha pegou a calcinha da irmã e puxou um pouco pra baixo.
— Ele meteu na sua buceta? — Perguntou Florencia.
Agustina confirmou com a cabeça, enquanto a irmã ficou atrás dela e olhava a buceta. Passou o dedo de leve, sentindo ela meio molhada.
— Tá excitada, Agus?
— Tô… fiquei com tesão te contando tudo!
— Eu também me molhei.. — Disse Flor.
Florencia continuou acariciando ela, passando a ponta do dedo pelos lábios da buceta.
— Ah, deu vontade de chupar sua buceta! — Disse Flor.
— Humm, sério?
— Sim.. posso?
— Pode.. vai!
Florencia ficou atrás da irmã, puxou a calcinha dela até os joelhos, colocou as mãos nas pernas dela e enfiou a cara na bunda da irmã. Botou a língua pra fora e passou na buceta dela, bem na parte do buraquinho.
— Uhhhmmmm — Gemeu Agus.
Enquanto Florcha chupava a buceta da irmã mais velha, Martín acordou. Foi até a cozinha só de cueca, viu o prato de macarrão e botou no micro-ondas. Ouviu uns barulhos na sala, chegou perto e ficou totalmente surpreso com o que viu. As irmãs dele se pegando no sofá… na hora Agus viu ele e sorriu.
O garoto esqueceu da comida e se aproximou, sentando no sofá do lado delas. Florencia tava com a cara enfiada entre as pernas e a bunda da irmã, enquanto passava a língua por toda a buceta da Agustina.
O moleque olhava, com o pau duro, vendo aquela cena tão excitante… ele também queria provar a buceta da Agus!
— Cê gosta que façam isso? — Perguntou o garoto, meio surpreso.
— Muito, irmãozinho!.. Quer experimentar? — Perguntou Agustina.
— Quero. Martín observou mais algumas vezes como Flor passava a língua nela, e agora era a vez dele. Florencia saiu de entre as pernas da irmã, e o garoto entrou no lugar. Colocou as mãos nas bundas de Agustina, e começou a lamber toda a buceta da irmã, que já estava molhadinha pela babinha da Flor.
O adolescente agora curtia lamber aquela buceta rosada linda que na noite anterior já tinha comido… passava a língua por todos os lábios, enquanto Agus suspirava, com as mãos apoiadas no encosto do sofá, toda excitada.
Florcha pediu licença, o irmão se mexeu um pouco, e a mais nova voltou a se posicionar para lamber aquela área de novo.
— Mete a língua pra dentro… mmm!
Florcha obedeceu, e tentou enfiar a ponta da língua quente dentro do buraquinho da buceta… enfiou um pouco, e tirou de novo. Agustina já tava muito excitada… tava gemendo pra caralho.
— Assim, irmãzinha? — Perguntou Flor, enquanto enfiava e tirava a língua da buceta.
— Siiim… mmm mais Flor… mais pra dentro enfia…
Florencia fez um esforço pra enfiar ainda mais a língua dentro da buceta da irmã… enfiou até a metade! Agus tava com a buceta super excitada e molhada… Florcha cansou um pouco, e descansou, tirando o rosto de entre as pernas da irmã. A buceta ficou escorrendo babinha pra baixo.
Martín viu aquilo e não conseguiu resistir. Tirou a cueca até os pés, se livrou dela, ficando completamente nu, com a piroca dura apontando praquela buceta babada. Se aproximou dela, e passou a ponta pela buceta…
— Mmm já quer meter de novo, porquinho…
— Quero te comer toda, Agus!...
— Ahhh… adoro como tu tá dura!
Martín, sob o olhar da Florcha, passava a piroca pelos lábios vaginais de Agustina, sentindo tudo bem molhado… a garota fechava os olhos, já com muita vontade de ter ela bem dentro.
— Vai, me come. Cara… —disse Agustina suspirando.
O garoto mirou bem na entrada da buceta, e já ia meter.
—Vai foder sem camisinha? —perguntou Florcha.
—Sim… adoro assim!… Contanto que não goze dentro da buceta, não dá nada…
—Agus… se quiser… a gente pode usar…
—Não! Gosto assim, só não goza dentro, cara! Entendeu?
—Sim!
Enquanto Florcha olhava e se tocava sozinha, Martín empurrou pra frente e foi enfiando a piroca bem dura dentro da buceta molhada da irmã… deslizando completamente sem problemas.
Agustina adorou se sentir cheia daquela piroca de novo… entrando no fundo dela, tão quente, tão dura… agora ela queria ser penetrada como na noite passada. De novo, ela estava se deixando comer pelo irmão.
O adolescente meteu inteira, até bater as pernas dele nas dela, e tirou um pouco, pra meter de novo, e assim começou a comê-la.
Enquanto apoiava as mãos nos quadris da garota, ele comia a irmã mais velha, que estava de quatro, ajoelhada no sofá, gemendo e se movendo pra trás e pra frente.
Cada vez que ele metia, a buceta se abria engolindo a piroca toda, ficando cada vez mais aberta. Martín suspirava de tanto prazer, tava gostando muito. Florencia olhava como o pau do irmão entrava e saía da buceta molhada da Agus… parecia tão lindo, tão excitante, que ela se tocava no clitóris enquanto olhava, se molhando toda.
—Ahhhhhh… mmmmm… assim… assim, irmãozinho… —gemia a Agus.
—Ohh..!!
Enquanto fodiam, o celular da Agustina começou a tocar. O garoto parou os movimentos, deixando a piroca bem cravada na buceta, mas parado. Agustina olhou pro telefone, viu que era o agora ex-namorado ligando, fez uma cara de irritada e atendeu. Colocou o telefone na orelha, enquanto continuava de quatro, com a piroca do irmão enterrada na buceta.
—Alô..?
—Alô, meu amor, a gente precisa conversar! —disse o ex.
—Não Não temos nada pra conversar, não quero continuar! — respondeu Agustina.
Martín só esperava, com o pau bem quentinho dentro da irmã… começou a se mexer de novo, mas agora bem devagar e manso… tirando e metendo a rola naqueles lábios rosadinhos e inchados, cheios de fluídos. Agustina tocava ele com a outra mão, e pedia pra ele parar um minuto.
— A gente pode se acertar, não fica assim…
— Não, não dá!
O moleque não queria parar, então enquanto Agustina continuava falando com o ex-namorado no telefone, ele seguiu comendo ela, enfiando a pica na buceta transbordando de prazer.
— Por que você não quer continuar, Agu? O que eu fiz de errado? Me fala, por favor… — dizia o ex.
— Porque você age que nem um imbecil!
Cada vez que ele metia até o fundo, as pernas dele batiam na raba da irmã, fazendo barulhinho. Agora ele metia mais rápido, enquanto a Agus tentava não gemer, mas tava difícil.
— Vou aí na sua casa, quero resolver isso! — falou o ex-namorado.
Agustina ia responder, quando Martín enfiou tudo e ela não conseguiu segurar um gemido.
— Ahhhh… Não, não vem, não quero falar com você! — respondeu depois do gemido.
Martín se mexia bem rápido e comia ela com mais força, a garota se remexia toda tentando segurar o telefone no ouvido, e não conseguia parar de gemer. Tava comendo a própria irmã enquanto ela falava no telefone com o ex-namorado.
— Ohh… ahhmm… ayy…
O namorado do outro lado do celular tava ouvindo os gemidos.
— Aconteceu alguma coisa, meu amor?
Agustina já tava com vontade de falar que tava sendo comida como ele nunca tinha feito!
— Uhh… não… nada!
O irmão dela já tava perto de gozar, tava comendo aquela buceta delicada do jeito que ela gostava, e claro, a Agus também tava quase no orgasmo.
Agustina desligou na cara do ex, largou o celular jogado no sofá, e levou os dedos até o clitóris, enquanto gozava com a rola do irmãozinho dentro.
— Ohhh!… uhhhh… vai, gostoso, me come mais… me come! — implorava Agustina. voz de menina.
Isso foi o suficiente pro garoto, que arrebentou a buceta dela com duas ou três bombadas bem fortes e tirou a pica, bateu uma punheta no cu da irmã, enquanto todo o leite caía nas bochechas da garota, que se contorcia com o orgasmo dela…
Martín terminou de sacudir o pau, apertando até sair todo o leite em cima da raba da Agus, e ela terminava de tremer depois do orgasmo.
Agustina passou a mão na própria raba, sentindo todo o semen quentinho do irmão.
— Uff.. e olha que acabei de tomar banho.. agora vou ter que me lavar de novo. — Comentou Agustina entre risadas.
Martín vestiu a roupa de novo. Florcha tava toda excitada com tudo que tinha visto! Sentia a xota extremamente molhada, os pezinhos bem duros, a calcinha dela tava encharcada… ela também já queria transar igual aos irmãos!
— Eu também quero transar! — Exclamou Flor.
Agustina e Martín ficaram olhando pra ela…
— Não pode, irmãzinha… — Disse Agustina.
— Por que não, Agus? Não é justo vocês transarem e eu não!
— Porque você ainda é muito nova…
— Não sou nova! Tenho 19!!
— E daí!.. você ainda é muito menina pra transar, irmãzinha..
— Mas você já transava muito antes… você é bem sacana.
— Bom, por isso!.. Sua primeira vez tem que ser com o cara certo, com quem for seu primeiro namorado… não com seu irmão!
Florencia decidiu não continuar a discussão. Sem dúvida ela queria transar logo, precisava também ser penetrada… deu vontade de falar pra Agustina “Bem que você deixou nosso irmãozinho perder a virgindade com você, sua puta!”.
Agustina foi tomar banho… a buceta dela tinha ficado toda vermelha e muito sensível! O irmão tinha comido ela várias vezes em pouco tempo, ela tava bem satisfeita e feliz. Limpou todo o leite da raba enquanto tomava banho, depois se secou e vestiu um biquíni, Flor também, e ambas foram pro quintal pegar sol.
Depois, naquela noite, Agustina menstruou, confirmando finalmente que não estava grávida. Nunca tinha ficado tão feliz de ter menstruado.
::::
No dia seguinte, tudo parecia normal. Quando Martín acordou, levantou com vontade de comer a irmã. Só de pensar, já ficou durão… ficou pensativo na cama, antes de se levantar. "Já sou homem… agora fuck you!.. Já tô comendo!.." Ainda não conseguia acreditar como tinha esperado tanto tempo por esses momentos, tanta punheta vendo pornô, na internet ou revistas, ou imaginando as colegas da escola… agora já tava comendo! E ainda por cima comia a beleza da irmã mais velha… Levantou da cama super feliz, passou no chuveiro, e depois sentou pra almoçar com a Florcha. Os dois estavam sentados na mesa da cozinha, comendo.
- A Agus não vai vir comer? - Perguntou Martín.
- Ela não tá se sentindo bem… - Respondeu Florcha.
- Que… agora… ela tá…?
- Sim, bobinho! - Respondeu Florcha rindo.
Martín também riu, embora não gostasse muito que a irmã mais velha estivesse menstruada! Tava com muita vontade de comer, mas não ia ser possível, pelo menos naquele dia…
E ainda por cima a Florcha tava super tesuda, com muita vontade de transar, não aguentava ser a última em tudo… de vez em quando se fazia de boba e olhava com luxúria pro irmãozinho, ou se virava pra mostrar a raba.
- Que dia lindo, quero aproveitar pra pegar um sol, irmãozinho. - Disse Florcha, enquanto lavava a louça.
- É, tá muito sol…
Florencia foi até o quarto dela, ia vestir um biquíni, mas não tinha certeza qual usar. Teve uma ideia, pra esquentar o irmão. Vestiu um biquíni e levou outro até a cozinha, onde Martín tava vendo TV.
- Ei, cara… não sei que biquíni vestir!
Martín olhou pra ela, Florcha tava de biquíni, era azul com bolinhas brancas… tava uma gostosa.
- Você gosta desse que tô usando?.. ou prefere esse? - Disse Florcha, apontando pro outro biquíni, que era todo vermelho.
- …Não sei…
Florcha tirou o que tava vestindo, tirou a parte de cima, ficando de peitos de fora, e depois tirou a parte de baixo… estava completamente pelada na frente do irmão dela! Martin olhava pra aquela ppk escura e cheia de pelos… que tesão que dava. Logo a mina vestiu o outro biquíni vermelho.
—Esse eu gosto mais, Flor!
Sem mais, Florencia deixou o azul no quarto dela, e depois de um tempo foi passar a tarde no quintal, tinha deixado o irmão dela de pau duro, se mostrando pelada de propósito…
Passou protetor solar, depois colocou uma toalha na grama e deitou de barriga pra cima, no sol. Tava muito calor.
Depois de um tempo vendo TV, Martin tomou um pouco de água, e foi pro quintal também, tava entediado. Arrumou uma espreguiçadeira, e sentou nela. Só tava de sunga. Tava do lado da irmã dele, mas na sombra que a casa fazia. Ficava olhando pra ela… ela depois de um tempo, virou, deitando de bruços. Agora ele via a tira do sutiã vermelha nas costas, e a fio dental na bunda… claramente tava meio pequena, porque entrava quase toda entre as bandas… vendo ela assim, o moleque ficou muito excitado, já tava com o pau durinho por baixo da sunga.
Florencia virou o olhar e viu ele, sabendo que ele tava olhando. A mina desamarrou a tira do sutiã do biquíni, deixando as costas nuas. Depois de um tempo assim, pegou a fio dental do biquíni, e puxou pra baixo, tirando e deixando de lado. Tava tomando sol pelada.
—Cuidado que o vizinho pode te ver! — Disse Martin.
—Que me veja!… — Respondeu ela sorrindo.
O muro que separava o quintal deles do quintal do vizinho, não era tão alto. Se alguém tentasse espiar por cima, poderia acabar vendo a Florcha pelada tomando sol, deitada… o vizinho tinha seus anos, uns quarenta… Martin ficou surpreso com o quanto sua irmã tava sendo puta. Não aguentava mais, já vendo a raba dela pelada. O moleque desceu da espreguiçadeira, e sentou na grama, do lado da irmãzinha dele.
—Imagina se ele tá no quintal dele e olha pra cá, e te espiã...
—Você acha que o vizinho vai ficar de pau duro se me ver pelada? —Perguntou Florcha, se fazendo de sonsa.
—Claro!... se ele ver essa Booty gostosa... você pelada... acho que ele pula o muro e te come!
Os dois riram. A garota passou um pouco de protetor solar na mão e espalhou por toda a bunda enorme, passando nas nádegas... enquanto isso, o irmão dela olhava.
—Você gosta que eu olhe, Flor? —Perguntou Martín.
—Sim... você não percebeu que tirei o biquíni pra você?
Florcha queria provocar ele muito... ela estava muito excitada, estava prestes a deixar de ser virgem, queria transar, queria sentir o que a irmã contava, uma pica penetrando ela...
Martín se posicionou na altura da bunda da irmã. Agora estava no sol forte, começou a acariciar as nádegas gordas e excitantes, ainda úmidas de protetor solar.
Florencia, ainda deitada de bruços, levou as duas mãos até a Booty e, com ambas, abriu bem as nádegas. Martín agora via claramente o furinho do cu e os lábios da buceta fechadinhos.
—Olha aqui, irmãozinho... você gosta do que vê?
—Sim, Flor... gosto muito!
—E você queria me comer?
—Óbvio, porra... adoraria!
Florencia adorava ouvir ele dizer isso... o garoto estava com a pica dura pra caralho, doía de tão dura que estava! Já estava vazando muito líquido pré-seminal da cabeça. Enquanto ela mantinha a bunda aberta, ele colocou um dedo no furinho do cu... passou por ali, e depois desceu pra buceta.
Ele se ajeitou um pouco e colocou o rosto entre as nádegas da garota, esticou a língua pra fora e lambeu o cu dela.
—Mmmmm... —Gemiu Florcha, de olhos fechados.
Martín passou a língua várias vezes pelo furinho anal da irmãzinha, deixando ele cheio de saliva...
—Agora você não tem medo do vizinho te ver chupando a Booty da sua irmã? —Disse Florencia.
O garoto riu... e continuou lambendo.
—O sol vai te fazer mal, irmãozinho, passa protetor, senão você Você vai queimar!
- Não tem problema… é só um minuto.
- Mas tá muito forte!
Depois de um tempo chupando a bunda dela, ele tirou o rosto de lá e continuou com as carícias.
- Bom… acho que já chega de sol por hoje! – Disse a garota.
Os dois se levantaram e voltaram pra dentro de casa. Tomaram alguma coisa enquanto a tarde passava.
Florcha foi pro quarto dela, tirou o biquíni, e voltou pra cozinha pelada. No caminho, vestiu um sutiã e uma camiseta. Enquanto o irmão olhava pra buceta dela, ela colocou uma legging esportiva curta, sem nada por baixo. Depois, os tênis.
- Vai um pouco pra academia?
- Sim!
- Não vai colocar nada por baixo da legging?
- Não, é mais confortável assim, irmãozinho!
- Tá marcando demais a raba, Flor!… vão ficar olhando muito.
A verdade é que a irmã dele estava uma gostosa do caralho de legging… o jeito que a bunda dela marcava era impressionante! A garota deu um beijo na bochecha do irmãozinho e foi embora.
Quando chegou lá, ela logo percebeu todos os olhares dos caras, tinha muita gente.
Ela começou a malhar, enquanto por dentro tava louca de tesão. Martín resolveu limpar um pouco o quarto dele… ainda tava muito excitado, e não parava de imaginar as coisas que a irmã podia estar fazendo com tantos caras por perto… sentou na cama, pegou o celular e mandou uma mensagem no WhatsApp pra Florcha.
“Tá passando despercebida? Ou tão te olhando?”
A garota, enquanto pedalava na bicicleta ergométrica, leu e deu risada.
“Tão me olhando pra caralho! Tá cheio de caras”
Martín abaixou a sunga, porque a pica já tava apertando demais.
“Como você gosta de ser olhada na raba, irmãzinha! O que cê tá fazendo?”
“Siiim… tô na bicicleta”
“Ahh!… Enquanto pedala, levanta um pouco a raba pra eles verem bem… cê topa?”
“Hahaha que safado você é! Claro que topo!”
Florcha se fez de sonsa, e enquanto pedalava, levantava um pouco a raba… assim dava pra ver mais, e quase Todos os homens do lugar não perdiam detalhe, se fazendo de desentendidos…
Ela tava toda soltinha… os caras da academia, o vizinho, o irmão dela… tanto faz… queria chamar a atenção dos homens.
“Já fiz, e ainda olho eles pelo espelho e eles me encaram!”
O adolescente já tava batendo uma enquanto lia o que a irmã escrevia pra ele.
“Que puta que você tá, Flor!.. quando voltar, vou chupar bem essa sua bunda”
“Mmm quero!” Respondeu ela, se molhando toda na academia.
“Tá excitada?”
“Sim, pra caralho!”
“Então… toma cuidado, irmãzinha… que não aconteça nada com sua legging porque você tá sem calcinha! Imagina se ela rasga ou acontece alguma coisa”
“Ai, você tá me assustando… é verdade! Um monte de caras iam ver minha pussy! Morro de vergonha kkkk”
Depois de mais algumas trocas, Florencia terminou o treino e voltou pra casa… Martín tava muito tarado. Já era fim de tarde, quando a mina chegou em casa, tava com vontade de mijar e entrou no banheiro. Depois, deu descarga, se limpou e subiu a legging.
Agora tava em pé se olhando no espelho do banheiro, meio suada, bem na hora que o irmão mais novo entrou no banheiro. Se olharam, e o moleque imediatamente ficou atrás da irmã, e sem falar nada, pegou a legging dela e puxou até o tornozelo.
Martín se ajoelhou no chão, de um jeito que a cara dele ficava na altura da bunda enorme da Florcha. Abriu um pouco e meteu a língua, começando a chupar a bunda dela de novo… a mina ficou em pé, segurando na pia, enquanto a língua do irmãozinho brincava no buraquinho dela.
Ela abriu um pouco as pernas. O irmão passava a língua no cu dela de um jeito quase desesperado, Florcha derretia de prazer, adorava ter a bunda chupada.
Depois de várias lambidas, a adolescente tava completamente excitada… tinha deixado o irmão tão tarado o dia inteiro, que ela também já não aguentava mais… Martín desabotoou a bermuda, tirando a rola pra fora. Fora.
- Ahhhh... mmmmmmmmmmmm
- Cê gosta que eu chupe sua bunda?
- Siii... uhhmm sii.
O garoto continuava lambendo a bunda da irmã dele no banheiro, quando se levantou, apontou a pica e colocou ela no cu dela.
- Ohhhh... - Gemeu a mina ao sentir ela tão dura na bunda dela.
Florcha levou as mãozinhas pras bochechas dela e abriu bem a raba, o irmão dela colocava a pica ali, o buraquinho do cu tava todo cheio de baba... toda vez que Martín encostava e empurrava, o orifício abria um pouco na mina... ele brincava com a ponta da pica empurrando naquela bunda que tava se abrindo de tesão...
Florencia sentia como a buceta dela tava muito molhada, muito excitada... sentir esse pau quentinho e duro na bunda dela era foda...
- Mmmm... tua bunda abre demais, Florrrrr... - Disse Martín, olhando como o buraquinho da irmã dele se abria aos poucos quando ele encostava a glande.
Já não aguentava mais, queria meter no cu da irmã dele... ela continuava abrindo as bochechas, notando como a ponta quase já entrava.
- Abre porque tô muito excitada, irmãozinho... ahhh... a gente devia parar.. cê vai meter!
- Quero te comer, Flor.. quero meter fundo na sua bunda...
- Ai não, chega, cara!
- Cê é uma putinha mesmo, irmãzinha..
Florencia ficou com muito mais tesão quando ouviu o irmão chamar ela de putinha... queria transar, mas ao mesmo tempo não se sentia pronta, também não achava a situação ideal.
O garoto empurrou mais pra dentro naquela bunda babada, notou como abriu um pouco mais, e a pontinha da glande entrou!
- Ahhhh!!! Ai, dói, irmãozinho!!!
Martín não ligou, tirou e encostou de novo, o buraquinho do cu da Florcha tava um pouco aberto, junto com a saliva que tinha depois da chupada que o irmão deu, e o tesão que ela tava sentindo a pica dura ali...
- Paraaaa... sério, cara... ainda não tô preparada pra transar!
- Vou meter tudo na sua bunda, Flor... vou te foder!
- Nãoooo!!! Pelo amor.. minha primeira Tem que ser com alguém especial... – implorava Florcha.
O adolescente não deu ouvidos, estava tão excitado que só queria arrombar o cu da irmã virgem. Empurrou mais fundo, e sentiu a cabeça inteira entrar na buceta de Florcha!
– AIHHHHHHHHHHHHHH TÔ DOENDO!!! Tá doendo minha buceta!!!
Martín tinha a cabeça gordinha e vermelha da pica enfiada no cu da irmã, abriu ela pela primeira vez! Tava metendo a bunda na irmãzinha virgem de pé! E no banheiro.
Nisso, a mãe chegou em casa... quando entrou na sala e largou as coisas na mesa, ouviu um barulho do grito da Florencia quando o irmãozinho enfiou na buceta dela, e foi ver o que era. Achou que o grito veio do banheiro, chegou perto da porta, que estava fechada, dava pra ver a luz acesa lá dentro.
– Filha? Tá bem? – perguntou a mãe atrás da porta.
Martín e Florcha ficaram parados feito estátuas na hora. Se cagaram de medo. O moleque tinha a irmã enfiada no cu...
Continua...
Crédito ao autor @nickbend
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