Um amante mais novo
Era uma tarde de quarta-feira, minha amiga Rocío tinha me insistido pra eu não ver o Martín, a gente só tinha saído por dois meses, mas ele insistiu e eu não soube recusar, a gente tomava um café perto de casa. Moro perto da Plaza Irlanda, sou a Romina, 30 anos, etc, etc. Ele passou pra me buscar em casa, moro sozinha, não deixei ele subir, Martín é lutador de MMA, bem violento pra meu gosto, um babaca de cara, sei lá. Não tinha medo dele, mas queria deixar as coisas claras. Ele tocou a campainha e eu desci, tava usando uma leggings que adoro, não tava de calcinha por baixo e marca bem a raba e a buceta, adoro como fica em mim, tava bem excitada e pensando em qual velho amigo podia chamar depois que me livrasse do Martín. No começo eu tinha deixado claro que eu transava com quem eu quisesse, que não esperava fidelidade nenhuma da parte dele, que não tava atrás de namorado nem nada parecido, no começo ele concordou, acho que pensando que eu não ia resistir aos encantos dele, otário. Atravessamos a praça andando em silêncio e tinha um grupinho de caras de uns vinte e poucos anos, eu calculei, jogando futebol, Martín parou pra cumprimentar um amigo, eu continuei andando e um dos caras se aproximou, me disse um elogio muito doce que me fez sorrir, continuei andando e quando me virei vi o Martín batendo no cara, deu um soco forte no olho dele, os amigos entraram pra defender e ele também bateu em dois ou três, gritei pra ele parar, que ele era louco. Fui falando com ele na rua, cancelei o café, nem fodendo que vou sentar pra tomar algo com você, seu babaca, andamos até o carro dele, eu tava cada vez mais furiosa, como é que eu pude ter saído, mesmo que só por dois meses, com um idiota desses. Vi ele ir embora no carro e voltei andando pra casa, quando passei no mercadinho os caras estavam tomando algo na calçada, me aproximei deles e pedi desculpas, eles estavam rindo e falando pro Gastón, que era o que tinha elogiado, que ele quase tinha quebrado o olho dele. Mano com o olho roxo, piadas de caras bobos. Cheguei perto do Gastón e falei que morava a umas quadras, porque ele não vinha comigo e eu colocava um pouco de gelo no olho dele. Uma carinha de menino bonzinho, mas a verdade é que comecei a ficar com tesão, tava afim de brincar um pouco.
— Vem até em casa que eu te ponho um gelo... vai...
— Não, por favor, não precisa se incomodar... a senhora não me conhece, imagina se vou entrar na sua casa...
— Desculpa... quantos anos você tem?
— 22 anos
— Sou tão velha assim pra você me tratar de senhora?
— Não, me desculpa... digo, me desculpa... não quero parecer folgado...
— Vamos pra casa, vai...
Fomos andando pra casa, contei que tava saindo há pouco tempo com o cara que bateu nele, que era um idiota, que justo tava terminando com ele. Já em casa, ele sentou numa cadeira, fui buscar o gelo e coloquei no olho dele. Comecei a me sentir à vontade perto dele.
— Não queria tomar um banho?
— Não, por favor, senhora... não quero te incomodar... desculpa pelo "senhora"...
— Não me incomoda... tenho uma sauna linda... pode tomar um banho de imersão e experimentar... só que se um homem toma banho na minha casa, eu reservo o direito de olhar... e tocar se eu quiser... mas ninguém pode me tocar... — nunca tinha feito nada parecido, era a primeira vez que fazia uma coisa assim, não sei de onde tirei essa ideia. Ele ficou mudo, não sabia o que dizer, também notei uma cara de desconfiança nele.
— Sabe o que... você tem razão... não me conhece... te trouxe pra minha casa... vai que quero te estuprar...
— Não, não é isso... é que... parece incrível... uma mulher dessas...
— O quê... não posso ficar com vontade de brincar um pouco com você? Mas se você tá com medo, tudo bem... com certeza o papai e a mamãe devem estar te esperando...
A cara dele mudou e ele foi andando pro banheiro. Ia tirar a camiseta.
— Não tira a roupa ainda... eu aviso quando... — fui pro banheiro e passei na frente dele... preparei o banho, molhei minha camiseta, como não tava de sutiã, meus mamilos apareciam bem durinhos— Tira a camiseta... — passei a mão no peito dele, peguei ele... Peguei no elástico da calça dele e puxei pra baixo, umas cuecas horríveis com desenhinhos apareceram na minha frente.
— Sua mamãe ainda compra sua roupa...?
Ele não respondeu, mas era óbvio que sim. O volume dele tava bem duro, por baixo da cueca, tamanho normal, bem durinho, ideal pros 22 anos dele. Me ajoelhei na frente dele e fui abaixando a cueca bem devagar, o pau dele ficou do lado do meu rosto, adoraria ter chupado, mas não era a hora. — Entra na água...
Peguei minha esponja mais macia com um sabonete de cheiro de amêndoas que eu amo e comecei a passar no peito dele, no pescoço, lavei o rosto dele suavemente.
— Fecha os olhos... — enquanto com a esquerda eu esfregava o rosto dele, minha mão direita foi acariciar o pau dele, debaixo d'água, ele ficou duro e um gemido escapou da boca dele, bem baixinho mas deu pra ouvir.
— Tá parecendo um sonho ou um pesadelo...? — falei enquanto agora acariciava o peito e a rola dele ao mesmo tempo.
— Não consigo acreditar... é incrível...
— Aposto que você vai sair correndo pra contar pros seus amiguinhos... porque homem é tudo bem idiota...
— Não, juro que não... adoro como suas mãos são macias...
— Nunca vi um pau cuspir porra debaixo d'água... você vai ter coragem de me mostrar...? — falei chegando perto do ouvido dele, mordendo a orelha dele, e acelerando a punheta. A respiração dele começou a acelerar, o pau dele ficou ainda mais duro, se é que era possível, e senti quando ele explodiu, e adorei ver a porra do pau dele se misturar com a água, além de que fazia tempo que não ficava com alguém tão novo e me surpreendeu a quantidade de porra que saiu. Dei um beijinho suave nos lábios dele e mandei ele tomar banho. Saí do banheiro pensando em como ia aliviar meu tesão, não tava a fim de ver ninguém, talvez depois eu batesse uma, quando ele saiu do banheiro a gente sentou pra tomar uns mates, conversamos um pouco sobre tudo, contei que eu gerencio grupos de promotoras numa empresa, que tava estudando pra magistratura, ele não trabalhava, estudava gastronomia no segundo ano, Adorava cozinhar, não trabalhava, morava com os pais, tinha tido uma namorada até um ano atrás, e agora estava sozinho, não era muito bom com garotas. Quando ele estava indo embora, falei:
— Olha... curti brincar com você... queria que a gente continuasse brincando... mas não aceito ciúmes... não quero relação séria, saio com quem quero e quando quero. Se chamo algum amante, espero que venha; se não puder, sem problema, mas ele vai descendo na minha lista de prioridades. Mesmo assim, você ainda não tá na categoria de amante, é tipo um projeto, nunca saí com alguém mais novo que eu. Se quiser te ver à noite, não vou avisar em cima da hora, sempre tento avisar pelo menos doze horas antes. Se você me ligar e quiser me ver, dentro dos três dias seguintes te vejo com certeza, não deixo meus amigos amantes na mão, a não ser que esteja viajando, claro.
— Você gostaria de tentar...?
— Adoraria...
— Então domingo te espero pra almoçar... umas 14 horas... — peguei dinheiro e dei pra ele.
— Não, pra quê. Você é doida...
— Quero que você compre umas cuecas decentes e que escolha você mesmo... não que sua mãe compre... compra duas ou três... quando comprar, pensa em mim...
Despedi ele na porta do meu apartamento, quando chegou lá embaixo tocou a campainha de dentro e eu abri, nos vemos domingo, ele disse.
Não comentei nada com nenhuma das minhas amigas, me senti estranha, e ao mesmo tempo não conseguia parar de fantasiar com o domingo. Tenho umas algemas pra brincar, que costumo usar, na maioria das vezes adoro que meus amantes me prendam na cama, mas dessa vez pensei, pela primeira vez, em ser eu quem amarrasse um jovenzinho. As imagens vinham aos montes, não conseguia parar, me distraí vendo séries. O domingo chegou bem pontual, tinha encomendado comida, ainda não tinha chegado. Coloquei uns shorts curtinhos elásticos, sem calcinha, e a parte de cima de um biquíni, queria que ele visse o piercing da minha barriga, geralmente os homens curtem muito. Desci pra abrir pra ele assim, descalça, tava com os olhos esbugalhados, quando ele entrou tampei a boca dele com a mão
– Você ficou de boca aberta...
– Você tá sensacional...
– Que bom que você gostou... me arrumei pra você...
Tomamos uns mates até a comida chegar,
– Vem comigo buscar...
– Não quer que eu desça...?
– Não, porque... o rapaz também pode aproveitar um pouco da vista... – calcei uns saltos altos, que levantam mais a raba – assim fico mais gostosa, né...?
– Vai descer assim...?
– Claro... óbvio... imagina se você tivesse trabalhando nesse calor... não ia gostar de ser bem recebido... – Ele não falou nada, o volume dele já tava duro desde que chegou. – Coloca a camiseta por fora... se algum vizinho nos ver, você vai parecer um tarado...
Quando desci do elevador, exagerei no rebolado enquanto caminhava pra abrir pra ele, o cara tava encantado com a vista, dava pra ver na cara dele. Peguei o pacote e falei:
– Me desculpa... esqueci a grana lá em cima... me espera um pouquinho...
– Claro... sem problema...
– Me afastei dando um presente pra ele: uma visão da minha bunda mexendo sensual...
Quando subimos no elevador com o Gastón, ele disse:
– Como você gosta de provocar...
– Não vai começar com ciúmes, vai...?
– Claro que não... se nem sou seu amante...
– Exato... é um pré-candidato – falei e apertei o volume dele por cima da calça.
Comemos mais tranquilos, nos conhecendo um pouco mais, comemos na sala, sentados cada um num sofá. No final do almoço, falei, tirando as algemas de baixo da almofada do sofá onde eu tava sentada:
– Gostou...? Sempre brinco com meus amantes... gosto que me amarrem na cama... me sentir oferecida... entregue... isso quando confio neles, claro... com alguns poucos... – Gastão ficou em silêncio. –
Gostaria de experimentar com você... que é mais novinho, sentir como é ser quem amarra o outro... quer brincar...?
– Adoraria... e o que você vai fazer comigo...?
– Ainda não sei... depende de quão má eu for Senta... — Levantei, dei um beijo suave nos lábios dele e fui pro quarto. Ele veio andando atrás de mim — Tira a roupa... fica só de cueca... — ele tava usando uma preta, muito gostosa — Essas você comprou, né...?
— Sim, pensando em você...
— Você ganhou um ponto... deita... — peguei nas mãos dele e amarrei nas grades da cama. Fui buscar minha taça de vinho, sentei numa cadeira do lado da cama, me acariciando a bucetinha por cima do shortinho enquanto dava uns goles no vinho. — Gostei da cueca... mas quero te ver pelado... — Levantei, deixei o copo na mesinha, me enfiei entre as pernas dele e fui descendo a cueca devagar. O pau dele apareceu bem duro, cheio de fluidos pré-seminais. Com meu dedo indicador, espalhei um pouco dos fluidos acariciando a cabecinha do pau dele e depois chupei o dedo. O pau dele dava pulinhos no ar. Levantei, fiquei do lado da cama e, dando uma visão da minha bunda, fui descendo o shortinho devagar. Minha bunda ficou de fora. Virei pra ele, me acariciando a pussy e mostrando os poucos pelinhos que tenho nela. Me ajeitei com um joelho de cada lado da cabeça dele e dei minha bucetinha pra ele chupar. Nunca tinha feito assim e adorei. Ele chupava que nem um desesperado. Fui dizendo aos poucos como fazer, o que eu gostava e o que não. Só de dar instruções já me deixava mais molhada. Montada nele, com a parte de cima do meu biquíni ainda vestida, fui indicando como fazer e, quando gozei, agarrei ele forte pela nuca, espremendo ele contra mim. Acabei como uma sexy girl.
Fiquei mais um tempinho em cima dele, que continuava brincando com a língua. Olhei pro pau dele, que ainda pulsava. Saí de cima dele e dei um beijo nele pela primeira vez, enfiando a língua bem fundo.
— Você pode entrar na categoria de amante se continuar assim... — falei, e ele sorriu. Fui pra sala e trouxe mais vinho, dei pra ele beber nos lábios. Ele ainda tava amarrado na cama. Eu tomei um... Então, me acomodei em cima dele na altura da rola dele, coloquei os dois lábios da minha buceta nas laterais do pau dele, que tava pra cima, apertei contra a pélvis dele e me mexi um pouco assim em cima... vai e vem...
— Tô muito perto...
— E chega, gostoso... vai... me dá essa porra... — a rola dele explodiu, sujando a barriga inteira e um pouco do peito dele, era uma porra grossa, bem branca e superabundante. Saí de cima dele e perguntei se podia tampar o rosto dele com um travesseiro e tirar uma foto, amei o pau dele ainda duro e a barriga cheia de porra, ele não teve problema, então tirei umas fotos coloridas e outras em preto e branco. Ele quis que eu mandasse, adorou, desamarrei ele, mandei tomar banho e depois de bater um papo e tomar uns mates, ele foi pra casa dele. A gente vai se ver de novo.
Era uma tarde de quarta-feira, minha amiga Rocío tinha me insistido pra eu não ver o Martín, a gente só tinha saído por dois meses, mas ele insistiu e eu não soube recusar, a gente tomava um café perto de casa. Moro perto da Plaza Irlanda, sou a Romina, 30 anos, etc, etc. Ele passou pra me buscar em casa, moro sozinha, não deixei ele subir, Martín é lutador de MMA, bem violento pra meu gosto, um babaca de cara, sei lá. Não tinha medo dele, mas queria deixar as coisas claras. Ele tocou a campainha e eu desci, tava usando uma leggings que adoro, não tava de calcinha por baixo e marca bem a raba e a buceta, adoro como fica em mim, tava bem excitada e pensando em qual velho amigo podia chamar depois que me livrasse do Martín. No começo eu tinha deixado claro que eu transava com quem eu quisesse, que não esperava fidelidade nenhuma da parte dele, que não tava atrás de namorado nem nada parecido, no começo ele concordou, acho que pensando que eu não ia resistir aos encantos dele, otário. Atravessamos a praça andando em silêncio e tinha um grupinho de caras de uns vinte e poucos anos, eu calculei, jogando futebol, Martín parou pra cumprimentar um amigo, eu continuei andando e um dos caras se aproximou, me disse um elogio muito doce que me fez sorrir, continuei andando e quando me virei vi o Martín batendo no cara, deu um soco forte no olho dele, os amigos entraram pra defender e ele também bateu em dois ou três, gritei pra ele parar, que ele era louco. Fui falando com ele na rua, cancelei o café, nem fodendo que vou sentar pra tomar algo com você, seu babaca, andamos até o carro dele, eu tava cada vez mais furiosa, como é que eu pude ter saído, mesmo que só por dois meses, com um idiota desses. Vi ele ir embora no carro e voltei andando pra casa, quando passei no mercadinho os caras estavam tomando algo na calçada, me aproximei deles e pedi desculpas, eles estavam rindo e falando pro Gastón, que era o que tinha elogiado, que ele quase tinha quebrado o olho dele. Mano com o olho roxo, piadas de caras bobos. Cheguei perto do Gastón e falei que morava a umas quadras, porque ele não vinha comigo e eu colocava um pouco de gelo no olho dele. Uma carinha de menino bonzinho, mas a verdade é que comecei a ficar com tesão, tava afim de brincar um pouco.
— Vem até em casa que eu te ponho um gelo... vai...
— Não, por favor, não precisa se incomodar... a senhora não me conhece, imagina se vou entrar na sua casa...
— Desculpa... quantos anos você tem?
— 22 anos
— Sou tão velha assim pra você me tratar de senhora?
— Não, me desculpa... digo, me desculpa... não quero parecer folgado...
— Vamos pra casa, vai...
Fomos andando pra casa, contei que tava saindo há pouco tempo com o cara que bateu nele, que era um idiota, que justo tava terminando com ele. Já em casa, ele sentou numa cadeira, fui buscar o gelo e coloquei no olho dele. Comecei a me sentir à vontade perto dele.
— Não queria tomar um banho?
— Não, por favor, senhora... não quero te incomodar... desculpa pelo "senhora"...
— Não me incomoda... tenho uma sauna linda... pode tomar um banho de imersão e experimentar... só que se um homem toma banho na minha casa, eu reservo o direito de olhar... e tocar se eu quiser... mas ninguém pode me tocar... — nunca tinha feito nada parecido, era a primeira vez que fazia uma coisa assim, não sei de onde tirei essa ideia. Ele ficou mudo, não sabia o que dizer, também notei uma cara de desconfiança nele.
— Sabe o que... você tem razão... não me conhece... te trouxe pra minha casa... vai que quero te estuprar...
— Não, não é isso... é que... parece incrível... uma mulher dessas...
— O quê... não posso ficar com vontade de brincar um pouco com você? Mas se você tá com medo, tudo bem... com certeza o papai e a mamãe devem estar te esperando...
A cara dele mudou e ele foi andando pro banheiro. Ia tirar a camiseta.
— Não tira a roupa ainda... eu aviso quando... — fui pro banheiro e passei na frente dele... preparei o banho, molhei minha camiseta, como não tava de sutiã, meus mamilos apareciam bem durinhos— Tira a camiseta... — passei a mão no peito dele, peguei ele... Peguei no elástico da calça dele e puxei pra baixo, umas cuecas horríveis com desenhinhos apareceram na minha frente.
— Sua mamãe ainda compra sua roupa...?
Ele não respondeu, mas era óbvio que sim. O volume dele tava bem duro, por baixo da cueca, tamanho normal, bem durinho, ideal pros 22 anos dele. Me ajoelhei na frente dele e fui abaixando a cueca bem devagar, o pau dele ficou do lado do meu rosto, adoraria ter chupado, mas não era a hora. — Entra na água...
Peguei minha esponja mais macia com um sabonete de cheiro de amêndoas que eu amo e comecei a passar no peito dele, no pescoço, lavei o rosto dele suavemente.
— Fecha os olhos... — enquanto com a esquerda eu esfregava o rosto dele, minha mão direita foi acariciar o pau dele, debaixo d'água, ele ficou duro e um gemido escapou da boca dele, bem baixinho mas deu pra ouvir.
— Tá parecendo um sonho ou um pesadelo...? — falei enquanto agora acariciava o peito e a rola dele ao mesmo tempo.
— Não consigo acreditar... é incrível...
— Aposto que você vai sair correndo pra contar pros seus amiguinhos... porque homem é tudo bem idiota...
— Não, juro que não... adoro como suas mãos são macias...
— Nunca vi um pau cuspir porra debaixo d'água... você vai ter coragem de me mostrar...? — falei chegando perto do ouvido dele, mordendo a orelha dele, e acelerando a punheta. A respiração dele começou a acelerar, o pau dele ficou ainda mais duro, se é que era possível, e senti quando ele explodiu, e adorei ver a porra do pau dele se misturar com a água, além de que fazia tempo que não ficava com alguém tão novo e me surpreendeu a quantidade de porra que saiu. Dei um beijinho suave nos lábios dele e mandei ele tomar banho. Saí do banheiro pensando em como ia aliviar meu tesão, não tava a fim de ver ninguém, talvez depois eu batesse uma, quando ele saiu do banheiro a gente sentou pra tomar uns mates, conversamos um pouco sobre tudo, contei que eu gerencio grupos de promotoras numa empresa, que tava estudando pra magistratura, ele não trabalhava, estudava gastronomia no segundo ano, Adorava cozinhar, não trabalhava, morava com os pais, tinha tido uma namorada até um ano atrás, e agora estava sozinho, não era muito bom com garotas. Quando ele estava indo embora, falei:
— Olha... curti brincar com você... queria que a gente continuasse brincando... mas não aceito ciúmes... não quero relação séria, saio com quem quero e quando quero. Se chamo algum amante, espero que venha; se não puder, sem problema, mas ele vai descendo na minha lista de prioridades. Mesmo assim, você ainda não tá na categoria de amante, é tipo um projeto, nunca saí com alguém mais novo que eu. Se quiser te ver à noite, não vou avisar em cima da hora, sempre tento avisar pelo menos doze horas antes. Se você me ligar e quiser me ver, dentro dos três dias seguintes te vejo com certeza, não deixo meus amigos amantes na mão, a não ser que esteja viajando, claro.
— Você gostaria de tentar...?
— Adoraria...
— Então domingo te espero pra almoçar... umas 14 horas... — peguei dinheiro e dei pra ele.
— Não, pra quê. Você é doida...
— Quero que você compre umas cuecas decentes e que escolha você mesmo... não que sua mãe compre... compra duas ou três... quando comprar, pensa em mim...
Despedi ele na porta do meu apartamento, quando chegou lá embaixo tocou a campainha de dentro e eu abri, nos vemos domingo, ele disse.
Não comentei nada com nenhuma das minhas amigas, me senti estranha, e ao mesmo tempo não conseguia parar de fantasiar com o domingo. Tenho umas algemas pra brincar, que costumo usar, na maioria das vezes adoro que meus amantes me prendam na cama, mas dessa vez pensei, pela primeira vez, em ser eu quem amarrasse um jovenzinho. As imagens vinham aos montes, não conseguia parar, me distraí vendo séries. O domingo chegou bem pontual, tinha encomendado comida, ainda não tinha chegado. Coloquei uns shorts curtinhos elásticos, sem calcinha, e a parte de cima de um biquíni, queria que ele visse o piercing da minha barriga, geralmente os homens curtem muito. Desci pra abrir pra ele assim, descalça, tava com os olhos esbugalhados, quando ele entrou tampei a boca dele com a mão
– Você ficou de boca aberta...
– Você tá sensacional...
– Que bom que você gostou... me arrumei pra você...
Tomamos uns mates até a comida chegar,
– Vem comigo buscar...
– Não quer que eu desça...?
– Não, porque... o rapaz também pode aproveitar um pouco da vista... – calcei uns saltos altos, que levantam mais a raba – assim fico mais gostosa, né...?
– Vai descer assim...?
– Claro... óbvio... imagina se você tivesse trabalhando nesse calor... não ia gostar de ser bem recebido... – Ele não falou nada, o volume dele já tava duro desde que chegou. – Coloca a camiseta por fora... se algum vizinho nos ver, você vai parecer um tarado...
Quando desci do elevador, exagerei no rebolado enquanto caminhava pra abrir pra ele, o cara tava encantado com a vista, dava pra ver na cara dele. Peguei o pacote e falei:
– Me desculpa... esqueci a grana lá em cima... me espera um pouquinho...
– Claro... sem problema...
– Me afastei dando um presente pra ele: uma visão da minha bunda mexendo sensual...
Quando subimos no elevador com o Gastón, ele disse:
– Como você gosta de provocar...
– Não vai começar com ciúmes, vai...?
– Claro que não... se nem sou seu amante...
– Exato... é um pré-candidato – falei e apertei o volume dele por cima da calça.
Comemos mais tranquilos, nos conhecendo um pouco mais, comemos na sala, sentados cada um num sofá. No final do almoço, falei, tirando as algemas de baixo da almofada do sofá onde eu tava sentada:
– Gostou...? Sempre brinco com meus amantes... gosto que me amarrem na cama... me sentir oferecida... entregue... isso quando confio neles, claro... com alguns poucos... – Gastão ficou em silêncio. –
Gostaria de experimentar com você... que é mais novinho, sentir como é ser quem amarra o outro... quer brincar...?
– Adoraria... e o que você vai fazer comigo...?
– Ainda não sei... depende de quão má eu for Senta... — Levantei, dei um beijo suave nos lábios dele e fui pro quarto. Ele veio andando atrás de mim — Tira a roupa... fica só de cueca... — ele tava usando uma preta, muito gostosa — Essas você comprou, né...?
— Sim, pensando em você...
— Você ganhou um ponto... deita... — peguei nas mãos dele e amarrei nas grades da cama. Fui buscar minha taça de vinho, sentei numa cadeira do lado da cama, me acariciando a bucetinha por cima do shortinho enquanto dava uns goles no vinho. — Gostei da cueca... mas quero te ver pelado... — Levantei, deixei o copo na mesinha, me enfiei entre as pernas dele e fui descendo a cueca devagar. O pau dele apareceu bem duro, cheio de fluidos pré-seminais. Com meu dedo indicador, espalhei um pouco dos fluidos acariciando a cabecinha do pau dele e depois chupei o dedo. O pau dele dava pulinhos no ar. Levantei, fiquei do lado da cama e, dando uma visão da minha bunda, fui descendo o shortinho devagar. Minha bunda ficou de fora. Virei pra ele, me acariciando a pussy e mostrando os poucos pelinhos que tenho nela. Me ajeitei com um joelho de cada lado da cabeça dele e dei minha bucetinha pra ele chupar. Nunca tinha feito assim e adorei. Ele chupava que nem um desesperado. Fui dizendo aos poucos como fazer, o que eu gostava e o que não. Só de dar instruções já me deixava mais molhada. Montada nele, com a parte de cima do meu biquíni ainda vestida, fui indicando como fazer e, quando gozei, agarrei ele forte pela nuca, espremendo ele contra mim. Acabei como uma sexy girl.
Fiquei mais um tempinho em cima dele, que continuava brincando com a língua. Olhei pro pau dele, que ainda pulsava. Saí de cima dele e dei um beijo nele pela primeira vez, enfiando a língua bem fundo.
— Você pode entrar na categoria de amante se continuar assim... — falei, e ele sorriu. Fui pra sala e trouxe mais vinho, dei pra ele beber nos lábios. Ele ainda tava amarrado na cama. Eu tomei um... Então, me acomodei em cima dele na altura da rola dele, coloquei os dois lábios da minha buceta nas laterais do pau dele, que tava pra cima, apertei contra a pélvis dele e me mexi um pouco assim em cima... vai e vem...
— Tô muito perto...
— E chega, gostoso... vai... me dá essa porra... — a rola dele explodiu, sujando a barriga inteira e um pouco do peito dele, era uma porra grossa, bem branca e superabundante. Saí de cima dele e perguntei se podia tampar o rosto dele com um travesseiro e tirar uma foto, amei o pau dele ainda duro e a barriga cheia de porra, ele não teve problema, então tirei umas fotos coloridas e outras em preto e branco. Ele quis que eu mandasse, adorou, desamarrei ele, mandei tomar banho e depois de bater um papo e tomar uns mates, ele foi pra casa dele. A gente vai se ver de novo.
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