Bom, continuando com a melhor história que já li na minha vida, aqui vai a parte IX
Irmãs Tangas e Calcinhas
A melhor história que já li na minha vida.
A melhor história que eu já li na minha vida, puta que pariu.eDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A melhor história que eu já li na minha vida III
A melhor história que já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.
A melhor história que eu li na minha vida VII
A melhor história que li na minha vida VIII
Muitíssimo obrigado pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão.
Agustina tirou o shortinho, ficando só de sutiã e calcinha. Saiu do quarto, indo pra cozinha…
Chegou, e tava olhando pro irmãozinho dele, sentado vendo TV. A mina ficou encarando ele com as mãos na cintura. O moleque virou pra olhar ela, e a Agustina na hora se inclinou, ficando de pé mostrando a raba de calcinha.
—A Flor me disse que você queria fazer o mesmo comigo… ou já não quer mais?
O pau do Martín ficou duro na hora, enquanto ele via a puta da irmã mais velha se oferecendo daquele jeito. Ele se levantou, puxou o pau duro pra fora, ainda molhado da porra de minutos atrás. Foi até ela e encarou…
Agustina sorriu pra ele, então o garoto ficou atrás dela.
-Tem certeza? Falei meio na brincadeira... é que tava muito tesuda!
- Não importa… eu também quero que você goze na minha buceta… pode? Você tem gozo?
—…Acho que sim…
Claro que ele ficou cheio de porra, e ainda mais com a irmã dele esquentando ele assim… ele começou a bater uma, dessa vez no cu da Agustina. Encostou ela na calcinha, enquanto batia uma forte.
Agustina curtia… sentindo os movimentos do irmãozinho nas bochechas da bunda dela. Ela se inclinou um pouco mais, apoiando as mãos na mesa, dando uma visão melhor da rabeta dela.
—Posso tocar na sua bunda, Agus?
Mmm… bom… mas só um pouquinho, hein! Não exagera…
Agora ele acariciava a raba dela com uma mão, enquanto com a outra se batia uma rápido, sentindo a pele da irmã bem quente. Olhou mais pra baixo, e quis levar a mão pra área da buceta da mina. Foi descendo, até tocar as coxas dela, chegando perigosamente perto daquela zona. Agustina percebeu.
—…Cuidado com o que você vai fazer!
—Você me deixa? — perguntou Martín para a irmã, acariciando a borda da calcinha bem pertinho da buceta.
-Não! A buceta não, cara!
O rapaz tirou a mão dali, e enquanto se masturbava na bunda da irmã, começou a sentir o orgasmo chegando.
Acelerou os movimentos, e as reservas de porra que ainda tinha começaram a respingar na buceta da Agustina, em menor quantidade que na da Florencia.
A porra que escorria da glande caía nas bochechas e no tecido da calcinha da Agustina… a mina adorou sentir gozo quentinho escorrendo na bunda dela. Tava salivando pra provar. Fazia tempo que não fazia com o namorado… e era o irmãozinho dela, muito mais tesão!
O Martín sacudiu a pica de novo, dessa vez apertando pra sair toda a porra, e passou ela inteira na calcinha e no cu pra se limpar direitinho.
-Valeu, maninho!
Agustina já tava felizona por receber gozo na buceta igual a irmã dela. Ficou bem em pé, e passou a mão na buceta toda, sentindo o esperma grosso e quente.
Ela mergulhou os dedos no meio da bunda, juntando porra da calcinha, e enfiou na boca… chupou os dedos enquanto o irmão olhava pra ela.
-Pena que a Flor tirou quase toda a porra.. gozou pouco em mim!
-..Sim.. A culpa é da Florencia!
Os dois riram.
- Na próxima vez, quero que você goze em mim primeiro! Entendeu?
-Sim, Agus.
Agustina terminou de engolir o pouco de porra que o irmãozinho tinha gozado na buceta dela, e se mandou pro quarto… o moleque guardou o pau, totalmente satisfeito depois de duas punhetas, uma no cu de cada irmã, com os ovos completamente vazios. Agora ele podia ver o jogo numa boa.
Quando a Agus chegou no quarto, encontrou a irmã já dormindo… os peitos de fora, a calcinha nos joelhos, toda melada. Ela cobriu com um lençol, pra não dar chance de a mãe, quando voltar, resolver entrar no quarto e encontrar ela assim, parecendo que foi comida inteira.
A mais velha tirou a calcinha suja e foi tomar banho pra limpar os restos pegajosos de porra já seca na bunda dela.
Mais tarde, Florencia também tomou banho, quando acordou, e viu como estava, se sentiu a garota mais suja do mundo.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Capítulo XIII:Vantagens da juventude
No dia seguinte, mal amanhecia, o moleque foi acordado pela mãe, tinha consulta com o dentista.
Meio dormindo, com os olhos ainda fechados, e querendo cair no sono de novo…
—Não quero ir, mãe!
- Tem que ir, filho, é só um check-up de 5 minutos.. vai, que tô atrasado.
Puxa… logo pra mim tinha que cair o primeiro turno?
Ele se amaldiçoou por ter que ir ao dentista logo cedo. Levantou, se vestiu rápido e entrou no carro no banco do carona, enquanto a mãe dele dirigia. Ela o levou até o dentista. O moleque entrou e, por sorte, a velha gorda e feia da dentista examinou os dentes dele por uns minutos.
-Tudo bem, Martincito.
Martín odiava ser chamado assim. Depois de dar um beijo de cumprimento na senhora, ele se mandou na hora dali e voltou pro carro. A mãe levou ele de volta pra casa, e ela foi pro trampo.
O cara abriu a porta e entrou em casa, 8 da manhã, sem a mãe que já tinha ido trabalhar, tudo em silêncio, as irmãs dele dormindo… o que fazer agora, com a manhã toda pela frente? Não dava pra dormir de novo… parecia que ia ser uma manhã bem chata. Ele ia ligar o videogame pra jogar no PlayStation, mas aí teve uma ideia.
Lembrou do que a Agustina tinha dito no dia anterior. “Da próxima vez, quero que você goze primeiro dentro de mim, entendeu?”
O pau dele ficou duro de novo, já com as energias recarregadas.
Primeiro ela tomou café da manhã. Esquentou água na chaleira e tomou um chá. Uns minutos depois, caminhou devagarzinho e sem fazer barulho até o quarto das irmãs. Abriu a porta bem devagar, sem fazer ruído. A janela estava com a cortina aberta, então entrava um pouco de luz do sol, e dava pra ver bem. Só se ouvia o barulho leve do ventilador.
Ele percebeu que as duas garotas estavam dormindo… ambas cobertas só com um lençol, cada uma na sua cama.
Ele caminhou até a cama da Agustina, e ela estava deitada de lado, de costas pro garoto. Martín tocou o ombro dela, tentando acordá-la.
Ela tocou duas ou três vezes, até que a mina reagiu. Virou só a cabeça e olhou pra ele, com os olhos semicerrados, toda sonolenta.
—…Mmmmhh… o que foi?
—Quero te dar a gozada como você pediu.
A mina quase soltou uma gargalhada.
—Tão cedo? Que horas são? Mamãe já foi?
-É, já foi embora… quer que eu te dê a porra, maninha?
-…Bom… mas… agora? Espera um pouco… deixa eu dormir mais um pouco.
Agustina tentou continuar dormindo, mas Martín já estava no fogo. Naquela posição, ele conseguia tocar as costas e a raba da irmã através do lençol. Colocou uma mão nas bandas da bunda e puxou a piroca pra fora do short.
A Agustina percebeu, mas tava meio dormindo... deixou ele fazer por enquanto. Além disso, ela gostava daquelas carícias na bunda.
O garoto começou a bater uma bem devagar, enquanto passava a mão na bunda da irmã. Ele se abaixou, enfiou a mão debaixo do lençol, e agora tava apalpando a bunda dela direto na pele, por baixo do lençol.
A mina percebeu e aí sim ele deu um gelo, porque ela tava dormindo toda pelada debaixo do lençol!
-Para aí, irmãozinho… para. Tô pelado…
Isso só deixou o garoto mais excitado, já com a pica pulando de tesão. Ele tirou a mão de lá de baixo e, como a Agus estava deitada perto da beirada da cama, o moleque conseguiu encostar a pica dura na raba dela. E fez isso.
Ele começou a se masturbar agora, com a pica roçando a bunda da Agustina, mas por cima do lençol.
—Posso tirar o lençol? Quero encher essa bunda de porra, Agus.
-..NÃO! Estou pelada…
Agustina continuava deitada naquela posição, agora segurando firme o lençol pra o irmão não puxar. O moleque continuava batendo uma na bunda dela, se continuasse assim ia sujar o lençol todo, e ela teria que limpar…
- Vem cá, gato… me traz uma calcinha da gaveta…
Martín obedeceu a irmã mais velha e procurou na gaveta onde já sabia que as irmãs guardavam as calcinhas e tanguinhas… pegou uma calcinha azul, com bordas brancas… e entregou pra garota.
Agustina enfiou as mãos debaixo do lençol e vestiu a calcinha, subindo ela pelas coxas sem que o garoto pudesse ver. Depois que já tinha colocado, ela mesma puxou o lençol e deixou a bunda dele pra ele encher de porra.
-Agora sim, maninho… acaba com essa buceta toda… mas cuidado pra não sujar os lençóis, entendeu?
—Sim.
Martín observou a bunda da Agus agora com a calcinha azul recém-colocada, e se aproximou dela. Enfiou a pica no cu dela, e continuou se masturbando, enquanto a irmã fechava os olhos com sono, deixando o irmãozinho fazer aquilo.
Ele se masturbava com força, enquanto a cada movimento sua mãozinha batia na bunda da irmã, sujando toda a rabeta com a baba da pica toda excitada.
Agustina não se mexia, continuava deitada de ladinho, com os olhos fechados, quase dormindo, enquanto sentia a piroca dura do irmão na bunda dela.
Martín pegou o lençol e descobriu a irmã inteira, agora vendo as costas dela.
—Ei… vai olhar minhas tetas, seu moleque… — Reclamou Agustina sem muita força, bocejando.
Era exatamente isso que o garoto queria. Diante da passividade da irmã, ele esticou o braço para a frente e agarrou um peito inteiro com a mão toda.
Agora ele pegava e apalpava um peito dela enquanto com a outra mão se masturbava na bunda da garota, com ela quase pelada na cama, só de calcinha azul.
Assim não ia aguentar muito. Apertou um pouco, sentindo aquela teta enorme e firme na mão, enquanto começava a jorrar porra da pica. Como a irmã dele tinha falado pra tomar cuidado pra não sujar os lençóis, enfiou bem a pica no meio da bunda dela, entre os cachetes, e gozou tudo, sujando toda a pobrezinha da calcinha dela e enchendo a rabeta de porra...
Agustina sentiu ela bem enfiada e dura entre as nádegas, enquanto também sentia todo aquele líquido bem quente escorrendo na bunda dela.. enquanto o irmão ainda segurava um peito dela.
O cara se retirou, já satisfeito, e como começou a ver que a porra ia escorrer pela bunda dela abaixo e ia sujar o lençol, pegou uma toalha que tava no quarto e colocou debaixo da coxa da irmã dele, pra quando a porra cair, cair na toalha e não nos lençóis.
Ele ficou um minuto vendo a porra escorrendo na buceta da irmã mais velha, e foi jogar videogame.
Agustina ficou assim, nem se mexeu, logo voltou a dormir, com a bunda escorrendo, cheia de porra do irmão dela.
Pouco depois, umas horas mais tarde, com o sol já mais perto do meio do céu, quem acordou primeiro foi a Florencia. Ela ficou deitada na cama antes de se levantar… ficou olhando pra irmã dela, que estava com a bunda descoberta, na beirada da cama… estranhou um pouco, vendo aquela toalha.
Uns minutos depois, a Agustina finalmente acordou. Na hora lembrou do que tinha rolado algumas horas atrás, e percebeu que tava sentindo a buceta toda melada…
Aconteceu alguma coisa, sua idiota? Por que você colocou essa toalha?...
Agustina se virou e pegou a toalha, jogando ela no chão.
-…É que seu irmãozinho veio e se masturbou na minha bunda…
-Mentira!
-É sério, sua boba… vem ver minha rabeta… tô toda meladinha!
Florencia começou a rir. Levantou da cama e foi até a da irmã... se aproximou pra olhar bem a raba dela... conseguiu ver tudo lambuzado de porra... e a calcinha toda suja.
Depois disso, a Florcha vestiu a calcinha e foi preparar o almoço, enquanto a Agustina saiu pro banheiro assim, só de calcinha e de peitos de fora, afinal o irmãozinho dela já tinha visto, tocado e apalpado tudo… já não ligava muito pra isso.
Florencia terminou de preparar a comida e chamou o irmão dela, que estava na sala, enquanto a Agustina tomava banho.
—Neném… hora de comer!
-Ok!!!
Enquanto os dois almoçavam, a Agustina saiu do banho, agora só de uma fio dental limpa, sem sutiã, e sentou-se assim mesmo pra comer alguma coisa.
Martín ficou olhando pra ela… e claro que não tirava os olhos daqueles melões. Enquanto comia, debaixo da mesa, o pau dele endureceu de novo.
A Agustina esticava a mão pra pegar o copo, ou o sal, e a cada movimento os peitos balançavam de um lado pro outro…
—Tá me encarando por quê, cara? —perguntou Agustina, sabendo que excitava ele com as peitona dela.
-..Nada…
As duas minas tavam rindo. Agus se abaixou em cima da mesa e ficou olhando pro volume do irmãozinho dela.
- Você tá com ela durinha!
Florencia quis olhar, e fez o mesmo.
-É verdade! Por que você tá com ela assim?-Perguntou Florcha.
- Ah, é por causa das minhas tetas! Tá de pau duro por me ver as tetas, ou não, irmãozinho?
-Sim, Agus!
—Que cara nojento… você fica de pau duro com as tetas da sua irmã! —Disse Agustina rindo, zoando ele.
Os três na mesa riram, enquanto terminavam de almoçar.
Martín recolheu os pratos e levou até a lava-louças… com o volume apertado no short.
—Depois da punheta que você bateu na minha bunda, já tá assim de novo? — perguntou Agustina, olhando pro pau dele.
—É culpa das suas tetas! E por ficar mostrando elas pra mim... fiquei de pau duro por causa disso.
—É… com certeza… mesmo se agora eu estivesse de sutiã, com certeza tu ia ficar de pau duro do mesmo jeito.
-Bom… pode ser! Kkkkk.
-Hahahaha.
O cara lavou a louça em poucos minutos e secou as mãos num pano de prato. Virou-se pra voltar pra mesa e puxou a pica dura na frente das irmãs.
- Quem vai me bater uma punheta? Por favor, por favor!
As duas garotas ficaram mudas, olhando pra pica dele pulando de tesão.
- Agus?.. Flor?... As duas?
As duas? Quer que a gente faça uma punheta pra você juntas? Hahaha, continua sonhando, mano!
-Hahaha, beleza… se não querem me fazer uma punheta… me deixam bater uma nas bundas de vocês? Isso sim!
-…Tá bom…
—Quem vai colocar a buceta? —perguntou Martin segurando o pau duro.
—Agora?
-Sim! Quero bater uma agora mesmo! Suas tetas me deixaram muito tesudo, Agus!
—Bom, é sua vez, Flor… eu acabei de tomar banho! — respondeu Agustina.
—Haha, que safada que você é, maninha! Você esquenta ele mostrando as tetas e eu tenho que botar a raba pra ele encher de porra! —Disse Florcha rindo.
Florencia se levantou e se apoiou na mesa da cozinha, onde tinha almoçado uns minutos atrás. Ela se inclinou um pouco pra mostrar toda a bunda pro irmão dela, que já tava atrás dela.
Martín não perdeu tempo e enfiou a ponta da rola entre as nádegas dela, por cima da calcinha. Começou a bater uma, olhando de lado pra Agustina, pra ver bem os peitos dela.
Ver a irmã dele sentar pra comer de peitos de fora, deixou ele muito, muito excitado... e ainda por cima ele tava se masturbando de novo na bunda enorme e gorda da Florencia. De vez em quando ele batia uma, e de vez em quando pegava o pau com dois dedos e passava ele inteiro pelas bochechas da bunda, batendo uma.
Ele apoiou a mão esquerda no quadril da Florença, e com a direita se masturbava, roçando a pica e a mão na bunda dela.
-Flor… posso te passar pela buceta?
-…Não!
Continuou com aquilo, agora a mão esquerda saiu do quadril da Florencia e foi pro lado, até tocar um peito da Agustina. A irmã mais velha deixava, enquanto olhava tudo, se excitando. Martín agarrou um mamilo dela com os dedos, apertando… aí a Agustina levou um ‘choque elétrico’ e sentiu a buceta esquentar.
Graças à porra gostosa da manhã no cu da Agustina, agora o moleque conseguia aguentar mais um tempinho.
Parou a masturbação. Agarrou com as duas mãos nas cadeiras de Florença, e agora se mexia como se estivesse comendo ela. Movia-se pra trás e pra frente, e com a cabeça da rola cutucava a bunda dela, por cima da calcinha.
Florcha ficou toda molhada ao sentir tanto… já tinha os mamilos duros, a pele arrepiada e a buceta molhada, enquanto o irmãozinho enfiava a rola entre as bandas do cu dela.
Agora sim, tava muito tesão, a respiração dela acelerou e quando sentiu que ia gozar, o garoto segurou a pica e bateu uma punheta forte na bunda da irmã dele pra esporrar tudo.
O sêmen foi escorrendo pelas bochechas da bunda, um jato espirrou até as costas, e os outros foram descendo pelo meio da bundinha da Florcha. Enquanto gozava, o moleque apoiou de novo a outra mão nos peitos da Agustina. Terminou sacudindo a pica e limpando ela na calcinha da Florencia, deixando a irmã toda suja.
Sem falar nada, Florencia passou os dedos pela bunda toda, e os restos de porra que tinha ali, enfiou na boca… ela tinha ficado muito excitada. A mesma coisa fez Agustina… enfiou dois dedos nas nádegas da irmã, e engoliu um pouco de sêmen quentinho e recém-ordenhado.
—Satisfeito? Espero que não suba até amanhã, seu piraninho! — Disse Agustina, olhando pra ele enquanto sorria.
O cara foi tirar uma soneca na hora.. tava exausto.
As meninas ficaram sozinhas na cozinha.
—Como me deixou com tesão, sua idiota… — Disse Florcha, se tocando um pouco na buceta por cima da calcinha, parada ao lado da irmã.
- Muito?
—Sim… como ontem. Quer ver?
- Vai nessa! Também me excitou! E ainda por cima me apalpou os peitos…
Florcha, toda excitada, assim parada na cozinha, puxou a calcinha molhada até as coxas, mostrando de frente o púbis cheio de pelos escuros pra irmã dela, e a pussy que tava inchada. Levou a mão lá embaixo, e com dois dedinhos, abriu os lábios da pussy, todos babados, pra mostrar pra Agus.
—Tá vendo? Esse cara me deixa assim!
—Sim… você tá muito molhada.
Agustina olhou bem pra buceta da irmã, reparando nos lábios maiores, os de fora, bem inchados e gordinhos, com a frestinha no meio… o clitóris aparecia um pouquinho, mas não dava pra ver os lábios de dentro. Parecia a buceta de uma menina ainda, com os lábios maiores bem carnudos e a racha no meio.
- Ainda tem buceta de bebê, maninha!
-..Não zoa! Não tenho culpa de ser assim… haha.
Florencia tocou o clitóris agora, já se excitando cada vez mais.
Agustina se levantou, vendo a irmã mais nova se tocando. Depois de esquentar o irmão mostrando os peitos, depois que ele apalpou eles, lembrar como encheu a raba de porra de manhã, e como bateu uma no cu da Flor… e agora ver a irmã se tocando, tudo isso deixou a Agus muito tarada também.
Florencia se masturbou forte no clitóris, até sentir o orgasmo. A buceta dela soltou mais umidade, enquanto ela terminava de passar os dedinhos pelos lábios... limpou eles nos pelinhos do púbis. Vestiu a calcinha... tava toda molhada e suja de porra.
-Uff…
-Alô?
-Muito.
—É a minha vez! —Disse Agustina.
A mais velha também abaixou a calcinha fio-dental molhada até as coxas.
—Que porra! Já tenho que trocar a fio dental de novo… —Disse Agus.
Assim parada de peitos de fora e com a fio dental abaixada, agora ela mostrava a buceta pra irmãzinha mais nova. Tinha a ppk toda depilada, e a buceta era bem rosadinha. Os lábios maiores não eram tão inchados, mas os menores eram mais salientes… daquele rosa forte característico, todos brilhando de tão molhados.
Florencia ficou olhando, enquanto Agustina chupava os dedinhos e os levava até o clitóris. Começou a se tocar, molhando os dedos entre cuspe e buceta melada…
De repente, parou de brincar com o clitóris e enfiou um dedinho na buceta. Florencia, como era virgem, nunca tinha feito aquilo e queria ver. Chegou um pouco mais perto.
—Como é que se sente enfiar o dedo?
—Perguntou Flor pra Agus.
-Mmmm é uma delícia, sua gostosa…
Agustina enfiava e tirava um dos dedinhos na buceta, enquanto sentia tudo molhadinho pelos seus sucos.
—Quer experimentar? —Perguntou pra Florcha.
—…Como?
- Se quiser provar como é colocar um dedinho na buceta.
—É, mas… vai doer.
-Não, sua bobinha!… Tô falando pra você enfiar um dedinho em mim!
-Ahhh.. Sério?.. Quero sim!
—Ok… espera.
A Agus arrumou uma cadeira e sentou nela. Tirou a fio dental, segurando ela num punho da mão, e abriu as pernas pra irmã dela. Agora tava completamente pelada na cozinha!
Florencia viava bem a buceta da irmã, com as pernas abertas. Ela se ajoelhou no chão e se colocou entre as pernas de Agustina.
—Me ensina... não quero te machucar.
- Não é difícil, maninha. Primeiro chupa o dedo que você vai meter em mim!
A mina obedeceu e enfiou o dedo do meio na boca. Chupou ele e encheu de baba.
-Isso!... agora só enfia ele…
Agustina abriu a própria buceta com os dedos, pra facilitar. Florencia aproximou o dedo até a buceta molhada da irmã, e enfiou de leve no buraquinho vaginal… foi colocando mais pra dentro… com suavidade… enquanto o dedo abria caminho entre os lábios rosados… inacreditável, ela tava enfiando um dedo na buceta da própria irmã! Parecia loucura, mas…
Depois de ter meio dedo lá dentro, Agustina mandou ele começar a mexer e enfiar até o fundo. Agora ele enfiava e tirava o dedo inteiro da buceta da irmã mais velha, sentindo como tudo estava viscoso, apertado e molhado.
—Você gosta? —ela perguntou pra Agustina.
-Sim!...mmm... já vou gozar, irmãzinha… cê topa me tocar o clitóris enquanto enfia o dedo?
-…Bem, então!
Assim então, Florença começou a masturbar o clitóris dela com um dedo, fazendo movimentos circulares igual ela fazia consigo mesma, e com outro dedo pegava na buceta dela, sentindo ela bem apertadinha e toda molhada. Tava masturbando a própria irmã!
Ele se empolgou com o que estava fazendo, enquanto a Agustina gemia bem baixinho, pra o irmão dela não ouvir nada do quarto dele.
Florencia tava masturbando ela muito bem… tocava no clitóris dela enquanto enfiava o dedo, ela já tava suspirando de prazer.
-Vou acabar, Flor… mais rápido!
Obedeceu a ordem e bateu uma punheta mais rápido, até que a Agustina gozou, o orgasmo foi violento, a buceta explodiu de prazer, enquanto ela se contorcia toda na cadeira!
Fazia tempo demais que outros dedos não a punhetavam… e ainda por cima era a primeira vez que uma garota a tocava, e nada mais nada menos que sua irmãzinha virgem! Isso sem dúvida a deixou mais tesuda…
Uff…
Florencia tirou o dedo da buceta, todo babado, e chupou pra sentir o gosto da buceta da irmã mais velha.
—Porquinha!
—Você gostou?
—Que tal!... cê aprende rápido, gata!…
Haha.. também gostei de fazer isso em você!
Agustina fechou as pernas e ficou descansando uns segundos depois do orgasmo intenso, enquanto se acariciava a buceta…
Já estamos quites... pelo jeito que você me bateu uma ontem! Tava te devendo essa, haha.[color=
Irmãs Tangas e Calcinhas
A melhor história que já li na minha vida.
A melhor história que eu já li na minha vida, puta que pariu.eDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A melhor história que eu já li na minha vida III
A melhor história que já li na minha vida IV
A melhor história que já li na minha vida, viu.
A melhor história que já li na minha vida, véi.
A melhor história que eu li na minha vida VII
A melhor história que li na minha vida VIII
Muitíssimo obrigado pelos pontos e comentários!!!
Os personagens são todos maiores de idade, pra não ter confusão.
Agustina tirou o shortinho, ficando só de sutiã e calcinha. Saiu do quarto, indo pra cozinha…
Chegou, e tava olhando pro irmãozinho dele, sentado vendo TV. A mina ficou encarando ele com as mãos na cintura. O moleque virou pra olhar ela, e a Agustina na hora se inclinou, ficando de pé mostrando a raba de calcinha.
—A Flor me disse que você queria fazer o mesmo comigo… ou já não quer mais?
O pau do Martín ficou duro na hora, enquanto ele via a puta da irmã mais velha se oferecendo daquele jeito. Ele se levantou, puxou o pau duro pra fora, ainda molhado da porra de minutos atrás. Foi até ela e encarou…
Agustina sorriu pra ele, então o garoto ficou atrás dela.
-Tem certeza? Falei meio na brincadeira... é que tava muito tesuda!
- Não importa… eu também quero que você goze na minha buceta… pode? Você tem gozo?
—…Acho que sim…
Claro que ele ficou cheio de porra, e ainda mais com a irmã dele esquentando ele assim… ele começou a bater uma, dessa vez no cu da Agustina. Encostou ela na calcinha, enquanto batia uma forte.
Agustina curtia… sentindo os movimentos do irmãozinho nas bochechas da bunda dela. Ela se inclinou um pouco mais, apoiando as mãos na mesa, dando uma visão melhor da rabeta dela.
—Posso tocar na sua bunda, Agus?
Mmm… bom… mas só um pouquinho, hein! Não exagera…
Agora ele acariciava a raba dela com uma mão, enquanto com a outra se batia uma rápido, sentindo a pele da irmã bem quente. Olhou mais pra baixo, e quis levar a mão pra área da buceta da mina. Foi descendo, até tocar as coxas dela, chegando perigosamente perto daquela zona. Agustina percebeu.
—…Cuidado com o que você vai fazer!
—Você me deixa? — perguntou Martín para a irmã, acariciando a borda da calcinha bem pertinho da buceta.
-Não! A buceta não, cara!
O rapaz tirou a mão dali, e enquanto se masturbava na bunda da irmã, começou a sentir o orgasmo chegando.
Acelerou os movimentos, e as reservas de porra que ainda tinha começaram a respingar na buceta da Agustina, em menor quantidade que na da Florencia.
A porra que escorria da glande caía nas bochechas e no tecido da calcinha da Agustina… a mina adorou sentir gozo quentinho escorrendo na bunda dela. Tava salivando pra provar. Fazia tempo que não fazia com o namorado… e era o irmãozinho dela, muito mais tesão!
O Martín sacudiu a pica de novo, dessa vez apertando pra sair toda a porra, e passou ela inteira na calcinha e no cu pra se limpar direitinho.
-Valeu, maninho!
Agustina já tava felizona por receber gozo na buceta igual a irmã dela. Ficou bem em pé, e passou a mão na buceta toda, sentindo o esperma grosso e quente.
Ela mergulhou os dedos no meio da bunda, juntando porra da calcinha, e enfiou na boca… chupou os dedos enquanto o irmão olhava pra ela.
-Pena que a Flor tirou quase toda a porra.. gozou pouco em mim!
-..Sim.. A culpa é da Florencia!
Os dois riram.
- Na próxima vez, quero que você goze em mim primeiro! Entendeu?
-Sim, Agus.
Agustina terminou de engolir o pouco de porra que o irmãozinho tinha gozado na buceta dela, e se mandou pro quarto… o moleque guardou o pau, totalmente satisfeito depois de duas punhetas, uma no cu de cada irmã, com os ovos completamente vazios. Agora ele podia ver o jogo numa boa.
Quando a Agus chegou no quarto, encontrou a irmã já dormindo… os peitos de fora, a calcinha nos joelhos, toda melada. Ela cobriu com um lençol, pra não dar chance de a mãe, quando voltar, resolver entrar no quarto e encontrar ela assim, parecendo que foi comida inteira.
A mais velha tirou a calcinha suja e foi tomar banho pra limpar os restos pegajosos de porra já seca na bunda dela.
Mais tarde, Florencia também tomou banho, quando acordou, e viu como estava, se sentiu a garota mais suja do mundo.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Capítulo XIII:Vantagens da juventude
No dia seguinte, mal amanhecia, o moleque foi acordado pela mãe, tinha consulta com o dentista.
Meio dormindo, com os olhos ainda fechados, e querendo cair no sono de novo…
—Não quero ir, mãe!
- Tem que ir, filho, é só um check-up de 5 minutos.. vai, que tô atrasado.
Puxa… logo pra mim tinha que cair o primeiro turno?
Ele se amaldiçoou por ter que ir ao dentista logo cedo. Levantou, se vestiu rápido e entrou no carro no banco do carona, enquanto a mãe dele dirigia. Ela o levou até o dentista. O moleque entrou e, por sorte, a velha gorda e feia da dentista examinou os dentes dele por uns minutos.
-Tudo bem, Martincito.
Martín odiava ser chamado assim. Depois de dar um beijo de cumprimento na senhora, ele se mandou na hora dali e voltou pro carro. A mãe levou ele de volta pra casa, e ela foi pro trampo.
O cara abriu a porta e entrou em casa, 8 da manhã, sem a mãe que já tinha ido trabalhar, tudo em silêncio, as irmãs dele dormindo… o que fazer agora, com a manhã toda pela frente? Não dava pra dormir de novo… parecia que ia ser uma manhã bem chata. Ele ia ligar o videogame pra jogar no PlayStation, mas aí teve uma ideia.
Lembrou do que a Agustina tinha dito no dia anterior. “Da próxima vez, quero que você goze primeiro dentro de mim, entendeu?”
O pau dele ficou duro de novo, já com as energias recarregadas.
Primeiro ela tomou café da manhã. Esquentou água na chaleira e tomou um chá. Uns minutos depois, caminhou devagarzinho e sem fazer barulho até o quarto das irmãs. Abriu a porta bem devagar, sem fazer ruído. A janela estava com a cortina aberta, então entrava um pouco de luz do sol, e dava pra ver bem. Só se ouvia o barulho leve do ventilador.
Ele percebeu que as duas garotas estavam dormindo… ambas cobertas só com um lençol, cada uma na sua cama.
Ele caminhou até a cama da Agustina, e ela estava deitada de lado, de costas pro garoto. Martín tocou o ombro dela, tentando acordá-la.
Ela tocou duas ou três vezes, até que a mina reagiu. Virou só a cabeça e olhou pra ele, com os olhos semicerrados, toda sonolenta.
—…Mmmmhh… o que foi?
—Quero te dar a gozada como você pediu.
A mina quase soltou uma gargalhada.
—Tão cedo? Que horas são? Mamãe já foi?
-É, já foi embora… quer que eu te dê a porra, maninha?
-…Bom… mas… agora? Espera um pouco… deixa eu dormir mais um pouco.
Agustina tentou continuar dormindo, mas Martín já estava no fogo. Naquela posição, ele conseguia tocar as costas e a raba da irmã através do lençol. Colocou uma mão nas bandas da bunda e puxou a piroca pra fora do short.
A Agustina percebeu, mas tava meio dormindo... deixou ele fazer por enquanto. Além disso, ela gostava daquelas carícias na bunda.
O garoto começou a bater uma bem devagar, enquanto passava a mão na bunda da irmã. Ele se abaixou, enfiou a mão debaixo do lençol, e agora tava apalpando a bunda dela direto na pele, por baixo do lençol.
A mina percebeu e aí sim ele deu um gelo, porque ela tava dormindo toda pelada debaixo do lençol!
-Para aí, irmãozinho… para. Tô pelado…
Isso só deixou o garoto mais excitado, já com a pica pulando de tesão. Ele tirou a mão de lá de baixo e, como a Agus estava deitada perto da beirada da cama, o moleque conseguiu encostar a pica dura na raba dela. E fez isso.
Ele começou a se masturbar agora, com a pica roçando a bunda da Agustina, mas por cima do lençol.
—Posso tirar o lençol? Quero encher essa bunda de porra, Agus.
-..NÃO! Estou pelada…
Agustina continuava deitada naquela posição, agora segurando firme o lençol pra o irmão não puxar. O moleque continuava batendo uma na bunda dela, se continuasse assim ia sujar o lençol todo, e ela teria que limpar…
- Vem cá, gato… me traz uma calcinha da gaveta…
Martín obedeceu a irmã mais velha e procurou na gaveta onde já sabia que as irmãs guardavam as calcinhas e tanguinhas… pegou uma calcinha azul, com bordas brancas… e entregou pra garota.
Agustina enfiou as mãos debaixo do lençol e vestiu a calcinha, subindo ela pelas coxas sem que o garoto pudesse ver. Depois que já tinha colocado, ela mesma puxou o lençol e deixou a bunda dele pra ele encher de porra.
-Agora sim, maninho… acaba com essa buceta toda… mas cuidado pra não sujar os lençóis, entendeu?
—Sim.
Martín observou a bunda da Agus agora com a calcinha azul recém-colocada, e se aproximou dela. Enfiou a pica no cu dela, e continuou se masturbando, enquanto a irmã fechava os olhos com sono, deixando o irmãozinho fazer aquilo.
Ele se masturbava com força, enquanto a cada movimento sua mãozinha batia na bunda da irmã, sujando toda a rabeta com a baba da pica toda excitada.
Agustina não se mexia, continuava deitada de ladinho, com os olhos fechados, quase dormindo, enquanto sentia a piroca dura do irmão na bunda dela.
Martín pegou o lençol e descobriu a irmã inteira, agora vendo as costas dela.
—Ei… vai olhar minhas tetas, seu moleque… — Reclamou Agustina sem muita força, bocejando.
Era exatamente isso que o garoto queria. Diante da passividade da irmã, ele esticou o braço para a frente e agarrou um peito inteiro com a mão toda.
Agora ele pegava e apalpava um peito dela enquanto com a outra mão se masturbava na bunda da garota, com ela quase pelada na cama, só de calcinha azul.
Assim não ia aguentar muito. Apertou um pouco, sentindo aquela teta enorme e firme na mão, enquanto começava a jorrar porra da pica. Como a irmã dele tinha falado pra tomar cuidado pra não sujar os lençóis, enfiou bem a pica no meio da bunda dela, entre os cachetes, e gozou tudo, sujando toda a pobrezinha da calcinha dela e enchendo a rabeta de porra...
Agustina sentiu ela bem enfiada e dura entre as nádegas, enquanto também sentia todo aquele líquido bem quente escorrendo na bunda dela.. enquanto o irmão ainda segurava um peito dela.
O cara se retirou, já satisfeito, e como começou a ver que a porra ia escorrer pela bunda dela abaixo e ia sujar o lençol, pegou uma toalha que tava no quarto e colocou debaixo da coxa da irmã dele, pra quando a porra cair, cair na toalha e não nos lençóis.
Ele ficou um minuto vendo a porra escorrendo na buceta da irmã mais velha, e foi jogar videogame.
Agustina ficou assim, nem se mexeu, logo voltou a dormir, com a bunda escorrendo, cheia de porra do irmão dela.
Pouco depois, umas horas mais tarde, com o sol já mais perto do meio do céu, quem acordou primeiro foi a Florencia. Ela ficou deitada na cama antes de se levantar… ficou olhando pra irmã dela, que estava com a bunda descoberta, na beirada da cama… estranhou um pouco, vendo aquela toalha.
Uns minutos depois, a Agustina finalmente acordou. Na hora lembrou do que tinha rolado algumas horas atrás, e percebeu que tava sentindo a buceta toda melada…
Aconteceu alguma coisa, sua idiota? Por que você colocou essa toalha?...
Agustina se virou e pegou a toalha, jogando ela no chão.
-…É que seu irmãozinho veio e se masturbou na minha bunda…
-Mentira!
-É sério, sua boba… vem ver minha rabeta… tô toda meladinha!
Florencia começou a rir. Levantou da cama e foi até a da irmã... se aproximou pra olhar bem a raba dela... conseguiu ver tudo lambuzado de porra... e a calcinha toda suja.
Depois disso, a Florcha vestiu a calcinha e foi preparar o almoço, enquanto a Agustina saiu pro banheiro assim, só de calcinha e de peitos de fora, afinal o irmãozinho dela já tinha visto, tocado e apalpado tudo… já não ligava muito pra isso.
Florencia terminou de preparar a comida e chamou o irmão dela, que estava na sala, enquanto a Agustina tomava banho.
—Neném… hora de comer!
-Ok!!!
Enquanto os dois almoçavam, a Agustina saiu do banho, agora só de uma fio dental limpa, sem sutiã, e sentou-se assim mesmo pra comer alguma coisa.
Martín ficou olhando pra ela… e claro que não tirava os olhos daqueles melões. Enquanto comia, debaixo da mesa, o pau dele endureceu de novo.
A Agustina esticava a mão pra pegar o copo, ou o sal, e a cada movimento os peitos balançavam de um lado pro outro…
—Tá me encarando por quê, cara? —perguntou Agustina, sabendo que excitava ele com as peitona dela.
-..Nada…
As duas minas tavam rindo. Agus se abaixou em cima da mesa e ficou olhando pro volume do irmãozinho dela.
- Você tá com ela durinha!
Florencia quis olhar, e fez o mesmo.
-É verdade! Por que você tá com ela assim?-Perguntou Florcha.
- Ah, é por causa das minhas tetas! Tá de pau duro por me ver as tetas, ou não, irmãozinho?
-Sim, Agus!
—Que cara nojento… você fica de pau duro com as tetas da sua irmã! —Disse Agustina rindo, zoando ele.
Os três na mesa riram, enquanto terminavam de almoçar.
Martín recolheu os pratos e levou até a lava-louças… com o volume apertado no short.
—Depois da punheta que você bateu na minha bunda, já tá assim de novo? — perguntou Agustina, olhando pro pau dele.
—É culpa das suas tetas! E por ficar mostrando elas pra mim... fiquei de pau duro por causa disso.
—É… com certeza… mesmo se agora eu estivesse de sutiã, com certeza tu ia ficar de pau duro do mesmo jeito.
-Bom… pode ser! Kkkkk.
-Hahahaha.
O cara lavou a louça em poucos minutos e secou as mãos num pano de prato. Virou-se pra voltar pra mesa e puxou a pica dura na frente das irmãs.
- Quem vai me bater uma punheta? Por favor, por favor!
As duas garotas ficaram mudas, olhando pra pica dele pulando de tesão.
- Agus?.. Flor?... As duas?
As duas? Quer que a gente faça uma punheta pra você juntas? Hahaha, continua sonhando, mano!
-Hahaha, beleza… se não querem me fazer uma punheta… me deixam bater uma nas bundas de vocês? Isso sim!
-…Tá bom…
—Quem vai colocar a buceta? —perguntou Martin segurando o pau duro.
—Agora?
-Sim! Quero bater uma agora mesmo! Suas tetas me deixaram muito tesudo, Agus!
—Bom, é sua vez, Flor… eu acabei de tomar banho! — respondeu Agustina.
—Haha, que safada que você é, maninha! Você esquenta ele mostrando as tetas e eu tenho que botar a raba pra ele encher de porra! —Disse Florcha rindo.
Florencia se levantou e se apoiou na mesa da cozinha, onde tinha almoçado uns minutos atrás. Ela se inclinou um pouco pra mostrar toda a bunda pro irmão dela, que já tava atrás dela.
Martín não perdeu tempo e enfiou a ponta da rola entre as nádegas dela, por cima da calcinha. Começou a bater uma, olhando de lado pra Agustina, pra ver bem os peitos dela.
Ver a irmã dele sentar pra comer de peitos de fora, deixou ele muito, muito excitado... e ainda por cima ele tava se masturbando de novo na bunda enorme e gorda da Florencia. De vez em quando ele batia uma, e de vez em quando pegava o pau com dois dedos e passava ele inteiro pelas bochechas da bunda, batendo uma.
Ele apoiou a mão esquerda no quadril da Florença, e com a direita se masturbava, roçando a pica e a mão na bunda dela.
-Flor… posso te passar pela buceta?
-…Não!
Continuou com aquilo, agora a mão esquerda saiu do quadril da Florencia e foi pro lado, até tocar um peito da Agustina. A irmã mais velha deixava, enquanto olhava tudo, se excitando. Martín agarrou um mamilo dela com os dedos, apertando… aí a Agustina levou um ‘choque elétrico’ e sentiu a buceta esquentar.
Graças à porra gostosa da manhã no cu da Agustina, agora o moleque conseguia aguentar mais um tempinho.
Parou a masturbação. Agarrou com as duas mãos nas cadeiras de Florença, e agora se mexia como se estivesse comendo ela. Movia-se pra trás e pra frente, e com a cabeça da rola cutucava a bunda dela, por cima da calcinha.
Florcha ficou toda molhada ao sentir tanto… já tinha os mamilos duros, a pele arrepiada e a buceta molhada, enquanto o irmãozinho enfiava a rola entre as bandas do cu dela.
Agora sim, tava muito tesão, a respiração dela acelerou e quando sentiu que ia gozar, o garoto segurou a pica e bateu uma punheta forte na bunda da irmã dele pra esporrar tudo.
O sêmen foi escorrendo pelas bochechas da bunda, um jato espirrou até as costas, e os outros foram descendo pelo meio da bundinha da Florcha. Enquanto gozava, o moleque apoiou de novo a outra mão nos peitos da Agustina. Terminou sacudindo a pica e limpando ela na calcinha da Florencia, deixando a irmã toda suja.
Sem falar nada, Florencia passou os dedos pela bunda toda, e os restos de porra que tinha ali, enfiou na boca… ela tinha ficado muito excitada. A mesma coisa fez Agustina… enfiou dois dedos nas nádegas da irmã, e engoliu um pouco de sêmen quentinho e recém-ordenhado.
—Satisfeito? Espero que não suba até amanhã, seu piraninho! — Disse Agustina, olhando pra ele enquanto sorria.
O cara foi tirar uma soneca na hora.. tava exausto.
As meninas ficaram sozinhas na cozinha.
—Como me deixou com tesão, sua idiota… — Disse Florcha, se tocando um pouco na buceta por cima da calcinha, parada ao lado da irmã.
- Muito?
—Sim… como ontem. Quer ver?
- Vai nessa! Também me excitou! E ainda por cima me apalpou os peitos…
Florcha, toda excitada, assim parada na cozinha, puxou a calcinha molhada até as coxas, mostrando de frente o púbis cheio de pelos escuros pra irmã dela, e a pussy que tava inchada. Levou a mão lá embaixo, e com dois dedinhos, abriu os lábios da pussy, todos babados, pra mostrar pra Agus.
—Tá vendo? Esse cara me deixa assim!
—Sim… você tá muito molhada.
Agustina olhou bem pra buceta da irmã, reparando nos lábios maiores, os de fora, bem inchados e gordinhos, com a frestinha no meio… o clitóris aparecia um pouquinho, mas não dava pra ver os lábios de dentro. Parecia a buceta de uma menina ainda, com os lábios maiores bem carnudos e a racha no meio.
- Ainda tem buceta de bebê, maninha!
-..Não zoa! Não tenho culpa de ser assim… haha.
Florencia tocou o clitóris agora, já se excitando cada vez mais.
Agustina se levantou, vendo a irmã mais nova se tocando. Depois de esquentar o irmão mostrando os peitos, depois que ele apalpou eles, lembrar como encheu a raba de porra de manhã, e como bateu uma no cu da Flor… e agora ver a irmã se tocando, tudo isso deixou a Agus muito tarada também.
Florencia se masturbou forte no clitóris, até sentir o orgasmo. A buceta dela soltou mais umidade, enquanto ela terminava de passar os dedinhos pelos lábios... limpou eles nos pelinhos do púbis. Vestiu a calcinha... tava toda molhada e suja de porra.
-Uff…
-Alô?
-Muito.
—É a minha vez! —Disse Agustina.
A mais velha também abaixou a calcinha fio-dental molhada até as coxas.
—Que porra! Já tenho que trocar a fio dental de novo… —Disse Agus.
Assim parada de peitos de fora e com a fio dental abaixada, agora ela mostrava a buceta pra irmãzinha mais nova. Tinha a ppk toda depilada, e a buceta era bem rosadinha. Os lábios maiores não eram tão inchados, mas os menores eram mais salientes… daquele rosa forte característico, todos brilhando de tão molhados.
Florencia ficou olhando, enquanto Agustina chupava os dedinhos e os levava até o clitóris. Começou a se tocar, molhando os dedos entre cuspe e buceta melada…
De repente, parou de brincar com o clitóris e enfiou um dedinho na buceta. Florencia, como era virgem, nunca tinha feito aquilo e queria ver. Chegou um pouco mais perto.
—Como é que se sente enfiar o dedo?
—Perguntou Flor pra Agus.
-Mmmm é uma delícia, sua gostosa…
Agustina enfiava e tirava um dos dedinhos na buceta, enquanto sentia tudo molhadinho pelos seus sucos.
—Quer experimentar? —Perguntou pra Florcha.
—…Como?
- Se quiser provar como é colocar um dedinho na buceta.
—É, mas… vai doer.
-Não, sua bobinha!… Tô falando pra você enfiar um dedinho em mim!
-Ahhh.. Sério?.. Quero sim!
—Ok… espera.
A Agus arrumou uma cadeira e sentou nela. Tirou a fio dental, segurando ela num punho da mão, e abriu as pernas pra irmã dela. Agora tava completamente pelada na cozinha!
Florencia viava bem a buceta da irmã, com as pernas abertas. Ela se ajoelhou no chão e se colocou entre as pernas de Agustina.
—Me ensina... não quero te machucar.
- Não é difícil, maninha. Primeiro chupa o dedo que você vai meter em mim!
A mina obedeceu e enfiou o dedo do meio na boca. Chupou ele e encheu de baba.
-Isso!... agora só enfia ele…
Agustina abriu a própria buceta com os dedos, pra facilitar. Florencia aproximou o dedo até a buceta molhada da irmã, e enfiou de leve no buraquinho vaginal… foi colocando mais pra dentro… com suavidade… enquanto o dedo abria caminho entre os lábios rosados… inacreditável, ela tava enfiando um dedo na buceta da própria irmã! Parecia loucura, mas…
Depois de ter meio dedo lá dentro, Agustina mandou ele começar a mexer e enfiar até o fundo. Agora ele enfiava e tirava o dedo inteiro da buceta da irmã mais velha, sentindo como tudo estava viscoso, apertado e molhado.
—Você gosta? —ela perguntou pra Agustina.
-Sim!...mmm... já vou gozar, irmãzinha… cê topa me tocar o clitóris enquanto enfia o dedo?
-…Bem, então!
Assim então, Florença começou a masturbar o clitóris dela com um dedo, fazendo movimentos circulares igual ela fazia consigo mesma, e com outro dedo pegava na buceta dela, sentindo ela bem apertadinha e toda molhada. Tava masturbando a própria irmã!
Ele se empolgou com o que estava fazendo, enquanto a Agustina gemia bem baixinho, pra o irmão dela não ouvir nada do quarto dele.
Florencia tava masturbando ela muito bem… tocava no clitóris dela enquanto enfiava o dedo, ela já tava suspirando de prazer.
-Vou acabar, Flor… mais rápido!
Obedeceu a ordem e bateu uma punheta mais rápido, até que a Agustina gozou, o orgasmo foi violento, a buceta explodiu de prazer, enquanto ela se contorcia toda na cadeira!
Fazia tempo demais que outros dedos não a punhetavam… e ainda por cima era a primeira vez que uma garota a tocava, e nada mais nada menos que sua irmãzinha virgem! Isso sem dúvida a deixou mais tesuda…
Uff…
Florencia tirou o dedo da buceta, todo babado, e chupou pra sentir o gosto da buceta da irmã mais velha.
—Porquinha!
—Você gostou?
—Que tal!... cê aprende rápido, gata!…
Haha.. também gostei de fazer isso em você!
Agustina fechou as pernas e ficou descansando uns segundos depois do orgasmo intenso, enquanto se acariciava a buceta…
Já estamos quites... pelo jeito que você me bateu uma ontem! Tava te devendo essa, haha.[color=
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