Minha namorada e os Venezuelanos IMPERDÍVEL

Hoje trago a última da minha namorada. Faz menos de um mês que o apartamento da frente do meu ficou vago. Pra ser sincero, as minas que moravam lá eram muito barulhentas, sempre tinha putaria. Não dava pra descansar, mas a história não é por aí. Só que esses dias apareceram cinco venezuelanos com um moleque, todos trabalham pro Rapi, vivem indo e vindo com aquela caixa e as bicicletas. Mas pelo visto são tranquilos, porque não fazem muito barulho, só o guri que joga bola todo dia e faz eco no prédio inteiro. Não vou encher o saco. Acontece que numa quinta, minha aluna cancelou a aula particular e cheguei bem mais cedo em casa. Com minha namorada, tenho uma relação que pra uns é estranha, pra outros é excitante, e pra muitos é uma aberração da natureza — isso eu tiro dos comentários que deixam pra gente. Então quase tudo é permitido. Nessa quinta, entro no meu apê e ouço vozes. Vou pro quarto e lá estavam três dos venezuelanos e minha linda namorada de quatro, levando uma bela pica enquanto chupava outro, e o terceiro filmando tudo. Não fui mal-educado e cumprimentei. Os venezuelanos eram quase uma cabeça mais altos que eu, pra vocês terem ideia, e minha namorada era quase três cabeças mais baixa que eles. Nem se ligaram e continuaram na deles. Eu coloquei a roupa de academia na máquina, peguei uma cerveja e fui pro quarto assistir o show.

Vou descrever o melhor que posso: minha namorada completamente pelada, igual os três venezuelanos. Ela tava de quatro, levando com força de um deles enquanto chupava outro, e o terceiro filmava. Isso me pareceu estranho, porque minha namorada nunca deixou se gravar. Eu sentei com meu copo e me masturbava, com a pica dura pra caralho. O que tava metendo nela terminou gritando e gemendo que nem um ator pornô de verdade. Não sei se era tão necessário ou se ele ficava mais excitado sabendo que eu tava ouvindo. Aí ele tirou a camisinha e deixou na mesa do meu lado. Dava pra ver claramente a quantidade de porra que ele gozou. Esse filho da puta. É uma fábrica de esperma, o sem-vergonha. Fiquei com uma puta inveja hahahahaha. Agora, quem tava chupando ela foi atrás dela. O mais surpreendente que vi não foi o tamanho enorme da pica dele, mas que ele não meteu de uma vez, e sim começou a chupar a buceta dela enquanto falava coisas tipo: "como você ficou molhadinha", outra frase que lembro é: "olha como você tá aberta". E outras que não lembro. Nisso, minha namorada gemia como sempre, ou seja, como uma verdadeira puta ninfomaníaca no cio, o que faria qualquer um gozar na hora. Deve ter passado um bom tempo chupando a buceta dela até que eu vejo ele se levantar e se posicionar pra meter. Agora vou descrever isso o melhor que puder, porque foi realmente incrível. Ele pega minha namorada pela cintura, ela se ajeita exatamente como ele vai guiando, e os outros dois estavam olhando e gravando tudo. Eu me levantei pra ver melhor e vejo como ele posiciona a pica no cu dela e, SEM camisinha, vai enterrando devagar enquanto minha namorada grita e geme entre palavras como "VOCÊ É UMA BESTA" ou "DEVAGAR". Até que entra até o fundo. Eu aviso minha namorada que ele tá sem camisinha, e todo mundo ri. Bom, não sei que merda interna aconteceu que eu perdi, fiquei parecendo um otário. Não gosto que ela transe sem camisinha por tudo que isso pode trazer. Ele ficou imóvel por pelo menos dois minutos que pareciam uma eternidade, enquanto apertava os glúteos dela e apalpava as costas e os peitos. Até que começa a sair devagar, muito devagar pro meu gosto, até tirar tudo, e dava pra ver claramente que o cu dela tinha ficado totalmente aberto. Ele pega a pica de novo e agora sim mete com força, enfiando e tirando como um cachorro no cio, parecia uma máquina de furar cus esse venezuelano. Minha namorada tapava a boca com um travesseiro e gemia tão alto que tive que ligar a música na sala pra não ouvirem. A verdade é que ele tava metendo tão forte que qualquer gostosa com uma transa daquelas não aguentaria. sentar por várias horas. Começa a diminuir o ritmo e tira ela de lá, soltando uma frase que eu nunca tinha ouvido dela: “vem você que eu ainda não quero gozar”, ou seja, falando comigo. Eu nem pensei duas vezes, tirei a calça e comecei a meter de quatro, do jeito que ela tinha deixado. Eu ia alternando entre a buceta dela e a bunda, mas ela estava tão dilatada e ensopada que quase nem sentia ela apertando minha pica. Ela estava totalmente aberta por onde quer que você olhasse. Eu gozei em poucos minutos, enchendo a buceta dela, fui no banheiro me lavar e, quando saí, vi minha namorada de barriga pra cima. Um tava metendo na buceta dela, por sorte com camisinha, e dava pra ver um pouco do meu esperma escorrendo pelas bordas dos lábios dela. E outro ajoelhado na cabeça dela, metendo na boca dela, praticamente como se estivesse fodendo a boca dela. Minha namorada tava engasgando e mal conseguia respirar, porque não tinha como se soltar ou jogar a cabeça pra trás. Enquanto isso, o que tinha gozado primeiro continuava filmando tudo, se massageando a pica meio morta, meio dura. Pra ser sincero, meu coração tava batendo a mil, não é comum minha namorada se deixar fazer essas coisas. Não contei o tempo, mas foi bastante, até que o que tava metendo gozou e largou a camisinha do lado da outra, não tão cheia, mas deixaram de coleção ali na mesa. Só faltava o que tinha um pedaço bom, mas esse se deitou do lado dela e começou a beijar ela na boca, enquanto se esfregavam devagar. Até que minha namorada virou e ficou na posição de conchinha, deixando a bunda colada no venezuelano, que não perdeu tempo e começou a meter assim, de conchinha. Eu não conseguia ver se ele tava entrando na bundinha dela ou na buceta, mas o que eu sabia era que, como antes, ele não tinha colocado camisinha. Isso me irritou pra caralho. O venezuelano quase não se mexia, era minha namorada que rebolava o corpo pra sentir a pica, enquanto ela mesma apertava os peitos e gemia de olhos fechados. O tempo passava. E eu já tava cansadão, mas dá pra ouvir claramente ele sussurrando no ouvido da minha mina: "onde você quer?". Eu vi o sorriso da minha mina iluminando o rosto dela, mas ela não respondeu nada. O venezuelano se levanta, ajoelha em cima dela e bate uma punheta até começar a jorrar porra na cara da minha mina, que recebia tudo de boca aberta e língua pra fora. Minha mina pega a pica dele e chupa, deixando limpinha, sugando pra tirar tudo que ele tinha. Os venezuelanos se vestem e vão pro apartamento deles, me cumprimentando super amigáveis. Olho pra minha mina e ela tava destruída, com porra na cara e um pouco nos peitos do que tinha escorrido. Olho pra ela e ela dá risada, como vou ficar puto com ela? Ela é linda. Só me fala: "me pegou com a mão na pica", ri e entra no banheiro pra tomar banho. Eu aproveito e troco os lençóis, que estavam todos molhados e manchados. E vou pra sala de jantar deitar um pouco, não conseguia tirar da cabeça todas aquelas imagens da minha mina com os venezuelanos. Aí lembrei que eles estavam gravando, então assim que ela sai do banheiro, falo: "love, e o vídeo que vocês vão fazer, deixou eles te gravarem?" Ela responde pra eu não me preocupar, que eles sempre fazem isso mas não viralizam. Acho que naquele dia eu percebi o tamanho dos meus chifres, mas o que posso dizer? Eu adoro. Vejo ela sair do quarto já trocada, usando uma legging com uma camiseta sem calcinha. Tava com tanta vontade de comer ela de novo, mas ainda não tinha me recuperado, e pergunto o que ela tinha ali. Ela me mostra as duas camisinhas que eles tinham deixado na mesa, e pra completar, fala: "carregadinhas hoje, hein?" E em vez de ir pra cozinha jogar fora, abre a porta e fala: "já volto, love, vou levar as camisinhas que eles esqueceram." Esqueceram??? Eu grito quase, enquanto ela fechava a porta: "Mas se tão usadas!" Ela voltou quase uma hora depois. Eu sabia muito bem onde ela foi, e vocês também sabem, né? Preciso esclarecer uma coisa: o que tenho que dizer é que ela chegou com a camiseta toda rasgada e a legging com manchas que com certeza eram de sêmen. Irônico, pergunto se ela conseguiu devolver as camisinhas usadas, ela ri e diz: "Isso é uma cena de ciúmes?". Ela vem, abaixa minha calça e começa a chupar meu pau sem aviso prévio. Só de imaginar o que fizeram com ela, já fiquei de pau duro de novo e gozei na boca dela em poucos minutos. É impossível não gozar na boca dela com aquelas gargantas profundas que ela faz. Antes de mudar de assunto, perguntei se ela tinha transado de novo com os três venezuelanos, e ela respondeu que não, só com o que estava no apartamento. E que não tinha conseguido gozar. É isso, galera. Acreditem ou não. Muita gente me escreve dizendo que quer conhecer minha mina, ou "nossa, queria ter uma namorada igual a sua", mas conheço muitos que começam um relacionamento aberto e depois não aguentam ver outro com a sua mina. No começo curtem, mas depois bate ciúme e não conseguem manter o relacionamento aberto. Não posso dar conselho, mas queria dizer que isso não é pra qualquer um. Você tem que gostar, e tem que ter bem claro que, assim como você come outra, outro vai comer sua mina. Pensem nisso antes de entrar na onda do cuckold. Prometo que, se conseguir o vídeo dos venezuelanos, vou censurar pra não mostrar os rostos e postar no xvideos, mas ainda preciso conseguir e não sei se vão me passar. PS: Esqueci de contar. No dia seguinte, perguntei por que ela transou sem camisinha, já que sabe bem as regras que temos, e ela respondeu: "Não entra nele".

11 comentários - Minha namorada e os Venezuelanos IMPERDÍVEL

Que buen relato! me calentó. No hay fotos de tu novia?
Buenisismo , mi ex se xojia dos venezolanos rambien
Muy buen relato, van puntos, cuando subas el vídeo, pasa el link
nissan
muy buen relato y que flor de putita de novia tenes... Una maravilla. segui contando sus andanzas..
Saludos
Exelente terminamis cojiendo con mi mujer como bestias luego de leerte van pts
beun relato, pedile a el video al q fiilmaba! je